Processo Clínico Electrónico: O próximo passo
Sumário 1. Saúde: Uma Realidade Complexa 2. Implementação de SI na Saúde 2.1. Uma estratégia conjunta 2.2. Benefícios, constrangimentos e, desafios 3. Processo Clínico Electrónico (EPR) 3.1. Definição, âmbito e objectivos 3.2. Ciclo Diagnóstico Terapêutica 3.3 Como conseguir a adesão do corpo clínico 3.4 Implementação Básica, intermédia e, Avançada 2
Saúde: -Uma realidade complexa -Implementação de SI
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Estrutura da Informação Grupo Perfil Assistencial País 1 País 2 Especialidades Clínicas Linhas de Produção / Áreas de Actividade Rubricas (actos clínicos / não clínicos) Centros de Saúde Hospitais Prestadores (Médicos, Enfermeiros, ) Hosp. de Dia C. Externa Unidade 1 (Hospital) Internamento Unidade 2 (Hospital) Perfil Funcional Organização da Unidade Inter Relações funcionais Bloco MCDTs Urgência Áreas de Actividade 5
Dentro de cada Organização Diferentes tipos de utilizadores Multi-Aplicacional Realidade Multi-Vendedor S.I. OPERACIONAIS - INTEGRADOR INTRANET - EXTRANET CIDADÃOS PROFISSIONAIS Outras Instituições de Saúde Outras Entidades 6
Uma estratégia conjunta 1. Não há comunicação sem conteúdo a. Primeiro temos que ter SI Internos b. Fiáveis a. Áreas Estruturantes a. Área Clínico-administrativa b. Área Clínica (EPR) c. Informação de Gestão d. Portal b. Um SI não vale só por si a. Implementa uma estratégia b. Implementa fluxos e circuitos da organização c. Dá informação para acompanhamento TEM QUE HAVER UMA ESTRATÉGIA CLARA SER CREDÍVEL PARA INSTITUIÇÃO EMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO ENVOLVIMENTO DE TODA A ESTRUTURA DAR INFORMAÇÃO DE RETORNO E ATEMPADA ACOMPANHADA PERMANENTE AOS DIFERENTES NÍVEIS DE RESPONSABILIDADE Sucesso na implementação 7
Constrangimentos e Desafios Factores com influência directa no resultado final que a instituição irá atingir: Organizacional Preparada para repensar o seu modo de funcionamento? Processual O EPR como parte integral da prática clínica. Tem de ficar claro o impacto da utilização parcial Gestão A consistência da prática clínica e dos modelos que a suportam, deverá ser previamente assegurada: não é o EPR que resolve este problema Tecnológica Se o EPR é uma ferramenta de trabalho, terá de ser sólida em termos tecnológicos. Implementar Planos de contingência. Equipa Perceber a desconfiança de alguns perante este novo processo. Assegurar formação r suporte no dia-a-dia de forma adequada 8
Benefícios É importante considerar os benefícios que advêm da implementação de um EPR no melhoramento do serviço prestado e na produtividade. Integração entre Profissionais de Saúde Melhor acesso à Informação Segurança É relevante considerar outros benefícios de carácter económico, que facilmente podem ser compreendidos. Entre os quais destacamos: Transcrição Arquivo Clínico Codificação Qualidade do registo Melhor gestão dos recursos Facturação 9
Processo Clínico Electrónico
EPR Processo Clínico Electrónico O que é Sistema integrado de informação clínica que suporta as necessidades dos profissionais de saúde em todos os departamentos clínicos hospitalares e respectivas áreas funcionais. Missão Dotar o corpo clínico de organizações de saúde com uma ferramenta para registo de informação clínica de uma forma simples, eficaz, intuitiva e funcional, criando mais valias ao seu quotidiano. 11
EPR Processo Clínico Electrónico Objectivos Melhorar os cuidados de saúde e a forma como estes são prestados ao Paciente; Partilhar informação clínica entre os profissionais de saúde; Reduzir os erros médicos; Melhorar a forma como a informação é obtida, registada e disponibilizada; Mobilidade e acesso remoto; Melhorar o suporte à decisão clínica; Utilização de standards terapêuticos; Reduzir os custos; Obter vantagens competitivas. 12
Reflexo da realidade: - Agregar e disponibilizar informação 13
Implementação de EPR Mais-valias enumeradas com a utilização do SI Informação clínica em tempo real (97%); Melhoria na comunicação com o doente (72%) e outros prestadores de saúde (92%); Diminuição de erro na prescrição de medicamentos (86%); Prestação de cuidados segundo protocolos e guide lines (82% a 85%); Aumento da qualidade nas decisões clínicas (82%); Segurança da informação clínica. Principais barreiras à adopção do SI Custo do SI (66%); Adequação incorrecta às necessidades reais (54%); Dúvidas relativas ao retorno do investimento (50%); Resistência à mudança; 14
Ciclo Diagnóstico - Terapêutica Em Ambiente Hospital, a Actividade Clínica está centralizada neste contexto. Por ordem crescente do nível de complexidade, devem ser consideradas as seguintes etapas neste ciclo: Dados Observação Informação Doente Decisão Terapêutica Plano Diagnóstico 15
Como conseguir a adesão do corpo clínico Dar Informação em vez de exigir o seu registo Distribuir os resultados de MCDT s; Consulta simples ao Histórico do doente no Hospital; Acesso à informação relevante de Enfermagem. Facilitar o Registo de Informação Disponibilizar informação relevante sobre os Medicamentos; Fomentar a definição de Prescrições pré-definidas; Fomentar a definição de Protocolos de Tratamento; Utilização de templates nos relatórios (exames e cirurgias). 16
Como conseguir a adesão do corpo clínico Garantir segurança de todo o processo Tracking de todas as actualizações e acessos; Politica eficaz de perfis e níveis de acesso; Controlo de versões da informação ( a imagem actual não se perde). PDAs Baseada num Interface AMIGÁVEL SIMPLES INTUITIVO A TECNOLOGIA como suporte e não como Bandeira Envio de SMS Tablet PC Reconhecimento de Voz Wireless Ecrãs Tácteis 17
CONTACTOS: www.glintt.com 7072 27247 geral@glintths.com 18