Visita Técnica Equipa de Florianópolis

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1 Visita Técnica Equipa de Florianópolis AGENDA I Reforma Cuidados Saude Primarios II Sistema de Informação III BI das USFs Dispositivo de gestão do conhecimento José Luis Biscaia Médico de Familia USF S Julião

2 A Reforma dos Cuidados Saúde Primários I SNS 1982 DL 310 Desp CS 1983 APMCG 1990 Livro Azul APMCG 2 Maiorias Absolutas 3 Min Saude 3 Politicas Estratégia Saude Agências Contratualização Sistema Qualidade Projectos ALFA RRE CS 3ª Geração Congelamento Reforma Contra Reforma DL 60/03 Gr. Técnico MCSP USF DL 298/07 Agências Contratualização Relatório GANEC ACES DL 28/08 TROIKA 1 MF/Português USF Modelo B OE 2012/13 A omissão... Ameaças? Oportunidades? DESAFIOS USF AN

3 Reforma dos Cuidados Saude Primários Rede descentralizada de equipas multiprofissionais Gestão de proximidade Contratualização Governação clinica e de saude Participação e coresponsabilização

4 Modelo ver)cal tradicional de administração comando e controlo do centro para a periferia

5 A interface Cidadão/Serviços como enfoque principal da nova organização dos Cuidados de Saúde Primários Comunidade

6 Reforma dos Cuidados Saude Primários O velho paradigma

7 Reforma dos Cuidados Saude Primários O novo paradigma

8 USF a identidade Missão Autonomia Organizacional Carteira básica de serviços (e carteiras adicionais) População inscrita Controlo do processo organizacional da prestação dos cuidados pelos profissionais Contratualização Compromisso de resultados, contextualizando recursos e necessidades em saude Monitorização e acompanhamento Sist Retributivo Sistema misto ligado ao desempenho Partilha de risco num contexto de ganhos de eficiência Exigência e Transparência Adesão voluntária. Escolha e construção das equipas Critérios explicitos de avaliação Centrado nas Pessoas Participação e Inclusão Interdisciplinaridade e complementaridade Globalidade, Continuidade, Longitudinalidade

9 CENTRO DE SAÚDE Um Centro de Saúde é, e se não é deveria ser, um serviço de proximidade. Pequeno na dimensão, leve na estrutura, simples na organização, afável na relação que estabelece com os utilizadores, fácil no contacto. (Henrique Botelho, 2001)

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21 Sistema de Informação na Saúde Principais atributos e caracteristicas Centralidade da pessoa (prontuário clinico único) A alimentação do sistema Parametrização versus Texto livre Garantir a gestão da informação Prática clinica / Governação clinica Ser independente do modelo organizacional A interoperabilidade Garantir a conectividade

22 Prontuário eletrônico Exigências e Valor acrescentado Registo Clinico (único) Padronização ICPC, CIPE Centrado no paciente / Real time Respeitar e apoiar o processo de decisão clínica Apoio a prática clinica Registo (semi)estruturado interactivo Alertas o que é preciso fazer Facilidade de consulta do histórico (Re)Definir e monitorizar os processos de cuidados Clinical pathways Governação Clínica Melhoria continua / Auditoria clinica interpares Pagamento por performance

23 A realidade portuguesa Rede APS 100% informatizada Prontuário clinico, prescrição, referenciação 3 prontuários electrónicos 1 público / 2 privados Boa adequação à Med Fam e APS Indicadores clinicos e organizacionais ( ) Normalização de: conceitos, registos, leitura, calculo Contratualização Plataforma de Dados da Saude (2013) Acesso electrónico pelos cidadãos e profissionais a dados de: Histórico utilização, mcdt, medicação, diagnósticos, cartas de alta hospitalar

24 A realidade portuguesa Interoperabilidade clinica Muito baixa Gestão rede informática Arquitetura rede obsoleta / Largura banda insuficiente Má conectividade Estratégia do Sistema Informação Desenvolvimento aplicacional não integrado Foco em necessidade administrativas e gestão macro Sentido como um custo e não um investimento Atraso na informatização rede hospitalar Segmentar, base institucional, sem interoperabilidade

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