Registro Eletrônico de Saúde Unimed. Números do Sistema
|
|
|
- Sara Amaro Gorjão
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Números do Sistema
3 Números do Sistema 36 Prestadoras 300 Operadoras (30% das operadoras de saúde) 15 Federações Institucionais 351 Cooperativas 1 Confederação Nacional 1 Confederação Regional 1 Central Nacional 32 Federações 316 Singulares 84% de abrangência no território Nacional 20 Milhões de beneficiários 115 Mil cooperados 96 Mil empregos diretos
4 Números do Sistema Recursos Próprios Hospitais Geral 13 - Hospitais Dia 93 - Laboratórios A rede hospitalar Unimed possibilita uma ótima prática médica aos profissionais de saúde Leitos Prontos Atendimentos Centros de Diagnósticos Farmácias
5 Números do Sistema Credenciados Hospitais Laboratórios Leitos A rede hospitalar Unimed possibilita uma ótima prática médica aos profissionais de saúde Prontos Atendimentos Centros de Diagnósticos
6 Números do Sistema
7 Números do Sistema Agentes de Mudança
8 Transições A Transição Social leva a Transição Nutricional e essa junto a Transição Demográfica pressiona a Transição Epidemiológica e no final tudo impacta na saúde.
9 , 0 80, 0 75, 0 70, 0 65, 0 60, 0 55, 0 50, 0 Registro Eletrônico de Saúde Unimed Sinistralidade Receita de Contraprestação (em bilhões) Despesa Assistencial (em bilhões) Sinistralidade (%) Crescimento % ,4 83,0 81,1 82,4 84,9 83,8 84,9 84,2 125,1 1,3% 14,8% 59,5 47,8 64,5 53,5 72,9 59,2 82,6 68,1 93,1 79,1 108,6 90,9 106,3 67,6 57,0 16,4% Fonte: ANS - Agência Nacional de Saúde Suplementar - TABNET Data base: setembro/2015
10 Paradigma da Saúde Papel Modelo atual Modelo de futuro Sistema de Saúde Combater doenças Manter e melhorar saúde e bem estar Médicos Responsáveis pela assistência ao paciente Colaboradores do cuidado do paciente Pacientes Receptores passivos Participantes ativos Informações em saúde Fragmentadas e episódicas Integradas e longitudinais Papel da TI Suporte às tarefas PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO Mudanças de paradigma requerem investimento, inovação e ferramentas modulares e extensíveis.
11 O Projeto
12 Problema Registros clínicos dos indivíduos dispersos por vários sistemas de informação distintos em nossa rede de atendimento.
13 Problema Impossibilidade de ter uma visão completa sobre a história clínica de cada indivíduo. Visão Completa
14 Problema A inexistência de um modelo comum para a informação clinica, impossibilitando a interoperabilidade. Modelo Comum
15 Objetivo Integrar os prontuários eletrônicos de paciente de toda a rede de atendimento do Sistema Unimed, para reunir as principais informações clínicas dos beneficiários. Atenção Primária Especialista Hospital Paciente Farmácia Laboratório
16 Benefícios redução do tempo para preenchimento dos mesmos formulários e redução do número de informações perdidas erros de dose, prescrição equivocada por dificuldade de leitura da caligrafia do médico ou falta de alertas sobre reações medicamentosas Geralmente causados pela perda de informação sobre os pacientes Principalmente nas situações de emergência e na liberação de procedimentos Repetição de exames, redução de tempo na consulta, etc.
17 Suporte à parte clínica
18 Uso secundário da Informação
19 Linha do tempo Arquitetura Conceitual 2011 Padrões de Interoperabilidade 2012 Especificação 2013 Aquisições 2014 Desenvolvimento 2015 Início Implantação 2016
20 Solução
21 Solução Armazenamento de Dados de Saúde dos beneficiários oriundos de todos os locais de atendimento; Software aplicativo que reúne os dados da saúde do beneficiário dentro de determinada instituição; Esses dados poderão ser compartilhados e acessados por todos os softwares autorizados e certificados pelo sistema; Integra-se ao RES enviando e recebendo dados do paciente em atendimento; Massa de dados disponível para análise epidemiológica; Dados individuais identificados, disponíveis para aonde estiver o usuário autorizado; Disponibiliza e identifica os dados oriundos do RES, apenas para equipe de atendimento autorizada, formando um panorama de seu histórico clínico ao longo do tempo;
22 Arquitetura PEP PTU Clínico Visualizador Cadastro de Usuários Barramento Integração Cadastro de Beneficiários/ MPI RES Serviço de Terminologias Clínico Demográfico Repositório de Documentos
23 Componentes Componente Demográfica e MPI Componente Clínica Segurança Governança de Dados Clínicos Pesquisa Clínica Gestão de Documentos Serviço de Terminologias Administração Visualizador de RES Business Intelligence Integração com Sistemas Externos Requisitos Não Funcionais
24 Áreas Clínicas Alergias e reações adversas Problemas e diagnósticos Medicamentos Imunizações Fase 2 Construção Etapa 1 Especificação Etapa 2 Desenvolvimento Tipo de sangue Sinais vitais Antropometria Procedimentos Exames de laboratório Exames de imagem Episódios Referência Hábitos Educação ao paciente Antecedentes pessoais Antecedentes familiares
25 Áreas Clínicas RES de Emergência Informação essencial para prestar cuidados ao beneficiário numa situação de emergência. Informações relevantes e atualizadas sobre: Problemas e diagnósticos Medicamentos Alergias e reações adversas Imunizações Tipo de sangue Sinais vitais Antropometria Longitudinal Compartilhado Emergência
26 Áreas Clínicas RES Compartilhado Informação clínica mais completa do beneficiário, destinando-se a dar apoio à prestação de cuidados de saúde por diferentes prestadores, promovendo a continuidade dos cuidados prestados. Além das áreas clínicas disponibilizada pelo RES de emergência, inclui também: Antecedentes pessoais Antecedentes familiares Hábitos Procedimentos Exames de laboratório Exames de imagem Educação ao paciente Episódios Pedidos de referência Longitudinal Compartilhado Emergência
27 Áreas Clínicas RES Longitudinal Histórico completo da informação clínica relevante do beneficiário, dando uma perspectiva global do seu estado de saúde As categorias de dados são as mesmas do RES compartilhado, no entanto, inclui uma maior quantidade de informação em cada uma dessas áreas. Longitudinal Compartilhado Emergência
28 Modelo para o Sistema de Informação em Saúde Modelo para o Sistema de Informação em Saúde
29 Padrões
30 Padrões PORTARIA Nº 2.073, DE 31 DE AGOSTO DE 2011 Serviços Padrões de Informação Terminologias Webservice OpenEHR SNOMED-CT WS-Security HL7 CDA LOINC SOAP DICOM CID WSDL IHE-PIX CIAP-2 TUSS CBHPM
31 Interoperabilidade
32 PTU Clínico Informação Clínica Informação Demográfica Fase 2 Construção Envio Consulta Etapa 1 Especificação Etapa 2 Desenvolvimento Consulta Envio Áreas Clínicas Episódios Documentos
33 Modelos de Interoperabilidade PTU Clínico RES PEP PEP PEP RES PEP Singular / Federação PEP PEP PEP PEP PEP PEP Singular / Federação Singular / Federação
34 Segurança
35 Segurança A base dos requisitos de segurança da informação é o Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em saúde (S-RES) da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde. Todas as comunicações entre os vários componentes serão configuradas de forma segura, garantindo que toda a informação é criptografada.
36 Casos de Uso
37 Cenário 1 Consulta de dados clínicos no Visualizador do RES Atendimento de um paciente novo: Consulta do RES para obter a história clínica relevante do paciente, dando suporte à Anamnese: alergias, problemas e diagnósticos relevantes, medicação crônica, etc.
38 Dashboard Dados de Emergência
39 Cenário 1 Consulta de dados clínicos no Visualizador do RES Continuidade da prestação de cuidados: Consulta do RES para atualização relativamente a dados clínicos relevantes ocorridos desde o último evento, em outras instituições, ou na transferência de cuidados, para outras instituições: episódios de emergência ou pronto atendimento, episódios de internação, referência para outra especialidade, etc.
40 Linha do Tempo Histórico de Atendimentos
41 Exames Laboratoriais Resultados de Exames
42 Inteligência Clínica
43 Permitir as singulares e federações e a confederação fazerem a gestão da saúde populacional de acordo com sua área de ação, a partir de dados anonimizados, seguindo os indicadores preconizados pelo Comitê de Atenção Integral a Saúde.
44 Ministério da Saúde e ANS
45 Governança e Recursos Organizacionais Padrões e Interoperabilidade Infraestrutura Recursos Humanos
46 Como aprimorar o Padrão TISS e-saúde e ao RES? Tecnologias da Informação e Comunicação RES INTEROPERABILIDADE
47 Obrigado! Fernando Costa
Agora todas as Unimeds vão falar uma só língua. Unimed do Brasil Federação São Paulo Portal Unimed
Agora todas as Unimeds vão falar uma só língua. Unimed do Brasil Federação São Paulo Portal Unimed Folheto perguntas e respostas (15X15)cm.indd 1 9/25/08 4:38:13 PM E as primeiras palavras são inovação,
Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde)
Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde) Demonstrativo de retorno: modelo formal de representação e descrição documental do padrão TISS sobre o pagamento dos eventos assistenciais realizados
Padrão TISS RADAR TISS Operadoras Edição 2013
Padrão TISS RADAR TISS Operadoras Edição 2013 SUMÁRIO Questão 1 - Valor dos eventos de atenção à saúde, por grupo e origem... 4 Questão 2 Quantitativo e valor dos eventos de atenção à saúde por prestador...
Padrão de Troca de Informações na Saúde Suplementar PADRÃO TISS RADAR TISS
Padrão de Troca de Informações na Saúde Suplementar PADRÃO TISS RADAR TISS Operadoras Edição 2014 ERRATA Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS. Padrão de Troca de Informações na Saúde Suplementar
Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão
Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Contato Cláudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo Assessoria
IMPLANTAÇÃO DA TABELA TUSS Terminologia Unificada em Saúde Suplementar. Visão dos Prestadores
IMPLANTAÇÃO DA TABELA TUSS Terminologia Unificada em Saúde Suplementar Visão dos Prestadores HISTÓRICO 2003 TISS 2004 OFICINAS ANS TISS Porto Alegre: Importância do tema = 95,2% importante / muito importante
Registro Eletrônico de Saúde Unimed do Brasil
Registro Eletrônico de Saúde Unimed do Brasil Números do Sistema 37 Prestadoras 297 Operadoras 15 Federações Institucionais 1 Confederação Nacional 1 Confederação Regional 1 Central Nacional 32 Federações
Certificação SBIS/CFM. Euline Marcos Rodrigues - CPqD 16/04/2010
Certificação SBIS/CFM Euline Marcos Rodrigues - CPqD 16/04/2010 Agenda Histórico Requisitos Categorias Processo Certificação Comparativo para Discussão Histórico Ano 2002 2003 2004 2005 Eventos/Documentos
GSUS Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial do SUS
GSUS Sistema de Gestão Hospitalar e Ambulatorial do SUS O sistema GSUS é uma aplicação WEB para gestão operacional da assistência de saúde executada a nível hospitalar ou ambulatorial, tendo como foco
E-Saúde e soluções mobile
MINISTÉRIO DA SAÚDE GOVERNO FEDERAL E-Saúde e soluções mobile Fórum RNP O Brasil é o único país com mais de 100 milhões de habitantes que assumiu o desafio de ter um sistema universal, público e gratuito
MANUAL DE UTILIZAÇÃO CONSULTAS, SOLICITAÇÕES E EXECUÇÕES DE EXAMES (SADT) HILUM 4.0.5 TISS 3.02.00
MANUAL DE UTILIZAÇÃO CONSULTAS, SOLICITAÇÕES E EXECUÇÕES DE EXAMES (SADT) HILUM 4.0.5 TISS 3.02.00 1 APRESENTAÇÃO A ANS estabeleceu um padrão de Troca de Informação em Saúde Suplementar - TISS para registro
GSUS Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS
GSUS Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS Sigla do Sistema: GSUS Nome do Sistema: Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS Responsável pelo Projeto: Antonio Francisco Peixoto Baptista
A Tecnologia da Informação como Ferramenta de Efetividade na Gestão da Saúde
A Tecnologia da Informação como Ferramenta de Efetividade na Gestão da Saúde Lincoln de Assis Moura Jr, MSc, DIC, PhD [email protected] 11 8426-6276 Convicção Métodos artesanais são incompatíveis
A importância da conectividade entre. Gilberto Bosco Neto
entre operadoras e prestadores Gilberto Bosco Neto Conectividade Interligar a operadora e o prestador de forma automatizada, trocando informações pertinentes ao atendimento do beneficiário e remuneração
O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral
O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral São Paulo, 19 de setembro de 2005 Agenda Introdução Desafios MVPEP Formas de acessos Funcionalidades Formulários eletrônicos Índices clínicos
CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE
CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE Apresentação: Maurício Bucciolli Guernelli Coordenador Geral DATASUS/SGEP/MS Ministério da Saúde/SGEP/DATASUS - Brasília/DF CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE CADSUS WEB CADSUS Stand Alone
SISTEMA DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS
SISTEMA DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS FASCÍCULO DO BENEFICIÁRIO VERSÃO 2013 Instituto Curitiba de Saúde ICS - Plano Padrão ÍNDICE APRESENTAÇÃO 03 1. CONSULTA/ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA EM PRONTO ATENDIMENTO
LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas
LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas APRESENTAÇÃO A Federação Baiana de Hospitais e a Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia, cumprindo com a função de orientar e assessorar hospitais,
Por que criar um padrão?
Tópicos Abordados Por que padronizar O que regulamenta Prazos Responsabilidades Entendendo a norma Webservices Mensagens TUSS Demonstração de uso de Webservices TISS Por que criar um padrão? Para colocar
Faça a gestão de sua clínica de maneira eficaz, com os softwares do SisHOSP. www.sishosp.com.br (19) 3241.3535
Faça a gestão de sua clínica de maneira eficaz, com os softwares do SisHOSP www.sishosp.com.br (19) 3241.3535 Escolha o software de Gestão que se preocupa com sua produtividade. Clínicas Médicas necessitam
PROCESSO ELETRÔNICO PADRÃO TISS. Agosto/2014
PROCESSO ELETRÔNICO PADRÃO TISS Agosto/2014 PADRÃO DE TROCA DE INFORMAÇÕES NA SAÚDE SUPLEMENTAR Padrão TISS Histórico e Consulta Pública nº 43 Padrão TISS - Versão 3.0 3 Histórico RN 305 09/10/2012 - Termo
Manual de Orientações Técnicas e Administrativas de Serviços em Check-up da Tempo USS - Serviços de Assistência
Manual de Orientações Técnicas e Administrativas de Serviços em Check-up da Tempo USS - Serviços de Assistência Maio de 2011 1. Apresentação Apresentamos o Manual de Orientações Técnicas e Administrativas
Treinamento. Gerência Técnica Especializada [email protected]. Janis Kotke [email protected]
Apresentação: Janis Kotke O objetivo deste boletim informativo técnicos é esclarecer alguns detalhes da Resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar. Todo o conteúdo foi extraído da sua própria fonte
Lei nº 13.003/2014. Coletiva de Imprensa. Rio de Janeiro, Dezembro de 2014
Lei nº 13.003/2014 Coletiva de Imprensa Rio de Janeiro, Dezembro de 2014 As metas da ANS Melhores resultados em saúde Aumenta a qualidade na prestação de serviços na saúde suplementar Garantia da rede
Nova Plataforma Tecnológica. Barramento/Cartão SUS. XXVII CONGRESSO DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO 05 a 08 de Março de 2013
Nova Plataforma Tecnológica A construção atual feita pelo DATASUS: Barramento/Cartão SUS XXVII CONGRESSO DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO 05 a 08 de Março de 2013 Principais ações
PROJETO DE GESTÃO DE APOIO À SAÚDE
PROJETO DE GESTÃO DE APOIO À SAÚDE maio/2015 CONSULTORIA DE PROJETOS Consultoria nasceu com o objetivo de ajudar as Prefeituras a: Captarem recursos junto ao BID. Criarem e viabilizarem projetos de investimentos.
Consultório Online Maio 2014
Consultório Online Maio 2014 O que é? O Consultório Online é uma recurso operacional utilizado diretamente nos consultórios médicos ou prestadores por meio de uma interface web (internet) em conformidade
PREFEITURA DE NOVO HAMBURGO INFORMATIZA SERVIÇOS DE SAÚDE E TRAZ MELHORIAS PARA CIDADÃOS E PROFISSIONAIS DA REDE
Case de Sucesso Integrando CIOs, gerando conhecimento. PREFEITURA DE NOVO HAMBURGO INFORMATIZA SERVIÇOS DE SAÚDE E TRAZ MELHORIAS PARA CIDADÃOS E PROFISSIONAIS DA REDE Perfil A Secretaria Municipal da
Manual de Orientação ao Prestador
Manual de Orientação ao Prestador ORIENTAÇÕES IMPORTANTES QUANTO AO PREENCHIMENTO DE GUIAS E AUTORIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS Com a intenção de melhorar a parceria entre o Plano Santa Casa Saúde, médicos,
Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010
Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde Atibaia, 21 de abril de 2010 Cenário atual DESAFIOS Desafios da Sustentabilidade Pressão constante sobre os custos Incorporação de novas tecnologias
PHARMACEUTICAL BENEFIT MANAGEMENT PBM
PHARMACEUTICAL BENEFIT MANAGEMENT PBM CONCEITO, DESCRIÇÃO E ASPECTOS CONTRATUAIS CASTRO PEIXOTO ADVOCACIA PBM - Pharmaceutical Benefit Management Conceito, descrição e aspectos contratuais 1. PBM Conceito
Colaboradores da Oceanair e Avianca. Prezado Cliente, Parabéns!
Colaboradores da Oceanair e Avianca Prezado Cliente, Parabéns! A sua empresa tem contrato com a Unimed Paulistana e isso quer dizer que você é um cliente UNIMED. Significa também que seu plano de saúde
Lei nº 13.003/2014. Novembro de 2015
Lei nº 13.003/2014 Novembro de 2015 Informações Gerais 1173 operadoras com beneficiários cadastrados 72 milhões de beneficiários - planos de assistência médica e/ou planos odontológicos Receita bruta de
MANUAL DO PRESTADOR WEB
MANUAL DO PRESTADOR WEB Sumário 1. Guia de Consulta... 3 2. Guia de Procedimentos Ambulatoriais... 6 3. Guia de Solicitação de Internação... 8 4. Prorrogação de internação... 8 5. Confirmação de pedido
CPI da OPME 6.Abr. 2015. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil
CPI da OPME 6.Abr. 2015 Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil SISTEMA UNIMED 351 Cooperativas contribuindo com a interiorização dos médicos da medicina de qualidade no Brasil. SISTEMA
Tenha total controle da sua instituição com o Software de Gestão do SisHOSP. www.sishosp.com.br (19) 3241.3535
Tenha total controle da sua instituição com o Software de Gestão do SisHOSP www.sishosp.com.br (19) 3241.3535 Fazer a Gestão de sua Casa de Repouso ficou ainda mais fácil com o SisHOSP Saber gerir uma
Parte 1: Sistemas de Informação em Saúde I
Curso: Sistemas de Informação para Gestão da Saúde Parte 1: Sistemas de Informação em Saúde I Beatriz de Faria Leão, MD, PhD http://www.pep.com.br/unidasabril2006 São Paulo, 6 a 7 de abril de 2006 As 4
Produtos ehealth. Desenvolvimento de negócios ehealth Diretoria P&S Verticais
Produtos ehealth Desenvolvimento de negócios ehealth Diretoria P&S Verticais 1 Participação da Telefônica Vivo nas Instituições de Saúde TIC TIC TIC TIC Telemedicina TIC Telemedicina Desenvolvimento de
1 O que é a TISS 3.02.00?
1 O que é a TISS 3.02.00? O Padrão TISS possui padrão obrigatório para trocas eletrônicas de dados de atenção à saúde dos beneficiários de planos, entre os agentes da Saúde Suplementar. Tem por finalidade
CMD - Conjunto Mínimo de Dados da Atenção à Saúde
CMD - Conjunto Mínimo de Dados da Atenção à Saúde MDH - Minimum Dataset Healthcare SISRCA - Sistema de Regulação Controle e Avaliação Projeto para modernização das bases de dados essenciais e dos sistemas
AUDITORIA EM ENFERMAGEM. UNIPAC UBERLÂNDIA CURSO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: Administração ll Profa : Amanda Cristina de Oliveira Mendes
AUDITORIA EM ENFERMAGEM UNIPAC UBERLÂNDIA CURSO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: Administração ll Profa : Amanda Cristina de Oliveira Mendes Conceito AUDITORIA é uma avaliação sistemática e formal de
Configurações Básicas para o e-sus Hospitalar
Configurações Básicas para o e-sus Hospitalar Guia do Usuário - 15/12/2014 Sumário 1 Introdução... 2 2 Objetivo... 3 3 Configuração e Execução dos Controles ActiveX... 4 3.1 ActiveX... 4 3.2 Install.bat...
RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 190, DE 30 DE ABRIL DE 2009.
RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 190, DE 30 DE ABRIL DE 2009. Dispõe sobre a criação obrigatória de portal corporativo na Internet pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde, sobre a designação
Manual do AP_Conta. Manual do AP_Conta. Aplicativo para digitação e envio de contas médicas no padrão TISS
2014 Manual do AP_Conta Aplicativo para digitação e envio de contas médicas no padrão TISS 0 Sumário 1. Sobre esse manual... 3 2. Habilitando e Configurando o AP_Conta... 4 3. Habilitação e Licenciamento...
Web2Doctors: Saúde Fora da Caixa
Com uma interface intuitiva feita com recursos da Web 2.0, pela qual se acessa um Prontuário Eletrônico do Paciente configurável com um workflow para todos os departamentos de uma clínica ou hospital,
A SAÚDE SUPLEMENTAR E A REGULAÇÃO
A SAÚDE SUPLEMENTAR E A REGULAÇÃO IBDESS Fevereiro/2010 Fausto Pereira dos Santos Diretor-Presidente Vínculos a planos privados de assistência à saúde e registros no cadastro: Brasil (2000 2009) (milhões)
Objetivo Principal. Objetivos Secundários
Objetivo Principal O Personal Med Hospitalar foi resultado de um longo esforço de O&M em hospitais de vários portes e regiões do Brasil. O sistema foi concebido a partir do detalhamento de 176 processos
Implantação do Padrão TISS
Implantação do Padrão TISS Como avalia o impacto da TISS no setor de atendimento de seu laboratório? Como avalia o impacto da TISS no setor de faturamento de seu laboratório? Após a TISS, o número de colaboradores
DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR
DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR As páginas que se seguem constituem as Declarações Europeias da Farmácia Hospitalar. As declarações expressam os objetivos comuns definidos para cada sistema
Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias
Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Profa. Dra. Lillian Maria Araújo de Rezende Alvares Coordenadora-Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos
Ajuda On-line - Sistema de Portaria. Versão 4.8.J
Versão 4.8.J Sumário PORT - Módulo de Apoio Portaria 3 1 Manual... de Processos - Portaria 4 Fluxo - Portaria... 5 2 Configurações... 6 Unidades... de Internação 6 Setores Administrativos... 9 Configuração...
Check list portal da Operadora Atualização: Validade:
Capítulo 01 RN 16 Estabelece medidas normativas a serem adotadas pelas Operadoras de planos privados de assitistência à saúde, relativas aos materiais publicitários de caráter institucional. RN 16 1.1
IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS
IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS Brasília, 08 de junho de 2010. Cumprimento de Contratos das Operadoras com os Laboratórios Clínicos. DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO SETORIAL - DIDES Gerência de
TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA
TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e
Manual de Utilização das Funções Básicas do Sistema ClinicWeb
Manual de Utilização das Funções Básicas do Sistema ClinicWeb Dezembro/2012 2 Manual de Utilização das Funções Básicas do Sistema ClinicWeb Sumário de Informações do Documento Título do Documento: Resumo:
Administração do Servidor da Aplicação e-sus Hospitalar
Administração do Servidor da Aplicação e-sus Hospitalar Guia do Usuário - Versão 1.0 01/06/2015 Sumário 1 Introdução... 2 2 Objetivo... 3 3 Documentos Relacionados... 4 4 Administração do Servidor da Aplicação
Uma das principais tarefas do sistema de saúde é traduzir as necessidades de saúde em serviços e traduzir estes serviços em instalações adequadas.
Carlos Justo Uma das principais tarefas do sistema de saúde é traduzir as necessidades de saúde em serviços e traduzir estes serviços em instalações adequadas. Isto não é fácil Os serviços de saúde devem
Curso de Medicina no GHC: A base para nossos desafios
Curso de Medicina no GHC: A base para nossos desafios Objetivos do Programa a) Diminuir a carência de médicos em regiões prioritárias; b) Reduzir as desigualdades regionais na área da saúde;
Trata-se de Nota Técnica referente à metodologia utilizada para o desenvolvimeto da primeira carga do D-TISS Detalhamento dos Dados do TISS.
Gerência/Diretoria: GEPIN/DIDES Protocolo nº 33902.552358/2015-01 Data: 09/12/2015 Hora: 10:00 Assinatura: Magno Fernandes Nota Técnica nº 586/2015/GEPIN/DIDES/ANS 1. Introdução Trata-se de Nota Técnica
2 INOVAÇÃO NA PROVISÃO DE SERVIÇOS
1 MELHORIA DA GESTÃO FISCAL DE MÉDIO PRAZO E DO INVESTIMENTO PÚBLICO 1.1 Diagnóstico e Proposição de Melhorias do Marco de Gasto de Médio Prazo 1.1.0 Não há 1.1.0.0 Não há 1.1.0.0.1 Diagnóstico da metodologia
PEX Process Excellence Week Brasil 2013 Caso Prático:
PEX Process Excellence Week Brasil 2013 Caso Prático: Como criar uma plataforma de negócios com um conjunto de estruturas determinantes em prol a sustentabilidade das estratégias organizacionais? Jacson
PADRÃO TISS conteúdo & estrutura. novembro 2013
PADRÃO TISS conteúdo & estrutura novembro 2013 Índice Parte I - Lista das mensagens padronizadas 5 Parte II - Mensagens entre operadoras de planos privados de assistência à saúde e prestadores de serviços
Debates GVsaúde. Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões. Denise Eloi Maio/2014
Debates GVsaúde Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões Denise Eloi Maio/2014 Sistema de Saúde Suplementar 1.274 operadoras de planos de saúde com beneficiários Mais
DATASUS e Software Livre
DATASUS e Software Livre Moacyr Esteves Perche Coordenador Geral de Gestão de Projetos CGGP/DATASUS/SGEP/MS 09/07/2015 1 Informação em Saúde O Brasil tem longa tradição no uso de Sistemas de Informação
PADRÃO TISS conteúdo & estrutura. maio 2014
PADRÃO TISS conteúdo & estrutura maio 2014 Índice Parte I - Lista das mensagens padronizadas 5 Parte II - Mensagens entre operadoras de planos privados de assistência à saúde e prestadores de serviços
Divulgação Novo TISS 3.02.00
Manual TISS 3.0.00 Índice Tema Introdução Conteúdo e Estrutura Guia de Consulta Legenda Guia de Consulta Guia SP SADT Legenda Guia SP SADT Guia Solicitação de Internação Legenda Guia Solicitação de Internação
TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA
TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e
CLICK TO EDIT MASTER TITLE STYLE
CLICK TO EDIT MASTER TITLE STYLE Click to edit Master text styles Second level Third level Fourth level» Fifth level Digital Hospital: How to improve patient care and profitability Cláudio Giulliano Alves
Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura
Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da
RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº, DE DE DE 2010.
RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº, DE DE DE 2010. Institui o programa de incentivo à qualificação de prestadores de serviços na saúde suplementar. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar
15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor
Gestão e Governança de TI Modelo de Governança em TI Prof. Marcel Santos Silva PMI (2013), a gestão de portfólio é: uma coleção de projetos e/ou programas e outros trabalhos que são agrupados para facilitar
NOSSOS BENEFÍCIOS CHECK-UP MÉDICO ANUAL
NOSSOS BENEFÍCIOS CHECK-UP MÉDICO ANUAL NOSSOS BENEFÍCIOS CHECK-UP MÉDICO ANUAL 1. DESCRIÇÃO DO PRODUTO CHECK-UP MÉDICO 1o DIAGNÓSTICO 1.1. DEFINIÇÕES USUÁRIO: é a pessoa física, titular de plano de Assistência
INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO
INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO PANORAMA DO SETOR DE SAÚDE - ANS Beneficiários Médico-Hospitalar
NORMAS DE ATENDIMENTO A CONVÊNIOS E PARTICULARES
NORMAS DE ATENDIMENTO A CONVÊNIOS E PARTICULARES Conceitos CONSULTAS Atendimentos sem urgência por ordem de chegada. Não existe dentro do Pronto-Socorro e em nenhum local do hospital prévia marcação de
Metodologia de Qualificação de Dados dos Planos Privados de Assistência à Saúde: uma experiência na ANS
Metodologia de Qualificação de Dados dos Planos Privados de Assistência à Saúde: uma experiência na ANS X Congresso Brasileiro de Informática em Saúde out/2006 - Florianópolis (SC) ANS Lei nº 9.656/1998
