PROGRAMA DE MESTRADO E DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO (PMDA-UP)



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Transcrição:

PROGRAMA DE MESTRADO E DOUTORADO EM ADMINISTRAÇÃO (PMDA-UP) Mestrado em Administração Disciplina: ESTRATÉGIA E COMPETÊNCIA ORGANIZACIONAL Carga horária: 45 horas-aula Créditos: 3 OBJETIVOS Estudar o conceito de competências na perspectiva organizacional e individual, enfatizando seu papel na formação de estratégias e suas implicações para a gestão de pessoas. EMENTA Competências: conceitos e tendências. Fundamentos conceituais: Visão Baseada em Recursos, Dependência de Trajetória (path dependence). Competências Organizacionais: conceitos, critérios, exemplos; recursos; implicações (estratégia, internacionalização, gestão do conhecimento, cultura etc.). Competências individuais: conceitos (capacidade e entrega, níveis de complexidade). Reações com Competências Organizacionais). Modelos de gestão por competências. Relações com processos de gestão de pessoas: avaliação, T&D; Universidade Corporativa, sucessão e carreira, recrutamento e seleção, remuneração e dimensionamento organizacional. Competência e desempenho organizacional: relação com perspectivas do balanced scorecard. Práticas de gestão de pessoas e desempenho organizacional (high performance working systems HPWS). METODOLOGIA DE ENSINO No desenvolvimento das aulas, prevê-se o envolvimento dos alunos no processo ensino aprendizagem, através do uso dos seguintes meios: aulas expositivas; participação em aulas; leitura dos textos obrigatórios; leitura dos textos complementares para organização de seminários apresentação de textos e artigos complementares (seminários); avaliação formal parcial, mediante produção de um artigo/ paper em formato do ENANPAD.

No primeiro dia de encontro, os participantes serão divididos em 14 grupos; cada um ficará responsável por apresentar um seminário referente a uma unidade-aula, a partir do 2º encontro. As apresentações devem ser feitas em até 30 minutos, e não menos de 15 minutos. Devem abordar a leitura obrigatória e as complementares, mas os apresentadores podem incluir outros textos. Todos os alunos não-apresentadores devem ler pelo menos a leitura obrigatória. PROCESSO DE AVALIAÇÃO A avaliação dos alunos se dará através de: resposta à pergunta sobre a leitura obrigatória ao início da aula; seminários apresentados; artigo final. RECURSOS NECESSÁRIOS Para plena atividade didática são necessários os seguintes recursos e materiais didáticos: projetor multimídia; quadro branco e pincéis coloridos; INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO FINAL O trabalho final consiste em um artigo, elaborado no formato ENANPAD, com a teoria abordada pelo grupo acrescida de algum levantamento de dados empíricos (pesquisa de campo) relacionada à teoria. LEITURAS DE BASE Para pleno alcance dos objetivos propostos, serão necessárias as seguintes leituras de base: FERNANDES, B. H. R. Gestão Estratégica de Pessoas com foco em competências. Ed. Campus: Rio de Janeiro, 2013 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 6.1. Bibliografia fundamental: BORINI, FLEURY E OLIVEIRA. Gestão de Competências em Negócios Internacionais. In DUTRA, FLEURY e RUAS, 2008.

CHARAN, R.; DROTTER, S.; NOEL, J. THE LEADERSHIP PIPELINE: How to Build the Leadership-Powered Company, 2001. DIAS, G. BECKER, G. V. DUTRA, J. S. RUAS, R. GHEDINE, T. Revisando a noção de competência na produção científica em administração: avanços e limites. In.: DUTRA, Joel Souza (Org.); FLEURY, M. T. L. (Org.); RUAS, R. L. (Org.). Competências: Conceitos Métodos e Experiências. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2008. DUTRA, J. S. Competências: Conceitos e Instrumentos para a Gestão de Pessoas na Empresa Moderna. São Paulo, Ed. Atlas, 2004 DUTRA, FLEURY, RUAS. Competências: conceitos, métodos e experiências (org.). São Paulo: Ed. Atlas, 2008. FERNANDES, B. H. R; COMINI, G. Limitações na Estruturação de Modelos de Gestão por Competências: uma Análise de Organizações Líderes em Diversos Setores. In: XXXII ENANPAD, RJ, setembro 2008. Anais de Gestão de Pessoas e Relações de Trabalho, 16 pág., CD-ROM. FERNANDES, B. H. R; FLEURY, M. T. Modelos de Gestão por Competência: Evolução e Teste de um sistema. Revista Análise (PUCRS), vol 18, n. 2, dez 2007, p. 103-123. FERNANDES, B. H. R. Competência e desempenho: o que há além do balanced scorecard. Ed. Saraiva: São Paulo, 2006. FERNANDES, B. H. R; FLEURY, M. T., MILLS, J. Construindo o Diálogo entre Competência, Recursos e Desempenho Organizacional. Revista de Administração de Empresas (RAE/FGV). Vol. 46. Nº 4, out/dez 2006, p. 48-65. FERNANDES, B. H. R; HIPÓLITO, J. Dimensões de avaliação de pessoas e o conceito de competências. In DUTRA, FLEURY e RUAS, 2008. KAPLAN, R.; NORTON, D. The Strategy Map: guide to align intangible assets. Strategy & Leadership; 2004; 32, 5; ABI/INFORM Global, pg. 10-17. MINTZBERG, H.; GOSLING. Educando Administradores além das Fronteiras. Revista de Administração de Empresas (RAE/FGV). Vol. 43. Nº 2, abr/mai/ jun 2003, p. 29-43. OLIVEIRA JR. M. M. Competências Essenciais e Conhecimento na Empresa. In FLEURY, M. T. L.; OLIVEIRA JR., M. M. Gestão Estratégica do Conhecimento: integrando aprendizagem, conhecimento e competências. São Paulo: Ed. Atlas, 2001. PENROSE, E. A Teoria do Crescimento da Firma. Campinas: Ed. da Unicamp, 1959. PLOTHOW, C.; HIPÓLITO, J. A. M. Remuneração por Competências: alternativas e implicações. In DUTRA, J., FLEURY, M. e RUAS, 2008. PRAHALAD, C. K.; G. HAMEL. A competência essencial da corporação. In ULRICH, D (org.). Recursos Humanos estratégicos: novas perspectivas para os profissionais de RH. São Paulo: Ed. Futura, 2000, p. 53-78. (original: Harvard Business Review, mai-jun, 1990).

6.2. Bibliografia complementar: 1. APPEL, Heitor; BITENCOURT, Claudia Cristina. Gestão de Pessoas por Competência: institucionalização, possibilidades e dificuldades implícitas nas relações trabalhistas brasileiras. O&S - v.15 - n.45 - Abril/Junho - 2008 2. Aufseß, D. K., Smukalla, M., ABT, M. Towards a New Training Transfer Portfolio: A Review of Training-related Studies in the Last Decade. Zeitschrift für Personalforschung, 23(4), 2009, 288-311 3. BECKER, G; DUTRA, J.; RUAS, R. Configurando a trajetória de desenvolvimento de competências organizacionais: um estudo de caso em uma empresa da cadeia automobilística. In DUTRA, FLEURY e RUAS, 2008. 4. BOSQUETTI, M.; FERNANDES, B; SEIFERT, R. Um Diálogo entre Internacionalização, Competências e Teoria Institucional: uma empresa de energia elétrica francesa no Brasil e Reino Unido. In: 3ES, SP, jun 2007. Anais, 16 pág., CD- ROM. 2007. 5. BOYATZIS, R. Beyond Competence: the choice to be a leader. Human Resource Management Review. V. 3, n.1, 1993, p. 1-14. 6. BRANDÃO, H. P.; GUIMARAES, T. A. Gestão de competências e gestão de desempenho: tecnologias distintas ou instrumentos de um mesmo construto?. Rev. adm. empres. [online]. 2001, vol.41, n.1, pp. 8-15. 7. BROUSSEAU, K. R., DRIVER, M., HOURIHAN, G., LARSSON, R. The Seasoned Executive s Decision-Making Style, Harvard Business Review, Feb. 2006, p. 111-121. 8. CHARAN, R. O Lider Criador de Lideres, 2008. 9. DUTRA, J. S. Competências: Conceitos e Instrumentos para a Gestão de Pessoas na Empresa Moderna. São Paulo, Ed. Atlas, 2004 10. EBOLI, M. Educação Corporativa e desenvolvimento de competência. In DUTRA, FLEURY e RUAS, 2008. 11. FERNANDES, B. H. R. Competência e desempenho: o que há além do balanced scorecard. Ed. Saraiva: São Paulo, 2006. 12. FLEURY, M. T. Organizational Culture and the Renewal of Competences. BAR, Curitiba, v. 6, n. 1, art. 1, p. 1-14, Jan./Mar. 2009 13. FLEURY, A.; FLEURY, M. T. L. Alinhando estratégia e competência. RAE, v. 44, n. 1, jan/mar 2004, p. 44 a 57. 14. FISCHER, A.; DUTRA, J.; NAKATA, L. e RUAS, R. Absorção do conceito de competência em gestão de pessoas: a percepção dos profissionais e as orientações adotadas pelas empresas. In DUTRA, FLEURY e RUAS, 2008. 15. JAQUES, E. In Praise of Hierarchy. Harvard Business Review, Jan-Feb, 1990, p. 127-133. 16. LACOMBE, B.; ALBUQUERQUE, L. Avaliação e mensuração de resultados em gestão de pessoas: um estudo com as maiores empresas instaladas no Brasil. Revista de Administração, São Paulo, v.43, n.1, p.5-16, jan./fev./mar. 2008 17. MARÇAL, J. Remuneração e Competências: Retórica ou Realidade? RAE, V.46, Ed.Especial MG, 2006, p.23-34.

18. MARKIDES, C.C.; WILLIAMSON, P. J. Related Diversification, Core Competences And Corporate Performance. Strategic Management Journal, Vol. 15, 1994, 149-165. 19. MARR, B.; ADAMS, C. The Balanced scorecard and intangible assets: similar ideas, unaligned concepts. Measuring Business Excellence, Vol. 8, Nº 3, p. 18-27, 2004. 20. MARR, B., SCHIUMA, G.; NEELY, A. The dynamics of value creation: mapping your intellectual performance drivers. Journal of Intellectual Capital; 2004; 5, 2; ABI/INFORM Global, p. 312-325. 21. McLAGAN, P. Competencies: The next generation. Training & Development. May, Vol. 51 Issue 5, 1997, p. 40-47. 22. MILLS, J.; PLATTS, K.; BOURNE, M. Competence and resource architectures. International Journal of Operations & Production Management, Vol. 23 No. 9, 2003, pp. 977-994. 23. MUNCK, Luciano; MUNCK, Mariana M. Gestão de Pessoas por Competências em Empresa Pública: análise de repercussões nove anos pós- implantação. Anais do XXXII Encontro Anual da ANPAD (Associação dos Programa de Pós-Graduação em Administração). Rio de Janeiro, 2008. 24. MURPHY, K. R. Perspectives on the Relationship Between Job Performance and Ratings of Job Performance. Industrial & Organizational Psychology. Jun, Vol. 1 Issue 2, 2008, p. 197-205. 9p 25. MURPHY, K. R.; DZIEWECZYNSKI, J. L. Why Don't Measures of Broad Dimensions of Personality Perform Better As Predictors of Job Performance? Human Performance. Vol. 18 Issue 4, 2005, p343-357. 26. MUSCA, G. Strategizing In Dynamic Environments: From Micro-experimentations To New Competences. 23rd Egos, 2007. 27. NEELY,A. et al. Towards the Third Generation of Performance Measurement. Controlling, Heft 3/4,März/April 2003 28. NOGUEIRA, A. Competências em Relações do Trabalho e Sindicais. In DUTRA, J., FLEURY, M. e RUAS, 2008. 29. RUAS, R.; COMINI, G. Aprendizagem e desenvolvimento de competências: articulando teoria e prática em programas de pós-graduação em formação gerencial. Cadernos Ebape.br. V Edição Especial Janeiro 2007 (www.ebape.fgv.br/cadernosebape). 30. RUAS, R.; FERRAN, J.; SILVA, F.; FERNANDES, B. Gestão por Competências: Revisão de Trabalhos Acadêmicos no Brasil no período 2000 a 2008. In: XXXIV ENANPAD, RJ, setembro 2010. Anais de Gestão de Pessoas e Relações de Trabalho, 16 pág., CD-ROM 31. RUCCI, A. J., KIM, S. P., QUINN, R. T. The Employee-Customer-Profit Chain at Sears, Harvard Business Review, Boston, v. 76, n. 1, p. 83-97, jan-feb 1998. 32. SCHOLARIOS, D.; LOCKYER, C.; JOHNSON, H. Anticipatory socialisation: The effect of recruitment and selection experiences on career expectations. Career Development International, Bradford, United Kingdom, Bradford, v. 8, n. 4, p. 182-197, 2003.

33. SERRA, F.; et al. Evolução da Pesquisa em RBV: um estudo dos últimos EnANPADs. REBRAE., PUCPR, jan/abr 2008, p. 39-56. 34. SILVA. H.S. Recrutamento e seleção de docentes no Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro Uma proposta de gestão por competências. Anais do XXXVI EnAnpad. Anpad, Rio de Janeiro, 2012. p.1-17. 35. TAKAHASHI, Adriana Roseli Wünsch; FISCHER, André Luiz. Aprendizagem e competências organizacionais em instituições de educação tecnológica: estudos de casos. R.Adm., São Paulo, v.44, n.4, p.327-341, out./nov./dez. 2009. 36. VAZIRANI, N. Competencies and Competency Model-A Brief overview of its Development and Application. SIES Journal of Management, April August, Vol.7(1), 2010, 121-131. 37. WENERFELT, B. A Resource Based View of the Firm. Strategic Management Journal (pre-1986); Apr-Jun 1984; 5, 2; ABI/INFORM Global, pg. 171-180. 38. ZARIFIAN, P. Objetivo Competência: por uma nova lógica. Tradução: Maria Helena C. V. Trylinski. São Paulo: Ed. Atlas, 2001.