Fenômenos Linguísticos: Tipos de Discurso

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Transcrição:

Fenômenos Linguísticos: Tipos de Discurso Texto 1 No descomeço era o verbo. Só depois é que veio o delírio do verbo. O delírio do verbo estava no começo, lá onde a criança diz: Eu escuto a cor dos passarinhos A criança não sabe que o verbo escutar não funciona para cor, mas para som. Então se a criança muda a função de um verbo, ele delira. E pois. Em poesia, que é voz de poeta, que é voz de fazer nascimentos O verbo tem que pegar delírio. BARROS, Manoel de. O Livro das Ignorãças. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1994. p. 17. 1. O conceito de intertextualidade diz respeito ao diálogo que pode ocorrer entre diferentes produções textuais. No primeiro verso do poema acima, faz-se alusão a uma frase simbólica da cultura ocidental. Essa referência tem por objetivo: a) ratificar a mensagem original. b) ironizar a visão religiosa da existência. c) desmitificar a frase e seu sentido. d) criticar a ignorância linguística. 2. O texto acima transmite uma mensagem sobre o fazer poético. Assinale opção que melhor representa esse ideal. a) As funções da poesia estão relacionadas à inventividade, e não à mera reprodução do que já existe, sobretudo no que concerne à linguagem. b) Os textos de caráter poético não podem ser julgados por seus aspectos formais, mas apenas pela criatividade de conteúdo. c) Os melhores poemas são aqueles em que o verbo delira, isto é, aqueles em que a linguagem é utilizada de forma incompreensível. d) A escrita demanda do artista a capacidade de criar mundos imprevisíveis com a linguagem, em um trabalho cuja marca é a superficialidade.

3. Em qual dos fragmentos abaixo retirados de outros poemas do próprio Manoel de Barros apresenta-se um exemplo de linguagem delirante, segundo a visão do autor? a) Meu avô sabia o valor das coisas imprestáveis. b) Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas quando não desejo contar nada, faço poesia. c) No fim da tarde, nossa mãe aparecia nos fundos do quintal: Meus filhos, o dia já envelheceu, entrem pra dentro. d) Há histórias tão verdadeiras que às vezes parece que são inventadas. Texto 2 Além de parecer não ter rotação, a Terra parece também estar imóvel no meio dos céus. Ptolomeu dá argumentos astronômicos para tentar mostrar isso. Para entender esses argumentos, é necessário lembrar que, na antigüidade, imaginava-se que todas as estrelas (mas não os planetas) estavam distribuídas sobre uma superfície esférica, cujo raio não parecia ser muito superior à distiancia da Terra aos planetas. Suponhamos agora que a Terra esteja no centro da esfera das estrelas. Neste caso, o céu visível à noite deve abranger, de cada vez, exatamente a metade da esfera das estrelas. E assim parece realmente ocorrer, em qualquer noite, de horizonte a horizonte, é possível contemplar, a cada instante, a metade do zodíaco. Se, no entanto, a Terra estivesse longe do centro da esfera estelar, então o campo de visão à noite não seria, em geral, a metade da esfera: algumas vezes poderíamos ver menos da metade do zodíaco, de horizonte a horizonte. Portanto, a evidência astronômica parece indicar que a Terra está no centro da esfera de estrelas. E se ela está sempre nesse centro, ela não se move em relação às estrelas. MARTINS, Roberto. Introdução Geral ao Comentaríolus de Nicolau Copérnico 4. O terceiro período representa, no texto, a) o principal argumento de Ptolomeu. b) o pressuposto da teoria de Ptolomeu. c) a base para as teorias posteriores à de Ptolomeu. d) o fundamental para o desmentido da teoria de Ptolomeu. 5. Os termos sublinhados estabelecem, no texto, relações, respectivamente, de: a) distanciamento objeção tempo efeito. b) adição objeção tempo conclusão. c) distanciamento oposição tempo consequência. d) adição oposição consequência conclusão. 6. O autor do texto, embora apresentando a teoria de Ptolomeu, parece não acreditar nela. Assim, há expressões que, no texto, denunciam subjetividade na apresentação dos fatos. Assinale a opção que as contenha. a) é necessário lembrar imaginava-se suponhamos. b) dá argumentos imaginava-se esteja.

c) tentar mostrar suponhamos parece realmente ocorrer. d) parece realmente ocorrer é possível contemplar não se move. Lista de Exercícios Texto 3 Profissão de fé. (...) Invejo o ourives Quando escrevo: Imito o amor Com que ele, em ouro, o alto-relevo Faz de uma flor. Imito-o. E, pois, nem de Carrara A pedra firo: O alvo cristal, a pedra rara, O ônix prefiro. Por isso, corre, por servir-me, Sobre o papel A pena, como em prata firme Corre o cinzel. (...) Torce, aprimora, alteia, lima A frase; e, enfim, No verso de ouro engasta a rima Como um rubim. Quero que a estrofe cristalina, Dobrada ao jeito Do ourives, saia da oficina Sem um defeito. (...) Porque o escrever tanta perícia, Tanta requer, Que ofício tal... nem há notícia De outro qualquer. Texto 4 Escrever é um ato que exige empenho... (Olavo Bilac. Poesia. Rio de Janeiro: Agir, s/d. Fragmento). Muitas pessoas acreditam que aqueles que redigem com desenvoltura executam essa tarefa como quem respira, sem a menor dificuldade, sem o menor esforço. Não é assim. Escrever é uma das atividades mais complexas que o ser humano pode realizar. Faz rigorosas exigências à memória e ao raciocínio. A agilidade mental é imprescindível para que todos os aspectos

envolvidos na escrita sejam articulados, coordenados, harmonizados de forma que o texto seja bem sucedido. Conhecimentos de natureza diversa são acessados para que o texto tome forma. É necessário que o redator utilize simultaneamente seus conhecimentos relativos ao assunto que quer tratar, ao gênero adequado, à situação em que o texto é produzido, aos possíveis leitores, à língua e suas possibilidades estilísticas. Portanto, escrever não é fácil e, principalmente, escrever é incompatível com a preguiça. A tarefa pode ir ficando paulatinamente mais fácil para profissionais que escrevem muito, todos os dias, mas mesmo esses testemunham que escrever é um trabalho exigente, cansativo e, muitas vezes, frustrante. Sempre queremos um texto ainda melhor do que o que chegamos a produzir e poucas vezes conseguimos manter na linguagem escrita todas as sutilezas da percepção original acerca de um fato ou um pensamento. O que admiramos na literatura é justamente essa especificidade, essa possibilidade de expandir pela palavra escrita emoções, pensamentos, sensações, significados, que nós, leigos, não conseguimos traduzir com propriedade. (Lucília H. do Carmo Garcez. Técnica de redação o que é preciso saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes, 2001. Fragmento). 7. Os dois textos apresentados acima, quanto à temática que desenvolvem, podem ser considerados: a) paradoxais, pois, enquanto o texto 3 explora o minucioso cuidado do ofício de fazer poesia, o texto 4 explora a ideia de que escrever com desenvoltura dispensa tenacidade e pertinácia. b) análogos, embora o eixo das semelhanças entre eles se restrinja à forma de sua superfície e, assim, as perspectivas com que os temas são abordados se distanciem essencialmente. c) inter-relacionados, ainda que a perspectiva escolhida em um e outro texto descarte a idéia de que, em qualquer escrita, existe um sujeito que, de diferentes modos, intervém em seu texto. d) centrados na mesma questão, embora, no texto 3, sobressaia a analogia, o cuidado com a forma e a inversão na ordem das palavras, conforme os padrões do gênero e da filiação literária do autor. 8. Correlacionando os dois textos, quanto a aspectos de seu conteúdo e de sua organização, podemos concluir que: a) o trecho do poema: torce, aprimora, alteia, lima a frase poderia encontrar uma justificativa, no texto 4, em Sempre queremos um texto ainda melhor do que o que chegamos a produzir. b) se Escrever é uma das atividades mais complexas que o ser humano pode realizar, para o poeta, escrever tem a simplicidade de quem desenha uma flor. c) nos dois textos, a visão do poeta e a do escritor comum, sobre o resultado de seus ofícios, coincidem enquanto ambos creem ser possível alcançar o sucesso pleno e a forma perfeita. d) o centro da discussão, em ambos os textos, é a aprendizagem da escrita, que, ao jeito do ourives, se assenta sobre a exploração de habilidades inatas e naturais. 9. Explorando aspectos morfossintáticos de ocorrências dos textos 3 e 4, podemos afirmar que:

a) na primeira estrofe do poema, o pronome ele retoma a referência anterior feita a o amor. b) em Imito-o, o pronome o retoma a referência anterior feita a o ourives. c) a palavra pena tem, no texto 3, um duplo sentido, embora prevaleça o sentido simbólico do árduo esforço de quem escreve. d) Em: A agilidade mental é imprescindível, os dois sufixos sublinhados têm o mesmo sentido. 10. No texto 4, o autor vincula a complexidade da atividade de escrever ao fato de essa atividade: a) exigir a dedicação diuturna de profissionais engajados na comunicação regulada pelas possibilidades estilísticas da língua. b) mobilizar diferentes capacidades psíquicas e cognitivas e requerer o domínio de conhecimentos de diversas ordens. c) dificultar a manutenção de todas as sutilezas que correspondem à percepção original acerca de um fato ou de um pensamento. d) pressupor um sujeito culturalmente cioso da possibilidade de um texto dever chegar a uma forma articulada e perfeita.

Gabarito 1. C 2. A 3. C 4. B 5. D 6. C 7. D 8. A 9. B 10. B