POR QUE A POESIA FORA DA SALA DE AULA?
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- Neusa Canela Bergler
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1 POR QUE A POESIA FORA DA SALA DE AULA? Rafael Barrozo de CARVALHO (PIBID/GD/FL/UFG); Izabela Cassimiro Rizzi LIPPI (PIBID/GD/FL/UFG); Sinval Martins de Sousa FILHO (Orientador/D/FL/UFG) Lívia Aparecida Silva (Supervisora/D/C. E. Waldemar Mundim) 1 Resumo O tratamento dado a Literatura, e consequentemente a poesia, no que concerne a dúvida da existência desta no currículo escolar, transcende o espaço escolar e chega até a ser descrito por documentos oficiais, que identificam os problemas, mas não propõem soluções. Assim, inseridos nesse contexto, como iniciantes a docência, buscamos por meio de oficinas poéticas levar aos alunos o gosto pela Leitura e Escrita Literária, e mais especificamente de poesia. Oficinas estas que objetivamos mostrar nesse trabalho. Palavras-chave: Ensino, docência, poesia e alunos. Justificativa/ Base Teórica A visão é instigadora da realidade do ensino de Literatura, de modo geral, e de poesia, em específico, contexto já até diagnosticado em documentos oficiais, como no documento Orientações Curriculares para o Ensino Médio, no qual podemos ter uma explanação disto, observemos: Até há pouco tempo nem se cogitava a pergunta por que a Literatura no ensino médio? : era natural que a Literatura constasse no currículo (Brasil, 2006, p.51), ou seja, hoje há dúvida na 1 [email protected] [email protected] [email protected] [email protected]
2 importância da Literatura como parte do currículo do ensino médio. E o que mais nos intriga é o fato de afirmações como estas estarem presentes no ensino médio, por exemplo, no momento em que o aluno irá receber uma educação e, consequentemente, o letramento através do cânone, ele reproduz o discurso de que a literatura não tem importância para sua formação, ou seja, no momento em que alunos já deveriam saber e ter internalizado a importância da Literatura como parte do nosso ensino e até da nossa cultura, ele é incentivado por uma ideologia que nega o valor da literatura a se recusar ao estudo do texto literário (Brasil, 2006), sobretudo do texto poético. Como iniciantes a docência, e evidentemente, inseridos neste contexto, buscamos colher dados, primeiramente, a fim de, em seguida, traças ações a serem desenvolvidas no Subprojeto Letras: Português do Programa de Bolsas de Iniciação a Docência PIBID - CAPES, para refletir e/ou resolver os problemas instaurados pela ausência de Literatura no contexto escolar e social. E, assim, constatar que os mitos, já apresentados por Martins (2006, p ), são realmente, e apenas, mitos: Literatura é muito difícil [...] A linguagem literária é marcada pela especificidade [...]. Objetivos No primeiro momento de observação do ensino, e principalmente das atividades do Colégio Estadual Waldemar Mundim, objetivamos descrever e analisar a instituição de ensino e como esta instituição lida com o ensino da Literatura. Para, a partir desta análise, traçar um plano de ação. O que foi proveitoso, visto que com essa etapa, pudemos concluir que havia, mesmo que minimamente, um incentivo à Leitura literária. Todavia, esse incentivo era focado apenas em prosa, ou seja, narrativas como romance, contos, entre outros, o que nos levou a trabalhar a poesia. E essa escolha dos professores pelas narrativas era pelo fato de o professor não querer e nem se dedicar ao ensino de poesia, persistindo no trabalho de apenas um gênero literário, se justificando pela afirmação de que a poesia é difícil e que os alunos não gostam de estudar poemas. Assim, após este momento, traçamos oficinas de Leitura, Interpretação e Escrita de Poesias. Para desenvolver o gosto pela leitura e, para alguns, o conhecimento do que realmente é poesia. Acentuando que essa Leitura é entendida não apenas como descodificação, mas como
3 momentos de compreensão e, portanto, de interpretação e a escrita de poesia, para que eles possam ter maior vivência com o texto poético. Objetivando, assim, acabar com a concepção errônea de que poesia é difícil e até incompreensível. Metodologia Para o desenvolvimento do plano de ação, preparamos oficinas, visto que estas têm caráter diferenciado das aulas realizadas regularmente nas salas de aula. E estas oficinas, na primeira parte do plano de ação, eram de leitura, interpretação e escrita de poesia. Após o primeiro semestre de desenvolvimento, observamos claramente uma evolução nestas habilidades dos alunos envolvidos. Assim, no segundo semestre de trabalho, priorizamos a realização de oficinas de escrita poética. Tais produções são motivadas por terem um objetivo e um fim: a construção de um livro para publicação. As propostas de produção de poemas são disponibilizadas aos alunos de diversas formas, às vezes com coletâneas, sendo vídeos, textos ou poemas mesmos, e a partir dessa disponibilização depreendem temas aos quais eles se submeteram a escrever. Em outros momentos deixamos a temática livre, de modo que eles reflitam sobre os seus conhecimentos e o que eles vivenciaram nos últimos dias, visto que nestas propostas podemos deixar a mente dos alunos fluírem e consequentemente, construírem ficção ainda melhores. Já, em relação à estrutura, como tipos de verso, rimas, métricas, estrofes, entre outros elementos constitutivos de poemas deixamos sempre livre. Dessa forma, como estratégia de atuação, dividimos as oficinas atuais em duas partes, a primeira parte é dedicada à escrita poética por parte do alunos. A segunda parte é chamada de Relaxamento, pois é o momento de leitura e interpretação conjunta de poemas de diversos autores. Resultados/Discussão Como dissemos anteriormente, o primeiro momento de aplicação das oficinas, foi o de desenvolvimento de ações de Leitura, interpretação e escrita de poesia. Nessa fase, o objetivo era apresentar aos alunos poemas variados, - de um modo abrangente e/ou geral para que os estudantes aprendessem a ler e interpretar
4 poemas dos mais diversos poetas. Ao final, conseguimos êxito na aplicação dessa primeira etapa, pois visávamos acabar com o tom preconceituoso para com a poesia, este que era o tom dominante entre os alunos, os quais assumiam concepções do tipo: poesia é difícil, poesia sempre fala de amor, poemas não têm sentido, entre outras. E isto efetivamente acabou, visto que, após a realização deste momento, os alunos já conseguiam compreender os mais diversos tipos de poemas e tiveram conhecimentos de poemas que não falam de amor, como os textos escritos por Drummond (2002), Baudelaire (1985), Augusto dos Anjos (1994), entre outros. Assim, com base nos resultados da primeira etapa, passamos ao segundo momento do nosso projeto, pois já estávamos lidando com um alunado leitor de poesia, efetivamente leitor, uma vez que se considera leitor aquele que busca a obra, e, consequentemente, lê fora da escola. Tivemos informações de que esses alunos têm feito leituras de poemas diversos em casa. Assim, a fim de melhorar ainda mais o que os alunos envolvidos escreviam e com o objetivo final da publicação de um livro, desenvolvemos novas oficinas, com o foco na escrita poética. Conclusões No primeiro momento do desenvolvimento do projeto, pudemos já obter conclusões favoráveis no que diz respeito à formação do leitor, visto que, após a realização das ações, os alunos já demonstraram interesse pela poesia, bem como a habilidade de ler, interpretar e escrever poeticamente. Assim, concluímos, que as concepções que circulam muitas vezes a escola, ou até mesmo os documentos oficiais, como OCEEM, PCN e até PCN+, podem ser transformadas, é preciso apenas ler para e com os alunos a poesia e mostrar a importância desta, tanto na formação identitária dos alunos, bem como na formação destes como cidadãos. É preciso proporcionar a oportunidade de ler e conhecer poesia e isso pode começar no âmbito escolar. Já, no segundo momento, que será finalizado ainda este semestre com a publicação do livro, pudemos ver que há interesse nos alunos, e é merecido evidenciar, nos alunos do ensino público brasileiro, os quais são muitas vezes menosprezados. A ideia que justifica a publicação do livro é realmente, a partir da
5 materialização das escritas dos alunos, mostrar-lhes que são capazes e, ainda mais, mostrar aos professores, governantes e demais pessoas relacionadas e interessadas na educação que podem e devem acreditar na realização de atividades que propiciem uma formação plena ao aluno para que este se torne efetivamente um leitor. Referências Bibliográficas ANDRADE, C. D. O Amor Natural. São Paulo: Record, ANJOS, A. Obras Completas: Augusto dos Anjos. São Paulo: Nova Aguilar, BAUDELAIRE, C. As Flores do Mal. São Paulo: Novas Fronteiras, BRASIL, Secretária de Educação Fundamental. Orientações Curriculares para o Ensino Médio: Linguagens, códigos e suas Tecnologias/ Secretaria da Educação Básica. Brasília: Ministério da Educação, Secretária da Educação Básica, BRASIL, Secretária de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Primeiro e segundo ciclos do ensino fundamental: Literatura. Brasília: Ministério da Educação/ Secretária de Educação Fundamental, BUZEN, Clecio. MENDONÇA, Márcia (org.) Português no ensino médio e formação do professor. São Paulo: Parábola Editora, ZILBERMAN, Regina. A Leitura e o Ensino da Literatura. 2 ed. São Paulo: Editora Contexto, FONTE DE FINANCIAMENTO: CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
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