VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NA SALA DE AULA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIAS NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
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- Oswaldo Lancastre Almada
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1 VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NA SALA DE AULA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIAS NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA Ana Paula de Souza Fernandes Universidade Estadual da Paraíba. Beatriz Viera de Andrade Universidade Estadual da Paraíba. Eliene Alves Fernandes Universidade Estadual da Paraíba. RESUMO: A língua não é usada de forma homogênea por todos os seus falantes. O uso de uma língua varia de acordo com a época, região, classe social e assim por diante. Dependendo da situação, um mesmo indivíduo pode fazer uso de diferentes variedades linguísticas adequando-se a cada contexto de comunicação. Ao trabalhar a diversidade linguística, pretendemos evidenciar que a língua portuguesa não se apresenta uniforme em todo o território brasileiro. Portanto, não podemos pensar em um dialeto homogêneo que pode ser falado da mesma maneira em todos os lugares. Este estudo é o resultado das atividades vivenciadas pelas bolsistas do PIBID em uma sala de primeira série da Escola Estadual de Ensino Médio Inovador Obdúlia Dantas na cidade de Catolé do Rocha. Buscamos a partir dos gêneros textuais charge, conto, poesia e seminário, orientar os educandos quanto às variedades linguísticas existentes no Brasil, visando à conscientização dos alunos acerca das atitudes que contribuem para possíveis práticas preconceituosas que ocorrem na escola e sociedade em geral. Além de demonstrar que, em certas situações do cotidiano, precisamos adequar a linguagem ao contexto de uso. Em nosso estudo percebemos que os educandos não tinham noção da diversidade linguística existente, considerando como correta apenas a variante culta padrão e menosprezando as demais. Nossa metodologia foi voltada para atividades que culminassem em um ensino contextualizado e interativo. Dessa forma, promovemos aulas que envolviam leituras, debates, pesquisas e discussões. Durante o tempo de convivência com os discentes e a docente supervisora do nosso projeto, podemos concluir que o ensino de língua portuguesa ainda necessita passar por bastantes reformulações, uma vez que o espaço atribuído ao estudo das variações linguísticas na sala de aula é insuficiente para que os alunos reflitam sobre a importância de adequar sua fala e escrita a cada contexto de comunicação, pois sabe-se que em determinadas situações comunicativas terão que dominar a variante culta da língua e em outras poderão fazer uso da linguagem adquirida em seu meio social. Palavras-chave: variação linguística, competência comunicativa, oralidade e escrita.
2 INTRODUÇÃO A inquietação dos estudiosos com aspectos linguísticos tem levado ao desenvolvimento de importantes pesquisas e propostas acerca do processo educacional, especialmente no que diz respeito ao ensino de língua materna, porém, o tratamento que é dado ao fenômeno da variação linguística, no espaço de sala de aula, nas várias formas de falar do educando, ainda exige bastante reflexão por parte dos profissionais da educação principalmente, professores de língua materna. Pois mesmo com todas as pesquisas e estudos que vem sendo desenvolvidos, ainda não foi dada a atenção adequada à heterogeneidade linguística no sistema educacional. Dessa forma, este trabalho apresenta um estudo feito a partir da função social da escola, no que diz respeito, ao ensino de língua materna, especificamente o ensino das variações linguísticas voltadas para o desenvolvimento das competências comunicativas dos educandos. Este estudo é o resultado das atividades vivenciadas pelas bolsistas do PIBID em uma sala de primeira série da Escola Estadual de Ensino Médio Inovador Obdúlia Dantas na cidade de Catolé do Rocha. O objetivo foi Propiciar um ensino de Língua Materna que ultrapasse o estudo somente das nomenclaturas gramaticais e funcionais da linguagem, ancorando-se em uma perspectiva interacionista, na qual os discentes possam compreender a diversidade linguística existente no Brasil e desenvolver habilidades de leitura crítica dos inúmeros gêneros textuais que fazem parte do nosso cotidiano. Possam também compreender a necessidade de adequar sua fala e escrita a cada contexto de comunicação sejam formais ou informais. METODOLOGIA Nossa metodologia foi voltada para atividades que culminassem em um ensino
3 contextualizado e interativo. Dessa forma, promovemos aulas que envolviam leituras, debates, pesquisas e discussões. Em um primeiro momento, realizamos um diagnóstico da turma, com objetivo de identificar os conhecimentos que eles possuíam a respeito do assunto que iríamos abordar posteriormente. Em um segundo momento, trabalhamos os gêneros textuais charge, conto, poesia e seminário, tendo por objetivo conscientizar os alunos sobre a diversidade de dialetos existentes na língua portuguesa e a necessidade de adequação de fala a cada contexto de comunicação. Após a execução dessas atividades, realizamos, junto à comunidade escolar, uma exposição sobre os principais poetas populares do Brasil. Os alunos produziram e selecionaram materiais referentes à temática já citada e aceitaram fazer a exposição dos trabalhos para o público ouvinte. DISCUSSÕES E RESULTADOS Ao darmos início ao miniprojeto sobre variações linguísticas observamos quais conhecimentos e competências os alunos possuíam no que diz respeito ao assunto. Essa análise foi realizada em nosso segundo encontro, quando fizemos uso, na aula, do texto o limoeiro do autor Mauricio de Sousa, em que as variantes linguísticas se faziam presentes. Sugerimos a leitura do texto e o debate de opiniões sobre a linguagem que estava sendo utilizada. No decorrer dos encontros, através de gêneros textuais, trabalhamos algumas variações da língua, como o internetês, variantes regionais, como também, a norma culta. De uma forma geral percebemos que os discentes não tinham noção da necessidade de adequação da fala e escrita a cada contexto de produção. Como afirma Bortoni-Ricardo (2004), na escola, como em qualquer outro meio social, encontram-se várias formas de variação quanto ao uso da língua. Em todos os lugares sociais existem regras que instituem as ações que ali
4 são realizadas. Essas regras podem ser documentadas e registradas, como nos casos jurídicos ou de manifestações religiosas, ou podem ser apenas parte da tradição cultural não documentada. Em um ou outro caso, sempre haverá constantemente variação quanto ao uso da língua. Os PCN afirmam que: A questão não é falar certo ou errado, mas saber qual forma de fala utilizar, considerando as características do contexto de comunicação, ou seja, saber adequar o registro as diferentes situações comunicativas (...) é saber, portanto, quais variedades e registro da língua oral são pertinentes em função da intenção comunicativa, do contexto e dos interlocutores a quem o texto se dirige. (BRASIL,MEC-SEF,1997p. 31) É de suma importância, portanto, que a escola trabalhe com seus alunos aceca das variações linguísticas para, assim, tentar desfazer preconceitos existentes e desenvolver habilidades comunicativas orais e escritas, de grande relevância na vida profissional e social de qualquer indivíduo. Como propõe Bortoni- Ricardo: [...] Cabe à escola levar os alunos a se apoderar também das regras linguísticas que gozam de prestígio, a enriquecer o seu repertório linguístico, de modo a permitir a eles o acesso pleno à maior gama possível de recursos para que possam adquirir uma competência cada vez mais ampla e diversificada sem que nada disso implique a desvalorização de sua própria variedade linguística, adquirida nas relações sociais dentro de sua comunidade. (Bortoni-Ricardo, 2004, p. 09) Diante do exposto, podemos perceber que os encontros que sucederam foram de grande relevância para nós bolsistas e para os alunos, pois houve grande troca de conhecimentos e vivencias entre ambas as partes, promovendo, assim, a conscientização quanto ao preconceito linguístico e a adequação da fala ao seu contexto de uso.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Compreendemos, portanto, que o estudo das variantes linguísticas deve fazer parte do cotidiano escolar auxiliando os educandos nas competências comunicativas. Observamos, a partir das atividades realizadas, que os discentes puderam aprimorar seus saberes sobre o assunto abordado, pois trabalhamos em uma perspectiva dialógica, na qual o professor utiliza os conhecimentos cotidianos dos educandos e os insere aos conteúdos escolares. O projeto nos possibilitou ampliar os conhecimentos dos alunos sobre o preconceito linguístico e suas consequências individuais e sociais. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAGNO, Marcos, Português ou brasileiro?: um convite à pesquisa; 1. ed- São Paulo: Parábola editorial, BORTONI-RICARDO, Estela Maris. Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de aula- São Paulo: parábola editorial, BRASIL, Ministério da Educação e do Desposto. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: língua portuguesa. Brasília, MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização- São Paulo: Cortez, 2001.
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