2 Conceitos da qualidade em saúde



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Transcrição:

2 Conceitos da qualidade em Princípios i do Modelo para a Melhoria da Qualidade Escola Superior de Saúde do Vale do Sousa

Def inirq Aplicar ferramentas de melhoria para abordar as deficiências do sistema. Resolução de problemas individuais à restruturação ao nível da organização Melhoria Contínua da Qualidade Desenvolver padrões de Q clínicos e administrativos Desenhar SGQ. Melhorar Q Medir Q Avaliar o actual nível de desempenho + satisfação dos utentes; definição de indicadores; desenvolvimento de sistemas de registo, interpretação e anãlise de dados. 2

Desenvolvimento das politicas e estratégias Prestação dos cuidados de Comunidades e Utentes OMS, 2006 3

Vincent et al 4

OBJECTIVOS DE UM SISTEMA DA QUALIDADE : A) Fornecer uma abordagem sistemática de todas as actividades B) Privilegiar as actividades de prevenção C) Fornecer uma evidência objectiva de que a qualidade foi alcançada Ramos Pires 2000 5

A Qualidade é multidimensional, então a sua compreensão exige multiplicidade de medidas. 6

A Qualidade dos cuidados de depende de: Boa prática clínica pelos profissionais de Organização e prestação dos serviços de Cuidados de Saúde Mais Seguros e de Qualidade 7

Evidência relativamente aos factores de sucesso: Estabilidade institucional, Consistência de liderança, Qualidade entendida como business strategy, com empenho real na aprendizagem e melhoria continua e Abordagem sistémica e por processos, apercebida e generalizada! Staines, A., 2007 8

Abordagem sistémica da Qualidade - Abordagem sistémica e por processos, apercebida e generalizada na organização Melhoria contínua da Qualidade d - Filosofia base da gestão da qualidade e segurança do doente Sustentabilidade das acções/programas - Capacidade de aprendizagem a partir dos erros exige estabilidade e consistência da liderança; - Estabilidade institucional e consistência na liderança dos programas 9

Sistemas SGQ integrados ISO9001:2000 Sistemas de gestão da qualidade. Requisitos. ISO 14001:1996 Sistema de gestão do ambiente OHSAS 18001:2007 Sistema de gestão da segurança e do trabalho Certificação como reconhecimento externo da existência de um Sistema da Qualidade/Ambiente/Segurança de acordo com a respectiva norma aplicável Modelo EFQM 10

ACREDITAÇÃO: Processo formal de assegurar a prestação de cuidados de seguros e de elevado nível de qualidade Baseado em padrões e processos criados e desenvolvidos para os serviços de por profissionais da Processo desenvolvido com recurso ás competências de pares externos organizados em equipas de auditores/assessores ISQua, The International Society for Quality in Health Care, is a non profit, independent organisation with members in over 70 countries. ISQua works to provide services to guide health professionals, providers, researchers, agencies, policy makers and consumers, to achieve excellence in healthcare delivery to all people, and to continuously improve the quality and safety of care. 11

Evolução Internacional Programas de Acreditação ANOS 1958 2001 30 25 20 15 10 5 Charles D. Shaw, 2004 0 1958 1961 1964 1967 1970 1973 1976 1979 1982 1985 1988 1991 1994 1997 2000 12

2 Conceitos PROGRAMA da DE qualidade ACREDITAÇÃO em The Health Quality Service Acreditação como instrumento integrador da Melhoria Continua da QUALIDADE DOS CUIDADOS DECISÃO ACREDITAÇÃO BASEADA EM FACTOS Auditoria auditoria CICLO DE 3 ANOS Auto avaliação autoavaliação Correcção Correções melhoria e melhoria 13

Como é que as soluções funcionaram? O que é que necessita de ser modificado? AVALIAR E MONITORIZAR Como éque garanto que as soluções são aplicadas de forma adequada e efectiva? APLICAR AS SOLUÇÕES IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA Ciclo de Resolução de Problemas Que problema escolher? Se existem vários, como escolho o mais importante? DESCRIÇÃO DO PROBLEMA Como descrevo oproblema de forma precisa e completa? ANÁLISE DO PROBLEMA Que soluções alternativas existem para resolver oproblema? PLANEAR AS SOLUÇÕES Quais são as causas do problema? Quais as mais importantes para resolver de imediato?

BMJ. Vol 320, Issue 7237, Março 2000 Os acidentes raramente acontecem sem aviso. A combinação ou a sequência de falhas e erros que causam um acidente podem ser únicas, mas as falhas e erros individuais raramente são. Mike O Leary, British Airways Sheryl Chappel, NASA 15

According to the Harvard School of Public Health, it is estimated that one million people are injured in the hospital, and between 44,000 and 120,000 people die each year as a result of medical errors, more than from motor vehicle accidents, breast cancer, and accidental falls combined. 3 Other research literature suggests that there are - on average - 40 potentially ti harmful drug errors every day in an average hospital and that a person has a 1 in 2.5 chance of experiencing acomplication on a general surgical service following surgery. 16

Given the extent of serious injuries i and deaths resulting from preventable medical errors, the Institute of Medicine as well as patient safety organizations have concluded that patient safety can only be improved by increasing the focus on reducing faulty systems. 17

Modelo do Queijo Suiço (James T. Reason, 1990) Falhas activas/ps Acaso? Acidente Defesa/ barreira Falhas latentes/ organizacionais 18

Erro mortal Lesão grave 714 Lesões ligeiras i 5571 Consomem mais recursos Quasi acidentes (Near misses) +600000 19

Evento adverso Resulta em dano Ocorrência médica inesperada e indesejável Realizado por acto cometido ou omisso (negligente) Relacionado com o tratamento, mas não com a doença 20

21

Evento sentinela Ocorrência inesperada ou variação do processo envolvendo morte ou lesão física ou psicológica sérias, ou o risco de ocorrência dos mesmos Qualquer variação significativa do processo caracterizada por risco aumentado de resultado adverso sério deve ser objecto de investigação (RCA) Se a recorrência da mesma variação do processo puder ser associada a 50% de probabilidade de resultado adverso sério, éi esta variação deve ser considerada d como evento sentinela 22

RCA de eventos sentinela (1995 2004) Communication Orientation/training Patient assessment Information availability Competency/credentialing Procedural compliance Leadership Organization culture 0 10 20 30 40 50 60 70 23

1ª 1.ª FASE conhecimento e avaliação Estratégia 2 Conceitos de Gestão da qualidade do Risco em Identificação Revisão das dos riscos práticas, documentação Definição dos planos de acção Definição de objectivos de minimização ou eliminação do risco 2.ª FASE formação e implementação Formação em gestão do risco, acerca dos objectivos e implementação 24

Estratégia 2 Conceitos de Gestão da qualidade do Risco em 3.ª FASE integração e apoio Medir, monitorizar i e reavaliar Revisão multi-disciplinar Relatórios de melhoria 25

Erros comunicados Erros não percepcionados Erros causadores de danos Erros identificados com potencial de causar dano Erros não comunicados Erros identificados mas considerados insignificantes Erros potenciais 26

Errar é Humano Encobri-lo é imperdoável Falhar em aprender é injustificável Sir Liam Donaldson 27

CICLO DE SEGURANÇA 28

World Alliance for Patient Safety Objectivos do Programa: First do not harm Reduzir as consequências adversas, de e sociais, dos cuidados de não seguros. 29

The 1st Global Patient Safety Challenge! Objectivos do Programa: Aumentar a consciencialização do impacte das infecções associadas aos cuidados de Conseguir o compromisso dos países na prioridade da redução destas infecções Testar a implementação das Orientações da OMS Guidelines on Hand Higyene in Health Care 30

Desenvolvimento de uma cultura da segurança com uma abordagem sistémica Estabelecimento t de sistemas de notificação/reporting systems para aprendizagem e intervenção Envolvimento dos doentes/cidadãos no processo de melhoria da segurança 31