Contabilidade 2.0 FCC



Documentos relacionados
Resumo de Contabilidade Geral

4 Fatos Contábeis que Afetam a Situação Líquida: Receitas, Custos, Despesas, Encargos, Perdas e Provisões, 66

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

Sumário. Capítulo 1 Introdução 1

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível

6 Balanço Patrimonial - Passivo - Classificações das Contas, 25 Exercícios, 26

Contabilidade 2.0 CESPE

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

Demonstrações Contábeis

Tributos sobre o Lucro Seção 29

Curso Extensivo de Contabilidade Geral

Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA

O Impacto da Lei /07 no encerramento das Demonstrações Contábeis de 2008

Prezado(a) Concurseiro(a),

Comentários da prova ISS-SJC/SP Disciplina: Contabilidade Professor: Feliphe Araújo

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP 5º CCN DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

IFRS EM DEBATE: Aspectos gerais do CPC da Pequena e Média Empresa

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO

BALANÇO PATRIMONIAL / composição 1

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «

LEI N /14 (IRPJ/CSLL/PIS-PASEP E COFINS)

19. Patrimônio líquido 19.1 Capital 20. Balanço patrimonial de acordo com a Lei n.º 6.404/76 e alterações Questões de provas comentadas

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

1. a. Preencha os balancetes: 1.01.x1: Formação do Capital, com $ 400 em dinheiro e uma perua no valor de $ 200

Empréstimos a empregados Empréstimos a terceiros Tributos a Compensar IR Retido na Fonte a Compensar

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2012 Capitulo IX - Resultados não operacionais 2013

ATIVO Explicativa PASSIVO Explicativa

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

Conta Descrição (em R$ mil) 31/03/ /12/ Ativo Total Ativo Circulante

MÓDULO 2 PASSIVO EXIGÍVEL (PE) E RECEITAS DIFERIDAS (ANTIGO RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS (REF))

A companhia permanece com o objetivo de investir seus recursos na participação do capital de outras sociedades.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/ COMPANHIA DE BEBIDAS DAS AMÉRICAS-AMBEV Versão : 1. Composição do Capital 1

TCE-TCE Auditoria Governamental

Tabela de Fatos - DCA 2014

RESOLUÇÃO CFC Nº /09. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

1.1 Demonstração dos Fluxos de Caixa

ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1 - BALANÇO PATRIMONIAL CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TURMA 6º CCN

Contabilidade Geral Correção da Prova APO 2010 Prof. Moraes Junior CONTABILIDADE GERAL

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 10 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS

NBC T Subvenção e Assistência Governamentais Pronunciamento Técnico CPC 07

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - DVA


DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC)

a) Débito: Dividendos e Bonificações em Dinheiro a Receber Crédito: Rendas de Ajuste em Investimento em Coligadas e Controladas

Vamos, então, à nossa aula de hoje! Demonstração de Fluxo de Caixa (2.ª parte) Método Indireto

INSTRUÇÃO CVM Nº 469, DE 2 DE MAIO DE 2008

2 Questão 31 Classificação de Contas e Grupos Patrimoniais

A Geradora Aluguel de Máquinas S.A.

2.1 Estrutura Conceitual e Pronunciamento Técnico CPC n 26

ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Prof. Mário Leitão

Ajuste a Valor Presente e Ajuste a Valor Justo

Introdução l Resumo Exercícios 15 Demonstrações Contábeis

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL

Bacharelado CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Parte 6

Contabilidade Financeira

Logística Prof. Kleber dos Santos Ribeiro. Contabilidade. História. Contabilidade e Balanço Patrimonial

Universidade Federal de Pernambuco Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais CONTABILIDADE SOCIETÁRIA 2

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008

Medida Provisória 627/13 Giancarlo Matarazzo

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - CIÊNCIAS CONTÁBEIS QUESTÕES

PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A CONTABILIDADE PÚBLICA E A CONTABILIDADE GERAL

Etapas para a elaboração do Balanço Patrimonial e consequentemente, das Demonstrações Financeiras.

PÓS GRADUAÇÃO DIRETO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE E LIVROS EMPRESARIAS PROF. SIMONE TAFFAREL FERREIRA

Niterói Administradora de Imóveis S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes

Luciano Silva Rosa Contabilidade 03

EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

ABDE Associação Brasileira de Desenvolvimento

DOAR DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS UMA REVISÃO DOS CONCEITOS MAIO / Autor - Manoel Moraes Jr

Anexo ao Ato Declaratório Executivo Cofis n o XX/2015 Manual de Orientação do Leiaute da ECF Atualização: Fevereiro de 2015 CONTA

2ª edição Ampliada e Revisada. Capítulo 6 Grupo de contas do Balanço Patrimonial

Raízen Combustíveis S.A.

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

No concurso de São Paulo, o assunto aparece no item 27 do programa de Contabilidade:

Rotina CONOR/SUNOT/CGE n.º 028/2014 Rio de Janeiro, 24 de março de 2014.

Balanço Patrimonial e DRE

Durante o mês de dezembro a Companhia efetuou as seguintes transações:

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

Documento gerado em 28/04/ :31:35 Página 1 de 42

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

Segue a relação das contas do Ativo e do Passivo Exigível mais utilizadas pela ESAF, organizadas por grupo de contas.

Balanço Patrimonial. Art O Balanço Patrimonial demonstrará: I o Ativo Financeiro

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08

Brito Amoedo Imobiliária S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (DMPL)

[Anexo I-AB] Balanço Patrimonial - Ativo e Passivo Caixa e Equivalentes de Caixa em Moeda Nacional - Intra OFSS

Ágio Contábil e Fiscal Aspectos Relevantes e Polêmicos

Transcrição:

AMOSTRA DA OBRA www.editoraferreira.com.br O sumário aqui apresentado é reprodução fiel do livro. Ricardo J. Ferreira Contabilidade 2.0 FCC teoria e questões sob medida

Nota sobre o autor Sumário III Ricardo J. Ferreira é graduado em Direito e Ciências Contábeis. Foi auditor interno nos setores público e privado e assessor jurídico da Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro. É professor de Legislação Tributária, Contabilidade e Auditoria, tendo sido aprovado e classificado nos concursos para Técnico do Tesouro Nacional (TTN), Agente Fiscal de Tributos do Estado de Minas Gerais (ICMS/MG), Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo (ICMS/SP), Auditor-Fiscal do Tesouro Nacional (AFTN), Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro (ICMS/ RJ) e Fiscal de Rendas do Município do Rio de Janeiro (ISS/RJ), entre outros. Capítulo 1 Conceito, objetivo e finalidade Página 1 Conceito 01 2 Objeto 02 3 Finalidade ou objetivo 02 4 Pessoas interessadas nas informações contábeis 03 5 Funções 04 6 Identificação dos aspectos patrimoniais 04 7 Áreas ou ramos 05 8 Campo de aplicação 05 9 Titular do patrimônio 07 9.1 Empresário individual 09 9.2 Empresa individual de responsabilidade limitada 12 9.3 Sociedades empresárias 14 9.3.1 Sociedade em nome coletivo 16 9.3.2 Sociedade em comandita simples 16 9.3.3 Sociedade limitada 16 9.3.4 Sociedade anônima 19 9.3.5 Sociedade em comandita por ações 22 9.3.6 Sociedade em conta de participação 22 10 Dissolução, liquidação e extinção 24 11 Técnicas contábeis 24 11.1 Escrituração contábil 25 11.2 Demonstração 26 11.3 Auditoria 28 11.4 Análise das demonstrações contábeis ou financeiras 30

Sumário V Capítulo 2 Patrimônio 1 Conceito 31 2 Bens 31 3 Direitos 34 3.1 Duplicata 35 3.1.1 Duplicata de prestação de serviços 38 3.1.2 Remessa e devolução da duplicata 39 3.1.3 Pagamento da duplicata 39 3.1.4 Protesto da duplicata 40 3.1.5 Cobrança judicial da duplicata 40 3.1.6 Livro Registro de Duplicatas 41 3.2 Nota promissória 41 3.3 Cheque 43 4 Obrigações 44 5 Situação líquida 45 6 Relações entre ativo, passivo exigível e situação líquida 50 7 Origens de recursos 51 8 Aplicações de recursos 53 9 Análise das origens e aplicações 53 10 Terminologia contábil 55 Capítulo 3 Contas 1 Conceito 59 2 Classificação das contas 59 3 Elementos essenciais da conta 61 4 Plano de contas 63 5 Sistema de contas 64 6 Elenco de contas 64 7 Balancete de verificação 68 8 Teoria das contas 70 8.1 Teoria Personalística 70 8.2 Teoria Materialística 71 8.3 Teoria Patrimonialista 72 Capítulo 4 Escrituração contábil 1 Conceito 73 2 Métodos de escrituração 73 3 Método das partidas simples 74 4 Método das partidas mistas 75 5 Método das partidas dobradas 75 6 Funcionamento das contas no método das partidas dobradas 79 7 Processos de escrituração 85 8 Normas legais sobre escrituração 85 9 Lançamento contábil 89 9.1 Funções do lançamento 89 9.2 Elementos essenciais do lançamento 90 9.3 Fórmulas de lançamento 91 9.4 Erros de escrituração e sua correção 93 10 Livros de escrituração 97 10.1 Descentralização da contabilidade 98 10.2 Livros empresariais ou comerciais 98 10.3 Livro Diário 99 10.4 Livro-Razão 101 10.5 Livros especiais 102 10.6 Livros para fins tributários 103 Capítulo 5 Despesa 1 Conceito 107 2 Despesa de aluguel 109 3 Despesa de juros 110 4 Despesa de seguro 112 5 Despesa de salários folha de pagamento 113 5.1 Contribuição previdenciária 114

Sumário VII 5.2 FGTS 115 5.3 Salário-família 116 6 Adiantamentos a empregados 118 7 Provisão para férias 119 Capítulo 6 Receita 1 Conceito 121 2 Receita financeira 123 3 Receita de venda de mercadorias 123 4 Receita de serviços 124 5 Receita de aluguel 125 6 Reconhecimento da receita 125 7 Mensuração da receita 128 Apêndice A Exemplos de reconhecimento da receita 129 Capítulo 7 Apuração do resultado 1 Conceito 139 2 Contas transitórias e permanentes 139 3 Encerramento dos saldos das contas de resultado 139 4 Transferência do resultado para o patrimônio líquido 140 5 Regimes contábeis: regime de caixa e regime de competência 148 Capítulo 8 Fato administrativo 1 Conceito 151 2 Fato permutativo 152 3 Fato modificativo 154 4 Fato misto ou composto 156 5 Ato administrativo 158 6 Insubsistências e superveniências 158 Capítulo 9 Operações com mercadorias 1 Sistemas de inventário 161 2 Sistema de inventário periódico 161 3 Conta Mercadorias com função mista 161 4 Método das três contas 165 5 Média ponderada fixa 174 6 Método do varejo 175 7 Custo específico 175 Capítulo 10 Sistema de inventário permanente 1 Métodos de avaliação de estoques 177 2 Ficha de controle de estoque 181 3 PEPS solução simplificada 185 Capítulo 11 CPC 16 (R1) Estoques 1 Objetivo 191 2 Escopo 191 3 Definições 191 4 Mensuração de estoque 194 5 Custos de estoque 195 5.1 Custos de aquisição 195 5.2 Custos de transformação 196 5.3 Outros custos 198 6 Custos de estoque de prestador de serviços 199 7 Custo do produto agrícola colhido proveniente de ativo biológico 200 8 Outras formas para mensuração do custo 201 9 Critérios de valoração de estoque 202 10 Valor realizável líquido 204 11 Reconhecimento como despesa no resultado 206 12 Divulgação 206 Capítulo 12 Provisões em geral 1 Espécies de provisões 209 2 Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes 209 3 Provisão para devedores duvidosos 213

Sumário IX Capítulo 13 Princípios de Contabilidade 1 Os princípios e sua observância 217 2 Conceituação, amplitude e enumeração 219 3 Princípio da entidade 219 4 Princípio da continuidade 220 5 Princípio da oportunidade 221 6 Princípio do registro pelo valor original 223 7 Princípio da competência 225 8 Princípio da prudência 226 9 Penalidades 227 Capítulo 14 Nova Estrutura Conceitual comentada (CPC 00) 1 Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 229 2 Normas internacionais de contabilidade 230 3 Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) 231 4 Nova Estrutura Conceitual comentada 231 Capítulo 15 Demonstrações contábeis Lei n 6.404 1 Lei das Sociedades por Ações 303 2 Constituição da sociedade anônima 303 3 Exercício social 304 4 Demonstrações contábeis obrigatórias 305 5 Demonstrações comparativas 308 6 Agrupamento de contas semelhantes 309 7 Agrupamento de pequenos saldos 309 8 Proposta de destinação dos lucros 309 9 Demonstrações contábeis complementares 309 10 Notas explicativas 309 10.1 Principais critérios de avaliação dos elementos patrimoniais 311 10.2 Investimentos relevantes 311 10.3 Ajustes de avaliação patrimonial 312 10.4 Ônus reais, garantias e outras responsabilidades 313 10.5 Empréstimos de longo prazo 313 10.6 Número, espécies e classes das ações do capital 313 10.7 Opções de compra de ações 314 10.8 Ajustes de exercícios anteriores 314 10.9 Eventos subsequentes ao encerramento do exercício 315 11 Modificação de métodos ou critérios contábeis 315 12 Políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erro 316 13 Responsáveis pelas demonstrações contábeis 318 14 Documentos da administração 318 15 Sociedades de grande porte 319 16 Informação a ser apresentada no balanço CPC 26 (R1) 320 Capítulo 16 Balanço patrimonial 1 Conceito 321 2 Critério de disposição das contas no ativo 321 3 Critério de disposição das contas no passivo 322 4 Compensação de saldos devedores e credores 324 5 Composição do ativo 325 6 Ativo circulante 325 7 Disponibilidades 325 8 Direitos realizáveis no curso do exercício social subsequente 327 8.1 Duplicatas descontadas 329 8.2 Títulos em cobrança simples bancária 335 9 Aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte 335 10 Operações com seguros 335 11 Registro de operações com juros antecipados 338 12 Ativos especiais 341

Sumário XI 13 Ativo não circulante realizável a longo prazo 341 14 Direitos realizáveis de longo prazo 342 15 Depósitos judiciais 343 16 Operações não usuais com pessoas ligadas 344 17 Despesas antecipadas de longo prazo 345 18 Classificação de acordo com o ciclo operacional 347 19 Demonstrações intermediárias 348 20 Avaliação do ativo circulante e do realizável a longo prazo 348 20.1 Avaliação de imóveis destinados à venda 355 20.2 Avaliação das disponibilidades 355 20.3 Avaliação dos investimentos temporários em ações 356 20.4 Avaliação das mercadorias 357 20.5 Avaliação das matérias-primas 358 20.6 Avaliação dos produtos em elaboração e acabados 361 20.7 Avaliação dos produtos agrícolas e extrativos 363 21 ICMS nas compras de mercadorias 363 22 ICMS e frete nas compras 366 23 Devolução a fornecedores com frete na compra 367 24 PIS e Cofins na aquisição de mercadorias e serviços 367 24.1 PIS/Cofins regime de incidência cumulativa 368 24.2 PIS/Cofins regime de incidência não cumulativa 369 24.2.1 Créditos do PIS/Cofins sobre o IPI 376 25 Ajuste de ativo de longo prazo a valor presente 378 Capítulo 17 Ativo não circulante 1 Composição do ativo não circulante 385 1.1 Investimentos permanentes 385 1.1.1 Demais investimentos permanentes 385 1.1.2 Propriedade para investimento 386 1.1.3 Critérios de avaliação dos demais investimentos permanentes 389 1.2 Imobilizado 390 1.2.1 Critério para registro dos bens de uso permanente no imobilizado 391 1.2.2 Imobilizações em andamento 393 1.2.3 Benfeitorias em propriedades de terceiros 393 1.2.4 Custo de aquisição ou produção do imobilizado 394 1.2.5 Arrendamento mercantil (leasing) 396 1.2.5.1 Características e classificação do arrendamento mercantil 397 1.2.5.2 Arrendamento mercantil financeiro no arrendatário 399 1.2.5.3 Arrendamento mercantil operacional no arrendatário 403 1.2.5.4 Arrendamento mercantil financeiro no arrendador 404 1.2.5.5 Arrendamento mercantil operacional no arrendador 406 1.2.5.6 Transação de venda e leaseback 407 1.2.6 Bens do imobilizado versus materiais de uso ou consumo 409 1.2.7 Gastos com reparos, conservação ou substituição 410 1.2.8 Critérios de avaliação do ativo imobilizado 410 1.2.8.1 Depreciação de edificações 412 1.2.8.2 Bens utilizados na exploração de recursos minerais e florestais 413 1.2.8.3 Determinação do tempo de vida útil 413 1.2.8.4 Método da soma dos dígitos 416 1.2.8.5 Depreciação de bens usados 417 1.2.8.6 Depreciação acelerada contábil 417 1.2.8.7 Depreciação acelerada incentivada 418 1.3 Ativo biológico 418

Sumário XIII 1.4 Intangível 420 1.4.1 Identificação 421 1.4.2 Controle 423 1.4.3 Reconhecimento 423 1.4.4 Fase de pesquisa 423 1.4.5 Fase de desenvolvimento 424 1.4.6 Método de custo 425 1.4.7 Período e método de amortização 426 1.5 Diferido 427 1.6 Exaustão 428 1.7 Redução ao valor recuperável de ativos 429 1.7.1 Identificação de ativo que pode estar desvalorizado 433 1.7.2 Mensuração do valor recuperável 434 1.7.3 Valor recuperável de intangível com vida útil indefinida 435 1.7.4 Valor justo líquido de despesa de venda 436 1.7.5 Valor em uso 437 1.7.6 Estimativas de fluxos de caixa futuros 438 1.7.7 Reconhecimento e mensuração de perda por desvalorização 441 1.7.8 Momento dos testes de redução ao valor recuperável 444 1.7.9 Desvalorização em uma unidade geradora de caixa 445 1.7.10 Reversão de perda por desvalorização para ativo individual 445 1.8 Ativo qualificável e custos de empréstimos 447 1.9 Ativo não circulante mantido para venda 448 Capítulo 18 Participações permanentes 1 Conceito 451 2 Critérios de avaliação das participações permanentes 452 3 Método da equivalência patrimonial 457 3.1 Aplicação da equivalência patrimonial 461 3.2 Ágio na aquisição de participação permanente 462 3.3 Deságio na aquisição de participação permanente 463 3.4 Ágio (mais-valia) e deságio com base no valor de mercado do ativo 464 3.5 Ágio (goodwill) e deságio com base em rentabilidade futura 464 3.6 Ágio e deságio por fundo de comércio, intangíveis e outras razões 465 3.7 Amortização do ágio e tratamento dado ao deságio 466 4 Método do custo de aquisição 466 4.1 Dividendos recebidos 467 5 Realização de capital 467 6 Provisão para perdas permanentes 467 7 Ações ou cotas bonificadas 468 8 Resultado não realizado 468 Capítulo 19 Passivo circulante e não circulante 1 Conceito 471 2 Classificação de acordo com o ciclo operacional 471 3 Classificação de acordo com o exercício social 471 4 Despesas financeiras e variações monetárias passivas 472 5 Encargos financeiros (juros) a transcorrer 472 6 Dívidas de operações não usuais com pessoas ligadas 474 7 Critérios de avaliação do passivo exigível 475 8 Obrigações, encargos e riscos 476 9 Obrigações em moeda estrangeira 477 10 Obrigações em moeda nacional 478

Sumário XV 11 Deságio na emissão de debêntures 479 12 Resultados de exercícios futuros e receitas diferidas 480 13 Prêmio recebido na emissão de debêntures 481 14 Doações e subvenções 484 15 Subvenções para investimentos mediante incentivos fiscais 485 16 Regime Tributário de Transição RTT 486 17 Benefícios a empregados 487 17.1 Passivo atuarial 493 18 Ajuste de passivo não circulante a valor presente 493 Capítulo 20 Patrimônio líquido 1 Composição 497 1.1 Capital social 497 1.1.1 Gastos com emissão de títulos patrimoniais 499 1.2 Reservas de capital 501 1.2.1 Ágio na emissão de ações 502 1.2.2 Produto da alienação de partes beneficiárias 503 1.2.3 Produto da alienação de bônus de subscrição 504 1.2.4 Prêmio na emissão de debêntures 504 1.2.5 Doações e subvenções para investimentos 505 1.2.6 Utilização das reservas de capital 506 1.2.7 Adiantamento para futuro aumento de capital (AFAC) 507 1.3 Ajustes de avaliação patrimonial 508 1.4 Reserva de reavaliação 509 1.5 Reservas de lucros 511 1.5.1 Reserva legal 511 1.5.1.1 Limites da reserva legal 512 1.5.1.2 Limite facultativo da reserva legal 513 1.5.2 Reservas estatutárias 514 1.5.3 Reservas para contingências 515 1.5.4 Reserva de incentivos fiscais 516 1.5.5 Reserva de retenção de lucros 517 1.5.6 Reserva de lucros a realizar 518 1.5.7 Reserva especial para dividendos obrigatórios não distribuídos 521 1.5.8 Limite das reservas de lucros em relação ao capital social 521 1.6 Ações em tesouraria 522 1.7 Dividendo obrigatório e dividendo adicional proposto 523 1.8 Dividendos ou lucros antecipados 524 1.9 Destinação do lucro remanescente 525 1.10 Lucros ou prejuízos acumulados 525 Capítulo 21 Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados 1 Conceito 529 2 Estrutura da demonstração de lucros ou prejuízos acumulados 530 2.1 Saldo do início do período 530 2.2 Ajustes de exercícios anteriores 530 2.2.1 Mudança de critério contábil 531 2.2.2 Retificação de erro 531 2.3 Reversões de reservas de lucros 532 2.4 Lucro ou prejuízo líquido do exercício 533 2.5 Transferências para reservas de lucros 533 2.6 Dividendos propostos 533 2.7 Parcela dos lucros incorporada ao capital 534 2.8 Dividendos intermediários 534 Capítulo 22 Demonstração do resultado do exercício 1 Conceito 537 2 Estrutura da DRE conforme a Lei das S/A 537

Sumário XVII 3 Estrutura da DRE conforme o CPC 26 (R1) 538 3.1 Resultado líquido do período 540 3.2 Informação na DRE ou em notas explicativas 541 4 Deduções da receita bruta das vendas e serviços 542 4.1 Devoluções de vendas 543 4.2 Devoluções de vendas de exercícios anteriores 544 4.3 Abatimentos concedidos sobre vendas e serviços 545 4.4 Descontos concedidos incondicionalmente 546 4.5 Tributos incidentes sobre vendas 547 4.5.1 ICMS incidente nas vendas de mercadorias 547 4.5.2 IPI nas vendas 548 4.5.3 ISS imposto sobre serviços de qualquer natureza 549 4.5.4 PIS/Cofins 550 4.5.4.1 PIS/Cofins regime de incidência cumulativa 550 4.5.4.2 PIS/Cofins regime de incidência não cumulativa 553 5 Custo das mercadorias, produtos e serviços vendidos 555 6 Despesas operacionais 559 6.1 Despesas operacionais com vendas 560 6.2 Despesas operacionais financeiras 560 6.3 Despesas operacionais gerais e administrativas 561 6.4 Outras despesas operacionais 561 7 Outras receitas operacionais 561 8 Outras receitas e outras despesas 563 9 Resultado de operações descontinuadas 565 10 CSLL contribuição social sobre o lucro líquido 567 10.1 CSLL com base no lucro presumido ou arbitrado 570 11 Imposto de Renda da pessoa jurídica 572 11.1 Lucro real 572 11.1.1 Contribuintes obrigados à apuração do lucro real 572 11.1.1.1 Adições 573 11.1.1.2 Exclusões 574 11.1.1.3 Compensações 575 11.1.1.4 Livro de Apuração do Lucro Real Lalur 577 11.2 Lucro presumido 583 11.3 Lucro arbitrado 586 11.4 Adicional do Imposto de Renda 586 12 Participações 587 12.1 Prejuízos acumulados no cálculo das participações 592 12.2 Cálculo do lucro real com participações 594 13 Lucro ou prejuízo líquido por ação 595 14 Demonstração do resultado abrangente 596 15 Juros sobre o capital próprio 597 16 Ebitda 599 Capítulo 23 Dividendos 1 Conceito 601 2 Base para atribuição do dividendo 601 3 Direito de reembolso em caso de redução do dividendo 601 4 Cálculo do dividendo na hipótese de omissão do estatuto 601 5 Reservas estatutárias e retenção de lucros 605 6 Alteração do estatuto omisso sobre o cálculo dos dividendos 605 7 Retenção dos dividendos na companhia fechada 605 8 Reserva especial dividendos obrigatórios não distribuídos 606 9 Dividendos intermediários 606 10 Pagamento dos dividendos 607 11 Destinação do lucro remanescente 607

Sumário XIX Capítulo 24 Demonstração das mutações do patrimônio líquido 1 Aspectos legais 609 Capítulo 25 Demonstração dos fluxos de caixa 1 Conceitos 617 2 Fluxos das operações 619 3 Fluxos dos financiamentos 620 4 Fluxos dos investimentos 623 5 Métodos de elaboração 623 5.1 Método direto 624 5.1.1 Identificação de recebimentos e pagamentos 625 5.2 Método indireto 628 5.2.1 Receitas que não afetam os fluxos de caixa 633 5.2.2 Despesas que não afetam os fluxos de caixa 635 6 Juros e dividendos 636 7 Imposto de Renda e contribuição social sobre o lucro líquido 637 8 Transações que não envolvem caixa ou equivalentes de caixa 637 Capítulo 26 Demonstração do valor adicionado 1 Conceitos 639 2 Aspectos legais 640 3 Modelo proposto pelo CPC 641 Capítulo 27 Demonstrações consolidadas 1 Aspectos legais e objetivo 651 2 Aplicação da consolidação 656 3 Participação de acionistas não controladores 662 4 Resultados não realizados nos estoques 666 5 Resultados não realizados no ativo não circulante 672 6 Ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) 673 7 Impostos na consolidação 673 7.1 Imposto de Renda 673 7.2 ICMS, IPI, PIS, Cofins e ISS 675 8 Demonstração do resultado consolidado 677 9 Ativo diferido no consolidado 677 Capítulo 28 Transações entre partes relacionadas 1 Aspectos gerais 681 Capítulo 29 Matriz, filial, agência e sucursal 1 Matriz 691 2 Filial 691 3 Agência 692 4 Sucursal 692 5 Contabilização 693 6 Resultados entre estabelecimentos 693 Capítulo 30 Concentração e extinção de sociedades 1 Aspectos legais 695 2 Protocolo 696 3 Justificação 697 4 Formação do capital 697 5 Combinação de negócios 697 6 Incorporação 701 6.1 Contabilização na incorporação 702 6.2 Incorporação com participação de uma sociedade na outra 703 7 Fusão 704

Sumário 1 7.1 Contabilização na fusão 705 8 Cisão 707 8.1 Contabilização na cisão 708 9 Direitos dos debenturistas 709 10 Direitos dos credores na incorporação ou fusão 709 11 Direitos dos credores na cisão 710 12 Averbação na sucessão 710 13 Participação recíproca 710 14 Incorporação de companhia controlada 711 15 Compensação de prejuízos fiscais 711 Capítulo 31 Conversão de demonstrações em moeda estrangeira 1 Objetivo 713 2 Alcance 713 3 Definições 714 4 Moeda funcional 715 5 Investimento líquido em entidade no exterior 716 6 Itens monetários e não monetários 716 7 Reconhecimento inicial 717 8 Apresentação ao término de períodos de reporte subsequentes 718 9 Reconhecimento de variação cambial 718 10 Conversão das demonstrações contábeis 720 10.1 Conversão de ativo e passivo 721 10.2 Conversão de receitas e despesas 721 10.3 Variações cambiais 721 10.4 Conversão de entidade no exterior 724 10.5 Baixa total ou parcial de entidade no exterior 725 11 Divulgação 725 12 Efeitos inflacionários 725 13 Correção monetária integral 725 Referências bibliográficas e páginas da internet 727 Capítulo 16 Balanço patrimonial 1 Conceito O balanço patrimonial é dividido em ativo e passivo, cujos totais são sempre iguais. O ativo é constituído pelos bens e créditos, enquanto o passivo é formado pelo passivo exigível (que representa as dívidas com terceiros) e patrimônio líquido. O ativo e o passivo são divididos em grupos, subgrupos, contas e subcontas. Assim, o primeiro grupo do ativo é o circulante, que tem como primeiro subgrupo as disponibilidades, cuja primeira conta é Caixa, que pode ter como subcontas, por exemplo, Caixa da Matriz e Caixa da Filial. De acordo com o art. 178 da Lei n 6.404/76, no balanço patrimonial, as contas devem ser dispostas segundo os elementos do patrimônio que registrem (bens, créditos, obrigações e situação líquida) e agrupadas de modo a facilitar o conhecimento e a análise da situação financeira da companhia. Neste caso, a expressão situação financeira não foi usada em sentido estrito, ou seja, o balanço não expõe apenas a posição ou saldo das disponibilidades ou meios de pagamento da sociedade. 2 Critério de disposição das contas no ativo No ativo, as contas são dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados, isto é, dos itens de maior para os de menor liquidez. A ordem decrescente de grau de liquidez, que deve ser observada em todos os grupos e subgrupos do ativo, leva em consideração a expectativa de conversão dos bens e direitos em dinheiro. A conta Caixa, por exemplo, como já representa o próprio dinheiro em tesouraria, é a primeira do ativo.

2 3 (Analista/MPE-AP/FCC/2012) No ativo, as contas serão dispostas a) em direitos e obrigações para com os acionistas. b) pelo valor presente líquido de liquidação. c) em ordem decrescente de grau de liquidez. d) pela capacidade de gerar receitas futuras. e) pelo valor de aquisição atualizado monetariamente. Gabarito oficial: C O ativo é composto por dois grupos, cuja sequência a seguir apresentada também observa a ordem decrescente de grau de liquidez: 1 - circulante; 2 - não circulante, dividido em quatro subgrupos: realizável a longo prazo, investimentos, imobilizado e intangível, nessa ordem. (Analista/MPE-AP/FCC/2012) O ativo não circulante é composto por: a) investimento, imobilizado, estoques de produtos originários da atividade da empresa. b) estoques de produtos originários da atividade da empresa, caixa, bancos. c) intangível, imobilizado, reservas de capital. d) ativo realizável a longo prazo, reservas de capital, financiamentos. e) ativo realizável a longo prazo, investimentos, imobilizado e intangível. Gabarito oficial: E É interessante observar que o grupo ativo permanente foi substituído pelo não circulante, ao qual se incorporou o realizável a longo prazo, que era o segundo grupo do ativo. Outra alteração importante foi a extinção do subgrupo diferido. (Analista/Metrô/FCC/2012/Adaptada) Em relação às novas normas brasileiras de contabilidade, introduzidas pelas Leis nº 11.638/2007 e nº 11.941/2009: O ativo permanente permanece na estrutura do balanço patrimonial, mas como subgrupo do ativo não circulante. E 3 Critério de disposição das contas no passivo Na classificação dos elementos do passivo exigível, considera-se a ordem decrescente de grau de exigibilidade. Quanto mais próximo o prazo de vencimento da obrigação, maior o seu grau de exigibilidade. Por este critério, aparecem primeiro as contas que tenham prazos de vencimento mais próximos. O passivo é composto por três grupos: 1 - circulante; 2 - não circulante; 3 - patrimônio líquido, dividido basicamente em capital social, reservas de capital, ajustes de avaliação patrimonial, reservas de lucros, ações em tesouraria e prejuízos acumulados. (Analista/TRT-4/FCC/2011) De conformidade com as Normas Internacionais de Contabilidade, são grupos do balanço patrimonial: a) ativo circulante, realizável a longo prazo, ativo diferido, ativo imobilizado e exigível a longo prazo. b) ativo imobilizado, ativo intangível, ativo diferido e o patrimônio líquido. c) realizável de longo prazo, diferido, investimentos, passivo circulante e passivo não circulante. d) ativo circulante, ativo permanente, passivo circulante e passivo não circulante. e) passivo não circulante, passivo circulante, patrimônio líquido, ativo circulante, imobilizado, intangível e investimentos.

4 5 Gabarito oficial: E O grupo resultados de exercícios futuros foi extinto pela Medida Provisória nº 449/2008, convertida na Lei nº 11.941/2009. O saldo existe nesse grupo em 31/12/2008 foi reclassificado para o passivo não circulante, como receita diferida. (Analista/MPE-AP/FCC/2012) o saldo existente no resultado do exercício futuro em 31/12/2008 deverá ser reclassificado para o passivo não circulante em conta representativa de receita diferida. C Antes da edição da Lei nº 11.638/07 e da MP nº 449/08, convertida na Lei nº 11.941/09, o balanço apresentava esta estrutura básica: Balanço patrimonial Ativo Passivo Circulante Circulante Realizável a Longo Prazo Exigível a Longo Prazo Permanente Resultados de Exercícios Futuros Investimentos Patrimônio Líquido Imobilizado Capital Social Diferido Reservas de Capital Reservas de Reavaliação Reservas de Lucros Lucros ou Prejuízos Acumulados Após a MP nº 449/08 (Lei nº 11.941/09), essa estrutura passou a ser a seguinte: Balanço patrimonial Ativo Passivo Circulante Circulante Não Circulante Não Circulante Realizável a Longo Prazo Patrimônio Líquido Investimentos Capital Social Imobilizado ( ) Gastos com Emissão de Ações Intangível Reservas de Capital Ajustes de Avaliação Patrimonial Reservas de Lucros ( ) Ações em Tesouraria ( ) Prejuízos Acumulados Total do ativo Total do passivo (Analista/TRE-RN/FCC/2011) As Leis nº 11.687/2007 e nº 11.941/2009, ao modificarem alguns dos artigos da Lei nº 6.404/1976 (Lei das Sociedades por Ações) com o objetivo de adaptar as normas brasileiras de contabilidade às internacionais, criaram e extinguiram, respectivamente, os seguintes grupos do balanço patrimonial: a) ativo permanente e passivo não circulante. b) resultado de exercícios futuros e ativo realizável a longo prazo. c) ativo não circulante e passivo circulante. d) ativo imobilizado e ativo circulante. e) ativo intangível e resultado de exercícios futuros. Total do ativo Total do passivo Gabarito oficial: E

6 7 4 Compensação de saldos devedores e credores Os saldos devedores e credores que a companhia não tiver direito de compensar devem ser classificados separadamente (art. 178, 3 ). Se a companhia adquirir mercadorias com ICMS a Recuperar de 100 e as vender com ICMS a Recolher de 150, em vez de apresentar o saldo da conta ICMS a Recuperar no ativo circulante e o da conta ICMS a Recolher no passivo circulante, deverá fazer a compensação, de forma que apareça apenas o saldo favorável ao estado. Portanto, a conta ICMS a Recolher será classificada no passivo circulante com o saldo de 50, e a conta ICMS a Recuperar não será apresentada no balanço. 5 Composição do ativo Como já vimos, o ativo é composto por dois grupos: circulante e não circulante, divididos em subgrupos, cujo conteúdo é especificado pelo art. 179 da Lei das S/A. 6 Ativo circulante De acordo com a Lei das Sociedades por Ações, art. 179, I, o ativo circulante é composto por três subgrupos: 1 - disponibilidades; 2 - direitos realizáveis no curso do exercício social subsequente; 3 - aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte (despesas pagas antecipadamente, ou seja, ainda não incorridas). Nos termos do CPC 26 (R1), o ativo deve ser classificado como circulante quando satisfizer, de forma alternativa, qualquer dos seguintes critérios: 1 - espera-se que seja realizado, ou se pretende que seja vendido ou consumido no decurso normal do ciclo operacional da entidade; 2 - está mantido essencialmente com o propósito de ser negociado; 3 - espera-se que seja realizado até 12 meses após a data do balanço; ou 4 - é caixa ou equivalente de caixa (CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa), a menos que sua troca ou uso para liquidação de passivo se encontre vedada durante pelo menos 12 meses após a data do balanço. Todos os demais ativos devem ser classificados como não circulantes. 7 Disponibilidades Disponibilidades são os elementos do ativo que representam dinheiro ou que nele podem ser convertidos imediatamente. São os valores utilizáveis como meios de pagamento. É o caso das contas Caixa, Bancos Conta Movimento, Aplicações Financeiras de Liquidez Imediata e Numerários em Trânsito. Nos termos do CPC 03, para que um investimento seja identificado como equivalente de caixa, ele precisa ter conversibilidade imediata em montante conhecido de caixa e estar sujeito a um insignificante risco de mudança de valor. Portanto, um investimento normalmente qualifica-se como equivalente

8 9 de caixa somente quando tem vencimento de curto prazo, por exemplo, três meses ou menos, a contar da data da aquisição. Por exemplo, aplicações em CDB e RDB no prazo de até três meses. (Analista/TRF-2ª/FCC/2012) Aplicações financeiras de alta liquidez e que estejam sujeitas a insignificante risco de mudança de seu valor podem ser contabilizadas como disponibilidades, já que são consideradas equivalentes de caixa. C Em regra, os investimentos em instrumentos patrimoniais, tais como ações e cotas de outras sociedades, não são equivalentes de caixa, a menos que eles sejam, substancialmente, equivalentes de caixa, como, por exemplo, no caso de ações preferenciais resgatáveis que tenham prazo definido de resgate e cujo prazo atenda à definição de curto prazo. Os equivalentes de caixa são mantidos com a finalidade de atender a compromissos de caixa de curto prazo, e não para investimento ou outros propósitos. Em resumo, nem todo equivalente de caixa representa disponibilidade, pois esta traduz valores já disponíveis para uso, ou seja, com liquidez imediata. A conta Bancos Conta Movimento registra as operações que afetam a conta bancária de livre movimentação. Se um valor depositado em banco corresponde a aplicação financeira que pode ser movimentada livremente, sem prazo para resgate, deve ser usada a conta Aplicações Financeiras de Liquidez Imediata. Se houver prazo para resgate, como no caso de Certificados de Depósitos Bancários CDB e Recibos de Depósitos Bancários RDB, o mais adequado é utilizar a conta Aplicações Financeiras (ativo circulante, direitos realizáveis no exercício seguinte). Os depósitos judiciais, depósitos para garantia de importação, depósitos para garantia de participação em licitação etc., que não são de livre movimentação, devem ser registrados na conta Bancos Conta Vinculada (ativo circulante/não circulante realizável a longo prazo, direitos realizáveis). Quando mantidos em tesouraria na data do encerramento do exercício (ainda não entregues aos beneficiários), os cheques emitidos pela companhia não devem afetar o saldo da conta Bancos Conta Movimento. Todavia, se, na data do balanço, já tiverem sido contabilizados, apesar de ainda não entregues, deverá ser efetuado o estorno do registro contábil. Os cheques emitidos pela companhia e entregues aos beneficiários até a data do encerramento do exercício devem ser registrados normalmente na conta Bancos Conta Movimento. (Analista/TRT-4/FCC/2011) Os cheques emitidos, registrados contabilmente e entregues pela empresa para quitação de obrigações, mas ainda não apresentados ao banco pelo portador, devem ter o seu valor a) estornado da conta de Disponibilidades da empresa. b) creditado na conta Banco Conta Movimento. c) registrado no grupo de Compensação do Ativo. d) identificado e conciliado de forma extracontábil. e) registrado em conta do ativo como Cheques a Receber. Gabarito oficial: D Os numerários em trânsito representam remessas bancárias de valores entre estabelecimentos da companhia ou entre estes

10 11 e clientes, fornecedores etc. Os valores em trânsito e já conhecidos na data do balanço podem integrar o saldo da conta Bancos Conta Movimento ou serem lançados em uma conta específica (Numerários em Trânsito). Principalmente por medida de segurança as empresas não mantêm valores elevados em suas tesourarias. Para pagar despesas de pequeno valor ou que não comportem o uso de cheques ou outros instrumentos bancários, valem-se do fundo fixo de caixa (pequeno caixa). O valor do fundo fixo e entregue a um funcionário responsável, que presta contas regularmente. Assim, o valor comprovado como despesa é registrado no resultado. 8 Direitos realizáveis no curso do exercício social subsequente Para fins de reconhecimento de ativos, passivos, receitas e despesas, há um flagrante conflito entre os critérios definidos na Lei das S/A e os previstos nos pronunciamentos do CPC. Enquanto a lei adota critérios jurídicos, baseados principalmente na forma jurídica (há exceções, como a parte final do inciso IV do art. 179, que trata do imobilizado), o CPC segue a primazia da essência sobre a forma, considerando os efeitos econômicos em detrimento da forma jurídica. Por exemplo, enquanto para a Lei das S/A um bem normalmente deve ser reconhecido no ativo quando é de propriedade da entidade, para o CPC o reconhecimento depende de ele gerar benefícios econômicos futuros em favor da entidade (contribuir para o fluxo de caixa) e de seu custo poder ser mensurado, mesmo que não seja de propriedade da entidade. Voltando ao texto da lei, não se confundem direitos realizáveis e contas a receber, apesar de contas a receber ser o significado normalmente dado ao termo direitos em contabilidade. Na Lei das S/A, a expressão direitos realizáveis tem o sentido jurídico de direitos subjetivos patrimoniais, que podem ser divididos em reais (bens) e pessoais (créditos, contas a receber). A soma dos direitos reais com os direitos pessoais é igual ao ativo total. Os direitos realizáveis também estão presentes no ativo não circulante realizável a longo prazo. Em resumo, os direitos realizáveis podem ser divididos em: 1 - direitos realizáveis reais são os bens; 2 - direitos realizáveis pessoais são os créditos. São exemplos de direitos realizáveis reais os estoques de: 1 - matérias-primas; 2 - produtos em elaboração; 3 - produtos acabados; 4 - mercadorias; 5 - materiais de uso ou consumo. A realização dos estoques, em regra, ocorre por meio da venda ou do consumo dos bens. Em geral, os estoques são apresentados no ativo circulante. Contudo, os estoques de bens que só possam ser alienados após o exercício seguinte, como animais ainda em criação ou bens que exijam um longo período de produção, devem ser classificados no ativo não circulante realizável a longo prazo. Direitos realizáveis pessoais Os direitos realizáveis pessoais, vale dizer, os créditos, são classificados no ativo

12 13 circulante ou no ativo não circulante realizável a longo prazo, conforme o prazo previsto para a realização. São exemplos de direitos realizáveis pessoais: 1 - Duplicatas a Receber; 2 - Notas Promissórias a Receber; 3 - Adiantamentos a Fornecedores; 4 - ICMS a Recuperar; 5 - IPI a Recuperar. A realização do direito pessoal pode dar-se por: 1 - recebimento do valor em dinheiro, como é o caso de duplicatas e promissórias a receber; 2 - recebimento de mercadorias ou serviços, como é o caso de Adiantamentos a Fornecedores; 3 - compensação, como é o caso do ICMS e IPI a recuperar. Divisão do ativo circulante nos planos de contas Os planos de contas, tradicionalmente, fazem a divisão do ativo circulante em quatro subgrupos: 1 - disponibilidades; 2 - direitos de curto prazo; 3 - estoques; 4 - despesas antecipadas. Todavia, a Lei n 6.404/76 divide o ativo circulante em apenas três subgrupos, sem discriminar os direitos de curto prazo e estoques, os quais são reunidos em um único subgrupo, denominado direitos realizáveis no curso do exercício social subsequente (seguinte). Quanto à ordem de liquidez dos elementos do circulante (e também do realizável a longo prazo), em razão dos usos e costumes, as contas a receber são apresentadas antes dos estoques. As importação de mercadorias em andamento são classificadas no ativo circulante, mas as importação de bens de uso permanente em andamento devem figurar no ativo imobilizado. 8.1 Duplicatas descontadas Na operação de desconto, o banco antecipa o valor de títulos de crédito (duplicatas, notas promissórias), pagando à empresa o valor atual (valor nominal do título menos o desconto). A empresa, entretanto, não promove a baixa do valor do documento, na conta Duplicatas a Receber, no ato da operação de desconto, porque se o título não for recebido do cliente, o banco poderá cobrá-lo de quem lhe efetuou o desconto. Muito embora se refiram ao período ainda a transcorrer até a data de vencimento do título de crédito, os juros do desconto são cobrados antecipadamente. Antes da convergência da Contabilidade brasileira aos padrões internacionais, a operação de desconto de duplicata a receber de cliente era registrada assim: D - Bancos Conta Movimento ( ativo) D - Juros a Vencer ( ativo) C - Duplicatas Descontadas ( ativo) No ato do desconto, a empresa registrava os juros da operação como despesa antecipada, no ativo, e os apropriava posteriormente ao resultado, de acordo com o prazo

14 15 transcorrido. A conta Duplicatas Descontadas era classificada como retificadora do ativo. Retificava a conta Duplicatas a Receber. Todavia, com a aplicação das normas internacionais de contabilidade, vários autores têm adotado o seguinte critério: 1 D - Bancos Conta Movimento ( ativo) D - Encargos Financeiros a Transcorrer ( PE) C - Duplicatas Descontadas ( PE) Desse modo, a conta Duplicatas Descontadas passaria a ser classificada no passivo exigível, sendo retificada pela conta Encargos Financeiros a Transcorrer. A justificativa para esse tratamento é que, como o desconto de duplicata não transfere para o banco o risco do não recebimento do título, trata-se, na essência, de um empréstimo bancário com duplicatas oferecidas em garantia. É importante observar que a FCC ainda não utilizou esse critério. Em suas provas recentes, essa organizadora manteve a classificação da conta Duplicatas Descontadas como retificadora do ativo. Lançamento de apropriação dos juros ao resultado: D - Despesa de Juros ( SL) C - Encargos Financeiros a Transcorrer ( PE) Quando o banco recebe a duplicata, é remetido um aviso do fato à empresa, que só então efetua a baixa na conta Duplicatas a Receber, mediante o seguinte lançamento: 1 Esse é o posicionamento, por exemplo, dos autores do livro Manual de Contabilidade Societária (Fipecafi), Sérgio de Iudícibus e outros. D - Duplicatas Descontadas ( PE) C - Duplicatas a Receber ( ativo) (Analista/TRF-2ª/FCC/2012) Uma companhia efetuou uma operação de desconto comercial de duplicatas a receber no valor de R$ 95.000,00 com prazo de vencimento de 90 dias junto a uma instituição financeira. O valor dos encargos financeiros foi de R$ 5.000,00. O lançamento que registra corretamente tal fato contábil no dia de sua ocorrência é: a) D - Duplicatas Descontadas 90.000,00 C - Juros a Apropriar 5.000,00 C - Bancos 95.000,00 b) D - Bancos 95.000,00 C - Juros a Apropriar 5.000,00 C - Duplicatas a Receber 90.000,00 c) D - Bancos 95.000,00 C - Duplicatas a Receber 95.000,00 d) D - Bancos 90.000,00 D - Juros a Apropriar 5.000,00 C - Duplicatas Descontadas 95.000,00 e) D - Duplicatas a Receber 95.000,00 C - Juros a Apropriar 5.000,00 C - Bancos 90.000,00 Gabarito oficial: D (Analista/TRF-2ª/FCC/2012) Uma companhia fez, no dia 10 de dezembro de 2011, uma operação de desconto de duplicatas, todas com prazo de vencimento superior a 60 dias a contar da data da operação, junto a uma instituição financeira. A taxa de desconto comercial foi de 3% ao mês. Na data do desconto, o lançamento que retrata corretamente a ocorrência e a extensão desse fato contábil é (desprezando-se os valores):

16 17 a) D - Bancos C - Juros a Apropriar C - Duplicatas Descontadas b) D - Bancos D - Juros a Apropriar C - Duplicatas Descontadas c) D - Duplicatas Descontadas D - Juros a Apropriar C - Bancos d) D - Bancos D - Despesa com Juros C - Duplicatas Descontadas e) D - Duplicatas Descontadas D - Despesa com Juros C - Bancos Gabarito oficial: B (Analista/MPE-PE/FCC/2012) Balancete de Verificação Cia. Gama 31-12-2011 em R$ Contas Saldos devedores Saldos credores Disponível 350.000,00 Duplicatas a Receber 400.000,00 Duplicatas Descontadas 250.000,00 Estoques 450.000,00 Seguros a Vencer 50.000,00 Impostos a Recuperar 90.000,00 Fornecedores 397.000,00 Impostos a recolher 160.000,00 Empréstimos a Longo Prazo 193.000,00 Empréstimos a Coligadas 100.000,00 Participação Societária Cia. B 200.000,00 Participação Societária Cia. C 180.000,00 Capital 850.000,00 Imobilizado 900.000,00 CSLL a Pagar 28.000,00 Imposto de Renda a Pagar 45.000,00 Depreciação Acumulada 360.000,00 Ajustes de Avaliação Patrimonial 70.000,00 Receita de Vendas 640.000,00 Despesas Administrativas 207.000,00 Despesas Financeiras 40.000,00 Custo das Mercadorias Vendidas 190.000,00 Resultado da Equivalência Patrimonial 160.000,00 Reversão de Provisões 20.000,00 Receitas Financeiras 57.000,00 Despesas com tributos sobre o lucro 73.000,00 Total 3.230.000,00 3.230.000,00 O valor total do ativo circulante, constante do balanço patrimonial da Cia. Gama encerrado em 31-12-2011, equivaleu, em R$, a a) 1.030.000,00 b) 1.130.000,00 c) 1.190.000,00 d) 1.040.000,00 e) 1.090.000,00 Disponível 350.000,00 Duplicatas a Receber 400.000,00 Duplicatas Descontadas ( 250.000,00) Estoques 450.000,00 Seguros a Vencer 50.000,00 Impostos a Recuperar 90.000,00 Total do ativo circulante 1.090.000,00

18 19 A classificação da conta Duplicatas Descontadas não é pacífica. Há quem a classifique no passivo circulante. Todavia, nessa questão, a FCC posicionou-se claramente por sua classificação como conta retificadora do ativo. Gabarito oficial: E (Técnico/MPE-PE/FCC/2012) O balancete de verificação da Cia. Mar Morto, relativo ao exercício de 2011, apresentava os seguintes dados: Balancete de Verificação Cia. Mar Morto 31-12-2011 Contas Devedores Credores Disponível 200.000,00 Fornecedores 240.000,00 Duplicatas a Receber 380.000,00 Empréstimos a Longo Prazo 70.000,00 Capital 200.000,00 Duplicatas Descontadas 170.000,00 Estoques 260.000,00 Despesas do Exercício Seguinte 40.000,00 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 50.000,00 Empréstimos a Coligadas 10.000,00 Impostos a recolher 180.000,00 Apuração do Resultado do Exercício 310.000,00 Ativo Intangível 120.000,00 Amortização Acumulada 70.000,00 Impostos a Recuperar 75.000,00 Imobilizado 538.000,00 CSLL a Recolher 35.000,00 Imposto de Renda a Recolher 48.000,00 Depreciação Acumulada 250.000,00 TOTAL 1.623.000,00 1.623.000,00 Uma vez encerrada a conta de apuração do resultado do exercício, foi elaborado o balanço patrimonial da entidade relativo a 31-12-2011. O valor do ativo circulante da companhia nessa demonstração foi equivalente, em R$, a a) 785.000,00. b) 660.000,00. c) 735.000,00. d) 610.000,00. e) 710.000,00. Eis o balancete: Disponível 200.000,00 Fornecedores 240.000,00 Duplicatas a Receber 380.000,00 Empréstimos a Longo Prazo 70.000,00 Capital 200.000,00 Duplicatas Descontadas 170.000,00 Estoques 260.000,00 Despesas do Exercício Seguinte 40.000,00 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa 50.000,00 Empréstimos a Coligadas 10.000,00 Impostos a recolher 180.000,00 Apuração do Resultado do Exercício 310.000,00 Ativo Intangível 120.000,00 Amortização Acumulada 70.000,00 Impostos a Recuperar 75.000,00 Imobilizado 538.000,00 CSLL a Recolher 35.000,00 Imposto de Renda a Recolher 48.000,00 Depreciação Acumulada 250.000,00 Total 1.623.000,00 1.623.000,00

20 21 Ativo circulante: Disponível 200.000,00 Duplicatas a Receber 380.000,00 Duplicatas Descontadas (170.000,00) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa ( 50.000,00) Impostos a Recuperar 75.000,00 Estoques 260.000,00 Despesas do Exercício Seguinte 40.000,00 Total 735.000,00 Note que mais uma vez a FCC classificou a conta Duplicatas Descontadas como retificadora do ativo. Gabarito oficial: C 8.2 Títulos em cobrança simples bancária Na cobrança simples bancária, a empresa remete os títulos ao banco apenas para fins de cobrança. A remessa dos títulos para cobrança é um ato administrativo. Normalmente não há lançamento correspondente. O valor não é pago antecipadamente pela instituição financeira, que se limita a cobrar os títulos. O valor recebido pelo banco é lançado na conta- -corrente da empresa, que recebe um aviso bancário do fato. Recebido o aviso bancário, o valor é debitado na conta Bancos Conta Movimento, creditando-se Duplicatas a Receber, juntamente com o registro da despesa de cobrança. Por exemplo, aviso de recebimento de duplicata em cobrança simples no valor nominal de 1.000, com despesas de cobrança de 50: D - Bancos Conta Movimento 950 D - Despesas de Cobrança Bancária 50 C - Duplicatas a Receber 1.000 A cobrança simples não deve ser confundida com a operação de desconto, em que o banco antecipa o valor do título à empresa, pagando-lhe o valor atual (o valor nominal diminuído do desconto). No desconto, como o pagamento é feito à empresa antecipadamente, quando o banco recebe o título do cliente, nada é lançado na conta daquela, que apenas registra a baixa da duplicata, debitando Duplicatas Descontadas e creditando Duplicatas a Receber. 9 Aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte As despesas antecipadas recebem, na Lei n 6.404/76, a denominação de aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte. Em atendimento ao princípio da competência, as despesas pagas dentro de um exercício mas que pertençam ao exercício seguinte devem ser registradas no ativo circulante. A transferência do valor de despesa antecipada para o resultado é feita à medida que o período ao qual ela pertence tenha transcorrido. Podem figurar no balanço patrimonial como despesas antecipadas os valores pagos antecipadamente que correspondam a seguros, juros, salários, aluguéis, assinaturas de jornais e revistas, bilhetes de passagem. 10 Operações com seguros 1º Exemplo Consideremos que, em 31.10.x1, fosse paga despesa de seguro contra incêndio com as seguintes características: 1 - período de cobertura previsto na apólice de seguros: 01.11.x1 a 31.10.x2; 2 - valor pago: 1.200.

22 23 Em 31.10.x1, data do pagamento do seguro: D - Seguros a Vencer C - Caixa 1.200 A conta Seguros a Vencer indica que a despesa de seguro foi paga antecipadamente. Neste caso, ela deve ser classificada no ativo circulante. Também poderíamos usar as denominações Seguros Antecipados, Seguros Pagos Antecipadamente, Prêmios de Seguros a Apropriar, Despesas de Seguros Antecipados. Em 31.12.x1, data de encerramento do exercício, apropriamos ao resultado a parcela pertencente ao exercício de x1: D - Despesa de Seguros C - Seguros a Vencer 200 Como o valor do seguro é correspondente ao período de 12 meses, a parcela mensal é de: 1.200/12 meses = 100. Logo, a parte correspondente aos dois meses de cobertura do seguro no exercício de x1 é de: 100 x 2 meses = 200. Em 31.12.x1, no resultado do exercício, temos o valor de 200, a título de despesa de seguros do período de 01.11.x1 a 31.12.x1. No ativo circulante, deve ser indicado, na conta Seguros a Vencer, o saldo de 1.000. Uma outra forma muito usual de efetuarmos os registros contábeis da operação de seguro anteriormente vista seria a seguinte: Em 31.10.x1, data do pagamento do seguro, lançaríamos: D - Despesa de Seguros C - Caixa 1.200 Neste caso, todo o valor pago foi lançado como despesa, apesar de o pagamento ter sido feito antecipadamente. Não haverá grandes inconvenientes nisso, desde que seja feito o ajuste até a data do encerramento do exercício. Em 31.12.x1, data de encerramento do exercício, transferiríamos para a conta Seguros a Vencer a parcela do seguro correspondente ao exercício de x2: D - Seguros a Vencer C - Despesa de Seguros 1.000 Os efeitos são iguais aos obtidos quando usamos o outro critério para registro: em 31.12.x1, no resultado do exercício, teríamos o valor de 200, a título de despesa de seguros do período de 01.11.x1 a 31.12.x1, e, no ativo circulante, seria indicado, na conta Seguros a Vencer, o saldo de 1.000. 2º Exemplo Consideremos que, em 31.10.x1, fosse paga despesa de seguro contra incêndio com as seguintes características: 1 - período de cobertura previsto na apólice de seguro: 01.01.x2 a 31.12.x2; 2 - valor pago: 1.200. O período de cobertura está totalmente compreendido no exercício de x2. Em 31.10.x1, data do pagamento do seguro, lançaríamos:

24 25 D - Seguros a Vencer C - Caixa 1.200 Nenhum ajuste seria feito em 31.12.x1, um vez que só haveria despesa de seguro a partir de x2. O saldo da conta Seguros a Vencer, de 1.200, seria apresentado no ativo circulante. 3º Exemplo Consideremos que, em 31.10.x1, fosse paga despesa de seguro contra incêndio com as seguintes características: 1 - período de cobertura previsto na apólice de seguro: 01.01.x2 a 31.12.x2; 2 - valor pago: 100; 3 - valor total da apólice: 1.200; 4 - data de pagamento do valor restante (1.100): 31.03.x2. Observe que neste caso o valor do seguro contratado não foi integralmente pago. Resta pagar a quantia de 1.100. Em 31.10.x1, data do pagamento da primeira parte do valor do seguro: D - Seguros a Vencer C - Caixa 100 Em 31.12.x1, a conta Seguros a Vencer apareceria no ativo circulante com o saldo de 100. Não consideramos o valor restante a pagar pelo fato de corresponder a período de cobertura ainda não transcorrido. O período de cobertura está totalmente compreendido em x2. Logo, não há despesa de seguro, nem obrigação correspondente a apropriar em x1. Entretanto, alguns contabilistas adotam critérios diferentes na solução deste problema. Para estes, o certo seria efetuar o lançamento indicado abaixo. Em 31.10.x1, data do pagamento do seguro, o lançamento seria: D - Seguros a Vencer 1.200 C - Caixa 100 C - Seguros a Pagar 1.100 Desta forma, a conta Seguros a Vencer apareceria no ativo circulante, em 31.12.x1, com o saldo de 1.200. Os inconvenientes neste lançamento são: a indicação na conta Seguros a Vencer de um valor que, em parte, não corresponde a seguro pago antecipadamente e a apresentação de igual valor na conta Seguros a Pagar, apesar de o seguro ser relativo a x2 e, portanto, ainda não incorrido. (Analista/TRF-2ª/FCC/2012) Uma empresa contratou, em 1º de outubro de 2011, uma apólice de seguro contra incêndio de seus imóveis, com cobertura para o período de 1º de outubro de 2011 a 30 de setembro de 2013, em três pagamentos iguais e sucessivos de R$ 50.000,00. O valor lançado como despesa de seguros no exercício de 2011, em R$, foi igual a a) 37.500,00. b) 18.750,00. c) 75.000,00. d) 56.250,00. e) 0,00. Despesa de 2011 = (150.000/24 meses) 3 meses = 18.750.

26 27 Gabarito oficial: B 11 Registro de operações com juros antecipados Consideremos que a companhia tenha efetuado o desconto de uma duplicata com as seguintes características: 1 - data da operação de desconto: 01.12.x1; 2 - data de vencimento da duplicata: 31.01.x2; 3 - valor nominal da duplicata: 1.000; 4 - valor dos juros do desconto pagos antecipadamente: 200; 5 - valor atual recebido pela companhia ao efetuar o desconto: 800. Em 01.12.x1, data da operação de desconto, registraríamos: D - Bancos Conta Movimento 800 D - Encargos Financeiros a Transcorrer 200 C - Duplicatas Descontadas 1.000 Em 31.12.x1, data do encerramento do exercício, apropriaríamos a parcela correspondente à despesa de juros do desconto relativa ao exercício de x1: D - Despesa de Juros C - Encargos Financeiros a Transcorrer 100 Antes da adoção das normas internacionais de contabilidade, os juros do desconto eram registrados como despesa antecipada, no ativo circulante. Atualmente, eles são lançados na conta Encargos Financeiros a Transcorrer, retificadora do passivo circulante. A conta Duplicatas Descontadas, que agora é passível de classificação no passivo circulante, deve ser baixada, em contrapartida com Duplicatas a Receber, quando o banco avisar à companhia que o devedor pagou o título. Na essência, o desconto de duplicatas representa um empréstimo com títulos oferecidos em garantia. Segundo a Estrutura Conceitual, ao avaliar se um item se enquadra na definição de ativo, passivo ou patrimônio líquido, deve-se atentar para a sua essência e realidade econômica e não apenas sua forma legal. O desconto de notas promissórias também é uma operação usual. Existe, porém, uma diferença fundamental a ser considerada do ponto de vista contábil entre o desconto de duplicatas e o desconto de promissórias. Enquanto as duplicatas descontadas serão pagas, na data de vencimento, ao banco pelo sacado (pessoa que comprou a mercadoria a prazo e aceitou as duplicatas), as notas promissórias serão pagas ao banco pela própria companhia que efetuou a operação de desconto com a instituição financeira. Exemplo: Em 01.12.x1, a companhia emite uma nota promissória, com vencimento para 31.01. x2, no valor de 1.000, que é levada a desconto bancário. O banco paga à companhia, no ato do desconto, o valor atual de 800. Na data de vencimento, a companhia pagará ao banco o valor nominal do título, que é de 1.000. Em 01.12.x1, data da operação de desconto, registraríamos: D - Bancos Conta Movimento 800 D - Encargos Financeiros a Transcorrer 200 C - Notas Promissórias Descontadas 1.000

28 29 A conta Notas Promissórias Descontadas é classificada no passivo circulante, uma vez que representa obrigação da própria companhia. O desconto de títulos é, grosso modo, um adiantamento de recursos feito aos clientes pelo banco, garantido normalmente por duplicatas ou notas promissórias. Se o título não for pago pelo devedor, a companhia que o levou a desconto terá de honrar seu pagamento. Essa operação está sujeita ao IOF, que é calculado sobre o valor do principal, e não apenas sobre o valor do desconto. Esse imposto é cobrado da companhia, que o lança como despesa. (Analista/TRF-2ª/FCC/2012) Numa determinada empresa, o valor dos saldos das seguintes contas patrimoniais, após o encerramento das contas de resultado, era, em R$, de Disponível 90.000,00 Perdas estimadas em recebíveis no curto prazo 25.000,00 Estoques 130.000,00 Móveis e Utensílios 50.000,00 Despesas do exercício seguinte 35.000,00 Imóveis 220.000,00 Ativos Intangíveis 60.000,00 Amortização Acumulada 25.000,00 Empréstimos de curto prazo a empresas coligadas 105.000,00 Depreciação Acumulada 40.000,00 Duplicatas a receber (curto prazo) 180.000,00 O total do ativo circulante da referida empresa nesse exercício social, correspondia, em R$, a a) 410.000,00. b) 375.000,00. c) 435.000,00. d) 515.000,00. e) 540.000,00. Disponível 90.000,00 Duplicatas a receber (curto prazo) 180.000,00 Perdas estimadas em recebíveis no curto prazo ( 25.000,00) Estoques 130.000,00 Despesas do exercício seguinte 35.000,00 Ativo circulante 410.000,00 As outras contas são do ativo não circulante. Gabarito oficial: A 12 Ativos especiais Ativo especial é o bem, tangível ou intangível, vinculado à atividade principal ou fim da empresa, gerador de benefícios econômicos de forma continuada, que pode ser explorado sem que haja a transferência de sua propriedade. Assim, o ativo pode gerar receita em diversas transações, sem haver sua alienação. Por exemplo, programas de computador e filmes cinematográficos destinados à cessão de direitos de uso, não à transferência definitiva (sujeitos a amortização, portanto) 2. Também são passíveis de enquadramento nessa categoria bens corpóreos destinados à locação, como veículos, por exemplo. Os custos incorridos na produção de ativos especiais, inicialmente registrados na conta Ativos Especiais em Produção, 2 Manual de Contabilidade Societária (Fipecafi), Sérgio Iudícibus e outros, pág. 94, Editora Atlas, 2010.

30 Outras obras da Editora de forma similar à aplicada na Contabilidade Custos, devem ser transferidos para a conta Ativos Especiais a partir do momento em que possam gerar receitas. Por exemplo, os gastos com um software vão para a conta Ativos Especiais quando o programa está pronto para a cessão de seus direitos de uso. Os métodos de amortização mais usuais de ativos especiais são estes: Método da efetiva utilização divide-se a receita auferida pela receita total estimada para a vida útil do ativo especial. O resultado é o índice de amortização. Por exemplo, se a receita ganha com a exploração de um ativo especial em certo período foi de 100, e o total estimado de receita a ser auferida ao longo de sua vida útil de 10 anos é de 1.000, então a amortização desse período será de: 100/1.000 = 0,1 ou 10%. Esse é o método mais indicado pela doutrina. Método das quotas arbitradas arbitra-se o percentual de amortização com base na expectativa de geração de receita pela utilização do ativo especial. ICMS-SP Questões vol. 1 Autor: Pedro Diniz Ano: 2011 2ª edição ISBN: 978-85-7842-203-5 Páginas: 416 Neste livro de exercícios sobre a legislação tributária do estado de São Paulo, o autor apresenta 700 questões extraídas e adaptadas de provas anteriores, realizadas por diversas instituições organizadoras de concursos, e exercícios inéditos, todos acompanhados pelo gabarito e por mapas que indicam o assunto abordado. ICMS-SP Questões vol. 2 Autor: Pedro Diniz Ano: 2012 1ª edição ISBN: 978-85-7842-250-9 Páginas: 440 Este segundo volume de testes sobre a Legislação Tributária Estadual complementa o primeiro volume, de exercícios. Juntos, agregam 1.700 questões, devidamente adaptadas e atualizadas sobre a legislação do Estado de São Paulo. Sua estrutura subdivide o livro em blocos: ICMS; Simples Nacional; Administração dos Tributos Estaduais; Processo Administrativo Tributário; IPVA e ITCMD.

A série 2.0 representa uma verdadeira evolução nos livros preparatórios para concursos, pois foi criada para que você só precise estudar o que de fato é cobrado pela organizadora do seu concurso e se familiarize com os assuntos mais polêmicos cobrados pela Banca. Trata-se de um livro 2 em 1, pois reúne em um mesmo texto teoria e questões recentes de uma única Banca, organizadas por assunto dentro de cada capítulo. A apresentação da questão imediatamente após a teoria facilita a aprendizagem e a memorização. Por isso, a série 2.0 oferece a você uma verdadeira vantagem competitiva para a conquista da vaga em concurso. www.editoraferreira.com.br