Alimentos alergênicos e suas proteínas antigênicas
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- Ágatha Zagalo Viveiros
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1 Alergia Alimentar 2300 anos: Hipócrates observou que o LV desconforto abdominal, cefaléia e urticária. Reação adversa ao alimento: qualquer reação anormal decorrente da ingestão de um alimento ou aditivo alimentar. Reação tóxica: independe da sensibilidade ou exposição prévia (histamina em peixes). Reação não tóxica: dependem da sensibilidade individual que podem resultar de reações mediadas por mecanismos imunológicos ou outros mecanismos.
2 Alergia Alimentar Alergia ou hipersensibilidade alimentar: envolve um mecanismo imunológico, dependente de antígeno presente nas proteínas dos alimentos Intolerância alimentar: não intermediado por mecanismo imune (intolerância à lactose). Alergia alimentar ocorre com mais freqüência nos primeiros anos de vida (2 a 30%). Lactentes proteína do leite de vaca; em geral aos 2 ou 3 anos já apresenta tolerância. Fração do alimento responsável pela alergia: glicoproteína com peso molecular entre 10 a 70 kd.
3 Processo alérgico
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5 Alimentos alergênicos e suas proteínas antigênicas Leite de vaca -lactoglobulina;,, -caseína; - lactoalbumina Clara de ovo Amendoim Soja Peixe Camarão Catanha do pará Nozes Arroz Trigo Mostarda Ovomucóide, ovoalbumina, ovotransferrina Vicilina, conglutina, glicinina Vicilina, conglicina Parvalbumina Tropomiosina Albumina-2S Albumina 2S Inibidor da alfa-amilase Inibidor da alfa-amilase Albumina-2S
6 Antígeno (glicoproteína) Barreira ácida gástrica Muco Peristaltismo intestinal Integridade da mucosa Genética (RR = 30%) Permeabilidade do trato gastrointestinal
7 Lactoglobulina do LV
8 Resposta mediada por célula A alergia alimentar é mais comum em indivíduos e mediadas por IgA, IgM, IgE, IgG. Resposta humoral
9 Alergia Alimentar: reações anafiláticas ou imediatas Reações do Tipo 1: Mediadas por IgE liberam mediadores (histamina, serotonina, heparina) prurido, contração da musculatura lisa, vasodilatação, aumento da permeabilidade vascular, liberação de citocinas. Alergia alimentar com manifestações digestivas reações do tipo 4. Alergia alimentar: mediada por IgE; parcialmente mediada por IgE; mediada por células.
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11 Alergia Alimentar: manifestações clínicas Anafilaxia sistêmica mediada por IgE náuseas, vômitos, dor abdominal, prurido, edema de glote, cianose, hipotensão arterial, choque e arritmias cardíacas, morte.
12 Alergia Alimentar: manifestações clínicas Síndrome alérgica oral: acomete a orofaringe (prurido, queimação, edema dos lábios, de língua, de palato e de faringe). antígenos inalatórios como o pólen:ingestão de banana, frutas cítricas, maça, kiwi, melão, tomate, cenoura, salsão (se cozidos não tem reação alérgica).
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14 Alergia Alimentar: manifestações clínicas Alergia digestória imediata: 2 horas após ingestão do alimento náuseas, vômitos, dor, distensão abdominal, flatulência, diarréia, hipotonia gástrica, piloroespasmo, alteração na peristalse intestinal, manifestações cutâneas e pulmonares. Gastroenteropatia eosinofílica: Esofagite, gastrite, gastroenterite, perda de proteína pelo tubo digestivo, hipoalbuminemia reação de hipersensibilidade a múltiplos alimentos
15 Alergia Alimentar Alergia ao leite de vaca refluxo gastroesofágico possibilidade de alergia alimentar Enterite por alergia alimentar
16 Alergia Alimentar Enterite por alergia alimentar Primeiro trimestre de vida diarréia grave, distúrbio hidro-eletrolítico, subnutrição, sangue nas fezes, anemia melhora clínica com a retirada do LV (prevalência = 5,7%) Distúrbio da motilidade gastroesofágica induzida por proteínas do leite de vaca
17 Alergia Alimentar: manifestações clínicas Colite alérgica transmissão de alérgenos pelo LM de alimentos ingeridos pela mãe (leite de vaca e proteína da soja) diarréia com sangue, anemia ferropriva, infiltrado de eosinófilo no reto.
18 Alergia Alimentar: manifestações clínicas Lactente + LV alergia constipação
19 Intolerância à lactose do LV Alergia ao LV Qual a diferença do tratamento?
20 Alergia Alimentar: diagnóstico Resultado clínico da dieta de exclusão e no teste de desafio ou desencadeamento (esse último deve ser evitado em casos com risco de reação anafilática). Hemograma compatível com anemia; ferritina. Eosinofilia IgE Biópsias do TGI em lactentes.
21 Alergia Alimentar: tratamento Exclusão do alimento. Dieta balanceada. Suplementação de cálcio se exclusão de leite. Fórmulas substitutas ao LV: leite de cabra, fórmula de soja, fórmula semi-elementar, fórmula elementar Leite de cabra (lactose), leite de soja (glicoproteína): sensibilização do paciente.
22 Alergia Alimentar: tratamento Fórmulas semi-elementares: não eficazes em < 5% dos casos. Criança maior e adolescente: se alergia ao camarão ou abacaxi fácil dieta de exclusão Alergia a múltiplos alimentos dieta semi-alimentar ou elementar Uso de corticóides pode ser necessário
23 Alergia Alimentar: prevenção Exclusão de alimentos alergênicos pela mãe não previne alergia do bebê. Aleitamento materno prolongado Probiótico pode passagem de macromoléculas íntegras pela barreira gastrointestinal.
24 Aumentam a marcha alérgica Antecedentes genéticos +++ Sensibilização precoce e persistente Contato intenso com alérgicos Marcha alérgica Reduzido contato com MOG +++ Fatores ambientais +++ Situação de fumante passivo ++
25 Marcha alérgica Pouca higiene Elevada carga microbiana Vírus, bactérias Alérgenos Muita higiene Reduzida carga microbiana Vírus, bactérias Alérgenos IFN-, IL_12; IFN-, IL-10 Estimula a resposta Th1 Inibe a resposta Th2 IFN-, IL_12; IFN-, IL-10 Estimula a resposta Th2
26 Diminuem a marcha alérgica LM, hidrolisado nos primeiros meses de vida Administração de sólidos após os 4 meses Eliminação de pó caseiro nos primeiros meses de vida Marcha alérgica Probióticos (bifidobactérias) ++ Imunoterapia + Anti-histamínicos + ômega 3, zinco, ferro, nucleotídeos?
27 Leite materno e propriedades contra infecções IgA contra patógenos Lactoferrina Lisozima Oligossacarídeos Glicoconjugados Lipídios Propriedades antiinfecciosas
28 Alergia Alimentar Fórmula semi-alimentar Alfaré Peptamen Júnior Pregomin
29 Resolução SS 336, de Crianças com LM: estimular a manutenção do aleitamento materno e orientar a dieta materna com restrição total de LV e derivados. Crianças alimentadas com fórmula à base de LV ou alimentadas com LV integral: Cç 0-6m: fórmula extensamente hidrolisada Cç 6-12m: sem comprometimento intestinal = Ptn isolada soja; com comprometimento intestinal: fórmula extensamente hidrolisada. Cç > 12 e < 24 meses: sem compr. Intestinal e eutróficas = Ptn isolada soja + refeição sal; com compr. Intestinal e/ou subnutrida = fórmula extensamente hidrolisada. Cç > 24 meses = refeição sal, não recebendo fórmula específica.
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