Prótese e Órtese. Prof.ª Juliana Yule
|
|
|
- Domingos Campos de Andrade
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Prótese e Órtese Prof.ª Juliana Yule
2 Órtese para o Joelho Órtese Joelho-Tornozelo-Pé o Evolução o + Funcionais o + Estéticas
3 Tipos OJTP/KAFO: controle de MI Paralisia muscular Fraturas Lesão de tecidos moles OJ/KO: imobilização do joelho Distensão ligamentar PO Atletas (minimizar e/ou evitar lesões?)
4 OJTP/KAFO de plástico-metal Plástico (polipropileno) Calhas (panturrilha e coxa) Metais (alumínio, magnésio, titânio ou aço) Hastes verticais Articulações Leves
5 OJTP/KAFO de plástico-metal Calha Cobre a face posterior da coxa Leve Velcro Aerodinâmica Hastes verticais Metálicas Unilateral Bilaterais Articulações do joelho Eixo Único Polieixo Haste Calha Eixo Haste Unilateral
6 OJTP/KAFO de plástico-metal Articulação do joelho Sem trava: estabilidade médio-lateral e rotacional Com trava: necessitam de estabilidade em todos os planos
7 OTJP/KAFO de plástico-metal Travas para o joelho Aumentam a estabilidade do joelho Roda dentada Faixas protetoras para o joelho Proteção na face anterior Faixa rígida suprapatelar Faixa pré-tibial Joelheira em couro (presa às hastes laterais/mediais) Com catraca
8 OTJP/KAFO de plástico-metal Controle do plano frontal (ocasional transverso) Indicação: Paralisia extensora do joelho Flacidez de tecidos moles (artrite grave) Genu valgo
9 OJ/KO - Imobilizadores de joelho Talas de imobilização Reforço metálico lateral/medial Indicação: Hemorragias hemofílicas Traumas PO
10 OJTP/KAFO supracondilianas Estabiliza as 3 articulações Permite a flexão na fase de balanço e sentar Proporciona extensão de joelho na fase de apoio pela discreta flexão plantar Imobilização do pé aumenta a estabilidade da marcha Contra indicada em edema
11 OJTP/KAFO de couro-metal Nas indicações de edema grave e flutuação do volume da perna
12 OJ/KO 4 aplicações: Função Reabilitação Profilaxia Redução de contraturas
13 OJ/KO Funcionais Suporte para tecidos moles flácidos ou musculatura enfraquecida Possui: Hastes verticais bilaterais Confeccionadas em metal, fibra de vidro ou plástico As calhas são de plástico Têm articulação de joelho com ou sem trava Oferecem: Apoio ântero-posterior instabilidades ligamentares Apoio médio-lateral genuvaro Apoio rotacional
14 OJ/KO para reabilitação Após PO Uso por curto período de tempo Confeccionados em lona com ou sem espuma Possuem reforços de metal Fechamento por velcro
15 OJ/KO profiláticos? Evitar lesão? Criam dependência
16 OJ/KO para redução de contraturas Apresentam hastes verticais bilaterais Aplicam força constante no joelho Permite aumentos progressivos de amplitude de movimentos Articulações de joelho com molas (aumentam a força de tensão) Podem utilizar recursos (bolsas de ar) Componentes elásticos
17 OJ/KO para suporte Proporcionam apoio moderado Auxiliam na movimentação da patela Alívio da dor São confeccionadas em lona de algodão ou sintética com ou sem segmentos elásticos Com reforços rígidos ou neoprene
18 Orientações para prescrição de OJ/KO e OJTP/KAFO 1) para controle de fraqueza do quadríceps durante a fase de apoio: Calçado com salto baixo OTP-TR regulada em flexão plantar OTP-TR e faixa proximal anterior OJTP com uma trava no joelho e faixa pré-patelar ou suprapatelar ou almofada no joelho OJTP com dial 2) Para controlar a flexão do joelho durante a fase de apoio em presença de contratura do joelho em flexão OJTP com trava
19 Orientações para prescrição de OJ/KO e OJTP/KAFO 3) Para controlar hiperextensão do joelho durante a fase de apoio em presença de genu recurvato Calçado com salto discretamente + alto OTP-TR regulada em posição de dorsiflexão OJTP com faixas localizadas posteriormente para a panturrilha e para a porção distal da coxa. 4) Para proporcionar controle mediolateral durante a fase de apoio em presença de genuvalgo OTP-TR com faixa rígida para panturrilha na borda medial OJTP com uma faixa rígida para a panturrilha na borda medial; a órtese pode ter ou não trava para a articulação mecânica do joelho OJTP com trava para joelho e almofada sobre o joelho com a 5ª tira afivelada na barra vertical lateral OJTP com um disco medial na altura do joelho
20 Estudo de caso FC, uma dona de casa de 64 anos teve poliomielite aos 6 anos de idade. A doença causou enfraquecimento de todos os músculos da sua extremidade inferior esquerda e o membro esquerdo ficou 4 cm mais curto que o direito. Seu joelho direito apresenta uma grande flacidez de ligamentos e recurvado em 25 graus quando recebe carga. Todos os grupos musculares do pé e tornozelo encontram-se bastantes enfraquecidos (1/5). O quadríceps e os isquiotibiais estão fracos (2/5). Ao tornozelo esquerdo faltam 5 graus de dorsiflexão passiva. A extremidade direita apresenta uma amplitude de movimento ativo dentro dos limites normais e a força muscular também dentro do intervalo da normalidade (5/5). Ela utilizaou uma OJTP de couro metal com muletas Lofstrand bilaterais desde a infância.
21 ... continuação FC realiza deambulação doméstica. Sua OJTP está agora muito usada. A tira de couro para estabilização da faixa da panturrilha e a almofada de couro para apoio do joelho estão rotas (arrebentadas). A articulação do joelho de eixo único com trava por anel deslizante está com dispositivo para liberação da mola de retenção quebrado. Ela utiliza calçados de couro com cadarços e abertura adaptados e um calço no salto para compensar a contratura em flexão plantar e a discrepância no comprimento das pernas. O calçado está fixado à OJTP por intermédio de um estribo rígido. O couro por cima da caixa de dedos encontra-se rachado e a sola embaixo da cabeça dos metatarsianos está furada. Ela se sente confortável com a OJTP atual, apesar de necessitar de reparos. Consideraria a hipótese de uma nova órtese caso estivesse trabalhando melhor do está atualmente?
22 Introdução Trauma Raquimedular (TRM) lesão da medula espinhal concomitante às injúrias da coluna vertebral. ocorre em cerca de 15 a 20% das fraturas da coluna.
23 Epidemiologia No Brasil Incidência : de 32 a 52 casos/milhão de hab Nº casos/ano : Custo : 300 milhões de dólares/ano Sexo : preferencialmente masculino Faixa etária : entre 15 e 40 anos
24 Etiologia Acidente automobilístico Quedas de nível Mergulho em água rasa Ferimento por arma de fogo ou branca
25 Considerações anatômicas Formação da coluna vertebral São 33/34 vértebras divididas da seguinte forma: - 7 cervicais - 12 torácicas - 5 lombares - 5 sacrais - 4/5 coccígeas
26 Considerações anatômicas Formação do canal vertebral (canal raquideo): - parede posterior do corpo vertebral - parede anterior do arco vertebral
27
28 Considerações anatômicas A medula espinhal no adulto possui cerca de 45 cm A cauda eqüina localiza-se na parte baixa do canal vertebral formada pelas raízes dos nervos espinhais.
29 Considerações anatômicas Dermátomo é a área da pele que leva informações sensitivas de cada raiz nervosa. Miótomo é o grupo de músculos que cada raiz inerva.
30 Fisiopatologia Mecanismo da lesão primária da medula Fase aguda (até 8h do trauma) - Transferência de energia cinética - Rompimento dos axônios - Lesão de células nervosas - Ruptura dos vasos sangüíneos
31 Classificação Lesão medular completa quando existe ausência de sensibilidade e função motora nos segmentos sacrais baixos. Lesão medular incompleta quando é observada preservação parcial das funções motoras abaixo do nível da lesão
32 Classificação Tetraplegia perda da função motora e sensitiva nos segmentos cervicais. Paraplegia perda da função motora e sensitiva nos segmentos torácicos, lombares ou sacrais.
33 Neuroimagem - Rx AP/ Perfil - Radiografia dinâmica contra-indicada em paciente com déficit neurológico ou inconsciente - Ressonância magnética auxilia o diagnóstico do TRM e sempre que possível leve ser utilizada na fase inicial do diagnóstico
34 Deslocamento Atlantooccipital
35 Espondilolistese
36 Fratura Vertebral
37 Fratura de Jefferson
38 Fragmento Impactado
39 Compressão Medular
40 Secção Medular
41 Hérnia Discal Pós-Traumática
42 Síndromes Medulares da medula central principalmente na região cervical e apresenta comprometimento maior dos membros superiores que dos inferiores.
43 Síndromes Medulares da medula anterior ocorre preservação da propriocepção e perda da função motora e sensibilidade dolorosa.
44 Síndromes Medulares da medula posterior ocorre perda da sensibilidade profunda.
45 Síndromes Medulares Brown-Séquard ocorre na hemisecção medular e ocasiona perda da função motora e proprioceptiva do lado da lesão e perda da sensibilidade a dor e a temperatura do lado oposto.
46 Síndromes Medulares da cauda eqüina lesão isolada dos nervos espinhais da cauda eqüina. QC depende da raiz atingida: - paresia de membros inferiores - arreflexia - distúrbio da sensibilidade - incontinência vesical e fecal
47
48 Órtese de Quadril - HO Sistema de forças de 4 pontos Meios para manutenção do ortostatismo com segurança Ortostatismo: Alongamento do esqueleto Auxilia a respiração Facilita: Digestão Esvaziamento vesical Diminuição: Fraturas Úlcera de decúbito
49 Órtese de Quadril - HO Marcha ortoticamente assistica tem velocidade diminuída Consome menos energia Utiliza-se musculatura de tronco e MMSS
50 Estruturas para ficar em pé Estrutura em L Estrutura em A
51 Estruturas para ficar em pé Parapódio Versão articulada de mecanismo de ortostatismo Articulada no quadril e joelho
52 Estruturas para ficar em pé Andador giratório ORLAU (Orthotic Research and Locomotion Assessment Unit) Caminhadas em superfícies planas e lisas
53 Órteses para deambulação Órteses para tornozelo-pé: Botas estabillizadoras de Vannini-Rizzoli Pé em flexão plantar Calçado com sola lisa sobre uma cunha Faixa anterior abaixo do joelho A estabilização do quadril e do joelho é alcançada pelo posicionamento posterior do tronco Para deambulação é necessário uso de muletas e/ou andador.
54 Órtese para deambulação Órtese joelho-tornozelo-pé Órtese Craig-Scott OJTO em couro metal com trava dupla em forma de estribo para o tornozelo $$$
55 Órtese para deambulação Barra extensora Para espasticidade adutora grave Estabilização de equilíbrio Evita rotação e adução de quadril
56 Órtese para deambulação OJTP fixadas medialmente Paraplegia juvenil ou adulta União medial por rolamento de esferas Limita o comprimento do passo Quando a perna direita esta no balanço a esquerda é impedida de flexionar-se Necessita de muletas
57 Órtese para deambulação Órtese quadril-joelho-tornozelo-pé (OQJTP) HKAFO OQJTP de hastes verticais bilaterais A faixa pélvica impede abdução, adução e rotação de quadril Travas no quadril eliminam os movimentos de flexão e extensão.
58 Órtese para deambulação Órtese tronco-quadril-joelho-tornozelo-pé (OTQJTP) OTQJTP para marcha recíproca (OMR) Cabo de aço que mantém unidas as articulações do quadril Limita o comprimento do passo Durante a fase de duplo apoio da marcha impede o colapso do quadril Necessita de muletas
59 Órtese para deambulação Parawalker Possui articulação para o quadril Possibilita regulagem da amplitude do movimento do quadril Necessita de muletas
60 Órtese de quadril OQ/HO Luxação de quadril Recém nascidos (luxação congênita do quadril) Posicionamento da cabeça do fêmur no acetábulo Doença de Legg-Calvé-Perthes Doença condroplástica da cabeça do fêmur Deformidade da cabeça do fêmur Transferência de descarga de peso da cabeça do fêmur Arnês de Pavlik Atlanta Trilateral
61 Órtese de quadril OQ/HO Crianças sem controle de quadril Sem deambulação Órtese Standing-Walking-and-Sitting-Hip (SWASH) Promoção de movimentaçaõ sagital e abdução. Outra possibilidade: OJTP com faixas para controle de rotação Rotação medial: Faixas fixadas na porção central Rotação lateral: Faixas fixadas na porção lateral
62 Caso clínico CR é uma professora de ensino médio com 45 anos de idade que foi atropelada. Ela sofreu uma lesão medular incompleta ao nível L2. Há presença de clônus em ambos os tendões de Aquiles, mais intenso à direita do que à esquerda. Ela não tem nenhuma sensibilidade abaixo do nível da lesão. Ela não apresenta contraturas musculares. Todos os músculos acima do nível da lesão têm força normal. O exame de força muscular de outros grupos musculares bilaterais revelou os seguintes resultados: ilio-psoas, fraco; quadrado lombar, bom; extensores lombares, satisfatórios; todos os outros músculos dos MMII zero. Qual conduta ortótica é indicada para esta paciente?
TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc
TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc 1 TRM Traumatismo Raqui- Medular Lesão Traumática da raqui(coluna) e medula espinal resultando algum grau de comprometimento temporário ou
TRAUMA RAQUIMEDULAR. Epidemiologia: Incidência : de 32 a 52 casos/m. Sexo : preferencialmente masculino. Faixa etária : entre 15 e 40 anos
TRAUMA RAQUIMEDULAR Dr Antonio Eulalio TRAUMA RAQUIMEDULAR Epidemiologia: Incidência : de 32 a 52 casos/m Nº casos/ano : 8.000 Sexo : preferencialmente masculino Faixa etária : entre 15 e 40 anos Custo
Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim
Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim Cabeça do fêmur com o acetábulo Articulação sinovial, esferóide e triaxial. Semelhante a articulação do ombro, porém com menor ADM e mais estável. Cápsula articular
PROTETIZAÇÃO E TIPOS DE PRÓTESES
PROTETIZAÇÃO E TIPOS DE PRÓTESES PROTETIZAÇÃO (A) OBJETIVOS GERAIS - Independência na marcha e nos cuidados pessoais - Adequação física e emocional quanto ao uso da prótese OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Cicatrização
TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM)
Protocolo: Nº 63 Elaborado por: Manoel Emiliano Última revisão: 30/08/2011 Revisores: Samantha Vieira Maria Clara Mayrink TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) DEFINIÇÃO: O Trauma Raquimedular (TRM) constitui o conjunto
Fraturas C1 / C2 Lucienne Dobgenski 2004
Fraturas C1 / C2 Lucienne Dobgenski 2004 Anatomia Atlas Axis Anatomia AP Perfil Mecanismo de Trauma Trauma axial em flexão Trauma axial - neutro Fraturas do Côndilo Occipital Os côndilos occipitais são
EXAME CLÍNICO DE MEMBROS SUPERIORES E COLUNA ATIVO CONTRA-RESISTÊNCIA MOVIMENTAÇÃO ATIVA
Logomarca da empresa Nome: N.º Registro ESQUERDA EXAME CLÍNICO DE MEMBROS SUPERIORES E COLUNA ATIVO CONTRA-RESISTÊNCIA MOVIMENTAÇÃO ATIVA PESCOÇO (COLUNA CERVICAL) Inclinação (flexão lateral) OMBROS Abdução
1. CONSIDERAÇÕES SOBRE A MARCHA EM CASOS DE FRATURAS DO MEMBRO INFERIOR.
1. CONSIDERAÇÕES SOBRE A MARCHA EM CASOS DE FRATURAS DO MEMBRO INFERIOR. Quando ocorre uma fratura envolvendo o membro inferior, a reeducação do padrão de marcha normal até o nível da função anterior à
Considerações Anatomoclínicas - Neuroanatomia Aplicada -
FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Considerações Anatomoclínicas - Neuroanatomia Aplicada - Apresentações Discentes Prof. Gerardo Cristino www.gerardocristino.com.br
PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ORTOPEDISTA. Referentemente à avaliação do paciente vítima de politrauma, é correto afirmar, EXCETO:
12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ORTOPEDISTA QUESTÃO 21 Referentemente à avaliação do paciente vítima de politrauma, é correto afirmar, EXCETO: a) O politrauma é a uma das principais causas
ESCOLIOSE. Prof. Ms. Marcelo Lima
ESCOLIOSE Prof. Ms. Marcelo Lima DEFINIÇÃO A escoliose é um desvio da coluna vertebral para a esquerda ou direita, resultando em um formato de "S" ou "C". É um desvio da coluna no plano frontal acompanhado
Médico Neurocirurgia da Coluna
Médico Neurocirurgia da Coluna Caderno de Questões Prova Discursiva 2015 01 Um homem de 55 anos de idade foi internado. Tinha histórico de câncer de pulmão operado, vinha apresentando uma dor constante
Lombociatalgia. www.fisiokinesiterapia.biz
Lombociatalgia www.fisiokinesiterapia.biz Conceitos Lombalgia; Lombociatalgia; Ciatalgia/Ci /Ciática; Característica região lombar Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana Vértebra lombar Fonte:
EXAME DO QUADRIL E DA PELVE
EXAME DO QUADRIL E DA PELVE Jefferson Soares Leal O quadril é composto pela articulação coxofemural e a pelve pelas articulações sacroilíacas e pela sínfise púbica. O exame do quadril e da pelve devem
Lembramos, no entanto, que a Deficiência Física, não está contemplada na sua totalidade, existindo outros CIDs não listados e que sofrerão análise.
Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Em função de ocorrer dúvidas em relação ao encaminhamento do benefício do passe-livre intermunicipal,
Doença do Neurônio Motor
FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Doença do Neurônio Motor Acd. Mauro Rios w w w. s c n s. c o m. b r Relato de Caso Paciente M.V., sexo masculino, 62 anos,
Última revisão: 08/08/2011 TRACIONADOR DE FÊMUR
Protocolo: Nº 72 Elaborado por: Antônio Osmar Wilhma Castro Ubiratam Lopes Manoel Emiliano Luciana Noronha Última revisão: 08/08/2011 Revisores: Manoel Emiliano Ubiratam Lopes Wilhma Alves Luciana Noronha
Unidade 2. Tecnologias assistivas: habilidade física e autonomia motora
Marco Antônio Percope de Andrade Túlio Vinícius de Oliveira Campos Lygia Paccini Lustosa Unidade 2 Tecnologias assistivas: habilidade física e autonomia motora Habilitação/reabilitação com utilização das
19/10/2010. Breve revisão anatômica. Síndromes medulares. Breve revisão anatômica. Breve revisão anatômica. Profa. Patrícia da Silva Sousa Carvalho
Síndromes medulares Profa. Patrícia da Silva Sousa Carvalho UFMA 4º período Medula espinhal cervical Medula espinhal torácica Medula espinhal lombar 1 Substância cinzenta anteriores posteriores parte intermedia
EXAME DO JOELHO P R O F. C A M I L A A R A G Ã O A L M E I D A
EXAME DO JOELHO P R O F. C A M I L A A R A G Ã O A L M E I D A INTRODUÇÃO Maior articulação do corpo Permite ampla extensão de movimentos Suscetível a lesões traumáticas Esforço Sem proteção por tecido
MMII: Perna Tornozelo e Pé
MMII: Perna Tornozelo e Pé Perna:Estruturas anatômicas Articulações visualizadas Incidências 1- AP Indicação Patologias envolvendo fraturas, corpos estranhos ou lesões ósseas. Perfil Indicação - Localização
CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL EM TÊNIS DE MESA PARA CADEIRANTES CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL EM TÊNIS DE MESA
CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL EM TÊNIS DE MESA Esporte: Administração: individual equipe ITTF Federação Internacional de Tênis de Mesa Cartão de Classificação: Cartão Funcional de Tênis de Mesa Sessão de Regras
FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL. Disfunção Erétil. Acd. Francisco Caubi. w w w. s c n s. c o m.
FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Disfunção Erétil Acd. Francisco Caubi w w w. s c n s. c o m. b r Relato do Caso Paciente, S.R.M, sexo masculino, 32 anos,
Diretrizes Assistenciais TRAUMA RAQUIMEDULAR
Diretrizes Assistenciais TRAUMA RAQUIMEDULAR Versão eletrônica atualizada em fev/2012 Março - 2009 1. Conceito, Etiologia e Epidemiologia 1. Trauma raquimedular é a lesão da medula espinhal que provoca
Desvios da Coluna Vertebral e Algumas Alterações. Ósseas
Desvios da Coluna Vertebral e Algumas Alterações Ósseas DESVIOS POSTURAIS 1. LORDOSE CERVICAL = Acentuação da concavidade da coluna cervical. CAUSA: - Hipertrofia da musculatura posterior do pescoço CORREÇÃO:
Lesoes Osteoarticulares e de Esforco
Lesoes Osteoarticulares e de Esforco Dr.Roberto Amin Khouri Ortopedia e Traumatologia Ler/Dort Distúrbio osteoarticular relacionado com o trabalho. Conjunto heterogênio de quadros clínicos que acometem:
Fraturas Proximal do Fêmur: Fraturas do Colo do Fêmur Fraturas Transtrocanterianas do Fêmur
Prof André Montillo Fraturas Proximal do Fêmur: Fraturas do Colo do Fêmur Fraturas Transtrocanterianas do Fêmur Fraturas Proximal do Fêmur: Anatomia: Elementos Ósseos Cabeça do Fêmur Trocanter Maior Colo
BANDAGEM FUNCIONAL. Prof. Thiago Y. Fukuda
BANDAGEM FUNCIONAL Prof. Thiago Y. Fukuda INTRODUÇÃO (BANDAGEM) Refere-se à aplicação de algum tipo de fita protetora que adere à pele de determinada articulação. A bandagem quando aplicada corretamente,
ÓRTESES DE MÃOS. ÓRTESES: Vem da palavra grega orthos que significa corrigir.
ÓRTESES DE MÃOS ÓRTESES: Vem da palavra grega orthos que significa corrigir. O que é Órtose: é um dispositivo utilizado para suportar, imobilizar um segmento durante a fase de recuperação, ou para corrigir
Maria da Conceição M. Ribeiro
Maria da Conceição M. Ribeiro Segundo dados do IBGE, a hérnia de disco atinge 5,4 milhões de brasileiros. O problema é consequência do desgaste da estrutura entre as vértebras que, na prática, funcionam
PROVAS NEUROMUSCULARES 1 2009
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE UNIDADE DE TRAUMA ORTOPÉDICO Hospital Universitário Miguel Riet Corrêa - Rua Visconde de Paranaguá, 102 Rio Grande, RS CEP 96200/190 Telefone:
JOELHO. Introdução. Carla Cristina Douglas Pereira Edna Moreira Eduarda Biondi Josiara Leticia Juliana Motta Marcella Pelógia Thiago Alvarenga
JOELHO Carla Cristina Douglas Pereira Edna Moreira Eduarda Biondi Josiara Leticia Juliana Motta Marcella Pelógia Thiago Alvarenga Introdução Articulação muito frágil do ponto de vista mecânico e está propensa
AVALIAÇÃO DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO Articulação Sinovial Forma de sela Três graus de liberdade Posição de Repouso Posição de aproximação
www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1
Página 1 01. Movimentos da coluna vertebral A coluna vertebral como um todo se apresenta como uma articulação que possui macromovimentação em seis graus de liberdade: flexão, extensão, láteroflexão esquerda,
04/11/2012. rígida: usar durante a noite (para dormir) e no início da marcha digitígrada, para manter a ADM do tornozelo.
04/11/2012 Prolongar o tempo de deambulação independente. Manter a postura correta. Garantir o bom funcionamento das funções cardiorrespiratória e digestiva. Manter a amplitude do movimento. Garantir o
CATEGORIA DISPOSITIVO / Faixa Etária L CID MONOBLOCO O C. Idade mínima: 16 a O. Idade máxima: 50 a M O Ç Ã O ACIMA 90 KG
CATEGRIA DISPSITIV / Faixa Etária L MNBLC C Idade mínima: 16 a Idade máxima: 50 a M Ç Ã ACIMA 90 KG Idade mínima: 20 a CID B91- Seqüelas de poliomielite. C412- Neoplasia maligna da coluna vertebral. C72-
Ligamento Cruzado Posterior
Ligamento Cruzado Posterior Introdução O Ligamento Cruzado Posterior (LCP) é classificado como estabilizador estático do joelho e sua função principal é restringir o deslocamento posterior da tíbia em
Formação Interna Ortopedia Técnica
Formação Interna Ortopedia Técnica Maria Martins Costa 17 de Setembro de 2013 Tronco Dor lombar insuficiência muscular; Disturbios ligamentosos Dor lombar disturbios das articulações; Desequilibrio do
NEOPRENE ORTOPEDIA PIERQUIM * QUALIDADE CONFORTO SEGURAÇA* ORTOPEDIA PIERQUIM
NEOPRENE ÓRTESE SUROPODÁLICAS (AFO) GOTEIRA: utilizada para imobilização do tornozelo e pé. Confeccionada após molde gessado, permite bom posicionamento articular. O modelo suropodálico pode substituir
Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP)
Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP) INTRODUÇÃO O ligamento cruzado posterior (LCP) é um dos ligamentos menos lesados do joelho. A compreensão dessa lesão e o desenvolvimento de novos tratamentos
Avaliação Postural e Flexibilidade. Priscila Zanon Candido
Avaliação Postural e Flexibilidade Priscila Zanon Candido POSTURA A posição otimizada, mantida com característica automática e espontânea, de um organismo em perfeita harmonia com a força gravitacional
Engenharia Biomédica - UFABC
Engenharia de Reabilitação e Biofeedback Locomoção sobre rodas Professor: Pai Chi Nan 1 Biomecânica do assento Corpo humano não foi projetado para se manter sentado Corpo: estrutura dinâmica em constante
7/4/2011 ABORDAGEM AO PACIENTE TRAUMATIZADO GRAVE: Reconhecer as lesões músculoesqueléticas. Reconhecer a biomecânica do trauma.
TRAUMATISMOS DOS MEMBROS Atendimento Inicial e Imobilizações ABORDAGEM AO PACIENTE TRAUMATIZADO GRAVE: Manter as prioridades da avalição ABC Não se distrair com lesões músculo-esqueléticas dramáticas que
ANDADOR. Andadeira ou Andarilho Tubos de aço, a. montado sobre rodas ou pontos de apoio. tamanho vel Déficit na deambulação - Contar-Indica
MECANOTERAPIA ANDADOR - Sinonímia Andadeira ou Andarilho - Descrição Tubos de aço, a montado sobre rodas ou pontos de apoio. tamanho variável vel - Indicações Déficit na deambulação - Contar-Indica Indicações
Anatomia da Medula Vertebral
Anatomia da Medula Vertebral Anatomia da Vértebra Disco Intervertebral Anatomia da Coluna Vertebral Características Gerais: Corpo Vertebral Foramens Vertebrais: Forame Medular: Medula Vertebral Forames
REABILITAÇÃO NA MIELOMENINGOCELE. Luciane Robaina - Médica Fisiatra Coordenadora Clinica AACD/RS Responsável pela clinica de Mielomeningocele AACD/RS
REABILITAÇÃO NA MIELOMENINGOCELE Luciane Robaina - Médica Fisiatra Coordenadora Clinica AACD/RS Responsável pela clinica de Mielomeningocele AACD/RS DEFINIÇÃO Espinha bífida consiste no grupo de defeitos
CATÁLOGO FITNESS HEALTH
CATÁLOGO FITNESS HEALTH É uma marca de acessórios fitness e ortopédicos,focada em oferecer produtos modernos, de alta performance e qualidade, que possibilitam a prática de exercícios físicos em qualquer
Fisioterapia na lesão medular
Universidade Católica de Pernambuco Centro de Ciências Biológicas e Saúde Curso de Fisioterapia Disciplina de Fisioterapia Aplicada à Neurologia Fisioterapia na lesão medular Prof a. Ana Karolina Pontes
Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional
Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Existem 2 tipos de artic. encontradas
Introdução. O conforto e a Segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais e. humano.
Introdução O conforto e a Segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais e constituem necessidades básicas do ser humano. Movimentação do paciente Para que o paciente se sinta confortável
Lesões Traumáticas dos Membros Inferiores
Prof André Montillo Lesões Traumáticas dos Membros Inferiores Lesões do Joelho: Lesões de Partes Moles: Lesão Meniscal: Medial e Lateral Lesão Ligamentar: o Ligamentos Cruzados: Anterior e Posterior o
Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar
Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João Disciplina: MFT-0377 Métodos de Avaliação Clínica e Funcional Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional
O treino invisível para aumento do rendimento desportivo
O treino invisível para aumento do rendimento desportivo Carlos Sales, Fisioterapeuta Federação Portuguesa de Ciclismo Luís Pinho, Fisioterapeuta Federação Portuguesa de Ciclismo Ricardo Vidal, Fisioterapeuta
[213] 96. LESÕES MÚSCULO-ESQUELÉTICAS
Parte IV P R O T O C O L O S D E T R A U M A [213] rotina consiste em infundir 20 ml/kg em bolus de solução de Ringer e reavaliar o paciente em seguida. Manter a pressão sistólica entre 90 e 100 mmhg.
Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João
Avaliação Fisioterapêutica do Quadril Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Articulação do Quadril: É uma articulação
Proteger a medula espinal e os nervos espinais. Fornece um eixo parcialmente rígido e flexível para o corpo e um pivô para a cabeça
Cinthya Natel Baer Cristiane Schwarz Gelain Isabella Mauad Patruni Laila Djensa S. Santos Laiza Tabisz Mariana Escani Guerra Paula Moreira Yegros Veronica Dalmas Padilha Ana Paula Trotta Aline Sudoski
Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular
Provas de função muscular MMII Graduação de força muscular Grau 0:Consiste me palpar o músculo avaliado e encontrar como resposta ausência de contração muscular. Grau 1:Ao palpar o músculo a ser avaliado
O que é ERGONOMIA? TERMOS GREGOS: ERGO = TRABALHO NOMIA (NOMOS)= REGRAS, LEIS NATURAIS
O que é ERGONOMIA? TERMOS GREGOS: ERGO = TRABALHO NOMIA (NOMOS)= REGRAS, LEIS NATURAIS...é um conjunto de conhecimentos relativos ao homem e necessários à concepção de instrumentos, máquinas e dispositivos
Patologias da coluna vertebral
Disciplina de Traumato-Ortopedia e Reumatologia Patologias da coluna vertebral Prof. Marcelo Bragança dos Reis Introdução Escoliose idiopática Dorso curvo Cervicobraquialgia Lombalgia e lombociatalgia
SÍNDROMES MEDULARES. Profa Dra Cláudia Ferreira da Rosa Sobreira
SÍNDROMES MEDULARES Profa Dra Cláudia Ferreira da Rosa Sobreira Divisão de Neurologia Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São
"Após a lesão medular, é preciso compreender a nova linguagem do corpo, para descobrir que é a mesma pessoa, com desejos, manias e grande potencial.
Lesão Medular Dra. Beatriz G. Castiglia Especialista em Medicina Física e Reabilitação "Após a lesão medular, é preciso compreender a nova linguagem do corpo, para descobrir que é a mesma pessoa, com desejos,
ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos
ANATOMIA HUMANA I Acidentes Ósseos Prof. Me. Fabio Milioni Características Anatômicas de Superfície dos Ossos As superfícies dos ossos possuem várias características estruturais adaptadas a funções específicas.
12º Imagem da Semana: Ressonância Magnética de Coluna
12º Imagem da Semana: Ressonância Magnética de Coluna Enunciado Paciente do sexo feminino, 34 anos, G1P1A0, hígida, está no terceiro mês pós-parto vaginal sob analgesia peridural, que transcorreu sem intercorrências.
Alterações. Músculo- esqueléticas
Alterações Músculo- esqueléticas Sistema Neurológico Alteração no tempo de reação e equilíbrio. A instabilidade articular. Alteração da visão Sensibilidade da córnea. c Aumento ou diminuição dos sentidos
Global Training. The finest automotive learning
Global Training. The finest automotive learning Cuidar da saúde com PREFÁCIO O Manual de Ergonomia para o Motorista que você tem em agora em mãos, é parte de um programa da Mercedes-Benz do Brasil para
DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS. Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM
DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM LOMBALGIA EPIDEMIOLOGIA 65-80% da população, em alguma fase da vida, terá dor nas costas. 30-50% das queixas reumáticas
Luxação da Articulação Acrômio Clavicular
Luxação da Articulação Acrômio Clavicular INTRODUÇÃO As Luxações do ombro são bem conhecidas especialmente durante a prática de alguns esportes. A maior incidencia de luxção do ombro são na verdade luxação
Entorse do. 4 AtualizaDOR
Entorse do Tornozelo Tão comum na prática esportiva, a entorse pode apresentar opções terapêuticas simples. Veja como são feitos o diagnóstico e o tratamento desse tipo de lesão 4 AtualizaDOR Ana Paula
Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura
Cuidando da Coluna e da Postura Texto elaborado por Luciene Maria Bueno Coluna e Postura A coluna vertebral possui algumas curvaturas que são normais, o aumento, acentuação ou diminuição destas curvaturas
www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1
Página 1 A coluna vertebral, assim como qualquer articulação, apresenta movimentos que possuem tanto grande como pequena amplitude articular. Estes recebem o nome de Macromovimentos e Micromovimentos,
ECO - ONLINE (EDUCAÇÃO CONTINUADA EM ORTOPEDIA ONLINE)
ECO - ONLINE (EDUCAÇÃO CONTINUADA EM ORTOPEDIA ONLINE) DESCRIÇÃO: Aulas interativas ao vivo pela internet. Participe ao vivo, respondendo as enquetes e enviando suas perguntas. Vale pontos para a Revalidação
Semiologia Ortopédica Pericial
Semiologia Ortopédica Pericial Prof. Dr. José Heitor Machado Fernandes 2ª V E R S Ã O DO H I P E R T E X T O Para acessar os módulos do hipertexto Para acessar cada módulo do hipertexto clique no link
LESÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR
LESÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR Anatomia O ligamento cruzado anterior (LCA) é um dos ligamentos mais importantes para a estabilidade do joelho. Considerado um ligamento intra-articular, sua função
PREVINA AS DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL DO SEU FILHO!
Dr. Euclides José Martins Amaral PREVINA AS DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL DO SEU FILHO! : A importância da detecção precoce das deformidades da coluna na infância e adolescência, deve-se principalmente
FRATURA 21/6/2011. Ruptura total ou parcial de um osso.
FRATURA Ruptura total ou parcial de um osso. CLASSES TRAUMATISMOS Fechada (simples): A pele não perfurada pelas extremidades ósseas. foi Aberta (exposta): O osso se quebra, atravessando a pele, ou existe
FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL. AVC Isquêmico. Acd. Gabrielle Holanda. w w w. s c n s. c o m.
FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL AVC Isquêmico Acd. Gabrielle Holanda w w w. s c n s. c o m. b r Relato do Caso Paciente, 54 anos, sexo masculino, obeso,
Exame Fisico do Quadril Celso HF Picado
Exame Fisico do Quadril Celso HF Picado Introdução A cintura pélvica é composta pela articulação sacro-ilíaca, pela sínfise púbica e pela articulação coxo-femoral. Esta última corresponde à articulação
3.2 A coluna vertebral
73 3.2 A coluna vertebral De acordo com COUTO (1995), o corpo é dividido em cabeça, tronco e membros; unindo porção superior e a porção inferior do corpo temos o tronco, e no tronco, a única estrutura
LESÕES DA COLUNA VERTEBRAL NOS ESPORTES.
LESÕES DA COLUNA VERTEBRAL NOS ESPORTES. Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Lesões da coluna vertebral de causas diversas são observadas
Estrutura e Função dos Nervos Periféricos
FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Estrutura e Função dos Nervos Periféricos Prof. Gerardo Cristino Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br Objetivos
Implementação do treinamento funcional nas diferentes modalidades. André Cunha
Implementação do treinamento funcional nas diferentes modalidades André Cunha DNA de alta Performance Por que você faz o que você faz? O que você espera entregar com o seu trabalho? Defina-se como profissional
Laboratório de Seating Personalizável
Laboratório de Seating Personalizável Tipos de chassis 1.Canguru- fechamento em X 2.Tilt monobloco com tilt multiposicional 3.Ágile Anatômica 4.Barcelona Infantil com ou sem tilt (sem estoque disponível
Treino de Alongamento
Treino de Alongamento Ft. Priscila Zanon Candido Avaliação Antes de iniciar qualquer tipo de exercício, considera-se importante que o indivíduo seja submetido a uma avaliação física e médica (Matsudo &
DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL *
A. POSTURA DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * 1 POSTURA LORDÓTICA Trabalho realizado por: Karina Mothé Bianor Orientador: Prof. Blair José Rosa Filho Caracterizada por um aumento no ângulo lombossacro (o
Conteúdo do curso de massagem desportiva
Conteúdo do curso de massagem desportiva Massagem desportiva Vamos fazer uma massagem desportiva na pratica. A massagem desportiva pode denotar dois tipos diferentes de tratamento. Pode ser utilizada como
Testes para o Joelho
Testes para o Joelho Teste de compressão de Apley Pcte em dec. ventral, fletir a perna a 90º. Segurar o tornozelo, aplicar pressão para baixo e girar a perna lateral//e emedial//e. Teste de compressão
Alterações da Estrutura Corporal
Alterações da Estrutura Corporal Exercícios e Postura [email protected] Os Exercícios Realmente Mudam a Postura? Vício postural pode ser corrigido voluntariamente com reeducação psicomotora Desvio
DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA!
DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! SUA MOCHILA NÃO PODE PESAR MAIS QUE 10% DO SEU PESO CORPORAL. A influência de carregar a mochila com o material escolar nas costas, associado
SISTEMA MUSCULAR. Profª Fabíola Alves dos Reis 2014
SISTEMA MUSCULAR Profª Fabíola Alves dos Reis 2014 OBJETIVOS Diferenciar os tipos de músculos. Conhecer as estruturas micro e macroscópicas dos músculos. Conceituar: estados de contração e de relaxamento,
Protetização. Prof.ª Dr.ª Juliana Yule
Protetização Prof.ª Dr.ª Juliana Yule Tratamento do membro residual Indivíduos que não recebem um curativo rígido ou prótese temporária usam faixas elásticas ou atrofiadores para a redução da dimensões
C. Guia de Treino ------------------------------------------------
C. Guia de Treino ------------------------------------------------ A FORÇA / RESISTÊNCIA ( FUNÇÃO MOVIMENTO OSCILAÇÃO ) A01 Joelhos inclinados Com os pés afastados na plataforma, segure a barra de apoio
ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA. Raul Oliveira 2º ano 2007-2008. músculos monoarticulares
ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA Raul Oliveira 2º ano 2007-2008 músculos monoarticulares músculos multiarticulares Músculos bi-articulares 1 LINHA DE TRACÇÃO DO MÚSCULO
CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS. Lucimére Bohn [email protected]
CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS Lucimére Bohn [email protected] Estrutura do Curso Bases Morfofisiológicas - 25 hs Princípios fisiológicos aplicados à musculação e ao cardiofitness Aspectos biomecânicos
Coluna lombar. Características gerais: 5 vértebras 1 curvatura lordose fisiológica
COLUNA LOMBAR Coluna lombar Características gerais: 5 vértebras 1 curvatura lordose fisiológica 2 tipos de Articulações: Intervertebral cartilaginosa Proc. Articulares - sinovial Coluna lombar Coluna lombar
O QUE É TREINAMENTO FUNCIONAL? Por Artur Monteiro e Thiago Carneiro
O QUE É TREINAMENTO FUNCIONAL? Por Artur Monteiro e Thiago Carneiro O corpo humano é projetado para funcionar como uma unidade, com os músculos sendo ativados em seqüências especifica para produzir um
Dra. Sandra Camacho* IMPORTÂNCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA
Uma cadeira e uma garrafa de água O que podem fazer por si Dra. Sandra Camacho* IMPORTÂNCIA DA ACTIVIDADE FÍSICA A prática de uma actividade física regular permite a todos os indivíduos desenvolverem uma
DOR NAS COSTAS EXERCÍCIOS ESPECIALIZADOS PARA O TRATAMENTO DA DOR NAS COSTAS. www.doresnascostas.com.br. Página 1 / 10
DOR NAS COSTAS EXERCÍCIOS ESPECIALIZADOS PARA O TRATAMENTO DA DOR NAS COSTAS www.doresnascostas.com.br Página 1 / 10 CONHEÇA OS PRINCÍPIOS DO COLETE MUSCULAR ABDOMINAL Nos últimos anos os especialistas
Ergonomia Corpo com Saúde e Harmonia
Ergonomia Corpo com Saúde e Harmonia Dr. Leandro Gomes Pistori Fisioterapeuta CREFITO-3 / 47741-F Fone: (16) 3371-4121 Dr. Paulo Fernando C. Rossi Fisioterapeuta CREFITO-3 / 65294 F Fone: (16) 3307-6555
PONTO-FINAL CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA
PONTO-FINAL CUO DE ATUALIZAÇÃO EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA DERIÇÃO: Cursos presenciais Vale 3,0 pontos para a Revalidação do TEOT PROGRAMAÇÃO: OSTEONECROSE DA CABEÇA BELÉM/ PA 18.05.2007 SEXTA-FEIRA 20:00-20:20
Teste de Flexibilidade
Teste de Flexibilidade Introdução O teste de Fleximetria foi aprimorado pelo ICP à partir do teste do Flexômetro de LEIGHTON deve ser aplicado com a intenção de se coletar informações sobre o funcinamento
