Universidade de São Paulo
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- Manuela Ramalho Mota
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1 Universidade de São Paulo POSICIONAMENTO DO PACIENTE PARA O ATO ANESTÉSICO CIRÚRGICO Profª. Dra.Rita de Cássia Burgos de Oliveira [email protected]
2 PRINCIPAIS ATIVIDADES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO RECEPÇÃO DO PACIENTE TRANSPORTE DO PACIENTE CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA SALA DE OPERAÇÃO : ANTES DA CIRURGIA DURANTE O ATO ANESTÉSICO CIRÚRGICO NO FINAL DA CIRURGIA NA ALTA DO PACIENTE POSICIONAR O PACIENTE
3 AS ORIENTAÇÕES SOBRE POSIÇÃO CIRÚRGICA SÃO RECOMENDADAS PELA AORN AORN (ASSOCIATION OF perioperative REGISTERED NURSES) COMISSÃO DE ENFERMEIROS DE C.C REÚNEM DE 2 EM 2 ANOS REVISAM OS PADRÕES DETERMINAM O QUE DEVE SER SEGUIDO
4 Conceito de Posição Cirúrgica o É o modo como está acomodado o paciente durante todo o processo anestésico-cirúrgico. o O posicionamento é a arte de mover e segurar o corpo humano, em uma posição tal que permita a melhor exposição da área cirúrgica, com o mínimo de comprometimento da função fisiológica do paciente (Mc Ewen, 1996).
5 EM RELAÇÃO À POSIÇÃO CIRÚRGICA A AORN RECOMENDA (REVISÃO 2014) 1 - QUE A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PERIOPERATÓRIA, QUANTO AO POSICIONAMENTO CIRÚRGICO, DEVE SER INICIADA ANTES DA TRANSFERÊNCIA DO PACIENTE DA MACA PARA A MESA DE CIRURGIA; - O POSICIONAMENTO CIRÚRGICO REQUER SEGURANÇA, LIMPEZA E ORGANIZAÇÃO DA EQUIPE NO MOMENTO DA REALIZAÇÃO DO PROCEDIMENTO; -DURANTE O POSICIONAMENTO A EQUIPE DE ENFERMAGEM DEVE MONITORAR O PACIENTE E MANTER A INTEGRIDADE DOS TECIDOS; - DEPOIS DE POSICIONAR O PACIENTE, A EQUIPE DEVE ALINHAR O CORPO DO PACIENTE E AVALIAR A INTEGRIDADE DOS TECIDOS
6 EM RELAÇÃO À POSIÇÃO CIRÚRGICA A AORN RECOMENDA (REVISÃO 2014) -O POSICIONAMENTO DEVE SER FEITO DE MANEIRA SEGURA, LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO A ANATOMIA E FISIOLOGIADO PACIENTE, ATÉCNICA DAS INTERVENÇÕESREALIZADAS, A MANUTENÇÃO DO POSICIONAMENTO SEM SEQUELASE O REGISTRO DE TODOS OS PROCEDIMENTOS E PROTEÇÕES UTILIZADAS, COMO DOCUMENTO PARA O PACIENTE E PARA A EQUIPE PRESENTE.
7 EM RELAÇÃO À POSIÇÃO CIRÚRGICA A AORN RECOMENDA (REVISÃO 2014) -AO POSICIONAR O PACIENTE A EQUIPE CIRÚRGICA DEVE CONSIDERAR LOCALDO PROCEDIMENTO CIRÚRGICO ACESSOFACILITADO PARA O CIRURGIÃO ACESSO E NECESSIDADESDO ANESTESIOLOGISTA PRIVACIDADEDO PACIENTE EFEITOSFISIOLÓGICOS DURANTE O POSICIONAMENTO DO PACIENTE ANTES E DEPOIS DE ANESTESIADO CONHECIMENTODAS ESTRUTURAS ANATÔMICAS
8 RESPONSABILIDADE DE CADA MEMBRO DA EQUIPE
9 CIRURGIÃO DETERMINA A POSIÇÃOEM QUE DEVE SER COLOCADO O PACIENTE, LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO A EXPOSIÇÃO DA ÁREA A SER OPERADA, O CAMPO DE VISÃO E A POSIÇÃO QUE PODE SER BEM TOLERADA PELO PACIENTE.
10 ANESTESIOLOGISTA MONITORAE MANTEM A CONDIÇÃO FISIOLÓGICA DO PACIENTE CIRÚRGICO E AS NECESSIDADES DESTE PARA O ATO CIRÚRGICO. COORDENA E EXECUTA AS SOLICITAÇÕES DO CIRURGIÃO COM RELAÇÃO A MUDANÇAS DE POSICIONAMENTO NO INTRA- OPERATÓRIO E AUTORIZAA EQUIPE A INICIAR O POSICIONAMENTO DO PACIENTE
11 EQUIPE DE ENFERMAGEM USA OS PRINCÍPIOS DA FÍSICA, CONHECIMENTOS DE ANATOMIA E FISIOLOGIA PARA A MOVIMENTAÇÃO DAS VÁRIAS PARTES DO CORPO DO PACIENTE. ORGANIZA, PROVIDENCIA E UTILIZAOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO DAS ESTRUTURAS ANATÔMICAS DO PACIENTE, COMUNICA E A EQUIPE COM RELAÇÃO A SEGURANÇA DO PACIENTE NAS POSIÇÕES DETERMINADAS E NA MOVIMENTAÇÃO DO PACIENTE.
12 EQUIPAMENTOS E RECURSOS DE PROTEÇÃO
13 MESA CIRÚRGICA É UM DOS PRINCIPAISEQUIPAMENTOS COM RECURSOS TANTO DE PROTEÇÃO COMO PARA O AUXÍLIO DO PRÓPRIO POSICIONAMENTO, INDISPENSÁVEISNA SALA DE OPERAÇÃO OS CONTROLES E ACESSÓRIOS USADOS PARA MANTER O PACIENTE EM POSIÇÃO PODE SER ACIONADO MANUAL OU ELETRICA/ELETRÔNICAMENTE.
14 - Mesa radiotransparente; - Cabeça removível; - Pilé (coxim renal); - Saída de corte perineal; - Coluna eletro hidráulica; - Hastes laterais; - Colchão da mesa. Mesa de Cirurgia
15 Kit para Ombro Kit para Coluna Kit Urologia / RTU Kit Ortopédico (colo de fêmur) Kit Obesidade Mórbida
16 RECURSOS DE PROTEÇÃO - Colchonete da mesa cirúrgica, travesseiros, lençóis, colchão caixa de ovo, colchão de ar, colchão de ar micropulsante, cobertura de polímero de visco elástico seco, matelassê de membros inferiores e membros superiores, espumas protetoras, almofadas, coxim de mão, rodília, manta e colchão térmico. - Perneira, braçadeira, coxins e suporte de cabeça e de Wilson (utilizado nas cirurgias de correção da escoliose que permite a realização de manobras para a correção da deformidade). - Faixas de velcro e cintas fixadoras, esparadrapo e até atadura crepe.
17 IMPORTANTE!!!!! TODOS OS RECURSOS DE PROTEÇÃO DEVEM DESEMPENHAR ESTAS FUNÇÕES PRIMORDIAIS: 1. ABSORVER AS FORÇAS COMPRESSIVAS 2. REDISTRIBUIR A PRESSÃO 3. PREVENIR O ESTIRAMENTO EXCESSIVO 4. CONTROLE DA TEMPERATURA CORPORAL 5. QUEDAS 6. DESLOCAMENTO DO PACIENTE
18 PONTOS A SEREM OBSERVADOS AO RETIRAR O PACIENTE DA POSIÇÃO CIRÚRGICA MANIPULAR LENTAMENTE, MAS COM MOVIMENTOS FIRMESO PACIENTE ANESTESIADO, POIS A MUDANÇA REPENTINA DE POSIÇÃO PODE LEVAR A QUEDA DA PRESSÃO ARTERIAL TER O CUIDADO DE DESCER SIMULTANEAMENTEAS PERNAS DA PERNEIRA OU UMA PERNA DE CADA VEZ COM MOVIMENTOS LENTOS, AO SE RETIRAR O PACIENTE DA POSIÇÃO LITOTÔMICA, A FIM DE PREVINIR O AFLUXO RÁPIDO DO SANGUE DA PORÇÃO SUPERIOR DO CORPO PARA OS MMII, O QUE CAUSA QUEDA DA PRESSÃO ARTERIAL MANTER A CABEÇA VOLTADAPARA O LADO, QUANDO O PACIENTE PERMANECER EM DECÚBITO DORSAL, A FIM DE PREVINIR ASPIRAÇÃODE SECREÇÕES
19 OS PROCEDIMENTOS OPERATÓRIOS SÃO REALIZADOS COM O PACIENTE REPOUSANDO O DORSO, O ABDOME OU O LADO DECÚBITO DORSAL OU POSIÇÃO SUPINA, DECÚBITO VENTRAL OU POSIÇÃO PRONA E DECÚBITO LATERAL
20 POSIÇÕES CIRÚRGICAS
21 DECÚBITO DORSAL POSIÇÃO DE TRENDELENBURG REVERSA/PROCLIVE DECÚBITO VENTRAL POSIÇÃO DE TRENDELENBURG POSIÇÃO DE LITOTOMIA/ GINECOLÓGICA POSIÇÃO DE CANIVETE (KRASKE) POSIÇÃO DE FOWLER MODIFICADA POSIÇÃO LATERAL (REGIÃO DO TÓRAX) POSIÇÃO LATERAL (REGIÃO DOS RINS)
22 DECÚBITO DORSAL É A POSIÇÃO MAIS COMUM CIRURGIAS ABDOMINAIS SUPRA E INFRA UMBILICAL:HÉRNIAS, LAPAROTOMIA EXPLORADORA. OUTRAS: CESÁREA, LIPOASPIRAÇÃO ABDOMINAL, ARTROSCOPIA DE JOELHO. ÁREAS DE PRESSÃO: OCCIPITO, ESCÁPULA, OLECRANO, SACRO, CÓCCIX, CALCÁNEOS
23 POSIÇÃO DE LITOTOMIA/ GINECOLÓGICA VARIAÇÃO MAIS EXTREMA DA DORSAL, AS PERNAS SÃO ELEVADAS E ABDUZIDAS PARA EXPOR REGIÃO PERINEAL CIRURGIAS GINECOLÓGICAS (PERINEOPLASTIA, HISTERECOTMIA POR VIA VAGINAL ), RTU DE PRÓSTATA, PARTO NORMAL HEMORROIDECTOMIA, URETEROLITOTRIPSIA.
24 POSIÇÃO DE TRENDELENBURG VARIAÇÃO DO DECÚBITO DORSAL; CIRURGIAS: HISTERECTOMIA POR VIA ABDOMINAL; CIRURGIA DE VARIZES;
25 POSIÇÃO DE TRENDELENBURG REVERSA/PROCLIVE CABECEIRA ELEVADA E PÉS ABAIXADOS; USADA PARA CIRURGIAS DE CAVIDADE SUPERIOR (GASTROPLASTIA) E PARA CABEÇA E PESCOÇO (CIRURGIA DE CORDA VOCAL, TIREOIDECTOMIA), COLECISTECTOMIA E HÉRNIA DE HIATO POR VIDEOLAPAROSCOPIA.
26 DEITA COM O ABDOME EM CONTATO COM A SUPERFÍCIE DO COLCHÃO DA MESA DE OPERAÇÃO; CIRURGIAS DA REGIÃO DORSAL, LOMBAR, SACROCOCÍGEA E OCCIPITAL (EXERESE DE TUMOR DA REGIÃO OCCIPITAL), HÉRNIA DE DISCO, NUCLEOPLASTIA. ÁREAS DE PRESSÃO:OMBRO, ORELHA, FACE, PATELA E DEDOS DECÚBITO VENTRAL
27 POSIÇÃO LATERAL É UTILIZADA PARA REGIÃO DOS RINS (NEFRECTOMIA) OU TÓRAX (TORACOTOMIA) ARTROPLASTIA OU PRÓTESE DE QUADRIL**
28 Preparo, posicionamento e abordagem cirúrgica-incisão (artroplastia de quadril) A anestesia pode ser geral, através de bloqueio neural (injeção) na coluna lombar ou uma combinação de ambas. Após a anestesia e a administração de antibióticos para a prevenção de infecção, o paciente é posicionado na mesa cirúrgica com o auxílio de posicionadores especiais. Em seguida, a pele do quadril a ser operado é lavada com solução degermante. Seguindo a ação do degermante, uma segunda solução antisséptica é aplicada, a qual pode ser a base de clorexidina, álcool iodado ou PVPI (polivinil pirrolidona). A colocação dos campos cirúrgicos completa a preparação e precede a incisão da pele. Associado a checagem pré-operatória do lado a ser operado, antes da incisão realiza-se uma parada ( time-out ) com confirmação do lado a ser operado, tipo de cirurgia e identificação do paciente.três abordagens cirúrgicas sāo mais frequentemente utilizadas nas artroplastias do quadril: posterior eanterior.
29 Abordagem Posterior O paciente é posicionado decúbito lateral (deitado sobre o lado oposto ao operado). A incisāo na pele começa lateralmente na coxa e termina posteriormente na regiāo glútea. Esta abordagem tem como vantagem a preservação da musculatura abdutora e menor taxa de claudicação pós-operatória. A desvantagem é que apresenta maiores taxas de luxaçāo (deslocamento) da prótese. Modificações na técnica original e nos materiais usados tem permitido a redução do risco de luxação da prótese.
30 Abordagem Anterior. O paciente é posicionado em decúbito dorsal. As taxas de deslocamento são as menores nesta abordagem, com preservação da músculatura abdutora. Esta abordagem é mais complexa tecnicamente que a posterior ou lateral
31 POSIÇÃO DE FOWLER MODIFICADA O REPOUSO DO DORSO É ELEVADO, OS JOELHOS SÃO FLEXIONADOS, E O SUPORTE DO PÉ É MANTIDO NO LUGAR CIRURGIAS NEUROLÓGICAS (CRANIOTOMIA); ARTROSCOPIA DE OMBRO OU REPARO DO MANGUITO ROTATOR. PROTEGER OMBROS E DORSO, ESCÁPULA, ISQUIO, CALCÂNEOS
32
33 POSIÇÃO DE CANIVETE É UMA MODIFICAÇÃO DO DECÚBITO VENTRAL UTILIZADAS PARA ABORDAGENS PROCTOLÓGICAS, NUCLEOPLASTIA OU CIRURGIA DE CISTO DERMÓIDE REGIÃO SACRAL OU NUCLEOPLASTIA. A CABEÇA, O TÓRAX, E OS PÉS DO PACIENTE PRECISAM DE SUPORTES ADICIONAIS.
34 POSIÇÃO DA MESA DE ORTOPEDIA ADAPTAÇÃO DA MESA CIRÚRGICA COM EQUIPAMENTO ESPECÍFICO; REALIZA TRAÇÃO E AUMENTA A VERSATILIDADE DO PROCEDIMENTO; CIRURGIAS DE FRATURA DO COLO DO FÊMUR.
35 PONTOS IMPORTANTES PACIENTE GERIÁTRICO ESTADO NUTRICIONAL PACIENTES MAGROS PACIENTES OBESOS
36 Bibliografia Recomendada ASSOCIATION perioperative REGISTERED NURSES (AORN). Standards Recommended Practices and Guidelines. Denver, AORN,2014. PALAZZO,S. Análise dos procedimentos e recursos de proteção utilizados nas posições cirúrgicas. DISSERTAÇÃO [MESTRADO] ; Universidade de São Paulo, 104p., Silveira CT. A assistência da equipe de enfermagem no posicionamento cirúrgico do paciente durante o período intra-operatório. Dissertação [Mestrado]; Universidade de São Paulo, 117p., 2008 Burgos, R.C;Silveira, C.L: Guido, L.A Procedimento do Paciente para o ato Anestésico Cirúrgico. IN: Enfermagem em Centro Cirúrgico e Recuperação. Bianchi, E; Cavalho, R. Organizadoras. Cap 1 pag Todas as bibliografias do capitulo do livro anteriormente citados estão sugeridas.
37 Muito obrigada!
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