Roteiro das Atividades
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- Olívia Bennert Vieira
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1 DIABETES MELLITUS
2 Roteiro das Atividades - Primeira Parte: Aula teórica de Dietoterapia e DM (Aspectos Gerais). - Segunda Parte: Vídeo aula Contagem de Carboidratos - Terceira Parte: Aula Prática de contagem: Faremos uma conversa aberta nos primeiros 20 minutos para tirar dúvidas das vídeos aulas e um exercício no LTD com contagem de carboidratos.
3 Diretrizes SBD DIABETES MELLITUS Diabetes mellitus (DM) não e uma única doença, mas um grupo heterogêneo de distúrbios metabólicos que apresenta em comum a hiperglicemia, resultada de defeitos na ação da insulina, na secreção de insulina ou em ambas.
4 Importância do Tratamento do DM Diretrizes SBD É a doença endócrina mais comum e tão antiga quanto a própria humanidade. Alta prevalência, com cerca de 120 milhões de diabéticos. No Brasil acomete 7,6% da população (ANAD, 2003). Ribeirão Preto 15% ( Diretrizes SBD )
5 Prevalência, dados Vigitel > 62% de 2006 a 2016 Vigitel, 2016
6 Diretrizes SBD Fatores de Risco DM2 - Historia familiar da doença - Avançar da idade - Obesidade - Sedentarismo - Diagnostico prévio de pre-diabetes ou diabetes mellitus gestacional (DMG) - Presença de componentes da síndrome metabólica (HAS e DLPs) - Distribuição da gordura corporal (TAS e TAV)
7 DM Diretrizes SBD
8 Classificação etiológica do DM. Diretrizes SBD
9 Critérios laboratoriais para diagnóstico de normoglicemia, prédiabetes e DM, adotados pela SBD. Diretrizes SBD
10 Critérios diagnósticos para DM recomendados pela ADA e pela SBD. TOTG: teste oral de tolerância a glicose. Metas de controle metabólico de acordo com sociedades cientificas. Aprox. Glicemia 154 mg/dl ADA: Associacao Americana de Diabetes (American Diabetes Association); IDF: Federacao Internacional de Diabetes (International Diabetes Federation); AACE: Associacao; Americana de Endocrinologistas Clinicos (American Association of Clinical Endocrinologists); SBD: Sociedade Brasileira de Diabetes; HbA1c: hemoglobina glicada. Diretrizes SBD
11 Diretrizes SBD Objetivos glicêmicos para indivíduos com e sem DM1 nos diferentes momentos do dia. DM1: diabetes mellitus tipo 1. # Segundo a Sociedade Internacional de Diabetes para Pediatria e Adolescencia (International Society for Pediatric and Adolescent Diabetes, ISPAD). * Segundo a Associacao Americana de Diabetes (American Diabetes Association, ADA). - Idealmente, antes e 2 horas depois das refeições para ajuste da insulina bolus; - Centro de Referência e Diabetes da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), recomendase que pacientes com DM1 em terapia intensiva monitorem a glicemia cinco vezes ao dia (antes do café, do almoço e do jantar, ao deitar e 2 horas após uma refeição, variável a cada dia).
12 Objetivos do Tratamento Dietético no Diabetes - Manutenção/obtenção de peso saudável - Alcance das metas de controle da glicemia (tanto em jejum como pré e pós-prandial); - Adequação dos níveis pressóricos e dos níveis séricos de lipídios Obs.: Os profissionais de saúde devem estimular os indivíduos com DM a integrar estratégias de estilo de vida que evitem ganho de peso ou promovam, quando necessário, perda de peso modesta e realista. Diretrizes SBD
13 Prescrição Calórica -Controle do peso independente do tipo DM - Reduzir a ingestão de calorias e modificar o estilo de vida; - Redução moderada de peso, definida como a redução sustentada de 5% (ideal >7%) do peso corporal inicial; - Déficit energético de 500 a 750 kcal/dia ou que proporcionam de 1200 a 1500 kcal/dia para mulheres e a kcal/dia para homens ajustados ao peso.
14 Composição nutricional do plano alimentar indicado para indivíduos com DM DM2: diabetes mellitus tipo 2; VET: valor energético total (considerar as necessidades individuais, utilizando parâmetros semelhantes aos da população não diabética, em todas as faixas etárias). Diretrizes SBD
15 Carboidratos Segundo quadro anterior; Algumas controvérsias em relação ao tipo e quantidade; Semelhantes a população geral; Consenso que a qualidade e a quantidade dos carboidratos consumidos afetam a resposta glicêmica e que a observação do IG e da CG pode trazer benefícios adicionais quando o total de carboidratos da refeição é contabilizado (B). Diretrizes SBD
16 Índice Glicêmico Consiste na resposta glicêmica induzida pela ingestão do CHO (50g) de um dado alimento, comparada com a resposta glicêmica de um alimento considerado como referência, como pão ou glicose. Diretrizes SBD
17 Glicose Classifica os alimentos, de acordo com o aumento da glicose sangüínea em relação a um controle (Qualidade) Pão branco ou glicose (50g de CHO glicêmico) Alimento teste (50g) IG = ( área sob curva glicêmica alimento) x 100 área sob curva glicêmica padrão) Tempo Jenkins et al., 1981
18 Classificação do Índice Glicêmico Alto IG (IG 95 ) (70) Rápido aumento da glicemia Fonte de energia imediata e por pouco tempo Baixo IG (IG 75 ) (55) Lento aumento da glicemia Fonte energia gradual e por longo tempo (carboidratos lentamente digeridos) Referência pão (x 0.7 referência glicose)
19 Classificação Índice Glicêmico IG > 90: Alto (85) Evitar acima de 90 (Eventualmente) IG = 70-90: Intermediário (60-85) Moderado 50 a 90 (Fibras) IG < 70: Baixo (60) Dar preferência < 50 Carga Glicêmica CG > 20: Alta CG = 11-19: Intermediária CG < 10: Baixa CG= g de CHO do alimento porção x IG 100 (nº fixo)
20 ALIMENTO IG ALIMENTO IG Bolos 87 Cuscus 93 Biscoitos 90 Milho 98 Crackers 99 Arroz branco 81 Pão branco 101 Arroz integral 79 Sorvete 84 Arroz parboilizado 68 Leite integral 39 Tapioca 115 Leite desnatado 46 Feijão cozido 69 Iogurte com sacarose 48 Feijão manteiga 44 Iogurte sem sacarose 27 Lentilhas 38 All Bran 60 Ervilhas 68 Corn Flakes 119 Feijão de soja 23 Musli 80 Spaguete 59 Aveia 78 Batata cozida 121
21 ALIMENTO IG ALIMENTO IG Mingau de aveia 87 Batata frita 107 Trigo cozido 105 Batata doce 77 Farinha de trigo 99 Inhame 73 Maçã 52 Chocolate 84 Suco de maçã 58 Pipoca 79 Damasco seco 44 Amendoim 21 Banana 83 Sopa de feijão 84 Kiwi 75 Sopa de tomate 54 Manga 80 Mel 104 Laranja 62 Frutose 32 Suco de laranja 74 Glicose 138 Pêssego enlatado 67 Sacarose 87 Pêra 54 Lactose 65
22 Classificação do Índice Glicêmico (IG) e Carga Glicêmica (CG) Valores de referência para índice glicêmico (IG), carga glicêmica (CG) e CG/dia Classificação IG IG* CG CG/dia controle=pão controle=glicose Baixo (B) Médio (M) Alto (A) *Para a obtenção de valores de IG (glicose=100%) multiplica-se por 0,7 o valor de IG (pão=100%) (SUGIRS, 2007). Exemplo de utilização prática destes conceitos (glicose como padrão) Alimento Quant. (g) (g) CHOs IG Classificação CG Classificação Pão Francês Alto 14 Baixo Refrigerante (guaraná) Baixo 10 Baixo Pão de Forma c/ cenoura Light Baixo 7 Baixo Aveia, flocos, "Quaker Baixo 6 Baixo Leite vaca integral pó Baixo 2 Baixo Mamão papaya Baixo 3 Baixo Total Refeição 18 Fonte: TBCA-USP
23 Fibras Recomendações do quadro Efeitos distintos pelo tipo (solúvel e insolúvel) Saúde intestinal Obs: valorização dos conceitos de alimentação saudável do Guia alimentar da População Brasileira. Diretrizes SBD
24 Proteína Sem nefropatia: 1 a 1,5 g/kg/dia (15-20% do VCT); podendo chegar a 2g/kg de peso (perda de peso (20 a 30%) Doença Renal: Não deve exceder 0,8 g/kg/dia (10%), considerar o EN. Diretrizes SBD
25 Lipídios - Ver quadro anterior; - qualidade do tipo de ácido graxo parece ser mais importante do que a quantidade (B); - Ingestão de lipídios deve ser entre 20 e 35% do total de calorias; - Ajustada as necessidades individuais - Valorização do padrão mediterrâneo - Restrição da trans. Diretrizes SBD
26 Micronutrientes (vitaminas e minerais) - A deficiência de vitaminas e minerais é frequente em indivíduos com diabetes; - causas são perdas na urina, diminuição da capacidade intestinal de absorção e baixa ingestão dietética - Adequação da ingestão conforme recomendações da população geral. - Obs. em relação ao sódio: Dietary Approaches to Stop -Hypertension (DASH). Diretrizes SBD
27 Álcool Mesmos controles da População geral Afeta a alim. e glicemia prejudicando o controle do DM2; Valor energético importante; Pode ser consumido até 2 doses para homens e 1 dose para mulheres (1 dose equivale a 360mL de cerveja, 150mL de vinho ou 45mL de bebida destilada). Desenvolvimento de hipoglicemia prolongadas (até 16 horas após ingestão).
28 Edulcorantes Adoçantes não nutritivos (não calóricos) são recomendados. Obs: sugere-se o rodízio no uso das versões sintéticas. - A Food and Drug Administration (FDA) aprova: acessulfame-k, luo han guo, neotame e aspartame; - No Brasil a ANVISA aprova: sorbitol, manitol, isomaltitol, maltitol, sacarina, ciclamato, aspartame, estévia, acessulfame-k, sucralose, neotame, taumatina, lactitol, xilitol e eritritol; - Gestantes: adoçantes artificiais (aspartame, sacarina, acessulfame- K e sucralose) com moderação nas recomendações (mg/kg): Sacarina: 2,5 Ciclamato: 11 ; Aspartame: 40 ; Acessulfame-K: 15 ; Esteviosídeo: 5,5 ; Sucralose: 15 mg/kg de peso (C). Diretrizes SBD
29 Diabetes Tipo 1
30 PONTOS DE INSULINOTERAPIA
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32 Contagem de CHO Quadro de insulinas Tipo de Insulina Marca Ação Comercial Início Pico Duração Ultrarrápidas Lispro Humalog 15 min 1 h 3 a 5 h Aspart Novorapid 10 a 15 min 1 a 2 h 4 a 6 h Glulisina Apidra 10 a 15 min 1 a 2 h 4 a 6 h Rápidas Regular 30 min 2 a 3 h 6 a 8 h Intermediárias NPH 2 a 4 h 6 a 8 h 10 a 18h Ultralentas ou prolongadas Glargina Lantus 2 h Sem pico 20 a 24 h Detemir Levemir 2 h 6 a 8 h 18 h Fonte: SBD
33 Diabetes Care 2012;35: Contagem de Carboidratos Perfil da ação dos diferentes tipos de insulina
34 Macronutrientes Exercício Físico Micronutrientes Antidiabético oral Insulina Abstenção do Fumo
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