Teoria das Estruturas - Aula 13
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1 Teoria das Estruturas - Aula 13 Estruturas Hiperestáticas: Método das Forças (1) Método das Forças aplicado a problemas com apenas 1 Grau de Hiperestaticidade; Prof. Juliano J. Scremin 1
2 Aula 13 - Seção 1: Método das Forças aplicado a problemas com apenas 1 Grau de Hiperestaticidade 2
3 Apresentação do Problema Seja o nosso objetivo traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura modelada na Figura 1; Notório é o fato de que a estrutura possui 4 apoios, ou seja, 1 a mais do que o número de equações da estática no plano, e portanto, constitui uma estrutura hiperestática de grau 1 ; Por uma questão de organização podemos numerar as reações de apoio do modelo de 1 a 4 conforme a Figura 2. R3 R4 R2 Figura 1 R1 Figura 2 3
4 Ideia Básica do Método (1) Até agora na disciplina somente aprimoramos métodos de determinação de esforços para estruturas hiperestáticas; R3 R4 Assim sendo, o ponto de partida do Método das Forças é simplificar nossa estrutura hiperestática transformando-a em duas estruturas isostáticas associadas; R2 Figura 3 R1 Figura 4 4
5 Ideia Básica do Método (2) Na primeira ( figura 3 ), escolhemos uma reação de apoio superabundante ( por exemplo R1 ) e a retiramos de modo a compor uma estrutura isostática onde permanece o carregamento real ( no caso q ); R3 R4 R2 R1 Na segunda ( figura 4 ), tomamos apenas a geometria do modelo estrutural ( sem o carregamento real ) e aplicamos sobre esta a reação de apoio retirada ( R1 rebatizada como H1 ) como sendo um carregamento unitário. ( qualquer semelhança com a aplicação do PTV para cálculo de deslocamentos não é uma mera coincidência ) Figura 3 H1 = 1kN Figura 4 5
6 Ideia Básica do Método (3) Dessa forma, acabamos configurando dois carregamentos distintos sobre uma mesma geometria simplificada e isostática: o carregamento real, chamado de Caso 0; o carregamento da reação superabundante 1 chamado de Caso 1; R3 R4 R4.0 R3.0 R4.1 R3.1 Estrutura R2 Real R1 R2.0 Caso 0 Caso 1 R2.1 H1 = 1kN Consequentemente: R4 = R4.0 + R4.1 * H1 R3 = R3.0 + R3.1 * H1 R2 = R2.0 + R2.1 * H1 R1 reação de apoio superabundante (redundante hiperestática H1) a ser determinada 6
7 Compatibilização de Deslocamentos (1) Como inter-relacionar estes dois carregamentos? R4.0 R3.0 Caso 0 R2.0 No Caso 0, a ponta do balanço, onde antes existia a reação superabundante R1, sofrerá um deslocamento devido ao carregamento real. Este deslocamento é didaticamente denominado δ 10, sendo 1 uma referência a reação retirada (H1) e 0 uma referência ao carregamento que provoca este deslocamento (Caso 0) na direção da reação retirada; 7
8 Compatibilização de Deslocamentos (2) Como inter-relacionar estes dois carregamentos? R3.1 R4.1 R2.1 Caso 1 H1 = 1kN No Caso 1, a ponta do balanço sofre uma deslocamento devido a aplicação da reação superabundante H1; Este deslocamento é didaticamente denominado f 11, sendo 1 uma referência a reação retirada (H1) e 1 uma referência ao carregamento que provoca este deslocamento (Caso 1) na direção da reação aplicada; 8
9 Compatibilização de Deslocamentos (3) Como inter-relacionar estes dois carregamentos? Fato é que na estrutural real, a ponta do balanço não sofre nenhum deslocamento vertical pois existe um apoio ( e consequentemente uma reação vertical ) que impede a ocorrência deste deslocamento; Caso 0 Estrutura Real Caso 1 9
10 Compatibilização de Deslocamentos (3) Como inter-relacionar estes dois carregamentos? Como não conhecíamos o valor da reação de apoio 1 arbitramos o valor unitário para H1 (1kN) e assim sendo, o deslocamento f11 que calculamos é de fato um deslocamento unitário, ou seja, é o deslocamento que ocorre na direção da reação considerada para cada 1kN de força aplicado; Caso 0 Caso 1 10
11 Compatibilização de Deslocamentos (4) Como inter-relacionar estes dois carregamentos? Considerando que o deslocamento da ponta do balanço na vertical é nulo, podemos fazer a seguinte afirmação: H 1. f 11 + δ 10 = 0 Caso 0 f11 de fato é o que chamamos de coeficiente de flexibilidade, relacionando qual o deslocamento vertical que ocorre no ponto analisado (ponta do balanço) devido a aplicação de uma força nesta mesma direção; Caso 1 11
12 Método das Forças Analogia de Mola k - coeficiente de rigidez: força (ou momento fletor) resultante de um deslocamento unitário relativo de translação (ou rotação). f - coeficiente de flexibilidade: deslocamento relativo de translação (ou rotação) causado por uma força (ou momento fletor) unitária(o). F = k. δ Desloc. relativos como incógnitas δ = f. F Forças (mom.) como incógnitas 12
13 Método das Forças Resumo 1. Escolha do sistema principal (Caso 0); 2. Cálculo do deslocamento no ponto onde a força redundante foi removida no sistema principal; 3. Aplicação da redundante hiperestática H1, como carga isolada, em uma geometria idêntica a do sistema principal e cálculo do deslocamento no ponto de aplicação desta (Caso 1); 4. Aplicação da condição de compatibilidade H.f + δ = 0; 13
14 Generalização da Condição de Compatibilidade (1) Caso a estrutura tenha um deslocamento inicial associado à redundante hiperestática escolhida ( δδ HH ) : HH 11. ff δδ 1111 = δδ HHHH HH 11 : redundante hiperestática ff 1111 : coeficiente de flexibilidade δδ 1111 : deslocamento do Caso 0 correlato à redundante hiperestática H1 δδ HH : deslocamento prescrito (inicial) correlato à redundante hiperestática H1 14
15 Generalização da Condição de Compatibilidade (2) No caso de treliça hiperestática internamente (barra excedente): NN HH. ff δδ 1111 = NN HHLL HH EEEE HH NN HH : redundante hiperestática (esforço interno na barra excedente) ff 1111 : coeficiente de flexibilidade δδ 1111 : deslocamento do Caso 0 correlato à redundante hiperestática NH NN HH LL HH : deslocamento axial da barra excedente EEEE HH 15
16 FIM 16
17 Exercício 13.1 Traçar o diagrama de momentos fletores para a estrutura com um grau de hiperestaticidade abaixo: Dados: E = MPa b = 20 cm h = 50 cm 17
18 Exercício 13.2 Determinar as reações de apoio da estrutura hiperestática abaixo: Dados: E = MPa b = 15 cm h = 40 cm 18
19 Exercício 13.3 Determinar as reações de apoio da estrutura hiperestática abaixo: Dados: E = MPa b = 25 cm h = 60 cm 30kN/m 19
20 Exercício 13.4 Determinar os esforços nas barras da treliça hiperestática abaixo: Dados: E = 200 GPa A = 4 cm² C D A B 20
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