ANAIS 37ºANCLIVEPA p.0282
|
|
|
- Ilda Garrido Carrilho
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 HIPERFOSFATASEMIA NO PACIENTE CANINO PORTADOR DE CARCINOMA MAMÁRIO Kilder Dantas FILGUEIRA 1* ; José Artur Brilhante BEZERRA 2 ; Vitor Brasil MEDEIROS 2 ; Ramon Tadeu Galvão Alves RODRIGUES 2 1 Médico Veterinário, M.e, Hospital Veterinário, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, *[email protected] 2 Médico Veterinário, Residente, Hospital Veterinário, Universidade Federal Rural do Semi-Árido Resumo Em cães, o aumento da atividade sérica da fosfatase alcalina (hiperfosfatasemia) geralmente é associado com doença hepatobiliar, atividade osteoclástica (por osteossarcomas ou outras neoplasias) e indução medicamentosa. Das neoplasias mais frequentes dos caninos, têm-se os tumores mamários, com destaque para os carcinomas. Ocasionalmente tais tumores produzem tecido ósseo ativo, com incremento circulante da fosfatase alcalina. Objetivou-se demonstrar a ocorrência da hiperfosfatasemia em um canídeo acometido por carcinoma mamário. Uma cadela, sem raça definida, 14 anos, foi apresentada com o histórico de proliferações nas mamas. A semiologia mamária exibiu nódulos nas cadeias direita e esquerda, comprometendo as glândulas torácicas caudais e inguinais, além de tumor na glândula abdominal caudal esquerda. Solicitaram-se exames complementares. Esses corresponderam a hemograma completo, bioquímica sérica (renal e hepática), ultrassonografia abdominal e radiografias do tórax. A hematologia encontrava-se normal, assim como os parâmetros sanguíneos relacionados ao rim e ao fígado. Porém houve exceção para a fosfatase alcalina, a qual estava severamente elevada. A imagionologia não evidenciou distúrbios. Optou-se pela técnica cirúrgica de mastectomia bilateral. O material foi encaminhado para histopatologia, onde o quadro morfológico foi de carcinoma em tumor mamário misto. Após 40 dias do procedimento, avaliou-se novamente o nível sérico da fosfatase alcalina, o qual estava no intervalo de normalidade. Deve-se incluir a análise da fosfatase alcalina como um dos exames pré-operatórios em cadelas a serem submetidas à mastectomia. Palavras-chave: fosfatase alcalina, neoplasias mamárias animais, Canis familiaris Keywords: alkaline phosphatase, mammary neoplasms animal, Canis familiaris ANAIS 37ºANCLIVEPA p.0282
2 2 Revisão de Literatura A fosfatase alcalina consiste em um grupo heterogêneo de isoenzimas que catalizam a hidrólise de ésteres de monofosfatos em ph alcalino. Encontra-se nas membranas celulares, sendo sintetizada por vários tecidos e órgãos (THRALL et al., 2015). Em cães, o aumento da atividade sérica da fosfatase alcalina (hiperfosfatasemia) geralmente é associado com doença hepatobiliar, atividade osteoclástica (por osteossarcomas ou outras neoplasias primárias e secundárias) e indução por alguns medicamentos, como os corticosteroides (ROCCO, 2009). Dentre as neoplasias mais frequentes na espécie canina, destacam-se os tumores mamários, os quais representam um total de 25 a 50% de todas as neoplasias das cadelas. Cerca de 63,9% a 84,5% dos tumores de mama da fêmea canina são malignos e dentre esses, 70,4% são classificados como carcinomas, com variados tipos histopatológicos (FILGUEIRA et al., 2007). Ocasionalmente os carcinomas mamários produzem tecido ósseo ectópico ativo, com atuação no incremento circulante da fosfatase alcalina (WITHROW et al., 2013). Logo, acréscimos inespecíficos plasmáticos da fosfatase alcalina podem ser observados em vários tipos de tumores (ROCCO, 2009). Nesse sentido, o presente trabalho objetivou demonstrar a ocorrência da hiperfosfatasemia em um canídeo acometido por carcinoma mamário. Descrição do Caso Uma cadela, sem raça definida, 14 anos, foi apresentada com o histórico de proliferações nas mamas. As lesões possuíam tempo de evolução de cinco meses, mas com crescimento lento. A fêmea era não castrada, nulípara e nunca foi exposta à terapia contraceptiva. Submeteu-se a paciente ao exame físico. Os parâmetros vitais estavam normais. A semiologia mamária exibiu nódulos (com dimensões médias de 1,7 x 1,8 cm) nas cadeias direita e esquerda, comprometendo as glândulas torácicas caudais e inguinais. A glândula abdominal caudal esquerda apresentava alteração de maior dimensão, correspondendo a um tumor de 4,1 x 3,6 cm. A macroscopia lesional demonstrava consistência pétrea, forma variando de lisa a irregular, base de inserção oscilando de séssil a pedunculada, aderência a planos profundos e superfície externa com áreas íntegras e ulceradas, que exsudavam secreção sanguinolenta. A inspeção e palpação dos linfonodos regionais estavam inalteradas e não existiam neoformações em outras regiões anatômicas aparentes ANAIS 37ºANCLIVEPA p.0283
3 3 Optou-se por solicitar exames complementares. Esses corresponderam a hemograma completo, bioquímica sérica (renal e hepática, além de cálcio ionizado), ultrassonografia abdominal, radiografias do tórax e abdômen. Ainda foi executada citologia aspirativa das formações mamárias. A hematologia encontrava-se normal, assim como os parâmetros sanguíneos relacionados ao rim e ao fígado. Porém houve exceção para a fosfatase alcalina, a qual estava severamente elevada (2240u/L). Também ocorria hipercalcemia (11,5 mg/dl). A imagionologia não evidenciou distúrbios, com ressalva para o exame radiológico do abdômen, que elucidou massas subcutâneas calcificadas. Na citopatologia observou-se agrupamento de células epiteliais pleomórficas, células fusiformes (que remetiam origem mioepitelial ou mesenquimal) e abundante matriz osteoide. Designou-se terapia cirúrgica, com adoção da técnica de mastectomia bilateral. O material obtido foi encaminhado para análise histopatológica, a qual indicou tecido mamário exibindo transformação neoplásica nodular, expansiva, infiltrativa, moderadamente bem delimitada e parcialmente revestida por cápsula fibrosa. Existia componente mesenquimal abundante que apresentava metaplasia óssea, cartilaginosa e mixomatosa. A fração epitelial propagava-se formando blocos compactos e estruturas glandulares irregulares que infiltravam a parte mesenquimal e a cápsula fibrosa. Havia anisocariose, anisocitose e atipia nuclear leve. O quadro morfológico foi compatível com carcinoma em tumor mamário misto de grau I. A cadela apresentou uma adequada recuperação pós-cirúrgica. Transcorridos 40 dias do procedimento, avaliou-se novamente os níveis séricos da fosfatase alcalina e do cálcio ionizado, os quais haviam reduzido seus respectivos valores, estando ambos no intervalo de normalidade. Discussão O carcinoma em tumor misto é uma neoplasia de mama frequente na cadela e corresponde a uma lesão com elementos epiteliais malignos entre porções mesenquimais benignas. Pode alcançar uma frequência de 40-42% dentre as neoplasias mamárias da referida espécie (RIBEIRO, 2010; SANGHA et al., 2011). Devido à alta frequência da neoformação em questão, tornou-se de fundamental importância à suspeição e confirmação do tipo histológico, com auxilio de meios de diagnóstico, fossem bioquímicos, de imagem e microscópicos. Já se verificou que o carcinoma em tumor mamário misto canino apresentava tecido ósseo e medula ANAIS 37ºANCLIVEPA p.0284
4 4 óssea em uma porcentagem de 10,3% (RIBEIRO, 2010). Contudo, as lesões ósseas metaplásicas (ou seja, substituição de um tecido por outro da mesma linhagem celular), em neoplasias da glândula mamária canina, podem alcançar um valor de 40% (FILGUEIRA et al., 2007; WERNER, 2011). A patogênese da formação de osso em tumores mamários de cadelas tem relação com as células mioepiteliais. Essas células expressam proteínas ósseas morfogenéticas, incluindo as proteínas osteogênicas, as quais são também conhecidas com fatores indutores da formação do tecido ósseo (FILGUEIRA et al., 2007). As células mioepiteliais podem apresentar reação positiva para a pesquisa de fosfatase alcalina intracitoplasmática (RIBEIRO, 2010). Tal citação justificou a hiperfosfatasemia envolvida com o processo neoplásico em evidência. O aumento da atividade osteoblástica em animais portadores de neoplasias com componente ósseo também resultam inconsistentemente em uma maior atividade sérica da fosfatase alcalina. Além disso, como o osso contem altas quantidades de cálcio, lesões osteolíticas multifocais induzidas por neoplasias que albergam tecido ósseo, podem resultar em concentrações sanguíneas elevada de tal eletrólito (WITHROW et al., 2013; THRALL et al., 2015). Nesse sentido, existiu outra fonte de explicação para o acréscimo sorológico da fosfatase alcalina e se elucidou um motivo da hipercalcemia detectada no caso descrito. Contudo, o incremento do cálcio sanguíneo também poderia ser reflexo de uma síndrome paraneoplásica. A mesma é definida como distúrbios indiretos e remotos, induzidos pela neoplasia e que ocorrem à distância do tumor primário, sendo a hipercalcemia um tipo comum na medicina veterinária (WITHROW et al., 2013). A reversão pós-cirúrgica das anormalidades bioquímicas sistêmicas do corrente relato corroborou a relação das mesmas com a presença da neoplasia mamária observada. Descreveu-se que cães que possuem elevação sérica da fosfatase alcalina e do cálcio ionizado no momento pré-operatório, com ausência de retorno a normalidade transcorridos 40 dias da remoção cirúrgica do tumor primário, desenvolvem metástases precocemente (WITHROW et al., 2013). Logo, na situação em exposição foi essencial o acompanhamento bioquímico seguido à mastectomia. Além da hiperfosfatasemia, hipercalcemia e das alterações radiográficas subcutâneas abdominais encontradas, a avaliação citológica também contribuiu como uma prova laboratorial de triagem válida para o diagnóstico do carcinoma em tumor mamário misto em discussão, embora a conclusão só tenha sido obtida por meio da histopatologia. Demonstrou-se uma taxa de 75% de correlação entre o ANAIS 37ºANCLIVEPA p.0285
5 5 exame citopatológico e histopatológico para a detecção do carcinoma em tumor mamário misto de cadelas (SANGHA et al., 2011). Conclusão Deve-se incluir a análise sérica da fosfatase alcalina como um dos exames préoperatórios em cadelas a serem submetidas à mastectomia, uma vez que a elevação de tal enzima pode auxiliar no diagnóstico do tipo de neoplasia mamária envolvida. Referências FILGUEIRA, K. D.; ARAÚJO, R. W. B.; SILVA, L. D. M. Perfil microestromal de tumores mamários malignos em cadelas. Ciência Animal, Fortaleza, v.17, n.1, p.59-63, RIBEIRO, G. M. Carcinoma em tumor misto da mama da cadela: avaliação de aspectos morfológicos e perfil imunofenotípico. Belo Horizonte, p. Dissertação (Mestrado em Patologia Geral). Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais. ROCCO, L. C. M. Guia prático para colheita e interpretação de exames laboratoriais em cães e gatos. São Caetano do Sul: Interbook, 2009, 216p. SANGHA, S.; SINGH, A.; SOOD, N. K.; GUPTA, K. Specificity and sensitivity of cytological techniques for rapid diagnosis of neoplastic and non-neoplastic lesions of canine mammary gland. Brazilian Journal of Veterinary Pathology, Belo Horizonte, v.4, n.1, p.13-22, THRALL, M. A.; WEISER, G.; ALLISON, R. W.; CAMPBELL, T. W. Hematologia e bioquímica clínica veterinária. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015, 678p. WERNER, P. R. Patologia geral veterinária aplicada. São Paulo: Roca, 2011, 371p. WITHROW, S. J.; VAIL, D. M.; PAGE, R. L. Withrow & MacEwen s Small animal clinical oncology. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2013, 750p ANAIS 37ºANCLIVEPA p.0286
REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA ISSN: Ano IX Número 18 Janeiro de 2012 Periódicos Semestral
ESTUDO RETROSPECTIVO DA APLICAÇÃO DO DIAGNÓSTICO CITOPATOLÓGICO E AVALIAÇÃO DA SOBREVIDA DAS NEOPLASIAS MAMÁRIAS DE CADELAS ATENDIDAS HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE DO PARANÁ UENP-CLM
FIBROADENOCARCINOMA, CARCINOSSARCOMA E LIPOMA EM CADELA RELATO DE CASO FIBROADENOCARCINOMA, CARCINOSARCOMA AND LIPOMA IN BITCH - CASE REPORT
FIBROADENOCARCINOMA, CARCINOSSARCOMA E LIPOMA EM CADELA RELATO DE CASO FIBROADENOCARCINOMA, CARCINOSARCOMA AND LIPOMA IN BITCH - CASE REPORT 1 SARA LETÍCIA DOS SANTOS ANDRADE¹, SUELLEN BARBOSA DA GAMA
AVALIAÇÃO ULTRASSONOGRÁFICA DE NEOPLASIAS MAMÁRIAS EM CADELAS (Ultrasonographic evaluation of mammary gland tumour in dogs)
1 AVALIAÇÃO ULTRASSONOGRÁFICA DE NEOPLASIAS MAMÁRIAS EM CADELAS (Ultrasonographic evaluation of mammary gland tumour in dogs) Daniela da Silva Pereira CAMPINHO 1 ; Priscilla Bartolomeu ARAÚJO 1, Francine
Ameloblastoma acantomatoso canino: aspecto clínico-diagnóstico e manejo terapêutico
Ameloblastoma acantomatoso canino: aspecto clínico-diagnóstico e manejo terapêutico Canine acanthomatous ameloblastoma: clinical diagnosis and therapeutic management aspect FILGUEIRA, K. D. 1* ; RODRIGUES,
Anais do 38º CBA, p.1248
1 HEMANGIOSSARCOMA PRIMÁRIO EM GLÂNDULA NICTITANTE DE UM CANINO PRIMARY HEMANGIOSARCOMA IN NICTITATING GLAND OF A CANINE Poliana Araújo XIMENES 1 ; Keylla Suellen Batalha Rocha FERNANDES 1 ; José Artur
Neoplasias. Benignas. Neoplasias. Malignas. Características macroscópicas e microscópicas permitem diferenciação.
- Neoplasias- Neoplasias Benignas Neoplasias Malignas Características macroscópicas e microscópicas permitem diferenciação. Neoplasias Neoplasias Benignas PONTO DE VISTA CLÍNICO, EVOLUTIVO E DE COMPORTAMENTO
CORRELAÇÃO ENTRE A CITOLOGIA ASPIRATIVA COM AGULHA FINA E HISTOPATOLOGIA: IMPORTÂNCIA PARA O DIAGNÓSTICO DE NEOPLASIAS MAMÁRIAS EM CADELAS 1
343 CORRELAÇÃO ENTRE A CITOLOGIA ASPIRATIVA COM AGULHA FINA E HISTOPATOLOGIA: IMPORTÂNCIA PARA O DIAGNÓSTICO DE NEOPLASIAS MAMÁRIAS EM CADELAS 1 Thalita Evani Silva de Oliveira 2, João Paulo Machado 3,
Anais do 38º CBA, p.1751
LEVANTAMENTO RETROSPECTIVO DE NEOPLASIAS MAMÁRIAS EM CADELAS NA CIDADE DE TERESINA-PI RETROSPECTIVE SURVEY OF MAMMARY NEOPLASMS IN BITCHES IN THE CITY OF TERESINA-PI Alinne Rosa de Melo CARVALHO 1 ; Werner
DIAGNÓSTICO CLÍNICO E HISTOPATOLÓGICO DE NEOPLASMAS CUTÂNEOS EM CÃES E GATOS ATENDIDOS NA ROTINA CLÍNICA DO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVIÇOSA 1
361 DIAGNÓSTICO CLÍNICO E HISTOPATOLÓGICO DE NEOPLASMAS CUTÂNEOS EM CÃES E GATOS ATENDIDOS NA ROTINA CLÍNICA DO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVIÇOSA 1 Márcia Suelen Bento 2, Marcelo Oliveira Chamelete 3,
CARCINOMA SÓLIDO MAMÁRIO EM CADELA COM METÁSTASE CUTÂNEA TRADADA COM CARBOPLATINA
1 CARCINOMA SÓLIDO MAMÁRIO EM CADELA COM METÁSTASE CUTÂNEA TRADADA COM CARBOPLATINA Jessica MAGNANI¹; Gilmar Santos COSTA¹; Marília Carneiro de Araújo MACHADO²; Laís Pereira SILVA 3 ; Mário Jorge Melhor
MASTECTOMIA COMO TRATAMENTO DAS NEOPLASIAS MAMÁRIAS DE CADELAS: FREQUÊNCIA E CORRELAÇÃO COM O TIPO HISTOLOGICO
MASTECTOMIA COMO TRATAMENTO DAS NEOPLASIAS MAMÁRIAS DE CADELAS: FREQUÊNCIA E CORRELAÇÃO COM O TIPO HISTOLOGICO Bruna Couto de SOUZA 1 ; Alessandra Aparecida MEDEIROS-RONCHI 2 e Ednaldo Carvalho GUIMARÃES
OSTEOSSARCOMA CONDROBLÁSTICO: Relato de Caso
OSTEOSSARCOMA CONDROBLÁSTICO: Relato de Caso LEMOS, Carolina Decker 1 ; LOBO, Carolina Gomes 2 ; ANCIUTI, Andréa 3 ; SCOPEL, Débora 4 ; CARAPETO, Luis Paiva 5 1 Médica Veterinária residente em Imagenologia-HCV-UFPel,
Anais do 38º CBA, p.1228
1 CICLO ERRÔNEO DA Dirofilaria immitis EM FIBROLIPOMA CANINO Dirofilaria immitis ERRONEOUS CYCLE OF CANINE FIBROLIPOMA Mirlla Baracho FERREIRA 1 ; Keylla Suellen Batalha Rocha FERNANDES 1 ; Ramon Tadeu
Campus Universitário s/n Caixa Postal 354 CEP Universidade Federal de Pelotas.
ESTUDO RETROSPECTIVO DAS NEOPLASIAS PULMONARES DIAGNOSTICADAS NO SETOR DE RADIODIAGNÓSTICO DO HCV-UFPel NO PERÍODO DE FEVEREIRO DE 2003 A AGOSTO DE 2006. XAVIER 1 *, Fernanda da Silva; SPADER 1, Melissa
CARCINOMA TUBULOPAPILAR DE MAMA EM FELINO RELATO DE CASO
CARCINOMA TUBULOPAPILAR DE MAMA EM FELINO RELATO DE CASO SCOPEL, Débora¹; SILVA, Cristine Cioato da¹; FORTES, Tanise Pacheco¹; NUNES, Fernanda Camargo¹; SPRANDEL, Lucimara¹; N-GUIM, Tainã ²; FERNANDES,
DIAGNÓSTICO DE OSTEOSSARCOMA EM SACRO DE UM CÃO DA RAÇA COCKER SPANIEL POR EXAME CITOPATOLÓGICO: RELATO DE CASO
DIAGNÓSTICO DE OSTEOSSARCOMA EM SACRO DE UM CÃO DA RAÇA COCKER SPANIEL POR EXAME CITOPATOLÓGICO: RELATO DE CASO OSTEOSARCOMA IN SACRUM IN A COCKER SPANIEL DOG DIAGNOSED BY CYTOPATHOLOGICAL EXAM: CASE REPORT
DIAGNÓSTICO DE MASSAS TUMORAIS EM CANINOS E FELINOS - CONCORDÂNCIA ENTRE RESULTADOS DE EXAMES CITOPATOLÓGICOS E HISTOPATOLÓGICOS
DIAGNÓSTICO DE MASSAS TUMORAIS EM CANINOS E FELINOS - CONCORDÂNCIA ENTRE RESULTADOS DE EXAMES CITOPATOLÓGICOS E HISTOPATOLÓGICOS Autores: TÍTULO DO RESUMO MAIUSCULO. Adrielly Ehlers Residente em Patologia
SARCOMA ANAPLÁSICO COM CÉLULAS GIGANTES EM CANINO DOMÉSTICO ANAPLASIC SARCOMA WITH GIANT CELLS IN DOMESTIC CANINE
SARCOMA ANAPLÁSICO COM CÉLULAS GIGANTES EM CANINO DOMÉSTICO ANAPLASIC SARCOMA WITH GIANT CELLS IN DOMESTIC CANINE Amanda Ponchet BORGES¹, Jussara Sampaio QUINTELA 1, Jordana de Oliveira TALEIRES 1, Maiara
OSTEOCONDROSSARCOMA DE MAMA RELATO DE CASO OSTEOCONDROSSARCOMA OF MAMA CASE REPORT
1 OSTEOCONDROSSARCOMA DE MAMA RELATO DE CASO OSTEOCONDROSSARCOMA OF MAMA CASE REPORT Alinne Rezende SOUZA 1 ; Eric Orlando Barbosa MOMESSO 2 ; Artur Teixeira PEREIRA 1 ; Taísa Miranda PINTO 2 ; Matheus
Relato de caso de um cão de 4 anos SRD portador de Linfossarcoma atendido no Hospital Veterinário da Anhanguera (UNIAN), São Bernardo do Campo - SP
Relato de caso de um cão de 4 anos SRD portador de Linfossarcoma atendido no Hospital Veterinário da Anhanguera (UNIAN), São Bernardo do Campo - SP MATTOS, Fernanda de [1] Mattos, Fernanda de; Reis, Eduardo.
HIPERADRENOCORTICISMO CANINO ADRENAL- DEPENDENTE ASSOCIADO A DIABETES MELLITUS EM CÃO - RELATO DE CASO
1 HIPERADRENOCORTICISMO CANINO ADRENAL- DEPENDENTE ASSOCIADO A DIABETES MELLITUS EM CÃO - RELATO DE CASO ADRENAL-DEPENDENT HYPERADRENOCORTICISM ASSOCIATED WITH DIABETES MELLITUS IN DOG - CASE REPORT 1-
TUMORES DE PELE E TECIDO SUBCUTÂNEO EM CÃES E GATOS
TUMORES DE PELE E TECIDO SUBCUTÂNEO EM CÃES E GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria INTRODUÇÃO AOS TUMORES DE
HEMANGIOSSARCOMA ESPLÊNICO EM CÃO: RELATO DE CASO
HEMANGIOSSARCOMA ESPLÊNICO EM CÃO: RELATO DE CASO MACHADO, Rodrigo 1 ; LAMB, Luciana¹; LUNARDI, Gabriele¹; PALMA, Heloísa. 2 Universidade de Cruz Alta - UNICRUZ, Campus, Cruz Alta, RS. e-mail: [email protected]
PRINCIPAIS SINDROMES PARANEOPLÁSICAS HEMATOLÓGICAS DE CÃES COM LINFOMA MAIN PARANEOPLASTIC HEMATOLOGICAL SYNDROMES OF DOGS WITH LYMPHOMA
PRINCIPAIS SINDROMES PARANEOPLÁSICAS HEMATOLÓGICAS DE CÃES COM LINFOMA MAIN PARANEOPLASTIC HEMATOLOGICAL SYNDROMES OF DOGS WITH LYMPHOMA Agrício Moreira DANTAS NETO¹*; Melania Loureiro MARINHO²; Evilda
TUMOR VENÉREO TRANSMISSÍVEL EXTRAGENITAL PRIMÁRIO: CAVIDADE ORAL, NASAL E CUTÂNEO RELATO DE CASO
1 TUMOR VENÉREO TRANSMISSÍVEL EXTRAGENITAL PRIMÁRIO: CAVIDADE ORAL, NASAL E CUTÂNEO RELATO DE CASO Mariana Palma Correa da SILVA 1 ; Celmira CALDERÓN 2 ; Bruna Amaral GUILHERME 3 ; Mariza Fordelone Rosa
42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de Curitiba - PR
MANEJO CLÍNICO CIRÚRGICO DE UMA CADELA COM LIPOSSARCOMA E TERATOMA EM CAVIDADE ABDOMINAL - RELATO DE CASO ELAINE CRISTINA STUPAK¹, ORLANDO MARCELO MARIANI¹, MARINA LAUDARES COSTA¹, LARISSA FERNANDES MAGALHÃES¹,
ESTUDO RETROSPECTIVO DE NEOPLASMAS FELINOS DIAGNOSTICADOS DURANTE O PERÍODO DE 1980 A INTRODUÇÃO
ESTUDO RETROSPECTIVO DE NEOPLASMAS FELINOS DIAGNOSTICADOS DURANTE O PERÍODO DE 1980 A 2006. GUIM, Thomas Normanton 1 ; XAVIER 1, Fernanda da Silva; SPADER 1, Melissa Borba; SECCHI 2, Priscila; GUIM 2,
FREQUÊNCIA DE NEOPLASIA EM CÃES NA CIDADE DO RECIFE NO ANO DE 2008.
FREQUÊNCIA DE NEOPLASIA EM CÃES NA CIDADE DO RECIFE NO ANO DE 2008. Laila Carina Soares dos Santos¹, Rebeca Marques S. Leitão², Cristiane Maia da Silva³, Acácio Teófilo da Silva Filho 4, Renata Ferreira
OSTEOPATIA HIPERTÓFICA PULMONAR - RELATO DE CASO
OSTEOPATIA HIPERTÓFICA PULMONAR - RELATO DE CASO Maria Madalena Santos COSTA 1 ; Iago Martins OLIVEIRA 1 ; Daniella Ferreira Cordeiro GOMES 1 ; Taíza Gonçalves de FREITAS 2 ; Mauro Sergio Pereira ROQUE
Médico Veterinário, Especialista em Patologia Veterinária da Histopathus- SEMEV.
OSTEOSSARCOMA EXTRA-ESQUELÉTICO EM TESTÍCULO ECTÓPICO EM UM CANINO-RELATO DE CASO Osteosarcoma extra-skeletal primary in testis ectopic a canine- Case of a report Thaís Bandeira MARTINS¹; Sophia Saraiva
MELANOCITOMA DE CORÓIDE EM CÃO - RELATO DE CASO
1 MELANOCITOMA DE CORÓIDE EM CÃO - RELATO DE CASO Thaís de Almeida MOREIRA 1 *, Talita Lopes SERRA 2, Leandro William BORGES 3, Álisson Souza COSTA 4, Frederico Faria MELO JÚNIOR 5, Márcio de Barros BANDARRA
Universidade Federal do Paraná. Treinamento em Serviço em Medicina Veterinária. Laboratório de Patologia Clínica Veterinária
Universidade Federal do Paraná Treinamento em Serviço em Medicina Veterinária Laboratório de Patologia Clínica Veterinária Hospital Veterinário UFPR Marília de Oliveira Koch Título: SINAIS CLÍNICOS E ALTERAÇÕES
DIAGNÓSTICO DE TUMORES DE MAMA: PARTE II
DIAGNÓSTICO DE TUMORES DE MAMA: PARTE II EXAME HISTOPATOLÓGICO O exame histopatológico de biópsias incisionais ou excisionais é o método de diagnóstico mais seguro. Além de facilitar a classificação da
CARCINOMA SÓLIDO DE GLÂNDULA MAMÁRIA COM METÁSTASE EM MEDULA ESPINHAL
1344 SANTIN, A. P. I. et al. CARCINOMA SÓLIDO DE GLÂNDULA MAMÁRIA COM METÁSTASE EM MEDULA ESPINHAL An a Pa u l a Ig l e s i a s Sa n t i n, 1 Ve r i d i a n a Ma r i a Br i a n e z i Di g n a n i Mo u
05/01/2016. Letícia Coutinho Lopes 1. Definição Fibroma Ossificante Epidemiologia Oncogênese
Neoplasias Tópicos da Aula A. Neoplasia B. Carcinogênese C. Tipos de Neoplasia D. Características das Neoplasias E. Invasão e Metástase 2 Definição Fibroma Ossificante Epidemiologia Oncogênese A. Neoplasia
NEOPLASIA MAMÁRIA CANINA: EVIDENCIAS CLÍNICO - EPIDEMIOLÓGICAS CANINE MAMARIA NEOPLASIA: CLINICAL - EPIDEMIOLOGICAL EVIDENCES
NEOPLASIA MAMÁRIA CANINA: EVIDENCIAS CLÍNICO - EPIDEMIOLÓGICAS CANINE MAMARIA NEOPLASIA: CLINICAL - EPIDEMIOLOGICAL EVIDENCES Camila Silva de MORAIS 1 ; Rachel Melo RIBEIRO 2, Ferdinan Almeida MELO 3,
CARCINOMA PULMONAR MESTASTÁTICO RESPONSIVO À QUIMIOTERAPIA ANTINEOPLÁSICA EM CADELA: RELATO DO CASO
CARCINOMA PULMONAR MESTASTÁTICO RESPONSIVO À QUIMIOTERAPIA ANTINEOPLÁSICA EM CADELA: RELATO DO CASO METASTATIC LUNG CARCINOMA RESPONSIVE TO ANTINEOPLASTIC CHEMOTERAPY IN BITCH: CASE REPORT Adna Carolinne
LIPOSSARCOMA CANINO EM MEMBRO PÉLVICO DIREITO RELATO DE CASO 1
411 LIPOSSARCOMA CANINO EM MEMBRO PÉLVICO DIREITO RELATO DE CASO 1 Giovanna Cazita Martino², Kelly Cristine de Sousa Pontes³, Gláucia Matos Marques da Silva 4, Letícia Calovi de Carvalho Santos 5, Luís
AVALIAÇÃO CLÍNICA, HEMATOLÓGICA E HISTOPATOLÓGICA DE TUMORES ESPLÊNICOS EM CÃES
AVALIAÇÃO CLÍNICA, HEMATOLÓGICA E HISTOPATOLÓGICA DE TUMORES ESPLÊNICOS EM CÃES SABRINA MARIN RODIGHERI 1, GUILHERME FERNANDO DE CAMPOS 2, MARINA STEFFANELLO ROMANI 2 1 Doutoranda do Programa de Pós-Graduação
INTRODUÇÃO AO LINFOMA EM GATOS
INTRODUÇÃO AO LINFOMA EM GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria Linfoma em gatos (sinônimos) Linfoma Século XXI
LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EM CANINO RELATO DE CASO CHRONIC LYMPHOCITIC LEUKEMIA IN DOG CASE REPORT
LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EM CANINO RELATO DE CASO CHRONIC LYMPHOCITIC LEUKEMIA IN DOG CASE REPORT Viviane Mota dos Santos MORETTO¹, Jéssica Iglesias de SOUZA², Aline MAGALHÃES¹, Darlan Henrique CANEI¹,
ADENOCARCINOMA HEPATOIDE EM CADELA NÃO CASTRADA RELATO DE CASO CARCINOMA OF HEPATOID GLAND IN UNNEUTERED BITCHES - CASE REPORT.
1 ADENOCARCINOMA HEPATOIDE EM CADELA NÃO CASTRADA RELATO DE CASO CARCINOMA OF HEPATOID GLAND IN UNNEUTERED BITCHES - CASE REPORT. Laís de Novaes PEREIRA 1 ; Hayala Caroline Silva Ferreira GOMES¹; Felipe
USO DA TÉCNICA DE MICROARRANJO TECIDUAL NA CLASSIFICAÇÃO DAS GLÂNDULAS MAMÁRIAS CANINAS NORMAIS E NEOPLÁSICAS
USO DA TÉCNICA DE MICROARRANJO TECIDUAL NA CLASSIFICAÇÃO DAS GLÂNDULAS MAMÁRIAS CANINAS NORMAIS E NEOPLÁSICAS Hugo Henrique FERREIRA, Denise Caroline TOLEDO, Veridiana Maria Brianezi Dignani de MOURA Pós-graduação
CASO CLÍNICO Pós graduação em Mastologia 28 Enfermaria Santa Casa da Misericórdia RJ María Priscila Abril Vidal
CASO CLÍNICO 2015 Pós graduação em Mastologia 28 Enfermaria Santa Casa da Misericórdia RJ María Priscila Abril Vidal Paciente RPG, 31 anos, sexo femenino, solteira, estudante, residente em B. Roxo. HPP:
CÂNCER DE BOCA E OROFARINGE
CÂNCER DE BOCA E OROFARINGE EQUIPE MULTIDISCIPLINAR LOCAIS MAIS FREQUÊNTES DAS LESÕES PRECOCES Mashberg e Meyer LESÕES PRE- CANCEROSAS CAMPO DE CANCERIZAÇÃO FOCOS MÚLTIPLOS MAIOR PROBABILIDADE DE ALTERAÇÕES
Tumores renais. 17/08/ Dra. Marcela Noronha.
Tumores renais 17/08/2017 - Dra. Marcela Noronha As neoplasias do trato urinário em crianças quase sempre são malignas e localizam-se, em sua maioria, no rim. Os tumores de bexiga e uretra são bastante
ONCOLOGIA. Aula I Profª.Enfª: Darlene Carvalho (www.darlenecarvalho.webnode.com.br)
ONCOLOGIA Aula I Profª.Enfª: Darlene Carvalho (www.darlenecarvalho.webnode.com.br) CLASSIFICAÇÃO DAS CÉLULAS Lábeis Estáveis Perenes CLASSIFICAÇÃO DAS CÉLULAS Células lábeis: São aquelas em constante renovação
Local de realização do exame: Unidade Morumbi. Elastografia US Fígado e Tireóide
Local de realização do exame: Unidade Morumbi Elastografia US Fígado e Tireóide O que é Elastografia Hepática por Ultrassonografia? É uma técnica avançada e não invasiva associada à ultrassonografia convencional,
Anais do 38º CBA, p.0882
ESTUDO RETROSPECTIVO DE ALTERAÇÕES ABDOMINAIS DIAGNOSTICAS POR EXAME RADIOGRÁFICO NO ANO DE 2015 NO HOSPITAL VETERINÁRIO FRANCISCO EDILBERTO UCHOA LOPES EM SÃO LUÍS MARANHÃO RETROSPECTIVE STUDY OF DIAGNOSTIC
Introdução. Graduandos do Curso de Medicina Veterinária FACISA/UNIVIÇOSA.
MELANOMA LÍMBICO EM CÃO: RELATO DE CASO André de Paula Monteiro Resende 1, Fabíola Carolina de Almeida 2, Gustavo Carvalho Cobucci 3, João Paulo Machado 4, Kelly Cristina de Souza Pontes 5 Resumo: O melanoma
Imagem da Semana: Ressonância nuclear magnética
Imagem da Semana: Ressonância nuclear magnética Imagem 01. Ressonância Margnética do Abdomen Imagem 02. Angiorressonância Abdominal Paciente masculino, 54 anos, obeso, assintomático, em acompanhamento
REDUÇÃO DE METÁSTASE PULMONAR EM CANINO COM FIBROSSARCOMA RELATO DE CASO REDUCTION OF PULMONARY METASTASE IN CANINE WITH FIBROSSARCOMA - CASE REPORT
REDUÇÃO DE METÁSTASE PULMONAR EM CANINO COM FIBROSSARCOMA RELATO DE CASO REDUCTION OF PULMONARY METASTASE IN CANINE WITH FIBROSSARCOMA - CASE REPORT Jessica Lais de Oliveira LIMA 1 ;Elayne Cristine da
Terapia conservadora da mama em casos multifocais/multicêntricos
Caso Clínico Terapia conservadora da mama em casos multifocais/multicêntricos Realização: Escola Brasileira de Mastologia Antônio Frasson, Francisco Pimentel e Ruffo de Freitas Autor do Caso Márden Pinheiro
UNIVERSIDADE DE CUIABÁ NÚCLEO DE DISCIPLINAS INTEGRADAS DISCIPLINA DE CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS IV
UNIVERSIDADE DE CUIABÁ NÚCLEO DE DISCIPLINAS INTEGRADAS DISCIPLINA DE CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS IV NEOPLASIAS Definições O neoplasma é uma massa anormal de tecido, cujo crescimento é excessivo e não coordenado
PROVA TEÓRICO-PRÁTICA TÍTULO DE ESPECIALISTA EM MASTOLOGIA ) Complete o desenho abaixo com os nomes das respectivas drogas: a) b) c)
PROVA TEÓRICO-PRÁTICA TÍTULO DE ESPECIALISTA EM MASTOLOGIA 2017 1) Complete o desenho abaixo com os nomes das respectivas drogas: a) b) c) 2) Paciente de 52 anos realizou punção-biópsia com agulha grossa
1/100. Residência /1 PROCESSO SELETIVO DOS PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA EM ÁREA PROFISSIONAL DE 2ª FASE: PROFISSÃO 7: MEDICINA ANIMAIS
1/100 Residência 2019 2ª Fase Prova Dissertativa P2 (30/09/2018) I I 1 1/1 QRRSTQUVWQ XYZ[\]^_`[\^a! "#$%&' Š Œ ŽÇ Œ Á Ž Ž Ž Ž xyz{ }y ~ {~ x{ƒ z { yˆ{ {y ƒ xy z PROCESSO SELETIVO DOS PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA
Patologia - orientações
Patologia - orientações Padronização para Patologistas e Ginecologistas Elaborado pelas Sociedades Brasileiras de Citopatologia, de Patologia, de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, FEBRASGO,
MASTOCITOMA ATIPICO EM FELINO: RELATO DE CASO
MASTOCITOMA ATIPICO EM FELINO: RELATO DE CASO Jéssica Ribeiro MAGALHÃES¹, Jéssica Bueno GUIMARÃES², Jacqueline de Brito PAIVA², Leiny Paula de OLIVEIRA³, Marina Pacheco MIGUEL 4 1 Residente em Clínica,
16º Imagem da Semana: Radiografia do Joelho
16º Imagem da Semana: Radiografia do Joelho Enunciado Paciente do sexo masculino, 15 anos, previamente hígido, iniciou com quadro de dor e edema na região distal da coxa direita há três meses, que evoluiu
Palavras-chave: Dermatologia, oncologia, cães Keywords: Dermatology, oncology, dogs
1 NEOPLASIAS CUTÂNEAS E SUBCUTÂNEAS EM CÃES ATENDIDOS NO HOVET- UFRA, BELÉM, PARÁ, BRASIL SKIN AND SUBCUTANEOUS NEOPLASMS IN DOG AT HOVET-UFRA, BELÉM, PARÁ, BRAZIL Yvana Rezende HADAD 1 ; Ricardo Luis
Manejo Ambulatorial de Massas Anexiais
Instituto Fernandes Figueira FIOCRUZ Departamento de Ginecologia Residência Médica Manejo Ambulatorial de Massas Anexiais Alberto Tavares Freitas Tania da Rocha Santos Abril de 2010 Introdução Representam
Alterações do Crescimento Celular
Alterações do Crescimento Celular Profa. Tópicos da Aula A. Adaptações do Crescimento e Diferenciação Celulares B. Alterações do Crescimento I C. Alterações do Crescimento II D. Alterações de Adaptação
1/100 RP Universidade de São Paulo 1/1 INSTRUÇÕES PROCESSO SELETIVO PARA INÍCIO EM ª FASE: GRUPO 5: VETERINÁRIA
1/100 1 1/1 RP 2018 2ª Fase Prova Dissertativa P2 (08/10/2017) ASSINATURA DO CANDIDATO I Universidade de São Paulo Brasil FABDEÇGH ABUIJKLUNÁKUE PEKE H IJLNUQAREK CO34556O 78 98547:;C4< 3M=T4>9O?4554O;
ANAIS 37ºANCLIVEPA p Médica Veterinária R2 em Clínica Cirúrgica de Animais de Companhia da Universidade Federal
1 MASTOCITOMA GRAU III EM CÃO DA RAÇA PASTOR ALEMÃO Elaine Lopes de CARVALHO 1 ; Luciana Ferreira PANTOJA 2 ;Daniely Figueiró Silva FURTADO 3 ;Wilmy Henrique Soares de ARAÚJO 4 ;Raphael Castro CONDE 5
DETECÇÃO DO CICLO ESTRAL POR MEIO DE CITOLOGIA VAGINAL DE CADELAS ATENDIDAS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVIÇOSA/FACISA
143 DETECÇÃO DO CICLO ESTRAL POR MEIO DE CITOLOGIA VAGINAL DE CADELAS ATENDIDAS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVIÇOSA/FACISA Marcela Mara Ferreira Vieira 1, Thalita Evani Silva de Oliveira 1, Luiz Eduardo
