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1 1 HIPERFOSFATASEMIA NO PACIENTE CANINO PORTADOR DE CARCINOMA MAMÁRIO Kilder Dantas FILGUEIRA 1* ; José Artur Brilhante BEZERRA 2 ; Vitor Brasil MEDEIROS 2 ; Ramon Tadeu Galvão Alves RODRIGUES 2 1 Médico Veterinário, M.e, Hospital Veterinário, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, *[email protected] 2 Médico Veterinário, Residente, Hospital Veterinário, Universidade Federal Rural do Semi-Árido Resumo Em cães, o aumento da atividade sérica da fosfatase alcalina (hiperfosfatasemia) geralmente é associado com doença hepatobiliar, atividade osteoclástica (por osteossarcomas ou outras neoplasias) e indução medicamentosa. Das neoplasias mais frequentes dos caninos, têm-se os tumores mamários, com destaque para os carcinomas. Ocasionalmente tais tumores produzem tecido ósseo ativo, com incremento circulante da fosfatase alcalina. Objetivou-se demonstrar a ocorrência da hiperfosfatasemia em um canídeo acometido por carcinoma mamário. Uma cadela, sem raça definida, 14 anos, foi apresentada com o histórico de proliferações nas mamas. A semiologia mamária exibiu nódulos nas cadeias direita e esquerda, comprometendo as glândulas torácicas caudais e inguinais, além de tumor na glândula abdominal caudal esquerda. Solicitaram-se exames complementares. Esses corresponderam a hemograma completo, bioquímica sérica (renal e hepática), ultrassonografia abdominal e radiografias do tórax. A hematologia encontrava-se normal, assim como os parâmetros sanguíneos relacionados ao rim e ao fígado. Porém houve exceção para a fosfatase alcalina, a qual estava severamente elevada. A imagionologia não evidenciou distúrbios. Optou-se pela técnica cirúrgica de mastectomia bilateral. O material foi encaminhado para histopatologia, onde o quadro morfológico foi de carcinoma em tumor mamário misto. Após 40 dias do procedimento, avaliou-se novamente o nível sérico da fosfatase alcalina, o qual estava no intervalo de normalidade. Deve-se incluir a análise da fosfatase alcalina como um dos exames pré-operatórios em cadelas a serem submetidas à mastectomia. Palavras-chave: fosfatase alcalina, neoplasias mamárias animais, Canis familiaris Keywords: alkaline phosphatase, mammary neoplasms animal, Canis familiaris ANAIS 37ºANCLIVEPA p.0282

2 2 Revisão de Literatura A fosfatase alcalina consiste em um grupo heterogêneo de isoenzimas que catalizam a hidrólise de ésteres de monofosfatos em ph alcalino. Encontra-se nas membranas celulares, sendo sintetizada por vários tecidos e órgãos (THRALL et al., 2015). Em cães, o aumento da atividade sérica da fosfatase alcalina (hiperfosfatasemia) geralmente é associado com doença hepatobiliar, atividade osteoclástica (por osteossarcomas ou outras neoplasias primárias e secundárias) e indução por alguns medicamentos, como os corticosteroides (ROCCO, 2009). Dentre as neoplasias mais frequentes na espécie canina, destacam-se os tumores mamários, os quais representam um total de 25 a 50% de todas as neoplasias das cadelas. Cerca de 63,9% a 84,5% dos tumores de mama da fêmea canina são malignos e dentre esses, 70,4% são classificados como carcinomas, com variados tipos histopatológicos (FILGUEIRA et al., 2007). Ocasionalmente os carcinomas mamários produzem tecido ósseo ectópico ativo, com atuação no incremento circulante da fosfatase alcalina (WITHROW et al., 2013). Logo, acréscimos inespecíficos plasmáticos da fosfatase alcalina podem ser observados em vários tipos de tumores (ROCCO, 2009). Nesse sentido, o presente trabalho objetivou demonstrar a ocorrência da hiperfosfatasemia em um canídeo acometido por carcinoma mamário. Descrição do Caso Uma cadela, sem raça definida, 14 anos, foi apresentada com o histórico de proliferações nas mamas. As lesões possuíam tempo de evolução de cinco meses, mas com crescimento lento. A fêmea era não castrada, nulípara e nunca foi exposta à terapia contraceptiva. Submeteu-se a paciente ao exame físico. Os parâmetros vitais estavam normais. A semiologia mamária exibiu nódulos (com dimensões médias de 1,7 x 1,8 cm) nas cadeias direita e esquerda, comprometendo as glândulas torácicas caudais e inguinais. A glândula abdominal caudal esquerda apresentava alteração de maior dimensão, correspondendo a um tumor de 4,1 x 3,6 cm. A macroscopia lesional demonstrava consistência pétrea, forma variando de lisa a irregular, base de inserção oscilando de séssil a pedunculada, aderência a planos profundos e superfície externa com áreas íntegras e ulceradas, que exsudavam secreção sanguinolenta. A inspeção e palpação dos linfonodos regionais estavam inalteradas e não existiam neoformações em outras regiões anatômicas aparentes ANAIS 37ºANCLIVEPA p.0283

3 3 Optou-se por solicitar exames complementares. Esses corresponderam a hemograma completo, bioquímica sérica (renal e hepática, além de cálcio ionizado), ultrassonografia abdominal, radiografias do tórax e abdômen. Ainda foi executada citologia aspirativa das formações mamárias. A hematologia encontrava-se normal, assim como os parâmetros sanguíneos relacionados ao rim e ao fígado. Porém houve exceção para a fosfatase alcalina, a qual estava severamente elevada (2240u/L). Também ocorria hipercalcemia (11,5 mg/dl). A imagionologia não evidenciou distúrbios, com ressalva para o exame radiológico do abdômen, que elucidou massas subcutâneas calcificadas. Na citopatologia observou-se agrupamento de células epiteliais pleomórficas, células fusiformes (que remetiam origem mioepitelial ou mesenquimal) e abundante matriz osteoide. Designou-se terapia cirúrgica, com adoção da técnica de mastectomia bilateral. O material obtido foi encaminhado para análise histopatológica, a qual indicou tecido mamário exibindo transformação neoplásica nodular, expansiva, infiltrativa, moderadamente bem delimitada e parcialmente revestida por cápsula fibrosa. Existia componente mesenquimal abundante que apresentava metaplasia óssea, cartilaginosa e mixomatosa. A fração epitelial propagava-se formando blocos compactos e estruturas glandulares irregulares que infiltravam a parte mesenquimal e a cápsula fibrosa. Havia anisocariose, anisocitose e atipia nuclear leve. O quadro morfológico foi compatível com carcinoma em tumor mamário misto de grau I. A cadela apresentou uma adequada recuperação pós-cirúrgica. Transcorridos 40 dias do procedimento, avaliou-se novamente os níveis séricos da fosfatase alcalina e do cálcio ionizado, os quais haviam reduzido seus respectivos valores, estando ambos no intervalo de normalidade. Discussão O carcinoma em tumor misto é uma neoplasia de mama frequente na cadela e corresponde a uma lesão com elementos epiteliais malignos entre porções mesenquimais benignas. Pode alcançar uma frequência de 40-42% dentre as neoplasias mamárias da referida espécie (RIBEIRO, 2010; SANGHA et al., 2011). Devido à alta frequência da neoformação em questão, tornou-se de fundamental importância à suspeição e confirmação do tipo histológico, com auxilio de meios de diagnóstico, fossem bioquímicos, de imagem e microscópicos. Já se verificou que o carcinoma em tumor mamário misto canino apresentava tecido ósseo e medula ANAIS 37ºANCLIVEPA p.0284

4 4 óssea em uma porcentagem de 10,3% (RIBEIRO, 2010). Contudo, as lesões ósseas metaplásicas (ou seja, substituição de um tecido por outro da mesma linhagem celular), em neoplasias da glândula mamária canina, podem alcançar um valor de 40% (FILGUEIRA et al., 2007; WERNER, 2011). A patogênese da formação de osso em tumores mamários de cadelas tem relação com as células mioepiteliais. Essas células expressam proteínas ósseas morfogenéticas, incluindo as proteínas osteogênicas, as quais são também conhecidas com fatores indutores da formação do tecido ósseo (FILGUEIRA et al., 2007). As células mioepiteliais podem apresentar reação positiva para a pesquisa de fosfatase alcalina intracitoplasmática (RIBEIRO, 2010). Tal citação justificou a hiperfosfatasemia envolvida com o processo neoplásico em evidência. O aumento da atividade osteoblástica em animais portadores de neoplasias com componente ósseo também resultam inconsistentemente em uma maior atividade sérica da fosfatase alcalina. Além disso, como o osso contem altas quantidades de cálcio, lesões osteolíticas multifocais induzidas por neoplasias que albergam tecido ósseo, podem resultar em concentrações sanguíneas elevada de tal eletrólito (WITHROW et al., 2013; THRALL et al., 2015). Nesse sentido, existiu outra fonte de explicação para o acréscimo sorológico da fosfatase alcalina e se elucidou um motivo da hipercalcemia detectada no caso descrito. Contudo, o incremento do cálcio sanguíneo também poderia ser reflexo de uma síndrome paraneoplásica. A mesma é definida como distúrbios indiretos e remotos, induzidos pela neoplasia e que ocorrem à distância do tumor primário, sendo a hipercalcemia um tipo comum na medicina veterinária (WITHROW et al., 2013). A reversão pós-cirúrgica das anormalidades bioquímicas sistêmicas do corrente relato corroborou a relação das mesmas com a presença da neoplasia mamária observada. Descreveu-se que cães que possuem elevação sérica da fosfatase alcalina e do cálcio ionizado no momento pré-operatório, com ausência de retorno a normalidade transcorridos 40 dias da remoção cirúrgica do tumor primário, desenvolvem metástases precocemente (WITHROW et al., 2013). Logo, na situação em exposição foi essencial o acompanhamento bioquímico seguido à mastectomia. Além da hiperfosfatasemia, hipercalcemia e das alterações radiográficas subcutâneas abdominais encontradas, a avaliação citológica também contribuiu como uma prova laboratorial de triagem válida para o diagnóstico do carcinoma em tumor mamário misto em discussão, embora a conclusão só tenha sido obtida por meio da histopatologia. Demonstrou-se uma taxa de 75% de correlação entre o ANAIS 37ºANCLIVEPA p.0285

5 5 exame citopatológico e histopatológico para a detecção do carcinoma em tumor mamário misto de cadelas (SANGHA et al., 2011). Conclusão Deve-se incluir a análise sérica da fosfatase alcalina como um dos exames préoperatórios em cadelas a serem submetidas à mastectomia, uma vez que a elevação de tal enzima pode auxiliar no diagnóstico do tipo de neoplasia mamária envolvida. Referências FILGUEIRA, K. D.; ARAÚJO, R. W. B.; SILVA, L. D. M. Perfil microestromal de tumores mamários malignos em cadelas. Ciência Animal, Fortaleza, v.17, n.1, p.59-63, RIBEIRO, G. M. Carcinoma em tumor misto da mama da cadela: avaliação de aspectos morfológicos e perfil imunofenotípico. Belo Horizonte, p. Dissertação (Mestrado em Patologia Geral). Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais. ROCCO, L. C. M. Guia prático para colheita e interpretação de exames laboratoriais em cães e gatos. São Caetano do Sul: Interbook, 2009, 216p. SANGHA, S.; SINGH, A.; SOOD, N. K.; GUPTA, K. Specificity and sensitivity of cytological techniques for rapid diagnosis of neoplastic and non-neoplastic lesions of canine mammary gland. Brazilian Journal of Veterinary Pathology, Belo Horizonte, v.4, n.1, p.13-22, THRALL, M. A.; WEISER, G.; ALLISON, R. W.; CAMPBELL, T. W. Hematologia e bioquímica clínica veterinária. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015, 678p. WERNER, P. R. Patologia geral veterinária aplicada. São Paulo: Roca, 2011, 371p. WITHROW, S. J.; VAIL, D. M.; PAGE, R. L. Withrow & MacEwen s Small animal clinical oncology. 5. ed. St. Louis: Elsevier, 2013, 750p ANAIS 37ºANCLIVEPA p.0286

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