Aula 13 Conhecimentos Técnicos sobre Aviões
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- Elza Quintanilha Nunes
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1 Universidade Federal do ABC Aula 13 Conhecimentos Técnicos sobre Aviões AESTS002 AERONÁUTICA I-A
2 Suporte ao aluno Site do prof. Annibal: ts002-aeronautica-i-a
3 Tópicos desta aula Arrasto - teoria. Efeitos do arrasto no voo
4 Arrasto DRAG RESISTENCIA Sempre que um avião se desloca na atmosfera, o ar produz uma força resultante aerodinâmica que é formada por duas componentes: Sustentação e Arrasto. O arrasto é a componente paralela ao vento relativo, no sentido oposto ao deslocamento (mesmo sentido do vento relativo). É uma componente indesejável. No projeto de uma aeronave, assim como o peso, grande esforço é realizado no sentido de minimizar o arrasto.
5 TEORIA DE VOO Arrasto ARRASTO A principal função do tração é vencer o arrasto => quanto menor o arrasto, menor a tração necessária para equilibrá-lo. As vantagens do avião necessitar menos tração são: o Menor potência o Menor peso do grupo motopropulsor o Menor custo do grupo motopropulsor o Menor consumo de combustível o Menor custo operacional
6 TEORIA DE VOO Arrasto Arrasto de Atrito Arrasto Parasita Arrasto Parasita Arrasto não associado com a produção de sustentação Arrasto de Pressão Arrasto Arrasto Induzido Arrasto Induzido Arrasto associado com a produção de sustentação Arrasto de Interferência
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8 TEORIA DE VOO Arrasto de Atrito (skin friction) Esse é o arrasto resultante entre as forças de atrito entre o ar e o avião devido ao deslocamento do avião no ar. Depende dos seguinte parâmetros: o Área molhada do avião. Quanto maior a área molhada, maior o arrasto de atrito. o Rugosidade das superfícies. Rugosidade faz aumentar o arrasto de atrito. o Velocidade e ângulo de ataque. Grandes velocidades e grandes ângulos de ataque elevam o arrasto de atrito.
9 ARRASTO TEORIA DE DE PRESSÃO VOO (Pressure Drag/Form Drag) Esta forma de arrasto ocorre sempre que há descolamento na parte traseira do corpo. Este descolamento fará com que a pressão na parte dianteira seja maior que na parte traseira. o Resultado => Uma força na direção contrária ao movimento => Arrasto de pressão.
10 ARRASTO TEORIA DE DE PRESSÃO VOO (Pressure Drag/Form Drag)
11 TEORIA DE VOO Arrasto de Pressão Para reduzir o arrasto de pressão é necessário atrasar ao máximo o descolamento da camada limite. As superfícies aerodinâmica são projetadas com esse objetivo.
12 TEORIA DE VOO Arrasto de Pressão
13 TEORIA DE VOO Arrasto de Interferência Se considerarmos o avião como um todo, seu arrasto total será maior que a soma dos arrasto das partes. Isto ocorre por causa da interferência do escoamento de uma superfície sobre o escoamento sobre a outra superfície vizinha. Por exemplo, na raiz da asa, o escoamento desta região interfere com o escoamento que passa pela fuselagem. O turbilhonamento formado nesta região resulta numa diferença de pressão entre a parte da frente e a parte de trás, criando, assim, um arrasto adicional, que é o arrasto de interferência. Esta forma de arrasto é de difícil predição, e a diminuição deste é feita através da suavização das superfícies.
14 TEORIA DE VOO Arrasto Parasita Arrasto de Atrito O arrasto parasita aumenta com o aumento da velocidade. É proporcional ao quadrado da velocidade. Predomina nas grandes velocidades, sendo pouco significativo nas baixas velocidades. Em velocidades próximas ao estol, este arrasto representa em torno de 25% do arrasto total da aeronave; em altas velocidades, pode representar 75 a 80% do arrasto total. Arrasto Parasita Arrasto de Pressão Arrasto de Interferência
15 TEORIA DE VOO Arrasto Parasita: Área Plana Equivalente O coeficiente de arrasto parasita é uma medida de eficiência aerodinâmica de uma aeronave. Ele mede o grau de limpeza aerodinâmica. Outro indicador de eficiência aerodinâmica é a área plana equivalente. A área plana equivalente é a área de uma placa plana que geraria o mesmo arrasto parasita apresentado pela aeronave. D P = 1 2 ρv2 C DP S f = C DP S f = área plana equivalente
16 TEORIA DE VOO Arrasto Parasita: Área Plana Equivalente
17 TEORIA DE VOO Arrasto Induzido Esta forma de arrasto é resultado da geração de sustentação. o Sempre que é gerada sustentação, existirá o arrasto induzido. Na produção de sustentação, a pressão estática no extradorso é menor que no intradorso.
18 Arrasto Induzido A medida que o ar se move para o bordo de fuga, tende a se deslocar para a ponta da asa. o Deslocamento da área de alta pressão (intradorso) para a área de baixa pressão (extradorso). o Esse deslocamento gera vórtices nas pontas e nos bordos de fuga da asa.
19 Arrasto Induzido Nas baixas velocidades, a asa está com grandes a e, portanto, grandes C L, a diferença de pressão entre o intra e o extra dorso é muito grande, produzindo vórtices de ponta de asa muito intensos. As vezes a queda de pressão nesses vórtices causa a condensação da umidade (se presente no ar), tornando-se visíveis, especialmente nas operações de pouso e decolagem de grandes aviões quando a umidade está alta.
20 Arrasto Induzido
21 Arrasto Induzido A resultante aerodinâmica é perpendicular ao vento relativo local, e inclinada em relação ao vento relativo, apresentando uma componente paralela. Esta componente paralela é o arrasto induzido. Sempre que uma asa produzir sustentação, produzirá arrasto induzido
22 Arrasto Induzido
23 Técnicas para Redução do Arrasto Induzido ALONGAMENTO: Quanto maior o alongamento, menor o arrasto induzido. o Aviões que voam a baixas velocidades costumam ter asas com grande alongamento. o Cuidado: Asas com alongamento muito alto são flexíveis e exigem estruturas mais rígidas... portanto mais pesadas.
24 Técnicas para Redução do Arrasto Induzido Alongamento
25 Técnicas para Redução do Arrasto Induzido AFILAMENTO (TAPER) (l): Razão entre a corda da ponta pela corda da raiz. Quanto menor o afilamento, menor o arrasto induzido, pois menos sustentação será produzida na ponta da asa. λ = c tip c root
26 Técnicas para Redução do Arrasto Induzido TORÇÃO Alguns aviões possuem maiores ângulos de incidência na raiz que na ponta da asa (wash out). Isto reduz o arrasto induzido porque maior ângulo na raiz garante que a maior parte da sustentação será gerada próxima à raiz. Deste modo haverá uma menor diferença de pressão entre o intradorso e o extradorso próximo à ponta da asa, reduzindo os vórtices, e, consequentemente, o arrasto induzido.
27 Técnicas para Redução do Arrasto Induzido FORMA DA PONTA DA ASA Modificações na ponta da asa podem reduzir o arrasto induzido. Tip tanks (tanques de ponta de asa), winglets, ponta Hoerner, ponta drooped, wing tip fence, raked tip e outras modificações dificultarão a passagem do escoamento do intradorso para o extradorso, reduzindo, assim, o arrasto induzido.
28 Arrasto Induzido: Formalismo AR : Alongamento e : Fator de Osvald C Di = C L 2 π e AR O fator de Osvald é uma medida da eficiência da asa, e é função do formato em planta da asa. Asa elíptica: e =1 Asa retangular: e = 0.85
29 Arrasto Induzido na Natureza A formação de vôo em forma de V permite que cada pássaro no bordo de fuga receba sustentação a partir do vórtice de asa do pássaro em frente a ele, economizando energia e ampliando o alcance de uma formação de pássaros.
30 TEORIA DE VOO Arrasto Total O arrasto total é a soma do arrasto parasita com o arrasto induzido D = 1 2 ρv2 C D C D = C Dp + C Di
31 Arrasto Total
32 TEORIA DE VOO REFERÊNCIAS UTILIZADAS NESTA AULA 13.1 Newton Soler Saintive, Teoria de Voo, Editora Asa, 3ª Edição, Theodore A. Talay, Introduction to the Aerodynamics of Flight, NASA SP-367, John D. Anderson Jr, Introduction to Flight, 5th Edition, McGraw Hill, H. H. Hurt Jr, Aerodynamics for Naval Aviators, Direction of Commander, Naval Air Systems Command, Luiz Pradines, Fundamentos da Teoria de Voo, Edições Inteligentes, 2004.
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