Dimensionamento do Comprimento de Pista. Profª Janaína Araújo
|
|
|
- Mônica Gameiro Estrada
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Dimensionamento do Comprimento de Pista Profª Janaína Araújo
2 Sistema de Pista Pavimento estrutural (pista), acostamentos, áreas finais de segurança e faixa de pista
3 Comprimento de Pista Iniciada a decolagem, abortar e parar com segurança; Completar a decolagem e iniciar a subida, também com segurança.
4 V1 - Velocidade de decisão: velocidade escolhida pelo operador à qual admite-se que, ao ser reconhecida pelo piloto uma perda súbita e total de potência de uma unidade motopropulsora, é possível frear o avião ou continuar a decolagem sem o motor crítico; VR - Velocidade de rotação: velocidade à qual o piloto inicia a rotação da aeronave, levantando o nariz, tirando do chão as rodas do nariz; VLOF - Velocidade para deixar o solo ou de decolagem: velocidade à qual se tira o avião da pista, isto é, inicia o Vôo propriamente dito sustentando-se no ar (lift-off speed); V2 - Velocidade de subida: velocidade mínima com a qual o piloto pode dar início à subida depois de ter passado a 10,70m de altura sobre a superfície da pista durante uma decolagem com um motor inoperante.
5 Distâncias declaradas: utilizadas para cálculo de pouso e decolagem TORA (take-off run available) comprimento declarado da pista, disponível para corrida no solo de uma aeronave que decola; TODA (take-off distance available) comprimento da TORA somado ao comprimento da Zona Livre de Obstáculos (clearway), se existente; SDA (accelerate stop distance available) comprimento da TORA somado ao comprimento da Zona de Parada (stopway), se existente; LDA (landing distance available) comprimento declarado de pista disponível para a corrida no solo de uma aeronave que pousa.
6
7
8 O avião sobrevoa a cabeceira da pista passando à altura de 15m (50 pés), com velocidade constante igual a 1,3VS (1,3 velocidade de estol) para as condições de pouso; O comprimento da pista para pouso é tal que a aeronave nestas condições pouse e pare em 60 % do comprimento de pista disponível para pouso.
9 Procedimento de Subida
10 Características do avião: Capacidade de aceleração Capacidade de alçar vôo Carga alar = relação área da asa por unidade de peso Capacidade de frenagem depois de atingir determinada velocidade e a resistência dos pneus
11 O comprimento de pista necessário para a decolagem depende: Do avião; Da operação: Do peso bruto de decolagem; Das condições operacionais específicas como posição dos flapes, tipo de pneu, V1... Da pista: Declividade da pista; Condições de atrito do pavimento. Das condições atmosféricas; Altitude (pressão) do aeródromo; Temperatura do ar externo; Vento: direção e intensidade.
12 Comprimento de Pista a Ser Construído: condições médias ou menos favoráveis. Temperatura de referência do aeródromo: Média mensal das temperaturas máximas diárias do mês mais quente do ano (aquele que tem a maior média mensal), feita para um período de vários anos. Altitude: do ponto mais alto da área de pouso. Vento: condições menos favoráveis que é o vento nulo. Declividade: condições menos favoráveis = operação em subida.
13 Informações necessárias: Temperatura de referência do local Altitude geométrica Declividade média da pista Entrada: Peso bruto do avião (geralmente o máximo de decolagem) Saída: Comprimento de pista necessário.
14 Código de Referência do Aeródromo O objetivo do código de referência é proporcionar um método simples para relacionar entre si as numerosas especificações relativas às características do aeródromo, de modo a prover uma série de instalações aeroportuárias compatíveis com os aviões destinados a operar no aeródromo; O código é composto de dois elementos que se relacionam com as características e dimensões da aeronave.
15 Tabela COD (Código ICAO)
16 Largura da Pista de Pouso / Decolagem A largura das pistas de pouso/decolagem não deverá ser menor do que a dimensão apropriada especificadas na tabela (RBAC 154)
17 Largura da Pista de Pouso / Decolagem A largura das pistas de pouso/decolagem não deverá ser menor do que a dimensão apropriada especificadas na tabela (RBAC 154)
18 Separação entre pistas paralelas Duas pistas paralelas operando simultaneamente a mínima distância entre seus eixos deverá ser: CÓDIGO COD DISTÂNCIA ENTRE EIXOS 3 ou m m m
19 Comprimento da faixa de pista Deverá estender-se após a cabeceira e além do final da pista ou da área de parada: CÓDIGO COD DISTÂNCIA MÍNIMA 2, 3 ou 4 60 m 1 (operação por instrumentos) 60 m 1 (operação não instrumental) 30 m
20 Largura da faixa de pista, para cada lado do eixo da pista CÓDIGO COD DISTÂNCIA MÍNIMA 3 ou m 1 ou 2 75 m
21 Área de segurança de fim de pista (RESA): deve ser disponibilizada nas extremidades da faixa de pista, quando: número de código for 3 ou 4; número de código for 1 ou 2 e a pista for do tipo por instrumento.
22 Dimensões de RESA: Devem se estender a partir do final de uma faixa de pista a uma distância de, no mínimo, 90 m; A RESA deve estender-se a partir do final de uma faixa de pista a uma distância de, no mínimo: CÓDIGO COD DISTÂNCIA MÍNIMA 3 ou m 1 ou m A largura de uma RESA deve ser, no mínimo, o dobro da largura da pista a que está associada; Uma RESA deve oferecer uma área limpa e nivelada para aeronaves para as quais a pista é destinada, no caso de uma aeronave realizar o toque antes de alcançar a cabeceira ou ultrapassar acidentalmente o fim da pista.
23 Pistas de táxi: permitem a movimentação segura e rápida de aeronaves; Devem ser disponibilizadas em número suficiente para agilizar a movimentação de aeronaves entrando e saindo da pista de pouso e decolagem; O projeto de uma pista de táxi deve ser tal que o afastamento entre a roda externa do trem de pouso principal e a borda da pista de táxi não seja inferior à distância apresentada na tabela: LETRA DO CÓDIGO A B C D E F AFASTAMENTO 1,5 m 2,25 m 3 m - base de rodas menor que 18 m 4,5 m base de rodas maior que 18 m 4,5 m 4,5 m 4,5 m
24 Largura de pistas de táxi: as partes retilíneas da pista de táxi não devem ter largura inferior às larguras apresentadas na tabela: LETRA DO CÓDIGO A B C D E F LARGURA DA PISTA DE TAXI 7,5 m 10,5 m 15 m distância entre eixos menor que 18 m 18 m distância entre eixos maior que 18 m 18 m largura do trem de pouso principal menor que 9 m 23 m largura do trem de pouso principal igual ou maior que 9 m 23 m 25 m
25 Curvas de pista de táxi Mudanças na direção das pistas de táxi devem ser mínimas e as mais suaves possíveis; Os raios das curvas devem ser compatíveis com a capacidade de manobra e as velocidades normais de táxi das aeronaves.
26 Juntas e interseções: para facilitar o movimento das aeronaves entre as pistas de taxi, pista de pouso e decolagem e pátios de estacionamento
27 Pista de táxi de saída rápida: deve ser projetada com um raio de curva de saída NÚMERO DE CÓDIGO RAIO DE CURVA DE SAÍDA MÍNIMO 3 ou m 1 ou m Permitir saídas rápidas em condições de pista molhada, com velocidades NÚMERO DE CÓDIGO VELOCIDADE 3 ou 4 93 km/h 1 ou 2 65 km/h
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
Dimensionamento do Comprimento de Pista. Profª Janaína Araújo
Dimensionamento do Comprimento de Pista Profª Janaína Araújo Sistema de Pista Pavimento estrutural (pista), acostamentos, áreas finais de segurança e faixa de pista Comprimento de Pista Iniciada a decolagem,
AULA 7: Dimensionamento da pista e terminais
AULA 7: Dimensionamento da pista e terminais AEROPORTOS Profa. Ms. Ana Paula Fugii 5ºAB/5ºD/5ºE 31/08/2015 DIMENSIONAMENTO PISTA Comprimento de Pista Iniciada a decolagem: abortar e parar com segurança.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes AEROPORTOS Comprimentoda pista e aspectos relevantes da infraestrutura aeroportuária Profª. DanianeF. Vicentini CONCEITOS
Comprimento de pista STT0618 Transporte Aéreo. Lucas Assirati
Comprimento de pista STT0618 Transporte Aéreo Lucas Assirati http://beth.stt.eesc.usp.br/~la Programa - STT0618 Histórico Transporte aéreo Transporte aéreo comercial internacional e nacional Componentes
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes Normativas e recomendações para projeto geométrico:
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes AEROPORTOS Projeto geométrico (lado aéreo) Profª. Daniane F. Vicentini 4.1. Normativas e recomendações para projeto geométrico:
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes Normativas e recomendações para projeto geométrico:
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes AEROPORTOS Projeto geométrico (lado aéreo) Profª. Daniane F. Vicentini 4.1. Normativas e recomendações para projeto geométrico:
Geometria do Lado Aéreo. Módulo 3
Geometria do Lado Aéreo Módulo 3 Geometria do Lado Aéreo Introdução Orientação e Número de Pistas Classificação da Pista Elementos Geométricos Saídas de Pista Separações Pátios Introdução Aeródromo Área
Alerta aos Operadores de Aeródromo
Alerta aos Operadores de Aeródromo nº 002/2016 Data: 17/03/2016 Assunto: Cálculo de distâncias declaradas Contato: [email protected] - tel.: (21) 3501-5054 e (61) 3314-4401 Requisitos:
Aeronaves e Comprimento de Pistas. Módulo 2
Aeronaves e Comprimento de Pistas Módulo 2 Aeronaves e Comprimento de Pistas Introdução Aeronaves e Aeroportos Tendências Aeronáuticas Características das Aeronaves Componentes do Peso de uma Aeronave
Aeronaves e Comprimento de Pistas. Módulo 2
Aeronaves e Comprimento de Pistas Módulo 2 Aeronaves e Comprimento de Pistas Introdução Aeronaves e Aeroportos Tendências Aeronáuticas Características das Aeronaves Componentes do Peso de uma Aeronave
ESTRADAS E AEROPORTOS. Prof. Vinícius C. Patrizzi
ESTRADAS E AEROPORTOS Prof. Vinícius C. Patrizzi 1. SISTEMA DE PISTA: O sistema de pistas de pouso e decolagem de um aeroporto consiste do pavimento estrutural (a pista propriamente dita), os acostamentos,
Disciplina: Infraestrutura Industrial e Aeroportuária
Disciplina: Infraestrutura Industrial e Aeroportuária Projeto de Aeroportos Prof. Fernando Porto Parte 1 1. Classificação do Aeroporto O objetivo da classificação é proporcionar um método simples de relacionar
Disciplina: Infraestrutura Industrial e Aeroportuária
Disciplina: Infraestrutura Industrial e Aeroportuária Características de Aeronaves Relacionadas ao Projeto de Aeroportos Prof. Fernando Porto Parte 3 Condições Atmosféricas Assim como variam em características
STT 618 Transporte Aéreo. Orientação depistas Configuração do aeródromo. Professor: Lucas Assirati.
STT 618 Transporte Aéreo Orientação depistas Configuração do aeródromo Professor: Lucas Assirati http://beth.stt.eesc.usp.br/~la/ 31/07 Introdução 07/08 História do transporte aéreo no Brasil; O mercado
Aeródromos CARATERÍSTICAS FÍSICAS E AJUDAS VISUAIS 22/11/2018. Aeródromos Caraterísticas Físicas e Ajudas Visuais 1
Aeródromos CARATERÍSTICAS FÍSICAS E AJUDAS VISUAIS Aeródromos Caraterísticas Físicas e Ajudas Visuais 1 Documento de referência: Anexo 14 Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) INTERNATIONAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes. Introdução Plano geral de um aeroporto
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes AEROPORTOS Introdução Plano geral de um aeroporto Profª. Daniane F. Vicentini O traçado de um aeroporto depende de vários
ZONAS DE PROTEÇÃO E ÁREA DE SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA. Profª Janaína Araújo
ZONAS DE PROTEÇÃO E ÁREA DE SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA Profª Janaína Araújo PORTARIA Nº 1.141/GM5, de 8/12/1987 Plano de Zona de Proteção de Aeródromos; Plano de Zoneamento de Ruído; Plano de Zona de Proteção
ZONAS DE PROTEÇÃO E ÁREA DE SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA. Profª Janaína Araújo
ZONAS DE PROTEÇÃO E ÁREA DE SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA Profª Janaína Araújo Portaria nº 1256/GC5, 10 de julho de 2013 Plano de Zona de Proteção de Aeródromos; Plano de Zoneamento de Ruído; Plano de Zona de
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
FORMRFS0317 COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS 1. INFORMAÇÕES FACTUAIS ADVERTÊNCIA O único objetivo das investigações realizadas pelo Sistema de Investigação
Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária NORMA DA INFRAERO
Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária NORMA DA INFRAERO ASSUNTO PINTURA DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL, PARA CONDIÇÕES NORMAIS DE OPERAÇÃO, NAS ÁREAS DE MOVIMENTO DE AERONAVES RESPONSÁVEL DIRETORIA
Introdução. Introdução
7631 2º Ano da Licenciatura em Engenharia Aeronáutica 1. Objectivos Conhecer os princípios fundamentais do desempenho de aviões nas várias fases de voo. Analisar e optimizar o desempenho de uma dada aeronave.
AULA 6: Meteorologia Aeroportuária
AULA 6: Meteorologia Aeroportuária AEROPORTOS Profa. Ms. Ana Paula Fugii 5ºA/5ºD/5ºC 07/10/2014 Serviço da Aeronáutica - Observação; - Vigilância; - Previsão meteorológica, - Fornecido aos pilotos e às
Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Departamento de Engenharia Civil
Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Departamento de Engenharia Civil Apostila de Aeroportos 2010 Programa de Educação Tutorial PET Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico
PROJETO DE AERONAVES Uma abordagem teórica sobre os conceitos de aerodinâmica, desempenho e estabilidade Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J.
PROJETO DE AERONAVES Uma abordagem teórica sobre os conceitos de aerodinâmica, desempenho e estabilidade Conceitos Fundamentais Fundamentos do Projeto Projeto conceitual Aerodinâmica Desempenho Estabilidade
Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 16 Vôo de Planeio, Desempenho de Decolagem e de pouso
Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 16 Vôo de Planeio, Desempenho de Decolagem e de pouso Tópicos Abordados Vôo de Planeio (descida não tracionada). Desempenho na Decolagem. Desempenho no Pouso. Vôo
AEROPORTOS. Sinalização 12/06/2018. Profª. DanianeF. Vicentini. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes AEROPORTOS Sinalização Profª. DanianeF. Vicentini Classificação do aeródromo: 9. 1. Introdução: Campo de Referência da Aeronave:
TEORIA DE VOO E AERODINÂMICA MÓDULO 2. Aula 1.
TEORIA DE VOO E AERODINÂMICA MÓDULO 2 Aula 1 www.aerocurso.com TEORIA DE VÔO E AERODINÂMICA 2 5 VÔO RETO E NIVELADO. Para se voar reto e nivelado em alta velocidade, deverá ser mantido um ângulo de ataque
Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS
Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS 1. INTRODUÇÃO: Características geométricas inadequadas são causas de acidentes, baixa eficiência e obsolescência precoce da estrada, devendo portanto os
Disciplina: Camada Limite Fluidodinâmica
Disciplina: Camada Limite Fluidodinâmica Corpos Submersos em Escoamento Viscoso Incompressível e Inviscido: Exercícios Parte 2 Prof. Fernando Porto 9.160 Fox McDonald 8ª Ed. Um avião com uma área de sustentação
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS ADVERTÊNCIA O único objetivo das investigações realizadas pelo Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos
Características das Aeronaves. Profª Janaína Araújo, MSc
Características das Aeronaves Profª Janaína Araújo, MSc Frota AVIANCA BRASIL/OCEANAIR Frota AVIANCA BRASIL/OCEANAIR Frota AVIANCA BRASIL/OCEANAIR Frota AVIANCA BRASIL/OCEANAIR Frota AVIANCA BRASIL/OCEANAIR
Apresentação do professor, da matéria e dos alunos. Aerodinâmica: caracterização; noções básicas.
Detalhes da Disciplina Código AER2031 Nome da Disciplina TEORIA DE VOO II Carga Horária 60 Créditos 4 Ementa Objetivos Gerais Teoria de voo de baixa e alta velocidade. Esforços estruturais. Mecânica de
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS ADVERTÊNCIA O único objetivo das investigações realizadas pelo Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos
Propriedades do ar que afetam o voo; O altímetro: função e características. Forças que operam durante o voo sobre a aeronave.
Detalhes da Disciplina Código AER2031 Nome da Disciplina TEORIA DE VOO II Carga Horária 60 Créditos 4 Ementa Objetivos Gerais Teoria de voo de baixa e alta velocidade. Esforços estruturais. Mecânica de
Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Departamento de Engenharia Civil. Apostila de. Aeroportos. Programa de Educação Tutorial PET
Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Departamento de Engenharia Civil Apostila de Aeroportos 2012 Programa de Educação Tutorial PET Profª Lenise Grando Goldner Universidade Federal
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS ADVERTÊNCIA O único objetivo das investigações realizadas pelo Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos
Lista de exercícios 1 Mecânica Geral III
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Construção Civil TC027 Mecânica Geral III 1 0 Semestre de 2018 Ressalta-se que os testes serão baseados nas listas de exercícios. Portanto,
Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 18 Tempo para a Missão e Metodologia para o Gráfico de Carga Útil
Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 18 Tempo para a Missão e Metodologia para o Gráfico de Carga Útil Tópicos Abordados Tempo Estimado para a Missão. Traçado do Gráfico de Carga Útil. Dicas para Análise
UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Prof. Eduardo Oliveira Estradas 1
UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Prof. Eduardo Oliveira Estradas 1 Características Técnicas: Velocidades: Velocidade Diretriz ou de projeto Velocidade de Operação Velocidade diretriz ou de projeto
Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios
Página 1 de 5 Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios Capitulos 01 - Requisitos 02 - Etaqpas 03 - Traçado 04 - Trafego e Clssificação 05 - Geometria 06 - Caracteristicas Técnicas 07 - Distancia
RESISTÊNCIA DE AERÓDROMOS PAVIMENTOS DOS IAC
RESISTÊNCIA DE PAVIMENTOS DOS AERÓDROMOS IAC 157-1001 SISTEMA ACN-PCN ACN É o número que expressa o efeito relativo de uma aeronave com uma determinada carga sobre um pavimento, para uma categoria padrão
Fundamentos de Mecânica 15ª Lista de Exercícios Junho de 2019
Sumário Aplicações das leis de Newton ao Movimento Circular... 2 Um corpo em movimento circular uniforme... 2 1) RHK E4.21 Lançamento de funda... 2 2) Velocidade e aceleração dos ponteiros do relógio...
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
FORMRFS0417 COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS 1. INFORMAÇÕES FACTUAIS ADVERTÊNCIA O único objetivo das investigações realizadas pelo Sistema de Investigação
Disciplina: Infraestrutura Industrial e Aeroportuária
Disciplina: Infraestrutura Industrial e Aeroportuária Características de Aeronaves Relacionadas ao Projeto de Aeroportos Prof. Fernando Porto Parte 1 Introdução Um dos grandes desafios para o projeto de
Aeroportos e Requisitos : Caso Ribeirão Preto
DIVISÃO DE ENGENHARIA CIVIL Aeroportos e Requisitos : Caso Ribeirão Preto Cláudio Jorge Pinto Alves [email protected] Junho de 2011 Panorama Geral Conceitos: Lado Aéreo e Lado Terrestre Pistas : Comprimento
Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 10 Características do Estol e Utilização de Flapes na Aeronave
Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 10 Características do Estol e Utilização de Flapes na Aeronave Tópicos Abordados O Estol e suas Características. Influência da Forma Geométrica da Asa na Propagação
GABARITO. Britten-Norman BN-2A Mk III Trislande
A Questão ( ponto): O Britten-Norman BN-2A Mk III Trislande é um avião trimotor, STOL, com asas com a seção NACA 2302, de área planiforme de 3,3 m 2 e razão de aspecto efetiva de 7,95. Considere a aeronave
2005 IAC PORTARIA DE APROVAÇÃO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO TÉCNICO-OPERACIONAL
! "# " $ PORTARIA DE APROVAÇÃO MINISTÉRIO DA DEFESA COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL SUBDEPARTAMENTO TÉCNICO-OPERACIONAL PORTARIA DAC N o 1038/STE, DE 05 DE OUTUBRO DE 2005 Aprova a
PreviNE RISCO BALOEIRO. Colabore com a Prevenção!
RISCO BALOEIRO Colabore com a Prevenção! É chegada a época de festejos juninos e julinos, quando tradicionalmente se celebram várias festas religiosas, em especial o São João, ápice destes eventos. É nesse
MANUAL DE PROCEDIMENTOS
Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária ASSUNTO ESPECIFICAÇÕES DE SINALIZAÇÕES AERONÁUTICAS DIURNAS E NOTURNAS PARA CONDIÇÕES ANORMAIS DE TRÁFEGO AÉREO NA ÁREA DE MOVIMENTO DE AERONAVES. RESPONSÁVEL
Aeroporto Internacional de Salvador 03 de setembro de Concessionária do Aeroporto de Salvador S.A. CNPJ: /
Declaração de Capacidade do SBSV Temporada Verão 2019 (S19) Aeroporto Internacional de Salvador 03 de setembro de 2019 1 DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE Aeroporto Internacional de Salvador Deputado Luís Eduardo
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS 1. Informações Factuais 1.1. Informações Gerais 1.1.1 Dados da Ocorrência RELATÓRIO FINAL SIMPLIFICADO DADOS DA OCORRÊNCIA
1 05 Cart r a t s A e A ro r n o á n ut u i t c i as Prof. Diego Pablo
1 05 Prof. Diego Pablo 2 SID: Carta de Saída Normalizada por Instrumento (Standard Instrument Departure) Tem por finalidade conduzir a aeronave da decolagem até o voo em rota, impondo restrições no deslocamento
Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 1 Apresentação do Curso e dos Conteúdos
Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 1 Apresentação do Curso e dos Conteúdos Tópicos Abordados Apresentação do Curso. Conteúdos do Curso. Divisão dos Módulos de Estudo. Apresentação do Curso O curso
MÓDULO 4 ZONA DE PROTEÇÃO DO AERÓDROMO Cláudio Jorge Pinto Alves (versão: 12/05/2014)
MÓDULO 4 ZONA DE PROTEÇÃO DO AERÓDROMO Cláudio Jorge Pinto Alves (versão: 12/05/2014) A Portaria n.º 256/GC5, de 13 de maio de 2011, apresenta o Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos (PBZPA) estabelecendo
Regras para voo VFR e IFR ICA (Cap. 5 e 6) 2SG AV-CV Celso
Regras para voo VFR e IFR ICA 100-12 (Cap. 5 e 6) 2SG AV-CV Celso Exceto quando operando como voo VFR especial, os voos VFR deverão ser conduzidos de forma que as aeronaves voem em condições de visibilidade
Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 35 Configurações e Projeto do Trem de Pouso
Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 35 Configurações e Projeto do Trem de Pouso Tópicos Abordados Projeto do Trem de Pouso. Estrutura do Trem de Pouso. Introdução Nesta aula serão expostos apenas alguns
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
FORMRFS0118 COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS 1. INFORMAÇÕES FACTUAIS ADVERTÊNCIA O único objetivo das investigações realizadas pelo Sistema de Investigação
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS ADVERTÊNCIA O único objetivo das investigações realizadas pelo Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos
JABIRU 2200 QUASAR - AA SERIES LSA REV
JABIRU 2200 QUASAR - AA-155 - SERIES LSA 06 REV 20. 21. 22. Livro de bordo Calços Inspeção pré-voo Seletoras Cintos Canopy Master Liquidômetros Chave de aviônicos Potência Afogador Magnetos Bomba de gasolina
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes PAVIMENTOS DE AEROPORTOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes AEROPORTOS Pavimentos Aeroportuários Profª. Daniane F. Vicentini Pavimento é a estrutura constituída por camadas de vários
Forças de atrito e elástica. Física Geral e Experimental I, Eng. Civil 2018 Prof. Dr. Gustavo A. Lanfranchi
Forças de atrito e elástica Física Geral e Experimental I, Eng. Civil 2018 Prof. Dr. Gustavo A. Lanfranchi Forças de atrito e elástica O que é e quais são as propriedades da força de atrito? Do que ela
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
FORMRFS0118 COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS 1. INFORMAÇÕES FACTUAIS ADVERTÊNCIA O único objetivo das investigações realizadas pelo Sistema de Investigação
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Aeroportos e Transporte Aéreo CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO
CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO Controle de tráfego aéreo (CTA) em aeroportos como o CTA afeta a capacidade de pista(s) de um aeroporto apenas análise de aspectos de CTA que afetam a capacidade de pistas introdução
PROJETO DE ESTRADAS Pr P of o. D r D. An A d n e d r e so s n o n Man a zo n l zo i
PROJETO DE ESTRADAS Prof. Dr. Anderson Manzoli NOÇÕES DE TRÁFEGO: Volume de tráfego: É o principal parâmetro no estudo do tráfego. Por definiçãoéonúmerodeveículosquepassaporuma determinada seção de uma
Notas de aulas de Estradas (parte 4)
1 Notas de aulas de Estradas (parte 4) Helio Marcos Fernandes Viana Tema: Características técnicas para projeto Conteúdo da parte 4 1 Introdução 2 Velocidade de projeto (ou velocidade diretriz) 3 Velocidade
avaliação (dois testes) - presença obrigatória - notas de aula
Bases do curso projeto de aeroporto muitas especialidades projeções de demanda demanda requisitos de dimensionamento: passageiros, movimentos, aviões requisitos conceitos e plano de massa planos gerais
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Aeroportos e Transporte Aéreo. Planejamento aeroportuário
Planejamento aeroportuário PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO racionalizar fluxo de recursos minimizar custos frente às necessidades Considerações estimativas de demanda exercício de futurologia? uso de novas
MESOESTRUTURA DE PONTES ESFORÇOS ATUANTES NOS PILARES DETERMINAÇÃO DE ESFORÇOS HORIZONTAIS
MESOESTRUTURA DE PONTES ESFORÇOS ATUANTES NOS PILARES DETERMINAÇÃO DE ESFORÇOS ESFORÇOS Esforços longitudinais Frenagem ou aceleração da carga móvel sobre o tabuleiro; Empuxo de terra e sobrecarga nas
Dinâmica Circular Força Centrípeta
Dinâmica Circular Força Centrípeta Quando um móvel realiza um MCU, a resultante das forças que atuam nesse móvel é radial CENTRÍPETA, ou seja, tem a direção do raio da curva e sentido para o centro. Globo
LISTA DE EXERCÍCIOS DE REVISÃO - MUV
NOME: ANO: 1º ano Nº: PROFESSOR(A): Bruno Maurício Batista de Albuquerque DATA: VALOR: LISTA DE EXERCÍCIOS DE REVISÃO - MUV QUESTÃO 1 (FUVEST 2009). O salto que conferiu a medalha de ouro a uma atleta
Aeroportos. Objetivos do curso
Aeroportos Objetivos do curso O planejamento, o projeto e a implantação de um aeroporto envolvem, normalmente, uma gama de especialidades, de engenharia e de outras áreas, bastante grande. Assim é que
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS ADVERTÊNCIA O único objetivo das investigações realizadas pelo Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS 1. Informações Factuais 1.1. Informações Gerais 1.1.1 Dados da Ocorrência RELATÓRIO FINAL SIMPLIFICADO (SUMA) DADOS DA
UMA ALTERNATIVA ECONÔMICA QUANTO AO DIMENSIONAMENTO DE PISTAS DE AERÓDROMOS
UMA ALTERNATIVA ECONÔMICA QUANTO AO DIMENSIONAMENTO DE PISTAS DE AERÓDROMOS Elemar J. Taffe Júnior (PG) Divisão de Engenharia de Infra-Estrutura Aeronáutica [email protected] Resumo Este trabalho propõe
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Aeroportos e Transporte Aéreo CONTROLE DE TRÁFEGO
CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO Controle de tráfego aéreo (CTA) em aeroportos como o CTA afeta a capacidade de pista(s) de um aeroporto apenas análise de aspectos de CTA que afetam a capacidade de pistas introdução
Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 28 Introdução ao Estudo de Cargas nas Aeronaves
Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 28 Introdução ao Estudo de Cargas nas Aeronaves Tópicos Abordados Introdução ao Estudo de Cargas nas Aeronaves. Tipos de Cargas nas Aeronaves Uma aeronave é projetada
Lista de exercícios para 2ª prova de Física Professor Lucas.
Lista de exercícios para 2ª prova de Física Professor Lucas. 1) A cidade de São Paulo tem cerca de 23 km de raio. Numa certa madrugada, parte-se de carro, inicialmente em repouso, de um ponto qualquer
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS ADVERTÊNCIA O único objetivo das investigações realizadas pelo Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos
Professora Daniele Santos Instituto Gay-Lussac 2º ano
Professora Daniele Santos Instituto Gay-Lussac 2º ano 1- Um trem parte de São Paulo com destino ao Rio de Janeiro com velocidade de 60Km/h. Ao mesmo tempo, parte do Rio de Janeiro, com destino a São Paulo,
