Balanço de Pagamentos
|
|
|
- Ruy Canejo Monteiro
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Balanço de Pagamentos Agosto/ de setembro de 2015
2 Resumo dos Resultados Em agosto de 2015, o déficit em Transações Correntes foi de US$ 2,5 bilhões, resultado superior ao observado em agosto de 2014 (US$ -6,9 bilhões) e ao consenso de mercado (mediana Bloomberg, US$ -3,2 bilhões). No acumulado dos últimos doze meses, o déficit está em US$ 84,5 bilhões, equivalente a 4,3% do PIB. Desagregando o saldo em Transações Correntes no mês, temos: a Balança Comercial foi positiva em US$ 2,5 bilhões (ante US$ 923 milhões em agosto/14); a conta de Serviços foi deficitária em US$ 2,6 bilhões (US$ -3,8 bilhões em agosto/14), em função de Aluguel de Equipamentos (US$ -1,4 bilhão) e de Viagens (US$ -0,8 bilhão); a conta de Renda Primária teve déficit de 2,6 bilhões (ante US$ -4,2 bilhões em agosto/14); as Rendas Secundárias registraram ingressos líquidos de US$ 219 milhões. Em agosto do ano anterior o saldo foi de US$ 150 milhões. 2
3 A Conta Capital e Financeira apresentou déficit (captações líquidas) de US$ 2,1 bilhões, ante déficit de US$ 6,2 bilhões em agosto/14. Os Investimentos Diretos no País (IDP) apresentaram ingressos líquidos de US$ 5,2 bilhões no mês (US$ 10 bilhões em agosto/14), sendo entradas de US$ 3,3 bilhões em Participação no Capital e de US$ 2,0 bilhões em Operações Intercompanhia. No acumulado em doze meses, os ingressos líquidos de IDP somam US$ 73,6 bilhões (3,8% do PIB). Os passivos em Investimentos em Carteira apresentaram saídas líquidas de US$ 1,6 bilhão no mês (US$ 6,2 bilhões em agosto/14), sendo entradas de US$ 0,2 bilhão em Fundos de Investimento, e saídas de US$ 1,1 bilhão em Ações e US$ 0,7 bilhão em Títulos de Renda Fixa. As Reservas Internacionais, pelo conceito de liquidez, totalizaram US$ 370,6 bilhões. A Dívida Externa Total está em US$ 346 bilhões (17,8% do PIB). 3
4 Resultado do Balanço de Pagamentos (Valores mensais e acumulados no ano US$ milhões) Mês Ac. no Ano Projeção ago-14 ago TRANSAÇÕES CORRENTES Balança Comercial (bens) Serviços Renda Primária Renda Secundária CONTA CAPITAL CONTA FINANCEIRA captações líquidas (-): Investimento Direto Investimento Direto no País (IDP) Investimento em Carteira * Outros Investimentos ERROS E OMISSÕES Memo: Transações correntes (12M)/PIB (%) -4,42-4,34-3,71 IDP (12M)/PIB (%) 4,13 3,78 3,71 Observação: em 2015*, projeções do BCB. 4
5 Reservas Internacionais (conceito liquidez) Valores anuais US$ milhões * 0 * Posição de agosto/15. 5
6 Transações Correntes (Valores mensais e acumulados no ano US$ milhões) Mês Ac. no Ano Projeção ago-14 ago * TRANSAÇÕES CORRENTES Balança comercial (bens) Exportações Importações Serviços Receitas Despesas Renda Primária Receitas Despesas Renda Secundária Receitas Despesas Observação: em 2015*, projeções do BCB. 6
7 * TRANSAÇÕES CORRENTES Balança comercial (bens) Exportações Importações Serviços Transportes Viagens Telecomunicação, computação e informações Serviços de propriedade intelectual Aluguel de equipamentos Outros serviços de negócios Demais Renda Primária Juros (saldo) Lucros e Dividendos (saldo) Salário e ordenado Renda Secundária Memo: Transações Correntes (% do PIB) -4,42-4,34 * Acumulado dos últimos doze meses Transações Correntes (Valores anuais US$ milhões) 7
8 Exportações, Serviços, Renda Prmária Transações Correntes Transações Correntes Componentes (Saldos acumulados em 12 meses US$ bilhões) 10,0 0,0 0,0 1,2-20,0-10,0-40,0-20,0-30,0-40,0-50,0-60,0-84,5-88,9-94,9-92,5-103,6-102,7-102,4-101,6-99,3-43,8-44,6-120,0 dez 14 jan 15 fev 15 mar 15 abr 15 mai 15 jun 15 jul 15 ago 15-60,0-80,0-100,0 Transações Correntes Balança Comercial (bens) Serviços Renda Primária 8
9 Balança Comercial (bens) (Valores acumulados em 12 meses US$ bilhões) ,6 224, dez/14 jan/15 fev/15 mar/15 abr/15 mai/15 jun/15 jul/15 ago/15 198,5 197,3 Exportações de Bens Importações de Bens 9
10 Serviços e Renda Primária (Saldos acumulados em 12 meses US$ bilhões) ,8-44, , ,2-54 dez 14 jan 15 fev 15 mar 15 abr 15 mai 15 jun 15 jul 15 ago 15 Serviços Renda Primária 10
11 Transações Correntes: Serviços Selecionados (Valores mensais e acumulados no ano US$ milhões) Mês Ac. no Ano ago-14 ago Serviços Transportes Viagens Telecomunicação, computação e informações Serviços de propriedade intelectual Aluguel de equipamentos Outros serviços de negócios Demais
12 Serviços Selecionados (Saldos acumulados em 12 meses US$ bilhões) ,7 11,2 5 Transportes 0 Viagens Aluguel de Equipamentos ,7 Outros serviços de negócio -7, ,4-18,7-22,6-22,8-30 dez 14 jan 15 fev 15 mar 15 abr 15 mai 15 jun 15 jul 15 ago 15 12
13 Transações Correntes: Renda Primária (Valores mensais e acumulados no ano US$ milhões) Mês Ac. no Ano ago-14 ago Renda Primária Renda de investimento direto Renda de investimento em carteira Renda de outros investimentos (inclui juros) Salários e ordenados Memo: Juros Receita Despesa Lucros e dividendos Receita Despesa
14 Renda Primária (Juros, Lucros e Dividendos) (Saldos acumulados em 12 meses US$ bilhões) ,7-4, ,0-21,3-21,3-24,5-23, ,2-35 dez/14 jan/15 fev/15 mar/15 abr/15 mai/15 jun/15 jul/15 ago/15 Juros Lucros e dividendos L&D (Investimento Direto) L&D (Investimento em Carteira) 14
15 Conta Capital e Financeira (Valores mensais e acumulados no ano US$ milhões) ago-14 ago CONTA CAPITAL E FINANCEIRA CONTA CAPITAL CONTA FINANCEIRA Investimento Direto Investimentos diretos no exterior Investimentos diretos no país Investimento em Carteira Investimento em carteira (ativos) Ações e fundos de investimento Títulos de renda fixa LP e CP Investimento em carteira (passivos) Ações e fundos de investimento Títulos de renda fixa LP e CP Derivativos Ativos Passivos Outros Investimentos Ativos Passivos Ativos de Reserva Mês Ac. no Ano 15
16 Investimentos Estrangeiros Valores líquidos anuais US$ milhões * Investimento direto no país Memo: NFE = Déficit em TC - IDP Investimento em carteira (passivos) Ações e fundos de investimento Títulos de renda fixa Outros investimentos (passivos) Empréstimos Banco Central Créditos comerciais e adiantamentos (1) Demais (2) 0 0 Derivativos (passivos) * Acumulado dos últimos doze meses (1) Inclui crédito comercial de fornecedores de CP e de LP e crédito comercial de compradores. (2) Inclui empréstimos de Organismos, Agências, empréstimos diretos de curto prazo, moeda e depósitos e outros passivos. 16
17 Investimento Direto no País (IDP) (Valores mensais e acumulados no ano US$ milhões) Mês Ac. no Ano ago-14 ago Investimento direto no país Participação no capital (passivos) Ingressos Saídas Operações intercompanhia (passivos) Créditos recebidos do exterior Anortizações pagas ao exterior Necessidade de Financiamento Externo (NFE) NFE = Déficit em transações correntes - IDP 17
18 Investimento Estrangeiro Direto Valores líquidos anuais US$ milhões * * Acumulado dos últimos doze meses 18
19 Necessidade de Financiamento Externo Valores líquidos anuais US$ milhões * 0 * Acumulado dos últimos doze meses 19
20 Investimento em Carteira (Passivos) (Valores mensais e acumulados no ano US$ milhões) Mês Ac. no Ano ago-14 ago Investimentos em carteira (passivos) Ações No país No exterior Fundos de Investimento Títulos de renda fixa No mercado doméstico No mercado internacional
21 Investimentos (Ativos) (Valores mensais e acumulados no ano US$ milhões) Mês Ac. no Ano ago-14 ago Investimentos (Ativos) Investimento direto no exterior Investimento em carteira (ativos) Ações e fundos de investimento Títulos de renda fixa Outros investimentos (ativos) Dos quais: depósitos de bancos Ativos de Reserva
22 Posição Internacional de Investimento Passivo Externo Líquido (% do PIB) 33,6 33,6 35,0 34,0 33,0 31,0 31,3 32,0 31,0 30,0 28,5 29,0 28,0 27,0 26, * 25,0 * Posição de agosto/15. 22
23 Composição do Passivo Externo 100% 13,1 12,8 13,6 17,7 19,4 90% 14,6 16,0 16,5 17,1 17,2 80% 70% 24,7 23,1 20,3 16,7 14,2 60% 50% 40% 47,7 48,1 49,6 48,5 49,1 30% 20% 10% Investimento Direto Ações Títulos de Dívida Outros Passivos 2015* 0% * Posição de agosto/15. 23
24 Dívida Externa US$ milhões ¹ Dívida Externa Bruta* (US$ bilhões) 327,6 312,5 352,7 346,0 Pública (Part. %) 128,3 122,6 139,1 135,0 Privado** (Part. %) 199,3 189,9 213,6 211,1 Curto Prazo (Part. %) 9,9 10,4 16,3 17,0 Longo Prazo (Part. %) 90,1 89,6 83,7 83,0 Juros / Export. bens e serviços (%) ,5 7,3 Reservas (liquidez) / Dívida Ext. (%) 115,6 120,2 106,1 107,1 Reservas (liquidez) / dívida de curto prazo por vencim. Residual (%) 492,4 512,0 305,0 311,4 Dívida Ext. Líq. (DEL)*** (US$ bilhões) -75,0-90,5-45,9-43,0 DEL / PIB (12 meses) -3,1-3,8-2,0-2,2 DEL / Exportações (12 m) -0,3-0,4-0,2-0,2 ¹ Posição de agosto/15. (*) (**) (***) Exclui Empréstimos Intercompanhias. Inclui Setor Público Financeiro. Dívida Externa Bruta menos Reservas internacionais, Créditos brasileiros no exterior e Haveres de bancos comerciais. 24
25 Taxa de Rolagem Empréstimos diretos e papéis de curto e longo prazos (Percentuais mensais e acumulados no ano) Mês Ac. no Ano ago-14 ago ,0 Taxa de rolagem de Notes e Commercial Papers de LP e CP e de empréstimos de Diretos de LP Ac. 12 meses 58,3 170,5 144,5 101,6 160,0 140,0 154,7 120,0 100,0 114,9 80,0 60,0 40,0 20,0 0,0 dez 14 jan 15 fev 15 mar 15 abr 15 mai 15 jun 15 jul 15 ago 15 25
26
Balanço de Pagamentos
Balanço de Pagamentos Maio/2018 25 de junho de 2018 Resumo dos Resultados Em maio de 2018, o superávit em Transações Correntes foi de US$ 0,7 bilhão, resultado inferior ao observado em maio de 2017 (US$
6 - Balanço de Pagamentos
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Ciências Econômicas Departamento de Ciências Econômicas ECO-2215 - Contabilidade Social Balanço de Pagamentos Estrutura da apresentação 1) Definição
Contabilidade Social Carmen Feijó [et al.] 4ª edição
Contabilidade Social Carmen Feijó [et al.] 4ª edição CAPÍTULO 5 BALANÇO DE PAGAMENTOS Professor Rodrigo Nobre Fernandez Pelotas 2015 2 Introdução O balanço de pagamentos é o registro contábil de todas
BALANÇO DE PAGAMENTOS
BALANÇO DE PAGAMENTOS Dezembro/2013 24 de Janeiro de 2014 Os INFORMATIVOS ECONÔMICOS da Secretaria de Política Econômica (SPE) são elaborados a partir de dados de conhecimento público, cujas fontes primárias
7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov.
4 SETOR EXTERNO As contas externas tiveram mais um ano de relativa tranquilidade em 2012. O déficit em conta corrente ficou em 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB), mostrando pequeno aumento em relação
CASO 7 A evolução do balanço de pagamentos brasileiro no período do Real
CASO 7 A evolução do balanço de pagamentos brasileiro no período do Real Capítulo utilizado: cap. 13 Conceitos abordados Comércio internacional, balanço de pagamentos, taxa de câmbio nominal e real, efeitos
Panorama do Mercado de Crédito
Panorama do Mercado de Crédito FEBRABAN Dezembro de 2011 Rubens Sardenberg Economista-chefe ÍNDICE I. Evolução do Crédito II. Pessoa Física III. Pessoa Jurídica IV. Inadimplência V. Spread VI. Projeções
Balanço de Pagamentos
Alicia Ruiz Olalde Balanço de Pagamentos No balanço de pagamentos, são registradas todas as transações econômicas que o país realiza com o resto do mundo, num determinado período de tempo. O Balanço de
Manual de Instrução. Para o preenchimento do questionário sobre OPERAÇÕES E POSIÇÕES COM EXTERIOR EMPRESAS DE TRANSPORTE
Manual de Instrução Para o preenchimento do questionário sobre OPERAÇÕES E POSIÇÕES COM EXTERIOR EMPRESAS DE TRANSPORTE Direcção de Estatísticas Económicas e Financeiras DEEF 1.Introdução O Manual de Instrução
MERCADO DE CAPITAIS CENTRO DE ESTUDOS DE CEMEC
10º. SEMINÁRIO CEMEC DE MERCADO DE CAPITAIS CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC Financiamento de Investimentos no Brasil e nas Empresas São Paulo 29/Novembro/2011 10º. SEMINÁRIO CEMEC DE MERCADO
Política Cambial. Política Cambial e. Balanço de Pagamentos 26/03/2013. Mecanismos de intervenção na Economia. O que é Balanço de Pagamentos?
Universidade Estadual Paulista Faculdade de Ciências Agronômicas Depto. de Economia, Sociologia e Tecnologia e Balança de Pagamentos Economia e Administração 3 º sem./medicina Veterinária Núria R. G. Quintana
Encontro de Bancos Centrais de países de língua portuguesa
Encontro de Bancos Centrais de países de língua portuguesa Antônio Gustavo Matos do Vale Diretor de Liquidações e Desestatização 4 de outubro de 2010 1 Evolução recente da economia brasileira O momento
Exportação de Serviços
Exportação de Serviços 1. Ementa O objetivo deste trabalho é dar uma maior visibilidade do setor a partir da apresentação de algumas informações sobre o comércio exterior de serviços brasileiro. 2. Introdução
ABDIB Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de base
ABDIB Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de base Cenário Econômico Internacional & Brasil Prof. Dr. Antonio Corrêa de Lacerda [email protected] São Paulo, 14 de março de 2007
Aula 01. Balanço de Pagamentos
1. Conceito Aula 01 Balanço de Pagamentos O Balanço de Pagamentos (BP) é um registro sistemático das transações comerciais e financeiras de um país com Exterior, entre residentes e não residentes de um
Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008
Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Crise Mundo Os EUA e a Europa passam por um forte processo de desaceleração economica com indicios de recessão e deflação um claro sinal de que a crise chegou
COMPANHIA DE SANEAMENTO DE SERGIPE - DESO. Aracaju - SE BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO A T I V O CIRCULANTE 160.805.445 138.417.
BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO A T I V O 2008 2007 CIRCULANTE 160.805.445 138.417.550 DISPONIBILIDADES 19.838.758 6.355.931 Caixa e bancos 2.931.388 3.021.874 Aplicações de liquidez imediata 16.907.370
Políticas Públicas. Lélio de Lima Prado
Políticas Públicas Lélio de Lima Prado Política Cambial dez/03 abr/04 ago/04 dez/04 abr/05 ago/05 Evolução das Reservas internacionais (Em US$ bilhões) dez/05 abr/06 ago/06 dez/06 abr/07 ago/07 dez/07
Portal de Informações FEBRABAN. Módulo I Crédito
Portal de Informações FEBRABAN Módulo I Crédito Módulo de dados I: Crédito Sumário Este módulo de dados abrange as operações de crédito com recursos livres e direcionados (taxas de juros administradas)
NOTAS METODOLÓGICAS SOBRE AS ALTERAÇÕES NO BALANÇO DE PAGAMENTOS. Professor Rodrigo Nobre Fernandez
NOTAS METODOLÓGICAS SOBRE AS ALTERAÇÕES NO BALANÇO DE PAGAMENTOS Professor Rodrigo Nobre Fernandez Pelotas 2015 2 Introdução A partir de 2015, o Banco Central do Brasil divulga as estatísticas de setor
Bancos financiam crescentemente a produção
Operações de Crédito do Sistema Financeiro Nota do dia 25 de julho de 2007 Fontes: Bacen, IBGE e CNI Elaboração: Febraban Bancos financiam crescentemente a produção Pessoa Jurídica O crédito destinado
Para evitar dupla contagem não são contabilizados os bens intermediários. Valor Agregado = VA = VBP Cons. Intermediário PN = ΣVA
I - CONTAS NACIONAIS 1.1 Produto Agregado = Demanda Agregada = Renda Agregada (valor da produção) = (despesa com produto) = (W+L+J+A). 1.2 Renda Nacional: Somatório de todos os rendimento recebidos pelas
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BÁSICAS
110 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BÁSICAS CAPITAL ORDINÁRIO BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 2006 2005 Caixa e investimentos Caixa................................................. $ 276 $ 223 Investimentos Carteira
2ª Conferência de Investimentos Alternativos: FIDC, FII E FIP
2ª Conferência de Investimentos Alternativos: FIDC, FII E FIP São Paulo, 21 de Agosto de 2013 Hotel Caesar Park Patrocínio SPX Capital Agosto 2013 Perspectivas Macroeconômicas Inflação acumulada em 12
APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO
APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO 18 de Agosto de 2006 Demian Fiocca Presidente do BNDES www.bndes.gov.br 1 BRASIL: NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO Um novo ciclo de desenvolvimento teve início em 2004.
Poder de voto de residentes: informar o poder de voto na empresa declarante detido por residentes.
Data Base 31.12.2010 Dados do declarante Participação no capital social do declarante Poder de voto de residentes: informar o poder de voto na empresa declarante detido por residentes. Poder de voto de
O papel anticíclico do BNDES sobre o crédito
3 ago 2006 Nº 7 O papel anticíclico do BNDES sobre o crédito Por Ernani Teixeira Torres Filho Superintendente da SAE Nas crises, sistema bancário contrai o crédito. BNDES atua em sentido contrário e sua
(com base na Nota do Banco Central do Brasil de 27-05-2009) Edição de 27 de Maio de 2009
Relatório Febraban - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro (com base na Nota do Banco Central do Brasil de 27-05-2009) Edição de 27 de Maio de 2009 Em Abril de 2009, operações de crédito atingiram
Portugal Enquadramento Económico
Portugal Enquadramento Económico Fonte: INE PIB e Procura Interna em Volume (Tvh) em % do PIB 40 35 30 25 20 15 10 5 0 Formação bruta de capital fixo (total economia) FBCF excepto Construção FBCF Construção
3. Contas Correntes: A categoria Contas Correntes tem quatro sub-divisões, a saber:
1. B/Pgtos, p. 1 Comércio e Finanças Internacionais Prof. José Alfredo A. Leite 1A. BALANÇO DE PAGAMENTOS 1. Definição: O B/P é o registro contábil dos recebimentos e pagamentos feitos pelos diversos agentes
Balança Comercial 2003
Balança Comercial 2003 26 de janeiro de 2004 O saldo da balança comercial atingiu US$24,8 bilhões em 2003, o melhor resultado anual já alcançado no comércio exterior brasileiro. As exportações somaram
Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli
Unidade II Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Definição do mercado financeiro Representa o Sistema Financeiro Nacional Promove o fluxo de recursos através
Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras. Boletim Anual 2.013
Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras Boletim Anual 2.013 N O T A Ressaltamos que os dados divulgados pelo BACEN, são sempre informados como preliminares nos últimos três meses e,
A Crise Internacional e os Desafios para o Brasil
1 A Crise Internacional e os Desafios para o Brasil Guido Mantega Outubro de 2008 1 2 Gravidade da Crise Crise mais forte desde 1929 Crise mais grave do que as ocorridas nos anos 1990 (crise de US$ bilhões
PLANO DE CONTAS - GÁS NATURAL
1 Ativo 1.1 Ativo Circulante 1.1.1 Disponibilidades 1.1.1.1 Caixa e Equivalentes de Caixa 1.1.1.1.01 Caixa 1.1.1.1.02 Depósitos Bancários em Moeda Nacional 1.1.1.1.03 Contas de Poupança 1.1.1.1.04 Numerários
Boletim Econômico e do Setor Portuário. Sumário
Boletim Econômico e do Setor Portuário Junho de 2014 Sumário Indicadores da Economia Nacional... 2 O Produto Interno Bruto PIB no primeiro trimestre de 2014... 2 Os Índices de Inflação... 3 O Mercado de
DFC Demonstração dos Fluxos de Caixa. Professor: Eduardo José Zanoteli, M.Sc.
DFC Demonstração dos Fluxos de Caixa Demonstração dos Fluxos de Caixa - DFC Regime de Caixa Regime de Competência X DFC: Objetivo/finalidade Permitir que investidores, credores e outros usuários avaliem:
BALANÇO DE PAGAMENTOS: desempenho brasileiro em 2010 RESUMO
78 BALANÇO DE PAGAMENTOS: desempenho brasileiro em 2010 Guilherme Fernandes de Souza RESUMO Com o objetivo de conhecer o desempenho brasileiro no que se refere ao Balanço de Pagamentos, esse artigo analisa
Classificação da Informação: Uso Irrestrito
Cenário Econômico Qual caminho escolheremos? Cenário Econômico 2015 Estamos no caminho correto? Estamos no caminho correto? Qual é nossa visão sobre a economia? Estrutura da economia sinaliza baixa capacidade
2) Identifique na lista abaixo que transação ou atividade não seria computada nos cálculos das contas nacionais e do PIB:
Cap 2 1) Considere que numa economia em determinado ano ocorreu uma severa epidemia, que ocasionou um aumento na demanda de serviços médico-hospitalares e por medicamentos. Considerando todo o resto constante,
Mercado Financeiro e de Capitais. Taxas de juros reais e expectativas de mercado. Gráfico 3.1 Taxa over/selic
III Mercado Financeiro e de Capitais Taxas de juros reais e expectativas de mercado A meta para a taxa Selic foi mantida durante o primeiro trimestre de 21 em 8,75% a.a. Em resposta a pressões inflacionárias
Índice. RS no Brasil Nossa Empresa Governança Corporativa Nossos Números Análise Comparativa Sustentabilidade Projeções e Estimativas
CICLO APIMEC 2010 Índice RS no Brasil Nossa Empresa Governança Corporativa Nossos Números Análise Comparativa Sustentabilidade Projeções e Estimativas 3 RS no Brasil DADOS DEMOGRÁFICOS RS BRASIL População
M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 4 11 de maio de 2006
M A C R O C H I N A Ano Nº 11 de maio de 6 Síntese gráfica trimestral do comércio bilateral e do desempenho macroeconômico chinês - Primeiro trimestre de 6. Para surpresa de muitos analistas, o Banco Central
Conta Corrente do Governo
Faculdade de Economia UFF Lista 07 Teoria Macroeconômica I (SEN00076) Vítor Wilher (www.vitorwilher.com/monitoria) E-mail: [email protected] Atendimento Presencial: Quartas, 16h às 18h, Sala
DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2
Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 5 Balanço Patrimonial Passivo 9 Demonstração do Resultado 12 Demonstração do Resultado
A Geradora Aluguel de Máquinas S.A.
Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo Passivo e patrimônio líquido Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 17.488 25.888 Fornecedores e outras obrigações 17.561 5.153 Contas a receber
O Brasil e a Crise Internacional
O Brasil e a Crise Internacional Sen. Aloizio Mercadante PT/SP 1 fevereiro de 2009 Evolução da Crise Fase 1 2001-2006: Bolha Imobiliária. Intensa liquidez. Abundância de crédito Inovações financeiras Elevação
BALANÇA COMERCIAL (US$ milhões)
BALANÇA COMERCIAL BALANÇA COMERCIAL (US$ milhões) 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 60,000 50,000 44,703 46,457 40,032 47,350 50,742
INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC
INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC FORTALEZA, Agosto de 2013 SUMÁRIO 1. Fundamentos da Análise de Conjuntura. 2. Tipos
Boletim Mensal. Novembro/ 2.014
Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras Boletim Mensal Novembro/ 2.014 Acumulado janeiro a novembro/2014 N O T A Ressaltamos que os dados divulgados pelo BACEN, são sempre informados
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl
Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento
Sistema Financeiro e os Fundamentos para o Crescimento Henrique de Campos Meirelles Novembro de 20 1 Fundamentos macroeconômicos sólidos e medidas anti-crise 2 % a.a. Inflação na meta 8 6 metas cumpridas
CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC RELATÓRIO CEMEC MENSAL DE DESEMPENHO DA POUPANÇA FINANCEIRA. Junho
CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS RELATÓRIO CEMEC MENSAL DE DESEMPENHO DA POUPANÇA FINANCEIRA Junho 2011 ÍNDICE 1. Objetivo do Relatório... 3 2. Modelo
Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Cleber Rentroia MBA em Finanças e Banking
1. Quando o IPCA tende a subir além das metas de inflação, qual medida deve ser tomada pelo COPOM: a) Abaixar o compulsório b) Reduzir taxa do redesconto c) Aumentar o crédito d) Elevar a taxa de juros
RELATÓRIO DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES RESULTADOS 1T10 156.512.000,00
RELATÓRIO DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES RESULTADOS 156.512.000,00 Resultados do RESULTADOS São Paulo, 14 de maio de 2010 A BRADESPAR [BM&FBOVESPA: BRAP3 (ON), BRAP4 (PN); LATIBEX: XBRPO (ON), XBRPP (PN)]
Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014
Nota de Crédito PJ Janeiro 2015 Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 mai/11 mai/11 Carteira de Crédito PJ não sustenta recuperação Após a aceleração verificada em outubro, a carteira de crédito pessoa jurídica
Questões de Economia Cesgranrio. Macroeconomia
Macroeconomia Balanço de Pagamento 1. Cesgranrio ANP 2008 Especialista em Regulação) Quando um país tem um deficit no balanço comercial do seu balanço de pagamentos, pode-se afirmar que a) as exportações
Mudanças Recentes no Passivo Externo Brasileiro
Mudanças Recentes no Passivo Externo Brasileiro As contas externas do país registraram a seqüência de cinco anos de superávits em transações correntes entre 2003 e 2007, proporcionando a ocorrência de
Relatório Tipo Dezembro de 20XX
Relatório Tipo Dezembro de 20XX Alvim & Rocha Consultoria de Gestão, Lda. Tel.: 22 831 70 05; Fax: 22 833 12 34 Rua do Monte dos Burgos, 848 Email: [email protected] 4250-313 Porto www.alvimrocha.com
Mudança do cenário internacional e reflexos para o setor externo brasileiro
Mudança do cenário internacional e reflexos para o setor externo brasileiro Irailton Silva Santana Júnior 1 Vinícius de Araújo Mendes 1 Introdução O presente relatório concentra a análise da economia brasileira
CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC INFORMATIVO CEMEC MENSAL - POUPANÇA FINANCEIRA. Outubro
CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS INFORMATIVO CEMEC MENSAL - POUPANÇA FINANCEIRA Outubro 2011 ÍNDICE 1. Objetivo do Relatório... 3 1. Análise da Poupança
Setor externo estatísticas do comércio exterior
Setor externo estatísticas do comércio exterior O comércio é mutuamente benéfico. Duas pessoas não trocam bens e serviços a não ser que ambas esperem obter um benefício. No nosso dia a dia dependemos de
RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011
RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 I. BALANÇA DE PAGAMENTOS A estatística da Balança de Pagamentos regista as transacções económicas ocorridas, durante
Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro
Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro (com base na Nota do Banco Central do Brasil de 22-10-08) Edição de 27 de Outubro de 08 Crise não teve impacto significativo nas operações
AGÊNCIA ESPECIAL DE FINANCIAMENTO INDUSTRIAL FINAME RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 31 DE DEZEMBRO DE 2008
AGÊNCIA ESPECIAL DE FINANCIAMENTO INDUSTRIAL FINAME RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 31 DE DEZEMBRO DE 2008 Senhor acionista e demais interessados: Apresentamos o Relatório da Administração e as informações
Estratégia Financeira. Arthur Piotto
Estratégia Financeira Arthur Piotto Estratégia Financeira Estrutura financeira adequada e balanço forte 1 2 3 4 5 6 7 Sucesso no aumento de capital. Alocação diversificada Maior flexibilidade financeira
Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas:
CASHFLOW OU FLUXO DE CAIXA 1. CONCEITO É um demonstrativo que reflete dinamicamente o fluxo do disponível da empresa, em um determinado período de tempo. 2. FINALIDADES 2.1. Evidenciar a movimentação dos
O Brasil e a Crise Internacional
O Brasil e a Crise Internacional Sen. Aloizio Mercadante PT/SP RESUMO 1 Março de 2009 Cenário Internacional 2 Evoluçã ção o da Crise - Em sete dos últimos 20 anos a taxa de crescimento do PIB foi inferior
Extrato de Fundos de Investimento
São Paulo, 01 de Abril de 2015 Prezado(a) FUNDO DE PENSAO MULTIPATR OAB 02/03/2015 a 31/03/2015 Panorama Mensal Março 2015 Os mercados financeiros seguiram voláteis ao longo do mês de março, em especial
Perspectivas para a Inflação
Perspectivas para a Inflação Carlos Hamilton Araújo Setembro de 213 Índice I. Introdução II. Ambiente Internacional III. Condições Financeiras IV. Atividade V. Evolução da Inflação 2 I. Introdução 3 Missão
Teleconferência Resultados 3T10
Teleconferência Resultados 3T10 Sexta-feira, 5 de Novembro de 2010 Horário: 14:00 (horário de Brasília) 12:00 (horário US EDT) Tel: + 55 (11) 4688-6361 Código: LASA Replay: + 55 (11) 4688-6312 Código:
Logística Internacional
Logística Internacional Aula 10 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos
Ministério da Fazenda. Crise Financeira. Impactos sobre o Brasil e Resposta do Governo. Nelson Barbosa. Novembro de 2008
1 Crise Financeira Impactos sobre o Brasil e Resposta do Governo Nelson Barbosa Novembro de 20 1 2 Impactos da Crise Financeira nas Economias Avançadas Primeiro impacto: grandes perdas patrimoniais, crise
ITR - Informações Trimestrais - 30/09/2011 - CIA CAT. DE ÁGUAS E SANEAMENTO - CASAN Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2
Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 5 Demonstração do Fluxo de Caixa 6 Demonstração das Mutações
EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2. Atividade global... 2. Atividade setorial... 3. - Produção... 3. - Volume de negócios... 4
SÍNTESE DE CONJUNTURA Mensal março 2015 - Newsletter ÍNDICE EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE ECONÓMICA... 2 Atividade global... 2 Atividade setorial... 3 - Produção... 3 - Volume de negócios... 4 Comércio internacional...
O Brasil Diante da Crise: Estabilidade e Resistência
O Brasil Diante da Crise: Estabilidade e Resistência Henrique de Campos Meirelles Março de 2009 1 Panorama Internacional 2 2000 = 100 EUA: Índice de Preço das Residências 220 Entre 2000 a Jun/06, valor
