Microbiologia aula práticas
|
|
|
- Malu Klettenberg Carvalhal
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Microbiologia aula práticas Primeira parte (Caracterização de microrganismos) Preparo e observação de lâminas Microscopia de luz e eletrônica Morfologia de bactérias e fungos 1ª. Prova Prática 13, 14 e 15 de Abril 2016 Segunda parte (Microbiologia aplicada) Isolamento, cultivo e controle de microrganismos Análise e tratamento de água 2ª. Prova Prática 15, 16 e 17 de Junho 2016
2 Microbiologia aula práticas Programa completo, slides, frequência e notas Stoa Média das provas práticas tem peso um na média final Apostila de aulas práticas Cuidado no uso dos equipamentos e materiais laboratoriais Normas de segurança
3 Normas de segurança a serem seguidas dentro do laboratório 1) Jamais acenda uma lamparina na chama de outra lamparina 2) Pessoas com cabelos longos devem mantê-los presos 3) Fique atento às operações quando for necessário realizar aquecimento 4) Use sempre luvas de isolamento térmico ao manipular material quente 5) Cuidado no manuseio de estiletes, lâminas e lamínulas de vidro 6) Nunca pipete líquidos com a boca 7) Não coma ou beba na sala de aula prática 8) Mantenha o celular sempre desligado durante a aula 9) A Sala de aulas práticas não é lugar para brincadeiras! Concentre-se no que estiver fazendo 10) Em caso de dúvida consulte o professor ou o monitor da disciplina
4 atividade prática (semana passada) vamos visualizar um pouco do mundo microbiano? Placas de Petri com meio de cultivo (BDA) Cotonetes esterilizados (swab) Plaqueiem o que desejar, mas com cuidado Sejam criativos na escolha das amostras (celular, dedos, água, roupa, cabelo...) Assepsia da bancada, placas próximas à chama... Marquem na placa (lado inferior) turma, bancada...
5 Partes do microscópio de luz Oculares Objetivas Revólver Presilha do Charriot Mesa Diafragma Condensador Fonte de luz Macrométrico Micrométrico Charriot Base
6 Algumas comparações Cabeça de um nematóide Protozoário Vírus Viróides Molicutes Micélio fúngico Parede celular Bactéria
7 Categoria de Microscópios LUMINOSO: de luz => 60 a x de aumento (Ondas luminosas) ELETRÔNICO: Varredura => 20 a X (Feixe de elétrons) Transmissão => a X Unidade de medida linear na escala microscópica Micrometro (µm): 10-3 mm; 10-4 cm Menor objeto visto com perfeição ao microscópio de luz 0,2 µm Sendo que: (0,2 µm) x (1.000X) = 0,2 mm
8 Montagem de lâmina para observação de fungos 1. Colocar uma gota de água (ou corante) na lâmina 2. Pegar parte do micélio com alça de repicagem ou fita colante (durex) 3. Colocar o micélio sobre a lâmina 4. Colocar a lamínula (não usar lamínula quando usar durex) 5. Observar nos aumentos de 40x e 100x (400x se for necessário)
9 Focalização ao microscópio de luz 1. Iniciar sempre com a objetiva de menor aumento 2. Objeto no centro da mesa e sob incidência da luz 3. Ajustar a iluminação (maior quantidade de luz através do objeto) 4. Elevar a mesa até a altura máxima utilizando o macrométrico 4. Iniciar o processo de focalização, abaixando vagarosamente a mesa com o macrométrico 5. Fazer a focalização fina com micrométrico 6. Mudar para objetivas de maiores aumentos gradativamente 7. Na mudança da objetiva de 40x para 100x utilizar apenas o micrométrico para focalização final (100x somente para bactérias, sempre com óleo de imersão) 8. Acertar a quantidade de luz para melhor observação e conforto visual 9. Condensador deve permanecer sempre em posição elevada (ou aberta)
10 Fungo (Zigomiceto) Hifas não septadas Esporos imóveis Saprófitas Material para observação Rhizopus sp.
11 Estruturas do ciclo de reprodução assexual Aplanósporo: esporo não flagelado (imóvel) Rizóides: prolongamentos curtos de hifas, semelhantes a raízes, produzidos na base do esporangióforo para fixação no substrato estolão aplanósporos esporângio esporangióforo rizóides
12 estruturas do ciclo de reprodução assexual Fungos (Zigomicetos) aplanósporos Rhizopus stolonifer esporângio esporangióforo
Aulas Práticas de Microbiologia. Departamento de Fitopatologia e Nematologia Setor de Fitopatologia Esalq/USP
Aulas Práticas de Microbiologia Departamento de Fitopatologia e Nematologia Setor de Fitopatologia Esalq/USP MICROBIOLOGIA AULAS PRÁTICAS 1. Caracterização microrganismos Técnicas de preparo de lâminas
DESCRIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO MICROSCÓPIO ÓPTICO. Aprender como usar o microscópio;
MICROSCÓPIO DESCRIÇÃO E FUNCIONAMENTO DO MICROSCÓPIO ÓPTICO OBJETIVOS Aprender como usar o microscópio; Observar a morfologia e outras características distintas das bactérias; Ter noção do tamanho dos
Microbilogia de Alimentos I - Curso de Engenharia de Alimentos Profª Valéria Ribeiro Maitan
10 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PUC Goiás ESCOLA DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS Aula nº 2- Preparações Microscópicas: Preparações a Fresco Introdução O olho humano é incapaz
1ª. Prova Prática 25, 26 e 27 de abril de 2018
Microbiologia aula práticas Primeira parte (Caracterização de microrganismos) Preparo e observação de lâminas Microscopia de luz Morfologia de bactérias e fungos 1ª. Prova Prática 25, 26 e 27 de abril
Noções Básicas em Microscopia Óptica
Disciplina: Microbiologia Geral Noções Básicas em Microscopia Óptica Os microrganismos são pequenos demais para serem vistos a olho nú; Deve-se observá-los através de um microscópio. Latim Micro Pequeno
Universidade de São Paulo Instituto de Física de São Carlos Bacharelado em Ciências Físicas e Biomoleculares Microbiologia 2018
Universidade de São Paulo Instituto de Física de São Carlos Bacharelado em Ciências Físicas e Biomoleculares Microbiologia 2018 Aula Prática 01: MICROSCOPIA ÓPTICA E VARIEDADE DA MORFOLOGIA CELULAR 1.
Universidade de São Paulo Instituto de Física de São Carlos Bacharelado em Ciências Físicas e Biomoleculares Microbiologia 2017
Universidade de São Paulo Instituto de Física de São Carlos Bacharelado em Ciências Físicas e Biomoleculares Microbiologia 2017 A. Componentes do microscópio óptico Aula Prática 01: MICROSCOPIA ÓPTICA
NORMAS DE SEGURANÇA NO LABORATÓRIO
NORMAS DE SEGURANÇA NO LABORATÓRIO Usar guarda-pó abotoado; Usar preferencialmente calças compridas; Sapatos fechados; Cabelos presos; Não pipetar produto algum com a boca; Não usar produto que não esteja
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano, Campus Serrinha
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano, Campus Serrinha CURSO: Licenciatura em Ciências Biológicas DISCIPLINA: Biologia Celular e Molecular PROFESSORA: Dra. Jaqueline Figuerêdo Rosa
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Microscópios Verticais do LAMEB: Cuidados Gerais e Focalização das Lâminas
01 de 05 REQUISITOS PRÉVIOS 1. Utilize a lâmina no microscópio sempre com a presença da lamínula. 2. Quando preparar seu material biológico entre lâmina e lamínula, assegure-se SEMPRE que as mesmas estejam
Ciências Moleculares e Celulares
Ciências Moleculares e Celulares RECOMENTAÇÕES SOBRE AS AULAS PRÁTICAS Para melhor aproveitamento das aulas práticas, as seguintes normas serão adotadas: 1. Comparecer pontualmente, munido do jaleco e
MICROSCOPIAS Conceito, componentes e funções
MICROSCOPIAS Conceito, componentes e funções Profª Dra. Adriana Junqueira [email protected] A célula é a unidade morfofisiológica dos seres vivo COMO PODEMOS ESTUDA-LAS? O homem teve, desde sempre,
MICROSCOPIA E O ESTUDO DA CÉLULA
Citologia e Histologia MICROSCOPIA E O ESTUDO DA CÉLULA PROFESSORA: Fernanda Guimarães E-MAIL: [email protected] NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO BIOLÓGICA Estruturas microscópicas Invisíveis a olho nu
Atividades Presenciais caderno do aluno aula 1
1 Atividades Presenciais caderno do aluno aula 1 HISTÓRIA DA VIDA NA TERRA E DISTRIBUIÇÃO ATUAL DA VIDA NO PLANETA Origem, evolução e estrutura das células Avaliação: Nota de 0 a 10. Atividade 01 Objetivo:
REGULAMENTO DO LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR CAPÍTULO I DA CARACTERÍSTICA E NATUREZA
A Diretora Geral no uso de suas atribuições legais TORNA PÚBLICO o Regulamento do Laboratório Multidisciplinar da Faculdade Integral Cantareira, aprovado pelo Órgão Competente, como se segue: REGULAMENTO
Procariotos x Eucariotos
Microscopia de microrganismos Aula 1 Prática Microbiologia FFI0751 Profa. Dra. Ilana L. B. C. Camargo Procariotos x Eucariotos http://pathmicro.med.sc.edu/portuguese/immuno-port-chapter1.htm http://www.fortunecity.com/greenfield/eco/813/mod2aula4.html
BIOLOGIA O MUNDO MICROSCÓPICO. Prof. Dr. Feresin
BIOLOGIA O MUNDO MICROSCÓPICO Prof. Dr. Feresin Introdução e objetivos MICROSCOPIA 1. O domínio do uso do microscópio. 2. O conjunto de técnicas que permitem a investigação científica por meio do microscópio.
AULA PRÁTICA SOBRE MICROSCOPIA PARTE 1
1 AULA PRÁTICA SOBRE MICROSCOPIA PARTE 1 INTRODUÇÃO: O microscópio de luz é um aparelho que destina-se a observação de objetos muito pequenos, difíceis de serem examinados em detalhes a olho nu. O tipo
Biossegurança no Laboratório de Microbiologia
Métodos laboratoriais em microbiologia Disciplina: Microbiologia Geral iossegurança no Laboratório de Microbiologia Permitem estudo detalhado dos microrganismos Objetivo acadêmico Objetivo científico Métodos
AULA PRÁTICA II: MICROSCOPIA E PREPARAÇÕES MICROSCÓPICAS
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS UFSC DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA - DISCIPLINA: FITOPATOLOGIA FIT 5607 Prof. Marciel J. Stadnik AULA PRÁTICA II: MICROSCOPIA E PREPARAÇÕES MICROSCÓPICAS 1) MICROSCOPIA: Inicialmente,
ATIVIDADES 2016 COLÉGIO ESTADUAL INDEPENDÊNCIA PRIMEIRA ATIVIDADE REVITALIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS
ATIVIDADES 2016 COLÉGIO ESTADUAL INDEPENDÊNCIA PRIMEIRA ATIVIDADE REVITALIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS PARCERIA PIBID BIOLOGIA/UEG PRÁTICA - BRIÓFITAS Objetivo Observar e reconhecer as estruturas
Ficha de trabalho. Microscópio
Ficha de trabalho Microscópio 1. Observa com atenção a imagem 1. 1.1. Faz a legenda da figura 1-2- 3-4- 5-7- 8-9- 10-11- 12- Regras de utilização do microscópio 1º- Abre a caixa e retira, cuidadosamente,
Observações Iniciais. Microscopia Aula Revisão. Observações Iniciais. Unidades de Medidas Usadas. Formação da Imagem. Unidades de Medidas Usadas
Professor, Enfº. Laudineide de Carvalho Gomes Matipó, fevereiro de 2014. e-mail: [email protected] Faculdade Vértice Univértix Curso: Medicina Veterinária Aula Revisão Page 2 Observações Iniciais
Bactérias. Características gerais. Docente: José Belasque Jr. Departamento de Fitopatologia e Nematologia (ESALQ/USP)
Bactérias Características gerais Docente: José Belasque Jr. [email protected] Departamento de Fitopatologia e Nematologia (ESALQ/USP) 2016 Morfologias celulares de procariotos Morfologia Estruturas
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO TÍTULO: USO E MANUTENÇÃO DE MICROSCÓPIO ÓPTICO Código: ILMD-SLM-POP.005 Revisão/Ano: 00/2018 Classificação SIGDA:
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO TÍTULO: USO E MANUTENÇÃO DE MICROSCÓPIO ÓPTICO Classificação SIGDA: SUMÁRIO 01. OBJETIVO 02. CAMPO DE APLICAÇÃO 03. RESPONSABILIDADES 04. DEFINIÇÕES 05. REFERÊNCIAS NORMATIVAS
Métodos de estudo e Técnicas: como estudar as células
Histologia (Enfermagem) Métodos de estudo e Técnicas: como estudar as células Prof a Dr a. Iêda Guedes Métodos de estudo e Técnicas: como estudar as células A Célula Processamento do material biológico
Ciências Naturais, 5º Ano. Ciências Naturais, 5º Ano FICHA DE TRABALHO 1. Escola: Nome: Turma: N.º:
Conteúdo: Microscópio: Evolução FICHA DE TRABALHO 1 Zacharias Janssen Knoll e Ruska ampliação de 200x Conteúdo: Microscópio: Evolução FICHA DE TRABALHO 1 Zacharias Janssen Knoll e Ruska ampliação de 200x
Escola: Nome: Turma: N.º: Data: / / FICHA DE TRABALHO 1. Zacharias Janssen Knoll e Ruska ampliação de 200x. células ampliação de 30x Leeuwenhoek
Conteúdo: Microscópio: Evolução FICHA DE TRABALHO 1 Zacharias Janssen Knoll e Ruska ampliação de 200x células ampliação de 30x Leeuwenhoek Robert Hooke animalculas ampliação > 500 000x Por volta de 1590,
O mundo microscópico Biologia - Frente B. Prof. Dr. Gabriel Feresin
O mundo microscópico Biologia - Frente B Prof. Dr. Gabriel Feresin Os primeiros seres vivos Acredita-se que eram: Unicelulares Células procarióticas Aprox. 3,5 bilhões de anos atrás. Estromatólitos (strôma
Ajustes do Microscópio Olympus IX83 Data de Elaboração 24/08/17
01 de 05 Análise em Luz Branca 1. Coloque o condensador no ponto indicado pela seta banca. 2. Coloque o diafragma no ponto sinalizado. 3. Girar o disco do condensador até a posição 5. OBSERVAÇÃO: A intensidade
LABORATÓRIO ANÁLISE PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO ANALITICO
Código: POP.MIC.01 Versão: 04 Data da Revisão: 08/06/2018 Página 1 de 5 Elaboração Análise Crítica Aprovação NOME: Patrícia Freitas NOME: Marcelo Villar NOME: Marcelo Villar FUNÇÃO/CARGO: Bioquímica FUNÇÃO/CARGO:
5 Aula Prática Exame do Microcultivo de levedura. Plaqueameno de Açúcar. Ensaio de Óxido-Redução com Resazurina
IB UNESP - Rio Claro CCA - UFSCar Araras II CURSO DE MONITORAMENTO DA FERMENTAÇÃO ETANÓLICA PERÍODO: 11 a 15 DE FEVEREIRO DE 2008 ATIVIDADES PRÁTICAS 5 Aula Prática Exame do Microcultivo de levedura. Plaqueameno
Experimento 6. Célula animal mucosa bucal. (40x) Descrições. Objetivos. Formato: Coloração dos componentes celulares: Número de células por campo:
Experimento 6 Preparar corretamente, usando corantes adequados, as lâminas de esfregaço da mucosa bucal. Identificar ao microscópio óptico (M.O.) células da mucosa bucal previamente coradas e reconhecer
Técnica Básicas para Análises de Células e Tecidos
Técnica Básicas para Análises de Células e Tecidos Visão panorâmica da célula Algumas grandezas... 1km 1.000m 1m 100 cm 1cm 10 mm 1mm 1000 µm 1 µm 1000 nm 1Å (Angstron Angstron) 10 10-10 m Visão panorâmica
Classificação dos fungos
Classificação dos fungos Outubro- 2017 Analice Azevedo Dep. de Microbiologia Árvore filogenética da vida Taxonomia de Fungos Dificuldade na identificação/classificação de fungos: taxonomia baseadas em
Embriologia e Histologia Animal I
Embriologia e Histologia Animal I Professora: Daniela Brum Embriologia FASE DIVISÃO INICIAL: multiplicação céls indiferenciadas FASE EMBRIONÁRIA: rápido crescimento e diferenciação para formação tecidos,
Cursos de Enfermagem e Obstetrícia, Medicina e Nutrição. Disciplina Mecanismos Básicos de Saúde e Doença MCW 240. Aula Prática 3 Módulo Microbiologia
Cursos de Enfermagem e Obstetrícia, Medicina e Nutrição Disciplina Mecanismos Básicos de Saúde e Doença MCW 240 Aula Prática 3 Módulo Microbiologia Teste da eficácia de agentes físicos e químicos sobre
Cultivo de microrganismos. Cultivo em meio líquido. Cultivo em meio sólido 27/11/2013 CULTIVO DE MICRORGANISMOS EM LABORATÓRIO
Cultivo de microrganismos Disciplina: Microbiologia Geral 1) Inoculação CULTIVO DE MICRORGANISMOS EM LABORATÓRIO 2) Isolamento 3) Preservação Inoculação Semear ou inocular: introduzir artificialmente uma
ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS. Disciplina: Bacteriologia Curso: Farmácia
Departamento de Parasitologia, Microbiologia e Imunologia Setor de Microbiologia. ROTEIRO DE AULAS PRÁTICAS Disciplina: Bacteriologia Curso: Farmácia Organização: Prof. Cláudio Galuppo Diniz 1 NORMAS PARA
MICROSCÓPIO INVERTIDO NIKON ECLIPSE Ti-U
UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE LABORATÓRIO MULTIUSUÁRIOS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE MICROSCÓPIO INVERTIDO NIKON ECLIPSE Ti-U
Escola superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Fitopatologia e Nematologia
Escola superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Fitopatologia e Nematologia MICROSCOPIA ELETRÔNICA & MICROSCOPIA DE LUZ Prof. Dr. Francisco André Ossamu Tanaka Piracicaba, março de 2016.
Kits Didáticos. Laboratórios Portáteis
Kits Didáticos Laboratórios Portáteis Kit pedagógico de genética A Procura do Suspeito (Papiloscopia - Jogo) Kit na forma de jogo para o ensino fundamental e médio para ensino de genética de herança mendeliana
Características dos Fungos. Unicelulares ou Pluricelulares (filamentosos) em sua maioria
Reino Fungi Reino Fungi Fungos NÃO são plantas Mais de 70 000 espécies Essencialmente terrestres Número estimado de espécies = 1,5 milhão O maior organismo vivo na Terra é um fungo Armillaria ostoyeae
PROF. ROMMEL BARRETO Mestre em Morfologia (UFRJ)
Microscopia PROF. ROMMEL BARRETO Mestre em Morfologia (UFRJ) Preparação das lâminas histológicas Remoção dos fragmentos de órgãos Fixação Desidratação (Álcool etílico) Concentração crescente (70%, 80%,
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LABORATÓRIO MORFOFUNCIONAL. Normas de uso do Laboratório Morfofuncional
Normas de uso do Laboratório Morfofuncional 2008 I. Introdução O Laboratório Morfofuncional (LMF) é um espaço do Centro de Ciências Biológicas destinado ao estudo integrado das diferentes áreas do conhecimento.
TREINO DE PRÁTICAS E HABILIDADES Identificação das bactérias gram negativas NÃO fermentadoras PROFA Alessandra Barone
TREINO DE PRÁTICAS E HABILIDADES Identificação das bactérias gram negativas NÃO fermentadoras PROFA Alessandra Barone Ao entrar no laboratório, certifique-se de estar de cabelo preso, jaleco fechado, sapato
Escola Básica e Secundária de Vila Franca do Campo. Curso Profissional de Técnico de Proteção Civil. Físico-Química
Escola Básica e Secundária de Vila Franca do Campo Físico-Química Ano letivo 2016/2017 Módulo Q2 - Soluções FICHA INFORMATIVA 1 Guia de laboratório (I) NOME: N.º TURMA DATA DA REALIZAÇÃO: / / 1. INTRODUÇÃO
NORMAS INTERNAS DO LABORATÓRIO DE MICROSCOPIA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CAMPUS ANISIO TEIXEIRA-INSTITUTO MULTIDICIPLINAR EM SAÚDE COORDENAÇÃO GERAL DE LABORATÓRIOS NORMAS INTERNAS DO LABORATÓRIO DE MICROSCOPIA Define as
REINO FUNGI. Características Gerais. Características Gerais. Corpo dos fungos multicelulares NUTRIÇÃO NUTRIÇÃO PARASITAS SAPRÓFAGOS
REINO FUNGI Prof. Harry Pilz Características Gerais Seres uni ou pluricelulares, sem tecidos verdadeiros. Aeróbicos ou anaeróbicos. Vivem em diversos ambientes, preferencialmente nos úmidos e ricos em
QUESTIONÁRIO MÍDIA 2
QUESTIONÁRIO MÍDIA 2 QUESTIONÁRIO 1- Em que gêneros bacterianos e por que utilizamos a coloração de Ziehl-Neelsen? 2- Com que finalidade utilizamos a coloração de Albert- Layborn? 3- Qual o método de coloração
M A I S P R Ó X I M O S E V O L U T I V A M E N T E D E P L A N T A S O U D E A N I M A I S?
REINO FUNGI M A I S P R Ó X I M O S E V O L U T I V A M E N T E D E P L A N T A S O U D E A N I M A I S? CARACTERÍSTICAS GERAIS Eucariontes heterótrofos. Preferem locais mais quente e úmidos. Unicelulares
Métodos de estudo em microscopia de luz e eletrônica
Métodos de estudo em microscopia de luz e eletrônica Microscopia O microscópio é um instrumento que permite observar objetos não visíveis a olho nu. Isto se consegue através de um sistema óptico composto
TÉCNICAS DE SEMEADURA E ISOLAMENTO DE MICRORGANISMOS
TÉCNICAS DE SEMEADURA E ISOLAMENTO DE MICRORGANISMOS CONCEITOS IMPORTANTES Isolamento de um microrganismo: O isolamento consiste na obtenção de uma cultura pura (colônias isoladas de um único microrganismo,
EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS AO INGRESSANTE NO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS AO INGRESSANTE NO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA Facas com Lâmina em Aço Inox para Cozinha Profissional Marcas Recomendadas 1. TRAMONTINA 2. MUNDIAL 3. OXO 4. WMF
AVALIAÇÃO DA BIODIVERSIDADE FÚNGICA EM MAMÃO ATRAVÉS DO MICROCULTIVO *
RESUMO EXPANDIDO AVALIAÇÃO DA BIODIVERSIDADE FÚNGICA EM MAMÃO ATRAVÉS DO MICROCULTIVO * Esperidião ES Iogi AA Saenz EC Borda CC Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas - FMU. Av. Santo
FUNGOS... a evolução continua
O que são? FUNGOS... a evolução continua Domínio: EUCARIOTA Reino: Fungi Características Gerais *Não sintetizam clorofila (aclorofilados) *Parede celular de quitina *Substância de reserva: glicogênio *Unicelulares:
no ensino da Microbiologia e da Genética: Estratégias de e-learning Uma abordagem prática com aplicação nos ensinos Básico B
Estratégias de e-learning no ensino da Microbiologia e da Genética: Uma abordagem prática com aplicação nos ensinos Básico B e Secundário Teresa Vieira 2, Dorit Schuller 1 e Margarida Casal 1 1 Departamento
OBSERVAÇÃO DE MITOSE EM RAIZ DE CEBOLA
OBSERVAÇÃO DE MITOSE EM RAIZ DE CEBOLA 1 Colocar uma lâmina limpa sobre a bancada 2 e pingar, sobre ela, 3 gotas de orceína lático/acética a 2% Colocar uma ponta de raiz de cebola na orceína lático/acética,
CARACTERIZAÇÃO, ESTRUTURA FUNGOS AULA TEÓRICA 3
CARACTERIZAÇÃO, ESTRUTURA CELULAR E REPRODUÇÃO DE FUNGOS AULA TEÓRICA 3 O que são fungos? Saccharomyces sp HIFAS As hifas são os filamentos que formam o micélio dos fungos; São longas células cilíndricas
CADERNO DE ROTEIROS DE AULAS PRÁTICAS MÓDULO BIOLOGIA CELULAR
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (UAB/CAPES/UFPA) CADERNO DE ROTEIROS
Microbiologia FFI0751
Microbiologia FFI0751 Profa. Dra. Ilana L. B. C. Camargo Laboratório de Epidemiologia e Microbiologia Molecular (LEMiMo) Grupo de Cristalografia Profa. Dra. Nelma Regina Seginini Bossolan Grupo de Biofísica
Quando uma peça é muito pequena, fica difícil visualizar seu perfil e verificar suas medidas com os aparelhos e instrumentos já vistos.
Projetores Um problema Quando uma peça é muito pequena, fica difícil visualizar seu perfil e verificar suas medidas com os aparelhos e instrumentos já vistos. Esse problema é resolvido com os projetores
Introdução Micologia. Sónia Centeno Lima, PhD CMDT-LA/UEI de Clínica das Doenças Tropicais/IHMT
Introdução Micologia Sónia Centeno Lima, PhD CMDT-LA/UEI de Clínica das Doenças Tropicais/IHMT Os fungos são um grupo de organismos eucariotas nãomóveis com parede celular definida, sem clorofila, que
Microbiologia Básica. Aula 01 Profº Ricardo Dalla Zanna
Microbiologia Básica Aula 01 Profº Ricardo Dalla Zanna Terças (1º semestre) Quartas (2º semestre) Disciplina 1ª aula Microbiologia Básica 2ª aula Microbiologia Básica Intervalo \0/ 3ª aula Química 4ª aula
Plano de estudos e atividades para microscopia Uso de lâminas permanentes de protozoários
Plano de estudos e atividades para microscopia Uso de lâminas permanentes de protozoários Bolsista de IC Chaiana Fernandez; profª Lavínia Schwantes. Apoio: CNPq 2016. Os estudos e as propostas dessas atividades
Fungos. Antes de estudar o capítulo PARTE I
PARTE I Unidade B Capítulo 5 Fungos Seções: 51 Características gerais e estrutura dos fungos 52 Principais grupos de fungos 53 Reprodução dos fungos Antes de estudar o capítulo Veja nesta tabela os temas
ESTUDO DO MICROSCÓPIO ÓPTICO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E AMBIENTAIS DISCIPLINA DE BIOLOGIA CELULAR BÁSICA PRÁTICA Prof. Dr. Marcos Gino Fernandes ESTUDO DO MICROSCÓPIO ÓPTICO INTRODUÇÃO
Isolamento de patógenos fúngicos e bacterianos
Isolamento de patógenos fúngicos e bacterianos DIAGNOSE 1. Doença conhecida do observador - - - Identificação por meio de sintomas e/ou sinais Sintomas: exteriorização da doença (primário / secundário-reflexo)
RESULTADOS DE EXERCÍCIOS DE AULAS ANTERIORES
RESULTADOS DE EXERCÍCIOS DE AULAS ANTERIORES Postulado de Koch: inoculação de vírus Meio de cultura BDA e esterilização folhas de abobrinha c/ vírus Resultado da inoculação de vírus em abobrinha macerar
Técnicas Microbiológicas
IX Semana de Biologia da UFPB Técnicas Microbiológicas e Rotina Laboratorial Laboratório de Genética de Microrganismos - DBM Conjunto de procedimentos, ações, técnicas, metodologias, equipamentos e dispositivos
- ROTEIRO DE LABORATÓRIO -
DISCIPLINA: DATA : - ROTEIRO DE LABORATÓRIO - VISTO PROF: NOTA: Experimento: Semestre: GRUPO BANCADA 1. Objetivo: Este experimento possibilita a visualização de características morfológicas de alguns tipos
ESTRUTURA DO MICROSCÓPIO ÓPTICO
ESTRUTURA DO MICROSCÓPIO ÓPTICO Lembre-se que o microscópio utilizado em nosso laboratório possui uma entrada especial para uma câmera de vídeo. Parte Mecânica: Base ou Pé: Placa de apoio do microscópio
ÍNDICE. Prefácio. Agradecimentos. Instruções para Colorir. 1 Importância dos Microrganismos para os Homens. 2 Os Primeiros Microscópios
ÍNDICE Prefácio Agradecimentos Instruções para Colorir 1 Importância dos Microrganismos para os Homens 2 Os Primeiros Microscópios 3 Geração Espontânea 4 A Teoria dos Germes como Agentes Causadores de
Colorações de Bactérias: Coloração Simples e Coloração Diferencial(Coloração de Gram)
Escola Secundária com 3º Ciclo D.Manuel I Beja Acção de Formação ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DOS LABORATÓRIOS ESCOLARES Guião de actividade laboratorial versão aluno Colorações de Bactérias: Coloração Simples
Curso: Nutrição Disciplina: Microbiologia de Alimentos Prof.: Fernanda Malagutti Tomé Aula prática: MORFOLOGIA E COLORAÇÃO DE BACTÉRIAS
Instituto de Ciências da Saúde Campus Dutra Curso: Nutrição Disciplina: Microbiologia de Alimentos Prof.: Fernanda Malagutti Tomé Aula prática: MORFOLOGIA E COLORAÇÃO DE BACTÉRIAS ROTEIRO DE AULA PRÁTICA
CUBA DE ONDAS. Fonte de alimentação com duas saídas (lâmpada e vibrador) e protegidas com fusível e relé.
CUBA DE ONDAS Composição do conjunto experimental Fonte de alimentação com duas saídas (lâmpada e vibrador) e protegidas com fusível e relé. Chave liga desliga e indicador de ligada com led verde, alimentação
Mundo Microbiano. Prof. Everlon Cid Rigobelo
Mundo Microbiano Prof. Everlon Cid Rigobelo Capacidade de Visualizar os Microorganismos O Progressão da Microscopia e a Microbiologia O Princípios da Microscopia óptica O Visualização de Células Intactas
Análise visual das Amostras de solo do Agroglifo de Prudentópolis 2016
Análise visual das Amostras de solo do Agroglifo de Prudentópolis 2016 Eng. Douglas Albrecht Foram coletadas 7 amostras de solo, (Somente das Pétalas e a 130 metros distante da Figura), para análise visual
Reino Fungi. Parede celular constituída de quitina e betaglucanas, Síntese de lisina pela via do ácido alfa-aminoadípico,
Reino Fungi Parede celular constituída de quitina e betaglucanas, Síntese de lisina pela via do ácido alfa-aminoadípico, O ergosterol é o esterol mais comum na membrana plasmática, Glicogênio é o principal
Roteiro do Experimento Espectro Atômico de Gases
EA1 e EA2 Página 1 de 10 INSTRUÇÕES GERAIS: Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho Departamento de Física Laboratório de Física Moderna Roteiro do Experimento Espectro Atômico de Gases
Reino Fungi. Fungos, por quê? Fungos, pra que? Como vivem? Como são?
Reino Fungi Fungos, por quê? Uma pergunta muito comum entre os alunos, durante as aulas de botânica. De fato, fungos são tão diferentes das algas e das plantas como os são dos animais, e assim, porque
Introdução à microscopia. Luis Lamber5 P. da Silva Departamento de Biologia Celular Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto- USP
Introdução à microscopia Luis Lamber5 P. da Silva Departamento de Biologia Celular Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto- USP Visualizando células - Microscopia Eduard Strasburger 1880 Célula vegetal
MICROBIOLOGIA. Observação de bactérias - colorações
MICROBIOLOGIA Observação de bactérias - colorações Como o índice de refração do protoplasma bacteriano difere muito pouco do meio circundante, é difícil o exame direto de preparações não coradas, a não
DIVERSIDADE DE MICRORGANISMOS
DIVERSIDADE DE MICRORGANISMOS Supervisão Caroline F. de Souza Orientação Márcia H. Mendonça Redação Felipe J. R. Benatti Gabriela Beternitz Desenvolvimento e Aplicação Amabily Bohn Deborah T. Ruppel José
PROTOCOLOS. Compilação de Andrea Porteiro e Susana Machado
PROTOCOLOS Compilação de Andrea Porteiro e Susana Machado Março de 2007 ACTIVIDADE 1 DERIVA DOS CONTINENTES OBJECTIVO: Com esta actividade pretende-se simular a deriva dos continentes, conhecer a configuração
VIDRARIAS E MATERIAIS Material Unidade Quantidade Adaptador de vidro 24/29 Unidade 20 Adaptador em 3 vias (T) para sistema de destilação Unidade 21
VIDRARIAS E MATERIAIS Material Unidade Quantidade Adaptador de vidro 24/29 Unidade 20 Adaptador em 3 vias (T) para sistema de destilação Unidade 21 Adaptadores 24/29 Unidade 6 Algodão Rolo de 500 g 16
Desafios da produção e comercialização de entomopatógenos para o controle de pragas no Brasil
Desafios da produção e comercialização de entomopatógenos para o controle de pragas no Brasil Instituto Biológico Maio/2011 José Eduardo Marcondes de Almeida Pesquisador Científico Instituto Biológico
Observação de células eucarióticas ao microscópio óptico
Ficha de Trabalho Experimental (versão aluno) Ano lectivo: 10ºano Turma: Data: Observação de células eucarióticas ao microscópio óptico Objectivos -Observar células eucarióticas, vegetais e animais, ao
Aula3 AULAS PRÁTICAS NO MICROSCÓPIO ÓTICO. Fabiana Silva Vieira
Aula3 AULAS PRÁTICAS NO MICROSCÓPIO ÓTICO META Apresentar os procedimentos necessários para a focalização. Realizar atividades experimentais. OBJETIVOS Ao fi nal desta aula, o aluno deverá: Estar apto
Bactérias Vírus Fungos Protozoários O QUE SÃO
Bactérias Vírus Fungos Protozoários RESUMO DOS PRINCIPAIS MICRORGANISMOS, O QUE SÃO MEIOS DE PROLIFERAÇÃO... Diferença entre as células Bactérias São seres muito simples, unicelulares e com célula procariótica
