CARACTERÍSTICAS QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS DA CARCAÇA
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- Amanda Araújo de Miranda
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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA DISCIPLINA DE ZOOTECNIA DE BOVINOS CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA CARACTERÍSTICAS QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS DA CARCAÇA Jaqueline Schneider Lemes Médica Veterinária Doutora em Produção Animal Pós-doutoranda em Qualidade de Carnes
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4 Introdução Possui o maior rebanho comercial do mundo; Brasil: segundo maior produtor de carne bovina; Custo de produção do bovino brasileiro se situa entre os mais baixos do mundo. Fonte: Abiec, 2010; Anualpec, 2010
5 Carcaça???
6 Meia Carcaça???
7 Características da carcaça: Tamanho Rendimento Características da carcaça Tipo (genética), categoria, PLANO ALIMENTAR Peso e idade de abate
8 CARACTERÍSTICAS DA CARCAÇA DEPENDEM DA: Proporção e distribuição dos músculos, gordura e ossos VARIAM EM FUNÇÃO DA RAÇA, PESO E NIVEL NUTRICIONAL
9 Rendimento de carcaça Relação entre o peso do animal a ser abatido (vivo) e o peso da carcaça, expresso em porcentagem.
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11 Fatores que influenciam o rendimento da carcaça: Fatores: Peso vivo Grau de acabamento; Tipo de dieta; Sexo; Raça,
12 PESO VIVO PESO VIVO RENDIMENTO
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16 MANEJO PRÉ-ABATE Acesso a água e alimentos; Tempo de jejum antes da pesagem.
17 MANEJO PRÉ-ABATE
18 RAÇA x Motivo: > acúmulo de gordura (raças de corte) < musculosidade (raças leiteiras) RC Hereford (couro mais pesado) < Angus e Shorthon
19 Raças (origem francesa) - Charolês, Limousin e Blonde d Aquitaine RC até 65% (sem excesso de gordura) Caract: amplas massas musculares Zebuínos puros: tamanho couro e peso relativo dos pés compensam o menor peso gastrintestinal
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23 SEXO Para um mesmo PV:
24 TIPO DE DIETA Relação positiva entre a quantidade de fibra da ração e o conteúdo do trato digestivo.
25 TIPO DE DIETA
26 CONFORMAÇÃO Hipertrofia muscular
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29 CONFORMAÇÃO Uniformizar a separação das patas. Relação entre avaliação in vivo e na carcaça.
30 Padrões de conformação de carcaças (A convexa; B subconvexa; C retilínea; D sub-retilínea; E- côncava). Fonte: MLC,1975
31 E Excelente; U Muito boa; R - Boa O Relativamente boa P - Pobre
32 ENGORDURAMENTO / ACABAMENTO 1,0 = Excessivamente magra 1,5 = Muito magra 2,0 = Magra 2,5 = Ligeiramente magra 3,0 = Normal 3,5 = Ligeiramente gorda 4,0 = Gorda 4,5 = Muito gorda 5,0 = Excessivamente gorda Base é o dorso.
33 CONSIDERAÇÕES SOBRE SISTEMAS DE AVALIAÇÃO E TIPIFICAÇÃO DE CARCAÇAS
34 Classificação: Consiste em agrupar em classes aquilo que tem características semelhantes ou iguais. Por exemplo: as categorias de sexo, maturidade e peso dos animais (formação de categorias homogêneas). Tipificação: É a diferenciação de classes em tipos hierarquizados segundo critérios que incluem as categorias da classificação já mencionadas e outras como gordura de cobertura e conformação de carcaça. (Aloca as carcaças em tipos ordenados de melhor a pior).
35 TIPIFICAR CARCAÇAS, quem determina??? Órgãos do governo; Associação de raças; Comércio de carnes.
36 BENÉFICA AO PRODUTOR FORMA DE PAGAMENTO JUSTA AOS PRODUTORES Mercado internacional Credibilidade Qualidade Padronização dos diferentes cortes
37 CONSUMIDOR PODE ESCOLHER PREÇO TIPO DE MERCADORIA QUE DESEJA MERCADORIA DIRIGIDA CLIENTE ESPECÍFICO PRESENTE EM TODOS OS MERCADOS
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39 Padrões de conformação de carcaças (A convexa; B subconvexa; C retilínea; D sub-retilínea; E- côncava). Fonte: MLC,1975
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43 Comprimento da carcaça Distância entre o bordo anterior da sínfises ísquio pubiana e o borde anterior da primeira costela em seu ponto médio. De acordo com MULLER (1980), o comprimento da carcaça apresenta alta correlação com o peso da carcaça e peso dos cortes de maior valor econômico.
44 Comprimento da perna Bordo anterior da sínfise ísquiopubiana e a porção média dos ossos do tarso.
45 Profundidade interna do peito Distância entre a região das cruzes (dorso) e o esterno.
46 Largura ou espessura da perna Distância entre as bordas interna e externa da perna,em sua porção mais larga. Utiliza-se compasso.
47 ESPESSURA DA GORDURA SUBCUTÂNEA Medido na altura da 12 costela Indicativo do grau de acabamento externo da carcaça
48 TEOR DE GORDURA INTRAMUSCULAR MARMOREIO
49 ÁREA DE OLHO DE LOMBO Medido na altura da 12 costela Indicativo da composição da carcaça (musculosidade ) Rendimento dos cortes comerciais (alto valor)
50 ÁREA DE OLHO DE LOMBO
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53 ph Importância Sexo; Espécie, Raça, Idade, Alimentação, Estado nutricional, Stress pré-abate Temperatura de resfriamento
54 QUALIDADE FISICO-QUIMICA Capacidade de retenção de água (CRA) cor
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56 QUALIDADE FISICO-QUIMICA Maciez Força de cisalhamento Quantificação de colágenos Comprimento de sarcômero Sabor??
57 QUALIDADE SENSORIAL Equipe treinada Aceitação/preferência consumidores Aparência cor da carne cor da gordura Aroma e sabor Textura maciez, suculência
58 E o Rio Grande do Sul? Área: 281 mil Km 2 (3,3%) Clima temperado Biomas Pampa e Mata Atlântica 12,5 milhões de bovinos (7,1%) Abates: 2,78 M Cabeças (23%) Produção de carne: 512 mil T. Eq. C. Terminação (Anualpec, 2010): Confinamento (3,8%) Semi-confinamento (4,0%) Pastagem de inverno (16,3%) Pastagem nativa (75,9%)
59 O que pode diferenciar a pecuária do RS? Qualidade de produto e processo! Raças britânicas (Angus e Hereford) Produção sustentável sobre ambiente preservado (Bioma Pampa)
60 MUITO OBRIGADA!!!
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CLASSIFICAÇÃO CLASSIFICAÇÃO E TIPICAÇÃO DE CARCAÇAS AS DE SUÍNOS Agrupar por classe produtos que tem características semelhantes. Classifica os animais em raça, sexo, maturidade, acabamento e conformação
Porcentagem de carne magra Década de a a a ,5 a ,5 a 57,5 Atual Mais de 59
CLASSIFICAÇÃO CLASSIFICAÇÃO E TIPICAÇÃO DE CARCAÇAS DE SUÍNOS Agrupar por classe produtos que tem características semelhantes. Classifica os animais em raça, sexo, maturidade, acabamento e conformação.
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