CLASSIFICAÇÃO E TIPICAÇÃO DE CARCAÇAS OBJETIVOS OBJETIVOS
|
|
|
- Irene Carreiro Viveiros
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CLASSIFICAÇÃO CLASSIFICAÇÃO E TIPICAÇÃO DE CARCAÇAS AS DE SUÍNOS Agrupar por classe produtos que tem características semelhantes. Classifica os animais em raça, sexo, maturidade, acabamento e conformação ão. TIPIFICAÇÃO Prof. Dra. Ana Maria Bridi Departamento de Zootecnia Universidade Estadual de Londrina Uma diferenciação das classes em tipos hierarquizados segundo critérios rios que incluem as categorias da classificação já mencionadas e outras como gordura de cobertura, conformação e marmoreio OBJETIVOS OBJETIVOS Separar animais que apresentam diferentes rendimentos e qualidade de carne Auxilia na comercialização de suínos entre produtores e frigoríficos ficos que praticam a bonificação Garante ao consumidor especificações diferenciadas de cortes e produtos suínos Reflexos da tipificação sobre o setor produtivo Busca de material genético apropriado Melhoria na nutrição e manejo Comprometimento com a sanidade Viabilizou a rastreabilidade da matéria prima A tipificação de carcaças as de suínos deve contemplar Base de valor pago ao produtor Conceituação de carcaça Definição de carne Cálculo do porcentual de carne na carcaça Métodos de dissecação de carcaça a para obtenção de porcentual de carne magra Métodos de predição de carne na carcaça a baseado em medidas objetivas 1
2 Evolução de porcentual médio m de carne nas carcaças as de suínos observados nos frigoríficos ficos de Santa Catarina DEFINIÇÃO DE CARCAÇA A SUÍNA ANO Porcentagem de carne magra Década de a a a ,5 a ,5 a 57,5 Atual Mais de 59 Segundo ABCS: o suíno morto, despojado de vísceras, inclusive rins e gordura dos rins, cerdas e unhas, permanecendo a cabeça, extremidade dos membros, couro e cauda. Regulamento 2810/95 da CE: o suíno abatido, sangrado e eviscerado e que tenham tirados as cerdas e unhas. Podem ser apresentados com ou sem cabeça, pés, banha, rins, rabo, diafragma, espinha medular, mioleira, língua e mamílos (fêmas) TIPIFICAÇÃO ELETRÔNICA Local de inserção da pistola: na altura da última costela, a seis centímetros da linha de corte 2
3 Medida manual da profundidade de músculo e espessura de gordura Local: Na altura da última costela a 6 cm da linha de corte (imita a pistola) Na altura da décima d costela (corte entre a décima d e décima d primeira) Comprimento de olho de lombo Profundidade de toucinho Profundidade do músculo na altura da última costela 3
4 Profundidade do músculo na altura da última costela Espessura de gordura na altura da última costela Comprimento de olho de lombo na altura da décima costela Medida da espessura de toucinho na décima costela: a ¾ da distância de sua extremidade dorsal, a medida deve ser feita na perpendicular que cruza uma tangente imaginária Ex: comprimento de (95,43/4) x 3 = 71,57 Comprimento da carcaça É tomado do bordo cranial da sínfese pubiana ao bordo cranio-ventral do atlas ou Da borda cranial da sínfese pubiana até a borda cranial média da primeira costela 4
5 Área de olho de lombo: músculo Longissimus dorsi Espessura de toucinho na primeira costela Parte-se do atlas contando 7 vértebras cervicais, a vértebra logo a seguir é a primeira torácica Espessura de toucinho na primeira costela A medida tomada perpendicularmente à linha dorso-lombar, na altura da porção média m da primeira vértebra v torácica. Uma extremidade do paquímetro é colocada acima do couro, enquanto que a outra deve ser colocada na linha de separação da manta de toucinho com a carne ou gordura do topo da paleta. 5
6 Espessura de toucinho na última costela Conta-se o número de costela do animal. Parte-se do atlas, contando as vértebras: - 7 vértebras cervicais - Vértebras torácicas = número de costelas contadas Ex: Se foram encontradas 14 costelas, deve-se contar 21 vértebras Espessura de toucinho na última costela A medida é tomada na altura da inserção da última vértebra v torácica com a primeira lombar, perpendicular à linha dorso- lombar Espessura de toucinho na última lombar O número n de vértebras v lombares variam de 5 a 7. As vértebras v sacrais diferenciam das lombares por serem soldadas entre si. A medida é tomada na altura da articulação da penúltima vértebra v lombar com a última lombar. Equações (altura da última costela) Rendimento de carne na carcaça(%) a(%) = 60 - (ET mm x 0,58) + (PMLD mm x 0,10) 6
7 Cor 1 = L* 61; 2 = L* 55; 3 = L* 49; 4 = L* 43; 5 = L* 37; 6 = L* 31 Marmoreio 1 = 1% de gordura pela extração com éter (carne 1 é boa para o processamento, 2 e 3 para o consumo in natura ) Objetivos do National Pork Producer s Council -USA CARACTERÍSTICAS Coloração ph Maciez Sabor Gordura Intramuscular Perda de água OBJETIVOS 3,0 a 5,0 5,6 a 5,9 Menor que 3,2 kg Sabor Intenso 2 a 4% Não mais que 2% OBSERVAÇÕES Em uma escala de 6 Força de cisalhamento Warner-Bratzer, aos 7 dias Sem sabor desejável 7
8 Rendimento de carcaça a de suíno IDADE DO SUÍNO PARA ABATE 135 DIAS PEDO DE ABATE 91,80 Kg PESO DA CARCAÇA A QUENTE 68,90 Kg RENDIMENTO DE CARCAÇA 75,05% PERDA DE PESO NO RESFRIAMENTO 2,02% PESO DA CARCAÇA A FRIA 67,50 Kg 8
9 9
10 Paleta: localizada no terço o dianteiro da carcaça. a. É obtida pela secção dos músculos que formam o membro anterior do animal, em torno da região escapular e branquial (corte entre a segunda e terceira costela, limitando- se da cartilagem superior da escápula até a articulação rádio-carpo-ulnar) Sobrepaleta: é um corte constituído das massas musculares que formam o pescoço. o. É obtido pela separação das massas musculares das vértebras v cervicais. Barriga: É composto pelas massas musculares, gordura e pele do flanco do animal. É obtido pela se4paração da região do vazio do pernil e do dorso. Na região da costela, toma-se o cuidado de não retirar os músculos m mais exteriores desta. Pernil: é obtido serrando-se a articulação entre a última e a penúltima vértebras v lombares, perpendicularmente à linha dorsal. Tabela 12 - COMPOSIÇÃO DE UMA CARCAÇA SUÍNA DE 67,50 Kg Pernis 17,55 26 Paletas 12,83 19 Carré 14,85 22 Barriga 16,87 25 Copa 5,40 8 TOTAL Aurora, , Tabela 13 Composição de um pernil (17,55 kg) de suíno Pernil Industrial 9,48 54 Músculos 2,11 12 Gordura 2,80 16 Retalhos 0,35 2 Pele 0,70 4 Ossos 2,11 12 TOTAL 17, Aurora,
11 Tabela 14 Composição da paleta (12,83 kg) de suíno Paleta Industrial 6,42 50 Gordura 2,69 21 Ossos 1,54 12 Músculos 1,41 11 Pele 0,51 4 Retalhos 0,26 2 TOTAL Aurora, , Tabela 15 Composição da barriga (16,87 kg) de um suíno Barriga 7,25 43 Costela 4,05 24 Retalhos 2,87 17 Pele 2,03 12 Toucinho 0,67 4 TOTAL 16, Aurora, Tabela 16 Composição do Carré (14,85 kg) de suíno Lombo 4,75 32 Toucinho 2,38 16 Retalhos 1,93 13 Ossos 1,93 13 Gordura 1,34 9 Pele 1,04 7 Costelinha 0,89 6 Filezinho 0,59 4 TOTAL Aurora, , Tabela 17 Composição da Copa (5,40 kg) de suíno Copa Industrial 3,73 69 Ossos 1,40 26 Gordura 0,22 4 Retalhos 0,05 1 TOTAL 5, Aurora,
Porcentagem de carne magra Década de a a a ,5 a ,5 a 57,5 Atual Mais de 59
CLASSIFICAÇÃO CLASSIFICAÇÃO E TIPICAÇÃO DE CARCAÇAS DE SUÍNOS Agrupar por classe produtos que tem características semelhantes. Classifica os animais em raça, sexo, maturidade, acabamento e conformação.
CARACTERÍSTICAS QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS DA CARCAÇA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA DISCIPLINA DE ZOOTECNIA DE BOVINOS CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA CARACTERÍSTICAS QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS DA CARCAÇA Jaqueline Schneider Lemes
CARCAÇAS BOVINAS E QUALIDADE DA CARNE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA CARCAÇAS BOVINAS E QUALIDADE DA CARNE Ricardo Zambarda Vaz Zootecnista Doutor em Produção animal Jaqueline Schneider Lemes Médica Veterinária Pós-doutora
Tipificação e Classificação de Carcaças Bovinas (2/3)
Tipificação e Classificação de Carcaças Bovinas (2/3) Descreveremos agora um dos dois métodos pelos quais carcaças bovinas podem ser classificadas nos EUA. Classificação por Qualidade Características de
Ultrassonografia como suporte para a seleção de características de carcaça e de qualidade da carne
Ultrassonografia como suporte para a seleção de características de carcaça e de qualidade da carne 30º Curso de Melhoramento de Gado de Corte Embrapa - Geneplus Marina de Nadai Bonin Gomes FAMEZ/UFMS O
Aproveitamento de cortes da carcaça bovina e formação de preços ao produtor e na indústria
Aproveitamento de cortes da carcaça bovina e formação de preços ao produtor e na indústria Valorização do produtos Ao produtor Ao consumidor RICARDO ZAMBARDA VAZ Doutor em Produção animal Grupo de Cadeias
Exterior do Suíno. Exterior do Suíno
Exterior do Suíno Cabeça tamanho médio, bem implantada e com boa conformação; Pescoço bem implantado em relação à cabeça e à paleta; Paletas bem cobertas de carne e lisas; Arqueamento médio do dorso; Lombo
Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Campolina CETERC
1- INTRODUÇÃO 1.1- A MENSURAÇÃO DAS PARTES ANATÔMICAS DOS EQUÍDEOS VEM DE LONGAS DATAS E JÁ NO SÉCULO XV, LEONARDO DA VINCI TENTOU DESCREVER A CONFORMAÇÃO DESTES ANIMAIS. ESSAS MEDIDAS SÃO DE EXTREMA IMPORTÂNCIA
NORMATIZAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DA TIPIFICAÇÃO DE CARCAÇAS DE SUÍNOS NO BRASIL - ASPECTOS POSITIVOS E RESTRIÇÕES
NORMATIZAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DA TIPIFICAÇÃO DE CARCAÇAS DE SUÍNOS NO BRASIL - ASPECTOS POSITIVOS E RESTRIÇÕES Jerônimo Antonio Fávero Antônio Lourenço Guidoni Embrapa Suínos e Aves Caixa Postal, 21, CEP
Ultrassonografia como suporte para a seleção de características de carcaça e de qualidade da carne
28 Curso de Melhoramento de Gado de Corte Geneplus Ultrassonografia como suporte para a seleção de características de carcaça e de qualidade da carne Marina de Nadai Bonin FAMEZ/UFMS Campo Grande, 07 de
TIPIFICAÇÃO DE CARCAÇA E SEUS BENEFÍCIOS
TIPIFICAÇÃO DE CARCAÇA E SEUS BENEFÍCIOS A cadeia da carne vem passando por um processo de mudanças, com a necessidade cada vez maior de produzir produtos com qualidade assegurada, já que atualmente é
Com diversas opções de cortes temperados, que oferecem mais sabor e praticidade para o dia a dia do consumidor, a linha Apreciatta torna seus
Com diversas opções de cortes temperados, que oferecem mais sabor e praticidade para o dia a dia do consumidor, a linha Apreciatta torna seus momentos em família ainda mais prazerosos. Alcatra Carne suína
Melhoramento da qualidade da carcaça e da carne de bovinos no Brasil
Pauta 2 Melhoramento da qualidade da carcaça e da carne de bovinos no Brasil Roberto D. Sainz Fabiano Araujo University of California, Davis & Aval Serviços Tecnológicos Introdução Critérios de qualidade
RASTREABILIDADE. Rastreabilidade Classificação e Tipificação de Carcaça. Qualidade da carne. Como assegurar essa qualidade?
Rastreabilidade Classificação e Tipificação de Carcaça Ana Maria Bridi [email protected] Professora do Departamento de Zootecnia da UEL Qualidade da carne Qualidade Nutricional Palatabilidade - Maciez - Suculência
AVALIAÇÃO DE CARCAÇAS BOVINAS
AVALIAÇÃO DE CARCAÇAS BOVINAS Ana Maria Bridi e Ana Paula de Souza Fortaleza A população bovina no Brasil é de aproximadamente 209 milhões de cabeças (IBGE, 2014), quantidade que representa mais que o
MELHORAMENTO GENÉTICO DE SUÍNOS
MELHORAMENTO GENÉTICO DE SUÍNOS INTRODUÇÃO A carne de suínos é a mais produzida no mundo. 91,0 milhões de toneladas. Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial. População suína estimada em 30 milhões
MANUAL CLASSIFICAÇÃO MORFOLOGICA
MANUAL CLASSIFICAÇÃO MORFOLOGICA Versão 2. Julho 2015 Uma ferramenta ao serviço do produtor e do Melhoramento A classificação morfológica, com recurso ao método da classificação linear, constituiu uma
PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: <http://www.pubvet.com.br/texto.php?id=138>.
PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em . Efeito de diferentes raças sobre as características de carcaça de animais terminados em
Site: 2. Relação de Produtos Fabricados
ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DA PESCA COMPANHIA INTEGRADA DE DESENVOLVIMENTO AGRÍCOLA DE SANTA CATARINA DIRETORIA TÉCNICA GERENCIA DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
Cortes de Carne Suína. Rendimento de carcaça Cortes de carne padronizado Cortes de carne especiais Rendimento de cortes
Cortes de Carne Suína Rendimento de carcaça Cortes de carne padronizado Cortes de carne especiais Rendimento de cortes Rendimento em Relação ao peso vivo Suíno na Granja 90kg (100%) Suíno na recepção do
Sistema Canadense de Avaliação de
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia FMVZ Campus de Botucatu Departamento de Produção Animal Sistema Canadense de Avaliação de Carcaça Bovina André Mendes Jorge Zootecnista Professor Adjunto Livre
ANEXO I NOMENCLATURA DE CARNES E DERIVADOS DE AVES E COELHOS
ANEXO I NOMENCLATURA DE CARNES E DERIVADOS DE AVES E COELHOS a) PRODUTOS RESFRIADOS 1. Frango Resfriado (7) 2. Frango Resfriado (sem miúdos) 3. Frango Resfriado (meio frango) 4. Frango Desossado Resfriado
Introdução à Anatomia
ESTRUTURA ANIMAL 1 Introdução à Anatomia : É o fundamento de todas as outras ciências médicas. Função: Fornecer noções preciosas para as aplicações na prática médico-cirúrgica Anatomia vem do grego; Significa
PROCESSO DE QUALIDADE NO ABATE
PROCESSO DE QUALIDADE NO ABATE PQ do Abate Documento/Revisão Data elaboração Data revisão 28/08/2015 Pagina 01/15 Quarto traseiro, quarto dianteiro, Composição: ponta de agulha Características da Qualidade.
USDA Yield Grade. André Mendes Jorge. Professor Adjunto Livre Docente Departamento de Produção Animal. Departamento de Produção Animal
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia FMVZ Campus de Botucatu Departamento de Produção Animal USDA Yield Grade Quality Grade André Mendes Jorge Zootecnista Professor Adjunto Livre Docente Departamento
CLASSIFICAÇÃO DE CARCAÇA BOVINA PELO ACABAMENTO
CLASSIFICAÇÃO DE CARCAÇA BOVINA PELO ACABAMENTO APRESENTAÇÃO A classificação de carcaça bovina com base no acabamento de gordura é um sistema descritivo, geralmente visual, portanto subjetivo, que também
DEFINIÇÃO MATÉRIA DOS ANIMAIS UTILIZADA COMO ALIMENTO
CARNES DEFINIÇÃO MATÉRIA DOS ANIMAIS UTILIZADA COMO ALIMENTO MÚSCULO ÓRGÃOS OUTROS TECIDOS CARNE VERMELHA X CARNE BRANCA CARNE VERMELHA APLICÁVEL À POUCAS DAS 3000 ESPÉCIES MAMÍFERAS CARNE BRANCA AVES,
Carnes frescas de Suíno
SERVIÇOS DE ACÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REQUISITOS TÉCNICOS E ESPECÍFICOS Anexo C Carnes frescas de Suíno 1 A. Requisitos Técnicos e de Salubridade Para além dos requisitos gerais constantes
A ULTRASSONOGRAFIA COMO CRITÉRIO DE ABATE EM BOVINOS DE CORTE
A ULTRASSONOGRAFIA COMO CRITÉRIO DE ABATE EM BOVINOS DE CORTE Marcelo Henrique de Faria Zoot., Dr., PqC do Polo Regional Alta Mogiana/APTA [email protected] Histórico O uso da ultrassonografia em bovinos
CatalogofProducts. CatálogodeProdutos. A mais selecionada das carnes
CatalogofProducts CatálogodeProdutos A mais selecionada das carnes Excelência-aBrazilianEnterprise hasbeenactiveformorethan20 years, offering to the world market the best in swine meat. This Slaughterhousehasgotacompleteinfrastructure,whichguarantees
Melhoramento Genético de Suínos
Melhoramento Genético de Suínos Melhoramento Genético de Suínos Indispensável na evolução da suinocultura; Objetivo geral do melhoramento: Aumentar a freqüência de genes e/ou genótipos desejáveis; Ferramentas;
CARCAÇABOVINA Assessment of yield on swine carcass compared with bovine carcass
1 AVALIAÇÃO DE RENDIMENTO DE CARCAÇA SUÍNA EM RELAÇÃO À CARCAÇABOVINA Assessment of yield on swine carcass compared with bovine carcass SILVA, Carolina Rodrigues Souza e Faculdade Jaguariúna CAVALCANTE,
Sistema Neozelandês de Classificação de Carcaça Bovina
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia FMVZ Campus de Botucatu Departamento de Produção Animal Sistema Neozelandês de Classificação de Carcaça Bovina André Mendes Jorge Zootecnista Professor Adjunto
Anterior mais desenvolvido. Defesa e ataque a outros animais. Menor necessidade de defesa; Alimento disponível sem esforço;
Evolução do suíno Suínos selvagens Anterior mais desenvolvido Busca por alimentos Defesa e ataque a outros animais Evolução do suíno Domesticação Menor necessidade de defesa; Alimento disponível sem esforço;
Produção e Qualidade
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia FMVZ Campus de Botucatu Departamento de Produção Animal Produção e Qualidade da Carne Bubalina André Mendes Jorge Zootecnista Professor Adjunto Livre Docente
CARCAÇA BOVINA E CORTES COMERCIAIS
CARCAÇA BOVINA E CORTES COMERCIAIS A maciez, principal atributo de qualidade da carne, está relacionada a vários fatores, entre eles, o posicionamento do músculo na carcaça do animal. Por exemplo, músculos
Características da carcaça e da carne de tourinhos terminados em confinamento com dietas contendo grão de milheto e inclusão de glicerina bruta
Características da carcaça e da carne de tourinhos terminados em confinamento com dietas contendo grão de milheto e inclusão de glicerina bruta Bruna Gomes Pereira 1 ; João Restle 2 1 Aluno do Curso de
ABATE, CARCAÇA E CORTES DE CARNE OVINA. 2º semestre 2013 Profa. Alda Monteiro
ABATE, CARCAÇA E CORTES DE CARNE OVINA 2º semestre 2013 Profa. Alda Monteiro ABATE Pré Abate Deverão ser destinados ao abate: idade e peso vivo conforme preferência da região (MERCADO). Bom estado sanitário
Departamento de Produção Animal. Avaliação de Ovinos. http://www.usmef.org/tradelibrary/internationalmeatmanual.asp
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia FMVZ Campus de Botucatu Departamento de Produção Animal Avaliação de Ovinos Industriais i Fonte: Adaptado de... http://www.usmef.org/tradelibrary/internationalmeatmanual.asp
CORTES PORCINOS MERCADO INTERNO Y EXTERNO EXPEDITO TADEU FACCO SILVEIRA
CORTES PORCINOS MERCADO INTERNO Y EXTERNO EXPEDITO TADEU FACCO SILVEIRA AGENDA PANORAMA MUNDIAL DA SUINOCULTURA EXPORTAÇÕES DE CARNE SUINA BRASILEIRA CORTES PORCINOS MERCADO INTERNO Y EXTERNO PRINCIPAIS
ESCORE DE CONDIÇÃO CORPORAL EM BUBALINOS
Disciplina de Bubalinocultura ESCORE DE CONDIÇÃO CORPORAL EM BUBALINOS Prof. Dr. André M. Jorge UNESP-FMVZ-Botucatu Depto. Produção e Exploração Animal A quantidade de reservas corporais que uma búfala
Tipificação de Carcaça Bovina usando Redes Neurais Convolucionais
Tipificação de Carcaça Bovina usando Redes Neurais Convolucionais Nome: Geazy Vilharva Menezes Orientador: Hemerson Pistori Setembro 2017 1. ANTECEDENTES E JUSTIFICATIVA Estima-se que em 2001, a qualidade
Panorama da Industrialização do Pescado. Arno Soares Seerig Gerente de Produção
Panorama da Industrialização do Pescado Arno Soares Seerig Gerente de Produção Cuiabá, 18 de outubro de 2014 Introdução O Brasil é um país que reúne excelentes condições para o desenvolvimento da Piscicultura;
ÍNDICE VOCÊ É O CHEF! GOURMET...8 PRATICIDADE...10 TEMPERADOS CONGELADOS...14 TEMPERADOS RESFRIADOS...16 FESTA...18 FOOD SERVICES FATIADOS...
CATÁLOGO 2016 ÍNDICE VOCÊ É O CHEF! GOURMET...8 PRATICIDADE...10 TEMPERADOS CONGELADOS...14 TEMPERADOS RESFRIADOS...16 FESTA...18 FOOD SERVICES FATIADOS...37 DELÍCIAS TRADICIONAIS SALAMES...20 CURADOS
CLASSIFICAÇÃO E CORTES DA CARNE BOVINA ANA BEATRIZ MESSAS RODRIGUES PINTO TÉCNICA DE LINHAS ESPECIAIS MARFRIG GROUP
CLASSIFICAÇÃO E CORTES DA CARNE BOVINA ANA BEATRIZ MESSAS RODRIGUES PINTO TÉCNICA DE LINHAS ESPECIAIS MARFRIG GROUP III Simpósio de Qualidade de Carne Ciência, Tecnologia e Desafios na Produção de Carne
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO OESTE CEO DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA ELISON LUCIANO SALLES
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO OESTE CEO DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA ELISON LUCIANO SALLES RELATÓRIO SUPERVISIONADO DE CONCLUSÃO DE CURSO REALIZADO NA MASTER
Suinocultura. Revisão. Luciano Hauschild Departamento de Zootecnia Sistemas de produção; Modelos de produção;
Suinocultura Luciano Hauschild Departamento de Zootecnia [email protected] Jaboticabal, 2019 1 Revisão Sistemas de produção; Modelos de produção; Arranjo organizacional da CPA da carne suína.
OSSOS ESCÁPULA CLAVÍCULA ÚMERO
OSSOS ESCÁPULA CLAVÍCULA ÚMERO MOVIMENTOS DA ESCÁPULA PROTRAÇÃO RETRAÇÃO ELEVAÇÃO DEPRESSÃO ROTAÇÃO PARA CIMA (EXTERNA) ROTAÇÃO PARA BAIXO (INTERNA) MOVIMENTOS DOS OMBROS FLEXÃO E EXTENSÃO ADBUÇÃO E ADUÇÃO
ANATOMIA APLICADA. Roteiro de Dissecação do Abdome. 1- Região Abdominal Ventral
ANATOMIA APLICADA Roteiro de Dissecação do Abdome 1- Região Abdominal Ventral O abdômen é constituído por três regiões: região xifóidea ou abdominal cranial, é delimitada pelo arco costal cranialmente.
Aquisição de gêneros alimentícios (carnes, salgados e frios).
Processo: 23083.012429 Pregão: 64/2018 Vigência: 09/11/2018 a 08/11/2019 Gestor: MATILDES DAS DORES DE OLIVEIRA CARNEIRO E-mail: [email protected] Telefone: 3787-3748 Objeto: Aquisição de gêneros alimentícios
Relatório de Abate Técnico CV Fazenda Campina Caiuá - SP
Relatório de Abate Técnico CV Fazenda Campina Caiuá - SP Responsável técnico: Sérgio Bertelli Pflanzer Médico Veterinário, Doutor em Tecnologia de Alimentos pela FEA-UNICAMP [email protected] / 19-82633363
QUALIDADE DA CARCAÇA E RENDIMENTO DE CORTES CÁRNEOS DE MACHOS INTEIROS E CASTRADOS DE DIFERENTES GRUPOS GENÉTICOS TERMINADOS EM CONFINAMENTO 1
QUALIDADE DA CARCAÇA E RENDIMENTO DE CORTES CÁRNEOS DE MACHOS INTEIROS E CASTRADOS DE DIFERENTES GRUPOS GENÉTICOS TERMINADOS EM CONFINAMENTO 1 RYMER RAMIZ TULLIO 2,3, GERALDO MARIA DA CRUZ 3, ALEXANDRE
NERVOS ESPINHAIS. Relação das Raízes Nervosas com as Vértebras
Page 1 of 7 NERVOS ESPINHAIS São aqueles que fazem conexão com a medula espinhal e são responsáveis pela inervação do tronco, dos membros superiores e partes da cabeça. São ao todo 31 pares, 33 se contados
ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto
ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Planos Planos de delimitação e secção do corpo humano Planos Planos de delimitação Plano ventral
31/03/2013 PRODUTOS CAPRINOS E SEUS DERIVADOS. Por que consumir carne caprina? CARNE CAPRINA. Produtos caprinos e seus derivados - Carne
PRODUTOS CAPRINOS E SEUS DERIVADOS CARNE CAPRINA Semana Horas Aula Dia Mês Aula T P TP A S S U N T O Introdução ao curso, importância e perspectivas 01 26 02 3 1 da caprinocultura, principais raças e registro
Avaliação microbiológica da carne maturada de bovinos
Avaliação microbiológica da carne maturada de bovinos Bruna S. Barboza, Eder Paulo Fagan, Rodrigo Cesar M. Alves, Jessica Gonçalves Vero, Evelyn R. dos Santos, Thales de A. B. Cardoso, Ana Maria Bridi
Melhoramento Animal. Prova de Avaliação a Campo PAC-Embrapa. Seleção. Efeito da seleção QUAL É O MELHOR ANIMAL? 12/08/2013. Marcos Jun-Iti Yokoo
Prova de Avaliação a Campo PAC-Embrapa Importância e Resultados da PAC Embrapa Marcos Jun-Iti Yokoo Zootecnista, MSc, DSc em Genética e Melhoramento Animal Pesquisador da Embrapa Pecuária Sul, Bagé-RS
Catálogo de Produtos
Catálogo de Produtos Sua mesa bem servida A Fricar atua na produção de frios, defumados e na comercialização de carne suína, desde 1991 em Timbó, Santa Catarina. Ao longo de sua história, a empresa se
Todo e qualquer tecido animal propício para consumo humano. Músculo, glândulas, órgãos (língua, fígado, coração, rins, cérebro) pele, etc.
CONVERSÃO DO MÚSCULO EM CARNE DEFINIÇÕES Carne Todo e qualquer tecido animal propício para consumo humano Carcaça Músculo, glândulas, órgãos (língua, fígado, coração, rins, cérebro) pele, etc. Corpo animal
MANUAL DE QUALIDADE DO FRIGORÍFICO. Módulo I Qualidade da Carne 1. INTRODUÇÃO
MANUAL DE QUALIDADE DO FRIGORÍFICO Módulo I Qualidade da Carne 1. INTRODUÇÃO O Programa de Qualidade Nelore Natural - PQNN, da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil - ACNB, é um conjunto de ações
A Carne Suína: Legislação, Cortes e Comércio (Uma Revisão) Jakeline Santos de Sousa
A Carne Suína: Legislação, Cortes e Comércio (Uma Revisão) Jakeline Santos de Sousa Orientadora: Ângela Patrícia Santana 1. Introdução Situação Suinocultura o Do Brasil (EMBRAPA, 2017) o Do Mundo (ABCS,
Ferramentas de Impacto no Melhoramento de Gado de Corte
Ferramentas de Impacto no Melhoramento de Gado de Corte Leonardo Souza Qualitas Consultoria Agropecuária BRAVO BEEF GOIÁS Médico Veterinário [email protected] 62-3097-1030 62-3383-1170 62-9994-1165 Melhoramento
Anexo I Especificação de carne completa
Item ESPECIFICAÇÃO 1 ACEM MOIDO: Carne Bovina de 2ª Moída Magra (Acém): Carne bovina; acém; moída; resfriada; e no máximo 10% de sebo e gordura, com aspecto, cor, cheiro e sabor próprios; embalada em saco
CLASSIFICAÇÃO E TIPIFICAÇÃO DE CARCAÇAS
CLASSIFICAÇÃO E TIPIFICAÇÃO DE CARCAÇAS Prof. Roberto de Oliveira Roça Departamento de Gestão e Tecnologia Agro-industrial Fazenda Experimental Lageado, Caixa Postal, 237. F.C.A. - UNESP - Campus de Botucatu
NOÇÕES DO SISTEMA ESQUELÉTICO OU
NOÇÕES DO SISTEMA ESQUELÉTICO OU SISTEMA LOCOMOTOR OBJETIVOS Identificar as estruturas e funções dos ossos do sistema locomotor; Analisar a importância deste sistema para processo de movimentação e locomoção;
AVALIAÇÃO DE CARCAÇAS DA RAÇA ABERDEEN ANGUS
AVALIAÇÃO DE CARCAÇAS DA RAÇA ABERDEEN ANGUS GUIMARÃES, Viviane Dambrósio 1 ; ARALDI, Daniele Furian 2 Palavras-Chave: Carcaças, avaliação, bovinos, Aberdeen Angus Introdução Um dos fatores mais importantes
RELATÓRIO DE PESQUISA - 42
2005 RELATÓRIO DE PESQUISA - 42 Disponível em nosso site: www.lisina.com.br Exigências de Lisina Digestível de Suínos Machos Castrados de Alto Potencial Genético dos 95 aos125 kg Introdução O peso ao abate
Qualidade da carcaça e rendimento de cortes suínos com o uso de ractopamina
Ciência Rural, Santa Maria, v.45, Qualidade n.8, p.1503-1508, da carcaça ago, e rendimento 2015 de cortes suínos com o uso http://dx.doi.org/10.1590/0103-8478cr20140625 de ractopamina. 1503 ISSN 0103-8478
ANEXO I - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Item QTDE SESC QTDE SENAC 1 200 120 320 KG 2 2700 0 2700 KG ANEXO I - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PREGÃO 035/15 FRIGORIFICADOS Qtde Und Descrição Valor Unit. Valor Total PERU INTEIRO CONGELADO SADIA, PERDIGÃO,
PRODUÇÃO DE CARNES OVINA E CAPRINA E CORTES DA CARCAÇA
PRODUÇÃO DE CARNES OVINA E CAPRINA E CORTES DA CARCAÇA Américo Garcia da Silva Sobrinho 1 Greicy Mitzi Bezerra Moreno 2 1. INTRODUÇÃO A produção mundial de carne ovina é de aproximadamente 13,9 milhões
DISCIPLINA DE ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL PLANOS E EIXOS. Prof. Dra. Camila da Silva Frade
DISCIPLINA DE ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL PLANOS E EIXOS Prof. Dra. Camila da Silva Frade E-mail: [email protected] Assim como as linhas imaginárias traçadas para nos orientar quanto à superfície
DESEMPENHO E CARACTERÍSTICAS DE CARCAÇA DE SUÍNOS EM TERMINAÇÃO SUPLEMENTADOS COM DIFERENTES NÍVEIS DE RACTOPAMINA NA DIETA
DESEMPENHO E CARACTERÍSTICAS DE CARCAÇA DE SUÍNOS EM TERMINAÇÃO SUPLEMENTADOS COM DIFERENTES NÍVEIS DE RACTOPAMINA NA DIETA Marcos L. DIAS 1 ; Fábio R. de ALMEIDA 1 ; Helena M. F. da SILVA 1 ; Antônio
CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DA CARCAÇA DE CORDEIROS MORADA NOVA ALIMENTADOS COM FARELO DE BISCOITO
CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DA CARCAÇA DE CORDEIROS MORADA NOVA ALIMENTADOS COM FARELO DE BISCOITO Luiz Carlos Oliveira de SOUSA* 1, Luiza de Nazaré Carneiro da SILVA 1, Hélio Henrique Araújo COSTA 1,
Potencial de IG para raças locais: caso do Bovino Pantaneiro. Raquel Soares Juliano
Potencial de IG para raças locais: caso do Bovino Pantaneiro Raquel Soares Juliano JUSTIFICATIVA Baixo valor da carne como comodity Mercado consumidor mais exigente Possibilidade de produto diferenciado
15/03/2016 OSTEOLOGIA GERAL E ESQUELETO AXIAL TERMINOLOGIA PARTES DE UM OSSO TERMINOLOGIA TERMINOLOGIA O SISTEMA ESQUELÉTICO EPÍFISE
O SISTEMA ESQUELÉTICO OSTEOLOGIA Estudo dos ossos que formam o esqueleto ou a estrutura do corpo Fornece a base para a estrutura externa e aparência dos vertebrados Possuem vasos sanguíneos, vasos linfáticos
CATÁLOGO DE PRODUTOS UM INVESTIMENTO DAS COOPERATIVAS
CATÁLOGO DE PRODUTOS UM INVESTIMENTO DAS COOPERATIVAS CATALOGO ALEGRA FOODS2016 v002.indd 1 19/02/16 10:02 e famíli D a pr A nossa a maior alegria é levar produtos de qualidade a mesa das famílias CATALOGO
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE CARCAÇA DE VACAS NELORE SUBMETIDAS À RESTRIÇÃO NUTRICIONAL E COM DOIS NÍVEIS DE RECUPERAÇÃO DE PESO
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE CARCAÇA DE VACAS NELORE SUBMETIDAS À RESTRIÇÃO NUTRICIONAL E COM DOIS NÍVEIS DE RECUPERAÇÃO DE PESO Kelvis oliveira de Barros 1 ; Henrique Jorge Fernandes 2 ; Luísa Melville Paiva
15/03/2016 ESQUELETO APENDICULAR OSTEOLOGIA DO ESQUELETO APENDICULAR MEMBRO TORÁCICO. Constituído por ossos dos membros torácico e pélvico
ESQUELETO APENDICULAR Constituído por ossos dos membros torácico e pélvico OSTEOLOGIA DO ESQUELETO APENDICULAR Ombro - Escápula Braço - Úmero Antebraço Rádio e Ulna Joelho - Carpos Canela - Metacarpos
