Movimento Pró Autista
|
|
|
- Luciano Anjos Assunção
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CONHECENDO O AUTISMO História Definição Etiologia Diagnóstico Descrição Clínica Comportamento Tratamento Página 1
2 História do autismo O termo autismo vem do grego autós que significa de si mesmo. Em 1906, Plouller introduziu o termo autista na literatura psiquiátrica. Mas foi Bleuler, em 1911, o primeiro a difundir o termo autismo, referiu-se ao quadro de esquizofrenia, que consiste na limitação nas relações humanas. Em 1943, o psiquiatra americano Leo Kanner descreveu um grupo de onze casos clínicos de crianças na sua publicação intitulada Distúrbios Autísticos do Contato Afetivo (Autistic Disturbances of Affective Contact). As crianças investigadas por Kanner apresentavam inabilidade para se relacionarem com outras pessoas (extremo isolamento), falha no uso da linguagem para a comunicação e desejo obsessivo ansioso para a manutenção da mesmice. Segundo Kanner, o autismo era causado por pais altamente intelectualizados, pessoas emocionalmente frias e com pouco interesse nas relações humanas da criança. Em 1944, o pediatra austríaco Hans Asperger, em Viena, descreveu crianças que tinham dificuldades de integrar-se socialmente em grupos, denominando esta condição de Psicopatia Autística para transmitir a natureza estável do transtorno. Estas crianças exibiam um prejuízo social demarcado, e assemelhava-se com as descritas por Kanner, porém mantinham a linguagem bem preservada e pareciam mais inteligentes. Entretanto, Asperger acreditava que elas eram diferentes das crianças com autismo na medida em que não eram tão perturbadas, demonstravam capacidades especiais, desenvolviam fala altamente gramatical, numa idade precoce, não apresentavam sintomas antes do terceiro ano de vida e tinham um bom prognóstico. A publicação de Kanner ficou conhecida, enquanto que o artigo de Asperger, escrito em alemão, só foi transcrito para o inglês por Lorna Wing, em O transtorno de Asperger diferencia-se do autismo essencialmente pelo fato de que não é acompanhado por retardo ou deficiência na linguagem ou no desenvolvimento cognitivo. Página 2
3 A diferença fundamental entre um indivíduo com autismo de alto funcionamento e um indivíduo com transtorno de Asperger é que o indivíduo com autismo possui um QI executivo maior que o verbal e apresenta um atraso na aquisição da linguagem. Na prática clínica, a distinção fará pouca diferença, porque o tratamento e as intervenções dirigidas são semelhantes. É relevante salientar que algumas das especulações da publicação original de Kanner, como a frieza afetiva dos familiares (particularmente a da mãe), da inteligência das crianças ser normal e de não haver presença de co-morbidade, com o tempo revelaram estar incorretas. Com a evolução das pesquisas científicas, concluiu-se que o autismo não é um distúrbio do contato afetivo, mas sim um distúrbio do desenvolvimento. Em 1976, Lorna Wing relatou que os indivíduos com autismo apresentam défices específicos em três áreas: imaginação, socialização e comunicação, o que ficou conhecido como Tríade de Wing. O autismo é um transtorno definido por alterações presentes antes dos três anos de idade e que se caracteriza por alterações qualitativas na comunicação, na interação social e no uso da imaginação, como de seguida iremos abordar mais pormenorizadamente. Definição de Autismo DEFINIÇÃO DA AUTISM SOCIETY OF AMERICAN ASA (1978) (Autism Society of American = Associação Americana de Autismo) O autismo é uma inadequação no desenvolvimento que se manifesta de maneira grave por toda a vida. É incapacitante e aparece tipicamente nos três primeiros anos de vida. Acometem cerca de 20 entre cada 10 mil nascidos e é quatro vezes mais comum no sexo masculino do que no feminino. É encontrado em todo o mundo e em famílias de qualquer configuração racial, étnica e social. Não se conseguiu até agora provar qualquer causa psicológica no meio ambiente destas crianças, que possa causar a doença. Página 3
4 Segundo a ASA, os sintomas são causados por disfunções físicas do cérebro, verificados pela anamnese ou presentes no exame ou entrevista com o indivíduo. Incluem: 1. Distúrbios no ritmo de aparecimentos de habilidades físicas, sociais e linguísticas. 2. Reações anormais às sensações. As funções ou áreas mais afetadas são: visão, audição, tato, dor, equilíbrio, olfato, paladar e a postura corporal. 3. Fala e linguagem ausentes ou atrasadas. Certas áreas específicas do pensar, presentes ou não. Ritmo imaturo da fala, restrita compreensão de idéias. Uso de palavras sem associação com o significado. 4. Relacionamento anormal com os objetos, eventos e pessoas. Respostas não apropriadas a adultos e crianças. Objetos e brinquedos não são usados de maneira própria. Fonte: Gauderer, E. Christian. Autismo e outros atrasos do desenvolvimento: guia prático para pais e profissionais. Rio de Janeiro: Revinter; pg 3. DEFINIÇÃO DO DSM-IV-TR (2002) O Transtorno Autista consiste na presença de um desenvolvimento comprometido ou acentuadamente anormal da interação social e da comunicação e um repertório muito restrito de atividades e interesses. As manifestações do transtorno variam imensamente, dependendo do nível de desenvolvimento e da idade cronológica do indivíduo. DEFINIÇÃO DA CID-10 (2000) Autismo infantil: Transtorno global do desenvolvimento caracterizado por: a) um desenvolvimento anormal ou alterado, manifestado antes da idade de três anos, e b) apresenta uma perturbação característica do funcionamento em cada um dos três seguintes domínios: interações sociais, comunicação, comportamento focalizado e repetitivo. Além disso, o transtorno é acompanhado normalmente por numerosas outras manifestações inespecíficas, como por exemplo: fobias, perturbações de sono ou da alimentação, crises de birra ou agressividade (auto-agressividade). Página 4
5 Etiologia A etiologia do autismo ainda não foi definida. Não existe uma etiologia básica fundamental para todos os casos de autismo. Os estudos demonstram, indiscutivelmente, que os fatores biológicos estão implicados na etiologia do transtorno autista, embora não tenha sido ainda identificado um marcador biológico específico, assim como os fatores genéticos têm uma importância substancial na etiologia do autismo. Atualmente, sabe-se que o autismo não pode ser causado por fatores emocionais e/ou psicológicos. Estudos sugerem também, que não existe nenhum alteração física no Sistema Nervoso Central que esteja diretamente relacionado com a etiologia do autismo. As diversas linhas de investigação sugerem que determinantes ambientais também desempenham um papel na origem do autismo. Como vemos então as evidências apontam para a existência de uma etiologia multifatorial, que dificulta a abordagem e compreensão do autismo. Diagnóstico DIAGNÓSTICO PRECOCE O diagnóstico precoce do autismo permite a indicação antecipada de tratamento. Os atendimentos precoces e intensivos podem fazer uma diferença importante no prognóstico do autismo. A demora no processo de diagnóstico e aceitação torna-se prejudicial ao tratamento, uma vez que a identificação precoce deste transtorno global do desenvolvimento permite um encaminhamento adequado e influencia significativamente a evolução da criança. Página 5
6 Os sistemas diagnósticos (DSM-IV e CID-10) têm baseado os seus critérios em problemas apresentados em três áreas, com início antes dos três anos de idade, que são: a) comprometimento na interação social; b) comprometimento na comunicação verbal e não-verbal, e no brincar imaginativo ; c) comportamento e interesses restritos e repetitivos. É relevante salientar que estas informações devem ser utilizadas apenas como referência. Nunca se deve rotular uma criança, impondo-lhe todas as limitações desse rotulo, sem antes se comprovar a afecção de um modo fundamentado. ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO DIAGNÓSTICO Recomenda-se: Caracterizar a queixa da família: sinais, sintomas, comportamento, nível de desenvolvimento cognitivo e escolar do indivíduo - quando for o caso, relacionamento interpessoal; Investigar os antecedentes gineco-obstétricos, história médica pregressa, história familiar de doenças neurológicas, psiquiátricas ou genéticas; Analisar os critérios do DSM-IV-TR ou da CID-10; Realizar avaliações complementares (investigações bioquímicas, genéticas, neurológicas, psicológicas, pedagógicas, fonoaudiológicas, fisioterapêuticas); Pensar a respeito do diagnóstico diferencial; Investigar a presença de co-morbidades, Classificar o transtorno, planear e efetivar o tratamento. Muitas vezes, o autismo é confundido com outras síndromes ou com outros transtornos globais do desenvolvimento, pelo fato de não ser diagnosticado através de exames laboratoriais ou de imagem, ou por não haver marcador biológico que o caracterize, nem necessariamente sinais morfológicos específicos; o processo de reconhecimento do autismo é dificultado, o que dificulta a sua identificação e respectivo diagnóstico precoce. Página 6
7 Um diagnóstico preciso deve ser realizado, por um profissional qualificado baseado no comportamento, anamnese e observação clínica do indivíduo. O autismo pode ocorrer isoladamente, ser secundário ou apresentar condições associadas, razão pela qual é extremamente importante a identificação de co-morbidades bioquímicas, genéticas, neurológicas, psiquiátricas, entre outras. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Períodos de regressão podem ser observados no desenvolvimento normal, porém estes não são tão graves nem tão prolongados como no transtorno autista, e por isso devem ser diferenciados de outros transtornos globais do desenvolvimento. Entre eles destacam-se: Transtorno de Rett Transtorno Desintegrativo da Infância Transtorno de Asperger Esquizofrenia com início na Infância Mutismo Seletivo Transtorno da Linguagem Expressiva Transtorno Misto da Linguagem Receptivo-Expressiva Transtorno de Movimentos Estereotipados Retardo Mental Descrição Clinica SINTOMAS DO INDIVÍDUO COM AUTISMO Segundo a ASA (Autism Society of American), indivíduos com autismo usualmente exibem pelo menos metade das características listadas a seguir: 1. Dificuldade de relacionamento com outras crianças; 2. Riso inapropriado; Página 7
8 3. Pouco ou nenhum contato visual; 4. Aparente insensibilidade à dor; 5. Preferência pela solidão; 6. Rotação de objetos; 7. Inapropriada fixação em objetos; 8. Perceptível hiper-atividade ou extrema inatividade; 9. Ausência de resposta aos métodos normais de ensino; 10. Insistência em repetição, resistência à mudança de rotina; 11. Não tem medo do perigo real (consciência de situações que envolvam perigo); 12. Comportamento com poses bizarras (fixar objeto ficando de cócoras; colocar-se de pé numa perna só; impedir a passagem por uma porta); 13. Ecolalia (repete palavras ou frases em lugar da linguagem normal) 14. Recusa colo ou afagos 15. Age como se estivesse surdo 16. Dificuldade em expressar necessidades - usa gesticular e apontar no lugar de palavras 17. Acessos de raiva - demonstram extrema aflição sem razão aparente 18. Irregular habilidade motora - pode não querer chutar uma bola, mas pode arrumar blocos. OBS: É relevante salientar que nem todos os indivíduos com autismo apresentam todos estes sintomas, porém a maioria dos sintomas está presente nos primeiros anos de vida da criança. Estes variam de leve a grave e em intensidade de sintoma para sintoma. Página 8
9 Adicionalmente, as alterações dos sintomas ocorrem em diferentes situações e são inapropriadas para sua idade. Uma em cada 110 pessoas é autista. Para a ciência, as causas ainda são um mistério, mas pior que o desconhecimento sobre a origem é a falta de informação. No Brasil, muitas pessoas acreditam que o autismo significa uma criança sem expectativa de desenvolvimento e sem capacidade de interação social. O senador Paulo Paim (PT-RS) tem contribuído para que uma Lei Federal- PL-1631/2011 seja votada em breve pelo Congresso Nacional. Precisamos despertar na sociedade a importância de se informar sobre o autismo, diminuindo o preconceito e, mais que isso, para que a população, a iniciativa privada e principalmente as autoridades governamentais, possam abrir os olhos para os quase 2 milhões de autistas que existem no Brasil. Conheça como essa síndrome age no organismo das pessoas com autismo: Página 9
10 COMPORTAMENTOS DO INDIVÍDUO COM AUTISMO Segundo a ASA (Autism Society of American) Página 10
11 Problemas Associados ao Autismo CONDIÇÕES QUE PODEM ESTAR ASSOCIADAS AO AUTISMO: Acessos de raiva; Agitação; Agressividade; Auto-agressão, autolesão (bater na cabeça, morder os dedos); Ausência de medo em resposta a perigos reais; Catatonia; Complicações pré, peri e pós-natais; Comportamentos autodestrutivos; Defecais de atenção; Défices auditivos; Defecais na percepção e coordenação motoras; Défices visuais; Epilepsia (Síndrome de West); Esquizofrenia; Hidrocefalia; Hiperactividade; Impulsividade; Irritabilidade; Macrocefalia; Microcefalia; Mutismo seletivo; Paralisia cerebral; Respostas alteradas a estímulos sensoriais (alto limiar doloroso, hipersensibilidade aos sons ou ao toque, reações exageradas à luz ou a odores, fascinação com certos estímulos); Retardo mental; Temor excessivo em resposta a objetos inofensivos; Transtornos de alimentação (limitação a comer poucos alimentos); Página 11
12 Transtornos de ansiedade; Transtornos de linguagem; Transtorno de movimento estereotipado; Transtornos de tique; Transtornos do humor / afetivos (riso ou choro imotivados, aparente ausência de reação emocional); Transtornos do sono (despertares noturnos com balanço do corpo). Tratamento do Autismo INTERVENÇÂO TERAPÊUTICA O quadro de autismo não é estático, alguns sintomas modificam-se, outros podem amenizar-se e vir a desaparecer, porém outras características poderão surgir com a evolução do indivíduo. Portanto aconselham-se avaliações sistemáticas e periódicas. É fundamental o investimento na pessoa com autismo, toda a intervenção produzirá benefícios significativos e duradouros. A gravidade do autismo oscila bastante, porque as causas, não sendo as mesmas, podem produzir significativas diferenças individuais no quadro clínico. O transtorno autista é permanente, até o momento presente, não tem cura, não existe medicação, nem tratamento específicos para o transtorno autista. O tratamento que se considera mais adequado é baseado na consideração das comorbilidades para a realização de atendimento apropriado em função das características particulares do indivíduo. O envolvimento da família é essencial para a intervenção terapêutica na criança autista. O tratamento deverá ser realizado através da atuação de uma equipa multidisciplinar que inclua no tratamento uma vertente tanto médica como a não-médica diferentes áreas de atuação (pediatria, neurologia, psiquiatria e odontologia, psicologia, fonoaudiologia, pedagogia, terapia ocupacional, fisioterapia e orientação familiar), auxiliando a criança a uma inclusão social mais facilitada uma vez que a intervenção apropriada resulta em considerável melhoria do prognóstico. Página 12
13 A farmacoterapia continua a ser a componente mais importante num programa de tratamento, porém nem todos indivíduos necessitarão de utilizar uma terapêutica medicamentosa. O sucesso do tratamento depende exclusivamente do empenho e qualificação dos profissionais que se dedicam ao atendimento destes indivíduos. Os indivíduos com autismo têm uma expectativa de longevidade normal. As crianças autistas revelam grandes dificuldades na aprendizagem e integração no ambiente escolar. É, portanto, importante promover a compreensão destas crianças, para que se adapte o meio onde elas se inserem e se adequem métodos e estratégias educativas. Através da intervenção junto dos pais e professores que convivem com crianças autistas será possível reduzir as dúvidas em relação a estas crianças, dúvidas estas que muitas vezes são causadoras de maus juízos e/ou rotulamentos, levando a um conseqüente fraco investimento nelas. Com a partilha desta informação, procuramos então fomentar uma maior qualidade de vida a estas crianças com necessidades especiais, tantas vezes incompreendidas e negligenciadas. Procuramos essencialmente promover conhecimentos sobre o autismo e as crianças que apresentam este distúrbio. Através da assimilação de conhecimentos, poderá haver uma alteração de comportamentos, por parte da sociedade em geral, que será benéfica para o desenvolvimento desta criança com autismo. Criança Autista: Partilha para a comunidade Fonte: Maio/2011 Página 13
Autismo e Aprendizagem
Autismo e Aprendizagem O termo autismo origina-se do grego autós, que significa de si mesmo. Foi empregado pela primeira vez pelo psiquiatra suíço Bleuler, em 1911, que buscava descrever a fuga da realidade
Definição e Histórico. Avaliação, Diagnóstico e Intervenção no TEA Módulo 1
+ Definição e Histórico Avaliação, Diagnóstico e Intervenção no TEA Módulo 1 + Autismo Nome criado por Eugen Bleuler em 1911 Dementia Praecox ou Grupo da Esquizofrenias Termo extraído dos estudos sobre
Transtornos Mentais diagnosticados na infância ou na adolescência
Pediatria do Desenvolvimento e do Comportamento Transtornos Mentais diagnosticados na infância ou na adolescência Faculdade de Ciências Médicas Prof. Orlando A. Pereira Unifenas Transtorno de Deficiência
Índice. 1. Definição de Deficiência Motora...3
GRUPO 5.2 MÓDULO 10 Índice 1. Definição de Deficiência Motora...3 1.1. O Que é uma Deficiência Motora?... 3 1.2. F82 - Transtorno Específico do Desenvolvimento Motor... 4 2 1. DEFINIÇÃO DE DEFICIÊNCIA
PROJETO DE LEI Nº, DE 2015
PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 (Do Sr. Victor Mendes) Altera a redação do parágrafo único do art. 3º e os artigos 5º e 7º da Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, que institui a Política Nacional de Proteção
CENTRO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO CONTINUADA CEPEC-TO ANO 2013
CENTRO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO CONTINUADA CEPEC-TO ANO 2013 TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO-TGD ANO 2013/2 O QUE SÃO TGD S? Na CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas
TEA Módulo 3 Aula 2. Processo diagnóstico do TEA
TEA Módulo 3 Aula 2 Processo diagnóstico do TEA Nos processos diagnósticos dos Transtornos do Espectro Autista temos vários caminhos aos quais devemos trilhar em harmonia e concomitantemente para que o
Direitos Reservados à A&R - Reprodução Proibida
Direitos Reservados à A&R - Reprodução Proibida AUTISMO: UMA REALIDADE por ZIRALDO MEGATÉRIO ESTÚDIO Texto: Gustavo Luiz Arte: Miguel Mendes, Marco, Fábio Ferreira Outubro de 2013 Quando uma nova vida
Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO
Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO - Abordagem multiprofissional e interdisciplinar - assistência prestada por
Pediatria do Desenvolvimento e do Comportamento. Faculdade de Ciências Médicas Prof. Orlando A. Pereira Unifenas
Pediatria do Desenvolvimento e do Comportamento Faculdade de Ciências Médicas Prof. Orlando A. Pereira Unifenas Genética e Ambiente A combinação de fatores ambientais e genéticos é que determina o produto
A Psiquiatria e seu olhar Marcus André Vieira Material preparado com auxílio de Cristiana Maranhão e Luisa Ferreira
A Psiquiatria e seu olhar Marcus André Vieira Material preparado com auxílio de Cristiana Maranhão e Luisa Ferreira Transtornos do Desenvolvimento Psicológico Transtornos do Desenvolvimento Psicológico
INTERSETORIALIDADE E AUTISMO
INTERSETORIALIDADE E AUTISMO Daniel de Sousa Filho Psiquiatra da Infância e Adolescência Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento UPM Introdução Kanner, 1943 Asperger, 1944 Bleuler, 1906 Transtornos do
Da anomia à heteronomia na. Rossano Cabral Lima Psiquiatra infanto-juvenil; mestre e doutorando em Saúde Coletiva (IMS/UERJ)
Da anomia à heteronomia na infância Rossano Cabral Lima Psiquiatra infanto-juvenil; mestre e doutorando em Saúde Coletiva (IMS/UERJ) Hipótese mais difundida: indiferenciação primordial entre mãe e bebê
Autismo Rede Biomédica de Informações
Autismo Rede Biomédica de Informações DSM-IV Critérios, Transtornos Invasivos do Desenvolvimento 299.00 Transtornos Autisticos A. Um total de seis ( ou mais) itens de (1), (2) e (3), com pelo menos dois
SÍNDROME DE ASPERGER
Philipe Machado Diniz de Souza Lima CRM 52.84340-7 Psiquiatra Clínico Psiquiatra da Infância e Adolescência Atuação: CAPSI Maurício de Sousa Matriciador em Saúde Mental AP3.3 SÍNDROME DE ASPERGER Síndrome
AUTISMO MITOS, REFLEXÕES E ATUALIDADES KLIGIEL V. B. DA ROSA. NEUROPEDIATRA.
AUTISMO MITOS, REFLEXÕES E ATUALIDADES KLIGIEL V. B. DA ROSA. NEUROPEDIATRA. Conceito É uma patologia vasto quadro clínico com déficits neurocomportamentais e cognitivos e padrões repetitivos de comportamentos
AUTISMO E TDAH: O DESAFIO DA INCLUSÃO. Prof. Dr. Carlo Schmidt. Prof. Adjunto da CE/UFSM Depto. Educação Especial
AUTISMO E TDAH: O DESAFIO DA INCLUSÃO Prof. Dr. Carlo Schmidt Prof. Adjunto da CE/UFSM Depto. Educação Especial INTRODUÇÃO Caracterização: Do que estamos falando? TDAH Autismo O que essas condições têm
Páginas para pais: Problemas na criança e no adolescente. 3.14 A criança com Autismo e Síndrome de Asperger
Páginas para pais: Problemas na criança e no adolescente 3.14 A criança com Autismo e Síndrome de Asperger Introdução A maioria das crianças, desde os primeiros tempos de vida, é sociável e procura ativamente
A INTEGRAÇÃO SENSORIAL COMO ABORDAGEM DE TRATAMENTO DE UM ADOLESCENTE NO ESPECTRO AUTISTA
A INTEGRAÇÃO SENSORIAL COMO ABORDAGEM DE TRATAMENTO DE UM ADOLESCENTE NO ESPECTRO AUTISTA MATIAS, Rayane CLASSE, Jéssica P. D. CAVALCANTI, Flavia R. R. SILVA, Angela C. D. RESUMO O presente trabalho se
AUTISMO: CONVÍVIO ESCOLAR, UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO.
AUTISMO: CONVÍVIO ESCOLAR, UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO. Anne Caroline Silva Aires- UEPB Marta Valéria Silva Araújo- UEPB Gabriela Amaral Do Nascimento- UEPB RESUMO Este trabalho tem como objetivo apresentar
e (Transtornos Específicos da Aprendizagem (TEA)) Dulcelene Bruzarosco Psicóloga/Terapeuta de Família e Casal.
e (Transtornos Específicos da Aprendizagem (TEA)) Dulcelene Bruzarosco Psicóloga/Terapeuta de Família e Casal. Entre os gregos e romanos antigos, havia divergências quanto à maneira de ver e considerar
Processo Diagnóstico: CID/DSM/Diagnóstico Diferencial. Módulo 3: Aspectos Diagnósticos
+ Processo Diagnóstico: CID/DSM/Diagnóstico Diferencial Módulo 3: Aspectos Diagnósticos + Processo Diagnóstico do TEA Suspeita dos pais/cuidadores/professores Avaliação médica e não-médica (escalas de
Transtornos Globais do Desenvolvimento e Dificuldades de. Curso de Formação Pedagógica Andréa Poletto Sonza Março/2010
Transtornos Globais do Desenvolvimento e Dificuldades de Aprendizagem Curso de Formação Pedagógica Andréa Poletto Sonza Março/2010 Transtornos Globais do Desenvolvimento São consideradas pessoas com TGD
O AUTISMO- NA CRIANÇA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MÉRTOLA Escola E,B 2,3 ES\Escola S. Sebastião de Mértola Curso Profissional de Técnico de Apoio Psicossocial- 3ºano Disciplina de Psicopatologia Geral Ano letivo 2013\14 Docente:
Requerimento (Do Sr. Hugo Leal)
Requerimento (Do Sr. Hugo Leal) Sugere ao Poder Executivo sejam tomadas providências no sentido de ser exigido a feitura de diagnóstico precoce de autismo em todas as unidades de saúde pública do país,
TEA Módulo 4 Aula 5. Tics e Síndrome de Tourette
TEA Módulo 4 Aula 5 Tics e Síndrome de Tourette Os tics são um distúrbio de movimento que ocorrem no início da infância e no período escolar. É definido pela presença crônica de múltiplos tics motores,
Mau desempenho escolar
Mau desempenho escolar Dra Juliana Gurgel Giannetti Neuropediatra Professora Associada do Depto. de Pediatria - UFMG Coordenadora da Residência de Neuropediatria do Hospital das Clínicas / UFMG Mau desempenho
A CHILDHOOD AUTISM RATING SCALE (CARS)
A CHILDHOOD AUTISM RATING SCALE (CARS) I. Relações pessoais: 1.- Nenhuma evidencia de dificuldade ou anormalidade nas relações pessoais: O comportamento da criança é adequado a sua idade. Alguma timidez,
De acordo com estudos recentes o autismo é mais freqüente em pessoas do sexo masculino.
1 AUTISMO Autismo é um distúrbio do desenvolvimento que se caracteriza por alterações presentes desde idade muito precoce, com impacto múltiplo e variável em áreas nobres do desenvolvimento humano como
O DIAGNÓSTICO DOS TRANSTORNOS DO ESPECTRO DO AUTISMO TEA
1 MARIA ELISA GRANCHI FONSECA Psicóloga Mestre em Educação Especial UFSCAR TEACCH Practitioner pela University of North Carolina USA Coordenadora de Curso INFOCO FENAPAES UNIAPAE Coordenadora CEDAP APAE
Avaliação. Formulação de Caso BETANIA MARQUES DUTRA. MSc. Psicologia. Esp. Neusopsicologia. Esp.Psicopedagogia. Terapeuta Cognitivo-Comportamental
Avaliação & Formulação de Caso BETANIA MARQUES DUTRA MSc. Psicologia Esp. Neusopsicologia Esp.Psicopedagogia Terapeuta Cognitivo-Comportamental Coordenadora do Curso de TCC Aplicada a crianças e adolescentes
Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como
Texto de apoio ao Curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Desenvolvimento motor do deficiente auditivo A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada
FOLHA DE DADOS DEFICIÊNCIA VISUAL CORTICAL O QUE É A DEFICIÊNCIA VISUAL CORTICAL?
FOLHA DE DADOS DEFICIÊNCIA VISUAL CORTICAL O objetivo deste folheto: Folha de Dados é: 1- Para quem ler este folheto ter um entendimento sobre: O que é a deficiência visual cortical (DVC) Causas da DVC
ANEXO XI (Retificado no DOU de 18/07/2013, Seção 1, pág 25)
ANEXO XI (Retificado no DOU de 18/07/2013, Seção 1, pág 25) MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL LAUDO DE AVALIAÇÃO AUTISMO (Transtorno Autista e Autismo Atípico) Serviço Médico/Unidade
Fundamentos Teóricos e Práticos. com TDAH e Dislexia
Fundamentos Teóricos e Práticos no Processo Educativo do Aluno com TDAH e Dislexia Transtornos do Desenvolvimento da Leitura e da Escrita DISLEXIA Aparecimento dos primeiros relatos Crianças com inteligência
Evelise Saia Rodolpho Aluna do 10º Termo de Psicologia Prof. Mestre. Luis Santo Schicotti Ana Lígia Pini Guerreiro Psicóloga Escolar Janaína Fernanda
Evelise Saia Rodolpho Aluna do 10º Termo de Psicologia Prof. Mestre. Luis Santo Schicotti Ana Lígia Pini Guerreiro Psicóloga Escolar Janaína Fernanda Allmeida Marques Profª da Sala de Recursos Os Transtornos
AUTISMO. 3º Encontro Formativo para Profissionais da Educação. Atendimento aos Estudantes com Deficiência na Rede Municipal de Contagem
AUTISMO 3º Encontro Formativo para Profissionais da Educação Atendimento aos Estudantes com Deficiência na Rede Municipal de Contagem Quem somos? Professoras das SRMF / AAE - Contagem Raquel Shirley Stella
As Atividades Lúdicas no Desenvolvimento de uma Criança com Autismo
As Atividades Lúdicas no Desenvolvimento de uma Criança com Autismo Setembro 2014 A Associação Onda de Palavras é um projeto jovem e pioneiro. Princípios: simplicidade, eficácia, rigor e excelência. Principal
AS CONSEGUÊNCIAS DO RECONHECIMENTO TARDIO PARA O PORTADOR DA SÍNDROME DO AUTISMO.
AS CONSEGUÊNCIAS DO RECONHECIMENTO TARDIO PARA O PORTADOR DA SÍNDROME DO AUTISMO. Carina Rodrigues dos Santos Débora Bringel Pretti Fusari Ingrid BrumattiThomes Mirivan Carneiro Rios RESUMO: O autismo
TÍTULO: AUTORES: INSTITUIÇÃO: ÁREA TEMÁTICA 1-INTRODUÇÃO (1) (1).
TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR NA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA E INCLUSÃO SOCIAL DE INDIVÍDUOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS ASSISTIDOS PELA APAE DE VIÇOSA, MG. AUTORES: André
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO EDUCACIONAL TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO EDUCACIONAL TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO DEFINIÇÃO Os alunos da área dos Transtornos Globais do Desenvolvimento apresentam
Clinicamente o autismo é considerado uma perturbação global do desenvolvimento.
Autismo: Definição Causas Conceitos centrais Diagnóstico O QUE É O AUTISMO? O autismo é uma disfunção no desenvolvimento cerebral que tem origem na infância e persiste ao longo de toda a vida. Pode dar
Conhecendo o Aluno com TGD
I - [FICHA DE AVALIAÇÃO SOBRE O ALUNO COM TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO] Usar letra de forma Os alunos com Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são aqueles que apresentam alterações qualitativas
Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro Padre Alberto Neto CÓDIGO 170318. Sub-departamento de Educação Especial
Sub-departamento de Educação Especial A deficiência mental interfere directamente no funcionamento intelectual do ser humano, sendo este abaixo da média. O aluno apresenta comprometidos, além das funções
Um pouco mais sobre desenvolvimento social e os Transtornos do Espectro Autista
Um pouco mais sobre desenvolvimento social e os Transtornos do Espectro Autista www.infanciaeadole scencia.com.br O desenvolvimento social ocorre ao longo de todas as etapas do ciclo vital. Entretanto,
COMUNICACÃO FALA E LINGUAGEM
COMUNICACÃO FALA E LINGUAGEM AUTISMO De acordo com o DSM-V o Autismo é um transtorno de desenvolvimento que geralmente aparece nos três primeiros anos de vida e compromete as habilidades de comunicação
Tratamento da dependência do uso de drogas
Tratamento da dependência do uso de drogas Daniela Bentes de Freitas 1 O consumo de substâncias psicoativas está relacionado a vários problemas sociais, de saúde e de segurança pública, sendo necessário
Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas. Carmen Lúcia de A. santos
Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Carmen Lúcia de A. santos 2011 Nosologia e Psicopatologia "Psico-pato-logia" "psychê" = "psíquico", "alma" "pathos" = "sofrimento, "patológico" "logos" "lógica",
Patrícia Zambone da Silva Médica Fisiatra
Reabilitação da Paralisia Cerebral no CEREPAL Patrícia Zambone da Silva Médica Fisiatra Histórico Fundada no dia 02 de março de 1964 por um grupo de pais que os filhos possuíam lesão cerebral. É uma entidade
Definições. Classificação. Atendimento educacional especializado - Educação Especial. Escolas especializadas Escolas da rede regular de ensino
Conteúdos abordados Prof. Ivan Lima Schonmann CREF 082406-G/SP Deficiência intelectual e motora Definição Classificação Características Estratégias de trabalho Deficiência Intelectual (DI) IBGE 2010 Censo
VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.
VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral
Dificuldades de aprendizagem
Dificuldades de aprendizagem Dificuldades versus distúrbios Dificuldades escolares ou de aprendizagem Origem externa: no ambiente e no outro. Distúrbios/transtornos Origem interna: disfunção do Sistema
CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO
2006 N.º Despacho PROJETO DE LEI N.º 903/2006 RECONHECE A PESSOA COM AUTISMO COMO PORTADORA DE DEFICIÊNCIA, PARA FINS DA FRUIÇÃO DOS DIREITOS ASSEGURADOS PELA LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO.
Geralmente começam por volta dos 6 anos de idade, muitas vezes de forma súbita e têm tendência a melhorar até ao final da adolescência.
TIQUES NA CRIANÇA INFORMAÇÃO AOS PAIS O que são tiques? Tiques são movimentos (chamados tiques motores) e/ou sons (tiques fónicos ou vocais) breves, repetidos, sem objectivo nem propósito claro, por vezes
Quando o medo transborda
Quando o medo transborda (Síndrome do Pânico) Texto traduzido e adaptado por Lucas Machado Mantovani, mediante prévia autorização do National Institute of Mental Health, responsável pelo conteúdo original
Instituto Educacional Santa Catarina. Faculdade Jangada. Atenas Cursos
Instituto Educacional Santa Catarina Faculdade Jangada Atenas Cursos Curso de Capacitação em AEE Aluna: Ivete D. Poleto De Cezare Vanini, 01 de Maio de 2015. 1 - Tema: Deficiência Intelectual 2 - Problema:
A Educação Bilíngüe. » Objetivo do modelo bilíngüe, segundo Skliar:
A Educação Bilíngüe Proposta de educação na qual o bilingüismo atua como possibilidade de integração do indivíduo ao meio sociocultural a que naturalmente pertence.(eulália Fernandes) 1 A Educação Bilíngüe»
COMPORTAMENTO SEGURO
COMPORTAMENTO SEGURO A experiência demonstra que não é suficiente trabalhar somente com estratégias para se conseguir um ambiente de trabalho seguro. O ideal é que se estabeleça a combinação de estratégias
Autismo. Serviço de Atendimento Pedagógico às Necessidades Educacionais Especiais - SEME
Autismo Serviço de Atendimento Pedagógico às Necessidades Educacionais Especiais - SEME O que é Autismo? É um Transtorno Global do Desenvolvimento (também chamado de Transtorno do Espectro Autista), caracterizado
Luísa Cabral 17 de Junho de 2008
SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E REABILITAÇÃO DIRECÇÃO de SERVIÇOS de EDUCAÇÃO e APOIO PSICOPEDAGÓGICO SERVIÇO TÉCNICO de APOIO PSICOPEDAGÓGICO CENTRO
Um Bom Começo: Conhecer a Questão do Autismo
Um Bom Começo: Conhecer a Questão do Autismo Conceito Incidência Causas do Autismo Manifestações mais comuns O espectro de manifestações autistas Como é feito o diagnóstico de autismo Instrumentos para
TRABALHO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DE UMA ESCOLA INCLUSIVA. Profa. Maria Antonia Ramos de Azevedo UNESP/Rio Claro. [email protected].
TRABALHO PEDAGÓGICO NA PERSPECTIVA DE UMA ESCOLA INCLUSIVA Profa. Maria Antonia Ramos de Azevedo UNESP/Rio Claro. [email protected] O que é educação inclusiva? Inclusão é um processo de aprendizagem
Simulação de psicoses em perícia psiquiátrica
Simulação de psicoses em perícia psiquiátrica Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Orientadora: Prof a. Dr a. Talita Zerbini Carlos Augusto Maranhão de Loyola Introdução Simulação
ABA: uma intervenção comportamental eficaz em casos de autismo
ABA: uma intervenção comportamental eficaz em casos de autismo Por Sabrina Ribeiro O autismo é uma condição crônica, caracterizado pela presença de importantes prejuízos em áreas do desenvolvimento, por
Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias
Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?
Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar
Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar Nesta aula, apresentaremos o panorama geral das comorbidades envolvidas na dependência química que serão estudadas ao
SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO e cultura. Centro de Apoio Psicopedagógico. gico do Funchal
SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO e cultura DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E REABILITAÇÃO Centro de Apoio Psicopedagógico gico do Funchal Intervenção precoce Medida de apoio integrado, centrado na
Comorbidades que podem estar associadas a Dislexia (TDA/TDAH)
Comorbidades que podem estar associadas a Dislexia (TDA/TDAH) Por Ana Luiza Borba Psicóloga e Especialista em Psicopedagogia O aluno com distúrbio de aprendizagem (DA), possui, no plano educacional, um
Diretrizes da OMS para diagnóstico de Dependência
Diretrizes da OMS para diagnóstico de Dependência 1 - Forte desejo ou compulsão para usar a substância. 2 - Dificuldade em controlar o consumo da substância, em termos de início, término e quantidade.
Stress. Saúde Mental. ão.
Saúde Mental Stress Se dura o tempo necessário para proteger o organismo de uma situação de risco, é saudável. Quando passa dias e dias sem controle, vira doença. O Stress, além de ser ele próprio e a
O que você deve saber sobre
O que você deve saber sobre TOC Transtorno Obsessivo Compulsivo Fênix Associação Pró-Saúde Mental 1. O que é TOC? O Transtorno Obsessivo Compulsivo é uma doença mental crônica (transtorno psiquiátrico),
APPDA-Setúbal. Educação
APPDA-Setúbal Educação Enquadramento Constitui desígnio do XVII Governo Constitucional promover a igualdade de oportunidades, valorizar a educação e promover a melhoria da qualidade do ensino. Um aspeto
AS CONSEQUÊNCIAS DO RECONHECIMENTO TARDIO PARA O PORTADOR DA SÍNDROME DO AUTISMO.
AS CONSEQUÊNCIAS DO RECONHECIMENTO TARDIO PARA O PORTADOR DA SÍNDROME DO AUTISMO. Carina Rodrigues dos Santos 1 Débora Bringel Pretti Fusari 2 Ingrid Brumatti Thomes 3 Mirivan Carneiro Rios 4 RESUMO: O
No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.
12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância
Avaliação Psicossocial: conceitos
Avaliação Psicossocial: conceitos Vera Lucia Zaher Pesquisadora do LIM 01 da FMUSP Programa de pós-graduação de Bioética do Centro Universitário São Camilo Diretora da Associação Paulista de Medicina do
ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSÃO EDUCACIONAL
ORIENTAÇÃO PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DA AVALIAÇÃO QUALITATIVA DA APRENDIZAGEM SEMESTRAL Educação Infantil Estimulação Essencial e Pré-Escolar O relatório da Educação Infantil - Estimulação Essencial
A ENERGIA DO BRINCAR: UMA ABORDAGEM BIOENERGÉTICA
1 A ENERGIA DO BRINCAR: UMA ABORDAGEM BIOENERGÉTICA Dayane Pricila Rausisse Ruon Sandra Mara Volpi* RESUMO O brincar é um tema bastante discutido e de muita importância no desenvolvimento infantil. Esse
TRANSTORNOS ANSIOSOS. Prof. Humberto Müller Saúde Mental
TRANSTORNOS ANSIOSOS Prof. Humberto Müller Saúde Mental Porque nos tornamos ansiosos? Seleção natural da espécie Ansiedade e medo... na medida certa, ajuda! Transtornos de Ansiedade SINTOMAS: Reação exagerada
AUTISMO NA SALA DE AULA
13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA AUTISMO
ALUNOS ESPECIAS NA CONTEMPORANEIDADE: APRENDIZAGENS NO ENSINO DA MATEMÁTICA
ALUNOS ESPECIAS NA CONTEMPORANEIDADE: APRENDIZAGENS NO ENSINO DA MATEMÁTICA André Martins Alvarenga Universidade Federal do Pampa [email protected] Bruna Borges Telmo Universidade Federal
TEA Módulo 4 Aula 4. Epilepsia e TDC
TEA Módulo 4 Aula 4 Epilepsia e TDC Epilepsias no TEA A epilepsia é uma das comorbidades que ocorre com maior frequência nos casos de TEA (35% dos pacientes) e a sua presença ainda é muito frequente no
TRANSTORNOS ESPECÍFICOS DO DESENVOLVIMENTO DA FALA E DA LINGUAGEM F80.0 DISLALIA (ARTICULAÇÃO; COMUNICAÇÃO FONOLÓGICA; FUNCIONAL ARTICULAÇÃO)
27/12/2007 ANEXO 49 TABELA da CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE FONOAUDIOLÓGICA CID 10 /OMS /1997 6ª VERSÃO 2008 CÓDIGO F80 DESCRIÇÃO TRANSTORNOS ESPECÍFICOS
PLANO DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2014/2015
PLANO DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2014/2015 PLANO DE ATIVIDADES 2 ÍNDICE CARATERIZAÇÃO DO CENTRO DE REURSOS PARA A INCLUSÃO.. 3 FUNCIONAMENTO DO CENTRO DE RECUSOS PARA A INCLUSÃO 3 CARATERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO
Fonte: www.cantocidadao.org.br/.../blog/criancas.jpg
5. Estágio pré-operatório (2 a 6 anos) Fonte: www.cantocidadao.org.br/.../blog/criancas.jpg Esse período é marcado pela passagem da inteligência sensório-motora para a inteligência representativa. A criança
ASSEMBLEIA LEGISLATIVA GABINETE DA DEPUTADA LUZIA TOLEDO PROJETO DE LEI Nº 157/2010
PROJETO DE LEI Nº 157/2010 A semana de conscientização sobre transtornos de aprendizagem, no âmbito do Estado do Espírito Santo. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETA: Art. 1º Fica
Transtornos de Aprendizagem
CRDA-CENTRO DE REFERÊNCIA EM DISTÚRBIOS DE APRENDIZAGEM Transtornos de Aprendizagem Transtornos da Aprendizagem - Avaliação Dra. Maria Fernanda C. R. de Campos Neurologia Infantil Papel da equipe multidisciplinar:
EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ALUNO COM DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA NO ENSINO REGULAR
EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ALUNO COM DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA NO ENSINO REGULAR Autoras: Natália Aparecida DAL ZOT, Rafaela Alice HORN, Neusa MARTINI Identificação autores: Acadêmica do Curso de Matemática-Licenciatura
Mitos e equívocos sobre sobreviventes de cancro infantil.
Mitos e equívocos sobre sobreviventes de cancro infantil. 1 MITO Crianças com cancro e sobreviventes de cancro infantil, representam um risco de saúde para a saúde das outras crianças / adolescentes. Eles
A palavra Psiquiatria deriva do Grego e quer dizer "arte de curar a alma"
PSIQUIATRIA Psiquiatria é uma especialidade da Medicina que lida com a prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das diferentes formas de sofrimentos mentais, sejam elas de cunho orgânico
Transtornos Invasivos do Desenvolvimento
UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ UNOCHAPECÓ Área de Ciências Humanas e Jurídicas Curso de Psicologia, 4º Período Componente Curricular: Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem III Professora:
Programa de Estudo / Currículo
Programa de Estudo / Currículo 1 Componentes Curriculares Baseado na linguagem Sistema de Calendário Todo aluno tem que ter um Estratégias apropriadas de ensino Nível apropriado de currículo Considerar
Regulamento Institucional do Serviço de Apoio Psicopedagógico SAPP
Regulamento Institucional do Serviço de Apoio Psicopedagógico SAPP Regulamento Institucional do Serviço de Apoio Psicopedagógico SAPP Art. 1 - Do serviço de apoio Psicopedagógico - SAPP O serviço de apoio
Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola
Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar
A importância da audição e da linguagem
A importância da audição e da linguagem A linguagem não é apenas uma função entre muitas[...] mas uma característica muito difusa do indivíduo, a tal ponto que ele se torna um organismo verbal.(joseph
CIPAL GAB MESES DE 29 D E JANEI
C ÂMARAA MUNI CIPAL DE EST ARREJJ A GAB INETEE DE PS ICOLOO GIA RELATÓRIO DE ATIVIDADES MESES DE JANEIRO DEZEMBRO DE 0 9 D E JANEI RO 0 Relatórioo de Atividades Janeiro - Dezembro APRESENTAÇÃO DO GABINETE
Esta categoria global inclui as variedades comuns de esquizofrenia, juntamente com
F20.0 Esquizofrenia Esta categoria global inclui as variedades comuns de esquizofrenia, juntamente com algumas variedades menos comuns e transtornos intimamente relacionados. F20.0 F20.3 Critérios gerais
COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA?
COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA? Autores: ANA BÁRBARA DA CONCEIÇÃO SANTOS, AYSLAN MELO DE OLIVEIRA, SUSANA DE CARVALHO, INTRODUÇÃO No decorrer do desenvolvimento infantil,
A Problemática do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) :
A Problemática do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) : Transtorno de Déficit de Atenção chama a atenção pela sigla TDAH sendo um distúrbio que ocorre em pessoas desde os primeiros
ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR
ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR INTRODUÇÃO Raquel de Oliveira Nascimento Susana Gakyia Caliatto Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVÁS). E-mail: [email protected]
