Comunicação Colaborativa e Interação: Perspectivas que se Entrelaçam

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Comunicação Colaborativa e Interação: Perspectivas que se Entrelaçam"

Transcrição

1 Resumo Comunicação Colaborativa e Interação: Perspectivas que se Entrelaçam O presente artigo busca apresentar um estudo teórico sobre as interações nos ambientes organizacionais, sua relação com o desenvolvimento organizacional e com a construção e reconstrução de significados apoiados na teoria da comunicação colaborativa de Stanley Deetz, que vai além do simples consenso entre os sujeitos, uma vez que tem a diversidade como elemento essencial. Tendo em vista disso, relacionar comunicação colaborativa aos processos interacionais faz-se essencial para a compreensão de que forma a comunicação pode ser potencializadora de mudanças e de processos criativos. Além disso, objetiva-se através desse trabalho fomentar os estudos na área, pois em nossa busca conceitual evidenciou-se que Stanley Deetz é um dos poucos autores que abordam esse tema. Palavras-chave Comunicação colaborativa; interação; cultura organizacional. Introdução Através de uma busca conceitual sobre a teoria da comunicação colaborativa de Stanley Deetz percebemos a necessidade de discussão sobre sua dependência aos processos interacionais que ocorrem nas organizações. As organizações abrigam a diversidade, pois são formadas por diferentes indivíduos, portanto é importante buscar novas formas de lidar com os processos interacionais que surgem a partir dessa diversidade. Oliveira e Paula (2010) afirmam que a diversidade de opiniões e compreensões dos sujeitos pertencentes às organizações tem capacidade de beneficiar os processos de tomadas de decisões, bem como gerar processos inovadores para as partes que estão em relação durante a interação. A partir da diversidade, Stanley Deetz apresenta a comunicação colaborativa, comunicação essa que dependente das interações ocorre de maneira a trazer resultados benéficos para as partes envolvidas. Para além do consenso, a comunicação colaborativa utiliza a diversidade a favor dos relacionamentos, em que em um processo de interação

2 constrói novas ideias e transforma as diferenças em produtividade (DEETZ; IRVIN, 2008). Sendo assim, a comunicação colaborativa se mostra como um tema inovador nas pesquisas sobre interação e necessário para a adaptação das organizações aos ambientes de extremas pluralidades em que estão inseridas. Como tema de estudo do Grupo de Estudos Faces da Cultura e da Comunicação Organizacional (GEFACESCOM), esse trabalho tem como objetivo desenvolver um estudo teórico sobre a teoria da comunicação colaborativa e interação, bem como fomentar a pesquisa em torno desses temas. Interação Organizações são formadas por pessoas, o que implica ser um ambiente permeado por interações, que de acordo com, Mead (2006 apud FRANÇA, 2007) são atos sociais que abrangem as ações compartilhadas e as relações entre diferentes sujeitos. Essas interações ocorrem de maneira espontânea e natural nos contextos organizacionais, manifestadas por meio das falas, do diálogo, dos gestos, das ações, e até mesmo do silêncio. Essas manifestações fazem emergir novas perspectivas, e, portanto a construção de novos sentidos e significados. Ribeiro e Marchiori (2008) afirmam que o relacionamento entre os indivíduos é interação a partir do momento em que se dá por meio do diálogo. Durante o diálogo, isto é, quando receptores e emissores se relacionam, ocorre a construção de significações e sentido (CHARADEAU, 1993 apud OLIVEIRA; PAULA, 2010). Comunicação e interação, portanto, estão fortemente imbricadas, não há como pensar em comunicação sem que a interação seja juntamente pensada, pois França (2007) afirma que a comunicação e o ato social formam um conjunto permeado por fases em que dois ou mais sujeitos encontram-se envolvidos. Por conta disso, considerar a comunicação implica em considerar não apenas um sujeito envolvido no processo interativo, mas sim todos os participantes do ato social.

3 A partir do momento em que os sujeitos estão inseridos em uma organização, deixam de agir como indivíduos isolados, passam a agir em conjunto e coletivamente, por meio do relacionamento estabelecido uns com os outros (MOTTA, 1998),. Dessa forma, observar os sujeitos a partir de seu comportamento ativo e de suas influências no ambiente organizacional apresenta-se como um dos principais desafios das organizações (BALDISSERA, 2008 apud OLIVEIRA; PAULA, 2010), pelo fato de lidarem com sujeitos coletivos, que sofrem modificações, repensam suas opiniões e são influenciados pelo contexto que os envolvem. No entanto, apesar de ser um desafio, reconhecer as interações é de suma importância no ambiente organizacional, pois nada é a organização sem a presença dos sujeitos. O ser humano é o principal canal dos acontecimentos nas organizações, nas quais a interação humana é questão primordial (MARCHIORI, 2010). Portanto, se as organizações são construídas através de sistemas sociais, elas se apoiam em diferentes atitudes, compreensões, certezas, motivações, comportamentos e esperanças provindas dos sujeitos e formam sistemas que abrigam o compartilhamento de significados (ZANELLI, 2000). A comunicação é essencial para construção das significações, pois os indivíduos em interação constroem e reconstroem sentidos para internalizarem seus significados (BALDISSERA, 2009). É através da construção de significados que a cultura organizacional emerge, pois tem como um de seus objetivos a representação dos significados que os sujeitos constroem para si em interação (MARCHIORI, 2006). Sujeitos em interação constroem e reconstroem as organizações, pois podem mudar sua maneira de pensar, os seus valores e seus hábitos. Quando em interação, um indivíduo compartilha de seus conhecimentos prévios com outros sujeitos que estão inseridos em diferentes contextos. Como fruto dessa interação pode haver o desenvolvimento de novas ideias e até de novas percepções do mundo que consequentemente geram impactos na cultura organizacional. Entendemos cultura organizacional como o reflexo da essência de uma organização (...) o que é tido como válido para o grupo no momento vivenciado por ele

4 (MARCHIORI, 2009 p.304). Para Joanne Martin (1992 apud Curvello, 2012) uma organização possui múltiplas culturas que sofrem mudanças, onde dependendo dos autores que estudam o tema e suas perspectivas, essa mudança pode partir ou dos líderes da organização, ou de uma ação coletiva, ou de um ambiente turbulento. Podemos compreender a mudança como um projeto atomizado e muitas vezes individual, porém ela só poderá ser formada através das interações entre os conjuntos de indivíduos pertencentes à organização, pois essas interações promovem a reinterpretação de significados (MOTTA, 1998). Oliveira e Paula (2010), sustentam que a (re)significação pode mudar a cada relação, envolver a construção de novos sentidos, eliminar outros, ou ainda colocá-la em suspensão, dessa forma compreender novos processos interativos que consequentemente fazem emergir novos significados faz-nos perceber que cada indivíduo em relação leva consigo uma bagagem cultural inserida em diferentes contextos, isto é, percepções diferentes sobre um mesmo tema a ser dialogado. Portanto, a interação é de grande valia para o desenvolvimento organizacional, pois é a partir dela que os sujeitos passam a ser autores de suas decisões e interferem na cultura organizacional. Quando pensamos em interação não devemos associar ao consenso e ao simples entendimento de uma opinião, mas sim pensarmos de que forma pensamentos divergentes podem encontrar um ponto de encontro e fomentar diferentes tomadas de decisões. Comunicação Colaborativa As diferenças de opiniões e de compreensões sobre diversos assuntos podem gerar conflitos de interesses e expectativas, porém pautar essas interações através da comunicação colaborativa gera a possibilidade de construção de relacionamentos produtivos (DEETZ; IRVIN 2008), pois como afirma Zanelli (2000), uma cultura organizacional que prima pela diversidade legitima a criatividade e traz flexibilidade aos processos organizacionais.

5 A interação vai além do simples consenso sobre um assunto, pois no momento em que ocorre, os sujeitos são apresentados a novos desafios que, provindos das diferenças existentes, ambicionam reformulações de conceitos que são dados como verdades universais (DEETZ, 2009). No momento da interação é necessária uma forma de comunicação mais democrática para que resulte na convergência de diferentes experiências e opiniões (DEETZ, 2010). Tendo em vista disso, a comunicação colaborativa se mostra eficiente para a construção coletiva de novos significados entre os membros das organizações, pois é baseada na colaboração e exige diversidade de opiniões em busca de resultados inovadores (DEETZ, 2008 apud CAJAZEIRA; CARDOSO, 2010). As esperanças de reciprocidade são divididas através do diálogo durante a comunicação colaborativa, porém vão além do simples entendimento entre os sujeitos da interação, pois visam decisões criativas através da mutualidade (DEETZ; IRVIN, 2008). A comunicação colaborativa tem como cerne a colaboração diferentemente dos outros processos comunicativos que possuem o diálogo como elemento essencial. Apesar de utilizar o diálogo como um meio de obter a interação necessária para o compartilhamento de significados e expectativas, a colaboração como apresentado por Gray (1989 apud PORRAS, 2003) é um recurso em que os diferentes sujeitos notam diversos aspectos de um dilema. Dessa forma, ao observarem as diferentes dimensões de um tema, podem sondar de maneira construtiva as diferenças e buscar decisões que ultrapassam suas próprias interpretações, muitas vezes limitadas, do que é cabível realizar (GRAY, 1989 apud PORRAS, 2003). Deetz e Irvin (2008) ressaltam que ao defender as diferenças pode-se criar um distanciamento entre os sujeitos participantes do processo interativo, porém apenas a comunicação colaborativa tem capacidade de trazer resultados benéficos para ambas as partes.

6 Como principais características Deetz e Irvin (2008) apresentam que durante a comunicação colaborativa: os membros solucionam problemas juntos; a interação contínua aumenta as alternativas disponíveis; a busca pela compreensão de desejos complexos acontece por meio das interações; a procura em grupo tem como objetivo a descoberta de novas circunstâncias; a determinação de um problema se dá por uma ação coletiva; os discursos vão em direção à finalidade da interação; ocorre a procura de alternativas que são possíveis de serem praticadas e os sujeitos participantes da ação são responsáveis pelas tomadas de decisões. Através da exposição de inúmeras características da comunicação colaborativa, Deetz e Irvin deixam claros os benefícios da utilização de uma comunicação livre e aberta nas organizações. Não há como imaginar a comunicação colaborativa dissociada dos processos interacionais, pois é preciso de sujeitos em relação para a construção de novas ideias e novos significados. Porém, o diálogo por si só não poderia trazer todas as melhorias geradas pela comunicação colaborativa, por isso esclarece-se a necessidade de um processo que possui a colaboração como elemento essencial, tendo em vista que a colaboração gera interdependência entre os sujeitos participantes da ação e cria uma espécie de responsabilidade coletiva para os processos de decisão (GRAY, 1989 apud PORRAS, 2003). Considerações Finais As organizações vivem desafios ocasionados pela sua inserção em um contexto de constantes mudanças e que muitas vezes aumenta o número de pressões provindas de seus diversos públicos. Para lidar com esse contexto plural, as organizações devem valorizar as diferenças encontradas no ambiente organizacional, que quando somadas e repensadas, podem contribuir para uma maior eficiência em seus processos (DEETZ, 2010). A valorização dessas diferenças não é um processo simples e exige mudanças nos hábitos organizacionais e consequentemente em sua cultura. Como uma alternativa foi

7 apresentada nesse trabalho, a teoria da comunicação colaborativa que tem como elemento norteador as interações permeadas por processos de colaboração entre os indivíduos. Como comunicação colaborativa, entendemos o processo que ultrapassa o consenso através do diálogo e da defesa das diferenças, ou seja, quando indivíduos que são provenientes de diferentes contextos interagem e podem criar significados genuínos e inovadores. Quando falamos em interação devemos observar não só o momento em que ela ocorre, mas sim darmos importância a um processo que ocorre espontaneamente e que envolve influências externas. Isto é, cada indivíduo que constrói as organizações traz consigo suas expectativas e seus conhecimentos sobre os mais variados temas. Portanto, as organizações e a cultura organizacional emergem e estão apoiadas nestes diferentes aspectos que certamente as diferenciarão entre si. Podemos concluir através desse estudo teórico que comunicação colaborativa e interação são temas que se entrelaçam e que possuem influência um sobre o outro. A interação possibilita o compartilhamento de conhecimentos e opiniões, porém quando apoiada na colaboração tem capacidade de pontencializar os relacionamentos, bem como gerar inovações. Relacionamentos produtivos são necessários atualmente, pois cada organização recebe interferência de seus públicos, que cada vez mais críticos exigem mudanças. Portanto as organizações necessitam de novas formas de pensar e gerenciar suas relações, para que através disso possam lidar com possíveis conflitos por meio da construção de novos pensamentos pautados na diversidade. Através desse trabalho pretende-se contribuir para os estudos na área da comunicação organizacional pautados ao tema da comunicação colaborativa, já que essa tem a capacidade de criar ambientes mais criativos que são necessários para a sobrevivência das organizações nos ambientes e contextos plurais em que estão inseridas.

8 Referências bibliográficas BALDISSERA, Rudimar. A comunicação (re)tecendo a cultura da sustentabilidade em sociedades complexas. In: KUNSCH, Margarida M. (Org.) A comunicação na gestão da sustentabilidade das organizações. São Caetano do Sul: Difusão Editoria, CAJAZEIRA, Jorge E. R.; CARDOSO, Claudio. Comunicação e inovação: correlações e dependências. In: MARCHIORI, Marlene. (Org.) Comunicação e organização: reflexões, processos e práticas. São Caetano do Sul: Difusão Editora, CURVELLO, João José Azevedo. Comunicação interna e cultura organizacional. 2 ed. Brasília: Casa das Musas, DEETZ, Stanley. A ascensão dos modelos de governança de stakeholders e o consequente redesenho da comunicação. In: KUNSCH, Margarida M. (Org.) A comunicação na gestão da sustentabilidade das organizações. São Caetano do Sul: Difusão Editora, DEETZ, Stanley. Comunicação Organizacional: fundamentos e desafios. In: MARCHIORI, Marlene. (Org.) Comunicação e organização: reflexões, processos e práticas. São Caetano do Sul: Difusão Editora, DEETZ, Stanley; IRVIN, Lisa. Governance, stakeholder involvement and new communication models. In: ODUGBEMI, Sina; JACOBSON, Thomas. Governance Reform Under Real World Conditions: Citizens, Stakeholders, and Voice. Washington: The world bank, FRANÇA, Vera. Contribuições de G. H. Mead para pensar a comunicação. XVI Encontro da Compós na UTP, MARCHIORI, Marlene. As interconexões entre cultura organizacional e comunicação. In: KUNSCH, Margarida M. (Org.) Comunicação Organizacional: linguagem, gestão e perspectivas. São Paulo: Saraiva, MARCHIORI, Marlene. Os desafios da comunicação interna nas organizações. Conexão Comunicação e Cultura, v.9, n.17, MOTTA, Paulo Roberto. Transformação organizacional: a teoria e a prática de inovar. Rio de Janeiro: Qualitymark, OLIVEIRA, Ivone de Lourdes; PAULA, Maria Aparecida de. Interações no ambiente interno das organizações: implicações da complexidade. In: MARCHIORI, Marlene. (Org.) Comunicação e organização: reflexões, processos e práticas. São Caetano do Sul: Difusão Editora, PORRAS, Salvador T. De La competência a La colaboracíon: hacia nuevas formas de organización, 2003.

9 RIBEIRO, Regiane; MARCHIORI, Marlene. Comunicação organizacional dialógica: uma perspectiva de interação nas organizações. IX Congresso Latinoamericano de investigacíon de La comunicacíon, ZANELLI, José Carlos. Interações humanas, significados compartilhados e aprendizagem organizacional. EnEO, 2000.

Turma: NX Professores: Fábia Lima e Márcio Simeone

Turma: NX Professores: Fábia Lima e Márcio Simeone Disciplina: Fundamentos da Comunicação Organizacional Carga horária: 60 horas/aula Créditos: 4 Código: COM673 Curso: Comunicação Social Período Letivo: 1º Semestre de 2017 Turma: NX Professores: Fábia

Leia mais

A flecha invertida. Gestão do Desempenho como critério de avaliação da liderança

A flecha invertida. Gestão do Desempenho como critério de avaliação da liderança A flecha invertida Introdução Um dos objetivos da gestão do desempenho é alinhar a gestão estratégica de pessoas, os objetivos organizacionais e as expectativas pessoais. Gerenciar o desempenho das pessoas

Leia mais

Faces da cultura e da comunicação organizacional

Faces da cultura e da comunicação organizacional Faces da cultura e da comunicação organizacional SÉRIE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL Volume 1 Marlene Marchiori Organizadora Faces da cultura e da comunicação organizacional 2ª Edição Autores Adriano Maricato

Leia mais

Parte I - O OLHAR SOBRE A COMUNICAÇÃO

Parte I - O OLHAR SOBRE A COMUNICAÇÃO sumário 48 Parte I - O OLHAR SOBRE A COMUNICAÇÃO E A ORGANIZAÇÃO Part I LOOKING AT COMMUNICATION AND ORGANIZATION 51 69 Organizações e ambiente organizacional: uma abordagem neofuncionalista Organizations

Leia mais

Políticas Públicas II O Ciclo das Políticas Públicas

Políticas Públicas II O Ciclo das Políticas Públicas Políticas Públicas II O Ciclo das Políticas Públicas Professora: Geralda Luiza de Miranda Agosto/2011 Tema da aula Visões do ciclo de política: clássica; processo simples e linear; Implementação como formulação

Leia mais

O VALOR DA COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA NAS ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR

O VALOR DA COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA NAS ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR O VALOR DA COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA NAS ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR DRA MARLENE MARCHIORI MMARCHIORI A comunicação representa um aspecto extremamente amplo tanto da vida das pessoas como das organizações.

Leia mais

A era da Mediatização e suas implicações no campo da Educação

A era da Mediatização e suas implicações no campo da Educação A era da Mediatização e suas implicações no campo da Educação Elaine Cristina Gomes de Moraes UNESP Bauru/SP e-mail: [email protected] Murilo Cesar Soares UNESP, Bauru/SP e-mail: [email protected]

Leia mais

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS. Administração. Administrador. Competências e Habilidades do Administrador. Já sabemos que ela é imprescindível para a:

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS. Administração. Administrador. Competências e Habilidades do Administrador. Já sabemos que ela é imprescindível para a: COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS Competências e Habilidades do Prof. Pedro Carlos de Carvalho Administração Já sabemos que ela é imprescindível para a: EXISTÊNCIA, SOBREVIVÊNCIA e SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES. É

Leia mais

O livro na sociedade, a sociedade no livro: pensando sociologicamente a literatura

O livro na sociedade, a sociedade no livro: pensando sociologicamente a literatura O livro na sociedade, a sociedade no livro: pensando sociologicamente a literatura Laura Garbini Both Mestre em Antropologia Social UFPR Profa. da UNIBRASIL [email protected] No nosso dia-a-dia

Leia mais

A Comunicação como fator crítico de sucesso para implementação da cultura organizacional

A Comunicação como fator crítico de sucesso para implementação da cultura organizacional A Comunicação como fator crítico de sucesso para implementação da cultura organizacional Disciplina: Planejamento Estratégico de Marketing e a Comunicação Integrada Prof.: Dr. Mitsuru Higuchi Yanaze Aluno:

Leia mais

Ana Rafaela Saab BASTOS 1 Marlene Regina MARCHIORI 2 Universidade Estadual de Londrina, Londrina, PR

Ana Rafaela Saab BASTOS 1 Marlene Regina MARCHIORI 2 Universidade Estadual de Londrina, Londrina, PR Diálogo e Cultura Organizacional: Uma análise sobre como os processos dialógicos contribuem para a construção da personalidade da organização contemporânea. Ana Rafaela Saab BASTOS 1 Marlene Regina MARCHIORI

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ - UFPI CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO-CCE PROGRAMA PIBIC/UFPI BASE DE PESQUISA FORMAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ - UFPI CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO-CCE PROGRAMA PIBIC/UFPI BASE DE PESQUISA FORMAR UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ - UFPI CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO-CCE PROGRAMA PIBIC/UFPI BASE DE PESQUISA FORMAR A PRÁTICA PEDAGÓGICA DE PROFESSORES QUE ATUAM COM ADOLESCENTES EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA

Leia mais

Desenvolvimento Organizacional. Cultura e Clima Organizacional

Desenvolvimento Organizacional. Cultura e Clima Organizacional Cultura e Clima Organizacional Atualizado em 01/03/2016 OBJETIVO: Compreender as implicações das novas configurações e alternativas que permeiam o trabalho no mundo contemporâneo; Compreender e analisar

Leia mais

Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 3. Comunicação. Contextualização. Motivação dos Talentos Humanos. Instrumentalização

Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 3. Comunicação. Contextualização. Motivação dos Talentos Humanos. Instrumentalização Gestão de Recursos Humanos Aula 3 Profa. Me. Ana Carolina Bustamante Organização da Aula Comunicação nas empresas Motivação dos talentos humanos Comunicação Processo de comunicação Contextualização Barreiras

Leia mais

I FÓRUM PEDAGÓGICO Da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) aos Currículos

I FÓRUM PEDAGÓGICO Da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) aos Currículos I FÓRUM PEDAGÓGICO Da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) aos Currículos Educação Infantil na BNCC: possibilidades para uma construção curricular Alessandra Jácome Coordenadora de Currículo da Educação

Leia mais

Relacionamento Interpessoal na Auditoria: Você está preparado? Elisabeth Sversut

Relacionamento Interpessoal na Auditoria: Você está preparado? Elisabeth Sversut Relacionamento Interpessoal na Auditoria: Você está preparado? Elisabeth Sversut Você está preparado? Pense bem... Curso superior, pós-graduação, dois idiomas... Um Auditor Como qualquer outro profissional,

Leia mais

Fonte: Foster Fonte: Innoscience Fonte: Mckinsey Fonte: HBR A inovação é exclusividade de startups? Fonte: Anthony O que é uma Startup? Startup é uma instituição humana desenhada para desenvolver um produto

Leia mais

Educação integral no Ensino Médio. Uma proposta para promover a escola do jovem do século 21

Educação integral no Ensino Médio. Uma proposta para promover a escola do jovem do século 21 Educação integral no Ensino Médio Uma proposta para promover a escola do jovem do século 21 Educação integral no Ensino Médio Uma proposta para promover a escola do jovem do século 21 O mundo passa por

Leia mais

A ESCOLA ATUAL, A GESTÃO DEMOCRÁTICA E O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

A ESCOLA ATUAL, A GESTÃO DEMOCRÁTICA E O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A ESCOLA ATUAL, A GESTÃO DEMOCRÁTICA E O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Josemary Morastoni Renato José Casagrande Atualmente, a gestão é vista como uma nova forma de administrar de maneira democrática, onde

Leia mais

VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NA SALA DE AULA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIAS NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA

VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NA SALA DE AULA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIAS NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NA SALA DE AULA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIAS NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA Ana Paula de Souza Fernandes Universidade Estadual da Paraíba. E-mail: [email protected] Beatriz Viera de

Leia mais

Liderança. A liderança é passível de ser adquirida e ser desenvolvida em qualquer ambiente de relacionamentos.

Liderança. A liderança é passível de ser adquirida e ser desenvolvida em qualquer ambiente de relacionamentos. CHEFIA E LIDERANÇA Liderança A liderança é passível de ser adquirida e ser desenvolvida em qualquer ambiente de relacionamentos. Liderança Liderar significa possuir a capacidade e o discernimento para

Leia mais

A CONSTITUIÇÃO DA SUBJETIVIDADE DA CRIANÇA: UMA REFLEXÃO SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DA ESCOLA 1

A CONSTITUIÇÃO DA SUBJETIVIDADE DA CRIANÇA: UMA REFLEXÃO SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DA ESCOLA 1 A CONSTITUIÇÃO DA SUBJETIVIDADE DA CRIANÇA: UMA REFLEXÃO SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DA ESCOLA 1 Sirlane de Jesus Damasceno Ramos Mestranda Programa de Pós-graduação Educação Cultura e Linguagem PPGEDUC/UFPA.

Leia mais

PERFIL DO ALUNO CONHECIMENTOS. CAPACIDADES. ATITUDES.

PERFIL DO ALUNO CONHECIMENTOS. CAPACIDADES. ATITUDES. PERFIL DO ALUNO CONHECIMENTOS. CAPACIDADES. ATITUDES. Educar para um Mundo em Mudança. Educar para Mudar o Mundo. Maria Emília Brederode Santos PERFIL DO ALUNO 2 INTRODUÇÃO As mudanças no mundo, hoje,

Leia mais

É com a mente que pensamos: pensar é ter uma mente que funciona e o pensamento exprime, precisamente, o funcionamento total da mente.

É com a mente que pensamos: pensar é ter uma mente que funciona e o pensamento exprime, precisamente, o funcionamento total da mente. A mente, sistema de construção do mundo A mente recolhe informações do ambiente e com elas cria representações. A representação não copia a informação interpreta-a. A informação em si não possui qualquer

Leia mais

Quem é o responsável pela Comunicação Interna na sua empresa?

Quem é o responsável pela Comunicação Interna na sua empresa? Quem é o responsável pela Comunicação Interna na sua empresa? Processos de Comunicação Interna e mensuração dos resultados na visão da Sodexo Benefícios e Incentivos TRAJETÓRIA Graduação em Comunicação

Leia mais

QUAL SOCIEDADE GLOBAL? UMA SOCIEDADE MAIS COLABORATIVA E INTEGRADA UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA, SUSTENTÁVEL E PACÍFICA

QUAL SOCIEDADE GLOBAL? UMA SOCIEDADE MAIS COLABORATIVA E INTEGRADA UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA, SUSTENTÁVEL E PACÍFICA QUAL SOCIEDADE GLOBAL? UMA SOCIEDADE MAIS COLABORATIVA E INTEGRADA UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA, SUSTENTÁVEL E PACÍFICA Reunir setores, atores e cidadãos para criarem juntos. Promover uma cultura de transformação

Leia mais

Plataforma da Informação. Fundamentos da Excelência

Plataforma da Informação. Fundamentos da Excelência Plataforma da Informação Fundamentos da Excelência Modelo de Excelência em Gestão Fundamentos da Excelência O Modelo de Excelência em Gestão estimula e apoia as organizações no desenvolvimento e na evolução

Leia mais

ÉTICA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA. PROFa. DRA. CARLA GIANI MARTELLI UNESP- FCL- ARARAQUARA

ÉTICA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA. PROFa. DRA. CARLA GIANI MARTELLI UNESP- FCL- ARARAQUARA ÉTICA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA PROFa. DRA. CARLA GIANI MARTELLI UNESP- FCL- ARARAQUARA VALORIZAÇÃO DA ÉTICA Clamor social por mais ética Padrões éticos e morais mais rigorosos no mundo todo Poderia existir

Leia mais

Práticas linguísticas, currículo escolar e ensino de língua: um estudo inicial.

Práticas linguísticas, currículo escolar e ensino de língua: um estudo inicial. Práticas linguísticas, currículo escolar e ensino de língua: um estudo inicial. Ana Letícia Carneiro de Oliveira (PIBIC /UEPG), Djane Antonucci Correa (Orientadora), e-mail: [email protected]

Leia mais

A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO ESCOLAR BRASILEIRA: AÇÃO GESTOR DEMOCRÁTICO DENTRO DA ESCOLA

A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO ESCOLAR BRASILEIRA: AÇÃO GESTOR DEMOCRÁTICO DENTRO DA ESCOLA A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO ESCOLAR BRASILEIRA: AÇÃO GESTOR DEMOCRÁTICO DENTRO DA ESCOLA EIXO: 2 - Políticas de Gestão e de Avaliação SOUZA, Rosa Arlene Prasser de 1 JESUS, Eliana Claudino de 2 RESUMO Este

Leia mais

Posicionamento: Centro de Referências em Educação Integral

Posicionamento: Centro de Referências em Educação Integral Posicionamento: Centro de Referências em Educação Integral 1. Conceito A Educação Integral (EI) é uma concepção que compreende que a educação deve garantir o desenvolvimento dos sujeitos em todas as suas

Leia mais

Índice. Capítulo I Introdução 1. Capítulo II O professor 17. Objectivo e questões do estudo 2. O contexto do estudo 9

Índice. Capítulo I Introdução 1. Capítulo II O professor 17. Objectivo e questões do estudo 2. O contexto do estudo 9 Capítulo I Introdução 1 Objectivo e questões do estudo 2 O contexto do estudo 9 Capítulo II O professor 17 O conhecimento profissional do professor 19 O professor é um profissional 19 A natureza do conhecimento

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO ENSINO E APRENDIZADO DA CARTOGRAFIA NOS DIFERENTES NÍVEIS DE FORMAÇÃO

DIAGNÓSTICO DO ENSINO E APRENDIZADO DA CARTOGRAFIA NOS DIFERENTES NÍVEIS DE FORMAÇÃO DIAGNÓSTICO DO ENSINO E APRENDIZADO DA CARTOGRAFIA NOS DIFERENTES NÍVEIS DE FORMAÇÃO Adriana Aparecida Silva 1 Fabrícia Alves da Silva 2 Pôster GT - Geografia Resumo O ensino e aprendizado da cartografia

Leia mais

ENSINO MÉDIO: INOVAÇÃO E MATERIALIDADE PEDAGÓGICA EM SALA DE AULA 1. Palavras-Chave: Ensino Médio. Inovação Pedagógica. Pensamento docente.

ENSINO MÉDIO: INOVAÇÃO E MATERIALIDADE PEDAGÓGICA EM SALA DE AULA 1. Palavras-Chave: Ensino Médio. Inovação Pedagógica. Pensamento docente. ENSINO MÉDIO: INOVAÇÃO E MATERIALIDADE PEDAGÓGICA EM SALA DE AULA 1 RESUMO Letícia Ramos da Silva 2 Trata-se de um estudo que apresenta os resultados de uma pesquisa qualitativa realizada em quatro escolas

Leia mais

Análise da proposta da BNCC para o Ensino Médio - Área de Linguagens e suas Tecnologias

Análise da proposta da BNCC para o Ensino Médio - Área de Linguagens e suas Tecnologias Análise da proposta da BNCC para o Ensino Médio - Área de Linguagens e suas Tecnologias Introdução e orientações Professores e professoras, Nesta atividade, vamos examinar a proposta da Base Nacional Comum

Leia mais

Sebastião Gomes Ferreira. Competências Gerais da BNCC. 06/02 10:00h 30min.

Sebastião Gomes Ferreira. Competências Gerais da BNCC. 06/02 10:00h 30min. Sebastião Gomes Ferreira Competências Gerais da BNCC 06/02 10:00h 30min. COMPETÊNCIAS GERAIS NA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR Sebastião Gomes Ferreira Prof. Esp. Em educação Articulador ProBNCC do Conselho

Leia mais

AS RELAÇÕES DE GÊNERO NA ESCOLA DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

AS RELAÇÕES DE GÊNERO NA ESCOLA DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 AS RELAÇÕES DE GÊNERO NA ESCOLA DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Introdução MIRTES APARECIDA ALMEIDA SOUSA Universidade Federal de Campina Grande Quando as crianças chegam à escola dos anos iniciais

Leia mais

O PAPEL DAS INTERAÇÕES PROFESSOR-ALUNO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA

O PAPEL DAS INTERAÇÕES PROFESSOR-ALUNO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA O PAPEL DAS INTERAÇÕES PROFESSOR-ALUNO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA Autor: Almir Lando Gomes da Silva (1); Co-autor: Antonio Fabio do Nascimento Torres (2); Coautor: Francisco Jucivanio

Leia mais

Aula 4 Cultura e Sociedade

Aula 4 Cultura e Sociedade Sociologia e Antropologia em Administraçã ção Aula 4 Cultura e Sociedade Profa. Ms. Daniela Cartoni Leitura para a aula DIAS, Reinaldo. Sociologia Geral. Campinas: Alinea, 2008. PLT 254 Capítulo 2 CONCEITO

Leia mais

SISTEMA ADAPTATIVO COMPLEXO PROFESSOR RODRIGO GOMES

SISTEMA ADAPTATIVO COMPLEXO PROFESSOR RODRIGO GOMES SISTEMA ADAPTATIVO COMPLEXO PROFESSOR RODRIGO GOMES O QUE É UM SISTEMA COMPLEXO? "As verdadeiras descobertas não consistem em visualizar novas terras, mas em ver com novos olhos Marcel Proust Para entender

Leia mais

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO PARA O EMPREENDEDORISMO SUSTENTÁVEL NAS ORGANIZAÇÕES 1

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO PARA O EMPREENDEDORISMO SUSTENTÁVEL NAS ORGANIZAÇÕES 1 PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO PARA O EMPREENDEDORISMO SUSTENTÁVEL NAS ORGANIZAÇÕES 1 Sandra Puhl Dos Santos 2, Helton Antonio Petrolli 3. 1 Projeto de Pesquisa - Atividade Prática Supervisionada- APS realizada

Leia mais

ELEMENTOS ARTÍSTICOS COMO ESTRATÉGIA DE SALA DE AULA PARA A INOVAÇÃO DO USO DO LAPTOP EDUCACIONAL NO CONTEXTO ESCOLAR

ELEMENTOS ARTÍSTICOS COMO ESTRATÉGIA DE SALA DE AULA PARA A INOVAÇÃO DO USO DO LAPTOP EDUCACIONAL NO CONTEXTO ESCOLAR ELEMENTOS ARTÍSTICOS COMO ESTRATÉGIA DE SALA DE AULA PARA A INOVAÇÃO DO USO DO LAPTOP EDUCACIONAL NO CONTEXTO ESCOLAR 09/2011 Novas Tecnologias em Educação Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Leia mais

Governança Social e Gestão de Redes Organizacionais

Governança Social e Gestão de Redes Organizacionais Governança Social e Gestão de Redes Organizacionais Profa. Marcia Paterno Joppert Prof. Humberto Falcão Martins 2013 ROTEIRO Governança colaborativa Redes Gestão de/em redes Um roteiro e um exemplo de

Leia mais

Dança em cadeira de rodas e inclusão. Prof. Dr. Maria Beatriz Rocha Ferreira

Dança em cadeira de rodas e inclusão. Prof. Dr. Maria Beatriz Rocha Ferreira Dança em cadeira de rodas e inclusão Prof. Dr. Maria Beatriz Rocha Ferreira No último século ocorreram mudanças sociais importantes no mundo. Podemos observar mudanças de comportamentos, de organização

Leia mais

RUDIGER, F. As teoria da Comunicação... WOLF, M. Teorias das Comunicações de Massa... TEORIA FUNCIONALISTA

RUDIGER, F. As teoria da Comunicação... WOLF, M. Teorias das Comunicações de Massa... TEORIA FUNCIONALISTA RUDIGER, F. As teoria da Comunicação... WOLF, M. Teorias das Comunicações de Massa... TEORIA FUNCIONALISTA LASSWELL... Pioneiro T. HIPODÉRMICA: visão linear do processo Meios de Comunicação para guiar/direcionar

Leia mais

LEITURA E COMPREENSÃO DE TEXTOS EM TURMAS DE ENSINO MÉDIO

LEITURA E COMPREENSÃO DE TEXTOS EM TURMAS DE ENSINO MÉDIO LEITURA E COMPREENSÃO DE TEXTOS EM TURMAS DE ENSINO MÉDIO Ana Rita Sabadin Bruna Bernardon Caroline Gasparini Franci Lucia Favero Universidade de Passo Fundo RS Iniciação à docência no contexto das relações

Leia mais

Socialização: características, mecanismos e agentes

Socialização: características, mecanismos e agentes Socialização: características, mecanismos e agentes Socialização (conceito): processo dinâmico através do qual os indivíduos aprendem valores, as regras e as práticas próprias da sociedade em que vivem.

Leia mais

PROCESSOS DE PLANEJAMENTO

PROCESSOS DE PLANEJAMENTO PROCESSOS DE PLANEJAMENTO Ana Claudia de Oliveira Machado. Geraldo Magela Campos Reis Patrícia Vitorino da Cruz Rafaela Oliveira de Souza Tatiana Santos Costa Não basta saber, é preciso aplicar. Não basta

Leia mais

TEMA 8 A Importância da Comunicação Excelente

TEMA 8 A Importância da Comunicação Excelente TEMA 8 A Importância da Comunicação Excelente Profa. Helenrose A da S Pedroso Coelho Conteúdo Nesta aula, você estudará: A comunicação excelente nas empresas. A importância da comunicação para a imagem

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Ética e Cidadania Organizacional Eixo Tecnológico: Gestão e

Leia mais

WEBINAR ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO E CRIATIVIDADE PARA OS NEGÓCIOS

WEBINAR ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO E CRIATIVIDADE PARA OS NEGÓCIOS WEBINAR ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO E CRIATIVIDADE PARA OS NEGÓCIOS O QUE VOCÊ VAI APRENDER 1. Os desafios da comunicação integrada nas empresas 2. Como ativamos o lado criativo da mente 3. Comunicação

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA. Jurídico Spread

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA. Jurídico Spread Jurídico Spread Ago/2018 SUMÁRIO 1. CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA 2. OBJETIVO 3. NOSSOS VALORES 4. NOSSOS PRINCÍPIOS ÉTICOS 4.1. NAS RELAÇÕES NO AMBIENTE DE TRABALHO 05 4.1.2. Diversidade e Inclusão 4.1.3. Respeito

Leia mais

Da Árvore da vida pessoal à arvore coletiva e organizacional. Ligia Pimenta Agosto de 2013

Da Árvore da vida pessoal à arvore coletiva e organizacional. Ligia Pimenta Agosto de 2013 Árvore da Vida Da Árvore da vida pessoal à arvore coletiva e organizacional. Ligia Pimenta [email protected] Agosto de 2013 Ponto de partida Quem somos? COMPARTILHAR SENTIDOS E SIGNIFICADOS Conexões

Leia mais

O desafio da transformação pela excelência em gestão

O desafio da transformação pela excelência em gestão O desafio da transformação pela excelência em gestão Conheça o novo Modelo de Excelência da Gestão - MEG 21ª Edição Gilmar Casagrande Sócio e Diretor da Casattos 23/08/2017 O PGQP, há 25 anos, mobiliza

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES: IDENTIDADE E SABERES DOCENTE

FORMAÇÃO DE PROFESSORES: IDENTIDADE E SABERES DOCENTE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: IDENTIDADE E SABERES DOCENTE Resumo Danielle de Sousa Macena- UFCG [email protected] Januzzi Gonçalves Bezerra UFCG [email protected] Janaina Gonçalves Bezerra

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Articulações entre áreas de conhecimento e tecnologia. Articulando saberes e transformando a prática PRADO, Maria Elisabette Brisola Brito. Articulações entre áreas

Leia mais

MÍDIAS DIGITAIS E REDES SOCIAIS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO ENSINO FUNDAMENTAL

MÍDIAS DIGITAIS E REDES SOCIAIS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO ENSINO FUNDAMENTAL MÍDIAS DIGITAIS E REDES SOCIAIS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO ENSINO FUNDAMENTAL Daniela Diesel Suzana Feldens Schwertner Centro Universitário UNIVATES Resumo: Para que os processos de ensino e de aprendizagem

Leia mais

Education and Cinema. Valeska Fortes de Oliveira * Fernanda Cielo **

Education and Cinema. Valeska Fortes de Oliveira * Fernanda Cielo ** Educação e Cinema Education and Cinema Valeska Fortes de Oliveira * Fernanda Cielo ** Rosália Duarte é professora do Departamento de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação, da PUC do Rio de

Leia mais

BNCC e a Educação da Infância: caminhos possíveis para um currículo transformador. Profa. Maria Regina dos P. Pereira

BNCC e a Educação da Infância: caminhos possíveis para um currículo transformador. Profa. Maria Regina dos P. Pereira BNCC e a Educação da Infância: caminhos possíveis para um currículo transformador Profa. Maria Regina dos P. Pereira Oficina Escuta, fala, pensamento e imaginação É preciso transformar a forma. Zilma de

Leia mais

O PIBID E OS JOGOS LÚDICOS COMO METODOLOGIA ALTERNATIVA DO ENSINO-APRENDIZAGEM DA QUÍMICA NO NÍVEL MÉDIO: JOGO DAS TRÊS PISTAS

O PIBID E OS JOGOS LÚDICOS COMO METODOLOGIA ALTERNATIVA DO ENSINO-APRENDIZAGEM DA QUÍMICA NO NÍVEL MÉDIO: JOGO DAS TRÊS PISTAS O PIBID E OS JOGOS LÚDICOS COMO METODOLOGIA ALTERNATIVA DO ENSINO-APRENDIZAGEM DA QUÍMICA NO NÍVEL MÉDIO: JOGO DAS TRÊS PISTAS Aline dos Santos Silva (UFCG); Gerlândia Estevam do Nascimento (UFCG); Israel

Leia mais

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL AULA 9 seções 3.3 e 3.4 Grupos e Equipes 1 Seção 3.3 GRUPOS E EQUIPES 2 Grupos Comportamento das pessoas sozinhas costuma ser diferente do que quando estão em grupos Grupo

Leia mais

FORMAS DE GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR: GESTÃO PARTICIPATIVA E HETEROGESTÃO.

FORMAS DE GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR: GESTÃO PARTICIPATIVA E HETEROGESTÃO. FORMAS DE GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR: AUTOGESTÃO, COGESTÃO, GESTÃO PARTICIPATIVA E HETEROGESTÃO. Disciplina de Administração do Terceiro Setor Profª. Mayara Abadia Delfino dos Anjos Ato

Leia mais

Gestão Estratégica da Informação Prof. Esp. André Luís Belini

Gestão Estratégica da Informação Prof. Esp. André Luís Belini Gestão Estratégica da Informação Prof. Esp. André Luís Belini Apresentação do Professor Formação Acadêmica: Bacharel em Sistemas de Informação Pós graduado em Didática e Metodologia para o Ensino Superior

Leia mais

REDE NACIONAL PRIMEIRA INFÂNCIA CARTA DE PRINCÍPIOS. 10 de Dezembro 2013

REDE NACIONAL PRIMEIRA INFÂNCIA CARTA DE PRINCÍPIOS. 10 de Dezembro 2013 REDE NACIONAL PRIMEIRA INFÂNCIA CARTA DE PRINCÍPIOS 10 de Dezembro 2013 I Denominação Fundada no Brasil em 16 de março de 2007, denomina-se REDE NACIONAL PRIMEIRA INFÂNCIA o conjunto de organizações da

Leia mais

Unidade II MODELOS DE LIDERANÇA. Prof. Gustavo Nascimento

Unidade II MODELOS DE LIDERANÇA. Prof. Gustavo Nascimento Unidade II MODELOS DE LIDERANÇA Prof. Gustavo Nascimento O líder como administrador de conflitos A dinâmica dos grupos organizacionais é marcada por diferentes conflitos, principalmente do tipo interpessoal,

Leia mais

O PAPEL DOS PROCESSOS MENTAIS NA VIDA QUOTIDIANA. Conhecimento, relacionamento e ação

O PAPEL DOS PROCESSOS MENTAIS NA VIDA QUOTIDIANA. Conhecimento, relacionamento e ação O PAPEL DOS PROCESSOS MENTAIS NA VIDA QUOTIDIANA Conhecimento, relacionamento e ação Conhecimento, relacionamento e ação A mente realiza-se através dos processos mentais, dos processos cognitivos, emocionais

Leia mais

APOSTILA III DINÂMICA DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS TOMADA DE DECISÃO

APOSTILA III DINÂMICA DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS TOMADA DE DECISÃO APOSTILA III DINÂMICA DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS TOMADA DE DECISÃO INTRODUÇÃO A mente humana parece ter sido desenhada para resolver questões simples de sobrevivência, possuindo estruturas que facilitam

Leia mais

O perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória

O perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória O perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória NOTA: Este documento, editável, pode ser modificado consoante as necessidades do utilizador e as características da audiência. 1 O Perfil dos Alunos

Leia mais

Teorias do Lazer. Pedro Athayde 20/04/2017

Teorias do Lazer. Pedro Athayde 20/04/2017 Teorias do Lazer Pedro Athayde 20/04/2017 Relembrar... Atividades de lazer: São atividades culturais, englobando diversos interesses humanos, suas diversas linguagens e manifestações; Podem ser efetuadas

Leia mais

NOSSOS PRINCÍPIOS, NOSSOS VALORES, NOSSA ATITUDE.

NOSSOS PRINCÍPIOS, NOSSOS VALORES, NOSSA ATITUDE. CÓDIGO DE CONDUTA NOSSOS PRINCÍPIOS, NOSSOS VALORES, NOSSA ATITUDE. Mensagem do presidente. Quando criamos a Heads Propaganda, em 1989, partíamos de um princípio: fazer uma agência que oferecesse comunicação

Leia mais

APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA ATRAVÉS DA GESTALT NO ENSINO DE FÍSICA

APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA ATRAVÉS DA GESTALT NO ENSINO DE FÍSICA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA ATRAVÉS DA GESTALT NO ENSINO DE FÍSICA Marina Nunes de Oliveira¹; Ericleiton Rodrigues de Macedo² (Orientador) 1. Estudante do curso de Licenciatura em Física do Instituto Federal

Leia mais

Fundação Luís Eduardo Magalhães Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração Pública

Fundação Luís Eduardo Magalhães Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração Pública Fundação Luís Eduardo Magalhães Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração Pública Compromisso com o novo A Fundação Luís Eduardo Magalhães tem o compromisso de estimular o desenvolvimento

Leia mais

COMPETÊNCIA DE PARCERIA

COMPETÊNCIA DE PARCERIA COMPETÊNCIA DE PARCERIA COSTACURTA JUNQUEIRA CEO do Instituto MVC [email protected] www.institutomvc.com.br Pano de Fundo PENSAR NA MELHOR PARCERIA DE SUA VIDA PENSAR NA PIOR PARCERIA DE SUA

Leia mais

NÃO ME ATRAPALHE, MÃE EU ESTOU APRENDENDO! COMO OS VIDEOGAMES ESTÃO PREPARANDO NOSSOS FILHOS PARA O SUCESSO NO SÉCULO XXI E COMO VOCÊ PODE AJUDAR?

NÃO ME ATRAPALHE, MÃE EU ESTOU APRENDENDO! COMO OS VIDEOGAMES ESTÃO PREPARANDO NOSSOS FILHOS PARA O SUCESSO NO SÉCULO XXI E COMO VOCÊ PODE AJUDAR? NÃO ME ATRAPALHE, MÃE EU ESTOU APRENDENDO! COMO OS VIDEOGAMES ESTÃO PREPARANDO NOSSOS FILHOS PARA O SUCESSO NO SÉCULO XXI E COMO VOCÊ PODE AJUDAR? Aline Nadal 1 Fernanda Batistela 2 PALAVRAS CHAVE: Jogos

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE AÇÕES INOVADORAS E AS TIPOLOGIAS DE INOVAÇÃO: UM ESTUDO A PARTIR DO SETOR TÊXTIL

RELAÇÃO ENTRE AÇÕES INOVADORAS E AS TIPOLOGIAS DE INOVAÇÃO: UM ESTUDO A PARTIR DO SETOR TÊXTIL RELAÇÃO ENTRE AÇÕES INOVADORAS E AS TIPOLOGIAS DE INOVAÇÃO: UM ESTUDO A PARTIR DO SETOR TÊXTIL FÁTIMA KATTIANA COELHO GOMES [email protected] AÍRTON FILHO NASCIMENTO DA COSTA [email protected] LAODICÉIA

Leia mais

Raciocínio clínico: conceito.... mas afinal o que é o raciocínio clínico?

Raciocínio clínico: conceito.... mas afinal o que é o raciocínio clínico? Raciocínio Clínico Profa. Dra. Juliana Nery de Souza Talarico Prof. Dra. Marina de Góes Salvetti Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo Raciocínio clínico:

Leia mais