Socialização: características, mecanismos e agentes
|
|
|
- João Guilherme Melgaço Gabeira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Socialização: características, mecanismos e agentes Socialização (conceito): processo dinâmico através do qual os indivíduos aprendem valores, as regras e as práticas próprias da sociedade em que vivem. Visa a integração do indivíduo nos múltiplos e variados grupos a que há de pertencer. Socialização primária ocorre na infância e adolescência e refere-se aos valores fundamentais e condutas básicas que permitem interagir com os outros (famílias) Socialização secundária novas aprendizagens aos longo da vida; adaptações e interiorizações de novas situações (escola, clubes, emprego...).
2 Socialização: características, mecanismos e agentes Características da Socialização É um processo: Duradouro (ao longo da vida); Dinâmico (permanente adaptação a novas situações); Global (abrange todos os setores da vida); Interativo (reciprocidade: influencia e é influenciado).
3 Socialização: características, mecanismos e agentes Mecanismos de Socialização Imitação; Aprendizagem; Identificação. Grupos de pertença Grupos de referência
4 Socialização: características, mecanismos e agentes Agentes de Socialização Família; Escola; Conflitos Meios de comunicação social. Integração social adaptação do indivíduo à sociedade.
5 Cultura: diversidade cultural, padrões de cultura e etnocentrismo cultural Cultura todos os elementos que caracterizam uma determinada sociedade Elementos de cultura Espirituais crenças, hábitos, valores, costumes, língua... Materiais alimentação, vestuário, habitação, instrumentos de trabalho...
6 Cultura: diversidade cultural, padrões de cultura e etnocentrismo cultural Cultura todos os elementos que caracterizam uma determinada sociedade Elementos de cultura Espirituais crenças, hábitos, valores, costumes, língua... Materiais alimentação, vestuário, habitação, instrumentos de trabalho...
7 Cultura: diversidade cultural, padrões de cultura e etnocentrismo cultural Elementos de cultura Espirituais valores Materiais tempo espaço Aquilo que os indivíduos valorizam Diversidade de valores: liberdade na adoção dos valores
8 Cultura: diversidade cultural, padrões de cultura e etnocentrismo cultural Padrões de cultura: modos de vida habituais e próprios de uma sociedade ou grupo e adotados pela maioria dos seus elementos. Diferentes modos de vida = diversidade cultural Desenvolvimento dos meios de transporte e de comunicação fomentam a diversificação cultural
9 Cultura: diversidade cultural, padrões de cultura e etnocentrismo cultural Padrões de cultura: modos de vida habituais e próprios de uma sociedade ou grupo e adotados pela maioria dos seus elementos. Diferentes modos de vida = diversidade cultural Desenvolvimento dos meios de transporte e de comunicação fomentam a diversificação cultural Cultura processo dinâmico: Homem produto e produtor de cultura
10 Cultura: diversidade cultural, padrões de cultura e etnocentrismo cultural Etnocentrismo cultural: julgar os padrões das outras culturas com bases nos nossos padrões culturais. Sobrevalorização da «nossa» cultura em detrimento da cultura dos «outros». Xenofobia, racismo...
11 Representações sociais As vivências fazem com que os indivíduos tenham uma imagem de si próprios e dos outros - representações É o processo com que os indivíduos interpretam e interiorizam a realidade e lhe dão significado Os indivíduos selecionam a informação que lhes chega do exterior, descontextualizam-na para, depois, construírem as suas representações sociais.
12 Representações sociais As representações sociais são construções simbólicas que, uma vez interiorizadas pelos indivíduos pela socialização, vão constituir-se como instrumentos que lhes permitem dar significado à informação que lhes chega da realidade social contribuindo desta forma para orientar as suas práticas sociais.
13 Representações sociais As representações sociais são construções simbólicas que, uma vez interiorizadas pelos indivíduos pela socialização, vão constituir-se como instrumentos que lhes permitem dar significado à informação que lhes chega da realidade social contribuindo desta forma para orientar as suas práticas sociais. Código simbólico signos e símbolos
14 Representações sociais
15 Representações sociais Os grupos sociais configuram as suas representações sociais que são determinadas pelas configurações sociais dominantes da sociedade em que se inserem
16 Interações sociais Interação social processo de interação (agir e reagir) com os indivíduos que nos rodeiam. Podem ser mais ou menos esporádico; pode ser mais ou menos profundo. Reação verbal (palavas) ou não verbal (gestos, expressões...) Nas situações do quotidiano, as reações podem acabar por ser tipificadas padrões de interação. Repetição de comportamentos base da estruturação da sociedade. Interação face a face Interação mediada Interação formal Interação informal Interação social: no tempo no espaço
17 Grupo social Grupo social conjunto de indivíduos que estabelecem entre si relações (interagem) de forma sistemática (relações diretas, contínuas e duradouras). Interesses e objetivos comuns estrutura e identidade própria sentimento de pertença Uniformização de condutas. Uniformização no pensar e agir Regras próprias e sanções
18 Grupo social
19 Grupo social Grupo de pertença SOCIALIZAÇÃO Diversidade de grupos Grupo de referência
20 Papel e estatuto social Desempenham funções Tipos de comportamento Indivíduos Papel social O comportamento que a sociedade espera por parte de quem desempenha uma determinada função Comportamentos comuns à função Comportamentos comuns à função independentemente de quem a executa
21 Papel e estatuto social Papel social conjunto de expectativas de comportamento padronizado em relação a cada uma das funções existentes numa sociedade.
22 Papel e estatuto social Estatuto social posição que um indivíduo ocupa num determinado grupo. Diferentes estatutos ao longo da vida Estatuto atribuído; Estatuto adquirido.
A cultura. A importância da cultura no processo de humanização
A cultura A importância da cultura no processo de humanização A cultura A capacidade do Homem de se adaptar ao meio, transformando-o, distingue-o dos outros animais. Para aprender e desenvolver a capacidade
SOCIALIZAÇÃO E CULTURA
SOCIALIZAÇÃO E CULTURA CULTURA Sentido comum Sentido sociológico -indivíduo com conhecimentos em vários domínios do saber -quando o indivíduo é portador de cultura, que varia de grupo social -cada grupo
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA Prova: 344 / 2015 12.º Ano de Escolaridade Formação
Objetivos 05/09/2017. Ao nascermos... Psicologia aplicada à nutrição
Psicologia aplicada à nutrição O indivíduo como sujeito social e sua relação com o seu ambiente Uma condição sócio-histórica Compreender a relação indissociável entre indivíduo e sociedade na subjetividade
Ψ AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE OLIVEIRA
Ψ AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE OLIVEIRA DE FRADES PSICOLOGIA B 12º ANO 2º Teste Ano lectivo 2010/2011 A prova é constituída por três grupos de itens: - O Grupo I testa objectivos de conhecimento, de compreensão
Sociedade e indivíduo. Cultura e socialização: cultura.
Sociedade e indivíduo Cultura e socialização: cultura. Todo este património de artefactos materiais ou espirituais em que o Homem se movimenta e de que se serve para satisfazer as suas necessidades físicas,
I N F O R M A Ç Ã O PROVA DE E Q U I V A L Ê N C I A À F R E Q U Ê N C I A
Ministério da Educação e Ciência Agrupamento de Escolas de Anadia Ano letivo de 2015-2016 I N F O R M A Ç Ã O PROVA DE E Q U I V A L Ê N C I A À F R E Q U Ê N C I A CICLO CÓDIGO - DISCIPLINA ANO DE ESCOLARIDADE
INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA
PROVA 344 INFORMAÇÃO- PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 12º Ano de Escolaridade CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS SOCIOLOGIA ANO LECTIVO 2011/2012 Tipo de prova: Escrita Duração (em minutos): 90 TEMAS CONTEÚDOS
2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL
GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE Cursos Científico-Humanísticos Ano Letivo 2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL SOCIOLOGIA (12º ano) Página 1 de 6 Competências Gerais Desenvolver a consciência dos direitos e
EAD- 622 FUNDAMENTOS DE CIÊNCIAS SOCIAIS O PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO
EAD- 622 FUNDAMENTOS DE CIÊNCIAS SOCIAIS O PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO Prof. André Fischer Monitora: Veronica PROCESSOS SOCIAIS Ser humano é um ser que interage (influência entre indivíduos) Interação cria
Aula 4 Cultura e Sociedade
Sociologia e Antropologia em Administraçã ção Aula 4 Cultura e Sociedade Profa. Ms. Daniela Cartoni Leitura para a aula DIAS, Reinaldo. Sociologia Geral. Campinas: Alinea, 2008. PLT 254 Capítulo 2 CONCEITO
O Indivíduo e a Sociedade
O Indivíduo e a Sociedade O Processo de Socialização A socialização é um processo dinâmico (exige interação) de interiorização dos padrões culturais, sob a influência de agentes socializadores significativos,
INFLUÊNCIA DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS
INFLUÊNCIA DAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA Def.: Grupo de pessoas unidas directamente por laços de parentesco, no qual os adultos assumem a responsabilidade de cuidar das crianças.
GLOSSÁRIO DE EDUCAÇÃO INTERCULTURAL:
GLOSSÁRIO DE EDUCAÇÃO INTERCULTURAL: ACULTURAÇÂO Mecanismo de mudança social desencadeada pelo estabelecimento de um contacto contínuo ou repetido, directo ou indirecto, entre culturas diferentes. A aculturação
Cultura e Sociedade. Giddens, capitulo 2
Cultura e Sociedade Giddens, capitulo 2 Cultura Aspectos da sociedade humana que são antes aprendidos do que herdados. São compartilhados e tornam possível o convívio social e a comunicação. Formam contextos
Socialização. Estrutura social Família : avô, avó, pai, mãe, filho, filha
Socialização Processo de aprendizagem de papéis. Todos os grupos são constituídos por um conjunto de posições sociais estruturadas; todos esperam determinados comportamentos uns dos outros. Estrutura social
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 12.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto) PROVA 140/C/5 Págs. Duração da prova: 120 minutos 2007 1.ª FASE PROVA ESCRITA DE PSICOLOGIA 1. CRITÉRIOS
Tal como aprendemos um jogo, jogando o, também aprendemos a viver, vivendo. Peter Worsley ( ) Sociólogo
Socialização Tal como aprendemos um jogo, jogando o, também aprendemos a viver, vivendo. Peter Worsley (1924 2013) Sociólogo As pessoas não são mais do que indivíduos socializados Todos os homens nascem
1.1. Creche Objectivos gerais
1.1. Creche 1.1.1. Objectivos gerais Os processos de ensino e aprendizagem deverão contribuir nesta primeira etapa da Educação para a Infância, para que as crianças alcancem os seguintes objectivos: -
OS NOVOS MOVIMENTOS SOCIAIS E OS ESPAÇOS DE EDUCAÇÃO NÃO- FORMAL. A Geografia Levada a Sério
OS NOVOS MOVIMENTOS SOCIAIS E OS ESPAÇOS DE EDUCAÇÃO NÃO- FORMAL 1 Lutar pela igualdade sempre que as diferenças nos discriminem. Lutar pela diferença sempre que a igualdade nos descaracterize. Boaventura
BEHAVIORISMO x COGNITIVISMO
BEHAVIORISMO x COGNITIVISMO CONSTRUTIVISMO Jean Piaget (1896-1980) Psicologia do desenvolvimento EPISTEMOLOGIA GENÉTICA embriologia mental Jean Piaget (1896-1980) Psicologia do desenvolvimento EPISTEMOLOGIA
O ESPAÇO NA PEDAGOGIA-EM- -PARTICIPAÇÃO
I O ESPAÇO NA PEDAGOGIA-EM- -PARTICIPAÇÃO Júlia Oliveira-Formosinho Filipa Freire de Andrade Introdução Espaço(s) em Participação Na Pedagogia -em-participação damos muita importância à organização do(s)
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIOECONÓMICAS- Grupo 430. Planificação Anual /Critérios de avaliação. Disciplina: SOCIOLOGIA 12.
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIOECONÓMICAS- Grupo 430 Planificação Anual /Critérios de avaliação Disciplina: SOCIOLOGIA 12.º ano 2016/2017 Domínio (Unidade/tema)
Material de escrita, caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta. Não é permitido o uso de lápis nem de corretor.
ESCOLA SECUNDÁRIA DE BARCELINHOS E N S I N O S E C U N D Á R I O Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março, alterado pelo Decreto-Lei n.º 50/2011 Ano Letivo 2016 / 2017 1ª E 2ª FASES Prova de Equivalência
EMENTAS DAS DISCIPLINAS
EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL Introdução ao Serviço Social A prática profissional no Serviço Social na atualidade: o espaço sócioocupacional que a particulariza e identifica;
Capítulo 9 Fundamentos do comportamento em grupo
Capítulo 9 Fundamentos do comportamento em grupo slide 1 Objetivos de aprendizagem Definir grupo e diferenciar seus vários tipos. Identificar os quatro estágios do desenvolvimento de grupos. Explicar como
(1) BLAU, P. M.; SCOTT, W. R. Organizações formais. São Paulo: Atlas, 1970.
(1) BLAU, P. M.; SCOTT, W. R. Organizações formais. São Paulo: Atlas, 1970. OBJETIVOS GERAL: Discutir as concepções de organizações sociais e organizações formais e informais ESPECÍFICOS: Apresentar concepções
Resolução CEB nº 3, de 26 de junho de Apresentado por: Luciane Pinto, Paulo Henrique Silva e Vanessa Ferreira Backes.
Resolução CEB nº 3, de 26 de junho de 1998 Apresentado por: Luciane Pinto, Paulo Henrique Silva e Vanessa Ferreira Backes. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. O Presidente
A identidade como fator distintivo entre os seres humanos
A identidade como fator distintivo entre os seres humanos Homem Unidade Diversidade Espécie humana Património genético único; tempo, sociedade e cultura diferentes Eu sou único Eu sou eu, diferente de
Construindo a cultura através da comunicação
Construindo a cultura através da comunicação Assessoria de Imprensa O que é Cultura Organizacional? Conjunto de hábitos e crenças estabelecidos através de normas, valores, atitudes e expectativas compartilhados
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DA ARTE E EXPRESSIVIDADE Ano Lectivo 2015/2016
Programa da Unidade Curricular PSICOLOGIA DA ARTE E EXPRESSIVIDADE Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Comunicação e Multimédia 3. Ciclo de Estudos
8 Os contextos afectam os comportamentos dos indivíduos. Explica esta afirmação. O contexto de vida de cada um, o conjunto dos seus sistemas
1 Quais as principais características do modelo ecológico do desenvolvimento humano? A perspectiva ecológica do desenvolvimento humano encara-o como um processo que decorre ao longo do tempo e a partir
Disciplina: Comunicação e Extensão Rural O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO EM EXTENSÃO RURAL ANTONIO LÁZARO SANT ANA
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO CAMPUS DE ILHA SOLTEIRA Disciplina: Comunicação e Extensão Rural O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO EM EXTENSÃO RURAL ANTONIO LÁZARO SANT ANA OUTUBRO 2016
O PAPEL DOS PROCESSOS MENTAIS NA VIDA QUOTIDIANA. Conhecimento, relacionamento e ação
O PAPEL DOS PROCESSOS MENTAIS NA VIDA QUOTIDIANA Conhecimento, relacionamento e ação Conhecimento, relacionamento e ação A mente realiza-se através dos processos mentais, dos processos cognitivos, emocionais
A TEORIA SÓCIO-CULTURAL DA APRENDIZAGEM E DO ENSINO. Leon S. Vygotsky ( )
A TEORIA SÓCIO-CULTURAL DA APRENDIZAGEM E DO ENSINO Leon S. Vygotsky (1896-1934) O CONTEXTO DA OBRA - Viveu na União Soviética saída da Revolução Comunista de 1917 - Materialismo marxista - Desejava reescrever
Elementos da narrativa. Acção. Tempo. Espaço. Personagens. Narrador. Modos de Expressão e representação. Narratário
Elementos da narrativa Acção Tempo Espaço Personagens Narrador Modos de Expressão e representação Narratário O texto narrativo Conta acontecimentos ou experiências conhecidas ou imaginadas, o que implica
PSICOLOGIA SOCIAL I. Psicologia Geral e Psicologia Social. De que trata a Psicologia Social? 21/08/2016
PSICOLOGIA SOCIAL I A psicologia social e seu objeto de estudo: QUESTÕES PRELIMINARES Profa. Dra. Rosana Carneiro Tavares A HISTÓRIA DA PSICOLOGIA SOCIAL ÁREAS DE ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO De que trata a Psicologia
COLÉGIO LA SALLE BRASÍLIA
COLÉGIO LA SALLE BRASÍLIA SGAS Quadra 906 Conjunto E Brasília - DF Telefone: (61) 3443-7878 Site: www.lasalledf.com.br E-mail: [email protected] DIRETRIZES CURRICULARES Série: Maternal 2 1º Período
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GAVIÃO. Ano letivo Turma: Docente Responsável pelo projeto:
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GAVIÃO Escola Ano letivo 2013-2014 Turma: Docente Responsável pelo projeto: SEXUALIDADE (...) É um aspeto central do ser humano, que acompanha toda a vida e que envolve o sexo,
EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS
EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS
SOCIOLOGIA UNIDADE 5: SOCIALIZAÇÃO
SOCIOLOGIA UNIDADE 5: SOCIALIZAÇÃO CONTEÚDO DA UNIDADE # Socialização # Teorias de socialização infantil # Agentes de socialização #Ressocialização #Papéis Sociais # Socialização ao longo da vida SOCIALIZAÇÃO
PRINCÍPIOS BÁSICOS OS AGREGADOS SOCIAIS O GRUPO
PRINCÍPIOS BÁSICOS OS AGREGADOS SOCIAIS O GRUPO AGREGADOS: Constituem uma reunião de pessoas frouxamente aglomeradas que, apesar da proximidade física, tem um mínimo de comunicação e de relações sociais.
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA DE ILHA SOLTEIRA DISCIPLINA SOCIOLOGIA E ÉTICA NATUREZA, CULTURA E SOCIEDADE
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA DE ILHA SOLTEIRA DISCIPLINA SOCIOLOGIA E ÉTICA NATUREZA, CULTURA E SOCIEDADE Prof. Antonio Lázaro Sant Ana ILHA SOLTEIRA SP SETEMBRO - 2017 OS SIGNIFICADOS
Anais Semana de Geografia. Volume 1, Número 1. Ponta Grossa: UEPG, ISSN PAISAGEM E IDENTIDADE: ALGUMAS ABORDAGENS
PAISAGEM E IDENTIDADE: ALGUMAS ABORDAGENS 111 MIRANDA, Everton NABOZNY, Almir Introdução A relação entre paisagem-identidade constrói-se um jogo sem fim, onde as identidades são construídas ao longo do
UNIDADE 1 ENTRADA NA VIDA (a especificidade do ser humano)
ANO : 12º PSICOLOGIA B Curso Científico-Humanístico p.1/4 COMPETÊNCIAS A UNIDADE 1 ENTRADA NA VIDA (a humano) TEMA 1: ANTES DE MIM A genética, o cérebro e a cultura (12 aulas de 90`) ADN, genes e cromossomas.
Proposta de Política de Comunicação da Universidade Tecnológica Federal do Paraná
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ REITORIA Proposta de Política de Comunicação da Universidade Tecnológica Federal do Paraná OBS: Política elaborada pela comissão designada
EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS
EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS
RUDIGER, F. As teoria da Comunicação... WOLF, M. Teorias das Comunicações de Massa... TEORIA FUNCIONALISTA
RUDIGER, F. As teoria da Comunicação... WOLF, M. Teorias das Comunicações de Massa... TEORIA FUNCIONALISTA LASSWELL... Pioneiro T. HIPODÉRMICA: visão linear do processo Meios de Comunicação para guiar/direcionar
PARTE I ENQUADRAMENTO TEÓRICO
PARTE I ENQUADRAMENTO TEÓRICO CAPÍTULO 1 ESTILOS EDUCATIVOS PARENTAIS Ao longo deste capítulo serão apresentadas breves definições sobre o conceito de família, tendo em atenção diferentes autores que contribuíram
Classes sociais, mobilidade social e movimentos sociais. Desigualdades sociais e identidades sociais
Desigualdades sociais e identidades sociais Desigualdade social uma desigualdade social consiste, sobretudo, num grau desigual de acesso a bens, serviços ou oportunidades, situação criada pela própria
Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André
Objetivos Gerais: Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André # Promover as competências necessárias para as práticas de leitura e escrita autônomas
DESENVOLVIMENTO COGNITIVO
Rede7 Mestrado em Ensino do Inglês e Francês no Ensino Básico ÁREAS DE DESENVOLVIMENTO: DESENVOLVIMENTO COGNITIVO A Epistemologia Genética de Jean Piaget Apontamentos biográficos Pressupostos básicos Conceitos
ESTRUTURA, FORMATO E OBJETIVOS DA ESCOLA DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO (EPEM)
1 REDEENSINAR JANEIRO DE 2001 ESTRUTURA, FORMATO E OBJETIVOS DA ESCOLA DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO (EPEM) Guiomar Namo de Mello Diretora Executiva da Fundação Victor Civita Diretora de Conteúdos da
Colégio Valsassina. Modelo pedagógico do jardim de infância
Colégio Valsassina Modelo pedagógico do jardim de infância Educação emocional Aprendizagem pela experimentação Educação para a ciência Fatores múltiplos da inteligência Plano anual de expressão plástica
Introdução à obra de Wallon
Henri Wallon Introdução à obra de Wallon A atividade da criança: conjunto de gestos com significados filogenéticos de sobrevivência. Entre o indivíduo e o meio há uma unidade indivisível. A sociedade é
Desenvolvimento cognitivo
ATIVAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO PSICOLÓGICO Mestrado em Psicologia da Educação Ano Lectivo 2011/2012 PRINCIPAIS TEORIAS: DESENVOLVIMENTO COGNITIVO A Epistemologia Genética de Jean Piaget Apontamentos biográficos
Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 3. Comunicação. Contextualização. Motivação dos Talentos Humanos. Instrumentalização
Gestão de Recursos Humanos Aula 3 Profa. Me. Ana Carolina Bustamante Organização da Aula Comunicação nas empresas Motivação dos talentos humanos Comunicação Processo de comunicação Contextualização Barreiras
Designação do Módulo: Técnicas de Animação
Módulo N.º 3258 Designação do Módulo: Técnicas de Animação Planificar e dinamizar a animação com caráter interdisciplinar, como forma de desenvolver competências e autonomias. Expressão livre e animação
Serão as emoções importantes? Sim
As emoções Emoções Uma reação complexa a estímulos externos (mais frequentemente) e também a estímulos internos, que se traduz em reações fisiológicas, comportamentais, cognitivas, afetivas, sentimentais
Planificação Anual Área de Integração 12º Ano de Escolaridade Turma C Curso Profissional de Técnico de Secretariado. Ano Letivo 2016/2017
Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas Planificação Anual Área de Integração 12º Ano de Escolaridade Turma C Curso Profissional de Técnico de Secretariado Ano Letivo 2016/2017 Professor
CURRÍCULO. Profª. Paula Regina Costa Ribeiro Profª. Raquel Pereira Quadrado
FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SISTEMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL ESPECIALIZAÇÃO EM TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO CURRÍCULO Profª. Paula Regina Costa Ribeiro Profª.
E S C O L A S E C U N D Á R I A D E C A L D A S D A S T A I P A S
MÓDULO 1 Área I A Pessoa Unidade Temática 1 O SUJEITO LÓGICO-PSICOLÓGICO Tema-problema: 1.2 PESSOA E CULTURA DURAÇÃO DE REFERÊNCIA (AULAS): 15 APRESENTAÇÃO: Com este Tema-problema reconhecer-se-á que partilhamos
GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS. Prof. Walfredo Ferreira
GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS Prof. Walfredo Ferreira Estrutura do estudo: (Onde estamos no programa?) O Ambiente dos Negócios Internacionais o Aspectos culturais dos negócios internacionais o Aspectos
TEORIAS DA APRENDIZAGEM
TEORIAS DA APRENDIZAGEM Professora Mônica Caetano Vieira da Silva UNIDADE DE ESTUDO 08 HENRI WALLONS E A PSICOGÊNESE DA PESSOA Henri Wallon nasceu na França em 1879. Dedicou-se ao estudo da medicina, filosofia
Comportamento do consumidor (Pensamentos, sentimentos e ações). a
Comportamento do consumidor (Pensamentos, sentimentos e ações). a Antes de 1990- Visão de consumidor Depois de 1990- Visão de cliente indivíduos, com suas necessidades entendidas e atendidas individualmente.
Pensamento e linguagem
Pensamento e linguagem Função da linguagem Comunicar o pensamento É universal (há situações que nem todos sabem fazer), mas todos se comunicam Comunicação verbal Transmissão da informação Características
Para: Psicologia B. Escolas João de Araújo Correia. Objeto da Avaliação. Caracterização da Prova. Informação - Prova de Equivalência à Frequência
Psicologia B Prova 340 2016 Tipo de Prova Escrita Secundário Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Para: Reprografias Portal do Agrupamento Diretores de Turma Associação de Pais e Encarregados de Educação
Teoria e Análise das Organizações. Prof. Dr. Onofre R. de Miranda Setembro, 2014
Teoria e Análise das Organizações Prof. Dr. Onofre R. de Miranda Setembro, 2014 OBJETIVOS OBJETIVO GERAL: Ressaltar a organização enquanto objeto de estudo científico; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: o Comparar
MODELO PEDAGÓGICO. (Niza, 1989).
MODELO PEDAGÓGICO O modelo pedagógico do MEM afirma que o desenvolvimento da criança vai para além das atividades individuais de compreensão do mundo. A criança também se desenvolve a partir de contatos
Centro Social Monsenhor Júlio Martins
Centro Social Monsenhor Júlio Martins Plano Anual de Atividades 2014/2015 Tema do Projeto Educativo: Brincar a Aprender Tema do Projeto Curricular de Turma: Descobrir com as emoções Sala dos 3,4 e 5 anos
CURSO O JOGO COMO ESPAÇO DE ALFABETIZAÇÃO CORPORAL II FORMAÇÃO INTERNACIONAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR. Prof. Fabio D Angelo Novembro 2017
II FORMAÇÃO INTERNACIONAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR MÓDULO 4 EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL CURSO O JOGO COMO ESPAÇO DE ALFABETIZAÇÃO CORPORAL Prof. Fabio D Angelo Novembro 2017 O JOGO
Comportamento do Consumidor
Comportamento do Consumidor FATORES QUE INFLUENCIAM O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR PROF. JEFFERSON GARRIDO - Conjunto de valores incorporados (valores, percepções, preferências) - Dependem da subcultura
FORMAÇÃO CÍVICA E HUMANA
Escola Secundária/3 de Barcelinhos ANO LETIVO 2012-2013 FORMAÇÃO CÍVICA E HUMANA 3.º Ciclo Ensino Básico A) ORIENTAÇÕES PROGRAMÁTICAS B) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ÍNDICE A) ORIENTAÇÕES PROGRAMÁTICAS 1. INTRODUÇÃO
LER E ESCREVER SÃO COISAS DE CRIANÇAS?
LER E ESCREVER SÃO COISAS DE CRIANÇAS? II Encontro Orientadores de Estudo PNAIC A criança no ciclo de alfabetização Mônica Correia Baptista [email protected] Professora Departamento de Administração
Informação - Prova de Equivalência à Frequência Sociologia Código da Prova º Ano de Escolaridade
Disciplina Sociologia Código 344 2013/2014 Informação - Prova de Equivalência à Frequência Sociologia Código da Prova 344 2014 12.º Ano de Escolaridade 1. Introdução As informações sobre a prova apresentadas
PROFESSORES REFLEXIVOS EM UMA ESCOLA REFLEXIVA. ALARCÃO, ISABEL 4ª ed., São Paulo, Cortez, 2003
PROFESSORES REFLEXIVOS EM UMA ESCOLA REFLEXIVA ALARCÃO, ISABEL 4ª ed., São Paulo, Cortez, 2003 CAP. 1 Alunos, professores e escola face à sociedade da informação A sociedade da informação em que vivemos;
PIERRE BOURDIEU PODER SIMBÓLICO
PIERRE BOURDIEU 1930-2002 PODER SIMBÓLICO Construtivismo Estruturalista Superação do pensar por dicotomias mundo social construido no pasado (historicidade) formas sociais (passado) são reproduzidas, apropriadas,
PROJETO DE LÍNGUA PORTUGUESA
ASSOCIAÇÃO ESCOLA 31 DE JANEIRO 2012/13 PROJETO DE LÍNGUA PORTUGUESA TRANSVERSALIDADE NA CORREÇÃO DA ESCRITA E DA EXPRESSÃO ORAL DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS E CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS INTRODUÇÃO A língua
A Economia e o problema económico. A Economia no contexto das ciências sociais
A Economia no contexto das ciências sociais Realidade social Objeto de estudo das ciências sociais Conjunto dos seres humanos e das relações que resultam da vida em grupo. O estudo da realidade social
24/07/2014. As origens da Sociologia. A questão do conhecimento
Tema 1: O enfoque do Positivismo para a Educação Professora Ma. Mariciane Mores Nunes As origens da Sociologia Sociologia: ciência que explica a dinâmica das sociedades contemporâneas. Envolve: herança
Submissão de Resumos Sessões de Comunicação Coordenada. Dados Gerais da Sessão de Comunicação Coordenada
Submissão de Resumos Sessões de Comunicação Coordenada Dados Gerais da Sessão de Comunicação Coordenada Área temática: Discurso, Cultura e Identidade Título da Sessão: Práticas identitárias de constituição
RESENHA. Sociologia da infância
RESENHA Sociologia da infância Giselle Reznik Wajsbrot Zlot 1 [email protected] Luciana Gandarela Chamarelli 2 [email protected] CORSARO, William A. Sociologia da infância. Trad. Lia Gabriele
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO PARA O
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO PARA O ENSINO PRÉ-ESCOLAR 1/11 De acordo com a Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007, de 17 de Outubro da DGIDC (Gestão do Currículo na Educação Pré-escolar) a avaliação é um elemento
Posicionamento: Centro de Referências em Educação Integral
Posicionamento: Centro de Referências em Educação Integral 1. Conceito A Educação Integral (EI) é uma concepção que compreende que a educação deve garantir o desenvolvimento dos sujeitos em todas as suas
DIMENSÕES DA ALIENAÇÃO
IDEOLOGIA MÓDULO 11 INTRODUÇÃO Tudo em nosso mundo tem uma ideia atrás de si. Tudo tem um conjunto de concepções ideológicas que buscam nos fazer pensar, sentir e agir dentro de determinado padrão. ALIENAÇÃO
Informação-Prova de PSICOLOGIA B Prova º Ano de Escolaridade
ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JOSÉ AFONSO Informação-Prova de PSICOLOGIA B Prova 340 2014 12º Ano de Escolaridade Objeto de avaliação A prova a que esta informação se refere incide nos conhecimentos e nas competências
VISÃO DE MUNDO E CTS
VISÃO DE MUNDO E CTS Visão de mundo A visão de mundo caracteriza-se como um conjunto pré-estabelecido de suposições que dá suporte para a formação da visão da realidade (CORBEN, 1991,1996) e constitui
Abordagem Inclusiva em um Programa de Qualidade de Vida
Abordagem Inclusiva em um Programa de Qualidade de Vida Abordagem inclusiva em um programa de qualidade de vida Iran Cosme Pereira Mestre em Engenharia de Produção pela UFPE, Especialista em Engenharia
VYGOTSKY Teoria sócio-cultural. Manuel Muñoz IMIH
VYGOTSKY Teoria sócio-cultural Manuel Muñoz IMIH BIOGRAFIA Nome completo: Lev Semynovich Vygotsky Origem judaica, nasceu em 5.11.1896 em Orsha (Bielo- Rússia). Faleceu em 11.6.1934, aos 37 anos, devido
Resumo - Parte 4. Cultura e Sociedade. Sugestão de leitura: DIAS, Reinaldo. Sociologia Geral. Campinas: Alinea, (PLT 254) Capítulo 2.
Disciplina: Sociologia e Antropologia Aplicadas à Administração Profa: Daniela Cartoni Resumo - Parte 4 Cultura e Sociedade Sugestão de leitura: DIAS, Reinaldo. Sociologia Geral. Campinas: Alinea, 2010.
MODELO DE OCUPAÇÃO HUMANA TERAPIA CENTRADA NO IDOSO
MODELO DE OCUPAÇÃO HUMANA TERAPIA CENTRADA NO IDOSO Paula Portugal 15 de Maio de 2004 Algumas pessoas à medida que vão envelhecendo, não perdem a beleza; apenas a transferem para o coração. Martin Buxbaun
Pobreza fenómeno complexo e multidimensional Várias formas de a medir
Pobreza fenómeno complexo e multidimensional Várias definições Várias formas de a medir Carência de recursos materiais para satisfazer as necessidades básicas (vestuário, alimentação, saúde, habitação,
Colégio Santa Dorotéia
Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências Humanas Disciplina: Série: 1ª Ensino Médio Professora: Erika Vilas Boas Atividades para Estudos Autônomos Data: 5 / 9 / 2016 Aluno(a): N o : Turma: INTRODUÇÃO Este
Ensino em arquitetura e urbanismo: meios digitais e processos de projeto
PROJETO DE PESQUISA PÓS-DOUTORADO Ensino em arquitetura e urbanismo: meios digitais e processos de projeto Candidata: Mayara Dias de Souza Supervisor: Prof. Associado Dr. Marcelo Tramontano 1 RESUMO Reflexões
Educação do Campo e Sociologia da Infância: representações, lugares e contextos. Andréia Sol Lisandra Ogg Gomes
Educação do Campo e Sociologia da Infância: representações, lugares e contextos Andréia Sol Lisandra Ogg Gomes Não há docência sem discência 1 1) Representações: de crianças e adultos. 2) Lugares e
