Intervenção Pública na década de 90:
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- Nina Filipe Estrada
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1 Intervenção Pública na década de 90: Uma análise dos impactos espaciais do Programa Rio-Cidade no mercado imobiliário da cidade do Rio de Janeiro Andrea Paulo da Cunha PULICI Observatório Imobiliário e de Políticas do Solo IPPUR/UFRJ O trabalho pretende analisar o impacto do Programa Rio-Cidade nas alterações espaciais na cidade do Rio de Janeiro e alterações no gradiente de preços fundiários e imobiliários urbanos. O Programa Rio-Cidade promoveu um conjunto de intervenções de natureza urbanística e de paisagismo urbano ao longo da década de 90 e alterou de forma significativa a imagem e a valoração de um conjunto de bairros da cidade do Rio de Janeiro. O resultado de nossa análise procura identificar as alterações promovidas pelo Programa Rio-Cidade no mercado imobiliário destes bairros e identificar se o principal objetivo do Programa foi alcançado criar novas centralidades na cidade do Rio de janeiro. Para analisarmos o impacto espacial do Programa, iremos utilizar as seguintes variáveis: variação demográfica, dados das transações imobiliárias realizadas na década de 90 na cidade do Rio de janeiro, dados sócio-demográficos dos censos IBGE 1991 e 2000, lançamentos imobiliários da Associação de Dirigentes de Imóveis ADEMI e dados de arrecadação de impostos imobiliários ITBI imposto de transmissão de bens e Imóveis inter-vivos e IPTU imposto predial de tributação urbana. Por fim, faremos uma simulação se os bairros que foram objeto da intervenção do Rio-Cidade foram capazes de capturar mais-valia imobiliária e quem foi o beneficiário desta mais-valia. Proceedings of 7VCT, Lisbon, Portugal, October
2 Rio Cidade: Melhoria urbanística ou projeto de reestruturação urbana? As obras do Rio Cidade atenderam os principais corredores de passagem da cidade, desde a zona sul até a zona oeste. Procuramos avaliar este impacto nos 15 bairros que receberam o projeto, no intuito de verificar se estas intervenções se resumem a apenas melhorias urbanísticas ou se realmente influenciaram na estruturação interna destes bairros através da compreensão do funcionamento do mercado imobiliário destes bairros. Tentamos construir este capítulo em etapas. No primeiro momento serão analisados os dados de população do IBGE para verificação da variação populacional destes bairros. No segundo momento, iremos avaliar as mudanças ocorridas no mercado imobiliário, onde tentamos avaliar se houve mudança na composição do mercado imobiliário bairro a bairro e mudanças de estoque nesta década e se essas mudanças ocorreram em função do Rio Cidade. 1. Dinâmica Populacional Conforme podemos avaliar na tabela 1, enquanto a cidade do Rio de Janeiro tem um crescimento positivo de 1,29 quase todos os bairros do projeto apresentam uma variação populacional negativa no período de 1991 a 1996, com exceção dos bairros de Campo Grande e Ilha do Governador. Como uma primeira conclusão temos que os bairros que sofreram intervenção do Rio Cidade apresentam após as obras variação demográfica positiva bastante significativa, modificando o quadro de esvaziamento demográfico no qual se encontravam. Tabela 1 Variação demográfica dos bairros do Projeto Rio Cidade BAIRROS variação 2000 variação A B B/A C C/B Rio de Janeiro Centro Catete Copacabana Ipanema Leblon Tijuca Vila Isabel Bonsucesso Penha Méier Madureira Ilha do Governador Campo Grande Fonte dos dados: Censos demográficos 1991 e 2000 e contagem da população 1996, IBGE. 694 Proceedings of 7VCT, Lisbon, Portugal, October 2011
3 2. Dinâmica Imobiliária Em relação ao mercado imobiliário, temos que o Rio-Cidade foi capaz de reaquecer os mercados imobiliários dos bairros beneficiados, não só aumentando a rotatividade do estoque mais atraindo novos lançamentos imobiliários em áreas que se encontravam em processos de deterioração. No período imediatamente após as obras percebemos uma maior liquidez destes mercados e uma mudança na composição das transações realizadas. Além disso, observamos por parte do capital incorporador uma tentativa de introduzir novas tipologias para alguns bairros estudados no intuito de atrair novas demandas. Podemos destacar o aumento das transações com imóveis comerciais, resultado da melhora no paisagismo urbano, através do reordenamento das ruas, criação de espaços públicos, parqueamentos e melhoras urbanísticas. Este processo foi capaz de atrair novos investimentos demonstrados a partir da introdução de grandes franquias e restaurantes em vários destes bairros. Tabela 2 - Estoque imobiliário transeto Centro-Vila Isabel durante a década de 90 Fonte dos Dados: Secretaria Municipal de Fazenda da cidade do Rio de Janeiro,2004. Organizada por Proceedings of 7VCT, Lisbon, Portugal, October
4 Tabela 3 - Relação transações realizadas/estoque dos imóveis residenciais Fonte dos Dados: Secretaria Municipal de Fazenda da cidade do Rio de Janeiro,2004. Organizada por Tabela 4- Relação das transações imobiliárias nos bairros do Rio-Cidade/total transações da cidade Fonte dos Dados: Secretaria Municipal de Fazenda da cidade do Rio de Janeiro,2004. Organizada por 696 Proceedings of 7VCT, Lisbon, Portugal, October 2011
5 O que podemos perceber é que temos um aumento no peso das transações destes bairros nos totais da cidade. Em todos os bairros no período compreendido entre as obras e imediatamente após temos um percentual de transações em relação ao total da cidade maior do que no período que precede as intervenções. 3. Relação arrecadação ITBI bairros analisados pelo total arrecadado pela cidade Quando analisamos os dados de preços e impostos arrecadados, podemos verificar um incremento do valor real dos preços praticados nestes bairros, ou seja, chegamos a conclusão de que os projetos do Rio Cidade foram capazes de gerar mais-valias para estes bairros. Mas, através da análise do montante arrecadado pelos cofres públicos através dos impostos urbanos ITBI e IPTU, temos que esta mais-valia foi apropriada pelos capitais privados, pois se somarmos o montante arrecadado com os 2 impostos e compararmos com o total investido pela municipalidade, não conseguimos capturar nem 20% do valor investido. Tabela 5 - Relação arrecadação ITBI nos bairros analisados/ arrecadação total cidade Fonte dos dados: Secretaria Municipal de Fazenda da cidade do Rio de Janeiro, Organizado por As intervenções urbanísticas do Rio Cidade foram capazes de aumentar o número de transaç0ões imobiliárias e o estoque imobiliário em todos os bairros analisados. Já verificamos também um aumento da arrecadação dos 2 principais impostos prediais ITBI e IPTU. Proceedings of 7VCT, Lisbon, Portugal, October
6 Tabela 6 - Valor arrecadado ITBI (valores deflacionados para 2004) Fonte dos dados: Secretaria Municipal de Fazenda da cidade do Rio de Janeiro, Organizado por Tabela 7: Relação entre arrecadação dos impostos ITBI e IPTU com os investimentos realizados Fonte dos dados: Secretaria Municipal de Fazenda da cidade do Rio de Janeiro, Organizado por 698 Proceedings of 7VCT, Lisbon, Portugal, October 2011
7 Tabela 8 Preços relativos a média da cidade(média da cidade=100) Fonte dos dados: Secretaria Municipal de Fazenda da cidade do Rio de Janeiro, Organizado por Conclusão: A pergunta que realizamos ao final do capítulo foi Se as convenções urbanas definem como, onde e para quem produzir, será que o fator acessibilidade seria capaz de redirecionar a atuação do capital imobiliário, ou poderia criar novas convenções urbanas? Será que podemos definir a acessibilidade como definidora de novas convenções urbanas? E como fica o papel de projetos de intervenção regulatória/urbanística como o Rio-Cidade na estruturação urbana da cidade do Rio de Janeiro? O que pudemos perceber ao longo deste trabalho foi que o Rio Cidade foi capaz de alterar de forma significativa a estrutura interna destes bairros. Ao longo do capítulo 4 percebemos que houve uma alteração na dinâmica populacional em todos os bairros analisados; bairros que estavam perdendo população antes das intervenções no período após obras conseguiram reverter esta tendência. O que pretendemos trazer para o debate na cidade do Rio de Janeiro é que a cada novos investimentos feitos pelos cofres públicos novas mais-valias são geradas, e elas sempre serão capturadas, seja pelo capital público seja pelo capital privado. Assim, um instrumento de captura de mais-valia poderia ser definido como uma ferramenta para recuperar para a população como um todo o incremento do valor da terra advindo de ações do poder público muitas vezes focalizadas. Este imposto teria um papel redistributivo, e podemos utilizar as experiências latinoa-americanas, como o caso da Colômbia,para criar este instrumento. Por outro lado, se tivéssemos um mecanismo de atualização constante da planta de valores, através do IPTU conseguiríamos recuperar grande parte deste incremento gerado, não só para os novos imóveis mais a cada atualização anual de valores realizados. Uma outra parte seria capturada na arrecadação do ITBI a cada compra/venda de imóveis que tivessem seus preços valorados sem o menor esforço do proprietário do imóvel. Esperamos que este trabalho inicie a discussão destes novos instrumentos na nossa cidade e que sirva como uma metodologia para análise de impacto no mercado imobiliário de externalidades produzidas, seja pelo capital público como privado. Proceedings of 7VCT, Lisbon, Portugal, October
8 Bibliografia: [1] ABRAMO, P. A dinâmica imobiliária: elementos para o entendimento da espacialidade urbana. In: Cadernos do IPPUR, ano III, número especial. Rio [2] Mercado e ordem urbana: do caos à teoria de localização residencial. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil: FAPERJ. RJ, [3] ABRAMO, P e FARIA, T. Mobilidade residencial na cidade do Rio de Janeiro: considerações sobre os setores formal e informal do mercado imobiliário. In: Anais do XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP. São Paulo, [4] AZEVEDO, S. & RIBEIRO, L. C. orgs. A Crise da Moradia nas Grandes Cidades: da questão da habitação à reforma urbana. Rio de Janeiro: Editora UFRJ [5] CUNHA, P. e SMOLKA, M, Notas Críticas sobre a relação entre Renda Fundiária e Uso do Solo Urbano, São Paulo: FUNDAP [6] FARIA, T. C. Mobilidade Residencial na Cidade do Rio de Janeiro: tendências e estratégias de localização dos indivíduos no espaço urbano. Rio de Janeiro: IPPUR/UFRJ, Dissertação (Mestrado) IPPUR/UFRJ [7] SMOLKA, M. O Desenvolvimento capitalista e estruturação intra-urbana: os marcos gerais. In: Revista Espaço e Debates, ano VIII, v.1, n.21, pp [8] Revisitando as relações entre a política habitacional (SFH) e o mercado imobiliário. Revista Espaço e Debates, n. 36, pp Proceedings of 7VCT, Lisbon, Portugal, October 2011
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