RAD1504 GESTÃO DA QUALIDADE I

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1 RAD1504 GESTÃO DA QUALIDADE I Ferramentas básicas da qualidade Prof. Dr. Erasmo Jose Gomes Profa. Dra. Márcia Mazzeo Grande

2 As Ferramentas da Qualidade As Sete tradicionais ou básicas Estratificação (com utilização de Gráficos como suporte) Folha de Verificação Gráfico de Pareto Diagrama Causa-Efeito (Ishikawa ou Espinha de Peixe) Histograma Diagrama de Dispersão Gráfico de Controle

3 As Ferramentas da Qualidade As Sete novas Diagrama de Afinidades Diagrama de Relações Diagrama de Árvores Diagrama de Matriz Diagrama de Priorização Diagrama de Processo Decisório Diagrama de Setas Ferramentas Avançadas QFD FMEA Planejamento de experimentos Outras Brainstorming 5W 2H

4 . As ferramentas da qualidade são utilizadas para coletar, processar e dispor as informações necessárias ao giro dos ciclos PDCA

5 Outras Ferramentas Brainstorming Técnica para identificar opiniões de um grupo sobre um assunto (ou problema) É feita para desencadear conceitos e idéias dos demais participantes, estimulados por associações e correlações e através de linhas de raciocínio que se alteram ao longo da atividade O objetivo é gerar idéias de forma a romper com eventuais paradigmas e bloqueios existentes

6 Brainstorming Execução da Técnica Pode ser executado de forma estruturada (com participação ordenada dos participantes) OU pode ser feito não estruturadamente (com contribuições não ordenadas) As reuniões devem durar minutos Pode ser realizado individualmente com anotações (duram horas ou dias)

7 Brainstorming Cuidados ao utilizar esta ferramenta Ter um problema CLARAMENTE definido Realizar com número razoável de participantes (~ 4 a 8) NUNCA criticar uma idéia (eliminações são feitas posteriormente) Escrever as idéias em locais visíveis a todos Escrever EXATAMENTE as palavras ou frases ditas pelos participantes (sem interpretações do coordenador) Ao final, fazer uma breve avaliação, com classificação do que foi discutido e apresentado - se necessário, solicitar esclarecimentos Elaborar a lista final e encaminhar a todos os participantes

8 5W 2H Utilizado para orientação de grupos de trabalho na obtenção de respostas para melhor determinação (detalhamento) dos problemas e de fatores relacionados a eles. 5 W 2 H What? Why? Where? When? Who? How? How Much? O que? Por que? Onde? Quando? Quem? Como? Quanto?

9 1. Estratificação Levantamento e Agrupamento de dados em diferentes categorias Vários pontos de vista devem ser considerados para focalizar a ação Exemplo: Roupas Danificadas numa lavanderia Tipo de Dano Tipo de Roupa Operador Marca de Sabão Máquina de Lavar Máquina de Passar Dia da semana

10 Estratificação É comum a utilização de gráficos - de vários tipos - para facilitar a visualização da estratificação. Exemplos:

11 2. Folhas de Verificação São formulários planejados nos quais os dados coletados são preenchidos de forma fácil e concisa. Registram os dados dos itens a serem verificados, permitindo uma rápida percepção da realidade e uma imediata interpretação da situação, ajudando a diminuir erros e confusões. As folhas de verificação podem apresentar-se de vários tipos para: Distribuição do Processo de Produção; Verificação de Itens Defeituosos; Localização de Defeito; Causas de Defeitos;

12 Para a distribuição do processo de produção: É usado quando se quer coletar dados de amostras de produção. A folha de verificação pode facilitar a classificação de dados no instante da sua coleta - Exemplo 1 Exemplo 2: Variações na medida de um produto podem ser verificadas, anotadas e então repassadas para gráficos (geralmente histogramas) para análises posteriores. NO ENTANTO, com folhas de verificação especialmente formuladas, tudo pode ser feito num mesmo documento.

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14 Verificação de Itens Defeituosos Este tipo é usado quando queremos saber quais os tipos de defeitos mais freqüentes e números de vezes causados por cada motivo. Exemplo: Numa peça de azulejo, os tipos de defeitos após o produto acabado.

15 QUALIDADE DO PRODUTO Defeito Maio Total Tamanho Errado 26 Forma Errada 9 Peso Errado 8 Incompleto 52 Total Neste exemplo é possível determinar o grau de variação do número de defeitos contabilizados no dia a dia, os defeitos mais freqüentes e os defeitos menos freqüentes.

16 Produto: Transporte coletivo Data: 16/05/02 Tipo de reclamações: degrau, freadas, atraso, roleta, ventilação Total de respondentes: 500 usuários Inspetor: Ronaldo Berger Tipo de reclamações Contagem Freqüência Falta de ventilação 13 Freadas bruscas 40 Atraso do horário 32 Largura da roleta 11 Altura do degrau 17 Outros Total 126

17 Localização de Defeito É usada para localizar defeitos externos, tais como: mancha, sujeira, riscos, pintas, e outros. Geralmente esse tipo de lista de verificação tem um desenho do item a ser verificado, na qual é assinalado o local e a forma de ocorrência dos defeitos. Exemplo: Bolha estourada na superfície de vidro, nas peças cerâmicas. Esta folha nos mostra o local onde mais aparece o tipo da bolha. Esse tipo de folha de verificação é uma importante ferramenta para a análise do processo, pois nos conduz para onde e como ocorre o defeito.

18 FOLHA DE VERIFICAÇÃO PARA LOCALIZAÇÃO DE BOLHAS Nome do Produto: pára-brisa modelo XYZ Material: Vidro Data: XX / ZZ / YY

19 Exemplo: Lista de Localização de Dados de Não conformidades em chapa de vidro.

20 Exemplo de Folha de Verificação

21 RELAÇÃO COM OUTRAS FERRAMENTAS Relaciona-se com a maioria das ferramentas, pois é um passo básico, onde vamos encontrar as informações, principalmente para determinar a causa, especificação extensão, onde e quando ocorre o problema. Relaciona-se com o brainstorming, diagrama de causa e efeito e estratifição para elaborar as atividades e a forma da coleta de dados.

22 3. DIAGRAMA DE PARETO OU GRÁFICO DE PARETO O gráfico de Pareto é um diagrama que apresenta os itens e a classe na ordem dos números de ocorrências, apresentando a soma total acumulada. Permite-nos visualizar diversos elementos de um problema auxiliando na determinação da sua prioridade. É representado por barras dispostas em ordem decrescente, com a causa principal vista do lado esquerdo do diagrama, e as causas menores são mostradas em ordem decrescente ao lado direito. É uma das ferramentas mais eficientes para encontrar problemas.

23 Pareto O princípio de Pareto é conhecido pela proporção 80/20. É comum que 80% dos problemas resultem de cerca de apenas 20% das causas potenciais. Dito de outra forma, 20% dos nossos problemas causam 80% das dores de cabeça.

24 QUANDO USAR O DIAGRAMA DE PARETO Para identificar os problemas. Achar as causas que atuam em um defeito. Descobrir problemas e causas; Problema erro, falhas, gastos, retrabalhos... Causas... operador, equipamento, matéria-prima Melhor visualização da ação, priorizar a ação e confirmar os resultados de melhoria.

25 Verificar a situação antes e depois do problema, devido às mudanças efetuadas no processo. Detalhar as causas maiores em partes específicas, eliminando a causa. Estratificar a ação. Identificar os itens que são responsáveis pelos maiores impactos. Definir as melhorias de um projeto, tais como: principais fontes de custo e causas que afetam um processo, em função de número de não conformidade, e outros.

26 PRÉ-REQUISITOS PARA A CONSTRUÇÃO DO DIAGRAMA DE PARETO Coleta de dados Folha de verificação A freqüência relativa e acumulada na ocorrência de cada item. Estratificação, separando o problema em proporções ou família.

27 COMO FAZER OS DIAGRAMAS DE PARETO Decidir o que vai ser analisado e o tipo de problema. Selecionar o método e o período para coletar os dados. Coletar os dados de acordo com sua causa e assunto. Estabelecer um período de tempo para coletar dados, tais como: horas, dias, semanas, meses, etc. Reunir os dados dentro de cada categoria Listar as categorias em ordem decrescente de freqüência da esquerda para a direita. Os itens de menos importância podem ser colocados dentro de uma categoria "outros" que é colocada na última barra à direita do eixo. Calcular a freqüência relativa e a acumulada para cada categoria, sendo que a acumulada será mostrada no eixo vertical e à direita.

28 Defeito Freq. Individual Acumulada Parafuso solto 68 33,5% 33,5% Sujeira 41 20,2% 53,7% Riscos 29 14,3% 68,0% Solda 21 10,3% 78,3% Junção 15 7,4% 85,7% Alinhamento 12 5,9% 91,6% Trinca 10 4,9% 96,6% Rebarba 6 3,0% 99,5% Bolha 1 0,5% 100,0% %

29 40,0% 99,5% 100,0% 100,0% 96,6% 35,0% 33,5% 85,7% 91,6% 90,0% 30,0% 78,3% 80,0% 68,0% 70,0% 25,0% 60,0% 20,0% 53,7% 20,2% 50,0% Individual Acumulada 15,0% 14,3% 40,0% 33,5% 10,0% 78,3% 10,3% 30,0% 7,4% 20,0% 5,0% 5,9% 4,9% 3,0% 10,0% 0,0% Parafuso solto Sujeira Riscos Solda Junção Alinhamento Trinca Rebarba Bolha 0,5% 0,0%

30 VANTAGENS A análise de Pareto permite a visualização dos diversos elementos de um problema, ajudando a classificá-los e priorizá-los Permite a rápida visualização dos 80% mais representativos; Facilita o direcionamento de esforços; Pode ser usado indefinidamente, possibilitando a introdução de um processo de melhoria contínua na Organização; A consciência pelo Princípio de Pareto permite ao gerente conseguir ótimos resultados com poucas ações.

31 DESVANTAGENS Existe uma tendência em se deixar os 20% triviais em segundo plano. Isso gera a possibilidade de Qualidade 80% e não 100%; Não é uma ferramenta de fácil aplicação: você pode pensar que sabe, mas na hora de fazer pode mudar de opinião. É preciso levar em conta o custo em um gráfico específico e por isso, ele não é completo.

32 Após faz-se novamente um diagrama de Pareto das causas principais, determinando assim a causa que mais contribui para o efeito do problema. RELAÇÃO COM OUTRAS FERRAMENTAS Folha de verificação: é extremamente necessária na obtenção de dados para a formação do diagrama de Pareto. Brainstorming: é usado após o diagrama de Pareto, para identificar aqueles itens que são responsáveis pelo maior impacto. Diagrama de causa e efeito: após priorizar a causa do problema, através do diagrama de Pareto, faz-se um diagrama de causa e efeito do problema. Esse nos auxiliará a enxergar aqueles itens que precisam ser verificados, modificados ou aqueles que devem ser acrescentados.

33 RELAÇÃO COM OUTRAS FERRAMENTAS Histograma: faz-se a combinação com o diagrama de Pareto, pois o histograma envolve a medição dos dados, temperatura, dimensão, etc. enquanto que o Pareto nos mostra o tipo do defeito. Com esta inter-relação dos dois podemos obter o tipo de defeito com o número da variação existente.

34 4. DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO OU ESPINHA DE PEIXE É uma representação gráfica que permite a organização das informações possibilitando a identificação das possíveis causas de um determinado problema ou efeito. Também chamado de diagrama de espinha de peixe ou diagrama de Ishikawa. Mostra as causas principais de uma ação, as quais dirigem para as sub-causas, levando ao resultado final. Embora não identifique, ele próprio, as causas do problema, o diagrama funciona como um veículo para produzir com o máximo de foco possível, uma lista de todas as causas conhecidas ou presumíveis, que potencialmente contribuem para o efeito observado.

35 QUANDO USAR DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO Quando necessitar identificar todas as causas possíveis de um problema. Obter uma melhor visualização da relação entre a causa e efeito dela decorrente. Classificar as causas dividindo-as em sub-causas. Para saber quais as causas que estão provocando determinado problema. Identificar com clareza a relação entre os efeitos, e suas prioridades. Em uma análise dos defeitos: perdas, falhas, desajuste do produto, etc. com o objetivo de identificá-los e melhorá-los.

36 PRÉ-REQUISITOS PARA CONSTRUIR O DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO Sugestões de possíveis causas do problema (Brainstorming) das pessoas envolvidas no processo. Análise de Pareto, para revelar a causa mais dominante.

37 COMO FAZER UM DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO Definir o problema a ser analisado de forma objetiva; Estabeleça e enuncie claramente o problema (efeito) a ser analisado, escrevendo-o em um retângulo à direita. Desenhe uma seta da esquerda para a direita até o retângulo; Problema (Efeito) Reunir um grupo de pessoas fazendo um Brainstorming sobre as causas possíveis; Classifique as causas encontradas no Brainstorming em famílias ou categorias de causas. Normalmente, costuma-se denominar essas famílias ou causas como causas primárias potenciais que devem ser escritas dentro de retângulos ligados diretamente ao eixo horizontal do diagrama.

38 Na indústria, por exemplo, as causas primárias potenciais são conhecidas como fatores de manufatura ou 6 M s (Matériaprima, Máquina, Medida, Meio ambiente, Mão-de-obra e Método);

39 Escreva as subcausas (secundárias, terciárias, etc.) como indicado na figura abaixo: Causa Secundária Causa Terciária

40 Para cada causa primária (dentro do retângulo), identifique as subcausas que a afetam; Assinale no diagrama as causas que pareçam ter forte relação com o problema (efeito), considerando-se: a experiência e intuição; os dados existentes; Causa Secundária Causa Terciária Causas Importantes

41 Revisar todo o diagrama para verificar se nada foi esquecido; Analisar o gráfico no sentido de encontrar a causa principal, observando as causas que aparecem repetidas, se estas causas estão relacionadas com o efeito. Se eliminar a causa reduz o efeito, obtenha o consenso de todos do grupo.

42 VANTAGENS É uma ferramenta estruturada, que direciona os itens a serem verificados para que se chegue a identificação das causas; Apesar de existir um esqueleto a ser preenchido, não há restrição às ações dos participantes quanto às propostas a serem apresentadas; Permite ter uma visão ampla de todas as variáveis que interferem no bom andamento da atividade, ajudando a identificar a não-conformidade.

43 DESVANTAGENS Limitada a solução de um problema por aplicação; Não apresenta quadro evolutivo ou comparativo histórico, como é o caso do histograma; Para cada nova situação, é necessário percorrer todos os passos do processo, utilizando o diagrama.

44 RELAÇÃO COM OUTRAS FERRAMENTAS Brainstorming: para coletar sugestões sob diversos pontos de vista, a fim de encontrar a causa do problema. Folha de Verificação: para registrar as idéias sugeridas no Brainstorming e aplicar no diagrama de causa e efeito. Diagrama de Pareto: para revelar quais as causas é a mais dominante, como já descrito no item anterior Gráfico de Controle: pode ser usado quando este detecta um obstáculo, mas não é capaz de propor uma solução. Neste caso então se utiliza o diagrama de causa e efeito. Histograma: através dos dados obtidos do histograma, pode-se usar o diagrama de causa e efeito para atacar a causa mais provável.

45 Exemplo: Diagrama de Causa e Efeito Insumos Tipo de sabão Métodos Operação inadeq. Mesa de passar Medidas Temperatura incorreta Falta de treinamento Falta de limpeza equipamentos Iluminação fraca Tempo incorreto Obsolescência Roupas danificadas numa lavanderia Desatenção Defeitos Pessoas Ambiente Equipamentos

46 5. HISTOGRAMA São gráficos de barras que mostram a variação sobre uma faixa específica. É uma ferramenta que nos possibilita conhecer as características de um processo ou um lote de produto permitindo uma visão geral da variação de um conjunto de dados. A maneira como esses dados se distribuem contribui de uma forma decisiva na identificação dos dados. Eles descrevem a freqüência com que variam os processos e a forma de distribuição dos dados como um todo.

47 QUANDO USAR O HISTOGRAMA São várias as aplicações dos histogramas, tais como: Verificar o número de produtos não-conformes. Determinar a dispersão dos valores de medidas em peças. Em processos que necessitam ações corretivas. Para encontrar e mostrar através de gráfico o número de unidade por cada categoria. PRÉ-REQUISITOS PARA CONSTRUIR UM HISTOGRAMA Coleta de dados Calcular os parâmetros: amplitude "R", classe "K", freqüência de cada classe, média e desvio padrão.

48 HISTOGRAMA Amplitude da classe Classe Frequência Amplitude (R)

49 Histograma Exemplo: LIE LSE Forma de Sino (nem sempre) Temperatura LIE - Limite Inferior de Especificação LSE - Limite Superior de Especificação

50 Histograma Exemplo de Histograma que não atende às especificações: LIE LSE

51 COMO FAZER UM HISTOGRAMA Coletar os dados. Determinar a amplitude "R, onde: R = (maior valor - menor valor) Determinar a classe "K, de acordo com a tabela abaixo. Escolha o número da classe usando o bom senso. k n. Nº Dados (N) Nº Células (K) < 50 5 a 7 50 a a a a 12 > a 20 Determinar o intervalo (ou amplitude) da classe "H". Onde: H = R /k => (amplitude / classe) R = Amplitude (maior valor menor valor) Determinar o limite da classe. O maior e o menor valor levantado na coleta de dados da amostra. Determinar a freqüência de cada classe. Construir o gráfico, no eixo vertical a classe com a freqüência calculada e no eixo horizontal o intervalo de cada classe.

52 Peso (grama) 439; 449; 462; 446; 451; 439; 433; 441; 454; 449; 452; 443; 430; 435; 422; 425; 431; 448; 434; 441; 427; 436; 421; 428; 426; 434; 436; 437; 433; 441; 430; 434; 435; 426; 429; 435; 437; 448; N = 38 Menor Valor 421 Maior Valor 462 Amplitude 41 => ( ) Classes (k) 6 (Tabela => N=38) Amplitude da Classe 6,8 => (M-m)/k = ( )/6 Arredondamento 7

53 Classes (428+1) (436+1) (444+1) (452+1) (460+1) Número de Classes = 6 Amplitude da Classe = 7 Acréscimo em função das necessidades/realidade do ambiente de produção

54 Histograma Freqüência Média = Peso (g)

55 Tempo de espera (em dias) de laudos de exames radiológicos dos pacientes ambulatoriais Maior Valor Média = 12,9 Menor Valor 1 Amplitude (R) 31 Observações (N) 70 Número de Classes (K) 7 Amplitude da Classe (H=R/K = 31/7) 4,43 Arredondamento 4 Tabela Fonte: Manual do Programa de Gestão da Qualidade do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Metodologia para o Estudo e Análise de Problemas (EAP). Anexo 1 - Ferramentas de Qualidade I.

56 Classe Limite Inferior da Classe Amplitude Classe Limite Superior da Classe Novo Limite Inferior Amplitude Classe Novo Limite Superior Intervalos = = = = = =

57 Histograma Freqüência Média = 12,9 dias Tempo de Espera (dias) Número de Classes = 7 Amplitude da Classe= 4

58 Altura dos alunos 1,68 1,60 1,68 1,75 1,75 1,60 1,65 1,54 1,63 1,65 1,68 1,68 1,58 1,49 1,60 1,61 1,62 1,66 1,65 1,50 1,67 1,64 1,62 1,65 1,63 1,59 1,78 1,69 1,58 1,63 1,71 1,70 1,56 1,74 1,65 1,73 1,72 1,68 1,68 1,63 Maior 1,78 Menor 1,49 Amplitude (R) 0,29 N 40 Classe 5 Amplitude Classe (R/k = 0,29/5) 0,06 Tabela Classe L.I.Classe L.S.Classe 1 1,49 1,55 2 1,56 1,62 3 1,63 1,69 4 1,70 1,76 5 1,77 1,83

59 Histograma Freqüência Média = 1, ,49-1,55 1,56-1,62 1,63-1,69 1,70-1,76 1,77-1,83 Altura dos Alunos (m) 1 Número de Classes = 5 Amplitude das classes = 0,06

60 Vantagem Visão rápida de análise comparativa de uma seqüência de dados históricos; Rápido de elaborar, tanto manual como com o uso de um software (por exemplo, o Excel); Facilita a solução de problemas, principalmente quando se identifica numa série história a evolução e a tendência de um determinado processo.

61 DESVANTAGENS Fica ilegível quando se necessita a comparação de muitas seqüências ao mesmo tempo; Quanto maior o tamanho de (n) maior o custo de amostragem e teste; Para um grupo de informações é necessário a confecção de vários gráficos a fim de que se consiga uma melhor compreensão dos dados contidos no histograma;

62 RELAÇÃO COM OUTRAS FERRAMENTAS Folha de verificação: para anotar os dados confirmando a variabilidade do processo. Digrama de causa efeito: já descrito no item anterior Diagrama de Pareto: já descrito no item anterior

63 6. DIAGRAMA DE DISPERSÃO São gráficos que permitem a identificação entre causas e efeitos, para avaliar o relacionamento entre variáveis. O diagrama de dispersão é a etapa seguinte do diagrama de causa e efeito, pois verifica-se se há uma possível relação entre as causas, isto é, nos mostra se existe uma relação, e em que intensidade. Exemplos: A relação entre a humidade contida nos tecidos e a elongação do fio um ingrediente e a dureza do produto a velocidade de corte e as variações nos comprimentos das lâminas os níveis de iluminação e erros de inspeção altura e peso

64 QUANDO USAR UM DIAGRAMA DE DISPERSÃO Para visualizar uma variável com outra e o que acontece se uma se alterar. Para verificar se as duas variáveis estão relacionadas, ou se há uma possível relação de causa e efeito. Para visualizar a intensidade do relacionamento entre as duas variáveis, e comparar a relação entre os dois efeitos.

65 PRÉ-REQUISITOS PARA CONSTRUIR O DIAGRAMA DE DISPERSÃO Coletar dados sob forma de par ordenado, em tempo determinado, entre as variáveis que se deseja estudar as relações. COMO FAZER UM DIAGRAMA DE DISPERSÃO Coletar os pares da amostra que poderão estar relacionados. Construir os eixos, a variável causa no eixo horizontal e a variável efeito no eixo vertical. Colocar os dados no diagrama. Adicionar informações complementares, tais como: nome das variáveis, período de coleta, tamanho da amostra e outros.

66 VANTAGENS: Permite a identificação do possível relacionamento entre variáveis consideradas numa análise; Ideal quando há interesse em visualizar a intensidade do relacionamento entre duas variáveis; Pode ser utilizado para comprovar a relação entre dois efeitos, permitindo analisar uma teoria a respeito de causas comuns.

67 DESVANTAGENS É um método estatístico complexo, que necessita de um nível mínimo de conhecimento sobre a ferramenta para que se possa utilizá-la; Exige um profundo conhecimento do processo cujo problema desejase solucionar; Não há garantia de causa-efeito. Há necessidade de reunir outras informações para que seja possível tirar melhores conclusões.

68 RELAÇÃO COM OUTRAS FERRAMENTAS Diagrama de causa e efeito: é usado para verificar se há uma possível relação da causa com o efeito. Folha de verificação: é usada no levantamento de dados

69 Exemplo: Na moldagem de tanques plásticos, avaliação da relação entre a variação de ar (no sopro - causa) como causa de paredes finas (defeito) Diagrama de Dispersão 0,94 Amostra Defeituosa (%) 0,93 0,92 0,91 0,9 0,89 0,88 0,87 0,86 8 8,2 8,4 8,6 8,8 9 9,2 9,4 9,6 Pressão de sopro

70 Análise dos Diagramas: Diagrama de Dispersão G POSSÍVEL CORRELAÇÃO NEGATIVA I POSSÍVEL CORRELAÇÃO POSITIIVA H J

71 7. Gráfico de Controle Utilizado para acompanhar o processo ao longo do tempo Para o monitoramento da variabilidade e para a avaliação da estabilidade de um processo. A intenção é monitorar e eliminar variações anormais Consiste de uma linha central, um par de limites de controle (acima e abaixo) e valores característicos marcados no gráfico representando o estado do processo. Os limites de controle são calculados por: (valor médio) ± 3 (desvio-padrão) Se valores estiverem dentro dos limites, sem tendência particular, o processo é considerado sob controle Se os pontos estiverem fora dos limites ou apresentarem disposição atípica, o processo está fora de controle

72 Gráfico de Controle parâmetro de desempenho procure pela causa da variação especial LSC - limite superior de controle procure pela causa LIC - limite inferior de controle da variação 1 especial passagem do tempo ou eventos considere apenas estas variações como normais

73 Gráfico de Controle PROCESSO SOB CONTROLE 3 desvios padrão 3 desvios padrão x x x x x x x x Limite superior de controle x x x x x Limite inferior de controle PROCESSO FORA OU SAINDO DE CONTROLE x LSC LSC LSC x x x x LIC x x x x x x x LIC x x x x x x x x LIC x x x x xx x x x x x LSC x x x x x x x x x LSC LIC LIC

74 Gráfico de Controle Análise de Gráficos de Controle Existem alguns métodos para analisar gráficos de controle Um deles é o desenvolvido por Brassard (1992), no qual são feitas algumas recomendações para se identificar um gráfico fora de controle : Se um ou mais pontos estão fora dos limites de controle OU Fazendo uma subdivisão na zona de controle e analisando o comportamento dos pontos...

75 Gráfico de Controle Segundo tal método, um gráfico é considerado fora de controle, e devem ser investigadas as mudanças ocorridas, com posterior ajustes no processo, se ocorrerem: Dois pontos, em três sucessivos, de um mesmo lado da linha central, na Zona A ou acima desta. Quatro pontos, em cinco sucessivos, de um mesmo lado da linha central, na Zona B ou acima desta Nove pontos sucessivos de um mesmo lado da linha central Seis pontos consecutivos ascendentes ou descendentes Quatorze pontos numa série alternando para cima ou para baixo Quinze pontos numa série dentro da zona C

76 Tipos de Gráficos de Controle De um modo geral podemos dividir os Gráficos de Controle em dois grandes grupos: i.- Gráficos de Controle para Variáveis; VARIÁVEIS - dados que podem ser medidos, ou sofrem variação contínua, tais como, resistência à tração dureza, uma dimensão (comprimento, altura, etc...) Gráfico Média e Amplitude Gráfico Valor Individual Gráfico de desvio/erro

77 Tipos de Gráficos de Controle ii.- Gráficos de Controle para Atributos. ATRIBUTOS - dados que só podem ser contados ou classificados, tais como, número de itens defeituosos, nro de defeitos, passa/não passa, claro/escuro, com trinca/sem trinca, etc... Gráfico pn (número de itens defeituosos) Gráfico p (fração defeituosa) Gráfico c (número de defeitos) Gráficos u (número de defeitos por unidade)

78 Gráfico de Controle - recomendações Algumas recomendações na construção dos gráficos: Não confundir Limite Superior e Inferior de Controle com Limites de especificações (tolerâncias) - LIC e LSC são estatisticamente calculados Os dados devem ser registrados sempre na ordem em que foram coletados Nunca alterar o processo durante uma seqüência de coleta de dados para análise

79 LSC e LIC para a carta de a partir da amplitude R R A X n d R X n X X LSC m = + = + = + = σ σ R A X n d R X n X X LIC m = = = = σ σ X

80 Limites para carta de controle de dispersão Valores para a amplitude B S c c S c c S S LSC = + = + = B S c c S c c S S LIC = = = D R d d R d d R R LSC = + = + = D R d d R d d R R LIC = = =

81 Fatores de correção n c4 d2 d3 A2 A3 B3 B4 D3 D

82 Carta de controle para atributos LSC = p + 3 p(1 p) n LSC = p 3 p(1 p) n

83 Corpo de Prova Amostra 1 Amostra 2 Amostra 3 Amostra 4 Amostra 5 Amostra 6 Amostra Média (x/) Amplitude (R) X//= 325 R/= 37 Gráfico das Médias LIC = X// - (A2 x R/) LIC= (325) (0,419 x 37) LIC = 310 LSC = X// + (A2 x R/) LSC= (325) + (0,419 x 37) LSC = 341 A 2= 0,419 Tabela (para n=7) Gráfico da Amplitude LSC = D4 x R/ LIC = D3 x R/ LSC = 1,924 x 37 LIC = 0,076 x 37 LSC = 71 LIC = 3 D4 = 1,924 D3 = 0,076 Tabela (para n=7)

84 Gráfico de Controle - Médias Valores X/ X// LIC LSC Amostras

85 Gráfico de Controle - Amplitude Amplitude R R/ LIC LSC Amostras 3

86 VANTAGENS: Mostram tendência, ao longo do tempo, de um determinado processo Apresentam dados estratificados em diversas categorias; É útil para comparar dados resultantes de processo de contagem variáveis discretas e atributos). DESVANTAGENS Tem que ser atualizados, conforme o período mostrado no gráfico (diário, semanal, mensal, anual, etc.); É genérico. Não há detalhes sobre a informação (histórico/composição); Tem que ter conhecimentos básicos de estatísticas para poder utilizar e escolher o tipo mais adequado para cada situação.

87 RELAÇÃO COM OUTRAS FERRAMENTAS Diagrama de causa e efeito: pode ser usado para encontrar a causa fundamental como já descrito no item anterior. Brainstorming: faz um levantamento de sugestões do grupo para identificar a causa Folha de verificação: na coleta dos dados no processo. Histograma: para nos mostrar aproximadamente a distribuição normal e se todas as amostras encontram-se dentro das faixas especificadas.

88 Categorias de Aplicação das Ferramentas da Qualidade FERRAMENTA OBJETIVO CATEGORIA DE APLICAÇÃO Estratificação Agrupar informações em blocos ou grupos para facilitar análises e comparações Análise de causa Coleta e análise de dados Diagrama de Pareto Identificar os aspectos prioritários do problema Coleta e análise de dados Análise de causa BÁSICAS Diagrama de Causa e Efeito Histograma Identificar e organizar as possíveis causas de um problema de maneira lógica Mostrar o comportamento de variável sob estudo e determinar o tipo de distribuição Análise de causa Coleta e análise de dados Diagrama de Dispersão Demonstrar o grau de relação entre as variáveis Coleta e análise de dados Análise de causa Folha de verificação Coletar dados significativos e representativos da situação Coleta e análise de dados Gráfico de Controle Detectar mudanças no comportamento do processo Coleta e análise de dados Fonte: CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA E FERRAMENTAS DA QUALIDADE: Uma integração em busca da excelência do desempenho

89 FERRAMENTA DESCRIÇÃO MÉTODO DE USO OBSERVAÇOES FASE PDCA PARETO Um diagrama no qual eventos indesejáveis ou custos ligados à qualidade, produtividade são estratificados de acordo com suas causas/manifestações e plotados em ordem de importância. Pode existir uma série de problemas ou causas de problemas indesejáveis. O diagrama permite priorizar a causa ou problema mais crítico. Muito cuidado na hora de escolher a característica para priorização. A C P D IHISKAWA Um diagrama na forma de espinha de peixe onde podem ser separados de forma clara o problema (efeito) e todas as possíveis causas. Deve ser desenvolvido em grupo com as pessoas que participam do processo relativo ao problema. Após listadas as possíveis causas, procede-se à priorização. O problema deve ser único e específico. A C P D HISTOGRAMA Divide uma faixa de valores de alguma característica mensurável em classes e verifica a frequência de valores em cada classe para posterior plotagem (gráfico de barras). Fornece uma visualização do comportamento do processo, permitindo avaliar sua capacidade, assim como padrões de estratificação. Seguir as regras quanto ao número de dados, classes etc. A C P D

90 FERRAMENTA DESCRIÇÃO MÉTODO DE USO OBSERVAÇOES FASE PDCA ESTRATIFICAÇ ÃO Conceito usado para buscar diferentes causas ou tipos de problemas. Pode ser usado no planejamento da coleta de dados ou posteriormente ao uso do Histograma/Diagrama de Dispersão. Muitas vezes a estratificação não é claramente notada A C P D GRÁFICO DE CONTROLE Gráfico onde determinada característica/indicador da qualidade é plotada ao longo do tempo.podem ser calculados limites de controle. Usado para acompanhar o comportamento de um indicador/característica da qualidade. Quando usado com os limites de controle, permite separar causas comuns das especiais. Seguir as regras quanto ao número de dados, cálculo dos limites, padrões de nãoaleatoriedade A C P D DIAGRAMA DE DISPERSÃO Gráfico onde duas características (pares de dados) são plotadas para verificar possível correlação. Coleta dados aos pares de duas variáveis (causa/efeito) para checar a existência real da relação de causa e efeito. Seguir as regras quando ao número de dados e forma de análise. A C P D Fonte: Manual do Programa de Gestão da Qualidade do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Metodologia para o Estudo e Análise de Problemas (EAP). Anexo 1 - Ferramentas de Qualidade I.

91 Ferramentas da Qualidade por aplicação Ferramenta Identificação do Problema Análise do Problema Planejamento e Implementação Brainstorming Fluxograma Lista de Verificação Histograma Diagrama Ishikawa Gráfico de Pareto Diagrama de Dispersão Gráfico de Controle

92 RESUMO DAS UTILIDADES DAS PRINCIPAIS FERRAMENTAS DA QUALIDADE FERRAMENTAS O QUE É PARA QUE UTILIZAR FOLHA DE VERIFICAÇÃO DIAGRAMA DE PARETO DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO DIGRAMA DE DISPERSÃO HISTOGRAMA FLUXOGRAMA GRÁFICO DE CONTROLE BRAINSTORMING 5W2H Planilha para a coleta de dados Diagrama de barra que ordena as ocorrências do maior para o menor Estrutura do método que expressa, de modo simples e fácil, a série de causa de um efeito ( problema) Gráfico cartesiano que representa a relação entre duas variáveis Diagrama de barra que representa a distribuição da ferramenta de uma população São fluxos que permite a visão global do processo por onde passa o produto Gráfico com limite de controle que permite o monitoramento dos processos É um conjunto de idéias ou sugestões criado pelos membros da equipe que permite avanços na busca de soluções É um documento de forma organizada para identificar as ações e a responsabilidade de cada um. Para facilitar a coleta de dados pertinentes a um problema Priorizar os poucos mas vitais Ampliar a quantidade de causas potenciais a serem analisadas Verificar a correlação entre duas variáveis Verificar o comportamento de um processo em relação à especificação Estabelecer os limites e conhecer as atividades Verificar se o processo está sob controle Ampliar a quantidade de opções a serem analisadas. Para planejar as diversas ações que será desenvolvida no decorrer do trabalho. Fonte: IVETE DE FÁTIMA ROSSATO, UMA METODOLOGIA PARA A ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS. DISSERTAÇÃO SUBMETIDA A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM ENGENHARIA. Março, 1996.

93 RELAÇÕES ENTRE FERRAMENTAS: FERRAMENTA Folha de Verificação Diagrama de Pareto Diagrama de causa e efeito Diagrama de Dispersão Gráfico de controle Histograma Fluxograma Brainstormi ng 5W2H Folha de Verificação X X X X X X Diagrama de Pareto Diagrama de causa e efeito Gráfico de controle X X X X X X X X X X X X Diagrama de dispersão X X Histograma X X X Fluxograma Brainstorming X X X X X 5W1H X X FonteIVETE DE FÁTIMA ROSSATO, UMA METODOLOGIA PARA A ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS. DISSERTAÇÃO SUBMETIDA A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM ENGENHARIA. Março, 1996.

94 PRINCIPAIS DADOS PARA CONSTRUÇÃO DAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE Folha de verificação coletas de dados freqüência de ocorrência reuniões de grupo Diagrama de Pareto Diagram a de causa e efeito Diagrama de dispersão Gráfico de control e Histograma Fluxograma X X X X X X X Brainstormin g X X X X gráficos X X X X X estatística X X etapas e informação do processo X 5W2H IVETE DE FÁTIMA ROSSATO, UMA METODOLOGIA PARA A ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS. DISSERTAÇÃO SUBMETIDA A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE ESTRE EM ENGENHARIA. Março, 1996.

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