Gestão da Qualidade. Aula 8. Prof. Pablo
|
|
|
- Arthur Caetano Lemos
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Gestão da Qualidade Aula 8 Prof. Pablo
2 Proposito da Aula 1. Folha de Verificação 2. Carta de Controle
3 Folha de Verificação
4 Folha de Verificação A Folha de Verificação é uma ferramenta utilizada no controle da qualidade para coleta de dados. É uma ferramenta aparentemente bastante simples e de fácil interpretação.
5 Folha de Verificação Corriqueiramente falando, uma Folha de Verificação é uma tabela ou planilha para coleta de dados, para posterior analise. Sua principal ideia é facilitar na coleta de dados, reduzindo tempo e trabalho.
6 Folha de Verificação Quando é indicado o uso da Folha de Verificação? Quando o objetivo é realizar a coleta de dados de eventos que ocorrem em um determinado processo.
7 Folha de Verificação Quando é indicado o uso da Folha de Verificação? Quando o objetivo é realizar a coleta de dados de eventos que ocorrem em um determinado processo. Posteriormente esses dados analisados mostram os eventos mais críticos do processo.
8 Folha de Verificação A Folha de Verificação pode ser aplicada em diversas situações, onde o objetivo é conhecer quais fatores (eventos) são mais significativos para a ocorrência de falhas no processo analisado.
9 Folha de Verificação As principais tipos de Folha de Verificação são: Distribuição do processo de produção: indicada para analise na variação das dimensões dos produtos. Verificação de Defeitos levantar quais os tipos de defeitos que ocorrem com mais frequência, tais como trincas, quebras, deformações.
10 Folha de Verificação Localização de Defeito: indicado levantar tipos de falhas externas ao produto, como manchas, riscos. Causa e Defeito coleta dados que nos leva a causa dos defeitos, a raiz do problema.
11 Folha de Verificação Para construir uma Folha de Verificação Inicialmente ela é composta por um: Título que passa a ideia central de sua aplicação; Período de observação; Processos observados.
12 Folha de Verificação A construção da Folha de Verificação deve apresentar resposta a algumas perguntas básicas: quais são os dados relevantes que se quer levantar; os dados podem ser observados por diversos pontos; como os dados serão levantados; qual será o tamanho da amostra ou período de observação.
13 Folha de Verificação Vamos juntos construir uma Folha de Verificação. Nosso objetivo é levantar dados que nos mostrem como os alunos (vocês) estão levando seus estudos.
14 Folha de Verificação Qual deve ser nosso título? Quais são os dados que nos interessa? Qual será nosso tempo ou período?
15 Carta de Controle
16 Carta de Controle Carta de Controle é uma ferramenta utilizada para monitorar o desempenho de um processo de medição.
17 Carta de Controle Carta de Controle é um gráfico de acompanhamento com uma linha central e uma linha superior e uma linha inferior.
18 Carta de Controle Corriqueiramente falando:
19 Carta de Controle As Cartas de Controle podem ser: Por variáveis controle das características expressa em número. Por atributo controle de características que não medidas em escala continua.
20 Carta de Controle A Carta de Controle por atributo se divide em: Carta p para controlar a proporção de unidades não conforme. Carta np controlar o número de unidades não conforme. Carta c controlar número de não conformidade por unidade. Carta u controlar a taxa de não conformidade por unidade.
21 Carta de Controle A Carta de Controle por variáveis se divide em: Carta X e R media e amplitude. Carta X e s media e desvio padrão. Carta I e MR valores individuais e amplitude móvel. CUSUM soma cumulativa.
22 Carta de Controle Para se construir uma Carta de Controle é necessário: Definir quais características do processo serão controladas; Definir equipamentos/instrumentos de medição; Definir pessoal responsável; Escolher o tipo de Carta de Controle.
23 Carta de Controle É importante salientar que todas essas Cartas de Controles são construídas com base em cálculos estatísticos.
24 Carta de Controle A interpretação da Carta de Controle é bem simples, se algum ponto estiver fora dos limites superior ou inferior, significa que há algum ponto de falha.
25 Atingimos o objetivo Alguma dúvida. Até a próxima aula.
Gráfico de Pareto. Ferramentas da Qualidade
Gráfico de Pareto Gráfico de Pareto Ferramentas da Qualidade O que é? Gráfico de barras verticais que evidencia a priorização de temas. Princípio de Pareto (sociólogo e economista italiano - 80/20) Juran.
Gráfico de Controle Estatístico
Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática Programa de Pós-graduação Gráfico de Controle Estatístico Tópicos Avançados em Análise de Desempenho de Sistemas Pedro Melo e Eduardo Bonadio 22
Gráficos de Controle (X, R, S, CUSUM e EWMA) Jean Carlos Teixeira de Araujo
Gráficos de Controle (X, R, S, CUSUM e EWMA) Jean Carlos Teixeira de Araujo [email protected] 1 Agenda Introdução; Gráficos X e R; Gráficos X e S; Gráfico CUSUM; Gráfico EWMA; Exemplos utilizando a ferramenta
LAN 2740 aula 8. Exercícios: Índices de capacidade Gráfico de controle por atributos. prof. Thais M. F. S. Vieira
LAN 2740 aula 8 Exercícios: Índices de capacidade Gráfico de controle por atributos prof. Thais M. F. S. Vieira [email protected] Número do lote Teor de sólidos RM 1 33,75 2 33,05 0,7 3 34 0,95 4 33,81 0,19
Ferramentas de gestão da Qualidade parte 2
Departamento de Gestão e Economia - DAGEE Ferramentas de gestão da Qualidade parte 2 Prof. Francisco R. Lima Jr. [email protected] Roteiro da aula Mais algumas ferramentas da qualidade: Poka
Controle Estatístico da Qualidade
Controle Estatístico da ESQUEMA DO CAPÍTULO 15.1 MELHORIA E ESTATÍSTICA DA QUALIDADE 15.2 CONTROLE ESTATÍSTICO DA QUALIDADE 15.3 CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO 15.4 INTRODUÇÃO AOS GRÁFICOS DE CONTROLE
Controle Estatístico do Processo (CEP)
Controle Estatístico do Processo (CEP) CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO É UM MÉTODO QUE PERMITE CONTROLAR CONTÍNUAMENTE AS CARACTERÍSTICAS CHAVES DE UM PRODUTO E PROCESSO, VISANDO A SUA MELHORIA. ORIGEM
EXEMPLOS PARA CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSOS (C.E.P.)
ESTATÍSTICA PARA ENGENHARIA II EXEMPLOS PARA CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSOS (C.E.P.) DADOS PARA A CARTA DE CONTROLE PARA A MÉDIA ( X ) E PARA A AMPLITUDE ( R ) Especificação: 225 a 275 g Atividade:
Sumário. Introdução } 24/05/16 } 1. } Estatística: ciência que trata da coleta, processamento e disposição de dados.
Sumário } FERRAMENTAS DA QUALIDADE: INTRODUÇÃO FLUXOGRAMA ESTRATIFICAÇÃO FOLHA DE VERIFICAÇÃO GRÁFICO DE PARETO DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO HISTOGRAMA DIAGRAMA DE DISPERSÃO CARTA DE CONTROLE } CONCLUSÃO
Curso: Eng da Produção Aula 1, 2, 4, 5 Agosto 09. Prof. Eduardo R Luz - MsC
Curso: Eng da Produção Aula 1, 2, 4, 5 Agosto 09 Prof. Eduardo R Luz - MsC AULA 1 SUMÁRIO A Administração da Qualidade O Controle da Qualidade CEP Origem e história Outros conceitos relacionados ao CEP
PROGRAMAS DO CONTROLE DE QUALIDADE
Universidade Federal do Rio Grande Escola de Química e Alimentos Engenharia de Alimentos Análise Sensorial e Controle de Qualidade PROGRAMAS DO CONTROLE DE QUALIDADE Prof. Dra. Janaína Fernandes Medeiros
CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSOS
Ferramentas da Qualidade CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSOS CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSOS (3/4) Gráficos de controle Gráfico de controle de variáveis Gráfico de controle de atributos Gráficos de Controle
QUALIDADE Grau até o qual um conjunto de características satisfaz as necessidades! Cumprimento dos requisitos pré determinados no Escopo do projeto;
SETOR DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL Prof.ª: MSc.: Heloisa Fuganti Campos 2 COMPETITIVIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL INTRODUÇÃO SATISFAÇÃO DOS CLIENTES! INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO ISO 9001 ISO /03/2015 QUALIDADE! GERENCIAMENTO DE PROJETOS GESTÃO DE QUALIDADE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL INTRODUÇÃO 2 GERENCIAMENTO DE PROJETOS Prof.: Heloisa Campos COMPETITIVIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL SATISFAÇÃO DOS CLIENTES! INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO
Controle - 3. Realizar o Controle da Qualidade Relatório de Desempenho. Mauricio Lyra, PMP
Controle - 3 Realizar o Controle da Qualidade Relatório de Desempenho 1 Realizar o Controle da Qualidade Preocupa-se com o monitoramento dos resultados do trabalho, a fim de verificar se estão sendo cumpridos
Engenharia da Qualidade II. Prof. Fabrício Maciel Gomes Departamento de Engenharia Química Escola de Engenharia de Lorena EEL
Engenharia da Qualidade II Prof. Fabrício Maciel Gomes Departamento de Engenharia Química Escola de Engenharia de Lorena EEL Objetivo de um Processo Produzir um produto que satisfaça totalmente ao cliente.
Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros FACIT
Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros FACIT CARTAS DE CONTROLE Controle Estatístico de Processo CEP -I Everton Nobre Rodrigo Baleeiro Mayco de Paula. Disciplina:Gerência da Qualidade Industrial
Controle Estatístico de Processo
PRO 2712 CONTROLE DA QUALIDADE 1 Controle Estatístico de Processo PRO 2712 CONTROLE DA QUALIDADE 2 O QUE É UM PROCESSO? conjunto de atividades executadas com um certo objetivo ou finalidade conjunto de
Módulo 7 Estrutura da norma ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos Requisitos 8.1, 8.2 e 8.3
Módulo 7 Estrutura da norma ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos Requisitos 8.1, 8.2 e 8.3 Estrutura da norma Sistema de Gestão da Qualidade 4 C L I E N R E Q U I S 5 Responsabilidade
Módulo 4. 6º Ferramenta: Diagrama de Dispersão; 7º Ferramenta: Carta de Controle; Exercícios.
Módulo 4 6º Ferramenta: Diagrama de Dispersão; 7º Ferramenta: Carta de Controle; Exercícios. 6ª. Ferramenta Diagrama de Dispersão Finalidade: Mostrar o que acontece com uma variável quando a outra muda,
Medidas de Dispersão. Introdução Amplitude Variância Desvio Padrão Coeficiente de Variação
Medidas de Dispersão Introdução Amplitude Variância Desvio Padrão Coeficiente de Variação Introdução Estudo de medidas que mostram a dispersão dos dados em torno da tendência central Analisaremos as seguintes
Gestão Estratégica da Qualidade
UNIVERSIDADE DE SOROCABA Curso Gestão da Qualidade Gestão Estratégica da Qualidade Aula Revisão 06/09 Professora: Esp. Débora Ferreira de Oliveira Questões 1 Como pode ser definida a 1ª fase da qualidade?
Indicadores de Desempenho
Indicadores de Desempenho 1 Conceito Características mensuráveis de processos, produtos ou serviços, utilizadas pela organização para acompanhar, avaliar e melhorar o seu desempenho. OS INDICADORES NECESSITAM
Ferramentas da Qualidade UDESC/CCT
Ferramentas da Qualidade UDESC/CCT Ferramentas da Qualidade 1. Diagrama de Pareto 2. Diagrama de causa-efeito (Ishikawa) 3. Histogramas 4. Folhas de verificação 5. Gráficos de dispersão 6. Fluxogramas
CEP Controle Estatístico de Processo
CEP Controle Estatístico de Processo Publicador: Diogo Piszxzalka Autor: Anônimo Formação: Eng.º Mecânico pela Universidade Luterana do Brasil & Técnico em Gestão da Qualidade (IESE) CEP Controle Estatístico
Física Geral - Laboratório Aula 1: Organização e descrição de dados
Física Geral - Laboratório http://dfnae.fis.uerj.br/twiki/bin/view/dfnae/fisicageral Aula 1: Organização e descrição de dados 1 Física Geral - Objetivos Ao final do período, o aluno deverá ser capaz de
ESTATÍSTICA. Aula 2 Distribuição de Frequência e Histograma. Fernando Arbache
ESTATÍSTICA Aula 2 Distribuição de Frequência e Histograma Fernando Arbache Distribuição de Frequência Distribuição de Frequência ou Histograma: É construído através de gráfico de colunas Representa a
Gráficos de Controle (X, R, S, CUSUM e EWMA)
Gráficos de Controle (X, R, S, CUSUM e EWMA) Alunos: Ahyalla Riceli Anderson Elias Professor: Paulo Maciel Ricardo Massa Roteiro Introdução Gráficos de Controle CEP Controle Estatístico de Processo Gráfico
7- Controle Estatístico de Processos CEP - Controle Estatístico de Processos
CEP - Controle Estatístico de Processos Pedro Paulo Balestrassi www.iem.efei.br/pedro 35-3629-1161 1 Tipo de Gráfico Dados do tipo variáveis ou atributo? Variável Atributo Alto ou Baixo Volume Não Tamanho
SLA Aplicado ao Negócio
SLA Aplicado ao Negócio Melhores Práticas para Gestão de Serviços Rildo Versão Santos 51 Rildo @rildosan Santos @rildosan [email protected] www.etecnologia.com.br http://etecnologia.ning.com
NÃO CONFORMIDADE, AÇÕES CORRETIVAS E PREVENTIVAS
1. OBJETIVO Definir as metodologias de tratamento de não conformidades, reclamações e sugestões de Clientes e Colaboradores, e implementação de ações corretivas e preventivas. 2. DEFINIÇÕES E ABREVIATURAS
Desenvolvido pelo Software Engineering Institute-SEI em 1992 Possui representação por estágios (5 níveis)e contínua (6 níveis)
CMMI / MPS.BR Modelos de Maturidade de Qualidade de Software Aplicações criteriosas de conceitos de gerenciamento de processos e de melhoria da qualidade ao desenvolvimento e manutenção de software CMMI
AS SETE FERRAMENTAS DA QUALIDADE
AS SETE FERRAMENTAS DA QUALIDADE Introdução: Atribui-se a Kaoru Ishikawa a popularização e mesmo em alguns casos a elaboração inicial do que ele chamou de ferramentas da Qualidade. Vamos discorrer sobre
Sistema de Gestão da Prevenção em
Sistema de Gestão da Prevenção em SST Trabalho realizado por: André Andrade nº18990 Curso: Engenharia do Ambiente Data: 29/10/2008 Disciplina: PARP Índice Introdução... 3 Sistema de gestão da prevenção
Morgana Pizzolato, Dr a. Aula 09 Cartas de controle para atributos DPS1037 SISTEMAS DA QUALIDADE II ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CT/UFSM
Morgana Pizzolato, Dr a. Aula 09 Cartas de controle para atributos DPS1037 SISTEMAS DA QUALIDADE II ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CT/UFSM TÓPICOS DESTA AULA Cartas de Controle para Variáveis Tipo 1: X e R Tipo
Gerência de Projetos e Qualidade de Software. Prof. Walter Gima
Gerência de Projetos e Qualidade de Software Prof. Walter Gima 1 OBJETIVOS O que é Qualidade Entender o ciclo PDCA Apresentar técnicas para garantir a qualidade de software Apresentar ferramentas para
A Estatística é aplicada como auxílio nas tomadas de decisão diante de incertezas para justificar cientificamente as decisões
A IMPORTÂNCIA DA ESTATÍSTICA A Estatística é aplicada como auxílio nas tomadas de decisão diante de incertezas para justificar cientificamente as decisões Governo Indústria Ciências Econômicas, sociais,
5. Carta de controle e homogeneidade de variância
5. Carta de controle e homogeneidade de variância O desenvolvimento deste estudo faz menção a dois conceitos estatísticos: as cartas de controle, de amplo uso em controle estatístico de processo, e a homogeneidade
Estágio II. Aula 01 Qualidade de Software. Prof. MSc. Fred Viana
Estágio II Aula 01 Qualidade de Software Prof. MSc. Fred Viana Agenda Qualidade de Software Definições Dimensões Qualidade e Produtividade Por que testar um software Definições de Teste Motivação Por que
Inferência Estatística. Medidas de Tendência Central Medidas de Variação Medidas de Posição
Inferência Estatística Medidas de Tendência Central Medidas de Variação Medidas de Posição Notações Estatísticas Característica amostra população Somatório de um conjunto de valores Valores individuais
Código Revisão Área Aprovação Data Página PS 12 3 Gestão Diretor Técnico 17/04/2017 1
PS 12 3 Gestão Diretor Técnico 17/04/2017 1 1. OBJETIVO Estabelecer uma sistemática para análise das causas de não conformidades e implementação de ações corretivas, com o intuito de eliminar a reincidência
AULA DO CPOG. Estatística básica
AULA DO CPOG Estatística básica ATRIBUTO características que podem ser enumeradas VARIÁVEL características que podem ser medidas, controladas ou manipuladas em uma pesquisa VARIÁVEL QUALITATIVA valores
FERRAMENTAS DE MELHORIA CONTÍNUA 6 SIGMA
FERRAMENTAS DE MELHORIA CONTÍNUA 6 SIGMA PROGRAMA SEIS SIGMA O programa Seis Sigma, também conhecido como Six Sigma, foi desenvolvido pela Motorola, nos anos de 1980, porém logo se espalhou para outras
Engenharia de Software II
Engenharia de Software II Aula 12 http://www.ic.uff.br/~bianca/engsoft2/ Aula 12-31/05/2006 1 Ementa Processos de desenvolvimento de software (Caps. 2, 3 e 4 do Pressman) Estratégias e técnicas de teste
Comparação dos gráficos de controle Shewhart e Cusum na variável de perfilagem do caliper
Comparação dos gráficos de controle Shewhart e Cusum na variável de perfilagem do caliper Evelyn Souza Chagas 1 Lêda Valéria Ramos Santana 1 Hérica Santos da Silva 1 Dra. Suzana Leitão Russo 2 Msc. Vitor
Morgana Pizzolato, Dr a. Aula 04 Introdução ao CEP DPS1037 SISTEMAS DA QUALIDADE II ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CT/UFSM
Morgana Pizzolato, Dr a. Aula 04 Introdução ao CEP DPS1037 SISTEMAS DA QUALIDADE II ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CT/UFSM Cronograma parcial DPS1037 Data Aula Conteúdo 10/ago 1 Introdução à Engenharia da Qualidade
Controlo Estatístico do Processo
Controlo Estatístico do Processo Gestão da Produção II LEM-24/25 Paulo Peças CEP Os processos produtivos apresentam sempre um dado nível de variabilidade como resultado apenas da sua aleatoriedade intrínseca.
PARTE 3- MEDIDAS DE DISPERSÃO VERSÃO: MARÇO DE 2017
COMUNICAÇÃO SOCIAL E MARKETING CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS ESTATÍSTICA APLICADA PARA PESQUISA EM MARKETING E COMUNICAÇÃO (BASEADO NO MATERIAL DE AULA DO PROFESSOR
Física Geral - Laboratório. Aula 2: Organização e descrição de dados e parâmetros de dispersão e correlação
Física Geral - Laboratório Aula 2: Organização e descrição de dados e parâmetros de dispersão e correlação 1 Física Geral - Objetivos Ao final do período, o aluno deverá ser capaz de compreender as principais
FOLHA DE CONTROLE DE DOCUMENTOS
FOLHA DE CONTROLE DE DOCUMENTOS 1) IDENTIFICAÇÃO Código do documento PO-LFX-1002 Revisão 07 Data 08/11/2017 Título IDENTIFICAÇÃO DAS FONTES DE INCERTEZA Classificação Restrito n o de páginas 06 n o de
Medidas de Dispersão para uma Amostra. Conteúdo: AMPLITUDE VARIÂNCIA DESVIO PADRÃO COEFICIENTE DE VARIAÇÃO
Medidas de Dispersão para uma Amostra Conteúdo: AMPLITUDE VARIÂNCIA DESVIO PADRÃO COEFICIENTE DE VARIAÇÃO Medidas de Dispersão para uma Amostra Para entender o que é dispersão, imagine que quatro alunos
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR TÉCNICO EM QUALIDADE NA MODALIDADE A DISTÂNCIA
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR TÉCNICO EM QUALIDADE NA MODALIDADE A DISTÂNCIA DC 4020 04/10/2013 Rev. 01 1. Dados Legais Autorizado pelo Parecer 277 de 18/09/2007, Decreto 748 Publicado D.O 18.236 de 26/10/07.
Políticas de Qualidade em TI
Políticas de Qualidade em TI Aula 01 - Conceitos Iniciais Prof. www.edilms.eti.br [email protected] Agenda História. Definindo a qualidade, Qualidade Total. Os pilares da qualidade de software. Custos da
Estatística para a Qualidade. Sonia Vieira
Estatística para a Qualidade Sonia Vieira Estatística para a Qualidade SoniaVieira 2014, Elsevier Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei n o 9.610, de 19/2/1998. Nenhuma parte
IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO INSTRUÇÕES
INSTRUÇÕES - Esta prova é SEM CONSULTA. - Inicie a prova colocando o seu nome em todas as páginas. - Todas as respostas às questões devem ser preenchidas a caneta. - Todas as informações necessárias estão
Física Geral - Laboratório. Aula 2: Organização e descrição de dados e parâmetros de dispersão e correlação
Física Geral - Laboratório Aula 2: Organização e descrição de dados e parâmetros de dispersão e correlação 1 Física Geral - Objetivos Ao final do período, o aluno deverá ser capaz de compreender as principais
Grupos de Processos de Gerenciamento de Projetos
Grupos de Processos de Gerenciamento de Projetos Vamos aprender um pouco mais sobre os grupos de processos dentro do Gerenciamento de Projetos. Basicamente são 5 grupos de processos, que são os estados
PROCEDIMENTO DA QUALIDADE
Pág.: 1 de 6 1. OBJETIVO Estabelecer procedimentos para identificação de não-conformidades, assim como a implantação de ação corretiva e ação preventiva, a fim de eliminar as causas das não-conformidades
ARTIGOS TÉCNICOS. 2 - Controle de custo variável
2 - Controle de custo variável No artigo anterior iniciamos o assunto Planejamento Operacional conceituando-o como a aplicação de uma série de rotinas administrativas para permitir ao empresário planejar
TQM Total Quality Management
TQM Total Quality Management Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT O que é TQM? Administração da Qualidade Total total quality management (TQM) Pode ser visto como uma extensão lógica da maneira como a
PRINCIPAIS DISTRIBUIÇÕES DISCRETAS DE PROBABILIDADE
PRINCIPAIS DISTRIBUIÇÕES DISCRETAS DE PROBABILIDADE 3.1 INTRODUÇÃO Muitas variáveis aleatórias associadas a experimentos aleatórios têm propriedades similares e, portanto, podem ser descritas através de
Teoria das Filas aplicadas a Sistemas Computacionais. Aula 09
Teoria das Filas aplicadas a Sistemas Computacionais Aula 09 Universidade Federal do Espírito Santo - Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM Teoria das Filas
VETORES Motivação AULA 19
AULA 19 VETORES 19.1 Motivação Considere o problema de calcular a média aritmética das notas de 5 alunos de uma disciplina e determinar e escrever o número de alunos que obtiveram nota superior à média
Aula de hoje: junho de 17. Engenharia de Produção UNIVASF - Controle Estatístico da Qualidade. Elaborado por: Profª Ana Castro 1
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO UNIVASF PRÓ-REITORIA DE ENSINO PROEN DEPARTAMENTO DE REGISTRO E CONTROLE ACADÊMICO DRCA COLEGIADO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Professora:
Gráfico de Controle por Atributos
Gráfico de Controle por Atributos Roteiro 1. Gráfico de np. Gráfico de p 3. Gráfico de C 4. Gráfico de u 5. Referências Gráficos de Controle por Atributos São usados em processos que: Produz itens defeituosos
ESTATÍSTICA APLICADA
ESTATÍSTICA APLICADA TEMA I ESTATÍSTICA DESCRITIVA SUMÁRIO: CLASSIFICAÇÃO DOS DADOS SEGUNDO A ESCALA DISTRIBUIÇÕES DE FREQUENCIA PARA DADOS CONTÍNUOS. DISTRIBUIÇÃO EM CLASSES Distribuição para Dados Quantitativos
Gestão de Produção Aula 5: Projeto do Produto e do Processo. Prof. Valdir Tavares de Lucena
Gestão de Produção Aula 5: Projeto do Produto e do Processo Prof. Valdir Tavares de Lucena Gestão da Produção Cada empresa é única, assim como seus produtos e processos, e gerenciar envolve planejamento,
Probabilidade e Estatística. Estimação de Parâmetros Intervalo de Confiança
Probabilidade e Estatística Prof. Dr. Narciso Gonçalves da Silva http://páginapessoal.utfpr.edu.br/ngsilva Estimação de Parâmetros Intervalo de Confiança Introdução A inferência estatística é o processo
IDENTIFICAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E CONTROLE DE ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS.
1 de 5 REV. DESCRIÇÃO DAS REVISÕES Emissão inicial. ANÁLISE CRÍTICA ( ) APROVADO VISTO DATA COMENTÁRIOS: ( ) NÃO APROVADO ( ) ATENDER COMENTÁRIOS EMISSÃO REV. REV. 1 REV. 2 REV. 3 REV. 4 REV. 5 REV. 6
Distribuições Amostrais
Estatística II Antonio Roque Aula Distribuições Amostrais O problema central da inferência estatística é como fazer afirmações sobre os parâmetros de uma população a partir de estatísticas obtidas de amostras
Os testes. O teste de McNemar O teste de Wilcoxon O teste do sinais
Prof. Lorí Viali, Dr. http://www.mat.ufrgs.br/viali/ [email protected] Os testes O teste de McNemar O teste de Wilcoxon O teste do sinais O teste de McNemar para a significância de mudanças é aplicável
Controle da Qualidade. Unidade 4 Visão de Processos e Gráficos de Controle Prof. Luciana Rosa Leite
Controle da Qualidade Unidade 4 Visão de Processos e Gráficos de Controle Prof. Luciana Rosa Leite Nesta Unidade: 4.1 Variabilidade de processos 4.2 Características da Qualidade 4.3 Gráficos de Controle
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA. Profa. Dra. Yara de Souza Tadano
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA Profa. Dra. Yara de Souza Tadano [email protected] Aula 4 09/2014 Estatística Descritiva Medidas de Variação Probabilidade e Estatística 3/42 Medidas de Variação Vamos
Tabela. Estatística Aplicada à Gestão. Tabela 07/08/2016. Prof. Me. Reginaldo César Izelli.
Estatística Aplicada à Gestão E-mail: [email protected] Um dos objetivos da Estatística é sintetizar os valores que uma ou mais variáveis podem assumir, para que tenhamos uma visão global
Mas, para começar a aplicar métodos estatísticos, é preciso conhecer alguns conceitos básicos.
Na Criptologia, assim como em outras ciências, são realizados estudos experimentais ou obser vacionais que resultam numa coleção de dados numéricos. O propósito da investigação é responder uma questão
Linha central e Limites de controle
Linha central e Limites de controle Os gráficos de controle, sejam de que tipo for, são estruturados a partir da linha central e dos limites inferior e superior de controle em geral utilizando o limite
CARTA FAROL. Olá pessoal! Neste informativos vamos criar carta farol, onde o principal objetivo da carta farol é prevenir a
CARTA FAROL Olá pessoal! Neste informativos vamos criar carta farol, onde o principal objetivo da carta farol é prevenir a ocorrência não conformidades, levando em consideração as especificações do produto.
PROC IBR ROD 100/2017 Diretrizes para Auditoria de Camadas de Concreto Asfáltico
INSTITUTO BRASILEIRO DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS - IBRAOP INSTITUTO RUI BARBOSA IRB / COMITÊ OBRAS PÚBLICAS PROC IBR ROD 100/2017 Diretrizes para Auditoria de Camadas de Concreto Asfáltico Primeira
Capítulo 7 - Seis Sigma
Chou Yen Cheng Heloá Freire João Victor Lima Letícia Harumi Nakamiti Guilherme Gamberini Talles Silva do Nascimento Thiago Peron de Marchi Henrique Provenzzano Silva Gestão da Qualidade Capítulo 7 - Seis
Nome: Turma: Data: / /
ATIVIDADE DE LABORATÓRIO Nome: Turma: Data: / / Medir distâncias no Universo INTRODUÇÃO Medir distâncias a objetos astronômicos é um problema fundamental em Astronomia e um grande desafio aos astrônomos.
