Controle Estatístico do Processo (CEP)
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- Luciano Minho Arantes
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1 Controle Estatístico do Processo (CEP)
2 CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO É UM MÉTODO QUE PERMITE CONTROLAR CONTÍNUAMENTE AS CARACTERÍSTICAS CHAVES DE UM PRODUTO E PROCESSO, VISANDO A SUA MELHORIA.
3 ORIGEM Bell Telephone e Western Electric (1924) Necessidade: Aprimorar a uniformidade de peças manufaturadas em uma linha de produção.
4 ORIGEM William Edwards Deming aprofundou os estudos com Shewhart, divulgou seus métodos através de programas de treinamentos com engenheiros, inspetores e outros profissionais de empresas norte-americanas envolvidas na fabricação de produtos militares, durante a segunda Guerra Mundial.
5 Empresas
6 1) Controle Conceitos Básicos É o acompanhamento contínuo de um fluxo de atividades, onde podem ser realizados ajustes, para que o resultado do esforço esteja em conformidade com um padrão definido.
7 2) Qualidade Conceitos Básicos É o grau de utilidade de um produto para os fins que se destina e que é possível de ser avaliada através de um conjunto de características apropriadas.
8 Conceitos Básicos 3) Controle de Qualidade É o procedimento de verificação sistemática da obediência de um produto ou processo ao seu padrão, e de realização dos ajustes necessários para se atingir esse objetivo.
9 Passos do Planejamento e Controle da Qualidade Definir as características de qualidade Decidir como medir cada característica Controlar a qualidade contra os padrões Estabelecer padrões de qualidade Encontrar e corrigir causas de má qualidade Continuar a fazer melhoramentos
10 CEP Objetivo: incorporar o uso de variáveis aleatórias independentes e identicamente distribuídas Princípio geral: determinar quando o processo se afasta do estado de controle e as ações corretivas que devem ser tomadas Variação = maior inimiga da qualidade
11 Variabilidade Todo processo apresenta variações Segundo Deming, não se melhora a qualidade através da inspeção. Ela já vem com o produto quando este deixa a máquina antes de inspecioná-lo
12 CONTROLE DO PROCESSO Resultado Esperado = Resultado Planejado ± Variação do Processo Variação do Processo R Esperado =~ R Planejado CONTROLAR SIGNIFICA ESTAR ATENTO AS VARIAÇÕES
13 Causas Comuns Fonte de variação que afeta todos os valores individuais do processo Um processo é dito sob controle ou estatisticamente estável quando somente causas comuns estiverem presentes e controladas
14 Causas Especiais Afetam o comportamento do processo de maneira imprevisível Não se pode obter um padrão Produz resultados totalmente discrepantes em relação aos demais valores Origem: interações entre mão-de-obra, máquinas, materiais e métodos
15 Distribuição Normal 3 = 99,73% : 2,7 defeitos por peças produzidas 6 = 99,99966% : 3,4 defeitos por peças produzidas (3,4 ppm)
16 Carta de Controle Gráfico temporal de estatísticas do processo calculadas com base em valores medidos É a ferramenta básica do CEP Verifica se o processo é estatisticamente estável Permite o aprimoramento contínuo do processo, mediante a redução da variabilidade
17 Carta de Controle Linha Central: representa o valor médio do característico de qualidade exigido Linha Superior: representa o limite superior de controle (LSC) Linha Inferior: representa o limite inferior de controle (LIC).
18 Carta de Controle
19 Carta de Controle São empregados para evitar, reduzir ou eliminar não conformidades em tempo real durante o processo de produção Utiliza os dados de uma série de amostras para estimar onde o processo está centralizado e quanto está variando em torno do centro Utiliza as estatísticas: média estimada e variabilidade do processo
20 Classificação das Cartas de Controle para Variáveis: aspectos como peso, comprimento, densidade, etc. Exemplo: gráfico da média e gráfico R para Atributos: comportamento de números e proporções Exemplo: gráfico p
21 Carta de Controle de Variáveis Gráficos provenientes de medidas realizadas através da amostra
22 Coletar k amostras de tamanho n Calcular média e desvio-padrão Estabelecer os limites de controle do processo Procedimento para a construção dos Gráficos de Controle Criar carta de controle da média Há pontos que ultrapassam os limites? Sim Identificar, eliminar e prevenir causas especiais Não Sim Criar carta de controle da dispersão Há pontos que ultrapassam os limites? Não Supervisionar o processo
23 Elaboração da Carta de Controle de Variáveis 1 Passo: Estimar a média (μ) e o desvio padrão (δ) do processo Todas as causas especiais identificáveis do processo deverão ser mantidas dentro de condições normais No mínimo 20 amostras deverão ser coletadas μ = Σ(x i ) δ = Σ(x i - μ) 2 n n-1
24 Elaboração da Carta de Controle de Variáveis 2 Passo: Utilizar a média (μ) e o desvio padrão (δ) estimado para estabelecer os limites do controle do processo δ m = δ n LSC= μ + 3δ m LIC= μ - 3δ m
25 Elaboração da Carta de Controle de Variáveis 3 Passo: Com os dados, construir o gráfico da média 4 Passo: Caso exista algum ponto que atravesse os limites, a causa especial deve ser buscada e eliminada 5 Passo: Construir o gráfico com os limites de controle da dispersão da amostra
26 Carta de Controle de Variáveis
27 Exemplo de Carta de Controle A temperatura de uma caldeira foi monitorada durante 8 horas por dia. Hora Dia Média
28 Exemplo de Carta de Controle Suponha que a temperatura foi avaliada durante 30 dias consecutivos.
29 Exemplo de Carta de Controle
30 Exemplo de Carta de Controle 95.5%
31 Análise da Carta de Controle de Variáveis Se uma amostra apresentar-se fora dos limites de controle, há 99,74% de probabilidade de que uma causa especial está atuando O fato das medidas de uma amostra estarem dentro dos limites não garante, por si só, o controle do processo
32 Análise da Carta de Controle de Variáveis Sob Controle Estatístico 1. Todos os pontos estão entre os limites de controle superior e inferior e não seguem qualquer padrão especial 2. Há o mesmo número aproximado de pontos acima e abaixo da reta central do gráfico 3. A maioria dos pontos está próxima a linha média, apesar de alguns poucos pontos localizarem-se próximo aos limites de controle
33 Análise da Carta de Controle de Variáveis Fora Controle Estatístico 1. Um ou mais pontos localizam-se além dos limites de controle superior e inferior: presença de causa especial que precisa ser identificada e corrigida ou eliminada
34 Fora de Controle Estatístico 2. Quando de 6 a 8 pontos estão acima ou abaixo da linha média: possível mudança na média
35 Fora de Controle Estatístico 3. Uma seqüência, crescente ou decrescente, de seis ou mais pontos indica a tendência de mudança da média
36 Fora de Controle Estatístico 4. Uma seqüência de seis ou mais pontos de mesmo valor indica um arredondamento forçado ou deficiência dos instrumentos de medição
37 Fora de Controle Estatístico 5. Uma seqüência de 14 ou mais pontos alternando-se acima e abaixo da reta da média: discrepância de medidas ou medição viciada
38 Fora de Controle Estatístico 2 pontos (de 3) muito próximos ao limite superior ou ao limite inferior
39 Fora de Controle Estatístico 8 pontos em seqüência, alternados acima e abaixo da linha central e nenhum deles próximo ao centro
40 Resumo: Gráfico de Controle Variação anormal devida a causas assinaláveis Fora de controle LSC Variação normal devida ao acaso Variação anormal devida a causas assinaláveis Média LIC Número de amostras
41 Gráficos das Amplitudes e Médias Distribuição Amostral (a média do processo está se deslocando para cima) LSC Gráfico x Revela o deslocamento LIC LSC Gráfico R Não revela o deslocamento LIC
42 Gráficos das Amplitudes e Médias Distribuição Amostral (a variabilidade do processo está aumentando) LSC Gráfico x Não revela o aumento LIC LSC Gráfico R Revela o aumento LIC
43 Carta de Controle de Atributos Há certas características de produtos ou serviços que não podem ser controladas através de medições Unidades produzidas são classificadas como aceitáveis ou inaceitáveis, conformes ou não conformes Utiliza somente uma carta de controle
44 Carta de Controle de Atributos Procedimento de coleta de dados: quantidade superior a 20 amostras, com causas especiais identificáveis mantidas sob controle Quanto menor for a razão de não-conformidades, maiores deverão ser as amostras para que haja sensibilidade na detecção
45 Carta de Controle de Atributos Linha média: p = Σ p i k p i = defeitos = razão de defeitos na amostra i n LSC = p + 3 p(1-p) n LIC = p - 3 p(1-p) n
46 Capabilidade do Processo É a medida da aceitabilidade da variação do processo Para estudar a capabilidade é necessário que o processo esteja sob controle estatístico É necessário que seja estabelecido que o processo é estável através das cartas de controle para depois iniciar os estudos de capabilidade
47 Capabilidade do Processo Determina a habilidade em satisfazer as especificações e os limites de tolerância Fornece o diagnóstico do estado de controle dos processos de produção, ou seja, se são ou não capazes de satisfazer as solicitações dos clientes
48 Cálculo da Capabilidade Conceito de tolerância Dificilmente os processos produtivos geram produtos com dimensões exatamente iguais às NOMINAIS Certo nível de variabilidade é inevitável! 90 mm +- 0,1 mm O importante é que a variabilidade natural do processo esteja dentro do limite TOLERÁVEL (Faixa aceitável de dimensões: de 89,9 mm até 90,1mm)
49 Capabilidade do Processo No cálculo da capabilidade leva-se em conta a variabilidade do processo, ou seja, o desvio padrão que pode ser calculado ou estimado. Utiliza-se dois índices Cp e Cpk. Se Cp ou Cpk > 1,0: o processo é capaz Se Cp ou Cpk = 1,0: o processo é marginalmente capaz Se Cp ou Cpk < 1,0: o processo não é capaz
50 Capabilidade do Processo LIE LSE LIE LSE LIE LSE Cp = 1 Cp > 1 Cp < 1 Cp = LST LIT / 6s Cpk = min[(x LIT) / 3s ; (LST X) / 3s] LIE = Limite inferior especificado LSE = Limite superior especificado LIT = Limite inferior tolerado LST = Limite superior tolerado
51 Capabilidade do Processo O índice Cp, mais simples, não leva em consideração a centralização do processo: Considera como taxa de tolerância à variação do processo Não é sensível aos deslocamentos (causas especiais) Quanto maior o índice, menos provável que o processo esteja fora das especificações Um processo com uma curva estreita (Cp elevado) pode não estar de acordo com as necessidades do cliente se não for centrado dentro das especificações
52 Capabilidade do Processo O índice Cpk leva em consideração a centralização do processo: É o ajuste do índice Cp para uma distribuição não-centrada entre os limites de especificação É sensível aos deslocamentos (causas especiais) dos dados
53 Interpretação dos Índices de Capabilidade
54 Interpretação dos Índices de Capabilidade
55 Fábrica de Arroz Experimento Máquina 1 Experimento Máq.1 Cliente requisitou: Saco Saco Saco Saco Saco Saco Saco Saco Saco Saco Média 206 Faixa de Especificação: 194 g a 218g Distribuição Normal Média = 206g Desvio padrão = 3,38g Cp = (LST LIT)/6s = ( )/20,28 = 1,18 Cpk = min[( ) /10,14 ; ( )/10,14] Cpk = min[1,18 ; 1,18] Cpk = 1, 18 > 1 Portanto, o processo capaz
56 Fábrica de Arroz Experimento Máquina 2 Experimento Máq.2 Saco Saco Saco Saco Saco Saco Saco Saco Saco Saco Média 210 Cliente requisitou: Faixa de Especificação: 194 a 218g Distribuição Normal Média = 210g Desvio padrão = 3,38g Cp = (LST LIT)/6s = ( )/20,28 = 1,18 Cpk = min[( )/10,14 ; ( )/10,14] Cpk = min[1,58 ; 0,79] Cpk = 0,79 < 1 Portanto, o processo incapaz
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