5 Instrumentação, materiais, reagentes e métodos
|
|
|
- Carlos Eduardo de Sousa Câmara
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 5 Instrumentação, materiais, reagentes e métodos No presente capítulo é descrito os procedimentos para desenvolver o método analítico para determinação das vitaminas K1 e K3 por meio da cromatografia eletrocinética capilar micelar utilizando detecção espectrofotométrica na região do UV-vis Instrumentação O método para a determinação das vitaminas K1 e K3 foi desenvolvido em um equipamento comercial de eletroforese capilar Hewlett Packard Agilent. O instrumento possui um detector espectrofotométrico de absorção do tipo arranjo de diodos (operação na faixa de nm); controlador de temperatura do tipo Peltier; um sistema automático de injeção de amostra, além de um programa de aquisição e tratamento de dados desenvolvido pela Agilent Technologies (Califórnia, EUA). Os capilares de sílica fundida utilizados para a realização das análises assim como o kit de detecção de alta sensibilidade (capilares especiais e cela de caminho óptico alongado), os alinhadores e cassetes (compartimento que acopla o capilar ao equipamento) foram adquiridos da Agilent Technologies. Um cromatógrafo em fase líquida de alta eficiência (HPLC) da marca Agilent Technologies, série 1200 foi usado nos testes de comparação. O equipamento é composto de um degaseificador a vácuo, uma bomba binária SL, um amostrador automático, um compartimento termostatizado para a coluna, um detector de absorção no UV/vis do tipo arranjo de diodos e outro de fluorescência. A coluna utilizada foi uma C18 Zorbax Eclipse XDB (4,6 x 150 mm), com partículas de tamanho médio de 5 μm. Todas as pesagens foram realizadas em uma balança analítica de marca Shimadzu modelo AUW220D, calibrada pelo laboratório Peso Exato Automação (Rio de Janeiro, Brasil), com a resolução de 1 mg, cujo certificado de calibração se encontra em anexo (Anexo I). Um banho de ultrassom, modelo USB 124 e potência 40 W (fabricante: CTA do Brasil), foi utilizado para a dissolução de algumas substâncias.
2 94 As medições de ph das soluções e o preparo dos tampões acetato (ph = 4,00), fosfato (ph = 6,73; 7,00; 7,43; 7,85) e borato (ph = 8,50) foram realizados em um phmetro modelo MPA 210, versão 2.3 fornecido pela Tecnopon. O phmetro é ajustado diariamente através do uso de tampões rastreáveis ao NIST, cujo certificado se encontra no Anexo II (São Paulo, Brasil). A degaseificação de solventes para o HPLC foi realizada em um banho ultrassônico modelo USC 1800 (Unique, São Paulo, Brasil) Materiais e reagentes Vitaminas K foram adquiridas da Sigma-Aldrich (Steinheim, Alemanha): filoquinona (vitamina K1), 99% e menadiona (vitamina K3), 97%. As soluções aquosas foram preparadas com água ultrapurificada (resistividade abaixo de 18 MΩ cm -1 ) obtida de um ultrapurificador de água da marca Millipore (Massachusetts, EUA) modelo Milli-Q A10 Gradiente. Os surfactantes dodecil sulfato de sódio (SDS) e brometo de cetiltrimetilamônio (CTAB), a acetonitrila (ACN) grau UV/HPLC, metanol (MeOH) grau UV/HPLC, diclorometano, hidróxido de sódio e ácido bórico adquiridos da Merck (Alemanha). Para o desenvolvimento e validação da metodologia para a separação das vitaminas K utilizando a cromatografia eletrocinética capilar micelar foram utilizadas amostras de chá verde e suplemento vitamínico adquiridas em supermercados e farmácias locais, respectivamente. O suplemento vitamínico era composto de treze vitaminas entre estas a vitamina K1 e sais minerais. O rótulo do suplemento se encontra no Anexo III. O nitrogênio comercial (99,96%) utilizado para evaporação do diclorometano na etapa de extração da vitamina K1 das amostras de suplemento vitamínico foi adquirido na AGA (Brasil). Os balões volumétricos e micropipetas utilizadas foram calibrados em um laboratório integrante da Rede Brasileira de Calibração RBC (Laboratório de caracterização de fluídos LCF/PUC-Rio), cujos certificados encontram-se em anexo (Anexos IV, V e VI). Utilizou-se almofariz de porcelana para maceração das amostras de suplemento vitamínico.
3 Métodos Cuidados ao manipular o analito Sendo a vitamina K um composto sensível à luz e facilmente oxidada, medidas para garantir a estabilidade das soluções e amostras foram tomadas como: (i) realização de todas as atividades operacionais em condições de luminosidade reduzida, utilizando para isso vidraria de cor âmbar e proteção das soluções com papel alumínio; (ii) injeção das amostras no mesmo dia de preparo, evitando assim exposição prolongada ao ar; e (iii) armazenamento das soluções sob refrigeração Preparo das soluções de referência para vitaminas K e do eletrólito de corrida As soluções utilizadas em eletroforese capilar foram previamente filtradas em membranas de PTFE (politetrafluoretileno), de porosidade 0,45 µm e diâmetro de 17 mm (National Scientific, Michigan, EUA). Os poros da membrana de PTFE foram previamente abertos com acetonitrila, antes da passagem das soluções aquosas. As soluções-estoque das vitaminas (K1 e K3) foram preparadas em balões volumétricos de cor âmbar, em acetonitrila (K1: 4,5 x 10-1 g.l -1 e K3: 1,7 x 10-1 g.l -1 ) e mantidas ao abrigo da luz sob refrigeração de até 4 ºC. As soluções de trabalho foram preparadas a cada experimento, por meio da diluição das soluções estoque em solução contendo 10%, em volume, de acetonitrila e 18,2 g.l -1 do surfactante brometo de cetiltrimetilamônio (CTAB). O preparo do eletrólito de corrida (preparo diário) consistiu na diluição de soluções-estoque aquosas de surfactante CTAB (182,2 g.l -1 ) e de ácido bórico (24,7 g.l -1 ), com adição do modificador orgânico acetonitrila 20% v/v e ajuste de ph para o valor adequado (ph = 8,5) por meio da adição de solução aquosa de hidróxido de sódio 40,0 g.l -1. Durante o ajuste de ph, a solução foi mantida em constante agitação e o valor de ph monitorado com auxílio de phmetro.
4 Extração e preparo das amostras A extração da vitamina K das amostras de chá verde foi realizada de acordo com o procedimento de preparo descrito por Reto et al. (2007). Uma massa de 1,5 g de chá contida em um sachê foi colocada em um béquer e em seguida 0,3 L de água fervente foi adicionada e o chá foi deixado em infusão por cerca de 10 min. O preparo das amostras de chá para a análise envolveu as seguintes etapas: i) um volume de 5 ml de chá foi transferido para balão volumétrico de 10 ml; ii) adicionou-se 1 ml de acetonitrila e 18,2 g.l -1 de CTAB iii) ajuste do volume com água ultrapurificada; iv) filtração das amostras utilizando filtros de PTFE. A fortificação da amostra de chá foi realizada de acordo o seguinte procedimento: i) transferência de um volume de 5 ml de chá para balão volumétrico de 10 ml; ii) adição de 1 ml de acetonitrila e 18,2 g.l -1 de CTAB; iii) adição de uma alíquota da solução padrão de vitamina K1 de modo a se obter uma concentração final de 4,1 x 10-3 g.l -1 ; iv) ajuste do volume com água ultrapurificada; v) filtração das amostras utilizando filtros de PTFE. Para a extração da vitamina K1 do suplemento vitamínico foi realizado o procedimento a seguir: (i) escolha aleatória de comprimidos do suplemento vitamínico, presentes em cerca de seis cartelas; (ii) maceração dos comprimidos selecionados em um almofariz de porcelana; (iii) medição da massa para obtenção de 550 mg do material pulverizado; (iv) extração da vitamina K1 utilizando-se cerca de 10 ml de diclorometano, o qual foi evaporado em fluxo de N 2 ; (v) dissolução do resíduo com 50 ml de acetonitrila. A solução foi mantida sob refrigeração. A fortificação das amostras de suplemento vitamínico foi feita de acordo com o seguinte procedimento: i) uma alíquota da solução extraída do suplemento vitamínico correspondente à concentração de 4,1 x 10-3 g.l -1 de vitamina K1 foi transferida para balão volumétrico de 10 ml; ii) adicionou-se uma alíquota da solução padrão de vitamina K3 de modo a se obter uma concentração final de 1,5 x 10-3 g.l -1 ; iii) adicionou-se 1 ml de acetonitrila e 18,2 g.l -1 de CTAB; iv) realizou-se o ajuste do volume com água ultrapurificada; v) filtração das amostras utilizando filtros de PTFE. Para a determinação da vitamina K1 e K3 foram seguidas as seguintes etapas: (i) acondicionamento das alíquotas das soluções de vitamina K1 em acetonitrila (vitamina K1 extraída do suplemento) e da solução padrão de
5 97 vitamina K3 em balão de 10 ml; (ii) evaporação da acetonitrila até restar apenas o resíduo das vitaminas; (iii) adição de 1 ml de acetonitrila e 18,2 g.l -1 de CTAB; (iv) ajuste do volume com água ultrapurificada; (v) filtração das amostras utilizando filtros de PTFE Limpeza do material A vidraria utilizada foi primeiramente lavada em água corrente e em seguida imersa em solução aquosa de ácido nítrico 10% v/v por um período mínimo de 24 h. Após esse período, o material foi enxaguado com água destilada e posteriormente com água ultrapurificada, seco e mantido em recipientes fechados Medições Eletroforéticas As determinações foram realizadas utilizando um capilar de sílica fundida de 60 cm de comprimento total (52 cm até o detector) e 75 µm de diâmetro interno, devidamente adaptado ao alinhador (Figura 8) e ao cassete (Figura 9), o qual tem como função proteger o capilar. A preparação dos capilares envolveu as seguintes etapas: (i) corte do capilar no tamanho ideal e (ii) remoção do revestimento de poliimida, de modo a abrir tanto a janela de detecção como as extremidades do capilar, as quais fecham o circuito do sistema através do contato com as soluções do eletrólito de corrida. Figura 8: Capilar com janela óptica feita manualmente e alinhador (DI = diâmetro interno).
6 98 cassete alinhador Figura 9: Cassete com o capilar e seu respectivo alinhador. O modo de separação eletroforética utilizado nesse trabalho foi o da cromatografia eletrocinética capilar micelar (MEKC - Micellar electrokinetic chromatography), a qual utiliza fase pseudo-estacionária carregada para a separação e identificação de compostos neutros. Micelas carregadas positivamente foram formadas utilizando-se o surfactante CTAB. Um procedimento de condicionamento do capilar de sílica, precedente às injeções das soluções dos analitos, consistiu na passagem de acetonitrila (5 min), seguida da passagem de água ultrapurificada (15 min), solução de hidróxido de sódio 40,0 g.l -1 (10 min) e solução de eletrólito de corrida (10 min). Esse condicionamento foi feito pela injeção das soluções com pressão de 5000 Pa (50 mbar). Entre cada uma das corridas, ao longo do dia de trabalho realizouse um pré-condicionamento mais simples, por meio da passagem de água ultrapurificada (2 min); acetonitrila (2 min); água ultrapurificada (2 min); solução de hidróxido de sódio 40,0 g.l -1 (2 min) e eletrólito de corrida (5 min). Esse segundo pré-condicionamento foi fundamental para garantir a reprodução de resultados. A limpeza do capilar ao final de cada dia de trabalho foi realizada pela passagem de água ultrapurificada por 8 min, acetonitrila por 5 min, seguida de solução de acetonitrila:água 50:50% v/v por 5 min. O processo de limpeza foi realizado a temperatura de 40 C. Após cada dia de experimentos, o capilar foi guardado com as pontas imersas dentro de vials de polipropileno contendo solução de acetonitrila:água 50:50% v/v. Os eletroferogramas das vitaminas K1 e K3 foram obtidos utilizando um detector espectrofotométrico do tipo arranjo de diodos, com absorvância em 248 nm, já que as diferentes formas de vitamina K apresentam espectros UV característico das naftoquinonas, com forte absorção entre nm (Combs
7 99 Jr, 2008). Durante as análises, a temperatura foi mantida constante em 25 ºC e com aplicação de diferença de potencial negativa de 30 kv. O modo de injeção utilizado foi hidrodinâmico, com pressão de 50 mbar por 15 s. De modo a melhorar o limite de detecção do método, foram realizadas medições eletroforéticas com uma cela de caminho óptico alongado com formato em Z. Foi utilizado um kit (Agilent) constituído de uma cela especial, um capilar de sílica fundida dividido em duas partes e conectores para adaptação do capilar à cela (Figura 10), além de nitrogênio (99%) e uma solução de Helllmanex 2% v/v para limpeza dos acessórios. Capilar Conector Cela Capilar Figura 10: Cela com caminho óptico alongado e os aparatos adaptados. A solução de limpeza Hellmanex II foi preparada por meio da diluição de 1,0 ml da solução em 25 ml de água ultrapurificada. Tanto os parafusos, quanto a cela foram imersos nessa solução e deixados em banho ultrassônico por 15 min e em seguida por mais 10 min em água ultrapurificada, antes de serem utilizados, para remoção de partículas que pudessem atrapalhar a passagem da solução pela cela de caminho óptico alongado. Para o uso dessa cela, os procedimentos de condicionamento, précondicionamento, posterior limpeza do capilar e de injeção foram realizados da mesma forma como descrito anteriormente.
8 Validação do método analítico e estimativa da incerteza de medição Os parâmetros avaliados para a validação do método baseado na cromatrografia eletrocinética capilar micelar para a medição de vitamina K foram: seletividade, linearidade, precisão (repetitividade e precisão intermediária), limite de detecção, limite de quantificação e exatidão. A avaliação destes foi realizada segundo os seguintes documentos regulatórios: DOC-CGCRE-008:2011 (documento orientativo sobre validação de métodos analíticos) do Inmetro, RE nº 899, de 29/5/2003: Guia para validação de métodos analíticos e bioanalíticos, publicado pela Anvisa e o Guia para a validação de métodos de análise da IUPAC (IUPAC, 2010). A estimativa da incerteza de medição foi realizada de acordo com o Guia para a expressão da incerteza de medição (JCGM 100:2008), sendo também utilizado como referência trabalho realizado por Cunha (2007). Para facilitar a compreensão, todo o procedimento, de validação e estimativa da incerteza de medição, são apresentados juntamente com os resultados obtidos e sua avaliação no Capítulo 6.
2 Instrumentação, materiais e métodos
39 2 Instrumentação, materiais e métodos 2.1.Instrumentação 2.1.1. Sistema de lavagem e secagem dos substratos Com a finalidade de reduzir o sinal de fundo dos papéis utilizados como substrato sólido,
Laboratório de Análise Instrumental
Laboratório de Análise Instrumental Prof. Renato Camargo Matos http://www.ufjf.br/nupis PRÁTICA 12: Determinação de paracetamol e cafeína em medicamentos por HPLC Objetivo: Determinar as concentrações
3. Materiais e métodos
3. Materiais e métodos 3.1 Instrumentação 3.1.1 Espectrofotômetros As medições de absorvância foram feitas em um espectrofotômetro de absorção molecular no UV-visível modelo 8453 (Agilent, EUA), com feixe
4006 Síntese do éster etílico do ácido 2-(3-oxobutil) ciclopentanona-2-carboxílico
4006 Síntese do éster etílico do ácido 2-(3-oxobutil) ciclopentanona-2-carboxílico CEt + FeCl 3 x 6 H 2 CEt C 8 H 12 3 C 4 H 6 C 12 H 18 4 (156,2) (70,2) (270,3) (226,3) Classificação Tipos de reações
Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Exatas Departamento de Química
Prática 5. ELETROFORESE CAPILAR Determinação de acidez livre em óleos vegetais 1. Introdução A acidez em óleos vegetais é devido à reação de hidrólise de triacilglicerídeos, onde ácidos graxos livres são
4001 Transesterificação do óleo de mamona em ricinoleato de metila
4001 Transesterificação do óleo de mamona em ricinoleato de metila Classificação Tipos de reações e classes de substâncias. Reação do grupo carbonila de derivados do ácido carboxílico, trans-esterificação,
2017 Obtenção da amida do ácido cinâmico através da reação do cloreto do ácido cinâmico com amônia
217 Obtenção da amida do ácido cinâmico através da reação do cloreto do ácido cinâmico com amônia O O Cl NH 3 NH 2 C 9 H 7 ClO (166.6) (17.) C 9 H 9 NO (147.2) Classificação Tipos de reação e classes de
I Identificação do estudo
I Identificação do estudo Título estudo Validação de método bioanalítico para quantificação de metronidazol em amostras de plasma para aplicação em ensaios de biodisponibilidade relativa ou bioequivalência
3 Materiais, reagentes, soluções, instrumentação e métodos 3.1 Materiais e reagentes
85 3 Materiais, reagentes, soluções, instrumentação e métodos 3.1 Materiais e reagentes A água deionizada (18,2 MΩcm) utilizada para o preparo de todas as soluções aquosas foi obtida de um ultrapurificador
DETERMINAÇÃO DE FERRO TOTAL EM SUPLEMENTOS ALIMENTARES POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO MOLECULAR
59 DETERMINAÇÃO DE FERRO TOTAL EM SUPLEMENTOS ALIMENTARES POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO MOLECULAR Wendhy Carolina VICENTE 1 Natália Maria Karmierczak da SILVA 2 Amarildo Otavio MARTINS 3 Elisangela Silva
Linhas de orientação e princípios gerais de utilização e marcação do LC-MS
Linhas de orientação e princípios gerais de utilização e marcação do LC-MS 1 - O equipamento tem um técnico responsável pela gestão corrente do equipamento e pelo apoio técnico. 2 - O equipamento tem uma
4028 Síntese de 1-bromodecano a partir de 1-dodecanol
4028 Síntese de 1-bromodecano a partir de 1-dodecanol C 12 H 26 O (186.3) OH H 2 SO 4 konz. (98.1) + HBr (80.9) C 12 H 25 Br (249.2) Br + H 2 O (18.0) Classificação Tipos de reações e classes das substâncias
Tabela 14: Fluorescência (240/350 nm) da hidrocortisona e prednisolona após procedimento de derivação fotoquímica.
6 Resultados e discussão: Avaliação da viabilidade do uso do procedimento de derivação fotoquímica de glicocorticóides em cromatografia líquida, para fluidos biológicos. 6.1. Interferência da hidrocortisona
Laboratório de Análise Instrumental
Laboratório de Análise Instrumental Prof. Renato Camargo Matos Profa. Maria Auxiliadora Costa Matos http://www.ufjf.br/nupis DIA/MÊS ASSUNTO 06/03 Apresentação do curso 13/03 PRÁTICA 1: Determinação de
2005 Síntese da acetonida do meso-1,2-difenil-1,2-etanodiol (2,2- dimetil-4,5-difenil-1,3-dioxolana)
2005 Síntese da acetonida do meso-1,2-difenil-1,2-etanodiol (2,2- dimetil-4,5-difenil-1,3-dioxolana) Ph H H H H Ph + H 3 C CH 3 - H 2 FeCl 3 H Ph H Ph H 3 C CH 3 C 14 H 14 2 (214.3) C 3 H 6 (58.1) (162.2)
3001 Hidroboração/oxidação de 1-octeno a 1-octanol
3001 Hidroboração/oxidação de 1-octeno a 1-octanol 1. NaBH, I CH H 3 C C. H O /NaOH H 3 OH C 8 H 16 NaBH H O I NaOH C 8 H 18 O (11.) (37.8) (3.0) (53.8) (0.0) (130.) Referência Bibliográfica A.S. Bhanu
1011 Síntese do 1,4-di-terc-butil benzeno a partir do terc-butil benzeno e cloreto de terc-butila.
1011 Síntese do 1,4-di-terc-butil benzeno a partir do terc-butil benzeno e cloreto de terc-butila. + Cl AlCl 3 C 10 H 14 (134.) C 4 H 9 Cl C 14 H (9.6) (133.3) (190.3) Classificação Tipos de Reações e
4024 Síntese enantioseletiva do éster etílico do ácido (1R,2S)-cishidroxiciclopentano-carboxílico
4024 Síntese enantioseletiva do éster etílico do ácido (1R,2S)-cishidroxiciclopentano-carboxílico H levedura C 8 H 12 3 C 8 H 14 3 (156,2) (158,2) Classificação Tipos de reação e classes de substâncias
4014 Separação enantiomérica de (R)- e (S)-2,2'-dihidroxi-1,1'- binaftil ((R)- e (S)-1,1-bi-2-naftol)
4014 Separação enantiomérica de (R)- e (S)-2,2'-dihidroxi-1,1'- binaftil ((R)- e (S)-1,1-bi-2-naftol) NBCC CH 3 CN + C 20 H 14 O 2 C 26 H 29 ClN 2 O (286,3) (421,0) R-enantiômero S-enantiômero Classificação
Métodos Eletroforéticos de Análise
1 Métodos de Separação - Análise QUALI e QUANTITATIVA de substâncias. Métodos Cromatográficos -Cromatografia em papel -Cromatografia em camada delgada -Cromatografia em fase gasosa -Cromatografia em fase
3005 Síntese de 7,7-diclorobiciclo [4.1.0] heptano (7,7- dicloronorcarano) a partir de ciclohexeno
00 Síntese de,-diclorobiciclo [..0] heptano (,- dicloronorcarano) a partir de ciclohexeno + CHCl NaOH tri-n-propylamine CCl + HCl C H 0 (8.) (9.) NaOH C 9 H N C H 0 Cl (0.0) (.) (.) (.) Classificação Tipos
MF-1050.R-2 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE DERIVADOS DA CUMARINA, POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA (CLAE)
MF-1050.R-2 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE DERIVADOS DA CUMARINA, POR CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA EFICIÊNCIA (CLAE) Notas: Aprovado pela Deliberação CECA nº 1249, de 01 fevereiro de 1988 Publicado no DOERJ
Determinação cromatográfica de riboflavina em leite
CROMATOGRAFIA Determinação cromatográfica de riboflavina em leite Marcela Segundo & Marcelo Osório FFUP MCQ MIA 2013/2014 Pág. 1 Introdução As vitaminas são nutrientes essenciais para a manutenção de uma
4002 Síntese de benzil a partir da benzoína
4002 Síntese de benzil a partir da benzoína H + 1 / 2 2 VCl 3 + 1 / 2 H 2 C 14 H 12 2 C 14 H 10 2 (212,3) 173,3 (210,2) Classificação Tipos de reações e classes de substâncias oxidação álcool, cetona,
1017 Acoplamento Azo do cloreto de benzenodiazônio com 2- naftol, originando 1-fenilazo-2-naftol
OP 1017 Acoplamento Azo do cloreto de benzenodiazônio com 2- naftol, originando 1-fenilazo-2-naftol H 3 Cl Cl ao 2 C 6 H 8 Cl (129.6) (69.0) C 6 H 5 Cl 2 (140.6) OH + Cl OH C 10 H 8 O (144.2) C 6 H 5 Cl
4023 Síntese do éster etílico do ácido 2-cicclopentanona carboxílico a partir do éster dietílico do ácido adípico
NP 4023 Síntese do éster etílico do ácido 2-cicclopentanona carboxílico a partir do éster dietílico do ácido adípico NaEt C 10 H 18 4 Na C 2 H 6 C 8 H 12 3 (202,2) (23,0) (46,1) (156,2) Classificação Tipos
3003 Síntese de 2-cloro-ciclohexanol a partir de ciclohexeno
3003 Síntese de 2-cloro-ciclohexanol a partir de ciclohexeno _ + SO 2 NCl Na OH H 2 SO 4 + x 3 H 2 O + Cl CH 3 SO 2 NH 2 CH 3 C 6 H 10 (82.2) C 7 H 13 ClNNaO 5 S (281.7) (98.1) C 6 H 11 ClO (134.6) C 7
Eletroforese. Década 1930 O químico sueco Arne Tiselius desenvolveu a eletroforese para o estudo de proteínas de soro sanguíneo.
Eletroforese Um método de separação baseado na diferença de velocidade de migração de espécies carregadas em uma solução tampão sob a influência de um campo elétrico. Década 1930 O químico sueco Arne Tiselius
4005 Síntese do éster metílico do ácido 9-(5-oxotetra-hidrofuran- 2-ila) nonanóico
4005 Síntese do éster metílico do ácido 9-(5-oxotetra-hidrofuran- 2-ila) nonanóico H (CH I 2 ) 8 C + 3 C CH 2 CH 3 H 3 C (CH 2 ) 8 CH 3 CH 2 I C 12 H 22 2 C 4 H 7 I 2 C 14 H 24 4 C 2 H 5 I (198,3) (214,0)
USO DO MÉTODO ESPECTROFOTOMÉTRICO PARA A DETERMINAÇÃO DE ENXOFRE EM FERTILIZANTES.
USO DO MÉTODO ESPECTROFOTOMÉTRICO PARA A DETERMINAÇÃO DE ENXOFRE EM FERTILIZANTES. Y. L. M. COSTA 1, L. M. R. SANTOS 1, D. V. B. CAMPOS 2, B. B. MATTOS 2 e G. S. MARTINS 2 1 Universidade de Vassouras,
Ensaios de Bioequivalência Etapa Analítica
Ensaios de Bioequivalência Etapa Analítica método analítico validado Técnicas de quantificação de fármacos em amostras biológicas: cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE, HPLC high performance
3 Materiais e métodos 3.1 Materiais e reagentes
58 3 Materiais e métodos 3.1 Materiais e reagentes O padrão da levofloxacina (98% de pureza) foi adquirido da Sigma-Aldrich (EUA), e a da norfloxacina (98% de pureza) foi adquirido na U.S.P. (EUA). O padrão
DETERMINAÇÃO DE AÇÚCARES EM SUCOS DE FRUTAS UTILIZANDO ELETROFORESE CAPILAR
DETERMINAÇÃO DE AÇÚCARES EM SUCOS DE FRUTAS UTILIZANDO ELETROFORESE CAPILAR F. DELLA BETTA, F. C. BILUCA. L. M. PEREIRA, L. V. GONZAGA, R. FETT, A. C. O. COSTA Universidade Federal de Santa Catarina, Departamento
UTILIZAÇÃO DA CAFEÍNA COMO INDICADOR DE CONTAMINAÇÃO POR ESGOTO DOMESTICO NO AÇUDE BODOCONGÓ EM CAMPINA GRANDE PB
UTILIZAÇÃO DA CAFEÍNA COMO INDICADOR DE CONTAMINAÇÃO POR ESGOTO DOMESTICO NO AÇUDE BODOCONGÓ EM CAMPINA GRANDE PB Cinthia Sany França Xavier; Neyliane Costa de Souza; Universidade Estadual da Paraíba,
QUI 154 Química Analítica V Análise Instrumental. Aula 6 Eletroforese Capilar (EC)
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Instituto de Ciências Exatas Depto. de Química QUI 154 Química Analítica V Análise Instrumental Aula 6 Eletroforese Capilar (EC) Julio C. J. Silva Juiz de Fora,
Colunas SEC Agilent AdvanceBio para análise de agregados: Compatibilidade do instrumento
Colunas SEC Agilent AdvanceBio para análise de agregados: Compatibilidade do instrumento Descrição técnica Introdução As colunas SEC Agilent AdvanceBio são uma nova família de colunas de cromatografia
Laboratório de Análise Instrumental
Laboratório de Análise Instrumental Prof. Renato Camargo Matos Tutora: Aparecida Maria http://www.ufjf.br/nupis Caderno de Laboratório 1. Título 2. Introdução 3. Objetivo 4. Parte Experimental 4.1. Reagentes
TÍTULO: OBTENÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO DE (-)-HINOQUININA A PARTIR DA BIOTRANSFORMAÇÃO FÚNGICA DA (-)-CUBEBINA POR ASPERGILLUS TERREUS
TÍTULO: OBTENÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO DE (-)-HINOQUININA A PARTIR DA BIOTRANSFORMAÇÃO FÚNGICA DA (-)-CUBEBINA POR ASPERGILLUS TERREUS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA:
Estabilidade em ph alto e ph baixo de uma Agilent Poroshell HPH C18
Estabilidade em ph alto e ph baixo de uma Agilent Poroshell HPH C8 Nota de aplicação Autor William Long Agilent Technologies, Inc. Introdução A estabilidade de uma coluna de HPLC é um dos fatores determinantes
SUMÁRIO. Wagner Luz18/08/2014 ÍNDICE: ÁREA. Número 02 Título. Selecione o verificador do Documento: Cintia Kikuchi/BRA/VERITAS
Aprovado ' Elaborado por Wagner Luz/BRA/VERITAS em 18/08/2014 Verificado por Cintia Kikuchi em 18/08/2014 Aprovado por Ruben Verdier/BRA/VERITAS em 20/08/2014 ÁREA IPT Tipo Instrução Técnica Número 02
Seleção de um Método Analítico. Validação e protocolos em análises químicas. Validação de Métodos Analíticos
Seleção de um Método Analítico Capítulo 1 SKOOG, D.A.; HOLLER, F.J.; NIEMAN, T.A. Princípios de Análise Instrumental. 5 a edição, Ed. Bookman, Porto Alegre, 2002. Validação e protocolos em análises químicas
FELIPE TEIXEIRA PALMA HOMERO OLIVEIRA GAETA JOÃO VICTOR FERRAZ LOPES RAMOS LUCAS MATEUS SOARES SABRINA LEMOS SOARES
FELIPE TEIXEIRA PALMA HOMERO OLIVEIRA GAETA JOÃO VICTOR FERRAZ LOPES RAMOS LUCAS MATEUS SOARES SABRINA LEMOS SOARES ANÁLISE INSTRUMENTAL PROFESSORA: MARIA DA ROSA CAPRI LORENA SÃO PAULO 2017 OBJETO Análise
2030 Reação do brometo de (carbometoximetil) trifenilfosfônio com benzaldeído
23 Reação do brometo de (carbometoximetil) trifenilfosfônio com benzaldeído H P Br + H NaH + H H H CH 3 + PPh 3 + NaBr CH 3 C 2 H 2 Br 2 P C 7 H 6 (45,3) (6,) (4,) C H 2 (62,2) CH 3 C 8 H 5 P (278,3) NaBr
4 Resultados e Discussão:
4 Resultados e Discussão: Os resultados obtidos são apresentados e discutidos separadamente a seguir, de acordo com o tipo de amostra objeto de análise: 4.1 Análise de amostras para estudos toxicológicos.
Sistema de eletroforese MiniProtean, marca BIO-RAD.
Sistema de eletroforese MiniProtean, marca BIO-RAD. O sistema de eletroforese SDS-PAGE é utilizado para realizar separar caracterizar ou mesmo determinar a pureza de macromoléculas. O LABIOM dispõe de
VALIDAÇÃO DE MÉTODOS ANALÍTICOS
VALIDAÇÃO DE MÉTODOS ANALÍTICOS RE nº 899, de 2003 da ANVISA - Guia para validação de métodos analíticos e bioanalíticos; Validation of analytical procedures - UNITED STATES PHARMACOPOEIA - última edição;
Determinação de Natamicina pelos métodos de HPLC/DAD e LC-MS/MS
Página 1 de 6 1 Escopo Determinação do antifúngico natamicina em vinhos e sucos de frutas empregando a técnica de Cromatografia Líquida de Alta Performance (CLAE ou HPLC, em inglês) com detector de arranjo
DETERMINAÇÃO DO ESPECTRO DE ABSORÇÃO DE SOLUÇÕES AQUOSAS DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO, CROMATO DE POTÁSSIO, DICROMATO DE POTÁSSIO E SULFATO DE COBRE
ATIVIDADE EXPERIMENTAL N o 1 DETERMINAÇÃO DO ESPECTRO DE ABSORÇÃO DE SOLUÇÕES AQUOSAS DE PERMANGANATO DE POTÁSSIO, CROMATO DE POTÁSSIO, DICROMATO DE POTÁSSIO E SULFATO DE COBRE Materiais: 01 balão volumétrico
2029 Reação do trifenilfosfano com o éster metílico do ácido bromoacético originando brometo de (carbometoximetil) trifenilfosfônio
229 Reação do trifenilfosfano com o éster metílico do ácido bromoacético originando brometo de (carbometoximetil) trifenilfosfônio CH 3 Br + P P Br C 3 H 5 Br 2 C 18 H 15 P (153,) (262,3) CH 3 C 21 H 2
Nota de aplicação. Introdução. Autores. Ambiental
Aumento da produtividade na determinação de PPCPs em água usando tempos de ciclo de MS otimizados em um sistema UHPLC-triplo quadrupolo de alta sensibilidade Nota de aplicação Ambiental Autores Behrooz
Cromatografia Espectrometria
Cromatografia Espectrometria Equipamentos - Suprimentos - Assistência Técnica Equipamentos para Laboratório em Geral A CASE ANALÍTICA é formada por profissionais atuantes no mercado de instrumentação analítica
VALIDAÇÃO DE MÉTODO INDICATIVO DA ESTABILIDADE POR HPLC PARA DETERMINAÇÃO SIMULTÂNEA DE TADALAFILA E SILDENAFILA
VALIDAÇÃO DE MÉTODO INDICATIVO DA ESTABILIDADE POR HPLC PARA DETERMINAÇÃO SIMULTÂNEA DE TADALAFILA E SILDENAFILA 1. INTRODUÇÃO A produção de medicamentos falsificados é um problema criminal que implica
1004 Nitração do N-óxido de piridina para N-óxido de 4- nitropiridina
1004 Nitração do N-óxido de piridina para N-óxido de 4- nitropiridina O N HNO 3 /H 2 SO 4 O N NO 2 C 5 H 5 NO (95,1) (63,0) (98,1) C 5 H 4 N 2 O 3 (140,1) Classificação Tipos de reações e classes de substâncias
4. Reagentes e Metodologia Analítica
4. Reagentes e Metodologia Analítica 4.1. Reagente para os testes de oxidação Os reagentes P.A empregados durante os testes de oxidação foram: KCN (Merck) NaOH (Vetec) H 2 SO 4 (Vetec) H 2 O 2 (Peróxidos
2 Materiais e métodos
2 Materiais e métodos 2.1. Reagentes, materiais e soluções 2.1.1. Reagentes e materiais Os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos: pireno, pureza 98%; criseno, pureza 98%; antraceno, pureza 98,9%; benzo[a]pireno,
MF-420.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE AMÔNIA (MÉTODO DO INDOFENOL).
MF-420.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE AMÔNIA (MÉTODO DO INDOFENOL). Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 686, de 25 de julho de 1985. Publicada no DOERJ de 14 de julho de 1985. 1. OBJETIVO O objetivo
4016 Síntese de (±)-2,2'-dihidroxi-1,1'-binaftil (1,1'-bi-2-naftol)
4016 Síntese de (±)-2,2'-dihidroxi-1,1'-binaftil (1,1'-bi-2-naftol) FeCl 3. 6 H2 O C 10 H 7 C 20 H 14 O 2 (144,2) (270,3) (286,3) Classificação Tipos de reação e classes de substâncias acoplamento oxidativo
MF-612.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE NITRATOS EM SUSPENSÃO NO AR POR COLORIMETRIA
MF-612.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE NITRATOS EM SUSPENSÃO NO AR POR COLORIMETRIA 1. OBJETIVO Definir o método de determinação de nitratos em suspensão no ar, por colorimetria, utilizando 2,4 dimetilfenol
Quantificação de Rutina e Genistina e Identificação de Metabólitos Secundários em Raízes e Folhas de Soja
Quantificação de Rutina e Genistina e Identificação de Metabólitos Secundários em Raízes e Folhas de Soja KAWASSAKI N.F.C. 1,2, SALVADOR M.C. 2, SILVA S.H. 2, Kunz E.T. 2, Filho J.A 2, HOFFMANN-CAMPO C.B
1023 Isolamento de hesperidina da casca da laranja
NP 0 Isolamento de hesperidina da casca da laranja Classificação Tipos de reações e classes de substâncias. Isolamento de produto natural Produto natural Técnicas de trabalho Extração com extrator de Soxhlet,
3015 Síntese de iodociclohexano a partir de ciclohexano e iodofórmio
5 Síntese de iodociclohexano a partir de ciclohexano e iodofórmio + CHI NaOH I C 6 H (8.) CHI (9.7) (.) C 6 H I (.) Referências Bibliográficas P. R. Schreiner, O. Lauenstein, E. D. Butova, and A. A. Fokin,
Título: Método de microextração em baixa temperatura, em etapa única, para determinação de resíduos de agrotóxicos em soro sanguíneo
Título: Método de microextração em baixa temperatura, em etapa única, para determinação de resíduos de agrotóxicos em soro sanguíneo Autores: SILVA, T. L. R. ([email protected]; Universidade Federal
MAL-134 CLORO LÍQUIDO-DETERMINAÇÃO DE TRICLORETO DE NITROGÊNIO-HPLC
1. INTRODUÇÃO: A amostra de Cloro líquido (do cilindro de amostragem) é transferida para um tubo de evaporação graduado. Após evaporação parcial do Cloro é adicionada uma quantidade de Fase Móvel (solução
4.1. Planejamento e desenvolvimento da solução candidata à material de referência certificado
4 Parte experimental 4.1. Planejamento e desenvolvimento da solução candidata à material de referência certificado 4.1.1. Preparo da solução de condutividade eletrolítica de 5 µs cm 1 Foram preparados
USO DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO NA AVALIAÇÃO DE CONFORMIDADE DE MEDICAMENTOS. Noh Ah Jeong
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS Curso de Graduação em Farmácia-Bioquímica USO DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO NA AVALIAÇÃO DE CONFORMIDADE DE MEDICAMENTOS Noh Ah Jeong Trabalho de
Prática de Ensino de Química e Bioquímica
INSTITUTO DE QUÍMICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Prática de Ensino de Química e Bioquímica Alex da Silva Lima Relatório final sobre as atividades desenvolvidas junto à disciplina QFL 1201 São Paulo -2009-
Determinação de permanganato em água
ESPECTROFOTOMETRIA NO UV-VIS Ficha técnica do equipamento Espectrofotômetro Shimadzu UV-1650PC Fontes de excitação: Lâmpada de deutério e Lâmpada de tungstênio-halogênio Seletores de comprimento de onda:
5 Parte experimental Validação analítica
58 5 Parte experimental Validação analítica A validação analítica busca, por meio de evidências objetivas, demonstrar que um método produz resultados confiáveis e adequados ao uso pretendido 40. Para isso,
Estudo Estudo da Química
Estudo Estudo da Química Prof. Railander Borges Fale com o Professor: Email: [email protected] Instagram: @rayllanderborges Facebook: Raylander Borges Aula 16 CONCENTRAÇÃO DE SOLUÇÕES 1.
5026 Oxidação do antraceno à antraquinona
506 xidação do antraceno à antraquinona KMn /Al C H 0 KMn C H 8 (78.) (58.0) (08.) Referência Bibliográfica Nüchter, M., ndruschka, B., Trotzki, R., J. Prakt. Chem. 000,, No. 7 Classificação Tipos de Reações
DEPARTAMENTO DE QUÍMICA UFJF QUI102 Metodologia Analítica
DEPARTAMENTO DE QUÍMICA UFJF QUI102 Metodologia Analítica OTIMIZAÇÃO DE UM MÉTODO ESPECTROFOTOMÉTRICO PARA QUANTIFICAÇÃO DE FERRO Data do experimento: Grupo: Objetivo: Estudar as propriedades colorimétricas
QUI 070 Química Analítica V Análise Instrumental. Aula 11 Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE)
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Instituto de Ciências Exatas Depto. de Química QUI 070 Química Analítica V Análise Instrumental Aula 11 Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE) Julio
Descritivo de produto. Fornecedor.
Descritivo de produto Fornecedor http://sykam.com/ CROMATÓGRAFO DE IONS - MODELO S 150 DESCRIÇÃO Análises de Águas; Análises Ambientais; Análises de Cátions e Ânions. Cromatografia de íons é uma técnica
Metodologia Analítica
Metodologia Analítica Espectrofotometria UV-vis Prof. Renato Camargo Matos http://www.ufjf.br/nupis Prática Otimização de um Método Espectrofotométrico para Quantificação de Ferro Objetivo Estudar as propriedades
Fundamentos e Formalismos Teóricos da Cromatografia
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS FLORIANÓPOLIS SANTA CATARINA Fundamentos e Formalismos Teóricos da Cromatografia
3012 Síntese do adamantilideno (adamantanilideno) adamantano a partir de adamantanona
Síntese do adamantilideno (adamantanilideno) adamantano a partir de adamantanona O TiCl /Zn/THF C H O (.) TiCl Zn (9.) (.) C H (.) Referência Bibliográfica D. Lenoir, Synthesis, 99, -9 Classificação Tipos
Introdução aos métodos titulométricos volumétricos. Prof a Alessandra Smaniotto QMC Química Analítica - Farmácia Turmas 02102A e 02102B
Introdução aos métodos titulométricos volumétricos Prof a Alessandra Smaniotto QMC 5325 - Química Analítica - Farmácia Turmas 02102A e 02102B Definições ² Métodos titulométricos: procedimentos quantitativos
3016 Oxidação do ácido ricinoléico a ácido azeláico (a partir de óleo de rícino) com KMnO 4
6 Oxidação do ácido ricinoléico a ácido azeláico (a partir de óleo de rícino) com KMnO 4 CH -(CH ) OH (CH ) -COOH KMnO 4 /KOH HOOC-(CH ) -COOH C H 4 O (.) KMnO 4 KOH (.) (6.) C H 6 O 4 (.) Classificação
2 Teoria Geral sobre Eletroforese Capilar
2 Teoria Geral sobre Eletroforese Capilar 2.1. Breve resumo sobre a técnica de eletroforese capilar A eletroforese é definida como o transporte, em solução eletrolítica, de compostos carregados eletricamente
