Modus ponens, modus tollens, e respectivas falácias formais
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- Arthur Quintanilha Pedroso
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1 Modus ponens, modus tollens, e respectivas falácias formais Jerzy A. Brzozowski 28 de abril de 2011 O objetivo deste texto é apresentar duas formas válidas de argumentos o modus ponens e o modus tollens e duas falácias formais a da afirmação do consequente e a da negação do antecedente. A primeira dessas falácias resulta de uma inversão envolvendo a segunda premissa e a conclusão de um argumento na forma modus ponens. Por sua vez, a falácia de negação do antecedente resulta desse mesmo erro em um argumento na forma modus tollens. Para entender esses argumentos, é necessário entender como funciona um tipo de sentença que é o condicional. 1 Condicionais A primeira premissa das quatro formas de argumento que veremos nesse texto é um condicional. Um condicional é uma frase do tipo: Se P, então Q. Na lógica formal, ela é escrita da seguinte forma: A proposição P é chamada de antecedente do condicional, enquanto Q é o consequente. 2 Modus ponens O modus ponens é uma forma válida de argumento. A primeira premissa de um argumento modus ponens é um condicional. Há uma afirmação do antecedente na segunda premissa, ou seja, afirma-se que o antecedente é verdadeiro. Disso, conclui-se que o consequente também é verdadeiro. Eis um exemplo de argumento na forma modus ponens: Eu desliguei este interruptor. A lâmpada se apagou. 1
2 E aqui está a forma geral dos argumentos modus ponens: Se P, então Q. P. Q. P e Q representam proposições inteiras 1. Elas são utilizadas para não dizermos blá-blá-blá, mas poderíamos substituir essas letras sem-graça por expressões mais engraçadas: Se trá-lá-lá, então tró-ló-ló. Trá-lá-lá. Portanto, tró-ló-ló. Entretanto, é mais econômico utilizar as letras para abreviar essas proposições. Para sermos rigorosos, podemos inclusive abreviar o condicional: P Q Essa é a forma que o argumento seria escrito na linguagem da lógica matemática, isto é, a lógica que substitui as expressões das línguas naturais (como o português) por símbolos. 3 Modus tollens O modus tollens é outra forma válida. Eis um exemplo de argumento na forma modus tollens: A lâmpada não se apagou. Eu não desliguei este interruptor. E aqui está a forma geral dos argumentos modus tollens: Se P, então Q. Não Q. Não P. Ou, na lógica simbólica: Q P No argumento por modus tollens, há uma negação do consequente na segunda premissa, ou seja, afirma-se que o consequente é falso. Disso, conclui-se que o antecedente também é falso. 1 Os alunos matematicamente orientados devem ter percebido que essas letras são variáveis. 2
3 4 Falácia de afirmação do consequente A falácia de afirmação do consequente é uma forma inválida de argumentação que é enganosamente semelhante ao modus ponens. Eis um exemplo de falácia da afirmação do consequente: A lâmpada se apagou. Eu desliguei este interruptor. Esse argumento é inválido porque desconsidera o fato de que a luz pode ter se apagado por alguma razão diferente (a lâmpada pode, por exemplo, ter queimado). Outro exemplo é aquele que já apareceu no texto sobre falácias informais: Se Pelé for catarinense, Pelé é brasileiro. Pelé é brasileiro. Portanto, Pelé é catarinense. Mais uma vez, a conclusão não se segue das premissas porque Pelé pode ser brasileiro por algum outro motivo (por exemplo, por ter nascido em Minas Gerais, como de fato ocorreu). De qualquer modo, a forma geral da falácia da afirmação do consequente é a seguinte: Se P, então Q. Q. P. Note que esse argumento é praticamente igual ao modus ponens; a única diferença é que a segunda premissa e a conclusão estão em posições trocadas. Entretanto, essa diferença é suficiente para tornar este argumento inválido. 5 Falácia de negação do antecedente A falácia de negação do antecedente é uma forma inválida de argumentação que é enganosamente semelhante ao modus tollens. Eis um exemplo de falácia da negação do antecedente: Eu não desliguei este interruptor. A lâmpada não se apagou. Esse argumento é inválido pela mesma razão do argumento que apresentamos na falácia de afirmação do consequente: ele desconsidera o fato de que a luz pode ter se apagado por alguma razão diferente. É possível formular outro exemplo de falácia de negação do antecedente com a ajuda, mais uma vez, de nosso amigo Pelé: 3
4 Se Pelé for catarinense, Pelé é brasileiro. Pelé não é catarinense. Portanto, Pelé não é brasileiro. E, analogamente, a conclusão não se segue das premissas porque Pelé pode ser brasileiro por algum outro motivo (sendo mineiro, como o Rei de fato é). De qualquer modo, a forma geral da falácia da negação do antecedente é a seguinte: Se P, então Q. Não P. Não Q. Por sua vez, esse argumento é praticamente igual ao modus tollens; a única diferença é, novamente, que a segunda premissa e a conclusão estão em posições trocadas. 6 Tabela de verdade e demonstrações 6.1 Tabela de verdade do condicional O condicional obedece à seguinte tabela de verdade: P Q 1 V V V 2 V F F 3 F V V 4 F F V As primeiras duas colunas representam todas as combinações possíveis de verdade e falsidade para o antecedente e o consequente. A terceira coluna representa a verdade ou falsidade do condicional como um todo em cada situação. As linhas foram numeradas para poderem ser referenciadas no texto. 6.2 Demonstração da validade do modus ponens utilizando a tabela de verdade Modus ponens: Se P, então Q. P. Q. Para comprovar a validade do modus ponens, devemos procurar uma linha na tabela de verdade na qual as premissas sejam ambas verdadeiras. Quer dizer, devemos olhar para a(s) linha(s) na(s) qual(is) P e (as premissas) são ambas verdadeiras. No caso, há uma única linha assim: a linha 1. E, nessa linha a conclusão (Q) é verdadeira. Com isso, está demonstrado que não há possibilidade de que as premissas sejam ambas verdadeiras e, ao mesmo tempo, a conclusão seja falsa. Por isso, o argumento é válido. 4
5 6.3 Demonstração de validade do modus tollens utilizando a tabela de verdade Modus tollens: Se P, então Q. Não Q. Não P. Para comprovar a validade do modus tollens, devemos procurar uma linha na tabela de verdade na qual as premissas sejam ambas verdadeiras. Quer dizer, devemos olhar para a(s) linha(s) na(s) qual(is) seja verdadeira e Q seja falsa. Afinal, a segunda premissa, Não Q, nos diz que Q é falsa. Só há uma linha assim na tabela 1 (a linha 4), e nessa linha P também é falsa. Se P é falsa, isso significa que a conclusão do nosso argumento, Não P, é verdadeira. Portanto, o argumento é válido, pois não há circunstância na qual as premissas sejam verdadeiras e a conclusão seja falsa. 6.4 Demonstração de que a afirmação do consequente é inválida Afirmação do consequente: Se P, então Q. Q. P. Devemos procurar, na tabela de verdade do condicional, a(s) linha(s) na(s) qual(is) as premissãs são verdadeiras. Isto é, temos que procurar a(s) linha(s) na(s) qual(is) Q e são ambas verdadeiras. Há duas linhas nas quais isso ocorre: as linhas 1 e 3. Porém, na linha 3, a conclusão (P) é falsa. Isso indica que há uma possibilidade de as premissas serem verdadeiras e a conclusão, falsa; portanto, o argumento é inválido. 6.5 Demonstração de que a negação do antecedente é inválida Negação do antecedente: Se P, então Q. Não P. Não Q. Devemos procurar, na tabela de verdade do condicional, a(s) linha(s) na(s) qual(is) as premissas são verdadeiras. Isto é, temos que procurar a(s) linha(s) na(s) qual(is) P é falsa e é verdadeira. Há duas linhas assim (linha 3 e linha 4) e, em uma delas, a conclusão, Não Q, é falsa (linha 3). Pelo fato de que há essa possibilidade de as premissas serem verdadeiras e a conclusão falsa, o argumento é inválido. 5
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