Razões, proporções e taxas. Medidas de frequência.
|
|
|
- Luiz Gustavo de Sousa Camilo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Razões, proporções e taxas. Medidas de frequência. 1. Prevalência número _ de _ casos ( P) total 2. Incidência Medidas de Frequência 3. Taxa de incidência número _ de _ casos _ novos ( I) número _ em _ risco tempo _ em _ risco 4. Risco (R) Probabilidade de incidência Incidência cumulativa número _ de _ casos _ novos ( R) número _ em _ risco NOTA: Na prática, quando falamos em incidência estamos a falar de taxa de incidência porque a incidência é só o número de casos novos. 1) Razão quociente entre duas medidas relacionadas entre si; (o denominador não inclui o numerador). a Ex.: b Proporção quociente entre duas medidas, estando o numerador incluído no denominador. a Ex.: a + b Taxa variação de uma medida y em função da variação de uma medida x; referida a um determinado tempo. 2) Frequência absoluta número total (de casos, de elementos ) Frequência relativa quociente entre a frequência absoluta e o número total. Distribuição de frequências indica de que modo a variável se distribui. 3) 2477 pessoas com mais de 50 anos, seguidas durante 5 anos com cataratas - 67 com retinopatia diabética Ano 1 35 cataratas Ano 2 35 cataratas Ano 3 20 cataratas Ano 4 25 cataratas Ano 5 40 cataratas 5 anos 24 retinopatia diabética CC
2 Coorte grupo seleccionado de indivíduos, com alguma característica em comum e sem doença, seguido ao longo do tempo. Follow-up período de seguimento. CATARATAS: Coorte real indivíduos 310 indivíduos já tinham cataratas, logo não estão em risco Total de casos (novos casos 155) Prevalência no início do estudo 310 P 12,5% 2477 Incidência cumulativa ( Risco): 155 IC 7,2% aos 5 anos 2167 Prevalência no fim do estudo Incidência Cumulativa Taxa de incidência de Cataratas: Nota: Por exemplo, se quisermos calcular a taxa de incidência ao fim do primeiro ano: 35 Taxa de Incidência cataratas no primeiro ano ( ) 1 Isto só estaria correcto se aquelas 35 pessoas que ficaram doentes tivessem tido as cataratas apenas no final do ano (ou seja, teriam estado em risco todo o ano).. No entanto, isso é muito pouco provável, as pessoas podem ter tido as cataratas em qualquer altura do ano! Então, vamos ter que retirar o tempo em que eles já não estão em risco, ou seja, o tempo a partir do qual eles já estão doentes (se já estão doentes, já não estão em risco de ter a doença ). Pressupomos que, em média, eles ficaram doentes a meio do ano: 6 meses em risco, seis meses sem estar em risco. Assim ficaria: Taxa de Incidência cataratas no primeiro ano 35 ( ) ,5 Ou seja, a todos aqueles que estiveram em risco no primeiro ano [( )x1] vamos retirar aquele tempo em que as 35 pessoas que ficaram doentes já não estão em risco (que assumimos que é meio ano). CC
3 Taxa de incidência de cataratas ao fim dos 5 anos: TxCAT ( ) ,5 35 3,5 20 2,5 25 1,5 40 0,5 Pessoas em risco Número de anos que estiveram em risco Subtraímos o número de anos que as pessoas não estiveram em risco (as 35 que ficaram doentes no primeiro ano não estiveram em risco 4,5 anos, etc) Podíamos ainda fazer de outra maneira: TxCAT , , , , ,5 + ( ) 5 As 35 pessoas que ficaram doentes no primeiro ano estiveram em risco meio ano, as 35 pessoas que ficaram doentes no segundo ano estiveram em risco 1,5 anos,.. Subtraímos ao coorte (2167) todas aquelas pessoas que foram ficando doentes ao longo dos 5 anos (155) e multiplicamos por 5, porque essas pessoas estiveram em risco os 5 anos. O resultado é 0,015, ou seja, 15 casos por 1000 pessoas-tempo. RETINOPATIA DIABÉTICA: Coorte real indivíduos Total de casos (novos casos 24) Prevalência no início do estudo P 67 0,024 2,7 % 2477 Incidência cumulativa 24 IC 1,0% aos 5 anos 2410 Taxa de incidência de Retinopatia diabética: Como não nos dão nenhuma informação acerca de quantos ficaram doentes por ano, assumimos que os 24 doentes estiveram em risco durante metade do tempo (2,5 anos). 24 TxRD ,5 ou TxRD '5 + ( ) 5 2 casos por 1000 pessoas-tempo CC
4 4) Região A Janeiro 90 a Dezembro 92 (3 anos) hab.; 120 casos Região B Janeiro 89 a Junho 93 (4,5 anos) hab.; 81 casos Região C Janeiro 89 a Dezembro 92 (4 anos) hab.; 145 casos Região D Janeiro 89 a Dezembro 92 (4 anos) hab.; 162 casos Registo da doença é uma base de dados com o número de pessoas que têm determinada doença. Ex.: doenças de declaração obrigatória, doenças oncológicas, malformações à nascença O seu interesse refere-se ao facto de, através dele, ser possível estabelecer relações de causalidade, ver as diferenças encontradas de acordo com a região, estabelecer medidas preventivas e planear cuidados de saúde. As dificuldades prendem-se com o facto de as pessoas nem sempre recorrerem ao médico quando estão doentes, ou o médico fazer o diagnóstico e não as declarar. Os casos originam-se de forma constante (a evolução é regular) Toda a população está igualmente em risco desde o início do estudo (ou seja, não há doentes no início do estudo ou que o número de doentes era desprezível) O número de habitantes da população não se altera (não houve nascimentos nem mortes) Ninguém se curou (sem relevância neste caso porque é uma doença crónic. c) Total de casos Taxa de incidência cumulativa: (somar as taxas de incidência de cada população) TxCrohn , ,5 81 2, A B C D 15 casos por milhão de habitantes-tempo (ano) d) IC A 120 / ( x x 1,5) 1,67 x 10-5 IC B 81 / ( x 4,5 81 x 2,25) 1,13 x 10-5 IC C 145 / ( x x 2) 1,2 x 10-5 IC D 162 / ( x x 2) 2 x 10-5 As diferenças encontradas são explicadas por: Susceptilidade genética Factores ambientais Estilo de vida Registo da doença Diagnóstico CC
5 5) casos habitantes casos casos habitantes Como não sabemos como a população evoluiu, fazemos a média da população, pressupondo que houve uma evolução regular. Média A variação da população é constante. T x número _ de _ novos _ casos elementos _ em _ risco tempo _ de _ risco T x por 1000 pessoas-tempo , , , 5 6) coriza gripe quem tem gripe uma vez, continua em risco de ter gripe habitantes indivíduos com coriza indivíduos com 2º caso Incidência cumulativa de coriza (só contam os novos casos) IC % Taxa de incidência de coriza (contam todos os casos) Tx 1,3 (13 habitantes por cada 10 habitantes) CC
Razões, proporções e taxas. Medidas de frequência.
Razões, proporções e taxas. Medidas de frequência. Para examinar a transmissão de uma doença em populações humanas, precisamos claramente de poder medir a frequência não só da ocorrência da doença como
Medidas de Impacto. Risco atribuível aos expostos
Medidas de Impacto. São diferenças de medidas de frequência; alguns autores dizem que são também medidas de associação. Enquanto que o Risco Relativo (), uma medida de associação, nos indica quanto mais
3. Assunto: Indicadores epidemiológicos, morbidade.
ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA - EPIDEMIOLOGIA, DEMOGRAFIA E BIOESTATÍSTICA 3. Assunto: Indicadores epidemiológicos, morbidade. 3.1 Exercícios gerais. 3.2 Medidas de freqüência
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA. Medidas de Freqüência de doenças e Medidas do Efeito da Exposição
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA Medidas de Freqüência de doenças e Medidas do Efeito da Exposição HEP 0176 Epidemiologia para Curso de Nutrição 2017 1.
09/03/2012. Razão, Proporção e Taxas = 5 / 2 = 2,5 / 1. Qual é o denominador???? Razão (Exemplos) = 0.5 = 50% 4
Razão, Proporção e Taxas Razão Proporção Taxa Razão Quociente de duas quantidades O numerador não é necessariamente incluído no denominador Permite comparar quantidades de diferentes naturezas Qual é o
Medidas de Epidemiologia Geral Parte I
Medidas de Epidemiologia Geral Parte I Faculdade de Ciências Médicas de Cacoal FACIMED Profª Gracian Li Pereira Habilidades Gerais VI Epidemiologia Geral 2012.2 Tipos de frações utilizadas para descrever
MEDIDAS DE FREQUÊNCIA DE EVENTOS Aula 6
MEDIDAS DE FREQUÊNCIA DE EVENTOS Aula 6 MEDIDA DA OCORRÊNCIA DE EVENTOS COMO DOENÇAS, AGRAVOS À SAÚDE (ACIDENTES, VIOLÊNCIAS) E MORTES. Exemplo: número de pessoas que apresentaram uma dada doença num certo
Medidas de efeito e impacto em Epidemiologia Nutricional
Medidas de efeito e impacto em Epidemiologia Nutricional Profª. Drª Marly Augusto Cardoso Departamento de Nutrição, Faculdade de Saúde Pública, USP e-maile mail: marlyac@usp usp.br Delineamento dos Estudos
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Assunto: Indicadores epidemiológicos, de morbidade: incidência, prevalência, taxa de ataque e taxa de ataque secundária..
Deixando de odiar Matemática Parte 5
Deixando de odiar Matemática Parte Adição e Subtração de Frações Multiplicação de frações Divisão de Frações 7 1 Adição e Subtração de Frações Para somar (ou subtrair) duas ou mais frações de mesmo denominador,
Medidas de freqüência
Medidas de freqüência IESC/UFRJ Mestrado em Saúde Coletiva Especialização em Saúde Coletiva Modalidade Residência Professores: Pauline Lorena Kale e Antonio José Leal Costa 2009 Ocorrência de doença Medidas
Resolução de exercícios LISTA 1 TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA MEDIDAS DE MORBIDADE
Resolução de exercícios LISTA 1 TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA MEDIDAS DE MORBIDADE Exercício 1 DICA Importante descrever o que se observa nos gráficos, trazer os conceitos de transição demográfica
Indicadores de Saúde Prevalência e incidência
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Escola de Ciências Agrárias e Biológicas Epidemiologia e Saúde Pública Indicadores de Saúde Prevalência e incidência Prof. Msc. Macks Wendhell a) Calcule a taxa
Instituto de Saúde Coletiva (ISC) Depto. Epidemiologia e Bioestatística Disciplina: Epidemiologia II
Instituto de Saúde Coletiva (ISC) Depto. Epidemiologia e Bioestatística Disciplina: Epidemiologia II AULA 3 Medindo e descrevendo a ocorrência das doenças 2017-1 1 Medindo a ocorrência das doenças 1: Contagem,
Medidas de Frequência de. Doenças
Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia Medidas
REVISÃO DE MATEMÁTICA BÁSICA
REVISÃO DE MATEMÁTICA BÁSICA AULA 2 Frações Profe. Kátia FRAÇÕES Uma fração é a representação de uma ou mais partes de algo que foi dividido em partes iguais. Partes de um inteiro. Todo objeto original
Revisão: Potenciação e propriedades. Prof. Valderi Nunes.
Revisão: Potenciação e propriedades. Prof. Valderi Nunes. Potenciação Antes de falar sobre potenciação e suas propriedades, é necessário que primeiro saibamos o que vem a ser uma potência. Observe o exemplo
ENF 1081 PROMOÇÃO DA SAÚDE III EIXO TEMÁTICO 21 - Medidas de Saúde Coletiva
ENF 1081 PROMOÇÃO DA SAÚDE III EIXO TEMÁTICO 21 - Medidas de Saúde Coletiva TURMA A01 2016.1 Profª Me. Karla Prado de Souza Cruvinel [email protected] 2016/1 CRONOGRAMAS TEORIA/PRELEÇÃO - TURMA
RISCO. em epidemiologia
RISCO em epidemiologia Dois dogmas da epidemiologia 1. Os casos de doença não têm distribuição aleatória no espaço e no tempo. 2. Existem factores de risco que influenciam o aparecimento e/ou desenvolvimento
Instituto de Saúde Coletiva (ISC) Depto. Epidemiologia e Bioestatística Disciplina: Epidemiologia II
Instituto de Saúde Coletiva (ISC) Depto. Epidemiologia e Bioestatística Disciplina: Epidemiologia II AULA 2 Medindo e descrevendo a ocorrência das doenças 2016-1 1 Medindo a ocorrência das doenças 1: Contagem,
1) Introdução à Epidemiologia 2) Epidemiologia e suas áreas de interesse 3) Medidas em epidemiologia 4) Freqüência absoluta versus relativa
Saúde Coletiva e Ambiental Aula 7 Medidas da Saúde Coletiva Prof. Ricardo Mattos Bibliografia de Referência: Medronho, 2008 (Cap. 2) UNIG, 2009.1 Sumário da Aula 1) Introdução à Epidemiologia 2) Epidemiologia
DIABETES: ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR (NOV 2016) - PORTO
DIABETES: ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR (NOV 2016) - PORTO A Diabetes Mellitus é uma doença crónica, cujos índices de incidência e prevalência aumentam a cada ano. Para poderem prestar cuidados de saúde globais
Inferência Estatística
Inferência Estatística Estimação Intervalar Média e Proporção Estimação Pontual x Estimação Intervalar Exemplo Inicial: Um estudo pretende estimar o valor de µ, a renda média familiar dos alunos da UFMG.
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES 1A
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES A Exemplos: 9 7 9 9 7 7 9 0 0 0 0 0 0 Denominadores iguais: Na adição e subtração de duas ou mais frações que têm denominadores iguais, conservamos o denominador comum e somamos
QUANTOS ADOECEM E MORREM?
QUANTOS ADOECEM E MORREM? Medidas de frequência de doenças Razão, proporções, índice. Indicadores epidemiológicos de morbidade: Conceitos e exemplos de incidência e prevalência. O Enfoque epidemiológico
Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública Departamento de Epidemiologia. Estudos Observacionais transversais
Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública Departamento de Epidemiologia Estudos Observacionais transversais Estudos Transversais Estudos Transversais - Os estudos transversais ou de prevalência
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico. 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade.
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade. 2. Exercícios gerais. 2.1 Estudos epidemiológicos coletivos.
Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia. Unidade I:
Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia Unidade I: 0 Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia Introdução Existem evidências
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico. 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade.
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade. 2. Exercícios gerais. 2.1 Estudos epidemiológicos coletivos.
Indicadores de ocorrência de doenças em populações
Indicadores de ocorrência de doenças em populações Considerações gerais Principais indicadores de ocorrência de doenças Mortalidade: mede o risco de um indivíduo da população morrer Letalidade: mede o
REVISÃO DOS CONTEÚDOS
REVISÃO DOS CONTEÚDOS As quatro operações fundamentais As operações fundamentais da matemática são quatro: Adição (+), Subtração (-), Multiplicação (* ou x ou.) e Divisão (: ou / ou ). Em linguagem comum,
Auditorias à Codificação Clínica
Auditorias à Codificação Clínica Metodologia e apresentação de resultados A. S. Barreto, N. Amaro, T. Boto, UOFC J. Marques, Softinsa Objectivos da Auditoria Externa Desde meados dos anos 80, todos os
25 = 5 para calcular a raiz quadrada de 25, devemos encontrar um número que
RADICIAÇÃO Provavelmente até o 8 ano, você aluno só viu o conteúdo de radiciação envolvendo A RAIZ QUADRA Para relembrar: = para calcular a raiz quadrada de, devemos encontrar um número que elevado a seja,
SIARS ACES LINHA DIRECTA N. 2
Questões da Semana 1 Indicadores solicitados no âmbito do Relatório Anual de Acesso a Cuidados de Saúde Relatórios SIARS a utilizar para o preenchimento do quadro pág.12 Com o objectivo de responder às
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico. 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade.
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Indicadores epidemiológicos, mortalidade e morbidade. 2. Exercícios gerais. 2.1 Estudos epidemiológicos coletivos.
Conceitos Básicos e Medidas em Demografia
Martin Handford, Where s Wally? População, Espaço e Ambiente Abordagens Espaciais em Estudos de População: Métodos Analíticos e Técnicas de Representação Conceitos Básicos e Medidas em Demografia Antonio
PROJETO KALI MATEMÁTICA B AULA 3 FRAÇÕES
PROJETO KALI - 20 MATEMÁTICA B AULA FRAÇÕES Uma ideia sobre as frações Frações são partes de um todo. Imagine que, em uma lanchonete, são vendidos pedaços de pizza. A pizza é cortada em seis pedaços, como
AULA 10 GABARITO DOS EXERCÍCIOS DE REVISÃO
ATIVIDADE DE REVISÃO AULA 10 GABARITO DOS EXERCÍCIOS DE REVISÃO Questão 1 Resposta: Uma amostra não é uma representação perfeita da população. A diferença é devida ao erro amostral Questão 2 a)resposta:
REVISÃO DOS CONTEÚDOS
REVISÃO DOS CONTEÚDOS As quatro operações fundamentais As operações fundamentais da matemática são quatro: Adição (+), Subtração (-), Multiplicação (* ou x ou.) e Divisão (: ou / ou ). Em linguagem comum,
A Diabetes: que desafio?
A Diabetes: que desafio? José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes Audição na Comissão Parlamentar da Saúde Assembleia da República 25 Fevº 2015 Prevalência da Diabetes Prevalência
a a = a² Se um número é multiplicado por ele mesmo várias vezes, temos uma a a a = a³ (a elevado a 3 ou a ao cubo) 3 fatores
Operações com potências A UUL AL A Quando um número é multiplicado por ele mesmo, dizemos que ele está elevado ao quadrado, e escrevemos assim: Introdução a a = a² Se um número é multiplicado por ele mesmo
INDICADORES EPIDEMIOLÓGICOS
EXERCÍCIO: As informações a seguir referem-se ao Distrito Federal em 1991: POPULAÇÃO em 01/07/1991: 1.596.274, sendo 766.043 homens e 830.231 mulheres; NASCIDOS VIVOS: 39.103; ÓBITOS Total de óbitos no
Ajustar Técnica usada na análise dos dados para controlar ou considerar possíveis variáveis de confusão.
Glossário Ajustar Técnica usada na análise dos dados para controlar ou considerar possíveis variáveis de confusão. Análise de co-variância: Procedimento estatístico utilizado para análise de dados que
Medidas de Associação-Efeito. Teste de significância
Medidas de Associação-Efeito Teste de significância 1 O método Epidemiológico estudos descritivos Epidemiologia descritiva: Observação da frequência e distribuição de um evento relacionado à saúde-doença
Medidas de Ocorrência de Doenças: Morbidade
Ribeirão Preto, 2016 DISCIPLINA EPIDEMIOLOGIA Medidas de Ocorrência de Doenças: Morbidade Luiz Henrique Arroyo ROTEIRO DA AULA Conceitos básicos da epidemiologia o Epidemia, Endemia o Pandemia, Surto o
Padrões de tratamento e outcomes clínicos de cancro da mama
Padrões de tratamento e outcomes clínicos de cancro da mama Jornadas do Registo Oncológico Regional do Sul 2015 Grupo de Estudos em Cancro da Mama Centro Hospitalar de Lisboa Norte Fundação Champalimaud
MATEMÁTICA PROF. JOSÉ LUÍS NÚMEROS DECIMAIS
NÚMEROS DECIMAIS Em todo numero decimal: CONVENÇÃO BÁSICA DO SISTEMA DECIMAL a parte inteira é separada da parte decimal por uma vírgula; um algarismo situado a direita de outro tem um valor significativo
Aula 8 Indicadores básicos de demografia 131
Aula 8 Indicadores básicos de demografia Meta da aula Apresentar alguns indicadores básicos da demografia. Objetivos da aula Ao final desta aula, você deverá ser capaz de: 1. calcular e analisar a Taxa
Representação: 2 5. Resposta: Cada pessoa receberá R$ 6,25 (seis reais e vinte e cinco centavos)
MATEMÁTICA FRAÇÕES E NÚMEROS DECIMAIS Fração quer dizer pedaços do mesmo tamanho. Você tem um chocolate dividido em 5 partes iguais. Dessas 5 partes você comeu 2. A fração que representa essa situação
nidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E.
nidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E. 4º CONGRESSO INTERNACIONAL DOS HOSPITAIS: Da Integração dos Cuidados à Intervenção Comunitária O Papel do Hospital na Comunidade Agenda 1 Enquadramento Hospital
TIPOS DE ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS. CLÁUDIA PINHO HARTLEBEN MÉDICA VETERINÁRIA
TIPOS DE ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS CLÁUDIA PINHO HARTLEBEN MÉDICA VETERINÁRIA [email protected] Email: [email protected] PREVALÊNCIA População examinada quanto a presença ou ausência de
Monster. Concursos. Matemática 1 ENCONTRO
Monster Concursos Matemática 1 ENCONTRO CONJUNTOS NUMÉRICOS Conjuntos numéricos podem ser representados de diversas formas. A forma mais simples é dar um nome ao conjunto e expor todos os seus elementos,
Medidas da ocorrência de doenças
5 Medidas da ocorrência de doenças Dirce Maria Trevisan Zanetta 5.1 Introdução 5.1.1 Medidas da ocorrência de doenças: incidência e prevalência 5.2 Prevalência 5.3 Incidência 5.4 Padrão de ocorrência das
1) Breve revisão de indicadores 2) Incidência 3) Relações entre incidência e prevalência 4) Medidas de incidência
Saúde Coletiva e Ambiental Aula 9 Indicadores de Saúde: morbidade I Prof. Ricardo Mattos Bibliografia de Referência: Medronho, 2008 (Cap. 3) UNIG, 2009.1 Sumário da Aula 1) Breve revisão de indicadores
MATEMÁTICA APLICADA. APOSTILA de Revisão 02 FUNDAMENTAL
Matemática Aplicada - https://ranildolopes.wordpress.com/ - Prof. Ranildo Lopes - FACET Faculdade de Ciências e Tecnologia de Teresina Associação Piauiense de Ensino Superior LTDA APES PROF. RANILDO LOPES
Desenhos de estudos científicos. Heitor Carvalho Gomes
Desenhos de estudos científicos Heitor Carvalho Gomes 2016 01 01 01 Desenhos de estudos científicos Introdução Epidemiologia clínica (Epidemiologia + Medicina Clínica)- trata da metodologia das
12º RELATÓRIO DO OBSERVATÓRIO NACIONAL DAS DOENÇAS RESPIRATÓRIAS RESUMO DOS DADOS
12º RELATÓRIO DO OBSERVATÓRIO NACIONAL DAS DOENÇAS RESPIRATÓRIAS 1) Mortalidade por Doenças Respiratórias RESUMO DOS DADOS As doenças do sistema respiratório são uma das principais causas de morte na União
Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa
Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Assunto: Risco Global Cardiovascular Nº: 06/DSPCS DATA: 18/04/07 Para: Contacto na DGS: Serviços Prestadores de Cuidados de Saúde do Serviço Nacional de Saúde
Expoentes fracionários
A UUL AL A Expoentes fracionários Nesta aula faremos uma revisão de potências com expoente inteiro, particularmente quando o expoente é um número negativo. Estudaremos o significado de potências com expoentes
O conjunto dos números naturais é representado pela letra N e possui como elementos: N = { 0, 1, 2, 3, 4,...}
07 I. Números naturais e inteiros O conjunto dos números naturais é representado pela letra N e possui como elementos: N = { 0,,,, 4,...} Já o conjunto dos números inteiros é representado pela letra Z
Matemática. Operações Básicas. Professor Dudan.
Matemática Operações Básicas Professor Dudan www.acasadoconcurseiro.com.br Matemática OPERAÇÕES MATEMÁTICAS Observe que cada operação tem nomes especiais: Adição: + 4 = 7, em que os números e 4 são as
[José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes]
[José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes] Desafio do Dr. José António Freire Soares Contributo e informação recolhida a partir da base de dados de GDH s / ACSS na elaboração dos
Estudo de prevalência da hipertensão arterial, excesso de peso e obesidade no concelho de Vizela em
Estudo de prevalência da hipertensão arterial, excesso de peso e obesidade no concelho de Vizela em 2007-2010 Guimarães A. Unidade de Saúde Familiar Physis, Vizela, Portugal Resumo Este estudo teve como
APOSTILA DE BIOESTATÍSTICA
Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ Instituto de Matemática e Estatística Departamento de Estatística Disciplina: IME 05-06213 Bioestatística Professor: Marcelo Rubens APOSTILA DE BIOESTATÍSTICA
SOCIEDADE EDUCACIONAL DO AMANHÃ. Profª: EDNALVA DOS SANTOS
SOCIEDADE EDUCACIONAL DO AMANHÃ Profª: EDNALVA DOS SANTOS 1 Frações O que são? 2 Para representar os números fracionários foi criado um símbolo, que é a fração. Sendo a e b números naturais e b 0 (b diferente
Avaliação do Risco Cardiovascular
NUNO CORTEZ-DIAS, SUSANA MARTINS, ADRIANA BELO, MANUELA FIUZA 20 Abril 2009 Objectivos Avaliação do Risco Cardiovascular Padrões de Tratamento Impacto Clínico Síndrome Metabólica HTA Diabetes Mellitus
MEDIDAS DE POSIÇÃO E DE DISPERSÃO. Profª Andréa H Dâmaso
MEDIDAS DE POSIÇÃO E DE DISPERSÃO Profª Andréa H Dâmaso Bioestatística e Delineamento Experimental - 2012 Tópicos da aula Medidas de tendência central e dispersão Variáveis contínuas: distribuição normal
Revisão de Frações. 7º ano Professor: André
Revisão de Frações 7º ano Professor: André FRAÇÃO COMO PARTE DE UMA FIGURA OU OBJETO. O CÍRCULO ACIMA QUE ESTAVA INTEIRO FOI DIVIDIDO EM QUATRO PARTES IGUAIS. CADA UMA DESTAS PARTES REPRESENTA UM PEDAÇO
Coordenação do Internato Complementar de Saúde Pública PROGRAMA DO INTERNATO COMPLEMENTAR DE SAÚDE PÚBLICA
Coordenação do Internato Complementar de Saúde Pública PROGRAMA DO INTERNATO COMPLEMENTAR DE SAÚDE PÚBLICA Coordenação do Internato Complementar de Saúde Pública PROGRAMA DO INTERNATO COMPLEMENTAR DE SAÚDE
Tumores múltiplos em doentes com carcinoma da cabeça e pescoço Serviço de Oncologia Médica do CHLN Hospital de Santa Maria
Trabalho Retrospetivo Tumores múltiplos em doentes com carcinoma da cabeça e pescoço Serviço de Oncologia Médica do CHLN Hospital de Santa Maria 2010 a 2013 Cecília Alvim 1, David Possidónio 2, Helena
TUTORIAL DE OPERAÇÕES BÁSICAS
TUTORIAL DE OPERAÇÕES BÁSICAS MULTIPLICAÇÃO POR E SEUS MÚLTIPLOS Para multiplicar multiplicar por, 0, 00,... basta deslocar a vírgula para a direita tantas casas quantos forem os zeros.,6,6 (desloca a
D 7 C 4 U 5. MATEMÁTICA Revisão Geral Aula 1 - Parte 1. Professor Me. Álvaro Emílio Leite. Valor posicional dos números. milésimos décimos.
MATEMÁTICA Revisão Geral Aula 1 - Parte 1 Professor Me. Álvaro Emílio Leite O que é um algarismo? É um símbolo que utilizamos para formar e representar os números. Exemplo: Os algarismos que compõem o
PROF. RANILDO LOPES SITE: Visite nosso SITE para Baixar o MATERIAL
Faculdade de Ciências e Tecnologia de Teresina Associação Piauiense de Ensino Superior LTDA APES MATEMÁTICA FINANCEIRA PROF. RANILDO LOPES GRAD. EM MATEMATICA GRAD. EM COMPUTAÇAO PROF. RANILDO LOPES SITE:
Medidas de ocorrência: conhecendo a distribuicão... agravos, doenças e condições de saúde em uma população
NOTAS DE EPIDEMIOLOGIA E ESTATÍSTICA Medidas de ocorrência: conhecendo a distribuição de agravos, doenças e condições de saúde em uma população Measuring disease occurrence: understanding the distribution
Ana Cláudia Matos 1 Cristiana Gaspar 1 Marisa Alexandra Duarte 1 Patrícia Alexandra Marques 1 Ilda Maria Poças 2 Carina Silva Fortes 2
Ana Cláudia Matos 1 Cristiana Gaspar 1 Marisa Alexandra Duarte 1 Patrícia Alexandra Marques 1 Ilda Maria Poças 2 Carina Silva Fortes 2 1.Ortoptistas 2.Docentes da ESTeSL. Lisboa, Outubro de 2011 1 Introdução
Morre-se mais de doenças do aparelho circulatório, mas os tumores malignos matam mais cedo
Causas de Morte 23 de maio de 2017 Morre-se mais de doenças do aparelho circulatório, mas os tumores malignos matam mais cedo As doenças do aparelho circulatório continuaram a ser a principal causa de
Conteúdos Ideias-Chave Objectivos específicos. múltiplo de outro número, este é divisor do primeiro.
Capítulo 1 Números Naturais Múltiplos e Divisores Se um número natural é múltiplo de outro número, este é divisor do primeiro. Números primos e números compostos Decomposição de um número em factores primos
XXIII Jornadas ROR-SUL. 15, 16 e 17 Fevereiro 2016 Lisboa
XXIII Jornadas ROR-SUL 15, 16 e 17 Fevereiro 2016 Lisboa Estudo de Alta Resolução Linfomas Maria Gomes da Silva Objetivos 1. Descrever a epidemiologia dos diferentes tipos de linfomas na região do ROR
2.1. Formação de Nível I ( corresponde a 36 meses do período de formação).
PROGRAMA DE FORMAÇÃO DO INTERNATO MÉDICO DE RADIOLOGIA (Versão para publicação sob a forma de Portaria) A formação específica no Internato Médico de Radiologia tem a duração de 60 meses (5 anos, a que
