[José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes]
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- Maria das Dores Nobre Van Der Vinne
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1 [José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes]
2 Desafio do Dr. José António Freire Soares Contributo e informação recolhida a partir da base de dados de GDH s / ACSS na elaboração dos relatórios sobre a situação da Diabetes em Portugal, em particular das suas manifestações tardias, para a elaboração do relatório do Observatório Nacional da Diabetes; Metodologia utilizada na recolha da respectiva informação; Informação que não se encontrou ou considerou não disponível, e que seria relevante na definição do contexto das comorbilidades da Diabetes Face ao papel da Diabetes na fisiopatologia de disfunções de múltiplos órgãos, a sua relevância dessa causalidade deverá ser explicitada na descrição fisiopatológica dos diagnósticos, ou pode ser considerada como nexo de causalidade.
3 Prevalência da Diabetes Prevalência da Diabetes em Portugal na população no escalão anos: Fonte: PREVADIAB SPD, Tratamento OND Ajustado à distribuição da população estimada; First Diabetes prevalence study in Portugal: PREVADIAB study; Diabet Med Aug; 27 (8):879-81
4 Prevalência da Diabetes Verifica-se uma diferença significativa na prevalência da Diabetes entre homens 15,6% e mulheres 10,7% Fonte: PREVADIAB SPD, Tratamento OND Ajustado à distribuição da população estimada
5 Prevalência da Diabetes Verifica-se um forte aumento da prevalência da Diabetes com a idade Mais de ¼ das pessoas entre os anos tem Diabetes Fonte: PREVADIAB SPD, Tratamento OND Ajustado à distribuição da população estimada
6 Prevalência da Diabetes e da Hiperglicemia Intermédia A Hiperglicemia Intermédia, em 2013, atinge 27,0% da população portuguesa entre anos (2,1 milhões de indivíduos) Fonte: PREVADIAB SPD, Tratamento OND Ajustado à distribuição da população estimada
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8 Incidência da Diabetes Em 2013, estima-se a existência de cerca de 557 novos casos de Diabetes por cada habitantes
9 Evolução do Registo de Novos Casos de Diabetes janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro Fonte SIARS@SIMSNS
10 Prevalência da Diabetes tipo 1 A Diabetes tipo 1 nas crianças e jovens, em 2013, atingia indivíduos com idades entre 0-19 anos 0,16% da população no escalão etário
11 A base de Dados de GDH s/acss -1 Assumiu-se como um input fundamental na elaboração dos relatórios sobre a situação da Diabetes em Portugal, dada a sua cobertura universal dos cuidados hospitalares do SNS, e o histórico já existente de informação.
12 A base de Dados de GDH s/acss -2 Apesar de ser utilizada à mais de uma década pela DGS na produção das Estatísticas da Morbilidade Hospitalar, esta informação sempre foi vista com alguma cautela/ desconfiança pelas entidades competentes na análise e na divulgação de informação de saúde, e neste sentido nunca foi rentabilizado todo o potencial analítico epidemiológico. Para tal também era importante ter a garantias efectivas da qualidade da informação carregada, nomeadamente na standardização dos processo de codificação, que aparentam ter diferenças de acordo com as ARS em causa (para não dizer hospitais).
13 A base de Dados de GDH s/acss -3 O PND e o OND tentaram de alguma forma ultrapassar este paradigma, tendo tentado ir para além da simples descrição dos episódios de internamento hospitalar e do seu diagnóstico principal (ou primeiro diagnósticos), tendo-se uma leitura integrada do diagnóstico principal com os diagnósticos associados, em termos da caracterização e estudo das comorbilidades da doença diabética. Considera-se que tem sido um processo evolutivo e que ainda existem margens de progresso significativas (nomeadamente da interligação e na compreensão entre a prática clínica e os processos de codificação).
14 A base de Dados de GDH s/acss -4 As metodologias utilizadas na recolha da informação, no caso específico do OND /PND, começar por seguir inicialmente as práticas existentes na DGS (delineadas pela DGS e muitas das vezes não articuladas com as práticas de codificação método de tentativa erro de análise bruta dos dados), e posteriormente começou-se a utilizar práticas internacionais internacionalmente na extracção e na análise de base de dados administrativas ICD-9 (decorrentes da leitura e análise de artigos científicos relacionados).
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16 Prevalência da Diabetes Gestacional A prevalência da Diabetes Gestacional, em 2013, foi de 5,8% da população parturiente que utilizou o SNS
17 Letalidade Intra-hospitalar por Diabetes Em 2013, a população com Diabetes representou 24,9% da letalidade intra-hospitalar no SNS ( indivíduos) ¼ das pessoas que morrem nos hospitais do SNS têm Diabetes
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19 Hospitalização na Diabetes O número de utentes saídos/ internamentos com diagnóstico principal e com diagnóstico associado aumentou entre 2004 e 2013, 41,5% e 77,2%, respectivamente
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24 Sub-diagnóstico? Estudos do S.António, Beja, Vila Franca.
25 Diabetes nos Cuidados Primários Em 2013, o número de utentes com Diabetes com pelo menos uma consulta registada foi de (51,4% nas UCSP e 48,6% nas USF) acréscimo de 8,5%, face a 2012
26 Diabetes nos Cuidados Primários Controlo HbA1c:
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29 Complicações da Diabetes Olho: (cerca de 20% das pessoas com diabetes vigiada)
30 Pé: Complicações da Diabetes
31 Complicações da Diabetes Amputação dos membros inferiores:
32 Rim: Complicações da Diabetes
33 Prevalência da Diabetes nos novos Casos de IRC (%) ,7 31,8 31, Fonte: Soc. Portuguesa de Nefrologia in Diabetes Fatos e Números 2014
34 % Prevalência da Diabetes nas Pessoas com IRC (%) 30 29, , ,5 27,2 27,5 27, , , Ano Fonte: Soc. Portuguesa de Nefrologia in Diabetes Fatos e Números 2014
35 Complicações da Diabetes Doença Macro Vascular:
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37 I nformação no combate à Diabetes É um elemento incontornável na definição das políticas e das estratégias de intervenção
38 D iabetes e Saúde Pública Dimensão do problema: 40% população portuguesa dos anos tem alteração da glicemia; São diagnosticados 160 novos casos de Diabetes por dia. 3,1 MILHÕES de indivíduos [20-79 anos] tem alteração da glicemia novos casos de Diabetes em 2013
39 D iabetes e Saúde Pública Dimensão do problema: 25% do total das mortes nos hospitais são de pessoas com Diabetes; A Diabetes constitui um factor de risco para a mortalidade por outras causas novos casos de Diabetes em 2013
40 Projecção da Incidência da Diabetes - até
41 D iabetes e Sistema de Saúde Dimensão do problema: 15% do total dos internamentos hospitalares são de pessoas com Diabetes; 8% do total das consultas nos Cuidados Primários são consultas de Diabetes (em 2011 eram 6%); A Diabetes implica uma maior demora média hospitalar; A Diabetes representa 10% da despesa em saúde.
42 O Melhor do DF&N 2014 Factores que registam evolução positiva: Menos dias de internamento na última década; Redução da letalidade intra-hospitalar por Diabetes; Aumenta a abrangência dos cuidados primários ( registos nos cuidados primários); Cerca de 2/3 das pessoas seguidas nos Cuidados Primários tem a Diabetes controlada; Aumentam os registos de observação do pé nos Cuidados Primários (atingindo já os 80% nas USF).
43 O Pior do DF&N 2014 Factores que registam evolução negativa: Aumentam a prevalência e a incidência da Diabetes; Diminuem os registos de microalbuminúria nos Cuidados Primários; O número de internamentos hospitalares por pé diabético registou um acréscimo significativo nos últimos dois anos (+201 episódios). Aumenta o número de amputações.
44 A A organização no combate à Diabetes São elementos incontornáveis na implementação das políticas e das estratégias de intervenção
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47 E I stratégias para o Futuro Na Prevenção Primária e Secundária: Generalização da aplicação do Questionário de Avaliação de Risco nos Cuidados Primários;
48 Questionários de Risco de Diabetes Aplicados por ARS / Mês ARS Norte ARS Algarve ARS LVT ARS Alentejo ARS Centro Fonte SIARS@SIMSNS
49 Distribuição do Risco da Diabetes (%) ,0 35,0 33,9 30,0 25,0 24,6 20,0 20,3 17,8 15,0 10,0 5,0 3,4 0,0 Baixo Ligeiro Moderado Alto Muito alto Fonte
50 E I stratégias para o Futuro Na Prevenção Secundária: Generalização da aplicação do Questionário de Avaliação de Risco nos Cuidados Primários; Metformina e sinvastatina para todos os que estão em risco!
51 I mplicações para o Futuro Na Prevenção Terciária: Desenvolver a Prevenção do Pé diabético e a Via Verde do Pé Diabético ; Reforçar o rastreio da retinopatia diabética; Reforçar a vigilância da função renal; Expandir e fortalecer as Unidades Integradas de Diabetes a nível hospitalar;
52 Nº Observações com determinação de Risco de Ulceração do Pé por ARS ARS Alentejo ARS Algarve ARS Centro ARS LVT ARS Norte Fonte SIARS@SIMSNS
53 Proporção por Risco de Pé Diabético por ARS % 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% Não Avaliado Baixo Médio Alto 20% 10% 0% ARS Norte ARS Centro ARS LVT ARS Alentejo ARS Algarve Fonte SIARS@SIMSNS
54 I mplicações para o Futuro Na Prevenção Terciária: Via Verde do Pé Diabético ;
55 I mplicações para o Futuro Na Prevenção Terciária: Reforçar o rastreio da retinopatia diabética;
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57 I mplicações para o Presente Acompanhar a consolidação das Unidades Coordenadoras Funcionais da Diabetes e dos seus Planos Anuais: Elaboração dos Planos Anuais de Acção; Criação dos Observatórios Locais da Diabetes; Criação de espaços de educação para a população em risco e para as novas pessoas com diabetes.
58 I mplicações para o Presente Melhorar e ampliar o acesso a novos dados: Como avaliar as entradas nas urgências das pessoas com diabetes? Que medicação é feita nos internamentos? Que terapêuticas são efectuadas no pé (limpezas cirúrgicas, cirurgias ortopédicas...)? Que terapêuticas são feitas na retinopatia diabética (laserterapia versus injecções intra-vítreo)?
59 Um ultimo aspecto, prende-se com a dificuldade por vezes existente no acesso às Bases de Dados dos GDH s (mesmo entre instituições públicas), bem como na constante actualização das mesmas com consequências nos resultados finais (o que condiciona a utilização em tempo útil das mesmas, bem como pode levantar questões desnecessárias de diferenças no apuramento dos valores entre quem trabalha os dados). Caso estas situações sejam ultrapassadas, será um contributo positivo quer para a divulgação de informação de saúde, quer para uma melhoria qualitativa da mesma, dado o aumento do escrutínio a que está sujeita.
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61 O brigado!
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