MESA REDONDA: INDICADORES
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- Adelina Angelim Terra
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1 MESA REDONDA: INDICADORES INDICADORES CLÍNICOS Conceição Barata Médica Codificadora Clínica
2 Objectivos A importância do registo no Processo Clínico. Para que serve a Codificação Clínica. Que Indicadores Clínicos pode a codificação ajudar-nos a definir.
3 LO QUE NO ESTÁ REGISTRADO, NO EXISTE (Gregório Marañon, Neurofisiologista)
4 ... O início é o Registo Médico contido no Processo Clínico.
5 Processo Clínico Documento que contém informações completas, precisas e organizadas. É o registo de estudo e tratamento do doente É tão importante como as práticas nele relatadas É um instrumento de comunicação interpares, interprofissionais É uma base de dados para Investigação Formação É uma das fontes de informação de modo a cumprir o Despacho nº 2784 de 20 Fevereiro 2013 (Nota de Alta)
6 Processo Clínico Possui informação para: Relato e registo de serviços prestados Colheita de dados sobre movimento assistencial Colheita de dados sobre mortalidade Gestão de Serviços e Departamentos Planeamento em Saúde Garantia da qualidade
7 Codificar o quê? Conceição Barata Médica Codificadora Clínica
8 Diagnóstico Principal É aquele que, depois do estudo do doente, é considerado responsável pela sua admissão no Hospital para tratamento. É determinante para o agrupamento em GDH Médico. (Doença, Sintoma, Sinal, Aftercare, Admissão para)
9 Diagnóstico Adicional Codificam-se os que foram objecto da prestação de cuidados (de diagnóstico, de vigilância ou de terapêutica) no decorrer do internamento. Codificam-se TODOS, à luz do que são as regras de Codificação.
10 Código V Código de outras situações Continuação de cuidados de Status... História pessoal... História familiar... Admissão para
11 Código E Código de Circunstância ou Lesão O que aconteceu? Como? Onde? Quando? Há outros factores envolvidos?
12 Código M Registo obrigatório da morfologia tumoral sempre que: seja registado um diagnóstico de Neoplasia (benigna, maligna ou de comportamento incerto) e um procedimento diagnóstico/cirúrgico dirigido a essa neoplasia com colheita de material para Exame AP.
13 Procedimentos Registo obrigatório dos invasivos ou com risco para o doente Apenas os efectuados no episódio Devem ser codificados todos os realizados
14 Outras informações Peso à nascença e Semanas de gestação Natureza da Admissão Destino após a Alta Motivo de transferência Data da 1ª intervenção cirúrgica
15 2013 Up-Grade Indicador Presente na Admissão (PNA) Circular Normativa n.º8/2013/dps (4/3/2013) Atribuição de um código INFARMED aos Dispositivos Médicos implantados. Despacho n.º (3 Dezembro 2012) Circular Normativa n.º 27/2013/DPS (14/8/2013)
16 P N A Os doentes são habitualmente internados por problemas que surgiram fora do hospital Os problemas surgidos durante o internamento não são comuns: Complicações de cuidados médicos/cirúrgicos Misadventures e Never events Outros acidentes não relacionados com cuidados médicos (quedas) Reacções alérgicas Úlceras de decúbito S N Obstetrícia D N/A
17 Codificar e depois? Conceição Barata Médica Codificadora Clínica
18 Codificação em ICD-9-CM Introduzida num aplicativo local (Web-GDH) Agrupada em Grupos de Diagnósticos Homogéneos HFCA All Patient DRG 21 (cc major) All Patient DRG All Patient Refined DRG 30 (níveis de severidade e de mortalidade)
19 Codificação em ICD-9-CM Mensalmente a ACSS importa para a Base de Dados Central a informação de cada Unidade e respectivo agrupamento em GDH: Dados Clínicos Dados Administrativos Circular Normativa n.º 10 de 12/3/2013 Norma para a Recolha, Preenchimento e Envio do Conjunto Mínimo Básico de Dados em GDH.
20 Base de Dados Central de GDH * Internamento Cirúrgico Internamento Médico Ambulatório Cirúrgico Ambulatório Médico TOTAL
21 O que são Grupos de Diagnósticos Homogéneos? Sistema de Classificação de doentes internados, em hospitais de agudos, que tem por base: Características clínicas Consumo de recursos Forma gerível de medir a morbilidade e a produção Hospitalar Actualmente, usado em praticamente todo o Mundo (com adaptações)
22 GDH 5 Variáveis Independentes Idade Diagnóstico Principal Procedimentos Cirúrgicos Diagnósticos Adicionais Destino após Alta 1 Variável Dependente Tempo de internamento
23 Qualquer Patologia... Conceição Barata Médica Codificadora Clínica Intervenção Cirúrgica? Tipo de Intervenção Diagnóstico Principal Grandes Cirurgias Neoplasias Pequenas Cirurgias Diagnóstico Sistema Orgânico Outras Cirurgias Sintomas Cirurgias não relacionadas Outros
24 Grupos de Diagnósticos Homogéneos A cada episódio corresponde apenas um GDH independentemente do nº de serviços por que passou GDH compreende TODOS os serviços prestados Internamento (Enfermaria ou UCIP) / Ambulatório Cuidados Médicos Meios Complementares de Diagnóstico Terapêutica Hotelaria
25 Codificar... para quê? Conceição Barata Médica Codificadora Clínica
26 Codificação Clínica serve para Em Portugal Criação de uma Base de Dados Nacional Conceição Barata Médica Codificadora Clínica Utilização Caracterizar a produção Gestão interna Cálculo de indicadores Hospitalares locais, regionais, nacionais e europeus (OCDE) Investigação Académica / Clínica Facturação / Distribuição de Recursos Planificação Regional / Ajustamento pelo risco Avaliação da Qualidade
27 Código E Implementar programas, de educação ou de saúde, para prevenção de lesões. Avaliar medidas segurança em escolas. Identificar causas mais comuns de lesões evitáveis. Adaptar programas de Saúde Pública a tendências. Analisar efeitos adversos de medicamentos. Avaliar complicações e acidentes ocorridos em meio hospitalar.
28 Código M Caracterizar, sob o ponto de vista histopatológico as neoplasias. Registos Oncológicos Regionais. Não é um registo Oncológico.
29 P N A Caracterizar a morbilidade hospitalar Identificar as complicações intra-hospitalares Reconhecer a infecção intra-hospitalar Aceder a informação em termos de Qualidade e Eficiência da prestação de cuidados Possibilitar estudos epidemiológicos na área dos cuidados de saúde (agrupados em GDH)
30 Gestão baseada na evidência Planear e gerir com base em dados objectivos e concretos Gestão profissional Explicitar os objectivos Concretizar os parâmetros de monitorização e avaliação dos objectivos Visualizar o progresso do seu cumprimento. Comparar os resultados com os de outros prestadores de cuidados de saúde existentes no meio. Tomar decisões relativas à introdução de melhorias
31 Apoiar o Planeamento e a Gestão avaliar a produção e a morbilidade hospitalar, sintetizando milhares de episódios. apoiar o processo de tomada de decisão. alimentar a Base de Dados Central (com informação clínica e administrativa, agrupamento de episódios em GDH). possibilitar o benchmarking hospitalar.
32 Avaliar produção hospitalar Contribuindo desta forma para: A definição de indicadores de assistência científico-técnica, de eficiência funcional e de custo, ajustados por linha de produção. A construção dos indicadores. O Casemix Variedade das situações clínicas dos doentes tratados por cada hospital, organização de saúde ou prestador. O Índice de Casemix Valor que expressa a complexidade dos casos tratados em cada hospital.
33 Tomar decisões Conceição Barata Médica Codificadora Clínica
34 Construir Base de Dados Contribuindo para: Alimentar as bases de dados estandardizadas enquanto fonte de informação, e que permite: Estudar a incidência, a morbilidade e a mortalidade de uma patologia. Relatar a morbilidade hospitalar Fazer estudos estatísticos Pesquisar, Consultar ou Comparar os dados entre Serviços, Instituições, Regiões e a Nível Internacional Fornecer alertas para estudos de qualidade e de eficácia funcional Agrupar os doentes em GDH
35 Benchmarking hospitalar Contribuindo ainda para: Dar forma a uma metodologia rigorosa para fazer essa comparação. Apoiar as decisões de melhoria que resultem da comparação dos resultados de uma unidade hospitalar com a de outros prestadores de cuidados de saúde. Valorizar os processos de benchmarking formais, enquanto alternativa mais valiosa e económica, para se tomarem decisões (por oposição a outras experiências não validadas).
36 Em resumo Conceição Barata Médica Codificadora Clínica Codificamos para: Uniformizar a linguagem médica e criar uma base comum. Avaliar o grau de diferenciação de uma produção hospitalar. Apoiar a gestão hospitalar, o planeamento e o financiamento. Fundamentar o processo de tomada de decisão fornecendo dados objectivos. Alimentar uma Base de Dados Central com informação clínica e administrativa e agrupamento de episódios em GDH. (que permite Pesquisar, Consultar ou Comparar os dados entre Serviços, Instituições ou Regiões e a Nível Internacional; fornecer alertas para estudos de qualidade e de eficácia funcional; estudar a incidência, a morbilidade e a mortalidade de todas e de uma patologia )
37 Indicadores Clínicos Conceição Barata Médica Codificadora Clínica
38 Definição de Indicadores Clínicos Dimensão Descritiva Conceição Barata Médica Codificadora Clínica Casuística (Resumo da actividade hospitalar e listagem de GDH) Mortalidade % Ambulatorização da Cirurgia Readmissões aos 3 e aos 30 dias Complexidade
39 Definição de Indicadores Clínicos Dimensão Evolutiva Conceição Barata Médica Codificadora Clínica Interna patologia ou indicador como evoluiu, no mesmo serviço ou hospital, ao longo dos anos Externa - comparação entre serviços ou Hospitais quanto a patologias ou indicadores
40 Definição de Indicadores Clínicos Dimensão de Eficiência Conceição Barata Médica Codificadora Clínica Análise de Cumprimento de metas % AVC isquémicos com trombólise % EAM com Angioplastia % Partos com Epidural Análise de indicadores concretos Demora média observada Demora média pré-operatória
41 Definição de Indicadores Clínicos Conceição Barata Médica Codificadora Clínica Dimensão de Qualidade Análise de Mortalidade Análise de Complicações intra-hospitalares Análise de Readmissões Qualidade dos dados processo clínico/ codificação
42 Definição de Indicadores Clínicos Conceição Barata Médica Codificadora Clínica Dimensão Regional e Nacional Indicadores Hospitalares Indicadores Regionais Tabela de preços do SNS Report OCDE
43 A qualidade da informação A codificação depende de múltiplos factores, sendo preponderante a qualidade da informação. A ausência de informação, a informação contraditória e a sua má qualidade geram grandes dificuldades e muitas vezes não conformidades. O que está escrito nos registos médicos é a base da codificação. Nota de Alta, Diário Clínico, Relato Operatório, Anatomia Patológica.
44 É necessário um esforço coletivo Ao médico assistente cabe fornecer uma documentação completa e fidedigna Ao médico codificador cabe fazer uma codificação completa e fidedigna
45 Questões para o fim da Mesa Redonda
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