A Diabetes: que desafio?
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- Vitorino Sanches Freire
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1 A Diabetes: que desafio? José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes Audição na Comissão Parlamentar da Saúde Assembleia da República 25 Fevº 2015
2 Prevalência da Diabetes Prevalência da Diabetes em Portugal na população no escalão anos: Fonte: PREVADIAB SPD, Tratamento OND Ajustado à distribuição da população estimada; First Diabetes prevalence study in Portugal: PREVADIAB study; Diabet Med Aug; 27 (8):879-81
3 Prevalência da Diabetes Verifica-se uma diferença significativa na prevalência da Diabetes entre homens 15,6% e mulheres 10,7% Fonte: PREVADIAB SPD, Tratamento OND Ajustado à distribuição da população estimada
4 Prevalência da Diabetes Verifica-se um forte aumento da prevalência da Diabetes com a idade Mais de ¼ das pessoas entre os anos tem Diabetes Fonte: PREVADIAB SPD, Tratamento OND Ajustado à distribuição da população estimada
5 Prevalência da Diabetes e da Hiperglicemia Intermédia A Hiperglicemia Intermédia, em 2013, atinge 27,0% da população portuguesa entre anos (2,1 milhões de indivíduos) Fonte: PREVADIAB SPD, Tratamento OND Ajustado à distribuição da população estimada
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7 Incidência da Diabetes Em 2013, estima-se a existência de 557 a 806 novos casos de Diabetes por cada habitantes
8 Evolução do Registo de Novos Casos de Diabetes janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro Fonte SIARS@SIMSNS
9 Prevalência da Diabetes Gestacional A prevalência da Diabetes Gestacional, em 2013, foi de 5,8% da população parturiente que utilizou o SNS
10 Letalidade Intra-hospitalar por Diabetes Em 2013, a população com Diabetes representou 24,9% da letalidade intra-hospitalar no SNS ( indivíduos) ¼ das pessoas que morrem nos hospitais do SNS têm Diabetes
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12 Hospitalização na Diabetes O número de utentes saídos/ internamentos com diagnóstico principal e com diagnóstico associado aumentou entre 2004 e 2013, 41,5% e 77,2%, respectivamente
13 Hospitalização na Diabetes ACSS- PNS
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17 Diabetes nos Cuidados Primários Em 2013, o número de utentes com Diabetes com pelo menos uma consulta registada foi de (51,4% nas UCSP e 48,6% nas USF) acréscimo de 8,5%, face a 2012
18 Diabetes nos Cuidados Primários Controlo HbA1c:
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21 Complicações da Diabetes Olho: (cerca de 20% das pessoas com diabetes vigiada)
22 Pé: Complicações da Diabetes
23 Complicações da Diabetes Amputação dos membros inferiores:
24 Rim: Complicações da Diabetes
25 Prevalência da Diabetes nos novos Casos de IRC (%) ,7 31,8 31, Fonte: Soc. Portuguesa de Nefrologia in Diabetes Fatos e Números 2014
26 % Prevalência da Diabetes nas Pessoas com IRC (%) 30 29, , ,5 27,2 27,5 27, , , Ano Fonte: Soc. Portuguesa de Nefrologia in Diabetes Fatos e Números 2014
27 Complicações da Diabetes Doença Macro Vascular:
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29 I nformação no combate à Diabetes É um elemento incontornável na definição das políticas e das estratégias de intervenção
30 D iabetes e Saúde Pública Dimensão do problema: 40% população portuguesa dos anos tem alteração da glicemia; São diagnosticados 160 novos casos de Diabetes por dia. 3,1 MILHÕES de indivíduos [20-79 anos] tem alteração da glicemia novos casos de Diabetes em 2013
31 D iabetes e Saúde Pública Dimensão do problema: 25% do total das mortes nos hospitais são de pessoas com Diabetes; A Diabetes constitui um factor de risco para a mortalidade por outras causas novos casos de Diabetes em 2013
32 Projecção da Incidência da Diabetes - até
33 D iabetes e Sistema de Saúde Dimensão do problema: 15% do total dos internamentos hospitalares são de pessoas com Diabetes; 8% do total das consultas nos Cuidados Primários são consultas de Diabetes (em 2011 eram 6%); A Diabetes implica uma maior demora média hospitalar; A Diabetes representa 10% da despesa em saúde.
34 O Melhor do DF&N 2014 Factores que registam evolução positiva: Menos dias de internamento na última década; Redução da letalidade intra-hospitalar por Diabetes; Aumenta a abrangência dos cuidados primários ( registos nos cuidados primários); Cerca de 2/3 das pessoas seguidas nos Cuidados Primários tem a Diabetes controlada; Aumentam os registos de observação do pé nos Cuidados Primários (atingindo já os 80% nas USF).
35 O Pior do DF&N 2014 Factores que registam evolução negativa: Aumentam a prevalência e a incidência da Diabetes; Diminuem os registos de microalbuminúria nos Cuidados Primários; O número de internamentos hospitalares por pé diabético registou um acréscimo significativo nos últimos dois anos (+201 episódios). Aumenta o número de amputações.
36 A A organização no combate à Diabetes São elementos incontornáveis na implementação das políticas e das estratégias de intervenção
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39 E I stratégias para o Futuro Na Prevenção Primária : Projecto Portugal sem Diabetes (em parceria com APDP, FCG e ANM ); Projecto de formação de Gestores de Prevenção da Diabetes nos municípios.
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41 NESTE MOMENTO... DIABETES É UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA IMPACTO MUNDIAL, NACIONAL, REGIONAL AS CONSEQUÊNCIAS NÃO SÃO INEVITÁVEIS. A MUDANÇA É POSSÍVEL E EFICAZ!! PORTUGAL SEM DIABETES Compromisso para implementar uma estratégia de políticas territoriais em áreas fundamentais.
42 ACÇÃO / INTERVENÇÃO Gestores de Prevenção Curso de Gestores de Prevenção da Diabetes (APDP). Formação de uma estrutura gestora, coordenada pela autarquia e pela Unidade Coordenadora Funcional da Diabetes. Rastreio Rastreio a 25% da população do Município: Baixo risco - aconselhamento Médio/alto risco - intervenção. Educação Programa educativo para a prevenção da diabetes dirigido às pessoas identificadas com risco médio/alto.
43 CURSO DE GESTORES DE PREVENÇÃO DA DIABETES Programa de formação para a elaboração do projecto de prevenção da Diabetes Tipo 2, dirigido aos profissionais dos Gabinetes Municipais e das Unidades Coordenadoras Funcionais de Diabetes. OBJECTIVO Identificar os recursos e iniciativas locais no âmbito da promoção da saúde; Planear e desenvolver um projecto de intervenção. Formação em b-learning: 2 sessões presenciais + módulos em e-learning (Plataforma Moodle online).
44 PORTUGAL SEM DIABETES É imperativo acrescentar aos planos estratégicos das cidades acções de promoção de comida saudável e de prática de actividade física, pois são aspectos chave para aumentar a Qualidade de Vida e Diabetes. reduzir doenças crónicas como a
45 PORTUGAL SEM DIABETES Resposta a um dos Desafios Gulbenkian apresentado no relatório "Um Futuro para a Saúde e que pretende suster o crescimento da incidência da diabetes evitando que 50 mil pessoas desenvolvam a doença nos próximos 5 anos. Esta meta, embora ambiciosa, é fundamental para desacelerar o crescente aumento da Diabetes em Portugal.
46 ORGANIZAÇÃO COMISSÃO EXECUTIVA CÂMARA MUNICIPAL ACES COMISSÃO OPERACIONAL DEPARTAMENTOS MUNICIPAIS UNIDADE COORDENADORA FUNCIONAL DA DIABETES CONSELHO GERAL JUNTAS DE FREGUESIA ESCOLAS INDÚSTRIA ASSOCIAÇÕES IPSS s AUTORIDADES DE SEGURANÇA ASSOCIAÇÃO DE COMERCIANTES UNIVERSIDADES
47 E I stratégias para o Futuro Na Prevenção Secundária: Generalização da aplicação do Questionário de Avaliação de Risco nos Cuidados Primários;
48 Questionários de Risco de Diabetes Aplicados por ARS / Mês ARS Norte ARS Algarve ARS LVT ARS Alentejo ARS Centro Fonte SIARS@SIMSNS
49 Distribuição do Risco da Diabetes (%) ,0 35,0 33,9 30,0 25,0 24,6 20,0 20,3 17,8 15,0 10,0 5,0 3,4 0,0 Baixo Ligeiro Moderado Alto Muito alto Fonte
50 E I stratégias para o Futuro Na Prevenção Secundária: Generalização da aplicação do Questionário de Avaliação de Risco nos Cuidados Primários; Metformina e sinvastatina para todos!!
51 E I stratégias para o Futuro Na Prevenção Primária, Secundária e Terciária: A educação Nos Cuidados Primários - parceria com a Ordem dos Enfermeiros e a APDP Mais enfermeiros nas UCFD
52 I mplicações para o Futuro Na Prevenção Terciária: Desenvolver a Prevenção do Pé diabético e Via Verde do Pé Diabético ; Reforçar o rastreio da retinopatia diabética; Reforçar a vigilância da função renal; Expandir e fortalecer as Unidades Integradas de Diabetes a nível hospitalar;
53 Nº Observações com determinação de Risco de Ulceração do Pé por ARS ARS Alentejo ARS Algarve ARS Centro ARS LVT ARS Norte Fonte SIARS@SIMSNS
54 Proporção por Risco de Pé Diabético por ARS % 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% Não Avaliado Baixo Médio Alto 20% 10% 0% ARS Norte ARS Centro ARS LVT ARS Alentejo ARS Algarve Fonte SIARS@SIMSNS
55 I mplicações para o Futuro Na Prevenção Terciária: Via Verde do Pé Diabético ;
56 I mplicações para o Futuro Na Prevenção Terciária: Reforçar o rastreio da retinopatia diabética;
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58 I mplicações para o Presente Acompanhar a consolidação das Unidades Coordenadoras Funcionais da Diabetes e dos seus Planos Anuais: Elaboração dos Planos Anuais de Acção; Criação dos Observatórios Locais da Diabetes; Criação de espaços de educação para a população em risco e para as novas pessoas com diabetes.
59 I mplicações para o Presente Reforçar o empenho de todos na implementação das estratégias do Programa Nacional para a Diabetes!
60 O brigado!
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2 013 Portugal Índice Pág. O Programa Nacional para a Diabetes 5 O Observatório Nacional da Diabetes 6 Nota Introdutória 7 A Diabetes no Mundo 9 Epidemiologia da Diabetes 9 Prevalência da Diabetes 9 Prevalência
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