Rastreio Cancro do Cólon e Recto
|
|
|
- William Cruz Amaro
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Rastreio Cancro do Cólon e Recto Filomena Horta Correia Médica, Coordenadora do Núcleo de Rastreios da ARS Algarve Ricardo Pereira Eng.º Informático Diana Ferrinho Assistente Técnica Paula Vieira Assistente Técnica Eng Carlos Cardoso- Apoio da USIC na criação de SI
2 O cancro é umas das principais causas de morte prematura Burden of Disease em Portugal doenças crónicas e 19% dos programas prioritários corresponde às neoplasias. O cancro do cólon e recto (CCR) é uma das principais causas de morte por cancro nos países desenvolvidos. É o segundo cancro mais frequente nas e o terceiro nos e a probabilidade de aparecimento da doença aumenta com a idade.
3 Critérios de validação programa de rastreio A condição a ser rastreada deve constituir um problema importante de saúde A História Natural da doença deve ser bem conhecida Deve ser detectável em estadios precoces O Tratamento em estadios precoces deve trazer mais benefícios do que em estadios mais tardios. O teste deve ser simples de aplicar e aceite pela população O teste deve ser adaptado a estadios precoces (sensível e específico) Os intervalos para repetição do teste devem ser pré estabelecidos Os recursos de saúde devem estar preparados e adequados ao aumento das necessidades provocado pelo rastreio. Os riscos dos rastreios quer físicos quer psicológicos devem ser menores do que os benefícios Os custos dos programas devem ser avaliados de acordo com os benefício a alcançar
4 Desígnio Nacional Rastreios Plano Nacional de Saúde - Programas prioritários Despacho n.º 6401/2016 de 16 de Maio, do SEAS Normas da DGS Desígnio Regional Estratégias e planos de acção regionais
5
6 Objectivos Geral - Diminuição da morbilidade e mortalidade por cancro do cólon e recto, através da detecção e tratamento precoce das lesões encontradas, com melhoria da eficácia, eficiência da intervenção e da taxa de sobrevivência. Específicos- o Implementação de um rastreio organizado de base populacional na região o Convocar todos os utentes entre os 50 e os 75 anos o Diminuir a incidência CCR invasivos o Aumentar a taxa de detecção precoce
7 Objectivos o Realizar a colonoscopia de follow up a todos os utentes com teste de Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes (PSOF) positiva até 30 dias após a emissão do resultado o Aumentar a taxa de sobrevivência o Reduzir a proporção de cancros diagnosticados em fase clínica em relação ao total de cancros diagnosticados o Diminuir as abordagens terapêuticas mais agressivas o Melhorar a efectividade terapêutica
8 PRCCR População alvo - população e dos anos da região do Algarve Periodicidade prevista: 2 em 2 anos Método de Rastreio: PSOF (método imunológico quantitativo automatizado, com cut-off de 100ng/ml.) Aferição dos resultados positivos é efectuada por colonoscopia Actualmente em estudo de implementação de piloto- USF Ria Formosa e UCSP São Brás de Alportel
9 Parcerias
10 Grupo Coordenador Dr.ª Filomena Horta Correia- Coordenadora do Núcleo de Rastreios Dr. Horácio Guerreiro - Serviço de Gastrenterologia CHA-Unidade de Faro Dr. Paulo Caldeira - Serviço de Gastrenterologia CHA-Unidade de Faro Dr. José Parra- Serviço de Anatomia Patológica CHA- Unidade de Portimão Dr. Mohamed Americano- Director de Serviço de Cirurgia CHA Dr. Luís Bretes - Serviço de Oncologia- CHA- Unidade de Faro Dr.ª Aida Fernandes - Laboratório Saúde Pública Dr. Joaquim Azevedo- Núcleo de Sistemas de Informação e Comunicação da ARS Algarve Eng.º Carlos Cardoso- Núcleo de Sistemas de Informação e Comunicação da ARS Algarve
11 Centro Saúde População anos População anos Masculinas (PA) Femininas (PA) População anos Total (PA) CS Albufeira CS Faro CS Loule CS Olhao CS S Bras de Alportel CS Aljezur CS Lagoa CS Lagos CS Monchique CS Portimao CS Silves CS Vila do Bispo CS Alcoutim CS Castro Marim CS Tavira CS Vila Real Santo Antonio Aces Central Aces Barlavento Aces Sotavento Total Região
12 Critérios de exclusão Critérios de Exclusão temporária o Teste de rastreio recente (PSOF), menos de um ano o Colonoscopia total há menos de 5 anos o Morada desconhecida; o Utente não pode comparecer no decorrer da volta;
13 Critérios de exclusão Critérios Exclusão definitiva o Doença terminal o Diagnóstico prévio de lesões pré malignas de cancro cólon e recto o Diagnóstico prévio de cancro de cancro cólon e recto o História familiar de síndromes hereditários o Por opção do Utente o Seguimento noutra unidade de saúde o Falecimento
14 Piloto
15 Unidades Piloto Unidade Piloto Número de Utentes inscritos (50-74 Anos) Utentes com PSOF Realizada Utentes sem PSOF Realizada UCSP São Brás de Alportel USF Ria Formosa Total Unidades Piloto Dados do SIARS C/Neoplasia CCR Dados do ROR C/Neoplasia CCR Dados do ROR C/Neoplasia CCR Total Homens Mulheres UCSP São Brás de Alportel USF Ria Formosa * 129 * 91 * Total Dados em Dezembro de 2016, fornecidos pelo Departamento de Saúde Pública e Planeamento, e SIARS. * Dados da totalidade do Concelho de Faro.
16
17 Sistema de Informação O Sistema de Informação do Rastreio do Cancro do Cólon e Recto (SIRCCR), encontra-se presentemente em desenvolvimento activo e irá estar disponível como um módulo do SGI da ARS Algarve. O acesso a este sistema será através das credenciais (número mecanográfico e password) já definidas para o serviço de correio electrónico pelo que não irá existir a necessidade de dados de login adicionais. O seu acesso irá ser feito pelo endereço do SGI através de cujo atalho já se encontra em todos os ambientes de trabalho e ao qual todos os funcionários da ARS Algarve possuem conta de utilizador criada.
18 Sistema de Informação
19 LSP
20
21
22
23 Indicadores Mortalidade, Incidência, Prevalência Taxas de cobertura, adesão e de positivos Taxa de colonoscopias de follow up realizadas e de complicações Taxa de detecção de adenomas e de cancros VPP lesões (adenomas e cancros) Cancros de intervalo Intervalos Tempo Entrega Teste e emissão de resultados Teste positivo e realização colonoscopia Colonoscopia positiva e inicio tratamento definitivo
24 Indicador Taxa Mortalidade Incidência Prevalência Taxa Cobertura Taxa de adesão Taxa de positivos Taxa de compliance da colonoscopia Taxa de complicações na colonoscopia de follow up Taxa detecção de adenomas Taxa detecção de cancros VPP detecção lesões VPP de detecção de adenomas VPP detecção de cancros Descrição Total óbitos pop. Alvo no período de tempo sobre Total População no período de tempo Nr. de casos novos de Cancro Cólon Recto no período tempo sobre total pop. alvo elegível para rastreio Nr. total de casos de Cancro Colon e Recto sobre total população alvo elegível para rastreio Nr. de população alvo convidada em cada ciclo sobre total população alvo elegível em cada ciclo Nr. de população alvo convidada e rastreada em cada ciclo sobre nr. população elegível convidada em cada ciclo Total de utentes com teste PSOF positivo em cada ciclo sobre total de utentes elegíveis rastreados em cada ciclo Nr. de utentes com teste PSOF positivo que efectuaram colonoscopia sobre nr. utentes com teste PSOF positivo convocados para colonoscopia Nr. de utentes com teste positivo que realizaram colonoscopia e apresentaram complicações sobre total utentes com teste positivo que realizaram colonoscopia. Nr. de adenomas detectados em cada ciclo sobre nr. de rastreados em cada ciclo. Nr. de cancros detectados em cada ciclo sobre nr. de rastreados em cada ciclo. Nr. de rastreados com pelo menos uma lesão detectada em cada ciclo sobre nr. de rastreados com PSOF positivo que realizou colonoscopia em cada ciclo Nr. de rastreados com pelo menos um adenoma detectado em cada ciclo sobre nr. de rastreados com PSOF positivo que realizou colonoscopia em cada ciclo Nr. de rastreados com pelo menos um cancro detectado em cada ciclo sobre nr. de rastreados com PSOF positivo que realizou colonoscopia em cada ciclo
25 Indicadores Organizacionais Indicador Demora do registo de resultado do Rastreio Demora de realização de consulta/colonoscopia Demora de início de tratamento depois de colonoscopia positiva Cancros de intervalo Descrição Intervalo de tempo entre a entrega do teste primário de rastreio e a emissão de resultado Intervalo de tempo entre o teste positivo e a realização da colonoscopia de follow up Intervalo de tempo entre o resultado de colonoscopia positiva e o início do tratamento definitivo Número de cancros detectados entre as voltas do Rastreio
26
27 Cronograma
28 Rastreio Cancro do Cólon e Recto Filomena Horta Correia Médica, Coordenadora do Núcleo de Rastreios da ARS Algarve Ricardo Pereira Eng.º Informático Diana Ferrinho Assistente Técnica Paula Vieira Assistente Técnica Eng Carlos Cardoso- Apoio da USIC na criação de SI
Rastreio Cancro da Mama
Rastreio Cancro da Mama Filomena Horta Correia Médica, Coordenadora do Núcleo de Rastreios da ARS Algarve Ricardo Pereira Eng.º Informático Diana Ferrinho Assistente Técnica Paula Vieira Assistente Técnica
Diagnóstico de Saúde Lourinhã. Lourinhã 15 de Maio de 2017
Diagnóstico de Saúde Lourinhã Lourinhã 15 de Maio de 2017 A população do Concelho Homens Mulheres 2 Pirâmide etária da população residente em Lourinhã Fonte: INE, Últimos dados de 2013 A população do Concelho
Rastreio do Cancro da Mama do Algarve
Administração Regional de Saúde do Algarve, IP Ministério da Saúde Rastreio do Cancro da Mama do Algarve Resultados 2005-2007 (1.ª volta) Rastreio do cancro da mama do Algarve Introdução O cancro da mama
Relatório Preliminar da 2ª volta do Programa de Rastreio do Cancro da Mama no Algarve
Relatório Preliminar da 2ª volta do Programa de Rastreio do Cancro da Mama no Algarve Filomena Horta Correia Coordenadora do Núcleo de Rastreios da ARSA, IP 15 de Setembro de 2010 O cancro da mama é o
Eficácia Ponderação: 50% Aumentar para 40% o número de utentes inscritos em USF na região Norte até 31 de Dezembro de % 40% 15%
Ministério: Ministério da Saúde Organismo: Administração Regional de Saúde do Norte, IP QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO - ANO 2010 MISSÃO: Garantir à população da sua área de influência o acesso
Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) - SIADAP 1 Ministério da Saúde
1 MISSÃO DO ORGANISMO : Garantir à população da Região do Algarve o acesso à prestação de cuidados de saúde, adequando os recursos disponíveis às necessidades e cumprir e fazer cumprir políticas e programas
Objectivos Operacionais (OO) Eficácia Ponderação: 50% Aumentar em 40% o número de USF em actividade na região Norte
Ministério: Ministério da Saúde Organismo: Administração Regional de Saúde do Norte, QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO - ANO 2009 MISSÃO: Garantir à população da sua área de influência o acesso à
END news. Publicação periódica trimestral de informação geral e médica Director: C. Nobre Leitão Preço: 1,50 1,00 (IVA incluído)
END news N º 9 J u l h o - O u t u b r o 2 0 0 4 Publicação periódica trimestral de informação geral e médica Director: C. Nobre Leitão Preço: 1,50 1,00 (IVA incluído) Figueira da Foz, 2004 XXIV Congresso
Estudo Demográfico do Algarve. Geografia - 8º ano - Algoz
Estudo Demográfico do Algarve Geografia - 8º ano - Algoz Desenvolvemos na disciplina de Geografia um estudo demográfico da região do Algarve. Estudámos a evolução da densidade populacional entre 2001 e
Programa de Rastreio e Tratamento da Retinopatia Diabética. Relatório Final Departamento de Contratualização
Programa de Rastreio e Tratamento da Retinopatia Diabética Relatório Final 2011 Departamento de Contratualização 2 3 Índice 1. NOTA INTRODUTÓRIA... 4 2. ENQUADRAMENTO DO PROGRAMA NA REGIÃO DE SAÚDE DO
A Plataforma Digital do Registo Oncológico Regional Sul Uma Experiência Inovadora
A Plataforma Digital do Registo Oncológico Regional Sul Uma Experiência Inovadora Dr.ª Ana Miranda IPO Lisboa Patrocínio Principal Patrocinadores Globais Portal ROR SUL Ana Miranda DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO
Programa de Rastreio e Tratamento da Retinopatia Diabética RELATÓRIO FINAL ANO Departamento de Contratualização da ARS Algarve, I.P.
Programa de Rastreio e Tratamento da Retinopatia Diabética RELATÓRIO FINAL ANO 2010 Departamento de Contratualização da ARS Algarve, I.P. 3 Índice 1. NOTA INTRODUTÓRIA... 4 2. ENQUADRAMENTO DO PROGRAMA
SIADAP AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS SERVIÇOS
SIADAP AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS SERVIÇOS QUAR Quadro de Avaliação e Responsabilidades Ano Ministério: Saúde Organismo: Administração Regional de Saúde do Algarve Missão Garantir à população da Região
INQUÉRITO DE AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS CLIENTES EXTERNOS
Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve INQUÉRITO DE AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS CLIENTES EXTERNOS RELATÓRIO FINAL DA ANÁLISE DOS DADOS DEZEMBRO 2010 Índice Índice... 2 1. Sumário... 3 2.
Caracterização do ACES LISBOA NORTE
Caracterização do ACES LISBOA NORTE 2013 ACES Lisboa Norte Quem somos e onde estamos Missão Prestar Cuidados de Saúde Primários de qualidade, com eficiência e eficácia, à população da sua área geográfica
[José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes]
[José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes] Desafio do Dr. José António Freire Soares Contributo e informação recolhida a partir da base de dados de GDH s / ACSS na elaboração dos
Parecer emitido pelo Alto Comissariado da Saúde (GPEARI do MS) com Análise Crítica da Auto-Avaliação da ARS CENTRO
Parecer emitido pelo Alto Comissariado da Saúde (GPEARI do MS) com Análise Crítica da Auto-Avaliação da ARS CENTRO (Artigo 17.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro) Organismo avaliado: ARS CENTRO 1.
A Diabetes: que desafio?
A Diabetes: que desafio? José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes Audição na Comissão Parlamentar da Saúde Assembleia da República 25 Fevº 2015 Prevalência da Diabetes Prevalência
7.ª Reunião do Conselho da Comunidade
2018 7.ª Reunião do Conselho da Comunidade TORRES VEDRAS 19-12-2018 Área Geográfica 2 Os 5 concelhos do ACES Oeste Sul 3 PERFIL ACES Oeste Sul 4 5 CONTRATUALIZAÇÃO 6 IDG ACES Oeste Sul Posição Outubro
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE)
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) Atingidos os 100.000 certificados em Junho! Sistema de Certificação Energética e de QAI Certificados Energéticos
Distrito - FARO. SINISTRALIDADE Dez de Observatório de Segurança Rodoviária Relatório - Distrito 1
Distrito - FARO SINISTRALIDADE Dez de 2014 Observatório de Segurança Rodoviária 1 ÍNDICE DEFINIÇÕES... 3 EVOLUÇÃO 2005-2014... 4 1. com... 4 2.... 5 ACIDENTES E VÍTIMAS... 6 1. e 2005/2014... 6 2. e por
CURRICULUM VITAE. Informação Pessoal
CURRICULUM VITAE Informação Pessoal Nome: Luís Miguel Jerónimo Da Conceição Data Nascimento: 07/09/1976 Morada: Rua Santa-Justa Fracção A 8970-267 Martim Longo Naturalidade: Faro (Sé) Nacionalidade: Portuguesa
Acesso aos Cuidados de Saúde e Nível de Saúde das Comunidades Imigrantes Africana e Brasileira em Portugal
Acesso aos Cuidados de Saúde e Nível de Saúde das Comunidades Imigrantes Africana e Brasileira em Portugal Estatísticas de Imigração A informação quantitativa disponível sobre a população estrangeira residente
Cancro do cólon e recto. - Estratégia de prevenção e vigilância -
XXII Reunião Anual do N.G.H.D Cancro do cólon e recto - Estratégia de prevenção e vigilância - Luísa Glória Hospital de Santarém, EPE Estratégia de prevenção e vigilância Rastreio de CCR Avaliação de indivíduos
FICHA DE PROGRAMA OU PROJETO DE SAÚDE. ÁREA FUNCIONAL DO DSP: Promoção e Proteção da Saúde
FICHA DE PROGRAMA OU PROJETO DE SAÚDE ÁREA FUNCIONAL DO DSP: Promoção e Proteção da Saúde RESPONSÁVEL DA ÁREA FUNCIONAL: Drª Maria Lurdes Maio Título Programa Regional para a Infeção VIH/Sida Justificação
PROJETO COMUNITÁRIO VIVER BEM COM A DIABETES
PROJETO COMUNITÁRIO VIVER BEM COM A DIABETES U.C.C. TALABRIGA Coordenadora da U.C.C. Talabriga Enf.ª Especialista Fernanda Faleiro 23 de Novembro de 2016 Equipa Multiprofissional do Projeto: Ana Filipa
Programa de rastreios da Região Norte
Programa de rastreios da Região Norte Fernando Tavares 18 Fevereiro 2009 Programas de Rastreio na Região Norte Critérios para a implementação de um rastreio: Características da Doença Gravidade Prevalência
Colocações no âmbito do Internato Médico IM 2010 A - FE. ARS : Algarve
Algarve I - Central (sede: Faro) - Cs Faro José Miguel Carvalho Moreira Medicina Geral E Familiar Algarve I - Central (sede: Faro) - Cs Faro 933 Preferencial Juliana Karina Marichal Medicina Geral E Familiar
Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) SIADAP 1 - Ministério da Saúde
MISSÃO DO ORGANISMO : Garantir à população da região de saúde do Norte o acesso a cuidados de saúde de qualidade, em tempo útil e a custos socialmente comportáveis, adequando os recursos disponíveis às
Rede Hospitalar do SNS
Rede Hospitalar do SNS 43 Centro Hospitalar do Algarve,EPE Pontos da Rede de Referenciação Hospitalar de Urgência e Emergência Região do Algarve Alcoutim Aljezur Monchique Silves Castro Marim Vila do Bispo
Judite Neves Lisboa, 12 de Maio 2011
Encontro Coordenação Estratégica Judite Neves [email protected] Lisboa, 12 de Maio 2011 1 ACES GRANDE PORTO V 2 PÓVOA DE VARZIM / VILA DO CONDE 1 Total de inscritos no ACES 154.774 População residente
REUNIÃO CNSMCA Elsa Rocha
REUNIÃO CNSMCA 27-11-2015 Elsa Rocha Elsa Rocha João Moura Reis Ana Cristina Guerreiro Pediatra Hospital Faro (Presidente) Presidente do Conselho Diretivo da ARS Algarve, IP Diretora do Departamento de
ANO: saúde. Ministério da Saúde DESIGNAÇÃO REGIÃO NORTE E BEM GERIDO EFICÁCIA 45,0. 1 utentes inscritos em. Peso: 10,,0.
ANO: Ministério da Saúde ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO NORTE, IP MISSÃO DO ORGANISMO: Garantir à população da região de saúde do Norte o acesso a cuidados de saúde de qualidade, em tempo útil e a
Departamento de Contratualização. Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral Região de Saúde do Algarve
Departamento de Contratualização Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral Região de Saúde do Algarve Relatório Final Ano 2013 2 Índice CONSIDERAÇÕES INICIAIS E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS... 4 LISTA DE
Desafio Gulbenkian Não à Diabetes! Enquadramento
Breve Apresentação Enquadramento O programa Não à Diabetes promovido pela Fundação Gulbenkian visa responder ao desafio que a Diabetes representa em Portugal e pretende suster o crescimento da incidência
Área de Intervenção: Detecção Precoce e Prevenção do VIH e SIDA e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST).
FICHA TÉCNICA Nome: Área de Intervenção: Detecção Precoce e Prevenção do VIH e SIDA e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Descrição: Segundo os dados do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo
Distrito - FARO. SINISTRALIDADE Dez de Observatório de Segurança Rodoviária Relatório - Distrito 1
Distrito - FARO SINISTRALIDADE Dez de 2016 Observatório de Segurança Rodoviária 1 ÍNDICE DEFINIÇÕES... 3 EVOLUÇÃO 2007-2016... 4 1. com... 4 2.... 5 ACIDENTES E VÍTIMAS... 6 1. e 2007/2016... 6 2. e por
RASTREIO DO CANCRO E RECTO ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO CENTRO,I.P.
RASTREIO DO CANCRO DO CÓLON C E RECTO ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO CENTRO,I.P. COR Grupo de trabalho do RCCR 12 Janeiro 2009 Segundo a OMS, o cancro do cólon e do recto, constitui a nível mundial
SOBREVIVÊNCIA GLOBAL. Doentes diagnosticados em IPO Porto
BREVIVÊNCIA GLOBAL Doentes diagnosticados em 2000-2001 IPO Porto Porto, 2012 BREVIVÊNCIA GLOBAL Doentes diagnosticados em 2000-2001 IPO Porto CONTRIBUTOS Presidente do Conselho de Administração do IPO
Resolução do Conselho de Ministros n.º157/2005, 12 de Outubro
Resolução do Conselho de Ministros n.º157/2005, 12 de Outubro Criar na dependência directa do Ministro da Saúde, a Missão para os Cuidados de Saúde Primários ( MCSP), com a natureza de estrutura de missão,
Comissões da Qualidade e Segurança 6ª Reunião novembro/dezembro de 2015
Comissões da Qualidade e Segurança 6ª Reunião novembro/dezembro de 2015 Alexandre Diniz Anabela Coelho Maria João Gaspar AGENDA 1. Enquadramento 2. Ponto de situação sobre a implementação dos projectos
A PREVENÇÃO faz a diferença
O cancro do colón e reto é um dos cancros mais comuns a nível mundial. A maioria está associada à idade avançada e a fatores dietéticos/ambientais e só uma pequena percentagem está associada a fatores
Alto Comissariado da Saúde
Alto Comissariado da Saúde QUAR 2010 Projecto de Parecer emitido pelo Alto Comissariado da Saúde (GPEARI do Ministério da Saúde) com Análise Crítica da Auto-Avaliação da Administração Regional de Saúde
GRUPO TÉCNICO DE FERIDAS
Ministério da Saúde Administração Regional de Saúde do Algarve, IP GRUPO TÉCNICO DE FERIDAS [email protected] Estudos Estudo realizado na Região em 2005 (CC Infecção/Centro
PROGRAMA DE PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE TABAGISMO E ALCOOLISMO
PROGRAMA DE PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE TABAGISMO E ALCOOLISMO IN-DEPENDÊNCIAS * Ferreira, Francisco ** Soares, Cecília *** Tomáz, Albano ACES BM1- URAP RESUMO O Programa IN-DEPENDÊNCIAS começou a ser desenvolvido
Padrões de tratamento e outcomes clínicos de cancro da mama
Padrões de tratamento e outcomes clínicos de cancro da mama Jornadas do Registo Oncológico Regional do Sul 2015 Grupo de Estudos em Cancro da Mama Centro Hospitalar de Lisboa Norte Fundação Champalimaud
SOBREVIVÊNCIA GLOBAL. Doentes diagnosticados em IPO Porto
BREVIVÊNCIA GLOBAL Doentes diagnosticados em 2005-2006 IPO Porto Porto, 2012 BREVIVÊNCIA GLOBAL Doentes diagnosticados em 2005-2006 IPO-Porto CONTRIBUTOS Presidente do Conselho de Administração do IPO
Objectivos Operacionais (OO) Eficácia Ponderação: 50% Aumentar em 50% o número de USF em actividade na região Norte + 57% (69 USF) 10%
Ministério: Ministério da Saúde Organismo: Administração Regional de Saúde do Norte, IP QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO - ANO 2008 MISSÃO: Garantir à população da sua área de influência o acesso
INTEGRAR + PROXIMIDADE + SAÚDE
I Encontro ACES Lisboa Central ACES Loures Odivelas CHLC INTEGRAR + PROXIMIDADE + SAÚDE Partilha e Rentabilização de Recursos na Área Laboratorial: O melhor de cada um ao serviço de todos! Ana Canas, José
XXIII Jornadas ROR-SUL. 15, 16 e 17 Fevereiro 2016 Lisboa
XXIII Jornadas ROR-SUL 15, 16 e 17 Fevereiro 2016 Lisboa Estudo de Alta Resolução Tumores Malignos do Pulmão Maria Teresa Almodovar Objetivos 1. Detectar as diferenças na sobrevivência do cancro do pulmão
CARTA DE MISSÃO. c) Colaborar na elaboração do Plano Nacional de Saúde e acompanhar a respetiva execução a nível regional;
CARTA DE MISSÃO Ministério da Saúde Serviço/Organismo: Administração Regional de Saúde do Algarve, IP Cargo: Vogal do Conselho Diretivo Período da Comissão de Serviço: Período de 5 anos a contar da data
MANUAL DA QUALIDADE DO SERVIÇO DE IMUNOHEMOTERAPIA
APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO SÉRIE E DATA DE EDIÇÃO A 08/06/2018 Em sessão de 08/06/2018 Índice Introdução... 2 Contexto e partes interessadas... 3 Estrutura e Controlo do Manual da Qualidade...
nidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E.
nidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E. 4º CONGRESSO INTERNACIONAL DOS HOSPITAIS: Da Integração dos Cuidados à Intervenção Comunitária O Papel do Hospital na Comunidade Agenda 1 Enquadramento Hospital
Melhoria Contínua da Qualidade no ACES Lisboa Norte
Melhoria Contínua da Qualidade no ACES Lisboa Norte Dos registos clínicos: médicos e de enfermagem Qualidade e segurança do doente Lucília Martinho médica, presidente da CQSD Maria Teresa Antunes enfermeira
