Rastreio Cancro da Mama
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- Aline Dreer Salazar
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1 Rastreio Cancro da Mama Filomena Horta Correia Médica, Coordenadora do Núcleo de Rastreios da ARS Algarve Ricardo Pereira Eng.º Informático Diana Ferrinho Assistente Técnica Paula Vieira Assistente Técnica Eng Carlos Cardoso- Apoio da USIC na criação de SI
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3 Iniciou em Setembro de 2005 Periodicidade: 2 em 2 anos População Alvo: anos Parcerias: AOA, ARS e CHA Método de Rastreio: Mamografia digital, com duas incidências, com dupla leitura independente, Classificação BIRADS Actualmente encontra-se no 6º ciclo (inicio em Agosto de 2016 prevê-se terminar em Outubro de 2018) Método de rastreio actual mamografia 3D com tomossíntese
4 Objectivos do PRCM Diminuição da Morbilidade e da Mortalidade por cancro da mama A detecção precoce O aumento da taxa de sobrevivência Aumento da taxa de adesão Diminuição de abordagens terapêuticas mais agressivas Melhorar a efectividade terapêutica Implementar um sistema de controlo de qualidade
5 Fluxograma do PRCM
6 Adesão ao PRCM 80% 70% 60% 57,9% 60,6% 62,3% 62,1% 50% 40% 30% 20% 43,8% ACES Sotavento ACES Central ACES Barlavento Algarve 10% 0% 1ª Volta 2ª Volta 3ª Volta 4ª Volta 5ª Volta
7 PRCM Indicadores 1.ª Volta 2.ª Volta 3.ª Volta 4.ª Volta 5.ª Volta Descrição Taxa de Adesão 44% 58% 61% 62% 62% Número de mulheres, em cada 100, convocadas e sem critérios de exclusão que realizaram a mamografia. Taxa de Aferição Taxa de Detecção 1,9% 2,3% 1,6% 1,6% 1,7% 3,43 3,67 3,98 3,18 3,77 Número de mulheres, em cada 100, que realizaram a mamografia e precisaram de investigação posterior. Número de cancros diagnosticados por cada mamografias. VPP Mamografia 18% 16% 24% 20% 22% Número de cancros diagnosticados por cada 100 mulheres com mamografia suspeita. VPP Aferição 81% 70% 74% 91% 95,3% Número de cancros por cada 100 mulheres suspeitas na consulta de aferição. Cancros de Intervalo A saber no decorrer da 6.ª volta *Nota: A 5ª Volta terminou em Agosto de 2016 pelo que alguns valores poderão sofrer alterações Número de mulheres que foram consideradas negativas e que que posteriormente desenvolveram cancro.
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9 Unidade Móvel Mamógrafo digital direta,3d com tomossintese Imagem Sintetizada C- View com estação de diagnóstico, com aumento da qualidade de imagem e de diagnóstico, com integração das imagens do PAX da ARSA
10 Rastreio do Cancro da Mama Associação Oncológica do Algarve (AOA) Francisco Aleixo Médico Radiologista Coordenador Téc. do Rastreio
11 Classificação BIRADS BIRADS 2 (alterações benignas) BIRADS 3 (alterações provavelmente benignas) BIRADS 4 BIRADS 4A (alterações c/baixo grau de probabilidade de malignidade) BIRADS 4B (alterações c/moderado grau de probabilidade de malignidade) BIRADS 4C (alterações c/alto grau de probabilidade de malignidade) BIRADS 5 (alterações malignas)
12 Início 2005: 1 unidade móvel com mamógrafo analógico 1 sistema de revelação CR uma das primeiras Unidades em Portugal com sistema de digitalização indirecta.
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14 Reuniões de Consenso Sede da AOA (Faro) Inicialmente: periodicidade mensal Mamografia 3D: periodicidade quinzenal Discussão entre os médicos radiologistas dos casos não-negativos
15 Consultas de Aferição Serviço de Radiologia do Centro Hospitalar do Algarve Mulheres da área geográfica do Barlavento Algarvio Unidade Hospitalar de Portimão Mulheres da área geográfica do Sotavento Algarvio Unidade Hospitalar de Faro Casos não-negativos resultantes das reuniões de consenso BIRADS 3 BIRADS 4 BIRADS 5 Confirmação de positivos Consulta de Senologia
16 Hoje decorridos 12 anos, encontramo-nos na primeira metade da 6ª volta início de uma nova etapa: 1 unidade móvel equipada com mamografia digital direta e tomossíntese (também designada por mamografia 3D) com imagem sintetizada e CAD requisitos técnicos de excelência, únicos em Portugal
17 Uma nova etapa tecnologicamente na linha da frente dos rastreios na Europa área geográfica pequena permite rastrear todas as mulheres da região com 1 única unidade
18 Mamografia com Tomossíntese Tecnologia de última geração Aumento significativo na taxa de detecção de cancros da mama 5,5 cancros/1000 mulheres rastreadas 8 cancros/1000 mulheres rastreadas Redução dos falsos positivos e do número de mulheres chamadas à Aferição com impacto na redução de custos do programa Redução da dose de radiação aplicada em cada exame
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20 Mamografia com Tomossíntese (3D) esforço suplementar de todos os médicos aumento significativo dos tempo de leitura de cada exame (número de imagens por exame é muito superior) curva de aprendizagem à mamografia 3D
21 Mamografia com Tomossíntese (3D) Características: Dupla leitura independente Reunião de consenso (agora quinzenal) cumprimento de todos os requisitos de controlo de qualidade, definidos pela CE
22 Pontos Fortes do Rastreio da AOA Perfil tecnológico Modelo organizativo Recursos Humanos ARS AOA Unidades Hospitalares do CHAlgarve
23 Incertezas Deficientes condições tecnológicas alocadas às Consultas de Aferição Núcleo de Senologia: Modelo actual (2)? Modelo Único?
24 Agradecimentos ARS Algarve / Grupo de Rastreios da ARS Coordenadora: Drª. Filomena Horta Correia AOA Secretariado/Direcção Área Técnica: Téc. Coordenora Eduarda Francisco Serviço de Radiologia do CHA Coordenadora da Área de Senologia: Drª. Graça Afonso Consulta de Senologia Coordenador Núcleo de Faro: Dr. António Lagoa Coordenadora Núcleo de Portimão: Drª. Fernanda Bastos
25 Agradecimento especial Dr. Santos Pereira
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