ESQUEMAS INICIAIS DESADAPTATIVOS

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1 INSTRUMENTOS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO DOS ESQUEMAS INICIAIS DESADAPTATIVOS Jacqueline Leão CRP SUMÁRIO. AVALIAÇÃO EM TERAPIA DO ESQUEMA ESQUEMAS INICIAIS DESADAPTATIVOS IMPORTÂNCIA DO VÍNCULO TERAPÊUTICO AVALIAÇÃO EM TERAPIA DO ESQUEMA: QUESTIONÁRIO DOS ESQUEMAS E INVENTÁRIOS IMAGENS MENTAIS HISTÓRIA DE VIDA AVALIAÇÃO ATRAVÉS DA RELAÇÃO TERAPÊUTICA ANÁLISE SITUACIONAL E AUTOMONITORAMENTO OUTRAS POSSIBILIDADES DE AVALIAÇÃO DOS EIDs. 1

2 1. AVALIAÇÃO EM TERAPIA DO ESQUEMA. MULTIFACETADA CONJUNTO DE TÉCNICAS AVALIATIVAS E MÉTODOS CONSISTENTES MEDIDAS DE AVALIAÇÃO COGNITIVAS, EXPERENCIAIS, EMOCIONAIS E COMPORTAMENTAIS. INVENTÁRIOS: BUSCAR PADRÕES ESTÁVEIS E RESPOSTAS COMPORTAMENTAIS PROVENIENTES DOS EIDs E DOS ESTILOS DE ENFRENTAMENTO. HIPÓTESES ESFORÇO MÚTUO INTERAÇÃO NA RELAÇÃO TERAPÊUTICA 2. OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO.. IDENTIFICAR PADRÕES DISFUNCIONAIS AVALIAR TEMPERAMENTO COMPREENDER AS ORIGENS DOS EIDS NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA IDENTIFICAR OS ESTILOS DE ENFRENTAMENTO CONSTRUIR A CONCEITUALIZAÇÃO DO CASO TRATAR OS EIDS... 2

3 3. ESQUEMAS INICIAIS DESADAPTATIVOS (Beck et al.,2010; Young, Kosklo & Weishaar, 2008) PADRÕES EMOCIONAIS E COGNITIVOS DESADAPTATIVOS E AUTODERROTISTAS, CONSTRUÍDOS A PARTIR DE EXPERIÊNCIAS TÓXICAS, OCORRIDAS NA INFÂNCIA OU ADOLESCÊNCIA, QUE SE REPETEM AO LONGO DA VIDA. PADRÕES ORDENADORES DA EXPERIÊNCIA: MEDIAM E GUIAM A RESPOSTA DO INDIVÍDUO. VERDADES INCONDICIONAIS, RESISTENTES À MUDANÇA, ALTOS NÍVEIS DE AFETO EIDs. SÃO DIMENSIONAIS: DIFERENTES NÍVEIS DE SEVERIDADE E PENETRAÇÃO. POSSUEM AMPLITUDE, FLEXIBILIDADE, RIGIDEZ, DENSIDADE E GRAUS DE VALÊNCIA. IDENTIFICAÇÃO CORRETA DOS EIDs. E DOS ESTILOS DE ENFRENTAMENTO: INTERVENÇÕES TERAPÊUTICAS ASSERTIVAS, FORTALECE O VÍNCULO TERAPÊUTICO, ANTECIPA AS ÁREAS DE DIFICULDADES, ADEQUA A CONSTRUÇÃO DA CONCEITUALIZAÇÃO DO CASO. 4. IMPORTÂNCIA DO VÍNCULO TERPÊUTICO.... *PRINCIPAL INSTRUMENTO DA TERAPIA DO ESQUEMA. 1. REPARENTALIZAÇÃO LIMITADA DAS NECESSIDADES BÁSICAS: SEGURO, ACEITO COMPREENDIDO 2. ATIVAÇÃO EMOCIONAL É DESCONFORTÁVEL, DOLOROSA VALIDAR DIFICULDADES E RESPEITAR O RITMO DO PACIENTE 3. POSTURA ATENTA, COMPREENSÍVEL, EMPÁTICA, TRANQUILA 4. OBSERVAR TOM DE VOZ, POSTURA CORPORAL, EXPRESSÕES FACIAIS 5. FLEXIBILIDADE O projetocentral da Terapiado Esquemaé ajudaradultosa encontrare tersuas necessidadesbásicas, mesmoque nuncatenhamsidoencontradasno passado. Para alcançarisso, a relação terapêutica precisa ser uma experiência na qual as necessidades de cada paciente seja reconhecida, articulada, validada e, com certos limites, nutrida (Rafaeli, Bernstein, Young: 2011) 3

4 5.TIPOS DE APEGO (AAI)... seguro ambivalente evitador desorganizado INVENTÁRIOS. QUESTIONÁRIO DE ESQUEMAS DE YOUNG YSQ - ITENS CORRESPONDEM A PRESSUPOSTOS E CRENÇAS TÍPICOS DE CADA EID -DIFERENTES VERSÕES: LONGA E REDUZIDA -VERSÕES ADAPTADAS PARA ADOLESCENTES E CRIANÇAS -É AUTOAVALIATIVO, PONTUADO EM UMA ESCALA LIKERT (ATÉ SEIS PONTOS) -ITENS COM ESCORES ALTOS (5,6) SÃO RELEVANTES. CUIDADOS: O QUESTIONÁRIO DEVE SER INTERPRETADO DE FORMA QUALITATIVA PODE DESENCADEAR ENFRENTAMENTOS DESADAPTATIVOS SUPERCOMPENSAÇÃO E EVITAÇÃO RESPOSTAS FALSEADAS PODE HAVER OSCILAÇÃO ENTRE MODOS DE FUNCIONAMENTO, PERDENDO A CLAREZA DAS RESPOSTAS PACIENTES REATIVOS NÃO PODE SER O ÚNICO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO URGÊNCIA 4

5 .. INVENTÁRIOS INVETÁRIO PARENTAL DE YOUNG YPI IDENTIFICA A ORIGEM DOS ESQUEMAS NAS RELAÇÕES PARENTAIS DEVE SER UTILIZADO PARA TAMBÉM AVALIAR OUTRAS RELAÇÕES SIGNIFICATIVAS AGRUPADO POR EIDS OS ESCORES ALTOS DEVEM SER AVALIADOS (EXCEÇÃO P.E.). CUIDADOS: DISPARIDADES ENTRE OS RESULTADOS DO YSQ E O YPI, PODENDO INDICAR EVITAÇÃO OU SUPERCOMPENSAÇÃO PACIENTES PODEM APRESENTAR CULPA OU POUCA CRÍTICA A RESPEITO DAS FIGURAS PARENTAIS OS INVENTÁRIOS YSQ E YPI SÃO COMPLEMENTARES VÍNCULOS CURATIVOS 7. HISTÓRIA DE VIDA.... IDENTIFICAR SITUAÇÕES ESQUEMÁTICAS E ESTILOS DE ENFRENTAMENTO COMPLEMENTAÇÃO DA ANÁLISE SITUACIONAL COM UMA APROXIMAÇÃO VERTICAL IDENTIFICAR NECESSIDADES BÁSICAS NÃO ATENDIDAS IDENTIFICAR FIGURAS DE APEGO IMPORTANTES RELACIONAR ORIGEM DOS ESQUEMAS COM PADRÕES E SITUAÇÕES ATUAIS CUIDADOS: ESCUTA EMPÁTICA OBSERVAR REAÇÕES EMOCIONAIS VALIDAR E ACOLHER PACIENTES EVITATIVOS: INICIAR COM SITUAÇÕES ATUAIS 5

6 8. TRABALHO DE IMAGEM..... IDENTIFICAÇÃO DOS EIDS E COMPREENSÃO EMOCIONAL DE SUAS ORIGENS COMPLEMENTA ENTENDIMENTO INTELECTUAL DOS EIDS FUNDAMENTAL TANTO PARA IDENTIFICAR QUANTO PARA TRATAR OS EIDS CONEXÃO DAS EMOÇÕES E SENSAÇÕES ESQUEMÁTICAS COM PROBLEMAS ATUAIS CUIDADOS: VÍNCULO TERAPÊUTICO ESTABELECIDO PODEM ATIVAR FORTES EMOÇÕES DIFICULDADE DE DESCREVER A IMAGEM: SENSAÇÃO, EMOÇÃO PACIENTES EVITATIVOS. 9. RELAÇÃO TERAPÊUTICA.... NATUREZA DA PSICOTERAPIA E SUA EFICÁCIA DEPENDEM, MOMENTO A MOMENTO, DA QUALIDADE DO RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO PROFECIAS AUTOCUMPRIDORAS RELAÇÃO INCLUSIVA PENSAMENTOS, COMPORTAMENTOS E SENTIMENTOS PRECISAM SER RECONHECIDOS, PERMITIDOS E ACOLHIDOS INTEGRAÇÃO DO MUNDO INTERIOR DO PACIENTE EXPERIÊNCIA EMOCIONAL CORRETIVA TODOCONTEÚDO ADVINDO DA RELAÇÃO TERAPÊUTICA É IMPORTANTE PARA IDENTIFICAR EIDs E ESTILOS DE ENFRENTAMENTO 6

7 10. INDICAÇÃO DE EIDS... ABANDONO: ABANDONAR TERAPIA, DIFICULDADE DE TOLERAR SEPARAÇÕES, BUSCAR LIGAÇÃO EXCESSIVA DEFECTIVIDADE/VERGONHA: DESCONFORTO DURANTE SESSÃO, DIFICULDADE CONTATO VISUAL. DIFICULDADE MOSTRAR ERROS, DIFICULDADE DE RECEBER ELOGIOS ABUSO/DESCONFIANÇA: DESCONFIAR DA CONFIABILIDADE, DAS ANOTAÇÕES, DIFICULDADE FECHAR OS OLHOS, DE RELAXAR ISOLAMENTO SOCIAL: DIFICULDADE NO VÍNCULO E APROXIMAÇÃO, DIFICULDADE EM ACEITAR INTERVENSÕES DEPENDÊNCIA/ INCOMPETÊNCIA: QUESTIONAMENTOS CONSTANTES, PACIENTE DEMANDANTE FRACASSO: NÃO FAZER TAREFAS, DIFICULDADE COM CRÍTICAS, COMPETIÇÃO COM PROFISSIONAL VULNERABILIDADE: NÃO REALIZAR TAREFAS POR MEDO DE CONSEQUÊNCIAS, ANSIEDADE (MEDO SENSAÇÕES NEGATIVAS) EMARANHAMENTO: BUSCA RELAÇÃO COM MAIS INTIMIDADE MERECIMENTO/ARROGO: BUSCAR TRATAMENTO ESPECIAL, QUESTIONAMENTO COMPETÊNCIA AUTOSACRIFÍCIO: FOCO NAS NECESSIDADES DO TERAPEUTA AUTODISCIPLINA: ATRASOS, DESRESPEITO AO CONTRATO TERAPÊUTICO NEGATIVISMO: NÃO ACREDITAR NA TERAPIA INIBIÇÃO EMOCIONAL: NÃO ACESSAR EMOÇÕES CARÁTER PUNITIVO: INADIMPLÊNCIA, FALTAS SUBJUGAÇÃO: AGRADAR, CONCORDAR COM TUDO 11. ANÁLISE SITUACIONAL E AUTOMONITORAMENTO.... (Paim & Copetti,2016) PERCEBER REAÇÕES EMOCIONAIS, PENSAMENTOS, IMAGENS, E SENSAÇÕES USO DE FLEXA DESCENDENTE FOCO NAS EMOÇÕES E CRENÇAS NUCLEARES SIGNIFICADOS DE PENSAMENTOS AUTOMÁTICOS E IMAGENS MENTAIS ANALISE DO COMPORTAMENTO COMO TENTA COMPENSAR, EVITAR, OU ATENUAR A ATIVAÇÃO DOS EIDs OBSERVAR EMOÇÃO EXPRESSA PISTA PARA IDENTIFICAÇÃO DE ESQUEMAS 7

8 12. OUTRAS POSSIBILIDADES. 12. EXEMPLO CLÍNICO: JOÃO, 36 ANOS, PROCUROU ATENDIMENTO PSICOTERÁPICO A PEDIDO DA SUA ESPOSA. ESTAVA ENFRENTANDO IMENSAS PRESSÕES: NO TRABALHO LIDAVA COM UM CHEFE ABUSIVO E, NO RELACIONAMENTO MATRIMONIAL, COM UMA ESPOSA CONTROLADORA. EVITAVA CONTATO VISUAL,DIFICULDADE DE ENTRAR EM CONTATO COM EMOÇÕES DIZIA SEMPRE ESTAR BEM. FUNCIONAVA NO MODO PROTETOR DESLIGADO. RESISTÊNCIA AOS INVENTÁRIOS, TRABALHO DE IMAGEM. NAO LEMBRAVA DA INFÂNCIA. 8

9 TERCEIRO (ULTRAGE A RIGOR) TODO EQUIPADO, PREPARADO NA LINHA DE PARTIDA DAQUI A POUCO VAI SER DADA A SAIDA TODO MUNDO NERVOSO E EU NÃO TÓ NEM AÍ...HIPERCOMPEN. O IMPORTANTE É COMPETIR P. DESLIGADO ENTÃO TÁ, VAMO LÁ, NEM VOU ME PREOCUPAR JÁ TÁ TUDO ARMADO PR'EU ME CONFORMAR...SUBJUGAÇÃO EU VOU TENTAR SÓ PRA NÃO FALAR QUE EU NEM SOU ATLETA IA SER LEGAL CHEGAR JUNTO NA FRENTE MAS IAM FALAR QUE QUERO SER DIFERENTE...DEFEITO TÁ BOM DEMAIS, PELO MENOS EU NÃO SAIO DA RETA POR ISSO EU SEMPRE SOU TERCEIRO! ÔBA-ÔBA!...FRACASSO PRA MIM TÁ LOUCO DE BOM! HIPERCPMPENSAÇÃO MARCANDO PASSO VOU SEGUINDO SEM SER MUITO LIGEIRO COM CUIDADO PRA NÃO SER O PRIMEIRO...EVITAÇÃO É BONITO, EU IMITO MAS O PÓDIUM NÃO É PRA MIM..FRACASSO EU NÃO SOU A FIM! SE EU ME ESFORÇO DEMAIS VOU FICAR CANSADO...EVITAÇÃO JÁ DÁ PRA ENGANAR EU FICANDO SUADO SE RECLAMAREM EU BOTO A CULPA NO PATROCINADOR NÃO BOTARAM FÉ PORQUE NÃO IA DAR PÉ...ABANDONO NÃO IA DAR PÉ PORQUE NÃO BOTARAM FÉ... P. EMOCIONAL 13. CRIATIVIDADE Eleger a Terapia do Esquema como uma abordagem inclui a recusa à uma técnica única e rígida em favor da flexibilidade e de uma terapêutica plural, aberta à possibilidade de novas experiências e fronteiras - para o paciente, para o terapeuta e para a relação terapêutica. Jacqueline Leão ([email protected]) 9

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