MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

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1 Gstão d Ngócios m MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Scrtaria d Políticas para o Dsnvolvimnto Sustntávl Cartilha Noçõs d Planjamnto Gstão d Ngócios m Brasília maio d 2005

2 Gstão d Ngócios m Prsidnt da Rpública Luiz Inácio Lula da Silva Ministra do Mio Ambint Marina Silva Scrtário-Excutivo do Ministério do Mio Ambint Cláudio Langon Scrtário d Políticas para o Dsnvolvimnto Sustntávl Gilny Viana Dirtor d Economia Mio Ambint Grson Tixira 2

3 Gstão d Ngócios m SUMÁRIO MÓDULO 01 CONCEITOS BÁSICOS DO ECOTURISMO E DO TURISMO SUSTENTÁVEL Concitos d turismo... Condiçõs para rcbr turistas... Motivos tipos d viagns... O potncial do turismo... A Amazônia sua vocação para o coturismo... O coturismo hoj na Amazônia... A fragilidad do mio ambint na Amazônia... As unidads d consrvação no Brasil na Amazônia... Princípios do coturismo... Qum é o coturista... Produto coturístico... Equipamntos turísticos compatívis com o coturismo... Principais impactos do coturismo... Alguns critérios para dsnvolvr o coturismo... Planjamnto organização do coturismo... O PROECOTUR

4 Gstão d Ngócios m MÓDULO 02 COMO INICIAR SEU NEGÓCIO Motivaçõs pssoais o prfil do mprnddor... Grnciamnto d riscos d rsultados viabilidad strutural do ngócio... Implantação d um ngócio ou uma atividad conômica coturística com sustntabilidad MÓDULO 03 CRIAÇÃO DE EMPRESA Classificação d port d mprsa... Criação d uma mprsa: socidad civil, mrcantil ou firma individual... Criação d uma cooprativa ou uma associação... Linhas d crédito financiamnto para o turismo govrnamntais

5 Gstão d Ngócios m MÓDULO 04 TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO, GESTÃO E CONTROLE DO NEGÓCIO ECOTURÍSTICO Habilidads grnciais nvolvidas... Técnicas d planjamnto... Técnicas d gstão contábil financira... Técnicas d gstão opracional d pssoas... Gstão d markting, promoção comrcialização... Técnicas d gstão ambintal... Técnicas d monitoramnto control das atividads MÓDULO 05 PLANO DE NEGÓCIOS Estou pnsando m montar ou ampliar um ngócio! Por ond dvo comçar?

6 Gstão d Ngócios m MÓDULO 1 CONCEITOS BÁSICOS DO ECOTURISMO E DO TURISMO SUSTENTÁVEL TURISMO é a viagm tmporária d pssoas para um lugar difrnt d ond moram ou trabalham, por motivos divrsos. Assim como, as atividads qu os viajants ralizam durant sua prmanência no local as facilidads criadas para atndr às suas ncssidads. TURISTAS são pssoas qu viajam para localidads por motivos divrsos prmancm no local visitado plo mnos vint quatro horas. TURISMO O somnt ocorr s xistirm crtas condiçõs qu motivm o viajant a abandonar su domicílio habitual a prmancr crto tmpo fora dl. MÃOS À OBRA! Quais são as ncssidads do turista durant sua visita m uma localidad? 6

7 Gstão d Ngócios m CONDIÇÕES PARA RECEBER TURISTAS Um aspcto rlvant para qu o turismo ocorra diz rspito ao dstino, sua atratividad, organização strutura para rcbr visitants, tanto no aspcto d infra-strutura construída (mios d alimntação hospdagm, acsso srviços d transport) quanto no aspcto da hospitalidad (rlaçõs humanas, atndimnto, srviços d informaçõs). O QUE SÃO! ATRATIVOS são lmntos qu dsprtam intrss nos viajants os motivam a viajar para conhcê-los ou rvê-los. Podm sr classificados d divrsas maniras, mas há três principais: Naturais são os lmntos da naturza qu dsprtam intrss por sua blza, possibilidad d rcração inspiração mocional qu transmitm, como praias, rios, lagoas, lagos, montanhas, pnhascos, dunas, spécis d fauna d flora, florstas, crrado, ntr outros. Culturais são os lmntos qu rprsntam a forma como a população d uma localidad viv, incluindo artsanato, culinária, fstas tradicionais, música, dança, crnças populars, ntr outros aspctos. Históricos são os lmntos do patrimônio qu rprsntam a história da localidad como ruínas, conjuntos arquittônicos d época, arquittura rligiosa, sculturas, pinturas, sítios históricos, ntr outros. 7

8 Gstão d Ngócios m INFRA-ESTRUTURA são as construçõs xistnts m uma localidad visando dar condiçõs básicas para a organização socioconômica. Ao falar m turismo, duas principais classificaçõs são acordadas para nomar a infra-strutura: básica turística. Básica xist para atndr à cidad sua população. Srv à indústria, ao comércio, à agricultura, às áras rsidnciais como ao turismo. É composta dos sguints srviços: Abastcimnto d água Enrgia létrica iluminação pública Estrutura d acsso (stradas, portos, aroportos) Comércio Abastcimnto d alimntos Poluição do ar da água Srviços d saúd Colta disposição d sgotos Limpza pública Transport coltivo Comunicaçõs Consrvação d logradouros públicos Srviços d sgurança Srviços d informação Turística criada spcificamnt para atndr às ncssidads dos turistas. É composta dos sguints srviços: Mios d hospdagm Locação d vículos Espaços para vntos Entrtnimnto Transports turísticos Informaçõs turísticas Agências d viagm Passios Hospitalidad é a forma como os visitants são rcbidos m um local. Pod star rlacionada com a infra-strutura básica turística (srviços d hospdagm, informaçõs, ntr outros) com a manira como as pssoas atndm rcbm os visitants. 8

9 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Quais os aspctos positivos ngativos qu a sua rgião aprsnta para o dsnvolvimnto do turismo? MOTIVOS E TIPOS DE VIAGENS O homm smpr s locomovu no spaço. No início, dslocava-s buscando comida ou abrigo. Com o tmpo, passou a viajar com o intuito d conquistar novas trras. Atualmnt, as pssoas viajam por motivos variados, qu gralmnt stão ligados à ncssidad d lazr, rpouso, trabalho ou como forma d adquirir novos conhcimntos. O QUE É! SEGMENTAÇÃO DO TURISMO é a classificação do turismo por tipologia, stá rlacionado a aspctos variados, tais como: motivaçõs dos turistas: ncssidad d lazr, dscanso, cura ou saúd; conhcimnto da cultura, história, naturza rligião ou atividads d intrss spcífico como coturismo, práticas sportivas, ngócios, vntos, ntr outros; 9

10 Gstão d Ngócios m procdência dos turistas: nacional, intrnacional, missivo, rcptivo; formas d organização d viagns: individual, organizado; faixa-tária: infanto-juvnil, adulto, familiar, trcira idad; mio d transport: aéro, rodoviário, frroviário, aquático; composição social: classs privilgiadas, class média, popular; volum: minorias, massa; âmbito gográfico: litoral, rural, montanha, urbano. No Brasil, por muitos anos, o turismo crscu d forma dsordnada, sm planjamnto ou procupação com o modo como a atividad ocorria com os rsultados qu podria trazr para as localidads. Ess xcsso d consumo constitui o chamado turismo d massa, qu tv su apogu nas décadas d aprsnta as sguints caractrísticas: Supr utilização das áras naturais, principais atrativos procurados plos turistas; Condiçõs dficitárias para rcbr os turistas. As rds d tratamnto d sgoto abastcimnto d água passaram a não atndr ao númro d pssoas nas localidads; Crscimnto dsordnado das cidads para suprir as ncssidads dos turistas, grando spculação imobiliária urbanização fora dos padrõs; Em mados dos anos 80, principalmnt após as discussõs qu ocorrram no mundo m torno da idéia do dsnvolvimnto sustntávl, a atividad turística passou a incorporar as procupaçõs com a sustntabilidad ambintal, cultural social das localidads. Assim, novas formas d dsnvolvimnto da atividad surgiram. Entr las, stá o coturismo, uma das tipologias d turismo qu mais crscu no Brasil no mundo. 10

11 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Você já dv tr ouvido falar m coturismo um grand númro d vzs. Escrva palavras qu vnham à sua lmbrança quando s fala nss sgmnto. O QUE É! ECOTURISMO É uma forma d fazr turismo, ond os turistas prfrm visitar áras naturais, rlativamnt intocadas, compartilhar, com as populaçõs locais, sus valors tradiçõs. Em 1994, o Instituto Brasiliro d Turismo, Embratur, m parcria com o Ministério do Mio Ambint, produziu a primira concituação oficial da atividad no país: é um sgmnto da atividad turística qu utiliza, d forma sustntávl, o patrimônio natural cultural, incntiva sua consrvação busca formação d uma consciência ambintalista através da intrprtação do ambint, promovndo o bm-star das populaçõs. 11

12 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! A Amazônia é um lugar com vocação natural para o coturismo! Cit aspctos da sua rgião qu comprovm ssa afirmação. O POTENCIAL DO TURISMO Em todo o mundo, o turismo: É a principal atividad conômica a qu mais crsc; Emprga mais gnt do qu toda a população brasilira; Gra muitas rcitas, o qu significa mais bnfitorias para os locais ond ocorrm atividads turísticas. 12

13 Gstão d Ngócios m Em rlação ao coturismo: Estudos dsnvolvidos plo World Travl & Tourism Council WTTC (Conslho Mundial d Viagns Turismo), mostram qu crca d 300 milhõs d pssoas viajaram m 1999 m busca d blzas naturais. Atualmnt uma m cada dz pssoas qu viajam a passio é coturista. Por isso o coturismo é um tipo d turismo m rápida xpansão, aprsntando nos últimos dz anos uma taxa d crscimnto d 7% ao ano. A AMAZÔNIA E SUA VOCAÇÃO PARA O ECOTURISMO A Amazônia aprsnta aspctos naturais qu tm grand rlvância para o coturismo: Rio Amazonas: maior mais largo rio do planta. A cada sgundo, l dspja no mar 175 milhõs d litros d água. Isso corrspond a 20% do volum qu todos os rios do mundo juntos lançam no mar. Bacia Amazônica: maior bacia hidrográfica, cobrindo 5,8 milhõs d km2. Florsta Amazônica: maior florsta tropical xistnt. Mais da mtad stá m trritório brasiliro, abrangndo grand part do trritório nacional. A divrsidad d ambints naturais ncontrados na Amazônia surprnd. Há matas d trra firm, matas d igapó, matas d várzas, matas d bambu, ilhas d vgtação aquática, manguzais, crrados, campinas campos d trra firm. Nsss ambints vivm: as maiors árvors tropicais, o maior númro d spécis d pixs, mtad das avs conhcidas, 13

14 Gstão d Ngócios m a maior divrsidad d instos do mundo númro significativo d outros grupos d animais, como réptis, anfíbios, mamífros. Também abriga povos tradicionais, ou povos da florsta, qu utilizam sm dstruir os rcursos qu a florsta ofrc como rsinas, látx, frutos, smnts, folhas, fibras madiras passam sus conhcimntos d gração para gração. Abriga 215 grupos indígnas qu falam 170 línguas distintas É o lar d milhars d famílias xtrativistas. Sus costums rfltm a convivência harmoniosa com a naturza, o qu s traduz nas ricas manifstaçõs da cultura amazônica, com su folclor, sua música, suas danças, su artsanato sua culinária. MÃOS À OBRA! Os turistas procuram xpriências difrnts daquilo qu vivnciam nas suas rgiõs d origm. Com bas nsta considração, quais caractrísticas naturais culturais xistnts na sua rgião podm dsprtar intrss turístico? 14

15 Gstão d Ngócios m O ECOTURISMO HOJE NA AMAZÔNIA A Amazônia é um local qu dsprta intrss mundial, dvido às suas caractrísticas naturais culturais. Apsar disso, rlativamnt poucas pssoas viajam para a rgião. No Brasil, na Amazônia principalmnt, o coturismo é uma atividad m fas inicial d planjamnto conta com o apoio d programas govrnamntais para sua xpansão d forma adquada, conform srá abordado na página 30. Atualmnt o Instituto Brasiliro d Turismo, EMBRATUR - órgão rsponsávl plo dsnvolvimnto d psquisas d dmanda intrnacional acompanhamnto da atividad turística no país - dmonstra qu, por ano, uma média d cinco milhõs d turistas strangiros são rcbidos no Brasil. Dsss, chgam à Amazônia mnos d 100 mil pssoas. MÃOS À OBRA! Quais caractrísticas difrnciam a Amazônia do rsto do mundo? Na sua opinião, o qu falta para transformar a Amazônia num dstino turístico d rlvância nacional intrnacional? 15

16 Gstão d Ngócios m A FRAGILIDADE DO MEIO AMBIENTE NA AMAZÔNIA A florsta amazônica é a maior florsta contígua do mundo tm a rica biodivrsidad como caractrística mais marcant. Aprsnta uma ára d 6,3 milhõs d Km2 abrangndo divrsos paíss, dsd os contraforts dos Ands ao norost da Bolívia; ost do Pru; Equador, boa part da Colômbia, sul da Vnzula, 61% da rgião cntro nort do Brasil, num total d Km2 nos stados do Acr, Amazonas, Amapá, Roraima, Pará, nort do Tocantins, ost do Maranhão nort d Mato Grosso. O naturalista almão Alxandr Von Humboldt dnominou-a como uma grand zona fitogográfica, cobrta pla florsta quatorial, qu constitui a Hiléia Amazônica O govrno brasiliro para fitos d políticas públicas rsolvu chamar d Amazônia Lgal. Essa imnsa ára possui grand intrss coturístico d abrangência global. Crca d 20 milhõs d pssoas vivm hoj na Amazônia, a maioria m áras urbanas. A população também inclui indígnas, sringuiros, castanhiros, ribirinhos, agricultors, garimpiros, madiriros pcuaristas, ntr outros. Entrtanto, as formas atuais d xploração dsnvolvimnto conômico na Amazônia rprsntam grand risco para o mio ambint global. A agricultura d grãos, as fazndas d gado, a xploração d minérios a xtração d madiras sm o dvido manjo já dstruíram crca d 15% da cobrtura vgtal xistnt. Nss ritmo, milhars d spécis d animais plantas ainda dsconhcidas pla ciência corrm o risco d xtinção. O QUE É! DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL é um modlo d dsnvolvimnto qu compatibiliza as ncssidads d crscimnto com a rdução da pobrza a consrvação ambintal. Nss modlo, complmntam a dimnsão conômica: - a dimnsão ética (diz rspito a um padrão duradouro d organização da socidad); - a dimnsão tmporal (ncssidad d planjar a longo prazo); - a dimnsão social (rlacionada à diminuição da dsigualdad social à pluralidad política); - a dimnsão prática (ncssidad d mudança d comportamntos hábitos d produção consumo). (font: Agnda 21 Brasilira, MMA, 2004) 16

17 Gstão d Ngócios m CONHEÇA MAIS A procupação mundial com o mio ambint comçou no final da década d 60 início d 70. Em 1972, na Confrência das Naçõs Unidas sobr o Mio Ambint Humano, m Estocolmo, foi produzida a Dclaração d Estocolmo, qu introduziu, pla primira vz na agnda política intrnacional, a dimnsão ambintal como condicionadora limitadora do modlo tradicional d crscimnto conômico do uso dos rcursos naturais. Vint anos dpois, a Confrência das Naçõs Unidas sobr Mio Ambint Dsnvolvimnto, ralizada no Rio d Janiro, m 1992, constituiu-s num marco rfrncial do movimnto ambintalista mundial. Um documnto publicado pla ONU (Organização das Naçõs Unidas) m 1982, conhcido como Nosso Futuro Comum ou Rlatório Brundtland xplica o dsnvolvimnto sustntávl como sndo um modlo d dsnvolvimnto qu atnd às ncssidads do prsnt sm compromtr a possibilidad d as graçõs futuras atndrm suas próprias ncssidads MÃOS À OBRA! Qu atividads dvm sr incntivadas para compatibilizar a mlhoria da qualidad d vida da população com a consrvação do mio ambint na Amazônia a promoção do dsnvolvimnto sustntávl? 17

18 Gstão d Ngócios m AS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NO BRASIL E NA AMAZÔNIA O QUE É! UNIDADE DE CONSERVAÇÃO - UC Espaço trritorial sus rcursos ambintais, incluindo as águas jurisdicionais, com caractrísticas naturais rlvants, lgalmnt instituído plo Podr Público, com objtivos d consrvação limits dfinidos, sob rgim spcial d administração, ao qual s aplicam garantias adquadas d protção. (LEI N 9.985, d 18 d junho d 2000, qu institui o SNUC, Sistma Nacional d Unidads d Consrvação.) Crca d 7,44% do trritório nacional constitui-s d Unidads d Consrvação Fdrais, sndo 2,61% Unidads d Consrvação d Protção Intgral 5,52% d Unidads d Consrvação d Uso Sustntávl (d uso dirto). O objtivo básico das Unidads d Protção Intgral é prsrvar a naturza, sndo admitido apnas o uso indirto dos sus rcursos naturais m atividads ducacionais, cintíficas rcrativas. Já as Unidads d Uso Sustntávl tm como objtivo básico compatibilizar a consrvação da naturza com o uso sustntávl d parcla dos sus rcursos naturais. 18

19 Gstão d Ngócios m NA AMAZÔNIA Atualmnt, na Amazônia Lgal xistm 111 unidads d consrvação fdrais, sndo: - 39 Unidads d Consrvação d Protção Intgral 72 Unidads d Consrvação d Uso Sustntávl. (font: DAP/SBF - Ministério do Mio Ambint, 2005) D modo gral, o coturismo é uma atividad qu tm afinidad com as UCs, já qu tm, como finalidad, rlacionar-s com a naturza prsrvada, abundant divrsificada. Além disso, pod s tornar uma altrnativa d rnda para a população qu viv no ntorno das Unidads. Contudo, para qu o coturismo ocorra d forma ordnada, é ncssário laborar o Plano d Manjo da Unidad d Consrvação m qustão, no qual dv star contido o Plano d Uso Público. O QUE É! PLANO DE MANEJO documnto técnico fundamntado nos objtivos grais d uma unidad d consrvação, mdiant o qual stablc-s o zonamnto as normas qu dvm prsidir o uso da ára o manjo dos rcursos naturais, incluindo a implantação das struturas físicas ncssárias à gstão da unidad. PLANO DE USO PÚBLICO documnto técnico qu dfin o conjunto d atividads qu podm sr dsnvolvidas plas pssoas durant a visitação a uma dtrminada unidad d consrvação. Cada unidad d consrvação pod sr classificada d manira difrnciada, d acordo com o objtivo d sua constituição. Para dfinir sts critérios foi stablcido o Sistma Nacional d Unidads d Consrvação SNUC qu stipula as catgorias d manjo. Em trmos d tipos d visitação, as unidads d consrvação são classificadas d acordo com o quadro a sguir: 19

20 Gstão d Ngócios m UNIDADES DE CONSERVAÇÃO E TIPOS DE VISITAÇÃO Catgorias d manjo da unidad d consrvação Áras d Protção Ambintal (trras públicas particulars) Tipos d visitação Dfinida plo gstor para as áras d domínio público Estação Ecológica (poss domínio público) Florsta Nacional (poss domínio público) Monumnto Natural (podm sr constituídos também por áras particulars) Parqu Nacional, Estadual Municipal (domínio público) Rsrva d vida silvstr (podm sr constituídos também por áras particulars) Rsrva biológica (poss domínio público) Rsrva d Dsnvolvimnto Sustntávl (domínio público uso concdido às populaçõs xtrativistas tradicionais) Rsrva d Fauna (poss domínio público) Somnt com objtivo ducacional Condicionada ao plano d manjo, às normas do órgão gstor aos rgulamntos Condicionada ao plano d manjo, às normas do órgão gstor aos rgulamntos Educação, intrprtação ambintal rcração m contato com a naturza Condicionada ao plano d manjo, às normas do órgão gstor aos rgulamntos Compatívl com os intrsss locais d acordo com o disposto no plano d manjo Compatívl com os intrsss locais d acordo com o disposto no plano d manjo Condicionada ao plano d manjo ao órgão gstor Rsrva Particular do Patrimônio Natural (ára privada) Turística, rcrativa, ducacional conform s dispusr m rgulamnto (Font: ECOTURISMO: visitar para consrvar dsnvolvr a Amazônia / Brasília: MMA/SCA/Procotur, 2002.) 20

21 Gstão d Ngócios m PRINCÍPIOS DO ECOTURISMO O coturismo é difrnt do turismo convncional, porqu considra qu: ambint transformado O não dv sr a fim d atndr às xpctativas dos visitants; sts, dvm sr prparados para a. xpriência da visitação Ess é um dos primiros mandamntos do coturismo, mas há uma séri d outros: Utilizar os rcursos naturais culturais d forma sustntávl; Ofrcr produtos d qualidad aos visitants; Contribuir para a distribuição justa dos bnfícios conômicos grados; Possibilitar o dsnvolvimnto d mprndimntos criados grnciados plas próprias comunidads. 21

22 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Com bas m sus conhcimntos sobr turismo, idntifiqu difrnças ntr o turismo d massa o coturismo: QUEM É O ECOTURISTA Gralmnt o coturista é um viajant qu: viv na cidad grand dsja conhcr ambints naturais consrvados; busca informaçõs sobr os lugars a srm visitados; gosta d aprndr sobr o mio ambint o dia-a-dia das comunidads locais; prfr sntir-s part intgrant do ambint natural da comunidad visitada; 22

23 Gstão d Ngócios m procupa-s com a qualidad do ambint, assim como com o bm-star das comunidads anfitriãs; prfr conhcr adquirir produtos típicos da rgião. PRODUTO TURÍSTICO Já vrificamos quais são as condiçõs ncssárias para rcbr os visitants. Quando conhcmos o prfil do turista os sus dsjos, torna-s possívl acoplar uma séri d condiçõs bm spcíficas para atndê-lo satisfatoriamnt. Dsta união surg um produto turístico. O QUE É! PRODUTO TURÍSTICO é formado plos lmntos ncssários para atndr os turistas no momnto d sua viagm. É composto dos atrativos, facilidads ou srviços (hospdagm, alimntação, srviços d guia, passagns aéras) acssos. Difr d outros produtos, como os industrializados, por constituir-s d lmntos prcpçõs intangívis, qu são sntidos plo turista como uma xpriência. Algumas caractrísticas spcíficas m rlação ao produto turístico são: É um bm d consumo abstrato intangívl, pois o turista não pod tocar o produto como um todo; Não há como o turista stocar a viagm no bolso, l viv a xpriência a guarda na mmória; É stático, pois não é possívl mudar a localização ou a quantidad d uma atração turística; O turista consom o produto ao msmo tmpo m qu o srviço é prstado, assim o turista apnas pod avaliar os srviços prstados postriormnt à sua xpriência; 23

24 Gstão d Ngócios m A dmanda é instávl singular, sndo ncssário o dsnvolvimnto d produtos difrnciados para atndr stas pssoas; O turismo concntra-s m algumas épocas locais spcíficos, fnômno chamado d sazonalidad, o qu acaba por stablcr a criação d produtos difrnciados para srm vndidos ao longo d todo o ano. Com bas nas dirtrizs do coturismo, dv-s dstacar qu o sja basado na consrvação da naturza no bm-star das comunidads locais. Isto significa qu as atividads ofrcidas ao visitant, assim como a strutura qu o srv, não podrão sr prjudiciais d nnhuma forma ao ambint. EQUIPAMENTOS TURÍSTICOS COMPATÍVEIS COM O ECOTURISMO produto coturístico D acordo com a EMBRATUR, os quipamntos turísticos rprsntam o conjunto d dificaçõs, d instalaçõs d srviços indispnsávis ao dsnvolvimnto da atividad turística. Comprndm os mios d hospdagm, os srviços d alimntação, o ntrtnimnto divrsão, o agnciamnto, os transports, a locação d vículos, os vntos, os guias, a informação outros srviços turísticos. Espcificamnt m rlação ao coturismo, os quipamntos dvm aprsntar as sguints considraçõs básicas: Não dvm grar lixo poluição, qu não possam sr manjados apropriadamnt; Dvm consumir pouca nrgia, prfrncialmnt, as rnovávis limpas; Dvm manjar os rcursos hídricos adquadamnt para não havr dsprdício, buscar a sua rutilização; A alimntação básica ofrcida dvrá sr tipicamnt da rgião produzida na localidad; Prfrncialmnt, dvm utilizar mão-d-obra local ralizar programas d ducação ambintal. 24

25 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Cit quipamntos turísticos compatívis com o coturismo prsnts na rgião m qu você mora. PRINCIPAIS IMPACTOS DO ECOTURISMO Assim como outras atividads qu o homm xcuta, o coturismo tanto pod trazr bnfícios quanto prjuízos aos lmntos nvolvidos no procsso. Por isso, é important conhcr alguns d sus aspctos positivos ngativos. Para facilitar ss ntndimnto, sts aspctos foram divididos por grupos qu aprsntam caractrísticas bm divrsificadas: aspctos ambintais, socioculturais conômicos. 25

26 Gstão d Ngócios m Quando bm planjado monitorado gra divrsos aspctos POSITIVOS Dstina rcursos financiros para a consrvação incntiva rcupração d áras dgradadas Estimula lvantamnto d dados sobr fauna flora incntiva a psquisa cintifica Promov a ducação ambintal maior consciência ambintal nas populaçõs ASPECTOS AMBIENTAIS Quando não ocorr o dvido planjamnto monitoramnto gra divrsos aspctos NEGATIVOS Altraçõs nos comportamnto, hábitos alimntars na rprodução d animais silvstrs plo xcsso d visitação /ou prsnça d lixo Mudanças numéricas nas populaçõs silvstrs Comércio ilgal d spécis silvstrs d artsanatos qu utilizam órgãos,pnas ou couro d animais Viabiliza o uso d tcnologias ambintalmnt sustntávis Estimula a implantação d infra-strutura básica, saúd, comunicação, sgurança, ducação comércio Valoriza áras naturais cria condiçõs d conciliar dsnvolvimnto consrvação Gração d lixo, poluição do ar, água, solo, sonora visual Abrtura d stradas, trilhas atalhos inadquados Compactação rosão do solo Quando bm planjado monitorado gra divrsos aspctos POSITIVOS ASPECTOS ECONÔMICOS Quando não ocorr o dvido planjamnto monitoramnto gra divrsos aspctos NEGATIVOS Gra rnda mprga muita gnt Pod utilizar a infra-strutura já xistnt Dsnvolv-s com produto locais Complmnta outras atividads conômicas Espculação Na baixa tmporada muita gnt pod ficar sm mprgo, as atividads dpndm das staçõs do ano Pod havr prjuízos conômicos como consqüências d boatos, problmas com donças, mudanças no stor financiro A conomia pod ficar dpndnt do coturismo como única font d rnda 26

27 Gstão d Ngócios m Quando bm planjado monitorado gra divrsos aspctos POSITIVOS ASPECTOS SOCIOCULTURAIS Quando não ocorr o dvido planjamnto monitoramnto gra divrsos aspctos NEGATIVOS Contribui para a ducação Gra antipatia plo xcsso d visitants Estimula o ntndimnto a paz Dscaractrização da cultura local Rduz barriras ntr as pssoas Rforça a consrvação d hranças tradiçõs, valoriza a cultura local Dsntndimntos ntr a comunidad local novos moradors Estimula aumnto da criminalidad ALGUNS CRITÉRIOS PARA DESENVOLVER O ECOTURISMO Dpois d analisarmos os princípios do coturismo o prfil do coturista foi possívl comprndr as principais caractrísticas ncssidads qu prmiam o sgmnto. Assim, podmos idntificar alguns cuidados qu dvm sr obsrvados por aquls qu atuam com coturismo, ao dsnvolvr a atividad: prparar os viajants visando minimizar os sus impactos ngativos, tanto m aspctos ambintais quanto culturais; prparar os viajants para cada ncontro com culturas locais, spécis da fauna flora nativas; minimizar os impactos dos visitants no mio-ambint, forncndo litratura instruçõs spcíficas, guiando plo xmplo tomando açõs corrtivas; usar lidrança adquada mantr grupos suficintmnt pqunos para garantir o mínimo impacto no dstino. Evitar áras com manjo insuficint suprvisitação; assgurar qu administradors, pssoal mprgados contratados saibam participm da política da mprsa para prvnir impactos no ambint na cultura local; 27

28 Gstão d Ngócios m forncr programas d trinamnto aos administradors, pssoal mprgados contratados. Ests programas dvm visar a mlhor orintação do visitant d cossistmas frágis; contribuir para a consrvação das rgiõs visitadas; ofrtar mprgos comptitivos à população local; ofrcr acomodaçõs adquadas ao local, qu não stjam dsprdiçando rcursos ou dstruindo o mio-ambint. Elas dvm forncr ampla oportunidad para o studo do ambint um intrcâmbio harmonioso com as comunidads. MÃOS À OBRA! Qu comportamnto você não gostaria d vr m um turista na sua rgião? 28

29 Gstão d Ngócios m Qu mcanismos você dispõ para motivar o visitant a s comportar adquadamnt? PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO ECOTURISMO O planjamnto turístico tm como objtivo ordnar a atividad, buscando quacionar os princípios d sustntabilidad social, ambintal, cultural conômica. O planjamnto acontc m divrsos nívis: PLANEJAMENTO TURÍSTICO INTERNACIONAL orintado promovido por órgãos oficiais intrnacionais como a Organização Mundial d Turismo uma agência spcializada das Naçõs Unidas qu srv como fórum global d políticas públicas d turismo é font d informaçõs divulgação d práticas técnicas utilizadas para planjar organizar o turismo no mundo. 29

30 Gstão d Ngócios m PLANEJAMENTO TURÍSTICO NACIONAL no Brasil é ralizado plo Ministério do Turismo MTur, qu tm como objtivo dsnvolvr políticas d turismo sustntávis inclusivas através d um modlo d gstão dscntralizado no país. Para isto dispõs d programas m divrsas áras como infra-strutura turística, capacitação, lgislação, ntr outras. Suas atividads são complmntadas por outros órgãos como o Instituto Brasiliro d Turismo EMBRATUR, qu é rsponsávl pla divulgação do país no xtrior, assim como plo Ministério do Mio Ambint MMA, por mio do Programa d Dsnvolvimnto do na Amazônia Lgal - PROECOTUR qu laborou 14 planos para o dsnvolvimnto do coturismo m pólos na Amazônia por mio do Programa Nacional d PNE qu dsnvolv políticas d promoção do coturismo como instrumnto d consrvação ambintal m todo o país. PLANEJAMENTO TURÍSTICO REGIONAL OU LOCAL ocorr m âmbito stadual ou abrang rgiõs, s procupa m ordnar o turismo no nívl local. As scrtarias d turismo municipais staduais aprsntam um papl xtrmamnt important fundamntal na organização do turismo, já qu atuam dirtamnt com o local aond o turismo ocorr, possuindo maior proximidad com a ralidad das viagns dos viajants. Ainda, ssas scrtarias contam com o auxílio d Fóruns Estaduais ou Comissõs Municipais qu são organizaçõs compostas d pssoas qu atuam na ára do turismo, m atividads variadas (hotéis, guias, rstaurants, mprsas d transports, mprsas d ntrtnimnto, agências, ntr outras) qu tm intrss no dsnvolvimnto do turismo d forma bnéfica à todos os nvolvidos. PLANEJAMENTO TURÍSTICO DE EMPREENDIMENTOS ocorr através da administração d cada mprsa, contando com o apoio d ntidads d class como a Associação Brasilira d Indústria d Hotéis ABIH, Instituto d Hospitalidad IH, Associação Brasilira d Agências d Viagns ABAV, Associação Brasilira das Opradoras d Turismo BRAZTOA, ntr outras. É important salintar qu as organizaçõs da socidad civil as comunidads locais podm dvm participar do procsso d planjamnto m qualqur nívl, colaborando por mio d comissõs rprsntaçõs m cada uma dssas sfras. O planjamnto do turismo dv sr fito por todos aquls qu são d alguma forma aftados por suas atividads, contribuindo para qu sja uma atividad sustntávl. 30

31 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Em sua rgião, há alguma instituição rsponsávl plo planjamnto organização do turismo? Cit algumas açõs qu st órgão vm dsnvolvndo outras qu você acha qu dvriam sr fitas. O PROECOTUR O PROECOTUR foi criado para viabilizar o coturismo na Amazônia Lgal, como uma das bass para o dsnvolvimnto sustntávl da rgião. É financiado plo Govrno Brasiliro plo Banco Intramricano d Dsnvolvimnto BID xcutado plo Ministério do Mio Ambint - MMA, m parcria com o Ministério do Turismo MTur, o IBAMA os nov stados qu compõm a Amazônia Lgal (Acr, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima Tocantins). O programa foi planjado para sr implantado m duas fass. Essa concpção é rsultado d liçõs aprndidas com outros programas d dsnvolvimnto da atividad turística do govrno fdral, qu vidnciaram qu a implantação d invstimntos m infrastrutura, sm ants stablcr uma bas nortadora da atividad turística local a consolidação institucional lgal das instituiçõs govrnamntais, pod compromtr a sustntabilidad dos invstimntos ralizados. 31

32 Gstão d Ngócios m A proposta do PROECOTUR é possibilitar uma tapa d pré-invstimntos, com sforços dircionados para o dsnvolvimnto do coturismo na rgião amazônica. Assim, a chamada Fas I tm por objtivo disponibilizar os pré-rquisitos ssnciais para uma implmntação bm-sucdida da sgunda fas do Programa. Ests pré-rquisitos rfrm-s à ncssidad d slção d áras d um planjamnto cuidadoso para o dsnvolvimnto do coturismo, avaliação d dmanda do mrcado, trinamnto básico, assistência técnica invstimntos nas localidads. O QUE É! PÓLO DE ECOTURISMO é formado por um grupo d municípios qu concntram muitos atrativos coturísticos. Esss locais foram dfinidos m runiõs d trabalho nos próprios stados ou por mio d studos d spcialistas contratados para idntificar os lugars com maior potncial coturístico. Rsultou na idntificação gográfica d pólos m 7 stados da Amazônia, a sabr: Acr (02 pólos), Amazonas (02 pólos), Mato Grosso (02 pólos), Maranhão (01 pólo), Tocantins (02 pólos), Pará (03 pólos) Rondônia (01 pólo). Os dmais stados (Amapá Roraima) triam sus pólos dfinidos com os studos laborados ao longo da primira fas (Mapa 1). 32

33 Gstão d Ngócios m COMPONENTES DO PROGRAMA O Procotur foi struturado m três componnts, qu dircionam as açõs a srm mprndidas nos pólos slcionados: Componnt 1 - Planjamnto d para a rgião da Amazônica: contmpla a prparação d studos qu abrangm dsd o planjamnto das atividads d coturismo nos pólos até studos para a criação d áras protgidas confcção d planos d manjo d uso público para unidads d consrvação. Componnt 2 - Grnciamnto do coturismo das áras priorizadas: inclui o financiamnto d pqunas, mas importants obras d infra-strutura pública, principalmnt para ajudar a prsrvar os atrativos naturais mlhorar as áras d rcpção turística. Também inclui os studos d préviabilidad viabilidad para futuros invstimntos públicos. Componnt 3 - Fortalcimnto Institucional: inclui a tapa d capacitação, ond stão prvistas atividads d trinamnto. O objtivo é ajudar a lvar a comptitividad dos srviços produtos coturísticos ofrcidos aos visitants, ampliar o conhcimnto dos profissionais d turismo sobr a importância da consrvação dos rcursos naturais na rgião amazônica. 33

34 Gstão d Ngócios m MÓDULO 2 COMO INICIAR SEU NEGÓCIO MOTIVAÇÕES PESSOAIS E O PERFIL DO EMPREENDEDOR COMO INICIAR SEU (RENTÁVEL) NEGÓCIO? Gração spontâna Sonho, Mnsagm do Além? Achismo? Comprar ou associar-s a uma mprsa bm-sucdida, já xistnt? Consguir uma franquia? Aprovitar a trcirização fita plas grands mprsas? EMPREENDER! Ato criador d alguém qu é capaz d obsrvar, analisar, idntificar oportunidads planjar um mprndimnto, qu dê conta d grar produtos ou srviços qu produzam sntimntos d satisfação, conforto bm-star nas pssoas qu vnham a consumir sts produtos ou srviços (mrcado). 34

35 Gstão d Ngócios m CARACTERÍSTICAS QUE UM EMPREENDEDOR DEVE TER: Iniciativa busca d oportunidads Prsistência Disposição para corrr riscos calculados Exigência d qualidad ficiência Compromtimnto Busca d informaçõs Establcimnto d mtas Planjamnto monitoramnto sistmáticos Prsuasão rd d contatos Indpndência autoconfiança (Font- Sbra/Programa Brasil Emprnddor/Orintação para Crédito,abril/2000) 35

36 Gstão d Ngócios m COMO IDENTIFICAR NOVAS OPORTUNIDADES? Exist uma oportunidad caso haja algum tipo d ncssidad humana por satisfazr. Uma nova mprsa somnt pod sr viávl caso atnda a uma ncssidad qu ainda não stja compltamnt satisfita. Uma ncssidad pod star satisfita, porém xist a possibilidad d tr su atndimnto mlhorado. Um produto ou srviço muitas vzs pod vir a sr utilizado d forma difrnt, abrindo novos nichos d mrcado. Pod ocorrr a dscobrta d nova forma d satisfazr uma ncssidad, por mio da invnção d um produto ou srviço. Portanto, novas oportunidads smpr aparcm plo fato d as ncssidads humanas starm m contínua mutação. 36

37 Gstão d Ngócios m GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE RESULTADOS VIABILIDADE ESTRUTURAL DO NEGÓCIO Todo tipo d ngócio possui um risco, qu lh é natural. O qu é o Risco do Ngócio? é iniciar um ngócio, cuja procura tndrá a stabilizar-s ou até rduzir-s no futuro próximo. é invstir um montant d capital, não sr capaz d rcuprá-lo, dntro do prazo sprado. TENDÊNCIA DAS NECESSIDADES DO MERCADO MUDAREM, AO LONGO DO TEMPO As pssoas (mrcado) podm: Altrar suas ncssidads; Altrar sus gostos; Altrar sus hábitos; Altrar su podr d compra, tc. O mprnddor dv star, prmanntmnt atnto às tndências d mudanças ao prfil do mrcado m su ngócio. 37

38 Gstão d Ngócios m COMO ANALISAR AS TENDÊNCIAS FUTURAS DO RAMO DE ATIVIDADE QUE SE DESEJA INGRESSAR? Avaliar cuidadosamnt os fators qu podm causar mudanças nas rlaçõs ntr a ofrta a procura do ngócio; Idntificar ond a procura stá crscndo, pois aí stão as oportunidads mais favorávis os riscos são mnors. FATORES FAVORÁVEIS AO AUMENTO DA PROCURA POR PRODUTOS/SERVIÇOS ECOTURÍSTICOS Crscimnto dmográfico (população), Aumnto do padrão d rnda vida da população; Aumnto do tmpo livr das pssoas; Maior conhcimnto nívl d sofisticação da população; Estabilidad da moda do país; Mrcado strangiro crscnt; Maior podr aquisitivo indpndência financira dos jovns, maiors adptos dsta modalidad d turismo; Crscnt procura plo turismo d contmplação d avntura; Prssão urbana (strss), qu lva as pssoas a buscarm maior contato com a naturza; Conscintização ambintal; Moda-vrd 38

39 Gstão d Ngócios m FATORES FAVORÁVEIS AO AUMENTO DA OFERTA POR PRODUTOS ECOTURÍSTICOS A crscnt substituição dos atuais fators d produção (basados na mão-d-obra) plas novas tcnologias avançadas tm provocado o dsmprgo. O dsmprgo, por sua vz, gra o aumnto do númro d mprsas individuais, micro pqunas mprsas, muitas dlas voltadas para o ngócio do coturismo. Qualidad ambintal dos rcursos; Comunidads locais buscam por atividads compatívis com o dsnvolvimnto sustntávl; Maior consciência da população a rspito das oportunidads conômicas basadas nos conhcimntos tradicionais na valorização do su lugar. 39

40 Gstão d Ngócios m VARIAÇÕES CÍCLICAS NA PROCURA POR PRODUTOS E SERVIÇOS ECOTURÍSTICOS Fators causadors: Snilidad ou cansaço do produto/srviço coturístico - falta d novidads/inovação/produtos novos; Causas sazonais variaçõs climáticas, vntos spciais (tais como pidmias); Modismos qu nascm dpois dsaparcm; Massificação; Dgradação ambintal; Dsgast da infra-strutura básica/urbana; Baixa insrção na mídia; Surgimnto d novos dstinos; Dsqualificação dos produtos/srviços; Prda d comptitividad d mrcado pla prática d prços caros /ou abusivos, fac à capacidad d consumo do público alvo /ou instabilidad conômica xtrna; Produção d srviços produtos insuficint; Inconsqüência dscontinuidad d programas açõs govrnamntais. 40

41 Gstão d Ngócios m IMPLANTACAO DE UM NEGÓCIO OU UMA ATIVIDADE ECONÔMICA ECOTURÍSTICA COM SUSTENTABILIDADE O QUE É O ECOTURISMO? E um sgmnto da atividad turística qu utiliza, d forma sustntávl, o patrimônio natural cultural, incntiva a sua consrvação busca a formação d uma consciência ambintalista, através da intrprtação do ambint, promovndo o bm star das populaçõs nvolvidas (Font: Grupo d Trabalho,Política Programa Nacional d organizado plo Ministério da Indústria, do Comércio do Turismo Ministério do Mio Ambint da Amazônia Lgal-1994). 41

42 Gstão d Ngócios m PRINCÍPIOS NORTEADORES Turismo rsponsávl Turismo d mínimo impacto Formas d turismo qu satisfaçam hoj às ncssidads dos turistas, do trad turístico das comunidads locais, sm compromtr as capacidads d as graçõs futuras satisfazrm suas próprias ncssidads Turismo qu é conomicamnt viávl, mas não dstrói rcursos dos quais o próprio turismo dpndrá no futuro, principalmnt os rcursos naturais o tcido social da comunidad anfitriã sua cultura Planjamnto stratégico intgrado (União, Estados Municípios) Manjo administração rsponsávl Monitoramnto avaliação constant Educação ambintal Parcrias com Associaçõs locais ONGs Guias rsponsávis conscints Ética profissional no coturismo Envolvimnto da comunidad (gração rpartição d bnfícios advindos da atividad, mprnddorismo,tc.) 42

43 Gstão d Ngócios m MÓDULO 3 COMO INICIAR SEU NEGÓCIO CLASSIFICAÇÃO DE PORTE DE EMPRESA INTRODUÇÃO As duas principais normas qu stablcm classificaçõs d firmas, sgundo o port mprsarial no Brasil, são a Rsolução GMC n.º 59/98 do MERCOSUL o Estatuto da Micromprsa Emprsa d Pquno Port no Brasil (Li 9.841/99). RESOLUÇÃO GMC NO. 59/98 DO MERCOSUL Para fins d classificação quanto ao port d mprsa mprga o critério quantitativo do nívl d faturamnto, dixando margm para qu o númro d pssoas mprgadas sja utilizado apnas como uma rfrência auxiliar, conform o quadro abaixo: Comércio Srviços Indústria ÁREA DE ATUAÇÃO TAMANHO PESSOAL OCUPADO VENDAS ANUAIS US$ MICRO d 1 até 5 pssoas d 1 até PEQUENA d 6 até 30 pssoas d até MÉDIA d 31 até 80 pssoas d até TAMANHO PESSOAL OCUPADO VENDAS ANUAIS US$ MICRO d 1 até 10 pssoas d 1 até PEQUENA d 11 até 40 pssoas d até MÉDIA d 41 até 200 pssoas d até

44 Gstão d Ngócios m A rsolução, no âmbito do Mrcosul, além d srvir como nort para a laboração d políticas comuns aos Estados-Parts, tv sus critérios quantitativos adotados plo Brasil para orintar as linhas d financiamnto à xportação. ESTATUTO DA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE NO BRASIL (LEI 9.841/99). O Estatuto das Micromprsas Emprsas d Pquno Port é o principal marco lgal do tma no Brasil visa a srvir como rfrência para a laboração d políticas qu rspitm o tratamnto jurídico difrnciado simplificado, dtrminado pla Constituição Fdral m sus artigos Sgundo o Estatuto, são considradas : Micromprsas Turísticas Emprsas (pssoa jurídica a mprsa mrcantil individual) qu xploram o sgmnto do turismo (por x.: Agência d Viagm, Mio d Hospdagm, Rstaurant, Emprsa d Alugul d Vículos Equipamntos, tc.) qu tnham aufrido Rcita Opracional Bruta anual ou anualidad (isto é, a rcita média mnsal multiplicada por 12 mss) até R$ 700 mil (stcntos mil rais). Como rfrência apnas, mas não como condição sin qua non (obrigatória), admit-s um númro d pssoas nlas mprgadas ntr 1 5 funcionários, como vimos antriormnt (Rsolução GMC n.º 59/98 do MERCOSUL). 44

45 Gstão d Ngócios m Pqunas Emprsas Turísticas Emprsas do stor turístico (pssoa jurídica a mprsa mrcantil individual) qu tnham aufrido Rcita Opracional Bruta anual ou anualizada suprior a R$ 700 mil infrior ou igual a R$ mil (sis milhõs cnto vint cinco mil rais). Rfrência quanto ao númro d pssoas mprgadas d 6 até 30 funcionários (Rsolução GMC n.º 59/98 do MERCOSUL). Tratandos d mprsa nova m fas d constituição, dvrá o titular ou sócios, conform o caso, dclarar na situação d micromprsa ou mprsa d pquno port, qu a rcita bruta anual não xcdrá, no ano da constituição, o limit fixado no Estatuto/Li. Não s inclui no rgim do Estatuto da Micromprsa Emprsa d pquno port, sgundo o Art. 3º da Li, aqula pssoa jurídica m qu haja participação: I - d pssoa física domiciliada no xtrior ou d outra pssoa jurídica; II - d pssoa física qu sja titular d firma mrcantil individual ou sócia d outra mprsa qu rcba tratamnto jurídico difrnciado na forma da Li, salvo s a participação não for suprior a cinco por cnto do capital social. O disposto no inciso II acima não s aplica à participação d micromprsas ou mprsas d pquno port no caso d s tratar d cntrais d compras d outra forma d associação assmlhada (d artsãos, por xmplo). UM POUCO DE ESTATÍSTICA Sgundo dados do IBGE, no ano d 2000 xistiam crca d 4,1 milhõs d mprsas no Brasil, ond as micro pqunas mprsas (MPE) rspondm por crca d 98% dst total. Em rlação ao mrcado d trabalho, xistiam crca d 30,5 milhõs d trabalhadors no Brasil, nas mprsas formais, ond as MPE rspondm por crca d 45% dst total, sndo qu na indústria a participação ra d 46,20%, no comércio 24,84%, nos srviços 28,96%. No qu concrn spcificamnt à participação no stor d comércio srviços, o IBGE afirma qu, no ano d 2001, as Micro Pqunas mprsas ocupavam crca d 7,3 milhõs d pssoas, rprsntando 95,5% do total d mprsas dst stor. O studo constatou qu, das 2 milhõs d micro pqunas mprsas, 1,1 milhão ra do tipo mprgadora (administrada por mprgados contratados) 926,8 mil do tipo familiar (aqulas qu são d propridad d famílias ou por las controladas, tndo passado d pais para filhos ou filhas). 45

46 Gstão d Ngócios m A titulo d curiosidad, srão considradas: Médias Emprsas Turísticas As mprsas do stor turístico qu tnham aufrido Rcita Opracional Bruta anual ou anualizada suprior a R$ mil infrior a R$35 milhõs (trinta cinco milhõs d rais). Rfrência quanto ao númro d pssoas mprgadas d 31 até 80 funcionários (Rsolução GMC n.º 59/98 do MERCOSUL). Grands Emprsas Turísticas As mprsas do stor turístico qu tnham aufrido Rcita Opracional Bruta anual ou anualizada suprior a R$ 35 milhõs. Rfrência quanto ao numro d pssoas mprgadas - acima d 81 pssoas mprgadas. Srão também considradas como Grands Emprsas aqulas qu, mbora possuam Rcita Opracional Bruta infrior a R$35 milhõs, prtnçam a grupos conômicos cujo faturamnto consolidado ou global ultrapass ss valor. Faturamnto consolidado significa a soma dos faturamntos individuais das mprsas-filiais prtncnts a uma msma mprsa-mã (Holding ou grupo d mprsas prtncnts aos msmos donos). 46

47 Gstão d Ngócios m CRIAÇÃO DE UMA EMPRESA : Socidad Civil, Mrcantil ou Firma Individual INTRODUÇÃO Cada tipo d mprsa tm uma caractrística spcífica srv para um dtrminado fim. É important você s informar sobr cada uma dlas vr ond stá insrido o su mprndimnto. O procsso d abrtura d mprsa, m linhas grais, é igual m todo tipo d atividad, o qu difr são as catgorias d socidads xistnts. O idal é contar com a assssoria d um contador para auxiliar-lh nst procsso. Uma mprsa pod sr constituída como Socidad Civil, Mrcantil ou Firma Individual. Um mprndimnto qu vá trabalhar como prstador d srviços srá uma socidad civil trá o su contrato social rgistrado no Cartório d Rgistro Civil d Pssoas Jurídicas, nquanto uma mprsa mrcantil, qu podrá sr uma socidad ou firma individual, constituída com o objtivo d xrcr atividads comrciais ou industriais, ou comércio indústria, trá o su contrato social rgistrado na Junta Comrcial. Confira as caractrísticas documntos ncssários para star lgalizando cada uma dlas: A SOCIEDADE CIVIL É constituída com o objtivo social d prstação d srviços dv sr composta d, no mínimo 2 (dois) sócios. No caso do ramo d atividad do coturismo, por s tratar, na maioria dos casos, d um tipo d ngócio como uma agência d viagm, uma mprsa d locação d vículos, barcos outros quipamntos, um mio d hospdagm ou um rstaurant, gralmnt constituído com o objtivo social d prstação d srviços, ncssitará tr o Contrato Social rgistrado no Cartório d Rgistro Civil d Pssoas Jurídicas dvrá adotar a figura d uma Socidad Civil (idntificada pla sigla S/C ). 47

48 Gstão d Ngócios m COMO ABRIR A SOCIEDADE CIVIL? 1o. Passo: DEFINIR A RAZÃO SOCIAL Significa scolhr o nom ou dnominação do mprndimnto solicitar a busca d nom nos Cartórios d Rgistro Civil d Pssoa Jurídica do município ond irá sr sdiada a mprsa. No município d São Paulo,por xmplo, são dz os Cartórios a srm consultados. Isto dpnd d cada localidad. Uma vz lito o cartório d rgistro, st msmo providnciará a busca nos dmais cartórios, quando houvr. 2o. Passo: ELABORAR O CONTRATO SOCIAL Em quatro vias, os sócios (quando for o caso) dvrão rubricar as folhas assinar na prsnça d duas tstmunhas. Além disso, o contrato dv sr vistado plo contador /ou advogado as assinaturas dvrão tr firmas rconhcidas. 3o. Passo: REGISTRAR O CONTRATO SOCIAL NO CARTÓRIO DE REGISTROS DE TÍTULOS E DOCUMENTOS Dpois d laborar, assinar rconhcr firma, o contrato dv sr lvado ao Cartório d Rgistro d Títulos Documntos, com os sguints documntos anxados: 48

49 Gstão d Ngócios m Fotocópia autnticada do Rgistro Gral (RG ou Cartira d Idntidad ) dos sócios; Fotocópia autnticada do Cadastro d Pssoa Física (CPF ou CIC) dos sócios; Fotocópia autnticada do comprovant d ndrço dos sócios; Rcibo d pagamnto da Taxa para Rgistro. O valor dsta taxa é proporcional ao capital da mprsa, conform tabla forncida plo próprio cartório. Após cinco dias, aproximadamnt, as vias do contrato srão dvolvidas dvrão sr ncaminhadas ao Posto da Rcita Fdral ao qual a Socidad for subordinada. 4o. Passo: DAR ENTRADA NA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL Est passo é para prmitir cadastrar a mprsa no Cadastro Nacional d Pssoa Jurídica (CNPJ) implica m: 49

50 Gstão d Ngócios m Prnchr o documnto Básico d Entrada do CNPJ, m duas vias, assinado plo rprsntant lgal, com firma rconhcida (mitido automaticamnt por mio d programa d computador -CNPJ, cujo disqut dvrá sr rtirado no Posto da Rcita Fdral da localidad). Contrato Social rgistrado, original fotocópia autnticada. Fotocópia autnticada do CPF RG dos sócios. Prnchimnto da Ficha Cadastral da Pssoa Jurídica, Quadro d Sócios Ficha Complmntar, m disqut programa CNPJ, forncido plo Posto da Rcita Fdral. Fotocópia autnticada do comprovant d ndrço dos sócios. Comprovant d ntrga do Imposto d Rnda da Pssoa Física (IRPF) dos sócios, dos últimos cinco anos ou dclaração d isnção. Fotocópia autnticada do Imposto Prdial Trritorial Urbano (IPTU) ou imposto quivalnt da sd ond stá rgistrada a mprsa. Taxa rcolhida através da Dclaração d Arrcadação da Rcita Fdral (DARF), código O pdido d inscrição srá dfrido quando não constar nos rgistros do Cadastro Nacional d Pssoa Jurídica (CNPJ) qualqur pndência (rcolhimnto do Fundo d Garantia por Tmpo d Trabalho dos mprgados, INSS, Imposto d Rnda, tc.) m rlação aos sócios da pssoa jurídica. Constatada a inxistência d pndências, srá concdido o Comprovant Provisório d Inscrição no CNPJ, com validad d 60 dias. 50

51 Gstão d Ngócios m 5o. Passo: PROVIDENCIAR A INSCRIÇÃO NA PREFEITURA MUNICIPAL DA LOCALIDADE Mdiant a ntrga dos sguints documntos: Duas vias da Guia d Dados Cadastrais (GDC), qu podm sr obtidas através da Intrnt, m algumas localidads ou pssoalmnt nas Prfituras Municipais, para obtnção do Cadastro d Contribuint Mobiliário (CCM); Original fotocópia autnticada do CNPJ; Original fotocópia autnticada do Contrato Social rgistrado m Cartório; Original fotocópia autnticada do RG CPF dos sócios; Original fotocópia autnticada do IPTU da sd; Fotocópia autnticada do contrato d locação do imóvl sd, rgistrado m Cartório; Livros Fiscais modlos (rcolhimnto d tributos municipais, conform a lgislação vignt da localidad). Juntamnt com a libração do Cadastro d Contribuint Mobiliário (CCM), srá ntrgu a Guia para o pagamnto da Taxa d Fiscalização d Localização, Instalação Funcionamnto - TLIF (no caso d alguns municípios, São Paulo, por xmplo). D poss dsta documntação dvrá sr providnciado o Alvará d Funcionamnto, junto à Administração da Prfitura Municipal. 51

52 Gstão d Ngócios m 6o. Passo: REQUERER O ALVARÁ (LICENÇA) DE FUNCIONAMENTO Nnhum imóvl podrá sr ocupado ou utilizado para instalação funcionamnto d atividads comrciais, industriais d prstação d srviços, sm prévia licnça d funcionamnto, xpdida pla Prfitura do Município. A xpdição do Auto d Licnça Funcionamnto srá ralizada mdiant a aprsntação d uma dclaração d qu o stablcimnto stá d acordo com o documnto d rgularidad aprsntado qu s ncontra m condiçõs d higin habitabilidad. Cada município, m função da lgislação local trá suas xigências, mas, na maioria das vzs las dizm rspito às condiçõs adquadas dos sistmas létrico, hidráulico, sanitário, dos rvstimntos do piso (x.: antidrrapant) dos azuljos (x.: até o tto) no caso d uma cozinha numa pousada ou m um rstaurant, por xmplo. Também dvrão sr anxados: IPTU do imóvl (qu dv sr comrcial); Cópia do Cadastro d Contribuints Mobiliários (CCM); Taxa d localização funcionamnto (TLIF) nos municípios qu s aplicar; Habit-s (documnto municipal rnovávl obrigatório para a ocupação do imóvl ou local); Visto atualizado forncido plo Corpo d Bombiros; Auto d Vrificação d Sgurança (AVS); Alvará da vigilância sanitária; Além d outras prvistas na lgislação da localidad (lis ambintais, statuto da cidad, lgislação spcífica voltada ao stor do turismo); CPF/CIC RG dos sócios. 52

53 Gstão d Ngócios m 7o. Passo: PROCURAR UMA EMPRESA GRÁFICA DE IMPRESSOS FISCAIS Após todos sts procdimntos obtndo o númro do Cadastro Nacional d Pssoa Jurídica (CNPJ) do Cadastro d Contribuint Mobiliário (CCM) a mprsa dvrá procurar uma gráfica d imprssos fiscais fazr o pdido dos talõs d Nota Fiscal d Prstação d Srviços, a fim d qu possa comçar a funcionar. A FIRMA INDIVIDUAL S o mprnddor coturistico for uma única pssoa, podrá sr o caso da constituição d uma Emprsa Individual (x.: um guia turístico qu atu como profissional libral ou autônomo). COMO ABRIR A FIRMA INDIVIDUAL? Qum é pssoa física, caractrizada como profissional libral ou autônomo qu prst srviços individualmnt, ncssita apnas d rgistro na Prfitura do Município m qu irá xrcr suas atividads. A SOCIEDADE MERCANTIL A Socidad Mrcantil é aqula constituída por duas ou mais pssoas, cuja atividad podrá sr industrial ou comrcial, ou comércio indústria. O su rgistro é fito na Junta Comrcial dvrá sguir basicamnt os msmos passos aplicávis as Socidads Civis. 53

54 Gstão d Ngócios m CRIAÇÃO DE UMA COOPERATIVA OU UMA ASSOCIAÇÃO Além das formas mrcantis antriormnt citadas, qu s caractrizam prioritariamnt pla busca do lucro mprsarial, xistm duas outras formas altrnativas para a constituição d um novo ngócio m coturismo nas localidads. Ambas são formas lgalmnt rconhcidas uma Socidad ou Associação autônoma d pssoas qu s unm voluntariamnt, para satisfazr aspiraçõs ncssidads conômicas, sociais culturais comuns, por mio d uma mprsa d propridad coltiva dmocraticamnt grida. Mas atnção: a constituição d uma associação ou cooprativa d trabalho dv sr da iniciativa dos próprios trabalhadors ou associados d uma localidad, não dos donos d mprsas, unicamnt para s bnficiarm da dispnsa do rcolhimnto dos ncargos sociais. O QUE É UMA COOPERATIVA? A Li 5764/71 stablc rgulamnta o Cooprativismo no Brasil. Sgundo o X Congrsso Brasiliro d Cooprativas/ Brasília/ 1988, Cooprativa é uma organização d, plo mnos, vint pssoas físicas, unidas pla coopração ajuda mútua, grida d forma dmocrática participativa, com objtivos conômicos sociais comuns, cujos aspctos lgais doutrinários são distintos d outras socidads. Fundamnta-s na conomia solidária s propõ a obtr um dsmpnho conômico ficint, através da qualidad da confiabilidad dos srviços qu prsta aos próprios associados aos usuários. RAMOS DE COOPERATIVAS Sgundo a nomnclatura adotada pla Organização das Cooprativas do Brasil (OCB) são os sguints os ramos dnominaçõs das cooprativas xistnts hoj m nosso país: 54

55 Gstão d Ngócios m D Trabalho - composto plas cooprativas d trabalhadors d todas as catgorias profissionais-, para prstar srviços a trciros. Pculiarmnt aplicávl ao stor d turismo, podrmos constituir cooprativas d agnts d viagm, d guias intrprts, d locadors d vículos d quipamntos, d donos d pousadas d rstaurants, tc. Agropcuário composto plas cooprativas d produtors rurais, agropastoris ou d psca, cujos mios d produção prtnçam ao cooprant. Consumo composto plas cooprativas ddicadas à compra m comum d artigos d consumo para sus cooprants. Crédito - dstinadas a promovr à poupança financiar ncssidads ou mprndimntos dos sus cooprants. Dividm-s m: D Econômia Crédito Mútuo stimular a poupança dsnvolvr programas d assistência financira d prstação d srviços crditicios aos cooprados; D Crédito Rural spcífica para trabalhadors/ produtors rurais. Educacional - cooprants são profssors, alunos, pais d alunos, tc. (aquisição d matrial scolar, contratação d profssors srviços d infra-strutura afins). 55

56 Gstão d Ngócios m Enrgia, Tlcomunicaçõs Srviços - atnd dirta prioritariamnt o próprio quadro social com srviços spcíficos. Espcial composto por cooprativas constituídas por pssoas qu prcisam sr tutladas (rlativamnt incapazs, crianças m scolas d primiro grau tc.). Habitacional - dstinadas à construção, manutnção administração d conjuntos habitacionais para su quadro social. Minral - cooprativas qu tm a finalidad psquisar, xtrair, lavrar, industrializar, comrcializar, importar xportar produtos minrais. D Produção - composto plas cooprativas ddicadas aa produção d um ou mais tipos d bns mrcadorias, sndo os mios d produção propridad coltiva, através da pssoa jurídica, não propridad individual do cooprant. Saúd - ddicadas à prsrvação manutnção da saúd. Outros todas as dmais cooprativas qu não s nquadrarm nos ramos antriors. 56

57 Gstão d Ngócios m VALORES DO COOPERATIVISMO Ajuda mútua; Rsponsabilidad social; Dmocracia; Igualdad; Equidad; Solidaridad; Transparência; Honstidad; Procupação plo su smlhant. PRINCÍPIOS DO COOPERATIVISMO Adsão voluntária livr; Gstão dmocrática livr; Contribuição qüitativa para o capital; Autonomia indpndência; Educação, formação informação; Fomnto à intrcoopração; Intrss pla comunidad. 57

58 Gstão d Ngócios m DIREITOS E DEVERES DOS COOPERANTES Diritos Utilizar os srviços prstados pla cooprativa; Tomar part nas Assmbléias Grais, discutindo votando os assuntos qu nlas form tratados; Propor ao Conslho d Administração às Assmbléias Grais as mdidas qu julgar convnints aos intrssados do quadro social; Eftuar, com a cooprativa, as opraçõs qu form programadas; Obtr, durant os trinta dias qu antcdm à ralização da Assmbléia Gral, informaçõs a rspito da situação financira da cooprativa, bm como sobr os Balanços Dmonstrativos; Votar sr votado para cargos no Conslho d Administração no Conslho Fiscal; No caso d dsligamnto da cooprativa, rtirar o capital, conform stablc o Estatuto. 58

59 Gstão d Ngócios m Dvrs Intgralizar as quotas-parts d capital; Oprar com a cooprativa; Obsrvar o Estatuto da cooprativa; Cumprir filmnt com os compromissos, m rlação à cooprativa; Rspitar as dcisõs da Assmbléia Gral do Conslho Dirtor; Cobrir sua part, quando form apuradas prdas no fim do xrcício fiscal; Participar das atividads dsnvolvidas pla cooprativa. 59

60 Gstão d Ngócios m DIFERENÇAS ENTRE SOCIEDADE COOPERATIVA E ASSOCIAÇÃO A sguir stá aprsntado um quadro comparativo qu dfin as principais caractrísticas qu distingum uma cooprativa, d uma associação. Socidad Cooprativa Associação É uma socidad d pssoas (mínimo 20 ) É uma socidad d pssoas (mínimo 20) Objtivo principal é a prstação d srviços conômicos ou financiros Objtivo principal é a ralização d atividads assistnciais, culturais,sportivas tc Númro ilimitado d cooprants Númro ilimitado d associados Control dmocrático= uma pssoa tm apnas um voto Cada pssoa tm um voto Assmbléias: quorum é basado no númro d cooprants Não é prmitida a transfrência das quotas-parts a trciros, stranhos à socidad Rtorno dos xcdnts proporcional ao valor das opraçõs quorum é basado no númro d associados Não tm quotas-parts Não gra xcdnt (Font-OCB-Organização das Cooprativas Brasiliras-Atualização complmntação da Orintação para constituição d cooprativas -organizado por Frd Fonsca/Balcão Sbra/TO-s/data ) 60

61 Gstão d Ngócios m PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA SE CONSTITUIR UMA COOPERATIVA Runir um grupo d pssoas intrssadas; Dtrminar os objtivos da cooprativa; Escolhr uma comissão um coordnador dos trabalhos; Vrificar as condiçõs mínimas qu viabilizam a sua constituição: A ncssidad é sntida por todos os intrssados? A cooprativa é a solução mais adquada? A associação não podria sr um primiro passo antrior? Já xist alguma cooprativa na rdondza qu podria satisfazr os intrssados? Os intrssados stão dispostos a ntrar com o capital ncssário para viabilizar a cooprativa? O volum d ngócios é suficint para qu os cooprados tnham bnfícios? 61

62 Gstão d Ngócios m Os intrssados stão dispostos a oprar intgralmnt com a cooprativa? A cooprativa tm condiçõs para contratar pssoal qualificado para administrá-la, um contador para fazr a contabilidad, qu tm caractrísticas muito spcíficas? A comissão dv procurar a Organização das Cooprativas no su Estado (OCE) adquirir o disqut com o modlo d Estatuto formulários a srm prnchidos; A comissão dv laborar uma proposta d modlo d Estatuto da Cooprativa, distribuir uma cópia para cada intrssado, para discussão; Dfinir o prfil da pssoa qu dvrá ocupar cada cargo ltivo na cooprativa, sondar possívis ocupants dos cargos (qu são não-rmunrados, mas sim pagos mdiant pro labor). Para os cargos xcutivos, dvrão sr contratados profissionais no mrcado; A comissão dvrá convocar as pssoas intrssadas para participar da Assmbléia Gral d Constituição (Fundação da Cooprativa), d forma pública; Ralizar a Assmbléia Gral d Constituição (mínimo d 20 pssoas intrssadas). 62

63 Gstão d Ngócios m DEZ PROCEDIMENTOS PARA VIABILIZAR A COOPERATIVA Frqünt sistmaticamnt a sd da cooprativa, quando for lá, não procur somnt aspctos para tr o qu rclamar; Não procur apnas falhas no trabalho, valoriz o foi fito atingido plo atual quadro d associados (gstão); Procur smpr acitar uma nova incumbência; Quando a Dirtoria solicitar sua opinião, particip; Faça além do ncssário; Lia as comunicaçõs da cooprativa com atnção sridad; Caso sja convidado para algum cargo ltivo, vá; Quando houvr qualqur divrgência na Dirtoria, não opt por uma facção, mas procur ajudar na ngociação ntr as parts, tndo m vista o bm coltivo dos cooprants; Sugira, insista cobr a ralização d vntos, mpnh-s particip; Procur smpr rspondr os qustionários da Dirtoria solicitando sugstõs. 63

64 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Tomando por bas os valors da união das pssoas, da atuação das lidranças, da ética, da cidadania, do profissionalismo, da ncssidad/capacidad d mobilização social do trabalho intgrado, vamos simular a constituição d uma cooprativa d trabalho dntr os participants dsta localidad? PARA MAIS INFORMAÇÕES SOBRE AS ORGANIZAÇÕES DE COOPERATIVAS ESTADUAIS ACESSE: Sit : [email protected] 64

65 Gstão d Ngócios m LINHAS DE CRÉDITO E FINANCIAMENTO PARA O TURISMO GOVERNAMENTAIS FUNDO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - FNMA Criado pla Li d 10 d julho d 1989, o Fundo Nacional do Mio Ambint FNMA tm por missão contribuir, como agnt financiador por mio da participação social, para a implmntação da Política Nacional do Mio Ambint (PNMA). Dsd sua criação o FNMA apóia projtos ambintais m todo o país, tndo invstido mais d cm milhõs d rais distribuídos ntr mais d mil projtos aprovados. Qum pod concorrr aos rcursos do FNMA? Instituiçõs públicas prtncnts à administração dirta ou indirta, m sus divrsos nívis (fdral, stadual municipal); Instituiçõs privadas brasiliras sm fins lucrativos, qu possuam atribuiçõs statutárias para atuar m áras do Mio Ambint, idntificadas como: Organização Não Govrnamntal (ONG); Organização da Socidad Civil d Intrss Público (OSCIP); Organização d Bas (associaçõs d produtors, d bairro ou outras). 65

66 Gstão d Ngócios m Para srm considradas lgívis, as instituiçõs privadas brasiliras sm fins lucrativos dvrão intgrar o Cadastro Nacional das Entidads Ambintalistas (CNEA/CONAMA) ou possuir, no mínimo, 2 anos d xistência lgal. Como obtr rcursos? A obtnção d rcursos financiros do FNMA stá condicionada à aprsntação d proposta qu dlini açõs para o aprovitamnto do potncial natural d uma rgião ou qu contribua para solucionar ou minimizar problmas ambintais rlvants. Essa proposta dvrá star m conformidad com as Linhas Tmáticas dfinidas plo FNMA, ainda sr aprsntado conform a orintação do Manual para Aprsntação d Projtos, para projtos d Dmanda Espontâna, conform os ditais, para projtos d Dmanda Induzida. Para mais informaçõs, acss o sítio: PROGRAMA NACIONAL DE FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR PRONAF (SECRETARIA DA AGRICULTURA FAMILIAR DO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO MDA) É um Programa d apoio ao dsnvolvimnto rural, a partir do fortalcimnto da agricultura familiar como sgmnto grador d postos d trabalho rnda. O Programa é xcutado d forma dscntralizada tm como protagonistas os agricultors familiars suas organizaçõs. 66

67 Gstão d Ngócios m O qu é agricultura familiar? A agricultura familiar é uma forma d produção ond prdomina a intração ntr gstão trabalho; são os agricultors familiars qu dirigm o procsso produtivo, dando ênfas na divrsificação utilizando o trabalho familiar, vntualmnt complmntado plo trabalho assalariado. Qual é o objtivo do PRONAF? Construir um padrão d dsnvolvimnto sustntávl para os agricultors familiars suas famílias, visando o aumnto a divrsificação da produção, com o consqünt crscimnto dos nívis d mprgo rnda, proporcionando bm-star social qualidad d vida. Quais os rquisitos para a participação no PRONAF? Os bnficiários do Programa dvm sr agricultors familiars, sjam ls propritários, assntados, possiros, arrndatários, parciros ou miros, qu utilizm mão-d-obra familiar, tnham até 2 mprgados prmannts. Além disso, não dvm dtr, a qualqur título, áras supriors a 4 módulos fiscais, no mínimo 80% (oitnta por cnto) da rnda bruta familiar anual dvm sr provnints da atividad agropcuária não-agropcuária xrcida no stablcimnto. O agricultor familiar dv rsidir na propridad ou m povoado próximo. Quais as açõs dsnvolvidas plo PRONAF? O PRONAF promov ngociaçõs d políticas públicas com órgãos storiais, o financiamnto d infra-strutura srviços públicos nos municípios, o financiamnto da produção da agricultura familiar (por mio do crédito rural), a profissionalização dos agricultors familiars. Qual a abrangência do PRONAF? Agricultors d qualqur município do País podm sr bnficiados plo PRONAF, por mio do financiamnto d sua produção d programas d profissionalização. No caso do PRONAF Infra-strutura Srviços, srão bnficiados os municípios qu form slcionados, a cada ano, d acordo com critérios técnicos stablcidos plo Conslho Nacional qu tivrm o Plano Municipal d Dsnvolvimnto Rural - PMDRS, aprovado plo Conslho Municipal d Dsnvolvimnto Rural Sustntávl - CMDRS. 67

68 Gstão d Ngócios m Qum coordna o PRONAF m âmbito nacional? O Ministério do Dsnvolvimnto Agrário, por mio da Scrtaria da Agricultura Familiar. Qum intgra o PRONAF? Município: a Prfitura, o Conslho Municipal d Dsnvolvimnto Rural Sustntávl - CMDRS, os agricultors familiars, as organizaçõs d agricultors familiars, outros órgãos ntidads municipais, públicas ou privadas. Estado: o Govrno Estadual, o Conslho Estadual d Dsnvolvimnto Rural Sustntávl - CEDRS, a Scrtaria Excutiva Estadual do PRONAF, as Suprintndências Rgionais do Incra, outros órgãos ntidads staduais públicas ou privadas. União: o Govrno Fdral, o Conslho Nacional d Dsnvolvimnto Rural Sustntávl - CNDRS, a Scrtaria da Agricultura Familiar, outros órgãos ntidads públicas ou privadas. O qu é o PRONAF Infra-strutura Srviços? É uma linha d apoio financiro do Govrno Fdral, com rcursos não rmbolsávis, qu atua m parcria com os govrnos municipais implmntando as prioridads do Plano Municipal d Dsnvolvimnto Rural, aprovadas plo Conslho Municipal, nas áras d infra-strutura pública srviços d apoio ao dsnvolvimnto da agricultura familiar. O PRONAF o Turismo Rural Dsd 2003, Programa Nacional d Fortalcimnto da Agricultura Familiar PRONAF, vm intnsificando su apoio ao dsnvolvimnto do turismo rural nas propridads d agricultors familiars. As transformaçõs no modo d organização das populaçõs rurais, apontam o turismo como frramnta capaz d proporcionar a divrsificação da rnda, a valorização da cultura local, a comrcialização da produção plos próprios agricultors familiars ainda stimular o rsgat da auto-stima dssas populaçõs. 68

69 Gstão d Ngócios m PROGRAMA DE TURISMO RURAL NA AGRICULTURA FAMILIAR BASE CONCEITUAL - TURISMO RURAL NA AGRICULTURA FAMILIAR a atividad turística qu ocorr na unidad d produção dos agricultors familiars qu mantêm as atividads conômicas típicas da agricultura familiar, dispostos a valorizar, rspitar compartilhar su modo d vida, o patrimônio cultural natural, ofrtando produtos srviços d qualidad proporcionando o bm-star aos nvolvidos. O objtivo da linha d crédito: Promovr o dsnvolvimnto rural sustntávl através da implantação fortalcimnto das atividads turísticas plos agricultors familiars, intgrada aos arranjos produtivos locais, agrgando rnda grando postos d trabalho no mio rural, com consqünt mlhoria das condiçõs d vida. MINISTÉRIO DO TURISMO FUNDO GERAL DO TURISMO - FUNGETUR Visa provr rcursos para o financiamnto d mprndimntos, obras srviços d finalidad ou d intrss turístico, a srm dfinidos pla EMBRATUR. Condiçõs das Opraçõs Os financiamntos com rcursos do FUNGETUR subordinam-s às sguints condiçõs básicas, além d outras qu, a critério da EMBRATUR, s façam ncssárias: I - Participação das Fonts d Rcursos: a) FUNGETUR - Máximo d 80% (oitnta por cnto) do valor do invstimnto fixo total do projto; b) Rcursos Próprios - Mínimo d 20% (vint por cnto) do valor do invstimnto fixo total do projto; c) Na hipóts da xistência d qualqur outro financiamnto, o su valor srá dduzido da parcla do FUNGETUR; d) Nos convênios a srm firmados, a EMBRATUR podrá stablcr a obrigatoridad d participação do Agnt Financiro crdnciado com até 10% (dz por cnto) do valor financiado. 69

70 Gstão d Ngócios m II - Prazos d Rmbolso - até 120 (cnto vint) mss, a contar da data da assinatura do contrato ntr o Agnt Financiro o mutuário; III - Prazos d Carência - comprndida no prazo acima, obsrvados os limits mínimo d 6 (sis) máximo d 36 (trinta sis) mss, fixados com bas na capacidad d pagamnto do bnficiário, também, m função do port do mprndimnto financiado do príodo ncssário à maturação do projto. IV - Juros: a) 6% (sis por cnto) ao ano, nos financiamntos a ntidads Estaduais, Municipais, do Distrito Fdral à pquna média mprsas; b) 8% (oito por cnto) ao ano, nos financiamntos às dmais mprsas. V- Atualização do Principal - com bas no índic d variação da Taxa Rfrncial (TR) ou outro qu o vnha substituir no caso d sua xtinção. VI - Rmunração do Agnt Financiro - a título d dl crdr d: a) 3% (três por cnto) ao ano, dduzida dos juros cobrados na forma do inciso IV ltra a ; b) 4% (quatro por cnto) ao ano, dduzida dos juros cobrados na forma do inciso IV ltra b. VII - Rmbolso do Principal dos Encargos - m parclas mnsais, fixadas a partir do término da carência, ntndido qu, durant st príodo, o mutuário rcolhrá apnas os juros. VIII - Riscos Opracionais - a cargo do Agnt Financiro. IX - Garantias - Hipotca d bns dos mutuários ou outras, a critério do Agnt Financiro. FUNDO CONSTITUCIONAL DE FINANCIAMENTO DO NORTE - FNO A atuação do FNO abrang os stados do Acr, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima Tocantins. Ess fundo ofrta crédito a taxas d juros qu variam, m função do port do mutuário, d 8,75% a 14% ao ano para as opraçõs rlativas aos stors turístico, industrial, agroindustrial, d infra-strutura, comrcial d srviços. Essas taxas d juros são rduzidas m 15%, a título d bônus d adimplência, dsd qu a parcla da dívida sja paga até a data do rspctivo vncimnto. Os rcursos do FNO são dstinados às micro, pqunas, médias grands mprsas qu dsnvolvam atividads nos stors minral, industrial, agroindustrial, turístico, d infrastrutura, comrcial d srviços. Os prazos dos mpréstimos podm sr d até 12 anos, incluídos até 3 anos d carência. As pssoas físicas ou jurídicas intrssadas dvm dirigir-s a uma agência do Banco da Amazônia S.A (Basa) o agnt financiro do FNO. 70

71 Gstão d Ngócios m LINHAS DE CRÉDITO E FINANCIAMENTO PARA O TURISMO BANCO DO BRASIL Linhas d crédito Público-alvo Finalidad Prazo Pagamnto B B Giro Rápido Firmas individuais, micro pqunas mprsa Capital d giro Até 12 mss, com rnovação automática sucssiva MIPEM Invstimnto Firmas individuais, micro pqunas mprsa Financiamnto a projtos d invstimnto com ou sm capital d giro associado Até 36 mss, com até 12 mss d carência MIPEM Progr Urbano Firmas individuais, micro pqunas mprsa Obras d construção civil, aquisição d máquinas quipamntos, vículos motocicltas Até 60mss, com até 12 mss d carência. Vículos, com 2 mss d carência Progr Urbano Stor Informal- FAT Trabalhadors autônomos Financiamnto d bns, srviços capital d giro Até 24 mss, com até 6 mss d carência Progr Urbano Stor Informal- FAT Profissionais librais,portadors d conta/chqu spcial Financiamnto d bns, srviços capital d giro Até 36 mss, com até 6 mss d carência BNDES Automático Micro, pqunas médias mprsas Financiamnto a projtos d invstimnto Mínimo d 12 mss FINAME Pssoas físicas jurídicas Aquisição d máquinas quipamntos nacionais novos Até 5 anos, com carência d 12 mss 71

72 Gstão d Ngócios m Linhas d crédito Público-alvo Finalidad Prazo Pagamnto Lasing Pssoas físicas jurídicas Arrndamnto d bns novos ou usados Até 36 mss B B Giro Rápido TR+ 1,95% a.m. Fiança Até R$ ,00 MIPEM Invstimnto TR+ 1,95% a.m. Fiança ou aval garantias rais Até R$ ,00 MIPEM Progr Urbano TJLP + 5,33% a.a. Fiança ou aval garantias rais Até R$ ,00 Progr Urbano Stor Informal- FAT TJLP + 5,33% a.a. Fiança ou aval garantias rais Até R$ 5.000,00 Progr Urbano Stor Informal- FAT TJLP + 6% a.a. Fiança ou aval garantias rais Até R$ ,00 BNDES Automático TJLP + 6% até 8,5% a.a. Garantia ral pssoal Mínimo d R$ ,00 FINAME TJLP + 6% até 8,5% a.a. Garantia ral pssoal Mínimo d R$ ,00 Lasing Pré fixados: Vículos- 2,6% a.am ; outros bns- 2,8% a.m. O próprio bm Mínimo d R$ 3.900,00 (Font- Banco do Brasil Taxas sujitas às variaçõs d mrcado) 72

73 Gstão d Ngócios m HABILIDADES GERENCIAIS ENVOLVIDAS MÓDULO 4 TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO, GESTÃO E CONTROLE DO NEGÓCIO ECOTURÍSTICO A implantação d um mprndimnto xig uma séri d habilidads grnciais, qu visam assgurar o cumprimnto das funçõs básicas da administração do ngócio: Planjamnto Organização Coordnação/Gstão d pssoas Control TECNICAS DE PLANEJAMENTO Planjar é a atividad d s pnsar prévia cuidadosamnt nas linhas básicas mais importants qu caractrizarão o su futuro ngócio ou mprndimnto. Não xist um modlo qu sirva para todo mundo, mas algumas linhas grais d procupação dvm sr obsrvadas, como por xmplo: o produto ou srviço coturístico m si o mrcado a qu s dstina o objtivo do ngócio (o qu a mprsa qur sr) o objtivo do mprsário (o qu o(s) dono(s) qur(m) sr) o valor do invstimnto o capital próprio inicial ncssário a sr dtido plo mprnddor as fonts d financiamnto disponívis 73

74 Gstão d Ngócios m a capacidad d obtr financiamnto a capacidad d rcupração/rtorno do invstimnto as xigências d capacidad técnica mprsarial xigidas plo ngócio, assim por diant. COMO SE FAZ O PLANEJAMENTO EM ECOTURISMO? OS PASSOS DO PLANEJAMENTO Prvr acontcimntos futuros positivos ou ngativos no turismo/coturismo da sua rgião; Dfinir objtivos ou alvos qu s quira atingir; Dfinir como atingir os objtivos (tapas stratégias); Dfinir os rcursos ncssários para a ação/tapas; Programar as atividads (ou tapas) qu prmitirão atingir os objtivos. 74

75 Gstão d Ngócios m POR QUE É IMPORTANTE FAZER O PLANEJAMENTO DOS EMPREENDIMENTOS? Antcipamos problmas oportunidads; Dcidimos prviamnt o qu fazr, d modo cuidadoso ficint; Evitamos dsvios, rros, rptiçõs d atividads, açõs d apagar fogo ; Trabalhamos d modo orintado controlávl; Garantimos a continuidad do funcionamnto ficint das opraçõs; Mudamos as coisas no sntido crto, no tmpo crto; Chgamos a um uso mais ficaz dos rcursos. QUAIS SÃO OS TIPOS DE PLANEJAMENTO? Basicamnt são dois os tipos d planjamnto qu dvmos fazr, d acordo com a maior ou mnor amplitud d abrangência o prazo qu qurmos alcançar m nossas prvisõs (o chamado horizont d planjamnto). São ls: 75

76 Gstão d Ngócios m Planjamnto stratégico Num primiro momnto, dv-s fazr uma prvisão mais global do ngócio (dita stratégica), sm s procupar muito com os dtalhs da opração propriamnt dita. O planjamnto stratégico é voltado para fora do ambint da mprsa dfin os aspctos ssnciais rlativos aos produtos/srviços coturísticos, os stágios d volução da infra-strutura do planjamnto publico local, os mrcados a srm buscados, a tcnologia a sr mprgada, no médio longo prazo. ASPECTOS ESSENCIAIS DE PLANEJAMENTO TURÍSTICO SUSTENTÁVEL A SEREM ANALISADOS caractrização gral do ambint invntário da ofrta caractrização da dmanda avaliação da opinião da comunidad vrificação das articulaçõs xistnts anális da situação organizacional 76

77 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Considrando qu são 5 as fass d um dstino turístico Exploração (dscobrta) Invstimnto Dsnvolvimnto Consolidação Estagnação ou rjuvnscimnto Dscrva o stágio qu s ncontra o dstino turístico ond você prtnd struturar o su ngócio. 77

78 Gstão d Ngócios m Os objtivos do turismo no local stão claros? As ncssidads locais são conhcidas partilhadas por todos os nvolvidos? As potncialidads turísticas são conhcidas avaliadas? Exist um diagnóstico turístico? Exist um plano orintado para dsnvolvimnto da atividad turística : dirtrizs, projtos, programas formas d financiamnto? 78

79 Gstão d Ngócios m A comunidad (principalmnt o stor mprsarial), stá participativa atuant nst procsso? LIMITAÇÕES RELACIONADAS AO PROCESSO DO PLANEJAMENTO LOCAL: Pla sua naturza, o procsso a xcução participativa são complicados; Há ncssidad d idntificar os ators os parciros, assim como os difrnts tipos d conflitos xistnts; É prciso fazr um diagnóstico fil; É prciso idntificar as lidranças os intrsss da comunidad; Ás vzs sbarra-s na falta d compromisso político na falta d continuidad na gstão política; Há inxistência d instrumntos lgais qu garantam os rumos das principais dirtrizs. 79

80 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! List cinco pontos positivos cinco pontos ngativos rlacionados à sua localidad, qu podm influnciar o sucsso, a manutnção ou o fracasso do su ngócio. Foram visualizadas até aqui - nsta primira fas d planjamnto - quaisqur rstriçõs ou barriras d alto risco ou msmo intransponívis para a implantação do ngócio? Além do mprsário, outros parciros já xprints no ramo d atividad prtndido também foram consultados (x.: parciros, agnts financiadors tc.)? Mostraram favorabilidad? Foi ralizada a avaliação prévia cuidadosa, com rlação ao contxto mais amplo m qu o futuro ngócio stará insrido? Nst sntido, spcial atnção dv sr dada aos aspctos rlativos ao stágio d volução do planjamnto público do dstino turístico, pois a sua maior adquação, crtamnt podrá aftar significativamnt as chancs d sucsso do futuro ngócio a sr instalado. Então, considra-s qu foi dado o sinal vrd para a idéia prliminar stratégica do ngócio (sua viabilidad inicial). Não? Ravaliam-s os riscos da mpritada, altram-s as condiçõs rstritivas, rplanja-s ou abandona-s a idéia inicialmnt concbida. Part-s para a tapa sguint do projto: 80

81 Gstão d Ngócios m Planjamnto Opracional ou Tático É chgado o momnto d iniciar um outro nívl da atividad d planjamnto, agora com procupaçõs mais dtalhadas por áras d atividad nas opraçõs propriamnt ditas. O Planjamnto Opracional é voltado para dntro da futura mprsa, dfin atividads, funçõs opraçõs no curto prazo (um ano) xig conhcimntos técnicos spcíficos do ngócio prtndido: noçõs d abrtura d mprsa, da produção da prstação d srviços turísticos m si, da gstão d pssoas, da gstão financira d contabilização d ngócios, d markting organização mprsarial, dos aspctos da tributação, assim por diant. Em sínts, podmos comparar as duas formas d planjamnto, conform a sguir s aprsnta: Planjamnto Estratégico Planjamnto Opracional O nfoqu é global Mais voltado para fora da mprsa (ambint xtrno) Dfin a razão d sr da mprsa: produtos, srviços, mrcados, tcnologias, tc Voltado para o médio longo prazo (mais d 1ano) Fito plo propritário, sócio ou dono Enfoqu localizado por ára ou opração por atividad Mais voltado para dntro da mprsa (ambint intrno) Dfin atividads, funçõs, métodos tmpos d opraçõs Voltado para prazos mais curtos (até 1 ano) Fito plos rsponsávis plas áras d atuação do ngócio ou plas opraçõs 81

82 Gstão d Ngócios m DIFICULDADES DO PLANEJAMENTO Incrtza sobr o futuro Incrtza sobr a ração dos agnts xtrnos (clima, conomia, política, tc) Dificuldad d obtr informaçõs Mudanças aclradas 1.Dificuldads Naturais Falta d disciplina, insistência prsvrança pssoal Falta d crnça no planjamnto Rsistência das pssoas à mudança Falta d qualificação 2.Dificuldads Humanas 3.Dificuldads Mtodológicas Ausência d um método adquado para tomar dcisõs m grupo 82

83 Gstão d Ngócios m Dsconhcimnto das ncssidads das outras áras d atuação da mprsa (campo, administração, vndas, trcirizaçõs, tc) Songação d informaçõs 4.Dificuldads Organizacionais Ausência d colaboração d outras áras nvolvidas Falta d apoio da dirção ou do sócio/mprsário principal MÃOS À OBRA! Cit 5 dificuldads rais para a ralização d um corrto ficaz trabalho d planjamnto qu você ncontra m su ambint d atuação 83

84 Gstão d Ngócios m CONDIÇÕES PARA O BOM PLANEJAMENTO Crnça no planjamnto disciplina Uma boa prparação Participação nvolvimnto pssoal Fazr os planos por scrito Fazr os planos d modo simpls dirto Enfatizar nos planos o qu fazr Traduzir o qu fazr m númros (mtas) Encarar o planjamnto como uma rotina, um procsso contínuo ( não único), qu dv sr fito junto com outras tantas providências do dia-a-dia do mprsário Fazr o rplanjamnto m função d cada tapa do plano atingida ou não (fdback) 84

85 Gstão d Ngócios m CAMINHOS DO PLANEJAMENTO Planjamos pouco, consqüntmnt, rramos muito durant o procsso d xcução das tarfas, uma vz qu não prvmos antcipadamnt as consqüências d nossas açõs. Curto Caminho Longo Planjamnto Excução Longo Caminho Curto Planjamnto Excução 85

86 Gstão d Ngócios m TÉCNICAS DE GESTÃO CONTÁBIL FINANCEIRA PLANEJAMENTO FINANCEIRO E CONTROLE DO FLUXO DE CAIXA O Fluxo d Caixa (ou Cash Flow, lê-s Quéx-flôu ) é um instrumnto grncial d manutnção diária. Auxilia o mprsário na tarfa da administração do su capital-dgiro vitando insuficiência d rcursos financiros ( caixa ) não-prvistos, qu acabam por provocar atrasos, inadimplência o pagamnto d juros multas por atraso, podm consumir part do lucro mnsal, às vzs dsncssariamnt. Capital-d-giro é o nom qu s dá ao montant do capital total do ngócio qu o mprsário prcisa mantr sparado m dinhiro vivo - m Caixa /ou saldo m conta corrnt bancária ou ainda m aplicaçõs facilmnt (d um dia para outro) transformávis m dinhiro (por x. duplicatas dscontávis m banco, chqus prédatados rcbidos d trciros, aplicaçõs financiras d curto prazo,tc.). Dstina-s a financiar o dia-a-dia dos pagamntos xigidos plo ngócio, sm dpndr d novos rcbimntos d rcitas d vndas ou outros. Sm l, o mprndimnto corr o risco d atrasar pagamntos, ficar sm fazr compras à vista, parar, nfim. A sguir é aprsntado um modlo muito simpls, prático ficaz para sr implantado imdiatamnt plo mprsário m sus studos/ngócios,, com isso, vitar sts tipos d problmas. 86

87 Gstão d Ngócios m RELATÓRIO DO FLUXO DE CAIXA PERÍODO (diário, mnsal ou anual) príodo príodo príodo SALDO INICIAL DE CAIXA NO PERÍODO (+) TOTAL DE RECEBIMENTOS NO PERÍODO: a) vndas rcbidas à vista b) tickts alimntação c) cartõs d crédito d) dsconto d chqu pré-datado ) mpréstimos f) chqu spcial g)outros: convênios TOTAL DE DISPONIBILIDADE (-) TOTAL DE PAGAMENTOS NO PERíODO: h) folha d pagamntos i) concssão d vals/adiantamntos j) forncdors k) consumo d água l) consumo d ltricidad m)consumo d tlfon n) consumo d gás o) srviços prstados por trciros p) rcolhimnto d impostos taxas q) pagamnto d sguros r) Simpls s) CPMF dspsas bancárias t) rtiradas pro labor u) rscisõs trabalhistas SALDO FINAL DE CAIXA NO PERÍODO 87

88 Gstão d Ngócios m TÉCNICAS DE GESTÃO OPERACIONAL E DE PESSOAS ORGANIZAÇÃO É a atividad d dividir o trabalho total a sr cumprido pla sua mprsa (o produto ou srviço) m parts, dfinir como stas parts (órgãos ou dpartamntos) trabalharão m conjunto ntr si, da forma mais produtiva. Existm várias formas d dividir o trabalho das mprsas d coturismo para atingir o sucsso, dntr las: Por função ou spcialidad Ex: Rcpção, Guia, Socorrista Por turno d trabalho Ex: Manhã/tard, Noit/Madrugada Por rgião gográfica Ex: Pólo coturístico Nort, Sul Por clint Ex: Público infantil scolar, adolscnts, strangiros Por produto ou srviço Ex: Trilhas, Canoagm, Rapl POR QUE É IMPORTANTE ORGANIZAR A EMPRESA? Contribui para a clarza nos papéis funçõs facilita o procsso dcisório ficaz; prmit localizar rsponsabilidads o control para fitos d corrçõs; induz à coopração. 88

89 Gstão d Ngócios m Proporciona clima favorávl á produtividad; satisfação no trabalho. Faz ótimo uso dos rcursos humanos; matriais; financiros. CONSEQUÊNCIAS DA MÁ ORGANIZAÇÃO INTERNAS Dsprdício d rcursos, como matérias-primas, matriais d consumo dinhiro; Prda d tmpo, d spaço físico d boas idéias; Má utilização do pssoal; Limitação do crscimnto da mprsa/ngócio; Baixa produtividad comptitividad. 89

90 Gstão d Ngócios m EXTERNAS Mau srviço ao clint; Compromtimnto da imagm; Afastamnto da clintla; Dificuldad na hora da obtnção d mpréstimos/ financiamntos; Dificuldad na contratação/manutnção d mão-d-obra comptnt. MÃOS À OBRA! Você conhc, ou já ouviu falar, d plo mnos um xmplo d mprsa ou ngócio m sua rgião qu sofr m dcorrência do qu aprndmos a chamar d má organização, não é msmo? Cit caractriz 3 ou mais fators qu atstm o su ponto-d-vista. 90

91 Gstão d Ngócios m GESTÃO DE PESSOAS Um dos componnts mais rlvants para assgurar o sucsso nas atividads d prstação d srviços é, sm dúvida alguma, a ficaz gstão das pssoas nvolvidas m todas as tapas do procsso d trabalho. Na atividad turística isto é particularmnt important, já qu os funcionários dos mprndimntos atndm dirtamnt aos visitants. Na ocasião do atndimnto, trão a oportunidad d: ncantá-los (para o sucsso d nosso ngócio), ou dcpcioná-los, caso o atndimnto não sja condiznt com as xpctativas dos visitants. Isso aftará bastant as chancs do sucsso sobrvivência do ngócio. Nas micro pqunas mprsas, na maioria das vzs, cab ao(s) sócio(s) mprsário(s) a tarfa d xrcr a função administrativa básica d gstão das pssoas, o qu s inicia pla tapa da dirção ou condução participativa do ngócio. Quando nnhum sócio tm sta condição, qur por xpriência, formação ou até msmo gosto, cab à mprsa contratar um grnt para xrcr sta important função, arcando, nst caso, com os gastos qu daí advêm. DIREÇÃO PARTICIPATIVA Consist m stablcr os planos d trabalho do ngócio, com a participação a colaboração das quips d funcionários, bm como orintá-los sobr a xcução das tarfas ncssárias para atingi-los. A função d dirção nvolv os sguints aspctos: 91

92 Gstão d Ngócios m Comunicação procsso através do qual s forncm ou trocam informaçõs, idéias sntimntos, por mio da linguagm. Pod s dar d duas formas: Vrbal - palavras faladas ou scritas Não vrbal - gstos, posturas, xprssõs, silêncio. Psquisas indicam qu a comunicação ocorr: 55% plo não vrbal 38% plo tom d voz 07% plo contúdo. O procsso d comunicação nvolv 5 aspctos: EMISSOR MENSAGEM CÓDIGO RETROINFORMAÇÃO ( fd back, lê-s fídibéqu ) RECEPTOR Caractrísticas da boa mnsagm: Clara Prcisa Concisa Brv A habilidad d ouvir, prssupõ os sguints aspctos: Dixar d falar Sr pacint Eliminar distraçõs Dominar su tmpramnto 92

93 Gstão d Ngócios m Dmonstrar disposição para scutar Establcr mpatia com su intrlocutor Fazr com qu l tnha confiança Não criticar, nm argumntar m xcsso Prguntar o qu for ncssário, para ntndr a mnsagm. Dlgação consist m dar autoridad aos funcionários para qu ls ajam m nom do chf. Exigências: star disposto a abrir mão da tarfa obsrvar as áras d intrss dos funcionários confiar no funcionário triná-lo controlar a distância m pontos-chav Motivação é a prdisposição, o intrss não forçado da pssoa pla ralização d um trabalho o su cumprimnto até o final. Fators qu influnciam a motivação: rlacionamnto com a chfia salários bnfícios condiçõs d trabalho 93

94 Gstão d Ngócios m ralização pssoal rconhcimnto progrsso dsafios possibilidad d crscimnto rsponsabilidad Chfia X Lidrança? Hoj m dia, a autoridad dcorr do conhcimnto não da posição dtida pla pssoa. O chf controlador dá lugar ao lídr, qu tm consciência d qu trata com srs humanos qu srá avaliado também pla capacidad d grnciar as mudanças qu a volução do ngócio xigir. Caractrísticas do Lídr: Comunica-s com facilidad Tm transparência Tm objtividad Sab ouvir É acssívl à quip É rcptivo Transmit sgurança Tm crdibilidad Rssalta o lado positivo dos fatos das pssoas 94

95 Gstão d Ngócios m É flxívl ao assimilar ncaminhar as críticas É um ducador da quip Sab idntificar soluçõs oportunidads Incntiva à criatividad É um modlo pssoal profissional d admiração ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E ORGANOGRAMA DE UMA EMPRESA DE ECOTURISMO ESTRUTURA ORGANIZACIONAL é a combinação stratégica d um ou mais critérios d organização d ngócios m sus vários nívis hirárquicos. Ex: O 1º nívl hirárquico é organizado por função/atividad (rcpção, alojamnto, alimntação); o 2º nívl, por produto/srviço (trilhas, canoagm rapl) o 3º nívl, por turno d trabalho (matutino vsprtino/noturno). ORGANOGRAMA é a fotografia ou dsnho da strutura organizacional da sua mprsa ou ngócio. Grência Rcpção Alojamnto Alimntação Rcpcionista Instrutors Camariras Enc.d Cozinha Atnd.Rstaurant 1o. turno 2o. turno 1o. turno 2o. turno 1o. turno 2o. turno 95

96 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Dscrva como srá a organização intrna do su ngócio. Procur caractrizar as rsponsabilidads d cada funcionário/colaborador. GESTÃO DE MARKETING, PROMOÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO O Markting orintado para o turismo sustntávl dv sr: institucional; rsponsávl; intgrado coordnado m parcria (stors público privado); 96

97 Gstão d Ngócios m tr uma idntidad concitual stética; adotar uma stratégia d comunicação dirigida; sr orintado à mídia spcializada; tr uma abordagm ampla, agrgando valors ao produto; abordar a qustão da conduta d mínimo impacto; dar orintaçõs sobr as atraçõs sgurança qualidad; divulgar açõs d manjo sustntávl. O Markting Rsponsávl O turismo sustntávl prssupõ um markting: basado na ofrta não na dmanda; qu impõ outras considraçõs além do lucro como lmnto principal; considra o impacto sócio- ambintal; procupa-s com as ncssidads dsjos da comunidad; avalia a strutura do município; intira-s d como a atividad stá organizada. 97

98 Gstão d Ngócios m O Markting Irrsponsávl O Markting fito d forma irrsponsávl é inadquado, isolado, individualista, imdiatista sm idntidad. compromt a imagm do dstino; compromt a qualidad do ambint; cria conflitos com a comunidad; atrai um prfil d público rrado; não atnd a satisfação da dmanda; não atnd as xpctativas dos mprsários; xig maior sforço d vnda; amplia os gastos com propaganda. Gstão d Markting d mprndimnto coturístico é o nom qu s dá às dcisõs qu o mprsário dv tomar m su ngócio, com rlação às sguints atividads básicas: 98

99 Gstão d Ngócios m DEFINIÇÃO DO PRODUTO/SERVIÇO ECOTURÍSTICO O produto ou srviço coturístico tm algumas pculiaridads: trata-s d uma atividad complxa d crscnt importância; proporciona impactos d ordm conômica, social, cultural ambintal nas comunidads; não pod sr praticado d forma dsordnada; xig prparo intrss da comunidad; o produto m si é a mlhoria da qualidad d vida das: populaçõs, dos lugars rgiõs dos visitants. como todo produto d mrcado, stá sujito às suas variants influências; por isso, é xtrmamnt important a idntificação do prfil dos usuários (studo da dmanda). só a partir dsta psquisa qu srá possívl dfinir possibilidads altrnativas capazs d viabilizar o dsnvolvimnto sustntávl do turismo consolidá-lo como uma atividad conômica rntávl. 99

100 Gstão d Ngócios m PÚBLICO-ALVO Para o psquisador Krg Lindbrg, o coturista pod sr caractrizado m 4 tipos: Ocasional scolh um rotiro cológico d forma acidntal, dntro d uma viagm maior, qu não prssuponha o coturismo como maior intrss; D Fass Naturais - sporadicamnt dcid por visitar um local com vocação para o coturismo, porém nm smpr faz st tipo d viagm; Intrssado é o coturista nato, todas as viagns qu ralizar srão d cunho cológico, porqu s nquadra no concito d turista qu qur dsfrutar a naturza não qur passar as suas férias m cidads. Exist constância na opção do tipo d dstino. Engajado é aqul qu, além d s dslumbrar com um dstino cológico, qur aprndr ou ajudar na consrvação do mio ambint. Inclum-s aqui, ntr outros, cintista, psquisadors studiosos intrssados (Lindbrg, apud Hras: 1999,43-44). 100

101 Gstão d Ngócios m Exigências Indpndnt da class, o coturista tm um padrão d comportamnto gostos mais ou mnos invariávis: tm alto grau d xigência; tm consciência d qu paga mais para tr sus ansios satisfitos; tm ncssidad d informaçõs spcializadas; rqur guias qualificados. Um prfil D acordo com a Ecotourism Socity, o coturista-padrão tm as sguints caractrísticas: stá na faixa tária d 35 a 54 anos; divid-s igualmnt ntr ambos os sxos; gasta, m média, duas smanas para suas viagns; hospda-s m hotéis mais simpls; prfr atividads rlacionadas à água; prfr alojamntos m plna naturza; aprcia a obsrvação da flora da fauna slvagm andar m trilhas. 101

102 Gstão d Ngócios m DEFINIÇÃO DE UMA MARCA PARA SUA EMPRESA E/OU PRODUTOS/SERVIÇOS ECOTURÍSTICO Uma marca bm trabalhada pod contribuir d forma ftiva para o sucsso d su ngócio. Ela stá associada à qualidad d su produto/srviço à crdibilidad da mprsa junto aos visitants. Enfim, consolida uma imagm no mrcado. Você dv star atnto para sua facilidad d pronúncia d mmorização, para fácil lmbrança associação com o produto/srviço coturístico qu srá ofrtado. MÃOS À OBRA! Dfina uma marca para sua mprsa /ou produto/srviço coturístico. 102

103 Gstão d Ngócios m ESTABELECIMENTO DA ESTRATÉGIA DE POSICIONAMENTO/IMAGEM EM RELAÇÃO AO MERCADO A ação visa buscar uma afinidad com o su visitant potncial. Prtnd dircionar todo sforço d markting no sntido d associar o su ngócio às divrsas caractrísticas qu são atribuídas ao mrcado. Exmplo: mprsa d confiança, mprsa jovm, mprsa d vanguarda, tc. MÃOS À OBRA! Dfina uma stratégia d posicionamnto/imagm m rlação ao mrcado. 103

104 Gstão d Ngócios m ESTABELECIMENTO DA ESTRATÉGIA DE PREÇO São duas as formas d stablcimnto do prço d vnda dos produtos/srviços turísticos. A primira é comumnt utilizada plo pquno mprsário ou, ainda no caso do início d um novo ngócio, quando não haja dados históricos suficints sobr o passado do mprndimnto. Consist m tomar por bas os prços praticados pla concorrência, situar-s, m torno dl, m função dos difrnciais qu o su ngócio tm m rlação ao dls. A sgunda forma prssupõ o conhcimnto dos sus custos d produção/opração, ou sja, quanto você gasta para proporcionar o produto/srviço ao su visitant, pois o prço final dv cobrir o custo, ainda, grar um rsultado adicional positivo. Nst caso xig crto grau d profissionalismo a ajuda d um administrador ou d contador. MÃOS À OBRA! Com bas nos valors praticados plos sus concorrnts, qual o prço qu você prtnd cobrar dos visitants do su ngócio? 104

105 Gstão d Ngócios m ESTABELECIMENTO DA ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO Dvm sr analisados os mios d comunicação (rádio, TV, mala dirta, Intrnt, carro d som, faixas, jornal, tlmarkting) qu su mprndimnto irá utilizar, sua frqüência custo. MÃOS À OBRA! Quais as stratégias d comunicação qu srão utilizadas por você na divulgação d su ngócio /ou produtos/srviços? 105

106 Gstão d Ngócios m DEFINIÇÃO DOS CANAIS DE PROMOÇÃO E VENDAS A forma com qu você vai promovr vndr o produto/srviço coturístico no mrcado irá influir no alcanc do su clint potncial, na sua capacidad d atingir novos mrcados no su dimnsionamnto. A mprsa pod adotar uma rprsntants, agnts d viagm, parciros prstadors d srviços turísticos complmntars, Intrnt, tc. MÃOS À OBRA! Dscrva quais os canais d promoção d vndas qu você prtnd utilizar m su ngócio. 106

107 Gstão d Ngócios m TÉCNICAS DE GESTÃO AMBIENTAL Critérios para srm mprgados no planjamnto, na organização na opracionalização d instalaçõs coturísticas com sustntabilidad ambintal Aspctos rlacionados à arquittura dos mprndimntos - lmntos procssos construtivos: Construir dificaçõs cujo stilo stja m harmonia com o ambint natural; No projto das dificaçõs, utilizar técnicas d construção, matriais concitos culturais do local, compatívis com o ambint; As instalaçõs dvm aprovitar matéria-prima local rcorrr ao trabalho d artsãos artistas da rgião, smpr qu possívl; Situar os prédios as construçõs, d modo a vitar o cort d árvors importants a minimizar a dscontinuidad visual; Smpr qu possívl, utilizar árvors cuja quda foi natural (vndavais ou outros fnômnos naturais); As dificaçõs dvm sr spaçadas, a fim d prmitir o dslocamnto dos animais o crscimnto da florsta; Planjar, tndo m vista futuras ampliaçõs, para vitar dsprdícios; O planjamnto da obra dv rfltir procupaçõs ambintais, spcialmnt no qu s rfr ao uso da madira; Os lmntos da paisagm dvm sr posicionados d forma a propiciar a vntilação natural das instalaçõs a vitar o consumo dsncssário d nrgia; 107

108 Gstão d Ngócios m O projto dv utilizar técnicas d vntilação natural, smpr qu possívl; O projto dv considrar as variaçõs sazonais, como staçõs chuvosas ângulos d inclinação solar; A iluminação do local dv sr limitada controlada, a fim d vitar intrfrências nos ritmos circadianos dos animais; Vias d acsso para dficints físicos dvm sr providnciadas. Aspctos rlacionados à ltricidad ao sanamnto ambintal água, lixo, sgoto tc. Examinar cuidadosamnt quaisqur fonts potnciais d mau chiro rlacionadas às instalaçõs, qu possam sr prturbadoras do ambint ou dsagradávis ao visitant; Smpr qu possívl, utilizar soluçõs d baixa tcnologia; Considrar o uso da nrgia solar, passivo ou ativo, ou d fonts d nrgia ólica; Os ncanamntos d água adjacnts às trilhas dvm sr projtados com o mínimo d movimntação d trra; O uso d ar condicionado dv limitar-s às áras ond o control d tmpratura é fundamntal; Garantir o mprgo d métodos d tratamnto do lixo qu não prjudiqum o mio ambint qu sjam sguros m rlação aos instos outros animais; Providnciar mios d rciclagm; Utilizar tcnologias apropriadas para o tratamnto d rsíduos orgânicos, tais como compostagm, fossas sépticas ou tanqus d biogás; 108

109 Gstão d Ngócios m Procurar utilizar métodos d rciclar a água, para usos nãopotávis d tratar as águas contaminadas, ants qu las sjam lançadas novamnt ao mio ambint natural. Aspctos rlacionados à construção manutnção d trilhas coturísticas: O sistma d trilhas dv rspitar os padrõs d dslocamnto os habitats da vida slvagm; Lvar m considração o control da rosão na disposição d cada construção ou trilha; Dsviar a água para fora das trilhas stradas, ants qu la cri fluxo vlocidad suficints para criar problmas significativos d rosão; Nas trilhas, rduzir os pontos d travssia d rios riachos; Providnciar painéis informativos no início das trilhas, qu stablçam claramnt as rgras d comportamnto orints o visitant na aprciação da naturza; Considrar a utilização d dossl para cobrir trilhas d uso intnso ntr dificaçõs, a fim d rduzir a rosão proporcionar abrigo durant a stação chuvosa; Mantr, nas cabciras das trilhas, sanitários rcipints ambintalmnt adquados, para a colta d lixo, criar cronograma d manutnção/rmoção dos matriais. 109

110 Gstão d Ngócios m Aspctos a srm adotados plos mios d hospdagm : Fixar rgras sobr o comportamnto conduta ambintal conscint dos hóspds nos quartos; Instalar placas d idntificação junto às árvors plantas do ntorno imdiato aos alojamntos, para qu os visitants s familiarizm com as spécis qu possam ncontrar nas áras prsrvadas/protgidas xistnts nas imdiaçõs do hotl/ pousada; Afixar um código d conduta para os visitants os funcionários, qu instrua sobr o comportamnto m rlação ao mio ambint; A mobília outros acssórios d intriors dvm sr fabricados com rcursos locais, xcto quando houvr ncssidad d matrial spcífico qu não possa sr forncido no local; Evitar o uso d produtos qu consumam grand quantidad d nrgia nvolvam matriais prigosos; Providnciar a colocação d limpador d botas, d chuviros xtrnos similars, para mantr condiçõs adquadas d limpza garantir o bom funcionamnto da instalação. 110

111 Gstão d Ngócios m ASPECTOS A SEREM ADOTADOS PELAS PROPRIEDADES RURAIS SÍTIOS TURÍSTICOS fazr o zonamnto turístico-ambintal da ára, limitando ordnando o uso para a prática turística as rstriçõs ambintais. fazr a rcupração das condiçõs ambintais rcomposição florstal. vtar a circulação d vículos motorizados nas Áras d Prsrvação Prmannt (APP s). fazr o licnciamnto das obras d infra-strutura trilhas, plo podr público municipal/stadual. pastos, currais cochiras para cavalos outros animais d pastjo dvm star localizados d modo a não poluir os mananciais ou outros rcursos hídricos. com rlação aos mios d transport: vitar vazamntos vitar xcsso d missão d gass ruídos. 111

112 Gstão d Ngócios m ASPECTOS RELACIONADOS A INFORMAÇÃO PRESTADA AO TURISTA PARA MELHOR INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL E PARA O COMPROMISSO AMBIENTAL: prstar informaçõs sobr local, ambint, sua consrvação, o turismo a história. orintar os turistas sobr os cuidados qu s dv tr ao visitar um ambint natural : não jogar lixo compromtr-s m rcolhr os djtos ncontrados nos ambints naturais; vitar barulho ruídos; usar adquadamnt as instalaçõs sanitárias; instruir sobr como vitar incêndio acidnts; instruir sobr comportamnto do grupo quanto à fauna, flora moradors; instruir sobr técnicas d caminhada. dnunciar qualqur ação d dprdação ambintal, como caça, psca ilgal dsmatamnto irrgular. 112

113 Gstão d Ngócios m Outros aspctos grais: A prsrvação do cossistma dv tr prioridad sobr projtos imponnts, qu quiram imprssionar o visitant; O uso d automóvis outros vículos dv sr limitado ao mínimo; Praias margns d rios não dvm sofr dsmatamnto xcssivo; Mantr as áras d vgtação adjacnts a lagos, lagoas, riachos prns intrmitnts como faixas-litro para rduzir o scoamnto d sdimntos ntulho. Não colocar qualqur tipo d propaganda, vitando a poluição visual do atrativo; Promovr açõs d ducação consrvação ambintal junto à comunidad. (Font: FERREIRA, L.F. Curso d Capacitação Continuada/Gstão d Pousadas Ecológicas,ralização Ing-Ong Bioma Educação Ambintal, maio 2001 NASCIMENTO, D.S. Apostila d palstra ministrada sobr Práticas Sustntávis m ) 113

114 Gstão d Ngócios m TÉCNICAS DE MONITORAMENTO E CONTROLE DAS ATIVIDADES CONTROLE é a atividad grncial qu consist m Acompanhamnto Vrificação Anális Avaliação das atividads d cada órgão ou unidad produtiva ou d srviço constituint do mprndimnto coturístico sus rsultados alcançados, com o objtivo d tomar mdidas qu mantnham tais atividads com a máxima produtividad conômica, social ambintal. CONDIÇÕES PARA UM BOM CONTROLE Conhcimnto das atividads Boa comunicação com o pssoal Bom sistma d informaçõs para acompanhamnto das atividads Atnção zlo nas vrificaçõs Clarza sobr os objtivos do control padrõs dsjados 114

115 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Apont com um x quais dos sintomas abaixo você prcb qu ocorrm m sua mprsa ou ngócio? Alguns sintomas d dsorganização : As pssoas não sabm bm a qum s dirigir, no dsnvolvimnto dos sus trabalhos As pssoas não sabm o qu dvm fazr Difrnts pssoas fazm o msmo trabalho dsncssariamnt As pssoas não têm tmpo para discutir assuntos d trabalho As pssoas têm tmpo d sobra para discutir assuntos pssoais Há conflitos dvido aos problmas d autoridad As dcisõs são lntas As rgras não têm sntido As normas tornam-s um fim m si msmas Quais são as consqüências do quadro qu você caractrizou antriormnt? 115

116 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Vamos tntar ncontrar, na prática juntamnt com o instrutor, as soluçõs d alguns dsts casos? 116

117 Gstão d Ngócios m TÉCNICAS PARA MONITORAMENTO E CONTROLE DOS IMPACTOS DA VISITAÇÃO EM AMBIENTES NATURAIS 1.Slção d indicadors: infra-strutura (manjo/ sgurança) númro d árvors danificadas (vgtação) largura profundidad da trilha (solo vgtação) prsnça d srapilhira (solo) prsnça d lixo (contaminação solo/água) númro d trilhas (vgtação) class da condição atual (condiçõs ambintais) 2. Idntificação da ocorrência do impacto as suas causas falta d conscintização dos turistas falta d orintação adquada falta d quipamntos falta d consrvação da ára histórico do uso manutnção inadquada 117

118 Gstão d Ngócios m 3.Rcomndaçõs grais dfinição d númro d usuários (capacidad d carga) rcomposição da vgtação ciliar (rflorstamnto) 4.Açõs d manjo mrgnciais implantar rampa monitorar ára d nascnt fchar organizar acsso plantio d rastiras para rcobrimnto d solo nu fchar trilha diminuir dclividad da scada d acsso 5.Establcr mtas alcançar nova class d condição ambintal 118

119 Gstão d Ngócios m 6.Dfinição das stratégias d manjo trinamnto manutnção limpza implantar infra-strutura adquada rcupração da vgtação rdução da largura da trilha fchamnto das trilhas não oficiais sinalização srviço d monitors orintação aos turistas 7.Establcr plano d monitoramnto dfinição dos indicadors slcionados (plos técnicos locais) 119

120 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Vamos tntar avaliar impactos do turismo sobr alguns atrativos naturais rlacionados aos produtos coturísticos já xistnts no local? 120

121 Gstão d Ngócios m MONITORAMENTO DA SATISFAÇÃO DO TURISTA Pod sr fito através d uma psquisa com o mprgo d um qustionário. A partir dos dados coltados no qustionário, avaliam-s: o prfil dos turistas, o nívl d satisfação com os produtos srviços ofrcidos. É possívl, ainda, fazr uma anális d comportamnto dos visitants. O rsultado advindo do qustionário dá dicas sobr como implmntar stratégias d Educação ambintal, a mlhoria da infra-strutura do planjamnto do mprndimnto. MÃOS À OBRA! Faça um pquno qustionário qu possa sr aplicado para vrificar a satisfação do turista com rlação ao produto/srviço qu você ofrc. 121

122 Gstão d Ngócios m MÓDULO 5 PLANO DE NEGÓCIOS ESTOU PENSANDO EM MONTAR OU AMPLIAR UM NEGÓCIO! POR ONDE DEVO COMEÇAR? INTRODUÇÃO Para abrir uma mprsa, dv sr lvado m conta qu o sucsso d qualqur ngócio dpnd, sobrtudo, d um bom planjamnto. Embora qualqur ngócio ofrça riscos, é prciso prvnir-s contra ls. O QUE É O PLANO DE NEGÓCIOS? É um instrumnto qu visa struturar as principais caractrísticas, concpçõs altrnativas para uma corrta anális d viabilidad do ngócio, proporcionando uma avaliação, ants d colocar m prática a nova idéia, com isto, rduzir as possibilidads d s dsprdiçarm rcursos sforços m um ngócio inviávl. Também é xigido no caso d ncssidad da solicitação d mpréstimos d financiamntos junto aos bancos dmais instituiçõs financiras comrciais ou govrnamntais. POR QUE É FUNDAMENTAL ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS? Sabmos qu mprndr é smpr um risco, mas mprndr sm planjamnto é um risco qu pod sr vitado. O Plano d Ngócios, apsar d não sr a garantia do sucsso, irá ajudá-lo, ntr outras coisas, a conhcr a ralidad as particularidads do ramo d ngócio prtndido, além d favorcr o procsso da tomada d dcisõs, sr, ainda, um important instrumnto qu possibilitará você não s dsviar dos sus objtivos iniciais. Nst sntido, no trabalho d montar um novo ngócio ou msmo d ampliar uma atividad coturística já xistnt, é prciso qu o futuro mprsário tnha m mnt qu - ants d comçar a colocar m prática os passos ncssários para a abrtura ou lgalização da mprsa - l dv runir uma séri d conhcimntos prévios ssnciais, a rspito da ára d atuação prtndida, como por xmplo: 122

123 Gstão d Ngócios m conhcr o ramo d atividad ond qur atuar; conhcr as caractrísticas do mrcado qu dsja atingir; fazr um planjamnto do produto/srviço coturístico qu vai sr colocado m prática pla nova mprsa; stablcr os objtivos qu prtnd atingir com o ngócio, tanto mprsarial, quanto pssoalmnt, assim por diant. Para isto, é prciso fazr um lvantamnto d dados runir algumas informaçõs m uma séri d órgãos, tais como: IBGE; sindicatos; associaçõs (ABIH, ABAVE tc.); SEBRAE; Instituto d Hospitalidad; divrsos Ministérios do Govrno (x.:ministério do Mio Ambint, do Turismo, do Intrior, outros); forncdors; concorrnts parciros prstadors d srviços complmntars qu já atuam no stor; ntr outros. 123

124 Gstão d Ngócios m Estas açõs têm por objtivo conhcr, dntr outros aspctos: como s ncontra o mrcado/ramo; quanto o futuro mprsário trá qu vndr por mês para não vir a fracassar; quanto podrá rtirar por mês d pró-labor, sm prjudicar o bom funcionamnto da mprsa; quais os impostos a pagar suas alíquotas incidnts na atividad; quanto guardar d rcursos financiros para fazr frnt aos compromissos nos primiros mss (o chamado capital-dgiro), ntr outras informaçõs. Saiba qu xistm muitas atividads a srm xploradas na ára do turismo com sustntabilidad, mas atnção! Há uma séri d fators básicos qu influnciam a scolha do su ramo d ngócio. Dntr ls, podmos citar, por xmplo: a xistência o tamanho do mrcado (isto s chama dmanda); a capacidad d ofrta dos ngócios concorrnts /ou complmntars hoj xistnts ou prsts a s instalar; os conhcimntos spcíficos da ára ambintal do ramo d coturismo dtidos plo prtndnt ao ngócio (xpriência); uma parcla (chamada poupança ou capital próprio) ou todo o capital xigido (invstimnto) na montagm do ngócio; os programas as linhas d financiamnto disponívis qu s prstam para apoiar o ramo d atividad prtndido, tc. 124

125 Gstão d Ngócios m Enfim, é prciso fazr o planjamnto da strutura opracional financiro da nova mprsa, star conscint qu o Plano d Ngócios por você dsnvolvido não rprsnta somnt um instrumnto d planjamnto formalizado m um papl. El dv, sim, star intgrado a todo o ngócio, difundido ntr os parciros os colaboradors nvolvidos ralimntado prmanntmnt com novas informaçõs, qu possam contribuir para o sucsso do mprndimnto. VAMOS À PRÁTICA DA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE NEGÓCIOS EM ECOTURISMO Chgou o momnto d laborar o Plano d Ngócios do su mprndimnto. A sguir, é aprsntado um modlo d plano contndo um rotiro composto d nov tapas ou providências básicas qu prmitirão avaliar a viabilidad do su mprndimnto: 1ª Etapa - CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Visa conhcr o prfil do mprnddor, do mprndimnto a finalidad da laboração do Plano d Ngócios, qu pod sr um dntr os três casos aprsntados a sguir: Para criação um novo ngócio (implantação); Para a xpansão d um ngócio já xistnt (xpansão); Para a modificação da localização da mprsa (rlocalização). 1ª EXIGÊNCIA É ncssário conhcr o ramo d atividad Prcisam sr conhcidos alguns dados fundamntais qu caractrizam o ramo m qu s prtnd atuar, quais são as possibilidads d atuação dntro do sgmnto,, assim por diant. Por xmplo, o turismo é o ramo d atividad; dntro dl pod-s atuar spcíficamnt com o coturismo, ofrcndo opçõs d caminhadas por trilhas, as práticas do turismo d obsrvação ou contmplação, os sports d avntura, os motivos d psquisa /ou ducativos, tc. As agências d viagm, as mprsas d locação d vículos quipamntos sportivos (rapl, canoísmo,tc.), as copousadas os srviços d rstaurants, bm como o d guias constitum outras altrnativas d ngócios. Mais ainda, o su ngócio pod qurr star voltado para público adulto /ou infantil, ou só para strangiros, ou para psquisadors studiosos, assim por diant. 125

126 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Prncha o cadastro do mprnddor abaixo, com os sus dados pssoais simulados spcifiqu com um X qual é a finalidad da laboração do su Plano d ngócios. CADASTRO DO EMPREENDEDOR Pssoa Física: C.P.F: Razão Social: C.N.P.J: Data d Fundação: Endrço: Tlfon/ FINALIDADE DE ELABORAÇÃO DO PLANO Para criar um novo ngócio (implantação); Para a xpansão d um ngócio já xistnt (xpansão); Para a modificação da localização da mprsa (rlocalização). 126

127 Gstão d Ngócios m Quais são os aspctos qu tornam o coturismo difrnt, quando comparado às outras formas d turismo qu você conhc? (Turismo d lazr ou divrsão, Turismo d ngócios ou convnçõs, rligioso, Turismo por motivos d saúd/tratamnto médico (Spas) ou qualqur outro)? Faça uma sínts do tipo d mprndimnto qu você prtnd montar. Idntifiqu d forma clara objtiva, o ramo m qu prtnd atuar os motivos qu o lvaram a tomar sta dcisão. Ofrça dtalhs sobr o mprndimnto. 127

128 Gstão d Ngócios m É igualmnt ncssário conhcr o mrcado consumidor - O studo do mrcado consumidor é um dado important para o mprndimnto, pois abrang as informaçõs ncssárias à idntificação dos provávis visitants compradors dos produtos srviços coturísticos (clints). O qu produzir? D qu forma vndr? Qual é o local adquado para a localização do ngócio? Qual é o mrcado potncial para o su produto/ srviço coturístico? Mrcado potncial significa idntificar su público principal - para qum você prtnd produzir, vndr, prstar srviços, tc. (rgião, sxo, faixa d idad, costums, stilo d vida, rnda). Dv-s priorizar os mrcados idntificados. Procur dimnsionar quantitativamnt su mrcado principal, d prfrência atribuindo-lh númros objtivos. As informaçõs quanto ao raio d atuação da mprsa, tamanho d mrcado, númro d clints potnciais, dntr outras variávis, podm sr obtidas através da consulta m bancos d dados, cnsos conômicos dmográficos, publicaçõs spcializadas do stor, associaçõs comrciais d classs, sindicatos, órgãos do govrno fdral, stadual municipal, com os concorrnts ou ainda m psquisas d mrcado junto ao mrcado-alvo. Uma outra procupação do futuro mprsário dv sr a da idntificação s o stor possui sazonalidad no consumo. 2ª EXIGÊNCIA A sazonalidad stá ligada dirtamnt à variação da dmanda dos produtos/srviços da mprsa. Por xmplo: uma dmanda d um produto coturístico rprsntada prdominantmnt plo público constituído por jovns studants provavlmnt tm su pico d vndas no príodo d férias scolars uma quda acntuada no consumo dss produto/srviço nos mss m qu ocorr atividad scolar rgular. Ao conhcr as oscilaçõs qu sus produtos/srviços possam sofrr m dtrminadas épocas do ano, o mprsário dv pnsar m altrnativas para rsolvr o problma (Exmplo: insrção d novos produtos/ srviços coturísticos qu visam atndr outros tipos d visitants, promoçõs durant os friados prolongados, vntos tmáticos tc.). 128

129 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Qu tipos d ngócios vinculados à atividad coturística podriam sr ofrcidos na sua localidad? Rsponda considrando a ofrta d infra-strutura básica turística xistnts no su município o prfil da dmanda dos visitants qu você prtnd atndr. Quais são os aspctos qu você considra fundamntais para atndr as ncssidads dos coturistas m um mprndimnto do tipo copousada?: Ára para stacionamnto d sus vículos? Tlvisão m cors? Banhiro privativo com água qunt dntro do alojamnto? Uma dcoração arrojada modrna na rcpção? Funcionários qu falm mais d um idioma? Guias/condutors bm informados qualificados? Roupa d cama msa limpas confortávis? Toalhas d banho rosto d qualidad? Cardápio variado com comida sofisticada? O qu mais o coturista ncssita num mio d hospdagm? SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO 129

130 Gstão d Ngócios m 2ªEtapa DEFINIÇÃO DOS PRODUTOS/SERVIÇOS ECOTURÍSTICOS É ncssário dfinir caractrizar os produtos a srm ofrcidos os srviços a srm prstados conhcr os dtalhs do su produto/srviço coturístico. Ofrça produtos srviços qu atndam às ncssidads d su mrcado. MÃOS À OBRA! Lvando m considração o prfil traçado para o coturista-padrão, cit qu tipos d srviços ou produtos coturísticos sua mprsa podria ofrcr, s foss uma agência d viagns? 130

131 Gstão d Ngócios m Um mio d hospdagm (copousada)? Uma mprsa d alugul d vículos ou quipamntos sportivos d avntura? 131

132 Gstão d Ngócios m Uma associação d guias/condutors? Uma associação d artsãos? 132

133 Gstão d Ngócios m Um rstaurant? Uma Rsrva d Protção do Patrimônio Natural (RPPN)? 133

134 Gstão d Ngócios m 3ª Etapa ANÁLISE DE MERCADO São as sguints xigências para o corrto cumprimnto dsta tapa do Plano d Ngócios: 1ª EXIGÊNCIA A idntificação d oportunidads - Muitas oportunidads são ncontradas pla idntificação d tndências d mrcado (x.: a lvação do nívl d ducação a consciência ambintal por part das pssoas, o crscimnto no númro d jovns d uma população, o crscimnto da rnda do podr aquisitivo d um sgmnto social, tc.). Estas tndências mrcm rigorosa atnção por part do mprnddor, para dtctar uma oportunidad d ofrta d novos produtos srviços. MÃOS À OBRA! Dscrva quais são as tndências d mrcado do turismo qu você nota m sua rgião qu possa s prstar à abrtura d um ngócio. 134

135 Gstão d Ngócios m Quais os principais atrativos coturísticos qu a sua rgião possui? Quais são as oportunidads d ngócio qu você prcb nss contxto? 135

136 Gstão d Ngócios m 2ª EXIGÊNCIA A idntificação d amaças - As amaças também são uma constant no ambint mprsarial surgm d todas as sfras. Podm surgir do dsintrss do mrcado consumidor por su produto, diant da ntrada d novos concorrnts ofrtando novos produtos/srviços (dnomina-s snilidad do produto), passando pla ausência ou quda da qualidad dos srviços prstados, pla ocorrência das limitaçõs sazonais impostas plo clima às vias d acsso, assim por diant. MÃOS À OBRA! Quais são as principais amaças qu você prvê m su ngócio? 136

137 Gstão d Ngócios m 4ª Etapa A ESCOLHA DA LOCALIZAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO NEGÓCIO LOCALIZAÇÃO Ond montar o mu ngócio coturístico? A rsposta crta a ssa prgunta pod significar a difrnça ntr o sucsso ou o fracasso d um mprndimnto. Tudo é important para sta scolha dv sr obsrvado rgistrado. O local dv ofrcr a infra-strutura ncssária ao dsnvolvimnto do su ngócio, tr acsso facilitado aos clints forncdors, nfim, propiciar o su crscimnto. MÃOS À OBRA! Através do prnchimnto do quadro a sguir, você podrá tr um mlhor dircionamnto quanto às vantagns dsvantagns do local a sr scolhido. Faça uma anális dos divrsos fators qu possum os divrsos pontos potnciais d localização xistnts, para tomar uma dcisão sobr o local a sr instalado su mprndimnto. Os fators prmitirão fazr uma classificação plo grau d importância. A scala é d um a cinco m ordm crscnt, com o valor 5 corrspondndo ao valor mais favorávl para sua mprsa. 137

138 Gstão d Ngócios m Fators Ára comrcial movimntada Ára para abrigar todas instalaçõs Bom acsso rodoviário ou outro Concorrnt mais próximo Entrada d srviço para ntrgas Estado do imóvl Facilidad d ntrada saída Facilidad d stacionamnto Fluxo d tráfgo Histórico do local Localização do mprndimnto Mlhorias xigidas na locação Passagm d pdstrs Prço do Arrndamnto/alugul Srviços urbanos Sgurança Tmpo d contrato do alugul Transport público Zonamnto adquado/lg.ambintal Outro (spcificar) O quadro acima podrá sr aplicado para divrsos locais ofrcr mais d uma altrnativa para a localização do mprndimnto. 138

139 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Após a sua dfinição quanto à scolha da localização dscrva-a abaixo justifiqu os motivos qu o lvaram a sta dcisão. Qual é a distância dos mrcados forncdors, as principais vias d acsso m rlação ao su mprndimnto? 139

140 Gstão d Ngócios m DIMENSIONAMENTO O port ou tamanho do mprndimnto stá associado à sua capacidad d ofrta d produtos srviços dv lvar m considração as xpctativas da dmanda plos produtos srviços, as tndências d mrcado para o futuro, o prfil da concorrência os riscos financiros, ntr outros aspctos. Para vitar ociosidad ou até msmo dsprdício d rcursos é important qu o mprsário faça um dimnsionamnto ralista d suas instalaçõs, do volum d atndimnto, do númro d funcionários, dntr outras variávis qu podrão fazr part dsta anális. MÃOS À OBRA! Estim a capacidad instalada (isto é, a ára total, númro d aposntos (s for o caso), principais quipamntos, assim por diant), m função do volum d atndimnto sprado aos visitants, válido para o primiro ano d atividad d su mprndimnto coturístico. 140

141 Gstão d Ngócios m 5ª Etapa DEFINIÇÃO DO PROJETO OPERACIONAL Esta part do plano trata do como fazr para oprar o ngócio, xig crta dos d xpriência na ára d atuação. Dvm sr abordadas qustõs tais como: qu trabalho dvrá sr fito quais são as fass da produção/vnda/prstação d srviços; qum srá o rsponsávl pla prstação dos srviços quando o fará, spcificação do nívl d qualidad no atndimnto, d quais srão os quipamntos, instalaçõs utnsílios utilizados, aspctos similars. MÃOS À OBRA! É prciso vrificar qum tm conhcimnto xpriência no ramo prtndido: você? Um futuro sócio? Ou um profissional contratado? 141

142 Gstão d Ngócios m 6ª Etapa AVALIAÇÃO LOGÍSTICA E A CARACTERIZACAO DOS FORNECEDORES, inclusiv forncimnto d pssoal (RECURSOS HUMANOS) Para iniciar mantr a atividad mprsarial m coturismo, como m qualqur outra, a mprsa dpnd d sus forncdors - o mrcado forncdor. Mrcado forncdor é aqul qu fornc ao mprndimnto coturístico os quipamntos, matéria-prima, mrcadorias, funcionários, nrgia outros itns ncssários ao su funcionamnto. O conhcimnto dss mrcado vai s rfltir nos rsultados prtndidos pla mprsa. Procur idntificar sus forncdors considrando sua localização, prço, forma prazos d pagamnto, disponibilidad d forncimnto, lot mínimo d compra, tc, quando s tratar d mrcadorias quipamntos ncssários para a produção prstação dos srviços coturísticos. Todos os fators mncionados dvm sr lvantados para qu a mprsa possa avaliar a mlhor opção para atndr às suas ncssidads. Nst sntido, é fundamntal qu o mprnddor tnha a consciência a rsponsabilidad social d procurar aprovitar todos os rcursos os srviços proporcionados plos parciros prtncnts à própria comunidad local/rgional, prioritariamnt, smpr qu possívl, m su projto d ngócio. Com isto, cria-s uma cadia d produção srviços turísticos, na qual todos sam bnficiados, pois a produção d uns podrá atndr aos outros, qu, por sua vz, podrão grar novas dmandas ntr si, complmntando-s proporcionando dsnvolvimnto social conômico gnralizado na comunidad. É igualmnt ncssário conhcr s o stor possui sazonalidad no forncimnto d matérias-primas para produção. Dv sr obsrvado qu a disponibilidad d matérias-primas, quipamntos, alimntos dmais suprimntos ssnciais durant os divrsos príodos do ano podm sofrr altraçõs. Logo, é fundamntal qu a mprsa analis a possibilidad d rcorrr a insumos substitutos, para qu não compromta a sua cadia d produção ou d prstação d srviços. 142

143 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Idntifiqu os forncdors para o su ngócio, considrando a sua localização, os prços praticados, a forma prazos d pagamnto, a disponibilidad a confiabilidad do forncimnto, lot mínimo d compra, tc. utilizando a scala d valorização d 1 a 6 pontos o quadro a sguir sugrido: Exclnt Muito Bom Bom Rgular Ruim Muito Ruim Fators Forncdor A Forncdor B Forncdor C Atndimnto Capacidad d Entrga Condiçõs d Pagamnto Facilidad d Acsso Garantias dos Produtos Localização Lot Mínimo d Compra Pontualidad d Entrga Convniência d prço Qualidad do Produto Rlacionamnto 143

144 Gstão d Ngócios m OFERTA DE PESSOAL (RECURSOS HUMANOS) Nas atividads prtncnts à ára da prstação d srviços - é o caso do coturismo o fator mão-d-obra é dos mais importants, já qu srão as pssoas qu proporcionarão o atndimnto d qualidad capaz d ncantar o visitant, fazndo-o qurr rtornar um dia ou indicando bm o su mprndimnto para o su círculo d rlacionamnto, qu sabmos qu é smpr significativo. Pssoas dsprparadas podm colocar m risco a viabilidad todo o invstimnto ralizado no ngócio, xigm muitos rcursos custos d markting para rmdiar m médio prazo sta vrdadira amaça. MÃOS À OBRA! Faça um organograma da sua mprsa, dfinindo claramnt as funçõs linhas hirárquicas. 144

145 Gstão d Ngócios m Faça um rsumo das rsponsabilidads das qualificaçõs ncssárias para ralizar o trabalho a contnto d cada pssoa qu dvrá ocupar uma posição no organograma da sua mprsa (isto s chama prfil das pssoas qu irá contratar).com stas informaçõs, você trá condiçõs d procurar no mrcado o profissional adquado às ncssidads d sua mprsa. Dimnsion sua quip d trabalho (dfina o númro d pssoas), rlacionando númro d mprgados, cargos, salários ncargos sociais sprados. 145

146 Gstão d Ngócios m Há pssoas na comunidad com conhcimntos profissionais suficints da ára d coturismo outros, no nívl qu srá xigido plo padrão a sr utilizado no su ngócio? Havrá a ncssidad d trinamnto para alguma ára spcífica? Qum srá capaz d fazê-lo na sua localidad/rgião? 7ª Etapa ANÁLISE DA CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE É ncssário qu o mprnddor conhça o mrcado concorrnt qu é aqul composto plas pssoas ou mprsas qu ofrcm produtos coturísticos ou srviços iguais ou smlhants aos qu l prtnd ofrcr. Est mrcado dv sr analisado cuidadosamnt, dv-s idntificar quais são os sus concorrnts dirtos indirtos, m trmos d sus pontos forts fracos, canais d distribuição utilizados, custos prços d vnda praticados, políticas d crédito formas d divulgação. O conhcimnto sobr a concorrência é important para qu a mprsa stja atnta a todos os acontcimntos qu stão m torno d su mrcado. Pod também auxiliar o mprnddor na dfinição d stratégias d atuação junto aos concorrnts, com vistas a alcançar vantagns difrnciais m trmos d comptitividad. 146

147 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Idntifiqu qum são atribua uma nota aos sus principais concorrnts dirtos na localidad (isto é, aquls qu prstam srviços muito parcidos com o ofrcido plo su ngócio) Exclnt Muito Bom Bom Rgular Ruim Muito Ruim Fators Forncdor A Forncdor B Forncdor C Qualidad no Atndimnto Atndimnto pós-vnda (Assist.Técnica) Canais d Promoção Vnda Divulgação Garantias Ofrcidas Localização Forma d Rcbimnto (c/crédito, dinhiro) Prços praticados Qualidad dos Produtos ofrcidos Rputação Outros (spcificar): 147

148 Gstão d Ngócios m Faça o msmo para o caso dos concorrnts indirtos (aquls qu proporcionam não os msmos, mas outros srviços ou produtos coturísticos qu possam também intrssar o su futuro clint visitant) Exclnt Muito Bom Bom Rgular Ruim Muito Ruim Fators Forncdor A Forncdor B Forncdor C Qualidad no Atndimnto Atndimnto pós-vnda Canais d Distribuição Divulgação Garantias Ofrcidas Localização Forma d Rcbimnto Prços praticados Qualidad dos Produtos ofrcidos Rputação Outros (spcificar): 148

149 Gstão d Ngócios m Dscrva quais são as caractrísticas básicas dos produtos srviços coturísticos ofrcidos plo su principal concorrnt dirto. Dê uma idéia do volum d vndas qu l costuma tr, m média, plo qu você pôd obsrvar. 149

150 Gstão d Ngócios m Você acrdita qu os sus clints usuários lh são fiéis? 8ª Etapa DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA COMPETITIVA Dfinir uma stratégia comptitiva é fundamntal para traçar um dircionamnto do su ngócio. Essa stratégia pod sr alcançada através d um difrncial no qu s rfr à qualidad dos produtos/srviços, atndimnto, tcnologia, markting, tc. 150

151 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Dfina uma stratégia comptitiva para o su ngócio, tomando como bas as variávis: difrnciação/qualidad d atndimnto, profissionalismo sgurança. Escrva como o su produto/srviço coturístico dvrá fazr para sr difrnt, m rlação aos dos dmais concorrnts. 9ª Etapa PLANO DE MARKETING E COMERCIALIZAÇÃO CONHECER O MARKETING Markting, como muitos pnsam, não é só propaganda. Markting é um conjunto d atividads dsnvolvidas pla mprsa coturística, para qu sta atnda aos dsjos (xpctativas) às ncssidads d sus visitants. As atividads d markting podm sr classificadas m algumas áras básicas, a sabr: 151

152 Gstão d Ngócios m COMUNICAÇÃO Dvm sr analisados os mios d comunicação (rádio, TV, mala dirta, Intrnt, carro d som, rádio post, faixas, jornal, tlmarkting) qu sua mprsa irá utilizar, sua frqüência custo. MÃOS À OBRA! Cit duas formas d comunicação/ divulgação qu você acrdita srm suficints para atrair os visitants para o su ngócio. CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO A forma com qu você vai lvar o produto/srviço ao mrcado irá influir no alcanc do su clint potncial, na sua capacidad d atingir novos mrcados no su dimnsionamnto. A mprsa pod adotar uma séri d canais para isso, como: vnddors intrnos xtrnos, rprsntants, agnts d viagm, Intrnt, tc. 152

153 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Quais os parciros d sua rgião /ou d outras localidads qu você stá pnsando m utilizar como agnts para promovr vndr o su produto ou srviço coturístico? MARCA Uma marca bm trabalhada pod contribuir d forma ftiva para o sucsso d su ngócio. Ela stá associada à qualidad d su produto/srviço, à crdibilidad da mprsa junto aos clints. Enfim, la consolida uma imagm no mrcado. Você dv star atnto para a sua facilidad d pronúncia d mmorização, para a fácil lmbrança a associação com o produto/srviço qu é ofrcido. 153

154 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Establça uma marca para sua mprsa /ou produtos/srviços. POSICIONAMENTO/IMAGEM Esta ação visa a buscar uma afinidad com o su clint potncial. Prtnd dircionar todo o sforço d markting no sntido d associar o su ngócio às divrsas caractrísticas qu são atribuídas ao mrcado. Exmplo: mprsa tradicional, mprsa jovm, mprsa d vanguarda, mprsa d confiança, ngócio d profissionais tc. 154

155 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Dfina uma stratégia d posicionamnto/imagm d su ngócio, m rlação ao mrcado. PREÇOS Há plo mnos duas maniras d stablcr prços para os produtos/srviços coturísticos. A primira - amplamnt utilizada plos mprsários individuais plos donos d micro pqunos ngócios - é a do stablcimnto dos prços d vndas, tomando-s por bas os nívis d prços qu são praticados pla concorrência situando-s ora acima, ora abaixo dsts valors d rfrência, m função, quas smpr, d vntuais difrnciaçõs havidas ntr os stablcimntos (vista para um ponto ambintal stratégico, piscina aqucida, toalt no quarto tc.). A sgunda manira é mais comumnt ncontrada no caso das mprsas d maior port, toma por bas a dtrminação o conhcimnto dos sus valors d custos intrnos d produção d srviços, bm como das margns d rsultado prstablcidas (lucros) qu visam garantir o rtorno do invstimnto. 155

156 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Establça, com bas na psquisa dos prços praticados plos sus concorrnts, o prço dos produtos dos srviços coturísticos a srm cobrados m su mprndimnto. Em quantos por cnto l é mais caro ou mais barato, m rlação àquls praticados plo su concorrnt (vamos calcular juntos)? Quais as conclusõs a qu você chga, a partir dsts dados? 10ª Etapa INVESTIMENTOS EXIGIDOS O quadro d dtalhamnto dos invstimntos a sguir stá aprsntado d forma simplificada. Irmos considrar - somnt para fins d xmplo a sr dado durant st trinamnto - qu o mprndimnto no caso s trata da implantação d uma copousada turística na sua localidad. Dst modo, o mprnddor podrá dtalhar alguns itns, idntificando a quantidad, o valor unitário, o total d cada um dls, assim por diant. 156

157 Gstão d Ngócios m MÃOS À OBRA! Rlacion os invstimntos fixos qu srão ncssários para a implantação do projto da sua copousada. Obras Civis Trraplanagm Construção Projto Trrno Instalaçõs INVESTIMENTOS FIXOS R$ Custo d Compra / alugul / trrno Mlhorias / Rformas Outros Equipamntos Móvis, Fogão, Camas, tc. Máquinas Equipamntos Vículos Utnsílios Outros: Informática TOTAL 157

158 Gstão d Ngócios m Qual é a parcla do valor do invstimnto total xigido m su ngócio qu você acrdita sr capaz d participar com os sus próprios rcursos financiros (chamamos isto d poupança ou capital próprio)? Você sab qu há divrsas fonts d financiamnto qu s prstam para compltar o capital ncssário para abrir ou xpandir um ngócio na ára d coturismo. Nst xrcício, irmos rcorrr ao Programa d Gração d Emprgo Rndas PROGER para obtr um financiamnto complmntar d R$ ,00 dstinados à compra d quipamntos opracionais para nosso ngócio. O custo contratual srá d 5% a.a. + a inflação (mdida pla variação da TJLP Taxa d juros d longo prazo no príodo, avaliada m 8% a.a.). Obs.: No quadro abaixo adotarmos por hipóts qu a participação do mprnddor com o su capital próprio (poupança) srá d R$ ,00. S for o caso, rfaça os cálculos conform a planilha a sguir aprsntada. 158

159 Gstão d Ngócios m Vamos aprndr a calcular o custo médio pondrado do capital a sr invstido no ngócio. Modalidad d Capital Valor % Custo (ªª) %xcusto Capital do Emprsário ,00 0,38 0,14 0,0525 Capital d Trciros (PROGER) ,00 0,63 0,13 0,0813 Total ,00 1,00 0,1338 CUSTO MÉDIO PONDERADO 13,38% ªª 11ª Etapa VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA RESUMO PASSO A PASSO DE UM ESTUDO DE VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA DE PLANO DE NEGÓCIO caso d uma ECOPOUSADA. Passo 1 - Lvantar o invstimnto fixo (máquinas, instalaçõs, móvis utnsílios) Transcrva o valor total do invstimnto fixo qu foi dtrminado antriormnt para o rsumo abaixo: 159

160 Gstão d Ngócios m INVESTIMENTO FIXO Passo 2 - Estimar o faturamnto médio mnsal da copousada o valor dos impostos Faturamnto R$ Rcita da vnda d Diárias (1)* Rcita d Srviços d Lavandria (2) Rcita d Tlfonia (3) Outras rcitas ( x.: souvnirs,tc.) (4) T O T A L * Fórmulas: (1) = Númro d Diárias/mês x prço da Diária Média; (2) = 20% x Valor da Rcita da vnda d Diárias; (3) = 7% x Valor da Rcita da vnda d Diárias; (4) = 18% x Valor da Rcita da vnda d Diárias. 160

161 Gstão d Ngócios m Passo 3 - Estimar os custos fixos mnsais da copousada Apliqu as porcntagns indicadas m cada tipo d custo fixo sobr o valor do faturamnto (rcita d vndas) apurado no passo 2. CUSTOS FIXOS % do Faturamnto RETIRADA DOS SÓCIOS Pró labor 1,4 ENCARGOS SOCIAIS SOBRE A RETIRADA 0,8 SALÁRIOS Funcionários contratados 17,8 ENCARGOS SOCIAIS SOBRE SALÁRIOS 9,5 SEGUROS 2,1 DESPESAS BANCÁRIAS Taxas manutnção 0,1 JUROS sobr financiamntos 1,0 HONORÁRIOS DO CONTADOR 0,1 SEGURANÇA E JARDINAGEM 0,1 ALUGUEL/LEASING Equip./vículos 3,9 MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO 2,5 PROPAGANDA/PROMOÇÃO 1,3 DEPRECIAÇÃO Invstimntos fixos 1,0 FINANCIAMENTOS EXISTENTES-Amortiz. 1,0 OUTROS 0,7 TOTAL 43,3 R$ 161

162 Gstão d Ngócios m CUSTOS VARIÁVEIS % do Faturamnto CONSUMO DE ELETRICIDADE 9,1 CONSUMO DE ÓLEO DIESEL 4,7 CONSUMO DE GAS 0,8 CONSUMO DE ALIMENTOS 5,4 CONSUMO DE BEBIDAS 4,1 CONSUMO DE MATERIAIS DE LIMPEZA 3,3 CONSUMO DE LAVANDERIA 3,6 CONSUMO DE TELEFONE/INTERNET 2,8 GASTOS COM TRANSPORTE, LOCOMOÇÃO 2,6 OUTROS 1,4 TOTAL 37,8 R$ Passo 5- Psquisar o prcntual d impostos + comissõs ICMS - sobr rcita d alimntos/bbidas ISS - sobr diárias COFINS PIS CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO IMPOSTO DE RENDA SIMPLES COMISSÕES TOTAL IMPOSTOS (%) 162

163 Gstão d Ngócios m Passo 6 - Calcular a margm d contribuição o su índic Faturamnto ( - ) Custos Variávis ( - ) Custos Fixos ( - ) Impostos + comissõs ( = ) Margm d contribuição DISCRIMINAÇÃO R$ Índic da Margm d Contribuição: (Margm d Contribuição Faturamnto) x 100 DISCRIMINAÇÃO (%) Passo 7 - Calcular o ponto-d-quilíbrio da copousada DISCRIMINAÇÃO R$ Ponto-d-quilíbrio: (Custos fixos índic da Margm d contribuição) x

164 Gstão d Ngócios m Passo 8 - Dtrminação do lucro para o nívl d faturamnto stimado Faturamnto Estimado Custos Fixos DISCRIMINAÇÃO R$ Lucro: ((Faturamnto Estimado x Índic da Margm d Contribuição) / 100) - Custos Fixos Passo 9 - Calcular a ncssidad d capital d giro Exmplo: A soma dos custos fixos + variávis mnsais prvistos nos três primiros mss d funcionamnto da copousada. Capital d giro inicial Passo 10 Dtrminação do Invstimnto Total ncssário considrado o invstimnto fixo + a ncssidad d capital d giro. Exmplo: O valor stablcido no Passo 1 + Passo 9. Invstimnto fixo Capital d giro inicial T o t a l INVESTIMENTO TOTAL R$ 164

165 Gstão d Ngócios m Passo 11- Taxa d rntabilidad Fórmula = (lucro/mês invstimnto total ncssário) x 100. A rsposta srá dada m porcntagm. MÃOS À OBRA! 165

166 Gstão d Ngócios m Passo 12 - Prazo d rtorno do invstimnto ( Payback ): Fórmula = invstimnto total ncssário lucro/mês. A rsposta srá dada m númro d mss. MÃOS À OBRA! 166

167 Gstão d Ngócios m CONCLUSÃO! MÃOS À OBRA! Compar a taxa d rntabilidad prvista com o custo médio do capital qu você aplicou m su ngócio (constant da 10ª Etapa do Plano d ngócios). Smpr qu a taxa qu md a rntabilidad do projto d ngócio for igual ou suprior ao custo d obtnção do capital invstido, ntão podrmos dizr qu o projto possui viabilidad conômicofinancira. Caso ocorra o contrário, a idéia do ngócio dv sr rcusada, ou modificada, pois la dmonstrou sr inviávl (isto val dizr qu não prmitirá a rcupração do capital invstido). A sguir, consult o prazo d tmpo qu o ngócio xigirá para havr a rcupração do capital inicialmnt invstido o compar com a suas xpctativas ao prtndr iniciar o ngócio. Caso st sja compatívl com as suas xpctativas, o projto dv sr acito. Snão, dvrá sr abandonado ou ntão rformulado. Coloqu as suas conclusõs quanto à viabilidad conômico-financira do ngócio, tomando por bas os dados qu lh foram forncidos plo su Plano d Ngócios. 167

168 Gstão d Ngócios m Parabéns, por tr fito o planjamnto antrior à implantação do ngócio! 168

169 Gstão d Ngócios m BIBLIOGRAFIA CALABRÓ, Amália. Entrpris application intrfac: O dsafio para intgrar CRM ERP. Artigo 14/08/00-17:44. Disponívl m < URL: [28/11/2000]. CARVALHO, Isabl Cristina d Moura. Educação ambintal: a formação do sujito cológico. São Paulo: Cortz Editora, CASTELLI, Graldo. Turismo: atividad marcant do século XX. Caxias do Sul: EDUCS, COBRA, Marcos. Markting d turismo. São Paulo: Cobra Editora Markting,2004. COBRA, Marcos. Como administrar um rstaurant comrcial: a ficha fécnica d produção O (bom) comço d tudo. São Paulo: Rvista Cozinha Industrial (dição ltrônica:www. cazinhaindustrial.com.br), cadrno d finanças, dição nov/dz COBRA, Marcos. Curso d stratégia m mprnddorismo. Apostilado. São Paulo: Núclo d Políticas Estratégia da Univrsidad d São Paulo NAIPPE/USP, FEITOSA, Mauro. Da informação ao conhcimnto. Artigo 10/11/00-18:53. disponívl m < URL: [28/11/2000]. FERREIRA, Luiz Frnando. Curso d capacitação continuada m gstão d pousadas cológicas. FAT/SERT/MTB. São Paulo,2001. FUSTER, L.F. Toria y tcnica dl turismo. Madri: Ed.Nacional, GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Sistma d gstão ambintal. Scrtaria d Enrgia, Rcursos Hídricos Sanamnto / CTEEP. São Paulo, GUIBILATO, G. Economi touristiqu. Dngs: Dlta-Sps, INSKEEP, Edward. Tourism planning: An intgratd and sustainabl dvlopmnt approach. Nw York: Van Norstrand Rinhold, KOTLER, Philip. Administração d Markting. São Paulo, MINISTERIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO. Programa nacional d turismo rural na agricultura familiar: a dscobrta d um novo campo. Brasília: MDA/SAF, ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS DO BRASIL. Orintação para a constituição d cooprativas. Org. Frd Fonsca/Balcão Sbra/TO-Palmas,

170 Gstão d Ngócios m PANDOLFI, Valdir. CRM Filosofia ou Tcnologia? Artigo 07/11/00-17:50. disponívl m < URL: 28/11/2000]. PARANHOS, João Batista, t al. Prfil da hotlaria paulista. São Paulo, publicação dz/jan, 1994, ABIH-SP/SEBRAE. São Paulo: Ed. Stampato, PARANHOS, João Batista. Como laborar studos d viabilidad conômico-financiro m turismo hotlaria. Apostilado. São Paulo:SENAC/SP, PEPPERS AND ROGERS GROUP DO BRASIL. Costumr Rlationship Managmnt (CRM) Sris: Markting on to on. jan d ROCHA, Carlos Hnriqu. A strada qu lva ao CRM. Artigo 15/09/00-20:31. disponívl m < URL: [28/11/2000]. SEBRAE SP. Curso d orintação para crédito. Programa Brasil Emprnddor, São Paulo, TAURION, Czar. Os stágios d uma stratégia CRM. Artigo 23/11/00-14:23. disponívl m < URL: [28/11/2000]. TAURION, Czar. Técnicas d Grnciamnto m hotlaria. Apostilado. São Paulo: SENAC/CET, THORSELLI, Jams. Protctd Aras in East Africa & Training Manual. Gland, Switzrland: IUCN,1993. TREINAMENTO MOTIVACIONAL COM RESULTADOS. Comptências ssnciais do mprnddor. Séri Emprnddorismo, SITES RELACIONADOS A MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL AGENDA 21 AGIR AZUL ÁGUA ON-LINE ÁGUA VIVA AIPA AMBIENTE BRASIL

171 Gstão d Ngócios m AMBIENTE GLOBAL AMBIENTE TOTAL APOEMA PROJETO EDUCAÇÃO AMBIENTAL ASSOCIAÇÃO ITUANA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL AMAZÔNIA ATIBAIA PROGRAMA EDUCACIONAL PARA RECICLAGEM BDT BASE DE TROPICAL BIBLIOTECA VIRTUAL DE EDUCAÇÃO BIBLIOTECA VIRTUAL SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS BIODIVERSITAS CATÁLOGO JURÍDICO SOBRE CONSUMO E MEIO AMBIENTE FIESP CENTRO DE REFERÊNCIA EM BIODIVERSIDADE BIOTA CENTRO DE REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL CIDADANIA NA INTERNET CIDADANIA PELAS ÁGUAS CIÊNCIA HOJE CLUBE DA SEMENTE COMPROMISSO EMPRESARIAL PARA RECICLAGEM

172 Gstão d Ngócios m CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE EA NAS EMPRESAS ECOAGÊNCIA NOTÍCIAS ECOKIDS ECOLINKS EDITORA TERCEIRO MILÊNIO FOLHA DO MEIO AMBIENTE FUNDAÇÃO BRASILEIRA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL FUNDAÇÃO ESTADUAL DE PROTEÇÃO AMBIENTAL RS FUNDAÇÃO ONDA AZUL FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO FUNDO MUNDIAL PARA A NATUREZA WORLD WATCH INSTITUTE-BRASIL FUNDO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE GREENPEACE DO BRASIL HORTA VIVA EDUCAÇÃO AMBIENTAL INSTITUTO & PESQUISA AMBIENTAL 5 ELEMENTOS RECICLAGEM DE PET INSTITUTO AMBIENTAL VIDÁGUA WWF INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

173 Gstão d Ngócios m INSTITUTO DE ECOLOGIA POLÍTICA INSTITUTO DE PERMACULTURA E ECOVIAS DO CERRADO INSTITUTO DE PESQUISA AMBIENTAL DA AMAZÔNIA INSTITUTO ECOAR PARA A CIDADANIA INSTITUTO SOCIEDADE, POPULAÇÃO E NATUREZA INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL INTERNATIONAL COUNCIL OF LOCAL ENVIRONMENTAL INICIATIVES (CONSELHO INTERNACIONAL PARA INICIATIVAS AMBIENTAIS LOCAIS) LIXO MEC EDUCAÇÃO AMBIENTAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E CULTURA BRASIL PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO NO BRASIL PROGRAMA NACIONAL DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA PROJETO DE EDUCAÇÃO TOM DA MATA PROJETO SAÚDE & ALEGRIA RADAR AMBIENTAL RECICLAGEM PARA CONSTRUIR

174 Gstão d Ngócios m RECICLOTECA REDE DE INFORMAÇÕES PARA O TERCEIRO SETOR REVISTA AMBIENTE REVISTA EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM AÇÃO REVISTA ELETRÔNICA DO MESTRADO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA FURG SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SENAC-SP SISTEMA BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL CONTEXTO INSTITUCIONAL SOCIEDADE DE PESQUISA EM VIDA SELVAGEM SOS MATA ATLÂNTICA VIDÁGUA (Font: CARVALHO, Isabl Cristina d Moura Educação ambintal: a formação do sujito cológico. Docência m formação. São Paulo: Cortz,2004) 174

175 Gstão d Ngócios m Programa Nacional d - PNE Programa d Dsnvolvimnto do na Amazônia Lgal - PROECOTUR Unidad d Grnciamnto do Programa UGP/ MMA Coordnador-Gral Allan Milhomns Grnt Técnico do Procotur Rinaldo Mancin Grnt Administrativo / Financiro (intrino) Flávio Camiá Equip Técnica Procotur-PNE Amado Mota, Danila Nascimnto, Frnando Frrira, Liliana d Salvo, Lucila Egydio, Marcllo Lournço, Wagnid Rodrigus Equip Administrativa / Financira Bruno Farias, Eurids d Carvalho, Elnic Maurício, Josinid Pas, Patrícia Azvdo, Pdro Araújo, Rafal Gangana, Wllington d Sousa, Yuri Carvalho COMPONENTE DE CAPACITAÇÃO EM ECOTURISMO DO PROECOTUR/PNE Coordnação Nacional: Frnando Frrira Coordnação na Amazônia Lgal: Liliana d Salvo Elaboração da Cartilha Txto: João Batista Paranhos Txto d apoio: ECOTURISMO: Visitar para consrvar dsnvolvr a Amazônia, MMA/SCA/ PROECOTUR, Colaboração rvisão: Danila Nascimnto Lucila Egydio Projto Gráfico: ATO3 - Comunição & Dsign Consultoria: Consórcio MundiSrviços Ruschmann Consultors d Turismo Ministério do Mio Ambint Scrtaria d Políticas para o Dsnvolvimnto Sustntávl Programa d Dsnvolvimnto do na Amazônia Lgal PROECOTUR Esplanada dos Ministérios, Bloco B, sala 930 CEP: Brasília DF Brasil Tl.: (55) (0XX61) / Fax.: (55) (0XX61) [email protected] 175

176 Gstão d Ngócios m Banco Intramricano d Dsnvolvimnto

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