Orientações Agricultura e Floresta

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Orientações Agricultura e Floresta"

Transcrição

1 Orintaçõs Agricultura Florsta Promovr o dsnvolvimnto rural na óptica da multifuncionalidad dos spaços, através d stratégias instrumntos qu nglobm os divrsos actors públicos privados com intrsss nsts domínios. Promovr actividads d produção agrícolas florstais conomicamnt comptitivas rspitadoras do ambint, da sgurança alimntar do bm-star animal da multifuncionalidad dos spaços florstais. Valorizar os rcursos naturais, paisagísticos patrimoniais dos spaços rurais. Promovr a laboração dos Planos d Gstão Florstal das áras submtidas a rgim florstal, das propridads privadas com ára suprior ao dfinido m cada PROF m spcial das matas modlo (Quinta do Furadouro uma ára intgrada na Companhia das Lzírias, S. A.), uma vz qu stas são constituídas por spaços florstais ond há possibilidad d implmntar tstar modlos d gstão qu s prtndm xmplars. Estimular a divrsificação do tcido conómico social a mlhoria da qualidad d vida das zonas rurais, promovndo a salvaguarda das áras agrícolas prioritárias na afctação do trritório a outras utilizaçõs dominants. Intgrar os procssos d modrnização, xpansão instalação d novas actividads no trritório, rlativas à transformação distribuição, no contxto das soluçõs qu vnham a sr propostas para as rstants actividads conómicas. Promovr a adopção, por part das ntidads comptnts, d mcanismos d tratamnto prioritário dos procssos d licnciamnto d iniciativas mprsariais intgradas no contxto das filiras stratégicas propostas no âmbito do Plano Estratégico Nacional (PEN). Dsnvolvr unidads d valorização d flunts, rsíduos lamas provnints d agro-indústrias xploraçõs agro-pcuárias d forma a contribuir para a mlhoria dos solos (incorporação d matéria orgânica d qualidad), prvndo soluçõs colctivas multisctoriais, prvndo a produção d nrgias rnovávis (biodigstão).

2 O dsnvolvimnto sustntávl m spaço rural dv: Sujitar as actividads florstais aos objctivos normas spcíficas comuns prvistos nos PROF do Ost Ribatjo, tndo m conta as rspctivas sub-rgiõs homogénas funcionalidads, tal como idntificado no Anxo IV. Sujitar as actividads agrícolas dsnvolvidas m áras dsignadas como Zonas Vulnrávis, ao abrigo Dirctiva Nitratos (Dirctiva n.º 91/676/CEE, do Conslho, d 12 d Dzmbro), ao nquadramnto prvisto nos rspctivos Programas d Acção. Acautlar a rmoção d nutrints durant o tratamnto d águas rsiduais urbanas ou agro-industriais m zonas vulnrávis aos nitratos. Sujitar as actividads agrícolas florstais dsnvolvidas nas áras classificadas para consrvação da naturza da biodivrsidad à compatibilização das msmas aos objctivos para qu foram criadas. Sujitar os solos suscptívis d dsrtificação às normas rsultants da aplicação rgional do Plano d Acção Nacional d Combat à Dsrtificação. Promovr salvaguardar os invstimntos (públicos ou privados) struturants do spaço rural, tais como áras d rgadio, a florsta, as acçõs d struturação fundiária, ou ainda os invstimntos com impact social conómico na comunidad, tais como rgadios tradicionais, construçõs ou bnfitorias.

3 Dirctrizs Agricultura Florsta DIRECTRIZES 1. Nas áras idntificadas com potncialidads agrícolas florstais, condicionar a ocupação uso do solo às sguints dirctrizs: 1.1. Prsrvar promovr o uso agrícola nos solos d maior capacidad produtiva, nomadamnt, ond s fctuaram ou s prvê fctuar invstimntos significativos, públicos ou privados, ou ond s dsnvolvam os sistmas culturais intgrados m filiras stratégicas rgionais /ou d qualidad (frutícolas, hortícolas, culturas industriais, vinha, olival) os intgrados na RAN m aprovitamntos hidroagrícolas colctivos 1.2. Rordnar ralocar os usos do solo rural, cujo aprovitamnto sja conflitual com os rcursos hídricos, spaços d potncialidad aptidão agrícola ou zonas d risco (.g. incêndio) 1.3. Dlimitar trritórios prfrnciais, com vista a rgular usos ocupaçõs qu prmitam a dfsa promoção do sctor 1.4. Establcr as condiçõs para a instalação d stufas, spcialmnt as d lvado invstimnto por unidad d ára, d forma a garantir a xpansão sustntávl a salvaguarda da rspctiva ára d influência 1.5. Prvr áras para instalação funcionamnto d rcolha triagm d plásticos da agricultura, bm como, acautlar a implantação d unidads d rqualificação d rsíduos agro-rurais Lgislação- Concrtização Instrumnto d Estratégia / Incntivos Critérios d dcisão Entidad Excutora 1.6 Promovr sistmas práticas agrícolas florstais com funçõs rlvants para a qualidad ambintal da rgião PEN PROF Rib. PROF Ost 1.7. Alargar a ára sujita a modos d produção d lvada sustntabilidad ambintal à crtificação d gstão sustntávl, d forma a minimizar os impactos ngativos significativos no mio nvolvnt 1.8. Na dlimitação ou implmntação das tipologias d spaços d unidads turísticas dvrão sr salvaguardadas as áras stratégicas agrícolas florstais, nomadamnt as áras d povoamnto d sobriro azinhira. 2. No domínio das actividads d pcuária intnsiva, transformação distribuição agroalimntar florstal, condicionar a ocupação uso do solo às sguints dirctrizs:

4 DIRECTRIZES 2.1. Promovr a adopção, por part das ntidads comptnts, d mcanismos d tratamnto prioritário dos procssos d licnciamnto d iniciativas mprsariais intgradas no contxto das filiras stratégicas propostas no âmbito do Plano Estratégico Nacional (PEN) 2.2. Dfinir condiçõs idntificar áras para a implantação d novas unidads sctoriais produtivas para a dslocalização d unidads qu stjam m conflito com outros sctors 2.3. Rqualificar os trritórios com lvada carga primária intnsiva suiniculturas, boviniculturas xploraçõs avícolas sm tratamnto colctivo d flunts 2.4. Salvaguardar a prmanência m solo rural das áras com unidads produtivas pcuárias 3. Promovr o dsnvolvimnto sustntávl m spaço rural através das sguints dirctrizs: 3.1. Contrariar a fragmntação das unidads culturais a dstruição das struturas ou áras d lvado intrss agrícola paisagístico, através d: Lgislação- Concrtização Instrumnto d Estratégia Incntivos Critérios d dcisão Entidad Excutora Compartimntação com sbs ou muros tradicionais, m pdra sca, acidnts naturais; tc Culturas m socalcos Vals abrtos ncaixados com lvada qualidad visual Margns d linhas d água, barragm albufiras, faixas ripícolas, 3.2. Assgurar a prsrvação d struturas tradicionais associadas à actividad agrícola. (x: iras, poços, tanqus, noras, moinhos, muros m pdra,tc 3.3. Assgurar qu as construçõs rspitm padrõs d qualidad arquitctónica, quando a qualidad da paisagm o justifiqu, os padrõs tradicionais d construção 4. No âmbito dos spaços florstais com funçõs d produção, silvopastorícia, caça psca dvs rspitar as sguints dirctrizs: 4.1. Diminuir progrssivamnt a xtnsão trritorial abrangida por povoamntos puros d spécis d rápido crscimnto sujitos a silvicultura intnsiva, alocando-os prfrncialmnt m zonas com maior produtividad PROF Rib. PROF Ost MADRP 4.2. Mlhorar os povoamntos sujitos a silvicultura intnsiva, maximizando a sua rndibilidad por unidad trritorial, aproximando-os dos objctivos produtivos stablcido na Estratégia Nacional para as Florstas dos PROF do Ost Ribatjo 4.3. Fomntar a xpansão do sobriro pinhiromanso, d forma a consolidar a filira da cortiça promovr uma filira rgional cntrada na produção do pinhão, conform as mtas prvistas para cada

5 DIRECTRIZES sub-rgião homogéna do rspctivo PROF Lgislação- Concrtização Instrumnto d Estratégia Incntivos Critérios d dcisão Entidad Excutora 4.4. Aumntar a ára sujita a gstão florstal sustntávl 4.5. Fomntar as zonas d intrvnção florstal nas rgiõs com grand fragmntação da propridad qu tnham aptidão florstal 4.6. Fomntar a divrsidad florstal, diminuindo a xtnsão d áras com povoamntos monospcíficos promovr a divrsificação d produtos florstais 4.7. Estimular a implmntação d técnicas d mobilização dos solos nos montados d sobro azinho qu garantam a não afctação das raízs da rgnração natural das árvors das opraçõs d manutnção d forma a proporcionar as adquadas condiçõs d dsnvolvimnto dos povoamntos 4.8. Incrmntar a valorização nrgética da biomassa florstal como font rnovávl d nrgia, sm compromtr o balanço d nutrints xistnts nos cossistmas florstais 4.9. Implmntar programas d prvnção d fogos florstais, d acordo com as boas práticas d condução d povoamntos Divrsificar as produçõs associadas aos spaços florstais, incntivando a multifuncionalidad dsts spaços, aumntando os sus contributos para a rndibilidad global das xploraçõs florstais 5. No âmbito dos spaços florstais com funçõs d protcção d consrvação, dv-s rspitar as sguints dirctrizs: 5.1. Fomntar as galrias ripícolas, com acçõs d manutnção consolidação vocacionadas para a consrvação dos rcursos hidrológicos d habitats spcíficos classificados, ond a xploração florstal stará subordinada aos princípios da consrvação protcção 5.2. Fomntar spaços florstais para protcção contra a rosão ólica, hídrica chias, através da instalação d spécis adaptadas à stação, promovndo a rápida cobrtura do solo, com mobilização mínima, adoptando uma strutura irrgular, com uma dnsidad suprior à dos povoamntos m produção 5.3. Rcuprar solos dgradados mdiant o fomnto dos fnómnos conducnts à formação d solo, através da utilização d spécis pioniras, técnicas conducnts à mobilização mínima dos solos utilização prfrncial d spécis autóctons, com spcial atnção à sua rgnração natural PROF Rib. PROF Ost MADRP

6 DIRECTRIZES 5.4. Fomntar a consrvação rcupração dos habitats florstais classificados, através do aprovitamnto da rgnração natural dsts cossistmas, do controlo das spécis xóticas com caráctr invasor. Adopção d normas mínimas d intrvnção, favorcndo a divrsidad da flora da fauna, ao nívl do povoamnto, no intuito da manutnção dos valors objcto d mdidas d consrvação 5.5. Dsincntivar o stablcimnto d novos povoamntos puros d rápido crscimnto, privilgiar os povoamntos irrgulars, promovr a divrsidad na composição dos povoamntos florstais proporcionar o alongamnto da idad dos povoamntos o surgimnto d árvors longvas ou cavrnosas, no intrior dos sistmas cuja função d consrvação d habitats, com spécis d flora fauna protgidos stja prsnt 6. As Câmaras Municipais, no âmbito dos dos s Municipais/procsso d licnciamnto, m áras florstais com função d rcrio nquadramnto paisagístico são rsponsávis por: 6.1. Incntivar a ocupação agrícola no intrior d manchas florstais xtrms, contribuindo qur para a divrsidad cultural qualidad paisagística qur para vitar a propagação d incêndios 6.2. Divrsificar naturalizar a paisagm nas áras sujitas a mprndimntos turísticos rlvants, nomadamnt no qu rspita aos povoamntos florstais monospcíficos 6.3. Promovr garantir o acsso à utilização social da florsta, promovndo a harmonização das múltiplas funçõs qu la dsmpnha salvaguardando os sus aspctos paisagísticos, rcrativos, cintíficos culturais 6.4. Aumntar a qualidad paisagística no intrior dos sistmas cujas funçõs d rcrio d nquadramnto paisagístico stjam prsnts, contribuindo para o aumnto do bm-star das populaçõs 6.5. Utilizar spécis florstais m ambints urbanos qu obdçam a normas d sgurança, d saúd d nquadramnto paisagístico adquados a ambints urbanos Lgislação- Concrtização Instrumnto d Estratégia Incntivos Critérios d dcisão Entidad Excutora Font: PROT OVT

Planificação das Actividades Eixo I PROPORCIONAR AOS IDOSOS MELHOR QUALIDADE DE VIDA INCLUINDO MEDIDAS DE COMBATE À POBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL

Planificação das Actividades Eixo I PROPORCIONAR AOS IDOSOS MELHOR QUALIDADE DE VIDA INCLUINDO MEDIDAS DE COMBATE À POBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL PLANO DE ACÇÃO O Plano acção é um documnto anual ond s idntificam os projctos intrvnçõs prvistas para cada ano, dvidamnt nquadradas nas stratégias dfinidas m Plano d Dsnvolvimnto Social. No sgundo PDS,

Leia mais

Plano de Estudo 5º ano - ANUAL

Plano de Estudo 5º ano - ANUAL Plano d Estudo 5º ano - ANUAL Disciplina: Ciências Naturais Unidad Tmática Contúdos 1 Importância das rochas do solo na manutnção dvida. Por qu razão xist vida na Trra? Qu ambint xistm na Trra? Ond xist

Leia mais

PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO GALIFORMES

PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO GALIFORMES PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO GALIFORMES OBJETIVO GERAL Assgurar prmanntmnt a manutnção das populaçõs a distribuição gográfica das várias spécis d Cracida Odontophorida. Atnção spcial srá dada aos táxons amaçados

Leia mais

República de Moçambique Ministério dos Transportes e Comunicações Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique

República de Moçambique Ministério dos Transportes e Comunicações Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique Rpública d Moçambiqu Ministério dos Transports Comunicaçõs Instituto Nacional das Comunicaçõs d Moçambiqu PROPOSTA DA ESTRATÉGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR POSTAL Junho, 2014 V-1ÍNDICE Abrviaturas...5

Leia mais

TERMOS ADITIVOS AOS CONTRATOS FIRMADOS EM 2012

TERMOS ADITIVOS AOS CONTRATOS FIRMADOS EM 2012 TRMOS ADITIVOS AOS CONTRATOS FIRMADOS M 2012 ORDM CRONOLÓGICA PRIMIRO TRMO ADITIVO Nº DO CONTRATO 08/2012 PRSTAÇÃO D SRVIÇOS D DSNVOLVIMNTO IMPLANTAÇÃO D PROGRAMAS PRVNTIVOS OBJTO DO CONTRATO OCUPACIONAIS

Leia mais

EFA NÍVEL BÁSICO MÓDULO IV OBJECTIVO GERAL: OBJECTIVOS ESPECÍFICOS: CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUA DE FORMADORES E MEDIADORES DE CURSOS EFA

EFA NÍVEL BÁSICO MÓDULO IV OBJECTIVO GERAL: OBJECTIVOS ESPECÍFICOS: CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUA DE FORMADORES E MEDIADORES DE CURSOS EFA CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUA DE FORMADORES E MEDIADORES DE CURSOS EFA MÓDULO IV CARACTERÍSTICAS DOS CURSOS EFA OBJECTIVO GERAL: Conhcr o modlo d funcionamnto dos Cursos EFA - comptências d xcução, acompanhamnto,

Leia mais

Planificação :: TIC - 8.º Ano :: 15/16

Planificação :: TIC - 8.º Ano :: 15/16 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO PEDRO DA COVA Escola Básica d São Pdro da Cova Planificação :: TIC - 8.º Ano :: 5/6.- Exploração d ambints computacionais Criação d um produto original d forma colaborativa

Leia mais

INTRODUÇÃO. Âmbito. Competências e Atribuições

INTRODUÇÃO. Âmbito. Competências e Atribuições INTRODUÇÃO Âmbito O IGESPAR, I.P. Instituto d Gstão do Património Arquitctónico Arquológico é um Instituto Público da administração indircta do Estado, dotado d autonomia administrativa financira, criado

Leia mais

MUNICÍPIO DE SANTIAGO DO CACÉM MAPA DE PESSOAL - 2013 ANEXO I Caracterização do posto de trabalho. Página 1 de 77

MUNICÍPIO DE SANTIAGO DO CACÉM MAPA DE PESSOAL - 2013 ANEXO I Caracterização do posto de trabalho. Página 1 de 77 MAPA DE PESSOAL - 203 Caractrização do posto d trabalho Gabint d Apoio à Prsidência. Carrira - Assistnt Técnico Contúdo funcional Dscrição da função GAP - AT0 Funçõs d naturza xcutiva, d aplicação d métodos

Leia mais

PROTOCOLO DA CAMPANHA PARA A MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO NA PESCA

PROTOCOLO DA CAMPANHA PARA A MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO NA PESCA PROTOCOLO DA CAMPANHA PARA A MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO NA PESCA PROTOCOLO DA CAMPANHA PARA A MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO NA PESCA I Aos quinz dias d mês d maio d 2014, ntr Autoridad Para

Leia mais

Análise das emendas ao Plano Diretor Parecer do Relator

Análise das emendas ao Plano Diretor Parecer do Relator 1 Emnda Página Artigo Objto da Emnda 991 14 Art. 3 Dirtrizs da Política Urbana Anális das mndas ao Dirtor Parcr do Rlator Parcr SMU Divrgência s Obsrvação A mnda modifica o contúdo original prtndido plo

Leia mais

Senado Federal maio/2008

Senado Federal maio/2008 Audiência Pública PL 213/2007 Difrnciação d Prços nas Vndas com Cartõs d Crédito José Antonio Marciano Brasília Snado Fdral maio/2008 1 Rgra d Não Sobr-pr prço - Dfinição Rgra contratual imposta plas socidads

Leia mais

MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA HISTÓRIA B 10º ANO

MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA HISTÓRIA B 10º ANO MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA AO ABRIGO DO DECRETO-LEI Nº 357/2007, DE 29 DE OUTUBRO (Duração: 90 minutos + 30 minutos d tolrância) HISTÓRIA B 10º ANO (Cursos Cintífico-Humanísticos Dcrto-Li

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 2004R0853 PT 06.09.2013 013.001 1 Est documnto constitui um instrumnto d documntação não vincula as instituiçõs B C1 REGULAMENTO (CE) N. o 853/2004 do PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO d 29 d Abril d 2004

Leia mais

2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL

2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE Curso Profissional d Técnico d Markting Ano Ltivo 2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL MARKETING 3º Ano Comptências Grais Colaborar na laboração ralização d studos d mrcado, bm

Leia mais

Cooperativa de Formação, Educação e Desenvolvimento do Baixo Tâmega, CRL DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO RURAL

Cooperativa de Formação, Educação e Desenvolvimento do Baixo Tâmega, CRL DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO RURAL Cooprativa d Formação, Educação Dsnvolvimnto do Baixo Tâmga, CRL DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO RURAL PROGRAMA: PRODER Subprograma 3 (Abordagm Ladr) Documnto d trabalho: CRITÉRIOS DE SELECÇÃO DE CANDIDATURAS

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO TÉCNICO SOCIAL Dezembro/2010

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO TÉCNICO SOCIAL Dezembro/2010 [Digit txto] 1 IDENTIFICAÇÃO RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO TÉCNICO SOCIAL Dzmbro/2010 Programa: Opraçõs Coltivas Contrato CAIXA nº: 0233.389.09/2007 Ação/Modalidad: Construção d unidad habitacional

Leia mais

ÁREAS DE INTERVENÇÂO E OPERACIONALIZAÇÃO

ÁREAS DE INTERVENÇÂO E OPERACIONALIZAÇÃO RESULTADOS Avaliação Intrna da Escola PROJETO DE MELHORIA DA ESCOLA ÁREAS DE INTERVENÇÂO E OPERACIONALIZAÇÃO Articulação ntr o Quadro d Rfrência da IGEC o Procsso d Autoavaliação da Escola Do mí nio s

Leia mais

A prova tem como referência o Programa de PRÁTICAS DE CONTABILIDADE E GESTÃO do 12º Ano de Escolaridade.

A prova tem como referência o Programa de PRÁTICAS DE CONTABILIDADE E GESTÃO do 12º Ano de Escolaridade. Informação - Prova Equivalência à Frquência Práticas Contabilida Gstão Prova Equivalência à Frquência Práticas Contabilida Gstão Duração da prova: 120 minutos / 24.06.2013 12º Ano Escolarida Curso Tcnológico

Leia mais

NR-35 TRABALHO EM ALTURA

NR-35 TRABALHO EM ALTURA Sgurança Saúd do Trabalho ao su alcanc! NR-35 TRABALHO EM ALTURA PREVENÇÃO Esta é a palavra do dia. TODOS OS DIAS! PRECAUÇÃO: Ato ou fito d prvnir ou d s prvnir; A ação d vitar ou diminuir os riscos através

Leia mais

Florianópolis, 09 de abril de 1998. PORTARIA Nº 0173/GR/98.

Florianópolis, 09 de abril de 1998. PORTARIA Nº 0173/GR/98. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR PORTARIAS Florianópolis, 09 d abril d 1998 PORTARIA Nº 0173/GR/98 O Ritor da Univrsidad Fdral d Santa Catarina, no uso d suas atribuiçõs statutárias

Leia mais

Princípios do Equador

Princípios do Equador RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO BANCO DO BRASIL Princípios do Equador NOVEMBRO DE DE 2006 2006 Histórico 1995 PROTOCOLO VERDE 1998 SELO IBASE 2003 CONCEITO E CARTA DE PRINCÍPIOS DE RSA PACTO GLOBAL

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL 402643 ESTREMOZ PLANIFICAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL 402643 ESTREMOZ PLANIFICAÇÃO PLANIFICAÇÃO ANO LETIVO 2015/2016 Ano 12º Ano DISCIPLINA: Docnt HISTÓRIA A Carlos Eduardo da Cruz Luna Contúdos Comptências Espcíficas Estratégias RECURSOS Módulo 7 Criss, Embats Iológicos Mutaçõs Culturais

Leia mais

SIM - SISTEMA DE IMPOSTO MÍNIMO

SIM - SISTEMA DE IMPOSTO MÍNIMO E L U C I D Á R I O do SIM - SISTEMA DE IMPOSTO MÍNIMO (Principais Qustõs, Esclarcimntos Rspostas) 1. O qu é o SIM Sistma d Imposto Mínimo? É uma nova forma d pagar IRPS ou IRPC a qu passam a ficar obrigados

Leia mais

Uso Eficiente da Água no setor doméstico. Aproveitamento de águas pluviais e de águas cinzentas. http://www.all-aqua.pt/ 1/

Uso Eficiente da Água no setor doméstico. Aproveitamento de águas pluviais e de águas cinzentas. http://www.all-aqua.pt/ 1/ Uso Eficint da Água no stor doméstico Aprovitamnto d águas pluviais 1/ Aprovitamnto d águas pluviais Águas cinzntas águas rsiduais domésticas não fcais. Ex: águas d banhiras, duchs, lavatórios. 2/ Aprovitamnto

Leia mais

Empreendedorismo e Empregabilidade PE04/V01

Empreendedorismo e Empregabilidade PE04/V01 1 APROVAÇÃO DO DOCUMENTO Rsponsávl plo Procsso Validação Função Nom Razão para a nova vrsão Coord. CTCO José Pirs dos Ris Não - vrsão inicial Pró-Prsidnt para a Qualidad João Lal Aprovação Prsidnt IPBja

Leia mais

PRINCÍPIOS E INSTRUÇÕES RELATIVOS ÀS OPERAÇÕES DE CERTIFICADOS DE OPERAÇÕES ESTRUTURADAS (COE) Versão: 27/08/2014 Atualizado em: 27/08/2014

PRINCÍPIOS E INSTRUÇÕES RELATIVOS ÀS OPERAÇÕES DE CERTIFICADOS DE OPERAÇÕES ESTRUTURADAS (COE) Versão: 27/08/2014 Atualizado em: 27/08/2014 F i n a l i d a d O r i n t a r o u s u á r i o p a r a q u s t o b t PRINCÍPIOS E INSTRUÇÕES RELATIVOS ÀS OPERAÇÕES DE CERTIFICADOS DE OPERAÇÕES ESTRUTURADAS (COE) Vrsão: 27/08/2014 Atualizado m: 27/08/2014

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO

PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO E À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO FORMULÁRIO DE CANDIDATURA AO APOIO À CRIAÇÃO DO PRÓPRIO EMPREGO POR BENEFICIÁRIOS DE PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO A prnchr plo IEFP, I.

Leia mais

APONTAMENTOS PRÁTICOS PARA OFICIAIS DE JUSTIÇA

APONTAMENTOS PRÁTICOS PARA OFICIAIS DE JUSTIÇA ESQUEMA PRÁTICO ) Prazo Máximo Duração do Inquérito 2) Prazo Máximo Duração do Sgrdo d Justiça 3) Prazo Máximo Duração do Sgrdo d Justiça quando stivr m causa a criminalidad rfrida nas al.ªs i) a m) do

Leia mais

Planificação :: TIC - 7.º Ano :: 15/16

Planificação :: TIC - 7.º Ano :: 15/16 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO PEDRO DA COVA Escola Básica d São Pdro da Cova Planificação :: TIC - 7.º Ano :: 15/16 1.- A Informação, o conhcimnto o mundo das tcnologias A volução das tcnologias d informação

Leia mais

FAQ DEM/ Esta é uma. Estímulo 2012? Assim, não. Fundo. R: 1. Após tenha

FAQ DEM/ Esta é uma. Estímulo 2012? Assim, não. Fundo. R: 1. Após tenha Esta é uma Mdida só para 2012, ou vai continuar? Não stá prvisto na lgislação um príodo d vigência. Uma ntidad mprgadora com mnos d cinco (5) trabalhadors pod candidatar s ao Estímulo 2012? Sim. Nst caso,

Leia mais

Gestão de Saúde Empresarial

Gestão de Saúde Empresarial Gstão Saú Emprsarial Uma parcria indispnsávl para a sua tranquilida As soluçõs m Gstão Saú Emprsarial do Imtp foram criadas sob mdida para garantir a saú do su capital humano. Imtp tornou-s rfrência m

Leia mais

HIGE5A Inl ~E-242. ... *e. ', -,,, ' '',,' e * DA BAHIA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR COORDENADORIA DE PROJETOS ESPECIAIS - CPE GOVERNO

HIGE5A Inl ~E-242. ... *e. ', -,,, ' '',,' e * DA BAHIA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR COORDENADORIA DE PROJETOS ESPECIAIS - CPE GOVERNO w Public Disclosur Authorizd S GOVERNO * DA BAHIA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR COORDENADORIA DE PROJETOS ESPECIAIS - CPE Public Disclosur Authorizd Public Disclosur Authorizd Public Disclosur Authorizd

Leia mais

A ferramenta de planeamento multi

A ferramenta de planeamento multi A frramnta d planamnto multi mdia PLANVIEW TELEVISÃO Brv Aprsntação Softwar d planamnto qu s basia nas audiências d um príodo passado para prvr asaudiências d um príodo futuro Avrsatilidad afacilidad d

Leia mais

PROJETO DE PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE

PROJETO DE PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE PROJETO DE PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE VIGÊNCIA 2013 /17 ÍNDICE: 1. EQUIPA DE TRABALHO... 3 1. Comptência da Coordnadora do Projto d Promoção Educação para a Saúd (PES)... 4 2. Comptência da Equipa

Leia mais

INSTRUÇÕES. Os formadores deverão reunir pelo menos um dos seguintes requisitos:

INSTRUÇÕES. Os formadores deverão reunir pelo menos um dos seguintes requisitos: INSTRUÇÕES Estas instruçõs srvm d orintação para o trino das atividads planadas no projto Europu Uptak_ICT2lifcycl: digital litracy and inclusion to larnrs with disadvantagd background. Dvrão sr usadas

Leia mais

Anexo 2 Projetos identificados no Plano de Desenvolvimento Institucional

Anexo 2 Projetos identificados no Plano de Desenvolvimento Institucional Plano Dirtor d Tcnologia da Informação 2012-2013 88 Anxo 2 Projtos idntificados no Plano d Dsnvolvimnto Institucional Cód Projto/Programa (Ncssidad) 1 Espaço Cinma I II Equipar salas com datashow, room

Leia mais

ESCOLA BÁSICA D. DOMINGOS JARDO

ESCOLA BÁSICA D. DOMINGOS JARDO Unidad Didáctica: Trocas nutricionais ntr o organismo o mio nos animais. Comprndr qu a vida dos srs vivos assgurada pla ralização d funçõs spcíficas;. Comprndr qu as funçõs vitais rqurm nrgia;. Assumir-s

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Prsidnt da Rpública Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Planjamnto, Orçamnto Gstão Paulo Brnardo Silva INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Prsidnt Eduardo Prira Nuns Dirtor-Excutivo

Leia mais

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ALÉM PARAÍBA INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO NAIR FORTES ABU-MERHY TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO PLANEJAMENTO DO PARQUE TECNOLÓGICO 2011-2013 Tcnologia d Informação - FEAP 1 - Rlação

Leia mais

2. NOME DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DAS RELAÇÕES HUMANAS NA ORGANIZAÇÃO

2. NOME DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DAS RELAÇÕES HUMANAS NA ORGANIZAÇÃO 1. ÁREA DO CONHECIMENTO CIÊNCIAS HUMANAS: PSICOLOGIA 2. NOME DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DAS RELAÇÕES HUMANAS NA ORGANIZAÇÃO 3. JUSTIFICATIVA: Prspctivas no Mrcado Amazonns: A cidad d Manaus possui

Leia mais

Atividades desenvolvidas pela secretaria da Agricultura Fomento Agropecuário e Meio Ambiente durante o ano de 2009.

Atividades desenvolvidas pela secretaria da Agricultura Fomento Agropecuário e Meio Ambiente durante o ano de 2009. Ativis snvolvis pla scrtaria Agricultura Fomnto Agropcuário Mio Ambint durant o ano 2009. Locação um imóvl: Com a locação do novo spaço para funcionamnto Scrtaria Agricultura, EPAGRI microbacia, o spaço

Leia mais

Para verificar a atualização desta norma, como revogações ou alterações, acesse o Visalegis.

Para verificar a atualização desta norma, como revogações ou alterações, acesse o Visalegis. 18/05/12 Anvisa - Lgislação - Portarias Lgislação Para vrificar a atualização dsta norma, como rvogaçõs ou altraçõs, acss o Visalgis. Portaria n º 27, d 13 d janiro d 1998 A Scrtária d Vigilância Sanitária,

Leia mais

ANEXO II VAGAS 1.1 VAGAS PARA PROFESSORES DE CURSOS FIC PRONATEC MULHERES MIL CAMPUS URUAÇU RUA FORMOSA, SN QD. 28/29 - SETOR SANTANA;

ANEXO II VAGAS 1.1 VAGAS PARA PROFESSORES DE CURSOS FIC PRONATEC MULHERES MIL CAMPUS URUAÇU RUA FORMOSA, SN QD. 28/29 - SETOR SANTANA; APLICADOR DE REVESTIMENTO CERÂMICO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO EDITAL

Leia mais

Planificação de Ciências Naturais. 9.ºAno. Alterações climáticas

Planificação de Ciências Naturais. 9.ºAno. Alterações climáticas Planificação d Ciências Naturais 9.ºAno Altraçõs climáticas Inês Hnriqus Sandra Mnds Tma: Biosfra Aula n.º: 1 Duração: 90 minutos Introdução à unid Altraçõs climáticas. Biosfra, concito importância. Dgração

Leia mais

2.5. Estrutura Diamétrica

2.5. Estrutura Diamétrica F:\MEUS-OCS\LIRO_EF_44\CAP_I_ESTRUTURA-PARTE_4.doc 5.5. Estrutura iamétrica A strutura diamétrica é tamém dnominada d distriuição diamétrica ou distriuição dos diâmtros. Concitua-s distriuição diamétrica

Leia mais

Gestão Ambiental - Gestores Ambientais

Gestão Ambiental - Gestores Ambientais Am bint 9º Fór um amnto n M i o d Sa - Intgração m Políticas Públicas GESTÃO SE FAZ COM CONHECIMENTO E PARTICIPAÇÃO Grir qur dizr administrar, dirigir, mantr dtrminada situação ou procsso sob control m

Leia mais

Gestão de Riscos Abordagem Prática. Igor Rocha Ferreira MSc., PMP, CRMA, CoBIT

Gestão de Riscos Abordagem Prática. Igor Rocha Ferreira MSc., PMP, CRMA, CoBIT Gstão d Riscos Abordagm Prática Igor Rocha Frrira MSc., PMP, CRMA, CoBIT Agnda Brv Histórico da Gstão d Riscos As Organizaçõs, sus Sgmntos Procssos Maturidad d Gstão d Riscos Transição para a Gstão Intgrada

Leia mais

ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO. Marcelo Sucena

ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO. Marcelo Sucena ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO Marclo Sucna http://www.sucna.ng.br [email protected] / [email protected] ABR/2008 MÓDULO 1 A VISÃO SISTÊMICA DO TRANSPORTE s A anális dos subsistmas sus componnts é tão

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO MODELO PRESSÃO, ESTADO E RESPOSTA (PER) NO PARQUE MUNICIPAL DA AGUA VERMELHA JOÃO CÂNCIO PEREIRA SOROCABA-SP

UTILIZAÇÃO DO MODELO PRESSÃO, ESTADO E RESPOSTA (PER) NO PARQUE MUNICIPAL DA AGUA VERMELHA JOÃO CÂNCIO PEREIRA SOROCABA-SP Goiânia/GO 19 a /11/01 UTILIZAÇÃO DO MODELO PRESSÃO, ESTADO E RESPOSTA (PER) NO PARQUE MUNICIPAL DA AGUA VERMELHA JOÃO CÂNCIO PEREIRA SOROCABA-SP Admilson Irio Ribiro, Univrsidad Estadual Paulista Júlio

Leia mais

Employer Branding. José Bancaleiro Managing Partner da Stanton Chase international

Employer Branding. José Bancaleiro Managing Partner da Stanton Chase international Employr Branding José Bancaliro Managing Partnr da Stanton Chas intrnational Num mundo marcado pla globalização, a complxidad a comptitividad no qual o talnto humano s transformou no principal factor d

Leia mais

- SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN

- SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN Govrno do Estado do Rio Grand do Nort Scrtariado d Estado da Educação Cultura - SEEC UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN Pró-Ritoria d Psquisa Pós-Graduação PROPEG Dpartamnto d Psquisa

Leia mais

PSICROMETRIA 1. É a quantificação do vapor d água no ar de um ambiente, aberto ou fechado.

PSICROMETRIA 1. É a quantificação do vapor d água no ar de um ambiente, aberto ou fechado. PSICROMETRIA 1 1. O QUE É? É a quantificação do vapor d água no ar d um ambint, abrto ou fchado. 2. PARA QUE SERVE? A importância da quantificação da umidad atmosférica pod sr prcbida quando s qur, dntr

Leia mais

Experimente. espacoprofessor.pt. espacoprofessor.pt. Manual. Manual. e-manual. e-manual

Experimente. espacoprofessor.pt. espacoprofessor.pt. Manual. Manual. e-manual. e-manual Química Química A A Química 0. ano Química 0. ano Manual Manual Cadrno Laboratório + Guia Cadrno dd Laboratório + Guia dodo (ofrta aluno) (ofrta ao ao aluno) À Prova Exam À Prova dd Exam Cadrno Atividads

Leia mais

XI Congresso SPCE Guarda: 30 de Junho a 2 de Julho de 2011

XI Congresso SPCE Guarda: 30 de Junho a 2 de Julho de 2011 XI Congrsso SPCE Guarda: 30 d Junho a 2 d Julho d 2011 A FORMAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR PARA A MEDIAÇÃO 1 Ana Viira [1], Ricardo Viira [2] [1] CIIDIPL Cntro d Invstigação Idntidads Divrsidads do Politécnico

Leia mais

ANEXO III CATÁLOGO DE DESCRIÇÃO DE CARGOS

ANEXO III CATÁLOGO DE DESCRIÇÃO DE CARGOS ANEXO III CATÁLOGO DE S Tndo m vista a ncssidad do Plano d Cargos, Carriras Salários - PCCS prvr os cargos xistnts dntro do CREA- TO, aprsnta st Catálogo d Dscrição d Cargos quais srão as atribuiçõs qu

Leia mais

Criando Valor para o Negócio com a Solução SAP para Gestão de Capital Humano

Criando Valor para o Negócio com a Solução SAP para Gestão de Capital Humano Crian Valor o Ngócio a SAP Gstão Capital Hno Grans Grans Dsafi Dsafi na na Gstão Gstão Rcurs Rcurs Hn Hn Gstão Talnt Gstão Talnt Atrair rtr o talnto quan o mrca é Atrair Atrair Atrair rtr rtr rtr talnto

Leia mais

Relatório Social Nacional PORTUGAL 2012

Relatório Social Nacional PORTUGAL 2012 Rlatório Social Nacional PORTUGAL 2012 Maio 2012 Índic 1. Introdução 1.1 Evolução rcnt da situação conómica social portugusa 1.2 Govrnação: Concrtação Participação no Rlatório Social Nacional 2. Progrssos,

Leia mais

2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL

2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE Curso Profissional d Técnico d Markting Ano Ltivo 2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL MARKETING 2º Ano Comptências Grais Colaborar na laboração ralização d studos d mrcado, bm

Leia mais

Residência para coletivos na Casa do Povo. Cole tivo

Residência para coletivos na Casa do Povo. Cole tivo Rsidência para coltivos na Casa do Povo Chamada abrta tativo - Rsidência para coltivos na Casa do Povo Há mais d 60 anos, a Casa do Povo atua como lugar d mmória cntro cultural m sintonia com o pnsamnto

Leia mais

Conselho Federal de Enfermagem

Conselho Federal de Enfermagem Conslho Fdral d Enfrmagm Planjamnto Estratégico para o Conslho Fdral d Enfrmagm Assssoria d Planjamnto Gstão do Cofn Brasília 2015 1 Assssoria d Planjamnto Gstão Planjamnto Estratégico para o Conslho Fdral

Leia mais

Escola Básica e Secundária de Velas. Governo dos Açores. 1º Ciclo ENSINO BÁSICO. Planificação Anual de EMRC. 1º Ano

Escola Básica e Secundária de Velas. Governo dos Açores. 1º Ciclo ENSINO BÁSICO. Planificação Anual de EMRC. 1º Ano Govrno dos Açors Escola Básica Scundária d Vlas º Ciclo ENSINO BÁSICO Planificação Anual d EMRC º Ano º Príodo Unidad Ltiva - Tr um coração bom Curriculars F B. Construir uma d litura rligiosa da pssoa,

Leia mais

Soluções de isolamento térmico com poliestireno extrudido (XPS) para uma construção sustentável

Soluções de isolamento térmico com poliestireno extrudido (XPS) para uma construção sustentável Soluçõs d isolamnto térmico com polistirno xtrudido (XPS) para uma construção sustntávl Contúdo Introdução à ficiência nrgética na dificação 3 Quadro normativo para a dificação 6 Rgulamnto das Caractrísticas

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Prsidnt da Rpública Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Planjamnto, Orçamnto Gstão Paulo Brnardo Silva INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Prsidnt Eduardo Prira Nuns Dirtor-Excutivo

Leia mais

com efeitos financeiros a contar da competência julho/2004. JORGE SOLLA O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições,

com efeitos financeiros a contar da competência julho/2004. JORGE SOLLA O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, RESOLUÇÃO-RE PORTARIA PORTARIA PORTARIA Nº 135, quinta-fira, 15 d julho d 2004 1 81 FABRICANTE : OLYMPUS LATIN AMERICA CO. - ESTADOS UNIDOS BML-1Q.A/B;

Leia mais

Catálogo de Perfis Padronizados

Catálogo de Perfis Padronizados Extrusão Gral Catálogo d Prfis P Shaping a lightr futur Frramntaria Estoqu d tarugos rfis Introdução SP no Mundo Fundada m 1963 na Suécia, a Sapa iniciou suas atividads a partir do zro s transformou, m

Leia mais

2 Mbps (2.048 kbps) Telepac/Sapo, Clixgest/Novis e TV Cabo; 512 kbps Cabovisão e OniTelecom. 128 kbps Telepac/Sapo, TV Cabo, Cabovisão e OniTelecom.

2 Mbps (2.048 kbps) Telepac/Sapo, Clixgest/Novis e TV Cabo; 512 kbps Cabovisão e OniTelecom. 128 kbps Telepac/Sapo, TV Cabo, Cabovisão e OniTelecom. 4 CONCLUSÕES Os Indicadors d Rndimnto avaliados nst studo, têm como objctivo a mdição d parâmtros numa situação d acsso a uma qualqur ára na Intrnt. A anális dsts indicadors, nomadamnt Vlocidads d Download

Leia mais

comprovados, assim o determinarem, a realização de qualquer etapa do Processo Produtivo Básico poderá ser suspensa temporariamente

comprovados, assim o determinarem, a realização de qualquer etapa do Processo Produtivo Básico poderá ser suspensa temporariamente 86 ISSN 677-7042 Nº 93, quinta-fira, 6 d maio d 203 CLÁUSULA SÉTIMA - DO FORO 7. Evntuais controvérsias ntr as parts, rlativas ao prsnt Trmo d Doação, dvrão sr submtidas à Câmara d Conciliação Arbitragm

Leia mais

Melhoria contínua da qualidade do ensino

Melhoria contínua da qualidade do ensino 1. OBJETIVO Est procdimnto visa normalizar as ativis snvolvis no âmbito mlhoria contínua quali do nsino dos cursos ministrados na Escola Naval (EN). 2. CAMPO DE APLICAÇÃO O prsnt procdimnto é aplicávl

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO 2013-2015.3 ÍNDICE

PLANO ESTRATÉGICO 2013-2015.3 ÍNDICE ÍNDICE PLANO ESTRATÉGICO 2013-2015.3 I. ENQUADRAMENTO..4 II. VISÃO, MISSÃO, VALORES E POLÍTICA DA QUALIDADE..5 III. MODELO ORGANIZACIONAL...10 IV. DIAGNÓSTICO EXTERNO.12 V. DIAGNÓSTICO INTERNO..14 VI.

Leia mais

2015-2016. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 3º Ciclo

2015-2016. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 3º Ciclo 2015-2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 3º Ciclo Stmbro 2015 Est documnto prtnd dar a conhcr a todos os intrvnints no procsso ducativo os critérios d avaliação, rsptivas prcntagns, a qu os alunos do Agrupamnto

Leia mais

VERSÃO (10/08/004) A REFORMA DA TRIBUTAÇÃO DAS PEQUENAS ACTIVIDADES EMPRESARIAIS EM MOÇAMBIQUE. (com especial incidência no sector informal )

VERSÃO (10/08/004) A REFORMA DA TRIBUTAÇÃO DAS PEQUENAS ACTIVIDADES EMPRESARIAIS EM MOÇAMBIQUE. (com especial incidência no sector informal ) VERSÃO (10/08/004) A REFORMA DA TRIBUTAÇÃO DAS PEQUENAS ACTIVIDADES EMPRESARIAIS EM MOÇAMBIQUE (com spcial incidência no sctor informal ) Tributação das pqunas actividads mprsariais m Moçambiqu Índic INTRODUÇÃO

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL PORTARIA Nº 3642, DE 4 DE AGOSTO DE 2015. Voto Anxo O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL, no uso suas atribuiçõs rgimntais, acordo com

Leia mais

CTOC - Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas Sistema de Informação do Técnico Oficial de Contas

CTOC - Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas Sistema de Informação do Técnico Oficial de Contas CTOC - Câmara dos Técnicos Oficiais d Contas Sistma d Informação do Técnico Oficial d Contas IAS 24 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 24 Divulgaçõs d Parts Rlacionadas ÍNDICE Parágrafos Objctivo

Leia mais

Catálogo M2404. PowerTrap. Série GP Série GT. Bomba Mecânica e Purgador Bomba

Catálogo M2404. PowerTrap. Série GP Série GT. Bomba Mecânica e Purgador Bomba Catálogo M404 PowrTrap Mcânica Séri GP Séri GT Rcupração ficaz do Mlhora a ficiência da planta Aumnto da produtividad qualidad dos produtos são, alguns dos bnfícios da drnagm rcupração do, além d rduzir

Leia mais

alfatubo Engineering Pipes Produzimos tubos... Canalizamos energias... Tabalhamos para um futuro sustentávél...

alfatubo Engineering Pipes Produzimos tubos... Canalizamos energias... Tabalhamos para um futuro sustentávél... alfatubo Produzimos tubos... Canalizamos nrgias... Tabalhamos para um futuro sustntávél... Catálogo Produtos 1 1.1.alfaHIDRO Obras Públicas Infra-struturas Rga Industrial Transport Água Potávl 1.2. alfagás

Leia mais

Empresa Elétrica Bragantina S.A

Empresa Elétrica Bragantina S.A Emprsa Elétrica Bragantina S.A Programa Anual d Psquisa Dsnvolvimnto - P&D Ciclo 2006-2007 COMUNICADO 002/2007 A Emprsa Elétrica Bragantina S.A, concssionária d srviço público d distribuição d nrgia létrica,

Leia mais

Período/Série: 5ª a 8ª série Turno: ( ) Matutino ( ) Vespertino ( x ) Noturno

Período/Série: 5ª a 8ª série Turno: ( ) Matutino ( ) Vespertino ( x ) Noturno Pág. 1 Caractrização Curso: PROEJA-FIC ( Curso d Formação Inicial Continuada m Alimntação Intgrado ao Ensino Fundamntal na Modalidad d EJA) Ano/Smstr ltivo: 2011 Príodo/Séri: 5ª a 8ª séri Turno: ( ) Matutino

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília EDITAL Nº 047/RIFB, DE 03 DE SETEMBRO DE 2014

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília EDITAL Nº 047/RIFB, DE 03 DE SETEMBRO DE 2014 EDITAL Nº 047/RIFB, DE 03 DE SETEMBRO DE 2014 REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS E CERTIFICADOS DE CURSOS TÉCNICOS E TECNOLÓGICOS ESTRANGEIROS DE ENSINO, PELO INSITUTO FEDERAL DE BRASÍLIA- IFB. 1. DA ABERTURA 1.1

Leia mais

S is tem a de G es tã o da Qua lida de. S egura n ça do T ra ba lho

S is tem a de G es tã o da Qua lida de. S egura n ça do T ra ba lho S is tm a d G s tã o da Qua lida d S gura n ça do T ra ba lho G s tã o da Qua lida d I n t r n a ti o n a l O r g a n i za ti o n fo r S ta n d a r d i za ti o n (I S O ) Organização Normalização. Intrnacional

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO PARA FINS DE CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÃO DE ENSINO E AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS DE EDUCAÇÃO

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Gstão d Ngócios m MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Scrtaria d Políticas para o Dsnvolvimnto Sustntávl Cartilha Noçõs d Planjamnto Gstão d Ngócios m Brasília maio d 2005 Gstão d Ngócios m Prsidnt da Rpública

Leia mais

14 ISSN 1677-7042. Nº 96, quarta-feira, 21 de maio de 2008. ANEXO Portaria MEC n o - 608, DE 20 DE MAIO DE 2008. PORTARIA N o - .

14 ISSN 1677-7042. Nº 96, quarta-feira, 21 de maio de 2008. ANEXO Portaria MEC n o - 608, DE 20 DE MAIO DE 2008. PORTARIA N o - . 4 ISSN 677-7042 Nº 96, quarta-fira, 2 d maio d 2008 608, DE 20 DE MAIO DE 2008 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso d suas atribuiçõs lgais tndo m vista o disposto na Portaria MP n o 450,

Leia mais

SINTEC-SP - CEETEPS - CREA-SP

SINTEC-SP - CEETEPS - CREA-SP SINTEC-SP - CEETEPS - CREA-SP 2008 PROJETO EDUCAÇÃO CONTINUADA EMPREENDEDORISMO 2 Sumário. Introdução 3 2. Justificativa 3 3. Objtivos 5 4. Coordnação do Curso 5 5. Formação dos Coordnadors 5 6. Caractrísticas

Leia mais

INEC ESPECIALIZAÇÃO EM : GERÊNCIA CONTÁBIL, FINANCEIRA E AUDITORIA TURMA III. Lins - SP - 2012 2º Dia : 20 de Outubro.

INEC ESPECIALIZAÇÃO EM : GERÊNCIA CONTÁBIL, FINANCEIRA E AUDITORIA TURMA III. Lins - SP - 2012 2º Dia : 20 de Outubro. INEC AUDITRIA Prof. CLAUDECIR PATN ESPECIALIZAÇÃ EM : GERÊNCIA CNTÁBIL, FINANCEIRA E AUDITRIA TURMA III 1 Lins - SP - 2012 2º Dia : 20 utubro. CNTRLE - Concitos; - Auditoria Control Intrno; - Importância

Leia mais