O conceito de probabilidade
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- Walter Leveck Fialho
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1 A UA UL LA O conceito de probabilidade Introdução Nesta aula daremos início ao estudo da probabilidades. Quando usamos probabilidades? Ouvimos falar desse assunto em situações como: a probabilidade de ser sorteado, de acertar numa aposta, de um candidato vencer uma eleição, de acertar o resultado de um jogo etc. Portanto, usamos probabilidades em situações em que dois ou mais resultados diferentes podem ocorrer e não é possível saber, prever, qual deles realmente vai ocorrer em cada situação. Ao lançarmos para o alto uma moeda e quisermos saber se o resultado é cara ou coroa, não podemos prever o resultado mas podemos calcular as chances de ocorrência de cada um. Este cálculo é a probabilidade de ocorrência de um resultado. Por meio dos exemplos desta aula, você aprenderá o cálculo de probabilidades. Nossa aula EXEMPLO 1 Qual a chance de dar cara no lançamento de uma moeda? cara coroa Raciocinando matematicamente, os resultados cara e coroa têm as mesmas chances de ocorrer. Como são duas possibilidades (cara ou coroa) podemos dizer que as chances de dar cara é de 1 para. Isto é o mesmo que dizer que a probabilidade de o resultado ser cara é 1 ou 0,5 ou 50%. Neste exemplo calculamos intuitivamente a probabilidade de o resultado ser cara e você deve ter percebido que a probabilidade de dar coroa é a mesma, 50%. No entanto, quando dizemos que a probabilidade é 1 ou 50% isso não significa que a cada lançamentos um vai ser cara e o outro vai ser coroa. O fato de a probabilidade ser 1 ou 50% quer dizer apenas que as chances são iguais e que, se fizermos muitos lançamentos, é provável que aproximadamente metade deles dê cara como resultado.
2 EXEMPLO O chefe de uma seção com 5 funcionários deu a eles 1 ingresso da final de um campeonato para que fosse sorteado. Após escreverem seus nomes em papéis idênticos, colocaram tudo num saco para fazer o sorteio. Qual a chance que cada um tem de ser sorteado? A U L A Os 5 funcionários têm todos a mesma chance de serem sorteados. No caso de Paulo, por exemplo, as chances de ser sorteado são de 1 para 5, ou 1. Então, 5 podemos dizer que a chance, ou a probabilidade, de cada um deles ser sorteado é de 1, ou 0,, ou ainda 0%. 5 EXEMPLO 3 No lançamento de um dado, qual a probabilidade de o resultado ser um número par? Para que o resultado seja par devemos conseguir: Assim, temos 3 resultados favoráveis (, 4 ou 6) em um total de 6 resultados possíveis (1,, 3, 4, 5, 6). As chances de dar um resultado par são 3 num total de 6. Então, podemos dizer que a probabilidade de isso acontecer é 3 6 ou 1. Generalizando essa solução: P (par) = nº totalde resultadospossíveis = 3 6 = 1 = 50% Onde P (par) significa probabilidade de o resultado ser par. Nos três exemplos que acabamos de ver há dois ou mais resultados possíveis, todos com a mesma chance de ocorrer. A probabilidade de ocorrer um desses resultados ou um conjunto de resultados que satisfaçam uma condição ou exigência E, é representado por p (E) e calculado por: p (E) = nº total de resultados possíveis
3 A U L A EXEMPLO 4 No Exemplo da Aula 48 vimos que, num restaurante que prepara 4 pratos quentes, saladas e 3 sobremesas diferentes, existem 4 maneiras diferentes de um freguês se servir de um prato quente, uma salada e uma sobremesa. No Exemplo 3 daquela aula descobrimos que havia, dentre os 4 cardápios possíveis, 6 cardápios econômicos. Qual a probabilidade de um freguês desavisado escolher uma das opções mais caras? Já sabemos que a probabilidade de escolher os mais caros será: nº decardápiosmaiscaros p(mais caro) = nº de cardápios possíveis Se temos 6 opções econômicas num total de 4, temos 4-6 = 18 opções mais caras. Como o número de cardápios possíveis é 4, então: p(mais caro) = 18 4 = 3 = 0,75 = 75% 4 As chances de esse freguês escolher um dos cardápios mais caros é de 75%. EXEMPLO 5 Numa urna estão 10 bolas de mesmo tamanho e de mesmo material, sendo 8 pretas e brancas. Pegando-se uma bola qualquer dessa urna, qual a probabilidade de ela ser branca? p(branca) = nºde bolas brancas = nºtotal de bolas 10 = 1 5 = 0% EXEMPLO 6 De um baralho normal de 5 cartas e mais coringas retiramos uma das cartas ao acaso. Qual a probabilidade de: a) ser um ás? b) ser um coringa, em jogos que também consideram o como coringa? O número total de cartas é 54 sendo que há 13 cartas (ás, a 10, valete, dama, rei) de cada um dos 4 naipes (copas, ouro, paus e espadas) e coringas. a) p (ás) = nºdeasesexistentes = 4 = 0,07 = nºtotal de cartas 54 7%
4 b) Como as 4 cartas com nº também são consideradas coringas, a probabilidade de tirar um coringa será: nºdecoringas p(coringa) = nºtotaldecartas = 6 = 0,11 = 54 11% A U L A EXEMPLO 7 No Exemplo 9 da Aula 5, vimos que, com 6 homens e 3 mulheres, podemos formar C5 9 = 16 grupos de 5 pessoas e C5 6 = 6 grupos de 5 pessoas nos quais só escolhemos homens. Supondo que as chances de cada um dos grupos é a mesma, qual a probabilidade de escolher: a) um grupo onde não há mulheres; b) um grupo onde haja pelo menos uma mulher. a) p (não mulher) = 6 0,05 = 5% b) p (pelo menos 1 mulher) = 0,95 = 95% 16 Os valores possíveis para as probabilidades No Exemplo 7 os grupos contados em a) e em b) completam todos os grupos 6 possíveis ( = 16). Portanto as possibilidades somadas darão = ou 100% (5% + 95%). Já sabemos que: p (E) = nº totalde resultadospossíveis = m n A quantidade m será escolhida dentre as n existentes, por isso m deverá ser menor ou igual a n (m n) e a fração m n será menor ou igual a 1: p (E) 1. Caso a condição E exigida não possa ser cumprida, ou seja, se não houver nenhum resultado favorável a E, o número m será zero e p (E) = m n = 0 Percebemos ainda que a fração m n números naturais. será sempre positiva pois m e n são Assim, podemos concluir que: 0 m n 1 ou 0 p (E) 1
5 A U L A EXEMPLO 8 Com os algarismos 1, 3 e 5 formamos todos os números de 3 algarismos possíveis. Dentre eles escolhemos um número, ao acaso. a) Qual a probabilidade de escolher um número que seja múltiplo de 3? b) Qual a probabilidade de o número escolhido ser par? O total de números formados por 3 algarismos é igual ao número de permutações possíveis com os algarismos 1, 3 e 5 em três posições, ou seja, 3! = 6. a) Como a soma dos algarismos é igual a 9, que é um múltiplo de 3, qualquer um dos números formados será múltiplo de 3. Assim, a probabilidade de isso ocorrer será: P (múltiplo de 3) = 6 6 = 1 b) Como qualquer dos algarismos 1, 3 e 5 colocados no final do número formado gera um número ímpar, não formaremos nenhum número par. Assim, como a quantidade de casos favoráveis é zero, temos: p (par) = 0 6 = 0 Um pouco de história Os primeiros estudos envolvendo probabilidades foram motivados pela análise de jogos de azar. Sabe-se que um dos primeiros matemáticos que se ocupou com o cálculo das probabilidades foi Cardano ( ). Data dessa época a expressão que utilizamos até hoje para o cálculo da probabilidade de um evento (número de casos favoráveis dividido pelo número de casos possíveis). Com Fermat ( ) e Pascal ( ), a teoria das probabilidades começou a evoluir e ganhar mais consistência, passando a ser utilizada em outros aspectos da vida social, como, por exemplo, auxiliando na descoberta da vacina contra a varíola no século XVIII. Atualmente, a teoria das probabilidades é muito utilizada em outros ramos da Matemática (como o Cálculo e a Estatística), da Biologia (especialmente nos estudos da Genética), da Física (como na Física Nuclear), da Economia, da Sociologia etc.
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