Esofagite Eosinofílica
|
|
|
- Isaque Amaro Gil
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Esofagite Eosinofílica Introdução Como otorrinolaringologistas, temos muitos pacientes que vêm ao consultório diariamente queixando- se de disfagia. Muitas vezes pensamos em doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e prescrevemos inibidores de bomba de protons. Justamente por isso, o refluxo tem sido associado a muitas outras patologias, tais como rinite, rinossinusite, otite média, laringite, hipertrofia linfóide, e até mesmo asma. Mesmo o DRGE contribuindo em muitas patologias de cabeça e pescoço, é preciso que pensemos: que mais pode ser?. Neste artigo, a esofagite eosinofílica (EEo) será apresentada como algo a ser pesquisada, especialmente em pacientes que são resistentes às terapias padrão para disfagia. História A EEo foi inicialmente descrita em 1978, baseada em biópsias esofágicas, no entanto, por muitos anos pensou- se que o RGE estivesse por detrás de sua fisiopatologia. Em 1980, Winter e colaboladores correlacionaram a eosinofilia intraepithelial (>1 eos/hpf) com ph, manometria, endoscopia e achados histológicos sugestivos da DRGE. Já Lee e colaboradores apresentaram uma série de 11 casos mostrando que em 91% dos pacientes com > 5 eos/hpf havia DRGE associado. No inicio dos anos 90, no entanto, um trabalho veio para revolucionar. Attwood, em 1993, fez um estudo retrospectivo de 12 pacientes submetidos a esofafografia, phmetria, manometria esofágica e biópsia por endoscopia. Caracterizaram que pacientes eosinofílicos com altas (>/= 20 eos/hpf) e baixas taxas (< 20 eos/hpf). Em média, os pacientes deste estudo tinham 56 eos/hpf. Noventa e dois porcento dos pacientes tinham alto grau eosinofilia, mas nenhum deles apresentou DRGE (phmetria confirmando). Curiosamente, 58% dos pacientes tinham algum tipo de doença alérgica. Este grupo foi comparado com 90 controles (ph sugestivo de DRGE), e apenas 48% apresentaram eosinofilia intraepitelial com uma média de apenas 3,3 eos/hpf. Este estudo abriu o caminho para outros mais novos, afim de refutar o DRGE como única causa de eosinofilia. Em 1995, Kelly et al. sugeriu uma causa diferente da doença. Avaliaram um grupo de 75 pacientes pediátricos com achado de refluxo que eram resistentes à terapia convencional e descobriu em biópsia que 31% tinham eosinofilia persistente. Dos 75 pacientes avaliados, 12 concordaram em prosseguir com um estudo prospectivo de uma dieta elementar durante 6 semanas. Após, 80% apresentaram resolução completa dos sintomas e 60% apresentaram resolução completa da eosinofilia na biópsia de repetição. A conclusão, então, foi que a EEo pode ocorrer mais associada a alergia alimentar de que a refluxo e que dietas elementares são muito eficazes no tratamento de sintomas em doentes resistentes à terapia convencional para disfagia.
2 utras pesquisas começaram a olhar para a alergia como participante importante na fisiopatologia da doença. Pacientes tinham recaídas em épocas de pólen e mantinham- se assintomáticos com EDA normal no inverno. Em 2003, a dieta elementar tomou de vez lugar no manejo de pacientes com EEo refratarios a tratamentos tradicionais. Markowitz e colaboradores avaliaram 51 crianças tratadas por 4 semanas com dieta elementar. Destes, 96% apresentaram redução dos sintomas, sendo o tempo médio para a melhora, de apenas 8 dias, com queda de 33,7 para 1,0 eos/hpf. No ano de 2007 o primeiro consenso para EEo foi publicado com critérios diagnósticos para a doença, os quais seguem na tabela 1. Presença de sintomas Adultos Disfagia Azia Dor retroesternal dinofagia Regurgitação Impactação de alimentos Crianças Azia Disfagia Náuseas/vômitos Dor abdominal Regurgitação Falha no tratamento Achados histológicos 1. Pacientes devem ser biopsiados após 6-8 semanas de supressão com IBP em tomadas diárias ou ter um estudo de phmetria normal 2. Biópsias gástricas e duodenais normais 3. Biópsia esofágica com 15 eos/hpf Tabela 1. Mostrando critérios diagnósticos de EEo Segundo consenso de Epidemiologia e características da doença A EEo está se ocidentalizando, e sua incidência e prevalência crescendo: era de 0.5/100,000 em 1995 e passou a 8.9/100,000 em É mais comum em homens e sua faixa etária tem distribuição bimodal, acometendo adultos de 30 a 50 anos e crianças de 5 a 10 anos. É importante ressaltar que cerca de 50 a 70% dos casos de EEo estão associados a doença alérgica. Tratando- se dos componentes hereditários nas crianças acometidas, 7% têm pais com EEo, 5% têm irmãos diagnosticados e ainda pode ocorrer uma associação com a expressão da Eotaxin.
3 Attwood e colaboradores, em 1993 questionaram- se de a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) seria realmente o causadoe da EEo. Foi feito um estudo retrospectivo em 12 pacientes, todos submetidos a esofafografia, phmetria, manometria esofágica e biópsia por endoscopia. Dividiram os grupos em altas taxas de eosinofilia (>/= 20 eos/cga) e baixas taxas (< 20 eos/cga), e de acordo com esta classificação, 92% tinham altas taxas de eosinofilia mas com phmetria normal e 58% tinha alergias ou asma associados. Diante deste estudo mostrando que o DRGE talvez não fosse o vilão, a alergia começou a ser investigada como causadora da EEo. Estudos como de Kelly e colaboladores vieram a corroborar com esta hipótese. Avaliaram 75 pacientes pediátricos com achado de refluxo que eram resistentes à terapia convencional. Destes, 31% tinham eosinofilia persistente. Doze destes pacientes foram submetidos a 6 semanas de dieta elementar (à base de aminoácidos livres, absorvidas no trato digestivo superior, sem fibras, teor reduzido de lipídeos, alto custo). itenta porcento dos pacientes tiveram resolução completa dos sintomas, 60% resolução completa dos achados histológicos, e a taxa de eosinofilia caiu de 41 para 0,5 eos/cga. Dez pacientes (dos 12) reintroduziram a dieta comum e houve retorno dos sintomas dentro de 1hr (dieta com leite de vaca, soja, amendoin, ovos, trigo). Ainda no sentido de reforçar a teoria alérgica, houve um relato de caso de homem com 21 anos com Eeo, asma e alergia documentados, sendo que a sua biópsia era normal no inverno e alterada em estações com pólen, o que induz- nos a pensar que aeroalérgenos, e não somente os alimentos, são capazes de induzir a EEo. Resumidamente DRGE foi descartado como vilão e a alergia assumiu este papel e então estabeleceram- se critérios diagnósticos (Tabela 1). Fisiopatologia Alergia É comum, mas nem todos a têm. Apresenta variações sazonais e há envolvimento das IL- 5 e IL- 13 que estão em excesso no esôfago de pacientes com EEo, e quando superexpressas estimulam maior quimiotaxia dos mastócitos e eosinófilos Genética A Eotaxina- 3 é um gene que se expresso em demasia (até 50 vezes mais) pode estar associado ao desenvolvimento ds EEo. Caracteriza- se por ser um potente ativador e quimiotático de eosinófilos e é induzido pela IL- 13 para que haja maior proliferação intraepitelial e fibrose. Epitélio Esofágico
4 esôfago é o único seguimento do trato gastrointestinal (TGI) sem eosinófilos. Trata- se de um epitélio escamoso não queratinizado, e em caso de queratinócitos expostos diretamente ao conteúdo esofágico, estes ficam sujeitos a ação da eotaxina- 3, IL- 13 e IL- 5 EEo em crianças Apresentam mais sintomas sitêmicos (dor abdominal, irritação, nauseas, vômitos, etc) e mais incomum cursarem com estenoseso que reforça a teoria da EEo tratar- se de uma doença crônica. É comum, no entando, que tenham pais com disfagia de longa data, estenoses esofágicas documentadas ou eosinofilia identificadas em biópsia. História natural da doença Há, geralmente, um intervalo de 4,3 anos entre o início dos sintomas e o diagnostic. É uma desordem restrita ao esôfago, não regride, e por ser prolongada promove o remodelamento esofaágico. Não cursa com transformações pré- maligna ou malignas, e em mais de 20 anos de pesquisas não houve casos de mortalidade relacionados a EEo. A maioria dos pacientes (50%) precisa efetuar mudanças mínimas nos hábitos de vida, outra boa porção (47%) sequer modifica seus hábitos, mas há uma minoria (3%) que pode chegar ao extremo, de por exemplo, ter que trocar de emprego pois não pode ter almoços de negócios e onde se alimenta mal e favorece a EEo. Associações RL Pode estar associada a rinussinusite, rinite alérgica, laringite, estenose subglótica, tosse recorrente, e na população pediátrica, em especial, pode estar associada a otite média crônica por efusão. Diagnóstico Diferencial
5 Faz diagnostic diferencial com alergias alimentares, DRGE, candidíase esofágica, doença inflamatória intestinal, doença celíaca, parasitose intestinal, síndrome de Churg- Strauss, esclerodermia, síndrome eosinofílica, enteropatia autoimmune e esofagite viral (CMV/HSV). Achados de exame físico Dificilmente há sintomas somente esofágicos e é preciso confiar na história e na EDA com bx para fazer- se o diagnóstico. Exames diagnósticos É importante ressaltar que nenhum teste é diagnostic ou pode predizer a evolução da doença. São eles: phmetria Manometria esofágica Radiografia EDA com bx Testes alérgicos Exames laboratoriais Eosinofilia periférica 5-50% dos pacientes com EE Níveis de IgE Elevados em 70% das eosinofilias EDA com biópsia Nela, as alterações de mucosa são as mais variadas, sem nenhum sinal patognomônico, e desta forma fica difícil diagnosticar- se somente com este exame. Faz- se necessário a biópsia. Alguns podem ser os achados sugestivos na EDA: franzido irregular, placas leucoplásicas, edema, cisalhamento, friabilidade, mucosa em aspecto de papel crepe, calibre esofágico reduzido e anéis mucosos concêntricos
6 Vale ressaltar que em 30% das crianças e 9% dos adultos ela é normal. As biópsias devem, ser feitas em esôfago proximal e distal, sendo que em número de 4 em crinaças e 5 em adultos para garantir uma sensibilidade de 100% (distal é 5 cm acima da junção escamocolunar e proximal é 10 cm acima da distal) Achados na histologia s achados mais comuns são: >15 eso/cga, espessamento da camada basal, estratificação na superfície, micro abscessos (>4 eos agrupados) e degranulação eosinofílica. Testes alérgicos Prick test (IgE mediada) é standard e com resultados consistentes. Identifica: ovo, leite, soja, trigo, amendoim, feijão, centeio e carne. Complicações da EEo A impactação de alimentos é a mais comum, pode persistir por horas, ocorrendo em 60% dos pacientes, sendo que um dado importante a se saber é que 50% dos pacientes com impactação esofágica tem EEo. as mais comumente presos são arroz e carne. Caracteriza- se por desconforto retrosternal, hipersalivação e disfagia. Estreitamentos esofágicos são visíveis a EDA em 57% dos casos, e são menos comuns em crianças (6%) utra complicação menos comum é a candidíase, ocorrendo após corticoterapia. Ela exacerba a disfagia e antifúngicos auxiliam na melhora da sintomatologia. Rotura esofageana (Boerhaave) é incomum, tendo apenas 3 casos de rotura expontânea relatados em literatura. Dois após vômitos incoercíveis por gastroenterite, e um após vomitar alimento impactado. Embora incomum exige atenção, especialmente em pacientes crônicos. Tratamento
7 Modificações na dieta, corticoterapia cia oral e tópica, anti- leucotrienos, dilatações recorrentes e inibidores de bomba de protons são as alternativas mais utilizadas. De 92 a 98% dos pacientes tem reposta satisfatória tanto sintomática como histológica a mudanças na dieta, sendo aceita a reintrodução gradual dos alimentos acompanhada por EDA + biópsia repetida após cada 5-7 novos alimentos. No entanto, obviamente, causa trantornos, mas é melhor aceita que as dietas elementares. s alimentos mais alergenos são os laticínios, soja, ovo, trigo, carne, amendoim e milho. Após as mudanças na dieta o CTD tópico é asegunda opção. Cursa com resolução clínica e histológica em semanas. A mais usada é a fluticasona (880ug/d 1-10 anos; 1760ug/d >10 anos). Já os CTD sistêmicos são optados em casos refratários e exacerbados, sempre associados a CTD tópico (prednisona 1mg/kg/d, max 60mg/d) A dilatação esofageana é a última escolha, feita quando o tratamento clínico falha ou se há impactação de alimentos. risco de perfuração esofágica ja foi relatado, mas segundo Jacobs e Spechler, em 2010, em uma revisão sistemática de 671 dilatações em pacientes com Eeo, foi verificada apenas uma perfuração durante o procedimento (0.1%) s IBP devem sempre ser utilizados, talvez por auxiliar na sintomatologia, ou ainda por um hábito que vem da época em que o grande vilão da EEo era a DRGE. utras terapias consistem no uso do montelucaste, anticorpo monoclonal e anti- TNF- β, todos ainda sem estudos perfeitamente conclusivos. No futuro aguardamos por marcadores não- invasivos da doença.
- Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90
INTRODUÇÃO - Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90 - Caracterizada pela infiltração de eosinófilos na mucosa esofágica - Pode ser isolada ou como manifestação
ALERGIA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR. Laíse Souza. Mestranda Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição PPGAN / UNIRIO
ALERGIA X INTOLERÂNCIA ALIMENTAR Laíse Souza Mestranda Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição PPGAN / UNIRIO COMO DIFERENCIAR A ALERGIA ALIMENTAR DA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR?! ALERGIA ALIMENTAR
APLV - O que é a Alergia à Proteína do Leite de Vaca: características, sinais e sintomas. Dra. Juliana Praça Valente Gastropediatra
APLV - O que é a Alergia à Proteína do Leite de Vaca: características, sinais e sintomas Dra. Juliana Praça Valente Gastropediatra Reações Adversas a Alimentos Imunomediadas: Alergia alimentar IgE mediada
- Infiltrado eosinofílico no epitélio esofágico : mais 15 eosinófilos / campo grande aumento (400X)
A esofagite eosinofílica vem sendo cada vez mais diagnosticada em nosso meio devido ao conhecimento melhor desta patologia e maior acesso ao exame de endoscopia digestiva. Classicamente a doença atinge
TESTE DE INTOLERÂNCIA ALIMENTAR DIETA MEDITERRÂNICA
TESTE DE INTOLERÂNCIA ALIMENTAR DIETA MEDITERRÂNICA PONTOS-CHAVE Permite determinar a presença e os níveis de anticorpos IgG a mais de 200 alimentos. A análise é realizada em duplicado a cada um dos alimentos,
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO HOSPITAL DE CLÍNICAS COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR
PREVENÇÃO e CONTROLE do Clostridium difficile 1 Introdução Clostridium difficile (CD) é uma bactéria Gram-positiva, anaeróbia obrigatória com forma de bacilo, formadora de esporos e produtora de toxinas.
Imunologia Clínica e Esofagite Eosinofílica
Imunologia Clínica e Esofagite Eosinofílica Qual o mecanismo fisiopatológico da doença? A esofagite eosinofílica ( EE) está relacionada ao aumento da sensibilidade alérgica? Qual a conexão entre alergia
PNEUMOLOGIA LINHA DE CUIDADO GERAL EM ASMA E DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)
LINHA DE CUIDADO GERAL EM ASMA E DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) Nível de Atenção Ações em Saúde Ações e Procedimentos Específicos Atenção Básica Atenção Especializada de Média Complexidade (Ambulatorial,
Espondilartrites Juvenis/Artrite Relacionada com Entesite (Epa-Are)
www.printo.it/pediatric-rheumatology/pt/intro Espondilartrites Juvenis/Artrite Relacionada com Entesite (Epa-Are) Versão de 2016 1. O QUE SÃO AS ESPONDILARTRITES JUVENIS/ARTRITE RELACIONADA COM ENTESITE
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA DISCIPLINA - EPIDEMIOLOGIA DAS DOENÇAS INFECCIOSAS 2006
1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA DISCIPLINA - EPIDEMIOLOGIA DAS DOENÇAS INFECCIOSAS 2006 Avaliando a Validade do Diagnóstico e de Testes de triagem Introdução
I INTRODUÇÃO É uma das afecções mais freqüentes que acometem o ser humano Enfermidade mais prevalente do aparelho digestivo Prevalência mundo? Brasil:
DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO MANIFESTAÇÕES ATÍPICAS Dr. Marcelo Germoglio I INTRODUÇÃO É uma das afecções mais freqüentes que acometem o ser humano Enfermidade mais prevalente do aparelho digestivo
PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 08
8 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 08 QUESTÃO 17 Homem de 60 anos é acometido de reação anafilática grave caracterizada por urticárias, edema labial e palpebral, dispnéia, aperto no tórax e dificuldade
Veja 20 perguntas e respostas sobre a gripe H1N1 O VÍRUS 1. O que é a gripe H1N1? 2. Como ela é contraída? 3. Quais são os sintomas?
Veja 20 perguntas e respostas sobre a gripe H1N1 Ela já avançou por 11 Estados, matou 45 pessoas no país e tem provocado filas de horas por vacinas em hospitais e clínicas particulares de São Paulo. Veja
Diverticulite Resumo de diretriz NHG M99 (setembro 2011)
Diverticulite Resumo de diretriz NHG M99 (setembro 2011) Berger MY, De Wit NJ, Vogelenzang R, Wetzels RV, Van Rijn-van Kortenhof NMM, Opstelten W traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto
LEITES E FÓRMULAS INFANTIS AJUDA PARA CRESCER
LEITES E FÓRMULAS INFANTIS AJUDA PARA CRESCER ESTA FARMÁCIA CUIDA DE SI UM ALIMENTO ÚNICO LEITES E FÓRMULAS INFANTIS AJUDA PARA CRESCER ESTA FARMÁCIA CUIDA DE SI SEMPRE QUE A AMAMENTAÇÃO NÃO É POSSÍVEL
REFLUXO GASTROESOFÁGICO. Nadya Bustani Carneiro
REFLUXO GASTROESOFÁGICO Nadya Bustani Carneiro CLASSIFICAÇÃO DO RGE FISIOLÓGICO PATOLÓGICO Primário Secundário Oculto FISIOPATOLOGIA RGE Relaxamento transitório do EEI Liberação de neurotransmissores (peptídeo
Unidade III Nutrição na doença e agravos à saúde. Tipos de dietas e consistência NUTRIÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM. Profa Dra Milena Baptista Bueno
Unidade III Nutrição na doença e agravos à saúde. Tipos de dietas e consistência NUTRIÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM Profa Dra Milena Baptista Bueno Dietoterapia Dietoterapia: tratamento de indivíduos portadores
Dr. Ruy Emílio Dornelles Dias
Colelitíase Pedras na Vesícula Biliar O QUE É A VESÍCULA BILIAR E O QUE ELA FAZ? A vesícula é uma pequena saculação (como uma bexiga murcha) que se encontra junto ao fígado e sua função é armazenar bile,
CONDUTAS CLÍNICAS PARA ACOMPANHAMENTO DE ACORDO COM RESULTADO DO EXAME CITOPATOTÓGICO
CONDUTAS CLÍNICAS PARA ACOMPANHAMENTO DE ACORDO COM RESULTADO DO EXAME CITOPATOTÓGICO ADEQUAÇÃO DA AMOSTRA AMOSTRA SERÁ CONSIDERADA INSATISFATÓRIA ausência de identificação na lâmina ou na requisição;
Manifestações Otorrinolaringológicas da Esofagite Eosinofílica em Crianças
Manifestações Otorrinolaringológicas da Esofagite Eosinofílica em Crianças Dana M. Thompson Introdução A esofagite eosinofílica (EE) é uma afecção inflamatória crônica do esôfago que está emergindo rapidamente
Diagnóstico e Conduta nas Lesões Intraepiteliais Cervicais de Alto Grau
Diagnóstico e Conduta nas Lesões Intraepiteliais Cervicais de Alto Grau Curso de Atualização em PTGI 20/06/09 Instituto de Ginecologia - UFRJ Susana Aidé História natural da NIC Progressão Progressão Regressão
D.R.G.E. DOENÇA DO REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO. Conceito. MSc. Alberto Bicudo Salomão [email protected]. Universidade Federal do Mato Grosso
D.R.G.E. DOENÇA DO REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO MSc. Alberto Bicudo Salomão [email protected] Universidade Federal do Mato Grosso Universidade de Cuiabá Programa de Residência Médica em Cirurgia Geral
Filariose Linfática. - Esses vermes, chamados de filarídeos, não são geo-helmintos. Eles precisam de um vetor (mosquito) para completar seu ciclo.
Filariose Linfática Parasito Reino: Animalia Filo: Nemathelminthes Classe: Nematoda Família: Onchocercidae Gênero: Wuchereria Espécies: Wuchereria bancrofti - Esses vermes, chamados de filarídeos, não
AVALIAÇÃO DA BUSCA POR PRODUTOS ALIMENTÍCIOS COM FINS ESPECIAIS. 1. Cindy Lirio Brittes 2.
AVALIAÇÃO DA BUSCA POR PRODUTOS ALIMENTÍCIOS COM FINS ESPECIAIS. 1 Cindy Lirio Brittes 2. 1 Pesquisa técnico científica 2 Aluna do Curso de Graduação em Nutrição da UFSM, [email protected]; Resumo
Nódulo de Tireoide. Diagnóstico:
Nódulo de Tireoide São lesões comuns à palpação da tireoide em 5% das mulheres e 1% dos homens. Essa prevalência sobe para 19 a 67% quando utilizamos a ecografia. A principal preocupação é a possibilidade
HEPATITE A. Doença viral aguda. Manifestações clínicas variadas. Fulminante (menos 10% casos) Piora clínica de acordo com idade
HEPATITES HEPATITE A Doença viral aguda Manifestações clínicas variadas Fulminante (menos 10% casos) Piora clínica de acordo com idade Transcurso da doença apresenta períodos distintos! HEPATITE A Incubação
Abaixo, reproduzimos de forma sintética as recomendações, facilitando então a leitura e futura procura pela informação.
O Helicobacter pylori, é uma bactéria gram negativa, em formato de espiral, adaptado a sobrevivência no estômago humano. É a infecção bacteriana crônica mais comum do ser humano, sendo sugerido que cerca
Hipertensão Arterial. Promoção para a saúde Prevenção da doença. Trabalho elabora do por: Dr.ª Rosa Marques Enf. Lucinda Salvador
Hipertensão Arterial Promoção para a saúde Prevenção da doença Trabalho elabora do por: Dr.ª Rosa Marques Enf. Lucinda Salvador O que é a Pressão Arterial? É a pressão que o sangue exerce nas paredes das
Imagem da Semana: Esofagograma com sulfato de bário
Imagem da Semana: Esofagograma com sulfato de bário Imagem: Esofagograma com sulfato de bário, região toracoabdominal, paciente em posição oblíqua. De acordo com a história clínica e exame realizado, qual
ALTERAÇÕES DE INTESTINO DELGADO EM GATOS
Nº 17 Fevereiro/2016 ALTERAÇÕES DE INTESTINO DELGADO EM GATOS Pedro V. P. Horta. Formado em Medicina Veterinária pela FMVZ-USP Residência em clínica médica de pequenos animais na FMVZ-USP Mestrado em clínica
CASO CLÍNICO : ESOFAGITE EOSINOFÍLICA
GUILHERME PIOVEZANI RAMOS LARISSA KRUGER GOMES CASO CLÍNICO : ESOFAGITE EOSINOFÍLICA SBAD Projeto Jovem Gastro LIAAD Liga Acadêmica do Aparelho Digestório UFPR/FEPAR CURITIBA 2010 1. CASO CLÍNICO Masculino,
Probabilidade pré-teste de doença arterial coronariana pela idade, sexo e sintomas
Pergunta: Quais são as principais indicações do teste ergométrico? Resposta: Há décadas o ECG de esforço vem sendo o principal instrumento no diagnóstico da doença cardíaca isquêmica estável e sua indicação
Glaucoma. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho
Glaucoma Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho GLAUCOMA O Glaucoma é uma doença causada pela lesão do nervo óptico relacionada a pressão ocular alta. Glaucoma Crônico e agudo Crônico:
Pernambuco. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de Pernambuco (1991, 2000 e 2010)
Pernambuco Em, no estado de Pernambuco (PE), moravam 8,8 milhões de pessoas, onde parcela relevante (7,4%; 648,7 mil habitantes) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 185 municípios,
Irene Biasoli. Professora Adjunta da Faculdade de Medicina da UFRJ, Serviço de Hematologia do HUCFF da UFRJ, Rio de Janeiro.
Tema ABORDAGEM INICIAL AO PACIENTE COM ANEMIA Parte 1. Elaborador Irene Biasoli. Professora Adjunta da Faculdade de Medicina da UFRJ, Serviço de Hematologia do HUCFF da UFRJ, Rio de Janeiro. Caso clínico
7. Hipertensão Arterial
7. Hipertensão Arterial Situação Epidemiológica A hipertensão arterial é a doença de maior prevalência no Brasil. Além da magnitude, trata-se de doença de relativa gravidade, em decorrência de sua cronicidade
USO DA ALOE VERA NA PROFILAXIA DAS RADIODERMITES EM PACIENTES PORTADORAS DE CÂNCER DE MAMA SUBMETIDAS À CIRURGIA E TRATADAS COM RADIOTERAPIA ADJUVANTE
USO DA ALOE VERA NA PROFILAXIA DAS RADIODERMITES EM PACIENTES PORTADORAS DE CÂNCER DE MAMA SUBMETIDAS À CIRURGIA E TRATADAS COM RADIOTERAPIA ADJUVANTE Orientado por: Prof. Dr. Fernando Augusto Soares Prof.
Cuiabá. PROPOSTA DE PROTOCOLO PARA USO DA MANOMETRIA ESOFÁGICA, phmetria ESOFÁGICA E MANOMETRIA ANO-RETAL
PROPOSTA DE PROTOCOLO PARA USO DA MANOMETRIA ESOFÁGICA, phmetria ESOFÁGICA E MANOMETRIA ANO-RETAL PROPOSTA DE PROTOCOLO PARA USO DA MANOMETRIA ESOFÁGICA, phmetria ESOFÁGICA E MANOMETRIA ANO-RETAL RECOMENDAÇÕES
NOTA TÉCNICA NT 01 / DVDTV / 2016 26/01/2016 DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA
NOTA TÉCNICA NT 01 / DVDTV / 2016 26/01/2016 DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA Epidemiologia Dengue, Chikungunya e Zika são arboviroses de grande importância sócio econômica, que afetam o ser humano e constituem
ESOFAGITE EOSINOFÍLICA EoE Uma nova enfermidade a ser considerada pelo Pediatra. Ana Paula Juliani
ESOFAGITE EOSINOFÍLICA EoE Uma nova enfermidade a ser considerada pelo Pediatra. Ana Paula Juliani EoE está sendo considerada como a SEGUNDA causa mais freqüente de esofagite crônica em países industrializados
Nesse caso, responda aos itens a seguir:
01 Uma mulher de 39 anos de idade, obesa mórbida, foi submetida à gastroplastia redutora. Evoluiu, no pós-operatório imediato, com dor abdominal intensa, hipotensão arterial, queda da saturação de oxigênio
Cesta básica volta a subir na maior parte das capitais
1 São Paulo, 03 de novembro de 2011 Cesta básica volta a subir na maior parte das capitais NOTA À IMPRENSA Ao contrário do que ocorreu em setembro, quando 09 cidades registraram queda no preço dos gêneros
HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA NÍVEIS DE PREVENÇÃO I - HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA
HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA NÍVEIS DE PREVENÇÃO 1 I - História Natural da Doença 1 - Padrões de progressão da 2 - Determinação da História Natural da Doença 3 - Fases da história natural da a) Período de
[DERMATITE ATÓPICA OU ATOPIA]
[DERMATITE ATÓPICA OU ATOPIA] 2 A Dermatite Atópica é uma doença alérgica crônica comum que atinge em torno de 20% dos animais e está associada a uma reação a alérgenos ambientais. Há uma predisposição
Impacto no Estado Nutricional
Aspectos nutricionais das dietas de restrição nas alergias a múltiplos alimentos Impacto no Estado Nutricional Fabíola Isabel Suano de Souza [email protected] INTRODUÇÃO 1 Qualidade de vida Diagnóstico
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de recomendações para o controle da
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de recomendações para o controle da tuberculose no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde;
Otite Media Aguda. Dr. Pedro Machava. Otorrinolaringologista
Otite Media Aguda Dr. Pedro Machava Otorrinolaringologista Otite Media Aguda É um processo infeccioso/inflamatório que afecta a mucosa das cavidades aéreas do ouvido médio culminado com a presença de fluido
Inferência sobre duas proporções
Teste para duas populações duas populações Amostra :,,,, alor comum para delta 0 Amostra 2:,,,, Tamanho Tamanho Média amostral x Média amostral x Desvio-padrão Desvio-padrão Teste para duas populações
Febre amarela. Alceu Bisetto Júnior. Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores
Febre amarela Alceu Bisetto Júnior Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores Agente etiológico - Virus amarilico, arbovirus do gênero Flavivirus e família Flaviviridae. E um RNA virus. Vetores/reservatórios
É estimado que 5% a 10% das mulheres nos EUA são. submetidas a cirurgia por tumor ovariano durante sua vida, e. 13% a 21% desses são malignos.
É estimado que 5% a 10% das mulheres nos EUA são submetidas a cirurgia por tumor ovariano durante sua vida, e 13% a 21% desses são malignos. NIH Consensus Conference, JAMA; 273(6): 491-97, 1995. TUMORES
Exercícios complementares
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE INSTITUTO DE ESTUDOS DE SAÚDE COLETIVA DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA - FACULDADE DE MEDICINA PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA DISCIPLINA:
Gaudencio Barbosa R3CCP HUWC
Gaudencio Barbosa R3CCP HUWC Pacientes com carcinoma de celulas escamosas (CEC) comumente se apresentam com massa cervical O primario geralmente é revelado após avaliação clínica O primário pode ser desconhecido
Seminário Grandes Síndromes
Seminário Grandes Síndromes TEMA: DISPEPSIA Residente: Paloma Porto Preceptor: Dr. Fortunato Cardoso DEFINIÇÃO De acordo com os critérios de Roma III, dispepsia é definida por 1 ou mais dos seguintes sintomas:
ALERGIA x INTOLERÂNCIA. Mariele Morandin Lopes Ana Paula Moschione Castro
ALERGIA x INTOLERÂNCIA Mariele Morandin Lopes Ana Paula Moschione Castro Definição de alergia alimentar Doença consequente a uma resposta imunológica anômala, que ocorre após a ingestão e/ou contato com
Estomanol. (Bicarbonato de sódio + Carbonato de sódio)
Estomanol (Bicarbonato de sódio + Carbonato de sódio) Laboratório Farmacêutico Vitamed Ltda Granulado Efervescente 5g ESTOMANOL Bicarbonato de sódio 2,31g + Carbonato de sódio 0,45g APRESENTAÇÕES Cartucho
Medidas Antropométricas em crianças
Medidas Antropométricas em crianças Prof a Raquel Simões A. Nutricional Profa. Raquel Simões 1 Medidas Antropométricas - crianças Peso Estatura / Comprimento Perímetro cefálico Perímetro Torácico Perímetro
ABORDAGEM CLÍNICA DAS ARBOVIROSES EPIDÊMICAS E HIPERENDÊMICAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DENGUES TIPO 1 A 4, CHIKUNGUNYA E ZIKA
ABORDAGEM CLÍNICA DAS ARBOVIROSES EPIDÊMICAS E HIPERENDÊMICAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DENGUES TIPO 1 A 4, CHIKUNGUNYA E ZIKA Pedro Guimarães Coscarelli Médico Dstrab/Cvast/Svea/SVS/SES-RJ Professor
A Rinite nas Várias Idades da Criança: Do Nascimento em Diante
A Rinite nas Várias Idades da Criança: Do Nascimento em Diante Olavo Mion Introdução A rinite na criança tem várias particularidades, varia de acordo com a idade, e devido ao desenvolvimento da criança
ESOFAGITE EOSINOFÍLICA
1 Cadernos Otorrinolaringologia. CLÍNICA, INVESTIGAÇÃO E INOVAÇÃO ESPECIALIDADE CONVIDADA ESOFAGITE EOSINOFÍLICA Susana Piedade. Assistente de Imunoalergologia, Unidade de Imunoalergologia, Hospital CUF-Descobertas,
UNIMED JOINVILLE - SC
UNIMED JOINVILLE - SC UNIMED JOINVILLE - SC PROGRAMA SAÚDE DO COLABORADOR Autores: Langaro, F; Liell, M.V.V.; Moreira, M.Z.S. PROGRAMA SAÚDE DO COLABORADOR Como iniciou: Foi aplicado questionário (Infomed)
Preço da cesta básica só recua em Brasília
1 São Paulo, 05 de maio de 2006 NOTA À IMPRENSA Preço da cesta básica só recua em Brasília Somente em Brasília onde o custo do conjunto de gêneros alimentícios de primeira necessidade recuou 2,52% - houve,
DISTROFIAS DISTROFIA MUSCULA R DO TIPO DUCHENNE (DMD)
Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira DISTROFIAS As Distrofias Musculares Progressivas (DMPs) englobam um grupo de doenças genéticas, que
Análise do perfil da Poliomielite no Brasil nos últimos 10 anos
Introdução A poliomielite é uma doença infectocontagiosa viral aguda, causada pelo poliovírus. Caracteriza-se por quadro de paralisia flácida, cujas manifestações frequentemente não ultrapassam três dias.
A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO
A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO A busca por oportunidades iguais de trabalho e renda entre homens e mulheres é o foco de discussão entre grupos feministas em todos os países. A discriminação no campo de
Consumo. Revisão e Modelo Ciclo de Vida. Wilson Correa. April 26, 2016
Consumo Revisão e Modelo Ciclo de Vida Wilson Correa April 26, 2016 Revisão Propensão a consumir é a relação funcional entre o determinado nível de renda e o gasto para consumo. Montante gasto em consumo
Afecções do Esôfago e Estômago
Afecções do Esôfago e Estômago Profª Drª Rosângela de Oliveira Alves Anatomia e função Esôfago Transporte de líquidos e sólidos da cavidade bucal ao estômago Músculos estriados Esfíncter superior (cricofaríngeo)
Síndrome de Guillain-Barré
Enfermagem em Clínica Médica Síndrome de Guillain-Barré Enfermeiro: Elton Chaves email: [email protected] Síndrome de Guillain-Barré É uma doença autoimune que ocorre quando o sistema imunológico
Assunto: Posicionamento do Ministério da Saúde acerca da integralidade da saúde dos homens no contexto do Novembro Azul.
MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO Á SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS COORDENAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE DOS HOMENS COORDENAÇÃO DE SAÚDE DA PESSOA IDOSA DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO
Monitorização ambulatória da pressão arterial na idade pediátrica
DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA CLÍNICA UNIVERSITÁRIA DE PEDIATRIA Monitorização ambulatória da pressão Patrícia Mendes Unidade de Nefrologia Pediátrica Coordenadora: Margarida Almeida Serviço de Pediatria Médica
NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER, A LUTA É CONTRA O CÂNCER
NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER, A LUTA É CONTRA O CÂNCER Enviado por LINK COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL 08-Mar-2016 PQN - O Portal da Comunicação LINK COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL - 08/03/2016 O Dia Internacional
HPV Vírus Papiloma Humano. Nome: Edilene Lopes Marlene Rezende
HPV Vírus Papiloma Humano Nome: Edilene Lopes Marlene Rezende O HPV (papiloma vírus humano) é o agente causador de uma doença sexualmente transmissível (DST). Condiloma Acuminado vulgarmente conhecida
A ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO EM SAÚDE MENTAL. Coordenação Estadual de Saúde Mental Março 2014
A ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO EM SAÚDE MENTAL Coordenação Estadual de Saúde Mental Março 2014 ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO PARA TRANSTORNOS MENTAIS E DEPENDÊNCIA DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS Em saúde mental nem sempre
Geografia População (Parte 2)
1. Estrutura Etária: Geografia População (Parte 2) A Transição Demográfica corresponde à mudança no perfil de idade dos habitantes, engloba proporções de crianças, jovens/adultos, idosos, homens e mulheres.
Síndrome Metabólica: doença multicausal, multigenética e multiinfluenciada requisita novas atitudes dos profissionais de saúde
Síndrome Metabólica: doença multicausal, multigenética e multiinfluenciada requisita novas atitudes dos profissionais de saúde Prof. MSc Claudia Boscheco Moretoni 04/2009 Caso clínico 1 Paciente feminina
Ministério da Saúde esclarece boatos sobre infecção pelo vírus Zika
ZIKA X MICROCEFALIA Ministério da Saúde esclarece boatos sobre infecção pelo vírus Zika Para informar à população sobre notícias falsas que têm circulado na internet, Ministério intensificou ações nas
Aumento de 2,69% no custo do cesto básico de produtos em fevereiro de 2016 em Chapecó
Publicação mensal do curso de Ciências Econômicas da Universidade Comunitária da Região de Chapecó Ano 21, Nº 02 Fevereiro/2016 Aumento de 2,69% no custo do cesto básico de produtos em fevereiro de 2016
Identificando os primeiros sintomas do Autismo Dra Karina de Araujo Ciquiguti
Identificando os primeiros sintomas do Autismo Dra Karina de Araujo Ciquiguti Resenha do artigo: Zanon, R. et al. Identificação dos primeiros sintomas do Autismo pelos pais. Psicologia: teoria e pesquisa.
REFLUXO GASTROESOFÁGICO
ANATOMIA REFLUXO GASTROESOFÁGICO Doença que frequentemente possui uma evolução benigna caracterizada pelo retorno passivo e retrógrado do conteúdo gástrico para o esôfago com ou sem regurgitação. Norton,
INFORME TÉCNICO SEMANAL: DENGUE, CHIKUNGUNYA, ZIKA E MICROCEFALIA RELACIONADA À INFECÇÃO CONGÊNITA
1. DENGUE Em 2016, até a 13ª semana epidemiológica (SE) foram notificados 36.702 casos suspeitos de dengue e identificada a circulação dos sorotipos DEN-1 (70%) e DEN-4 (30%). O quadro 1 mostra os casos
Epidemiologia descritiva. Definições, taxas, confundimento
Epidemiologia descritiva Definições, taxas, confundimento Epidemiologia Estudo da distribuição (temporal e espacial) das doenças e dos seus determinantes. Distribuição Casos de doença por grupos etários,
Diretrizes Clínicas Protocolos Clínicos
Diretrizes Clínicas Protocolos Clínicos 037 Triagem Nutricional em Pediatria Última revisão: 12/08/2013 Estabelecido em: 30/06/2009 Responsáveis / Unidade Cibelle de Pinho Talma - Nutricionista HIJPII
Teste de Caminhada de 6 minutos
Nome: Idade: Altura: F.C. máx prev, = Teste de Caminhada de 6 minutos Sexo: Peso: F.C. sub. máx prev.= Opção de teste: ( ) esteira ( ) terreno plano Glicemia: Teste Ergométrico Data: Tempo (min) Repouso
Esofagite eosinofílica na criança
ARTIGO DE REVISÃO Esofagite eosinofílica na criança Eosinophilic esophagitis in the child MATIAS EPIFANIO 1 JULIANA ELOI 1 SIDIANE FERREIRA 2 JOSÉ VICENTE SPOLIDORO 3 RESUMO Objetivos: Fornecer ao pediatra
Criosfera Gelo Marinho e Gelo de superfície
Criosfera Gelo Marinho e Gelo de superfície Dinâmica do Clima Profª Maria Dolores Alunos: Fernanda Santana Guilherme Chagas Introdução O gelo cobre cerca de 11% do solo terrestre e 7% dos oceanos do mundo.
DOENÇAS CARDIO VASCULARES. O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate. Provérbios 15:13
DOENÇAS CARDIO VASCULARES O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate. Provérbios 15:13 INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO (IAM) INTRODUÇÃO EPIDEMIOLOGIA FATORES DE RISCO COMPLICAÇÕES
Quadro 1 Idades e número de pacientes masculinos e femininos que participaram no rastreio da Colgate do Mês da Saúde Oral 2000. Todos os grupos Idades
RELATÓRIO SOBRE OS HÁBITOS DE SAÚDE ORAL DOS PACIETES OBSERVADOS OS COSULTÓRIOS DETÁRIOS DURATE O MÊS DA SAÚDE ORAL, EM PORTUGAL, PATROCIADO PELA COLGATE, 2002 Este relatório apresenta, de uma forma resumida,
Alergia à proteína do leite de vaca (APLV)
Alergia à proteína do leite de vaca (APLV) CAROLINA REBELO GAMA GERÊNCIA DE SERVIÇOS DE NUTRIÇÃO/ DIRETORIA DE ATENÇÃO SECUNDÁRIA E INTEGRAÇÃO DE SERVIÇOS/ COORDENAÇÃO DE ATENÇÃO SECUNDÁRIA E INTEGRAÇÃO
[HIPERSENSIBILIDADE ALIMENTAR]
[HIPERSENSIBILIDADE ALIMENTAR] Animal apresenta quadro pruriginoso desde filhote e fez uso de corticoterapia de depósito IM a cada 3 meses por 4 anos e respondia absurdamente bem a essa terapia. Há 1 ano
PHMETRIA ESOFAGIANA PROLONGADA
PHMETRIA ESOFAGIANA PROLONGADA O QUE É PHMETRIA ESOFAGIANA PROLONGADA? É um exame para diagnóstico da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). Avalia a quantidade de ácido que sobe do estômago para o
Maranhão. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Maranhão (1991, 2000 e 2010)
Maranhão Em, no estado do Maranhão (MA), moravam 6,6 milhões de pessoas, onde parcela considerável (6,%, 396, mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 217 municípios, dos quais um
Qual é a função do cólon e do reto?
Câncer de Cólon Qual é a função do cólon e do reto? O cólon e o reto constituem o intestino grosso, que possui um importante papel na capacidade do organismo de processar os alimentos. O intestino grosso
Meningite: O que você PRECISA SABER
SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E AMBIENTAL COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DIVISÃO DE TRANSMISSÍVEIS E IMONUPREVINÍVEIS GERÊNCIA DE DOENÇAS
Pesquisa de Percepção dos Serviços Públicos de Blumenau
Pesquisa de Percepção dos Serviços Públicos de Blumenau A carga tributária brasileira é uma das mais elevadas do mundo, em 2011 ela chegou a 35% do PIB, valor extremamente elevado. Seria de se esperar
CURSO NACIONAL DE RECICLAGEM EM CARDIOLOGIA DA REGIÃO SUL
CURSO NACIONAL DE RECICLAGEM EM CARDIOLOGIA DA REGIÃO SUL PROLAPSO VALVAR MITRAL VARIAÇÕES SOBRE O TEMA 1. E.A.P, Fem, 26 Anos. História: Ansiedade, fobia social H.A, sopro cardíaco Exame: S.S. 2/4+FM
