Afecções do Esôfago e Estômago
|
|
|
- João Gabriel Valgueiro Lancastre
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Afecções do Esôfago e Estômago Profª Drª Rosângela de Oliveira Alves Anatomia e função Esôfago Transporte de líquidos e sólidos da cavidade bucal ao estômago Músculos estriados Esfíncter superior (cricofaríngeo) M. estriado e liso do corpo esofágico (GATOS) M. liso do esfíncter inferior Fisiologia peristaltismo 1
2 Abordagem Clínica Anamnese Regurgitação Odinofagia Disfagia Tentativas múltiplas de deglutição Ptialismo Abordagem Clínica Exame clínico Achados clínicos mínimos Caquexia Febre Crepitações/sibilos pulmonares Corpo estranho/dilatação palpáveis 2
3 Abordagem Diagnóstica Radiografias Simples Contrastadas (sulfato de bário) Endoscopia Hemograma Bioquímica sérica Definição Esofagite Distúrbio inflamatório agudo ou crônico da mucosa do esôfago que ocasionalmente envolve as camadas submucosa e muscular. Causas Substâncias químicas Corpos estranhos Refluxo gastroesofágico 3
4 Esofagite DEFESA Epitélio escamoso estratificado Muco Íons bicarbonato AGRESSÃO INFLAMAÇÃO EROSÃO ULCERAÇÃO Esofagite Sinais clínicos Regurgitação Salivação Odinofagia Extensão da cabeça e pescoço Recusa de alimentos Tosse Pneumonia por aspiração 4
5 Esofagite Diagnóstico História clínica + exame físico Radiografias Endoscopia e biópsia Tratamento Jejum (2 3 dias) Sucralfato 0,5 1,0g VO TID Cimetidina 5 10mg/kg TID ou QID Ranitidina 1 2mg/kg BID ou TID Omeprazol 0,5 1,0mg/kg SID Antibióticos Corpos Estranhos Esofágicos Obstrução mecânica Dano esofágico (esofagite) Abordagem clínica História Obstrução total parcial 5
6 Corpos Estranhos Esofágicos Sinais clínicos Regurgitação Sialorréia Odinofagia Disfagia Anorexia Ânsia de vômito Odor fétido do ar expirado Neoplasias Osteossarcomas Fibrossarcomas Spirocerca lupi Carcinoma de células escamosas 6
7 Sinais clínicos Regurgitação Disfagia Odinofagia Perda de peso Diagnóstico Radiografias Endoscopia Neoplasias Tratamento Quimioterapia Radioterapia Ressecção cirúrgica Neoplasias Albendazol 20 50mg/kg BID /5 dias Disofenol 10mg/kg SC ou VO 7
8 Megaesôfago Dilatação esofágica moderada a grave e peristalse ineficiente Idiopático Congênito Defeito na inervação aferente vagal Idiopático Adquirido Cães entre 7 e 15 anos Secundário adquirido Miastenia grave Megaesôfago Sinais clínicos Regurgitação Sialorréia Emaciamento Tosse Exame físico Caquexia Crepitações/sibilos pulmonares 8
9 Megaesôfago Diagnóstico Radiografias Simples Contrastadas Megaesôfago Tratamento Miastenia grave Piridostigmina (1 3mg/kg VO BID) Prednisona (1 2mg/kg VO BID) Hipotireoidismo Levotiroxina (20μg/kg VO BID) Polimiosite Prednisona (1 2mg/kg VO BID) 9
10 Megaesôfago Manejo nutricional Dieta de alto valor calórico Consistência Anomalias do Anel Vascular Filhotes de cães Regurgitação e subdesenvolvimento 10
11 AFECÇÕES DO ESTÔMAGO 11
12 Maior dilatação do canal alimentar, interposto entre o esôfago e o intestino del gado Regiões anatômicas Funções Reservatório Secretar ác. clorídrico e enzimas digestivas Esvaziar conteúdo para o duodeno Capaci dade 0,5 8 litros mL/kg Estômago Estômago Secreção gástrica Impulsos cefálicos e gástricos Gastrina Histamina Acetilcolina Bicarbonato Defesa da mucosa gástrica Prostaglandinas Mucinas (células caliciformes) Pepsina 12
13 Barreira mucosa gástrica Fluxo sanguíneo normal Muco Bicarbonato Renovação das células epiteliais Prostaglandinas Resposta imune Gastrite aguda Causa mais comum de vômito agudo em cães Inflamação e lesão da mucosa em resposta a uma agressão Dieta Agentes infecciosos Toxinas Incapacidade da barreira mucosa 13
14 Gastrite Aguda Sinais clínicos Vômito Desidratação Diagnóstico Anamnese Exame físico Radiografias (corpo estranho) Gastrite Aguda Tratamento Remoção da causa Fornecimento de condições apropriadas ao reparo da mucosa Correção das complicações secundárias Vômito, dor, infecção Correção das anormalidades hídricas e eletrolíticas 14
15 Gastrite Aguda Restrição dietética Jejum Água em pequenas quantidades Dieta rica em carboidratos Fluidoterapia Antieméticos Metoclopramida (0,2 0,5mg/kg TID) 1 2mg/kg em 24 horas Clorpromazina (0,2 0,4 mg/kg) Gastrite Crônica Alterações inflamatórias da mucosa do estômago coexistindo com sinais clínicos de doença gástrica Endoscopia e biópsia Helicobacter pylori Gastrite crônica Úlcera Neoplasias Spirocerca lupi 15
16 Gastrite Crônica Sinais clínicos Subclínica Vômito crônico Inapetência HELICOBACTER Urease Citocinas Uréia (suco gástrico) Inflamação Hipergastrinemia Amônia Bicarbonato Ulcerogênese Lesão histológica 16
17 Gastrite Crônica Tratamento Metronidazol (20mg/kg) Amoxicilina (20mg/kg) Subsalicilato de bismuto (16 mg/kg) TID / 3 4 SEMANAS!!!! Amoxicilina (10mg/kg BID) Metronidazol (30mg/kg SID) Omeprazol (0,6mg/kg SID) Erosões gástricas Úlcera Gástrica Defeitos superficiais da mucosa que não penetram na lâmina muscular da mucosa Úlceras gástricas Penetram profundamente na camada muscular da mucosa 17
18 Úlcera gástrica Sinais clínicos Vômito agudo ou crônico Hematemese Anorexia Dor abdominal Melena Perfuração Febre Peri toni te/morte Úlcera gástrica Tratamento Cirurgia Remover a causa Reduzir a acidez gástrica Proteger a úlcera 4 6 semanas 18
19 Dilatação Vólvulo Gástrico DVG Condição aguda, que ameaça a vida, caracterizada por posicionamento inadequado do estômago, acúmulo rápido de ar no estômago, pressão intragástrica aumentada e choque. Mortalidade ALTA!!!! 19
20 DVG Fatores de risco Cães de raças grandes ou gigantes Comem apressadamente Única refeição diária Parentesco DVG Sinais clínicos Distensão abdominal aguda Tentativas improdutivas de vômito Hipersalivação Agitação / depressão 20
21 ESTÔMAGO ESTÔMAGO DVG Diagnóstico Exame clínico Radiografias 21
22 DVG Tratamento Choque Fluidoterapia (80ml/kg/h) Anti bióticos Cefazolina (15 30mg/kg TID) Ampicilina (10 20mg/kg QID)+ enrofloxacina (20mg/kg SID) Descompressão gástrica Cirurgia Gastropexia 22
23 DVG Lesão por isquemia reperfusão Deferoxamina (10mg/kg IV) 10 minutos antes da descompressão gástrica e 02 horas após a primeira aplicação Desferal 23
DISTÚRBIOS GÁSTRICOS, ESOFÁGICOS E INTESTINAIS TIPOS DE GASTRITE 22/03/2016 ENFERMAGEM SAÚDE DO ADULTO PROFª: FLÁVIA NUNES GASTRITE AGUDA
ENFERMAGEM SAÚDE DO ADULTO PROFª: FLÁVIA NUNES DISTÚRBIOS GÁSTRICOS, ESOFÁGICOS E INTESTINAIS TIPOS DE GASTRITE GASTRITE AGUDA GASTRITE AGUDA GASTRITE CRÔNICA - TIPO A - TIPO B É uma inflamação da mucosa
Imagem da Semana: Esofagograma com sulfato de bário
Imagem da Semana: Esofagograma com sulfato de bário Imagem: Esofagograma com sulfato de bário, região toracoabdominal, paciente em posição oblíqua. De acordo com a história clínica e exame realizado, qual
REFLUXO GASTROESOFÁGICO. Nadya Bustani Carneiro
REFLUXO GASTROESOFÁGICO Nadya Bustani Carneiro CLASSIFICAÇÃO DO RGE FISIOLÓGICO PATOLÓGICO Primário Secundário Oculto FISIOPATOLOGIA RGE Relaxamento transitório do EEI Liberação de neurotransmissores (peptídeo
TEORIAS E TÉCNICAS DE MASSAGEM PROF.ª DANIELLA KOCH DE CARVALHO UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA CURSO DE COSMETOLOGIA E ESTÉTICA
TEORIAS E TÉCNICAS DE MASSAGEM PROF.ª DANIELLA KOCH DE CARVALHO UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA CURSO DE COSMETOLOGIA E ESTÉTICA Segundo o grande filósofo e cientista árabe Avicena (980 1037), o
D.R.G.E. DOENÇA DO REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO. Conceito. MSc. Alberto Bicudo Salomão [email protected]. Universidade Federal do Mato Grosso
D.R.G.E. DOENÇA DO REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO MSc. Alberto Bicudo Salomão [email protected] Universidade Federal do Mato Grosso Universidade de Cuiabá Programa de Residência Médica em Cirurgia Geral
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO HOSPITAL DE CLÍNICAS COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR
PREVENÇÃO e CONTROLE do Clostridium difficile 1 Introdução Clostridium difficile (CD) é uma bactéria Gram-positiva, anaeróbia obrigatória com forma de bacilo, formadora de esporos e produtora de toxinas.
REFLUXO GASTROESOFÁGICO
ANATOMIA REFLUXO GASTROESOFÁGICO Doença que frequentemente possui uma evolução benigna caracterizada pelo retorno passivo e retrógrado do conteúdo gástrico para o esôfago com ou sem regurgitação. Norton,
Papel do Laboratório de Microbiologia no Diagnóstico Laboratorial: Orientações para a Prática e
Papel do Laboratório de Microbiologia no Diagnóstico Laboratorial: Orientações para a Prática e Conduta. QUESTÕES DE PROVAS; CONTEÚDO DAS PRÓXIMAS AULAS; HORÁRIO DE ATENDIMENTO ON-LINE; blog do professor:
I INTRODUÇÃO É uma das afecções mais freqüentes que acometem o ser humano Enfermidade mais prevalente do aparelho digestivo Prevalência mundo? Brasil:
DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO MANIFESTAÇÕES ATÍPICAS Dr. Marcelo Germoglio I INTRODUÇÃO É uma das afecções mais freqüentes que acometem o ser humano Enfermidade mais prevalente do aparelho digestivo
ALTERAÇÕES DE INTESTINO DELGADO EM GATOS
Nº 17 Fevereiro/2016 ALTERAÇÕES DE INTESTINO DELGADO EM GATOS Pedro V. P. Horta. Formado em Medicina Veterinária pela FMVZ-USP Residência em clínica médica de pequenos animais na FMVZ-USP Mestrado em clínica
UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ FERNANDA ZIER DE MOURA. Gastrite crônica e úlcera gástrica em cão Relato de Caso
UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ FERNANDA ZIER DE MOURA Gastrite crônica e úlcera gástrica em cão Relato de Caso CURITIBA 2016 1 FERNANDA ZIER DE MOURA Gastrite crônica e úlcera gástrica em cão Relato de
Trato Gastrointestinal - Funções Secretoras
Trato Gastrointestinal - Funções Secretoras Secreções Gastrointestinais Produzidas pelas: Glândulas salivares Glândulas gástricas Pâncreas exócrino Fígado Tipos básicos de secreção: 1) Secreções com enzimas
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROVA PRÁTICA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2009 UROLOGIA
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROVA PRÁTICA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2009 UROLOGIA ESPECIALIDADES COM PRÉ-REQUISITO DE 2 ANOS DE CIRURGIA GERAL QUESTÃO 1 - Paciente masculino, 18 anos de idade,
Síndrome de Guillain-Barré
Enfermagem em Clínica Médica Síndrome de Guillain-Barré Enfermeiro: Elton Chaves email: [email protected] Síndrome de Guillain-Barré É uma doença autoimune que ocorre quando o sistema imunológico
UNIDADE 2 Alimentação e Digestão
UNIDADE 2 Alimentação e Digestão Você sabe a diferença entre comer e se alimentar? Comer ou se alimentar pág. 47 Geralmente comemos porque sentimos fome ou porque desejamos um tipo específico de alimento.
Disfagia. Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Cirurgia 4ºano. Turma H Ana Sofia Barroso Sílvia Santos Tatiana Santos.
Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Cirurgia 4ºano Disfagia Turma H Ana Sofia Barroso Sílvia Santos Tatiana Santos 12 Outubro 2006 Vítor Melo Índice 1. Introdução 2. Disfagia Funcional 3. Disfagia
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA ESTENOSE ESOFÁGICA PELA VIA ENDOSCÓPICA EM CÃO: RELATO DE CASO
Diagnóstico e tratamento da estenose esofágica pela via endoscópica em cão: relato de caso DOI 10.526/cab.v11i2.4120 465 DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA ESTENOSE ESOFÁGICA PELA VIA ENDOSCÓPICA EM CÃO: RELATO
Protocolo Clínico e de Regulação para Disfagia
Protocolo Clínico e de Regulação para Disfagia no Adulto e Idoso Gustavo de Assis Mota *, Ajith Kumar Sankarankutty **, Rafael Kemp ***, José Sebastião dos Santos **** INTRODUÇÃO A disfagia é um sintoma
PARECER TÉCNICO COREN-MA 19/2015 FISCALIZAÇÃO
PARECER TÉCNICO COREN-MA 19/2015 FISCALIZAÇÃO Ementa: Atribuição da leitura e do diagnóstico dohelicobacter pylori por técnico/auxiliar de enfermagem. 1. DO FATO Profissional técnica de enfermagem que
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA MÓDULO DE INSUFICIÊNCIA CIRCULATÓRIA AGUDA CHOQUE Prof.: ALESSANDRO MÁRCIO TEIXEIRA CAVALCANTE
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA MÓDULO DE INSUFICIÊNCIA CIRCULATÓRIA AGUDA CHOQUE Prof.: ALESSANDRO MÁRCIO TEIXEIRA CAVALCANTE Choque Hipovolêmico Choque hipovolêmico - Definição Distúrbio
PHMETRIA ESOFAGIANA PROLONGADA
PHMETRIA ESOFAGIANA PROLONGADA O QUE É PHMETRIA ESOFAGIANA PROLONGADA? É um exame para diagnóstico da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). Avalia a quantidade de ácido que sobe do estômago para o
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS. Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS GASTROINTESTINAIS Parte 1 Profª. Tatiane da Silva Campos Trato Gastrointestinal Esôfago Estômago Intestino Intestino Grosso Delgado Reto Fonte: www.google.com.br/imagens acessado em
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Omeprazol Azevedos 20 mg Cápsula gastrorresistente Omeprazol Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento - Conserve este folheto. Pode
Complicações Otorrinolaringológicas Relacionadas à Doença do Refluxo Gastroesofágico. Regina Helena Garcia Martins. Disciplina de ORL - Botucatu
Complicações Otorrinolaringológicas Relacionadas à Doença do Refluxo Gastroesofágico Regina Helena Garcia Martins Disciplina de ORL - Botucatu Unesp REFLUXO GASTROESOFÁGCO Refluxo - Termo do latin refluir,
PLANILHA GERAL - CIRURGIA III - 1º 2013
Dia Data Hora Professor Sala Conteúdo 07:05 João Marcos 202 D DRENOS E SONDAS 08:00 Raphael 202 D História da Cirurgia TERÇA 11/3/2014 08:55 Fernanda 202 D CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS 10:00 Raphael 202 D Anatomia
EFUSÃO PERICÁRDICA E TAMPONAMENTO CARDÍACO
Curso de emergências em cardiologia de cães e gatos Goldfeder e dos Santos Cardiologia Veterinária EFUSÃO PERICÁRDICA E TAMPONAMENTO CARDÍACO Alexandre Bendas, MSc Doutorando Universidade Federal Fluminense
Maria Francielze Holanda Lavor
ENTEROCOLITE NECROSANTE Maria Francielze Holanda Lavor DEFINIÇÃO A Enterocolite Necrosante (ECN) é definida como inflamação e necrose de coagulação do trato intestinal do recém-nascido. Constitui-se numa
SISTEMA DIGESTÓRIO DENTES INTRODUCÃO. A dentição de um adulto é composta por 32 dentes, 16 para os maxilares e 16 para a mandíbula, sendo:
INTRODUCÃO O alimento contém grande variedade de nutrientes que servem para construir novos tecidos, reparar tecidos danificados e sustentar as reações químicas necessárias para o corpo, é também fonte
Porque nos alimentamos?
Sistema digestivo Porque nos alimentamos? Todos os seres vivos necessitam de obter matéria e energia permitem realizar as funções vitais Obtemos energia e matéria de que necessitamos através Nutrição Porque
CUIDADOS PRÉ, TRANS E PÓS- OPERATÓRIOS
CUIDADOS PRÉ, TRANS E PÓS- S Prof. Marcelo Meller Alievi FAVET - UFRGS AVALIAÇÃO DO PACIENTE: História clínica Dados gerais dieta, ambiente, saúde,... Informações sobre os diferentes sistemas diarréia,
Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa 2010/2011. Módulo VII.I Cirurgia I
2010/2011 Módulo VII.I Cirurgia I Tema da Aula: Clínica das disfagias Docente: Drª. Aline Branco e Drª. Margarida Ivo Data: 24/05/2011 Desgravador: Sara Fonseca Corrector: Luís Santos e Rosa Alves [email protected]
Diverticulite Resumo de diretriz NHG M99 (setembro 2011)
Diverticulite Resumo de diretriz NHG M99 (setembro 2011) Berger MY, De Wit NJ, Vogelenzang R, Wetzels RV, Van Rijn-van Kortenhof NMM, Opstelten W traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto
FISIOLOGIA ANIMAL - UERJ
FISIOLOGIA ANIMAL - UERJ 1) Lipases são enzimas relacionadas à digestão dos lipídios, nutrientes que, em excesso, levam ao aumento da massa corporal. Certos medicamentos para combate à obesidade agem inibindo
Infecção da Área Queimada:
Infecção da Área Queimada: Mudança da coloração da lesão. Edema de bordas das feridas Aprofundamento das lesões. Mudança do odor Separação rápida da escara, escara úmida. Coloração hemorrágica sob a escara.
Tratamento de Feridas
Tratamento de Feridas O Tratamento de feridas se refere a proteção de lesões contra a ação de agentes externos físicos, mecânicos ou biológicos CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Classificação quanto às causas:
Unidade V Desnutrição e Obesidade NUTRIÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM. Profa Dra Milena Baptista Bueno
Unidade V Desnutrição e Obesidade NUTRIÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM Profa Dra Milena Baptista Bueno Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) SAN é a garantia do acesso regular e permanente a alimentos de qualidade,
Dr. Ruy Emílio Dornelles Dias
Colelitíase Pedras na Vesícula Biliar O QUE É A VESÍCULA BILIAR E O QUE ELA FAZ? A vesícula é uma pequena saculação (como uma bexiga murcha) que se encontra junto ao fígado e sua função é armazenar bile,
Apostila de Anatomia e Fisiologia Humana Prof. Raphael Garcia CREF1 24109 G/RJ. Sistema Linfático
Sistema Linfático Introdução O sistema linfático é um sistema vascular - a parte - por onde circula a linfa. É um sistema auxiliar de drenagem, ou seja, auxilia o sistema venoso fazendo retornar para a
U R O L I T Í A S E UNESC - ENFERMAGEM 14/4/2015 CONCEITO. A urolitíase refere-se à presença de pedra (cálculo) no sistema urinário.
CONCEITO UNESC - ENFERMAGEM SAÚDE DO ADULTO PROFª.: FLÁVIA NUNES A urolitíase refere-se à presença de pedra (cálculo) no sistema urinário. U R O L I T Í A S E COMO SÃO FORMADOS OS CÁLCULOS? São formados
Abaixo, reproduzimos de forma sintética as recomendações, facilitando então a leitura e futura procura pela informação.
O Helicobacter pylori, é uma bactéria gram negativa, em formato de espiral, adaptado a sobrevivência no estômago humano. É a infecção bacteriana crônica mais comum do ser humano, sendo sugerido que cerca
08/03/2012. Anatomia e fisiologia comparada do trato gastrointestinal de aves e suínos. Professor Luciano Hauschild. Similaridades
Professor Luciano Hauschild 1 1. Introdução 2. Compartimentos digestivos e funções 2.1 Boca 2.2 Esôfago 2.3 Estômago 2.4 Motilidade intestinal 2.5 Intestino delgado 2.6 Intestino grosso 2.7Orgão anexos(fígado
Autor(es): MARKUS, Daniela 1 ; LINS, Luciana Araujo 1 ;VIEIRA, Júlio 2 ; CASTRO Jr., Jarbas 3 ; NOGUEIRA, Carlos Eduardo Wayne 4 INTRODUÇÃO
CASOS DE CÓLICA EM EQÜINOS COM NECESSIDADE DE INTERVENÇÃO CIRÚRGICA, EM DOIS CENTROS CIRÚRGICOS NA CIDADE DE PORTO ALEGRE, DURANTE O PRIMEIRO SEMESTRE DE 2006. Autor(es): MARKUS, Daniela; LINS, Luciana
Afecções do Sistema Digestório. AULA 02 EO Karin Bienemann
Afecções do Sistema Digestório AULA 02 EO Karin Bienemann ESTOMATITE Inflamação da mucosa oral. Ocorre: Ulcerações (afta). Causas: Distúrbios emocionais. Deficiência nutricional. Afecções digestivas.
8º Imagem da Semana: Ressonância Magnética
8º Imagem da Semana: Ressonância Magnética Enunciado Paciente de 57 anos, sexo masculino, etilista crônico, com relato de aparecimento de diabetes mellitus no último ano. Pergunta Com base nas imagens
Label Gotas. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Solução oral 40 mg/ml
Label Gotas Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Solução oral 40 mg/ml BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO LABEL GOTAS cloridrato de ranitidina
Introdução à patologia. Profª. Thais de A. Almeida 06/05/13
Introdução à patologia Profª. Thais de A. Almeida 06/05/13 Patologia Definição: Pathos: doença. Logos: estudo. Estudo das alterações estruturais e funcionais nas células, tecidos e órgãos visando explicar
ALERGIA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR. Laíse Souza. Mestranda Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição PPGAN / UNIRIO
ALERGIA X INTOLERÂNCIA ALIMENTAR Laíse Souza Mestranda Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição PPGAN / UNIRIO COMO DIFERENCIAR A ALERGIA ALIMENTAR DA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR?! ALERGIA ALIMENTAR
GASTROSTOMIA E JEJUNOSTOMIA ENDOSCÓPICA. Fernanda Ferreira Francisco Residente do Serviço de Gastroenterologia do HUCFF
GASTROSTOMIA E JEJUNOSTOMIA ENDOSCÓPICA Fernanda Ferreira Francisco Residente do Serviço de Gastroenterologia do HUCFF INTRODUÇÃO É a comunicação da luz do TGI (estômago ou jejuno) com o meio externo através
CIÊNCIAS PROVA 3º BIMESTRE 8º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS PROVA 3º BIMESTRE 8º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ 2010 01. A organização
Medicina-UFC. VxytÄ t. Thyago Araújo Fernandes
VxytÄ t Thyago Araújo Fernandes Cefaléia X Dor facial Processo doloroso referido em segmento cefálico, oriundo de estruturas faciais ou cranianas Considerações gerais Motivo comum de consulta médica Epidemiologia:
Esofagite Eosinofílica
Esofagite Eosinofílica Introdução Como otorrinolaringologistas, temos muitos pacientes que vêm ao consultório diariamente queixando- se de disfagia. Muitas vezes pensamos em doença do refluxo gastroesofágico
SEMIOLOGIA MÉDICA APARELHO DIGESTIVO AULAS PRÁTICAS
SEMIOLOGIA MÉDICA APARELHO DIGESTIVO AULAS PRÁTICAS 1. HISTÓRIA Em adição às anomalias mencionadas pelo dono na história geral, podem existir sinais mais específicos do tracto digestivo: Disfagia - dificuldade
www.drapriscilaalves.com.br [LEPTOSPIROSE]
[LEPTOSPIROSE] A Leptospirose é uma doença infecciosa grave. 2 leptospirose É causada por uma bactéria, a Leptospira interrogans, que tem vários subtipos (chamados sorovares). Esses sorovares têm diferentes
Nesse caso, responda aos itens a seguir:
01 Uma mulher de 39 anos de idade, obesa mórbida, foi submetida à gastroplastia redutora. Evoluiu, no pós-operatório imediato, com dor abdominal intensa, hipotensão arterial, queda da saturação de oxigênio
Balão Intragástrico: anestésicos, operatórios e clínicos.
Balão Intragástrico: Emagrecer é um desejo da maioria das pessoas. Mas, quando esse desejo envolve a saúde, a necessidade é ainda maior. Algumas pessoas tentam perder peso com tratamentos clínicos, acompanhamento
ESTÔMAGO ANATOMIA FISIOLOGIA ULCERA PÉPTICA
ESTÔMAGO ANATOMIA FISIOLOGIA ULCERA PÉPTICA ANATOMIA IRRIGAÇÃO Artérias gástricas esquerda (ramo do tronco celíaco) e direita (ramo da a. hepática própria), ao longo da curvatura menor. Artérias gastroepiplóica
Sistema Respiratório Humano
Sistema Respiratório Humano Sistema Respiratório Os alimentos contêm a energia necessária para nossas atividades. Essa energia é liberada por meio de uma transformação química conhecida como respiração
INGESTA DE ÁLCALIS CÁUSTICOS
Curso Internacional de Emergencias Toxicológicas Hospital Nacional Guillermo Irigoyen UNITOX 4 al 7 de Julio de 2007,Lima,Perú INGESTA DE ÁLCALIS CÁUSTICOS Dr. Carlos Augusto Mello da Silva MD Professor
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Lansoprazol Decafarma 15 mg Cápsulas gastrorresistentes Lansoprazol Decafarma 30 mg Cápsulas gastrorresistentes APROVADO EM Leia atentamente este folheto
BRONQUIOLITE EPIDEMIOLOGIA
BRONQUIOLITE O termo bronquiolite designa uma infecção, habitualmente vírica, caracterizada por obstrução inflamatória dos bronquíolos. É a principal causa de doença aguda e de internamento em crianças
Relação entre a velocidade de circulação e o diâmetro dos vasos? Constância dos fluxos
Relação entre a velocidade de circulação e o diâmetro dos vasos? Constância dos fluxos Área dos segmentos vasculares é muito variável, fluxo é obrigatoriamente constante - velocidade de circulação varia...
DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO
CLÍNICA MÉDICA DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO Patrícia Dupim Universo ENDOCARDITE INFECCIOSA Também conhecida como endocardite bacteriana. É a infecção das valvas e superfície do endocárdio, causada pela
Unidade III Nutrição na doença e agravos à saúde. Tipos de dietas e consistência NUTRIÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM. Profa Dra Milena Baptista Bueno
Unidade III Nutrição na doença e agravos à saúde. Tipos de dietas e consistência NUTRIÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM Profa Dra Milena Baptista Bueno Dietoterapia Dietoterapia: tratamento de indivíduos portadores
INTRODUÇÃO À DIETOTERAPIA
INTRODUÇÃO À DIETOTERAPIA Profª: Haracelli Leite da Costa Objetivo da Aula Conhecer afinalidade da dietoterapia; Conhecer termos específicos da dietoterapia; Conhecer os caminhos para se trabalhar adietoterapia
1-Digestão, absorção, transporte e excreção de nutrientes
MÓDULO I NUTRIÇÃO CLÍNICA 1-Digestão, absorção, transporte e excreção de nutrientes 2-Energia, vitaminas e minerais 3-Proteínas, lipídios e carboidratos 4-Doenças do aparelho digestivo I: 4.1 Doenças do
BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 21 SISTEMA HUMANA
BIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 21 SISTEMA HUMANA esmalte dentina cavidade da polpa gengiva cemento nervos e vasos sanguíneos mucosa epitélio serosa camada muscular submucosa Esquema do corte transversal do
Manejo nutricional de cães e gatos
Manejo nutricional de cães e gatos L I V I A M A R I A S O U Z A S E M O L I N D O U T O R A N D A E M C I R U R G I A V E T E R I N Á R I A U N E S P / J A B O T I C A B A L Comportamento natural dos
Funções vitais. Circulação. Circulação Respiração
Funções vitais Circulação Respiração Vias aéreas Alvéolo pulmonar Circulação pulmonar Circulação sistêmica Troca I Atmosfera para os pulmões Troca II Pulmões para o sangue Transporte de gases no sangue
Osteoban ibandronato de sódio 150mg comprimido revestido USO ORAL USO ADULTO
MINI BULA Osteoban ibandronato de sódio 150mg comprimido revestido USO ORAL USO ADULTO Indicações: OSTEOBAN é indicado para o tratamento da osteoporose pós-menopausa, com a finalidade de reduzir o risco
Cuidados com a saúde: como prevenir e diagnosticar o câncer
Cuidados com a saúde: como prevenir e diagnosticar o câncer O QUE É? TUMOR Termo empregado originalmente para denominar crescimento causado pela inflamação. Tumor benigno: Massa localizada de células com
Forma farmacêutica e apresentação Pepsamar comprimidos mastigáveis : cartucho contendo 100 comprimidos mastigáveis Pepsamar gel : frasco com 240 ml
ESTA BULA É CONTINUAMENTE ATUALIZADA. FAVOR PROCEDER A SUA LEITURA ANTES DE UTILIZAR O MEDICAMENTO I- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO PEPSAMAR Hidróxido de alumínio Forma farmacêutica e apresentação Pepsamar
09/03/2016. Professor Luciano Hauschild. Anatomia e fisiologia comparada do trato gastrointestinal de aves e suínos
Professor Luciano Hauschild 1 Anatomia e fisiologia comparada do trato gastrointestinal de aves e suínos 2 1 1. Introdução 2. Compartimentos digestivos e funções 2.1 Boca 2.2 Esôfago 2.3 Estômago 2.4 Motilidade
pantoprazol Pharlab Indústria Farmacêutica S.A. Comprimido revestido 20 mg PANTOPRAZOL_20MG_Bula_Paciente_R0
pantoprazol Pharlab Indústria Farmacêutica S.A. Comprimido revestido 20 mg PANTOPRAZOL_20MG_Bula_Paciente_R0 PANTOPRAZOL 20 MG Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Comprimido revestido
- Esofagite de refluxo: Uma inflamação do seu esófago (o tubo que liga a garganta ao estômago) acompanhada de regurgitação ácida do estômago.
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Pantoprazol Alter 40 mg Comprimidos gastrorresistentes Pantoprazol Leia com atenção todo este folheto antes de começar a tomar este medicamento pois contém
DONILA. Aché Laboratórios Farmacêuticos Comprimidos revestidos 5 mg e 10 mg
DONILA Aché Laboratórios Farmacêuticos Comprimidos revestidos 5 mg e 10 mg BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO DONILA cloridrato de donepezila
Qual é a função do cólon e do reto?
Câncer de Cólon Qual é a função do cólon e do reto? O cólon e o reto constituem o intestino grosso, que possui um importante papel na capacidade do organismo de processar os alimentos. O intestino grosso
Patogênese das Gastrites. Prof. Lucas Brandão.
Patogênese das Gastrites Prof. Lucas Brandão. Lembrando da normalidade... Anatomia e Histologia Estômago Dividido em três regiões anatômicas: 1 - Fundo II - Corpo III - Antro Apresenta 4 camadas: 1 - Mucosa
Câncer Coloretal. Ana Fernanda Centrone
Câncer Coloretal Ana Fernanda Centrone CÂNCER COLORETAL O câncer coloretalabrange os tumores que atingem o colón e o reto Doença tratável e frequentemente curável quando localizada no intestino FATORES
Elizabeth Balbi Hepatologista Centro Estadual de Transplantes - RJ
AVALIAÇÃO CLÍNICA DO PACIENTE COM CARCINOMA HEPATOCELULAR QUE SERÁ SUBMETIDO A CIRURGIA Elizabeth Balbi Hepatologista Centro Estadual de Transplantes - RJ Introdução Fígado: Envolvido em inúmeros processos
ATENDENDO O PACIENTE FELINO COM MEDICINA TRADICIONAL CHINESA, ABORDANDO DOENÇAS COMPLEXAS COMO PIF, FIV, FELV ENTRE OUTRAS.
ATENDENDO O PACIENTE FELINO COM MEDICINA TRADICIONAL CHINESA, ABORDANDO DOENÇAS COMPLEXAS COMO PIF, FIV, FELV ENTRE OUTRAS. Eduardo Lobo - Medicina Chinesa e Oncologia Veterinária Felino- Um Animal diferente
MARCUS VINICIUS GOMES MARCEL MANFRE LOPES DIAGNÓSTICO DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO NA MEDICINA NUCLEAR
MARCUS VINICIUS GOMES MARCEL MANFRE LOPES DIAGNÓSTICO DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO NA MEDICINA NUCLEAR FACULDADE MÉTODO DE SÃO PAULO SÃO PAULO 2014 MARCUS VINICIUS GOMES MARCEL MANFRE LOPES DIAGNÓSTICO DO
Nódulo de Tireoide. Diagnóstico:
Nódulo de Tireoide São lesões comuns à palpação da tireoide em 5% das mulheres e 1% dos homens. Essa prevalência sobe para 19 a 67% quando utilizamos a ecografia. A principal preocupação é a possibilidade
Sessão Clínica de Ginecologia. Kelly milena molina james Santa Casa Da Misericórdia RJ 28 Enfermaria - 2016 Prof. Silvio Silva F.
Sessão Clínica de Ginecologia Kelly milena molina james Santa Casa Da Misericórdia RJ 28 Enfermaria - 2016 Prof. Silvio Silva F. Data da consulta: 23-05-13 Nome: V. G. D. Idade: 19 anos Natural: chilena
Meios de contraste Preparo e finalidades
Profº Claudio Souza Meios de contraste Preparo e finalidades Meios de contraste Para cada via de administração de um meio de contraste há um preparo adequado, tanto do cliente que passara pelo procedimento
Meios de contraste. Preparo e finalidades. Profº Cláudio Souza
Meios de contraste Preparo e finalidades Profº Cláudio Souza Meios de contraste Para cada via de administração de um meio de contraste há um preparo adequado, tanto do cliente que passara pelo procedimento
Estomanol. (Bicarbonato de sódio + Carbonato de sódio)
Estomanol (Bicarbonato de sódio + Carbonato de sódio) Laboratório Farmacêutico Vitamed Ltda Granulado Efervescente 5g ESTOMANOL Bicarbonato de sódio 2,31g + Carbonato de sódio 0,45g APRESENTAÇÕES Cartucho
APROVADO EM 10-07-2013 INFARMED. Folheto informativo: Informação para o utilizador. Klean-Prep associação pó para solução oral
Folheto informativo: Informação para o utilizador Klean-Prep associação pó para solução oral Leia com atenção todo este folheto antes de começar a tomar este medicamento pois contém informação importante
10anos. Hidratação em Pediatria. Prof. Dr. Mário M. Ferreira Carpi - UNESP - Botucatu
1988 1988 1998 10anos Hidratação em Pediatria Prof. Dr. Mário M Ferreira Carpi UTI - Pediátrica - UNESP - Botucatu Desidratação Perda de água e eletrólitos litos não compensada pelo organismo Hidratação
FISIOLOGIA HUMANA SISTEMA DIGESTÓRIO
FISIOLOGIA HUMANA 1 SISTEMA DIGESTÓRIO 2 1 Funções Fornecer/repor água, eletrólitos/sais minerais, nutrientes/substratos energéticos, vitaminas, para o corpo. 3 Aspectos morfofuncionais Sistema digestório:
HEPATITE A. Doença viral aguda. Manifestações clínicas variadas. Fulminante (menos 10% casos) Piora clínica de acordo com idade
HEPATITES HEPATITE A Doença viral aguda Manifestações clínicas variadas Fulminante (menos 10% casos) Piora clínica de acordo com idade Transcurso da doença apresenta períodos distintos! HEPATITE A Incubação
Platelmintos. Principais Verminoses: Esquistossomose ou Barriga d`água. Teníase. Cisticercose
Platelmintos Principais Verminoses: Esquistossomose ou Barriga d`água. Teníase. Cisticercose Esquistossomose ou Barriga d`água Agente Etiológico: Schistosoma mansoni. Hospedeiro Intermediário: Biomphlaria
FORMULÁRIO TEMPO DE TRÂNSITO COLÔNICO. Para o preparo do exame, é necessário preencher o formulário abaixo :
FORMULÁRIO TEMPO DE TRÂNSITO COLÔNICO Para o preparo do exame, é necessário preencher o formulário abaixo : Nome: Prontuário: Idade: Peso: Altura: Sexo: ( ) Masculino Raça: ( ) Branco ( ) Negro ( ) Feminino
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR. Esomeprazol Mepha 20 mg e 40 mg cápsulas gastrorresistentes Esomeprazol
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Esomeprazol Mepha 20 mg e 40 mg cápsulas gastrorresistentes Esomeprazol Leia atentamente este folheto antes de tomar utilizar este medicamento. - Conserve
Imagem da Semana: Radiografia de abdome e enema opaco
Imagem da Semana: Radiografia de abdome e enema opaco Figura 1: Radiografia simples de abdome obtida à admissão Figura 2: Enema realizado no pré-operatório Enunciado Recém-nascido masculino com 5 dias
CONDUTAS CLÍNICAS PARA ACOMPANHAMENTO DE ACORDO COM RESULTADO DO EXAME CITOPATOTÓGICO
CONDUTAS CLÍNICAS PARA ACOMPANHAMENTO DE ACORDO COM RESULTADO DO EXAME CITOPATOTÓGICO ADEQUAÇÃO DA AMOSTRA AMOSTRA SERÁ CONSIDERADA INSATISFATÓRIA ausência de identificação na lâmina ou na requisição;
Anatomia Patológica 2/3/2011 Esófago e Estômago
Anatomia Patológica 2/3/2011 Esófago e Estômago Classificação do carcinoma do esófago Carcinoma epidermóide Adenocarcionoma Carcinoma de células fusiformes - raro Carcinoma mucoepidermoide raro Classificação
