Infecção da Área Queimada:

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1 Infecção da Área Queimada: Mudança da coloração da lesão. Edema de bordas das feridas Aprofundamento das lesões. Mudança do odor Separação rápida da escara, escara úmida. Coloração hemorrágica sob a escara. Celulite ao redor da lesão. Vasculite no interior da lesão (pontos vermelhos). Aumento ou modificação da queixa dolorosa

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3 Critérios de transferência para Unidade de Tratamento de Queimaduras Queimaduras de 2º grau em áreas maiores que 20% SCQ em adultos Queimaduras de 2º grau maiores de 10% SCQ, em crianças ou maiores de 50 anos Queimaduras 3º grau em qualquer extensão Lesões em face, olho, períneo, mão, pé e grande articulação Queimadura elétrica

4 Critérios de transferência para Unidade de Tratamento de Queimaduras Queimadura química Lesão inalatória, ou lesão circunferencial de tórax ou de membros Doenças associadas, auto-extermínio, politrauma, maus tratos ou situações sociais adversas

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12 ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR

13 PCR Parada respiratória (P.R.) - interrupção brusca da função pulmonar Parada cardiorrespiratória (P.C.R.) suspensão imediata das funções pulmonar e cardíaca Importante

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16 Medicações 2010 (Nova): A atropina não é recomendada para uso de rotina

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20 Resumo dos principais pontos de discussão e alterações RCP neonatal As PCRs neonatais são predominantemente asfíxicas, motivo pelo qual a sequência de ressuscitação A-B-C com relação compressãoventilação de 3:1 foi mantida, exceto quando há etiologia claramente cardíaca.

21 Antes Ver ouvir, sentir Depois Foi retirado 2 ventilações de resgates Foi retirado Frequencia de compressão aproximadamente 100 /mim Profundidade 1 e1/2 polegadas Socorrista leigo 2X30 Frequencia de compressão no minimo 100 /mim 2 polegadas Só compressão Socorrista treinado 2X 30 Inversão 30 X 2 Medicação adrenalina e atropina Criança Adrenalina Amiodarona Vasopressina 1 socorrista 30 x2 2 socorristas 15 x 2 Recen-nascido Continua ABC 3X1

22 Cuidados organizados pós-pcr 2010 (Nova): O tratamento deve incluir suporte cardiopulmonar e neurologico. Hipotermia terapeutica e intervenções coronárias percutaneas (ICPs) devem ser executadas. Como convulsões são comuns apos a PCR, deve-se realizar um eletroencefalograma (EEG) para o diagnostico das convulsões, com pronta interpretação tão logo quanto possível e onitorizção frequente ou continua em pacientes comatosos apos o RCE.

23 2010 (Nova): Nao e necessario fornecer oxigenio suplementar para pacientes sem evidencia de desconforto respiratorio, caso a saturacao de oxi-hemoglobinas seja 94%. Administre morfina com cautela a pacientes com angina instável.

24 Epinefrina e anafilaxia 2010 (Nova): Nova em 2010 e a recomendação de que, se persistirem os sintomas de anafilaxia apesar da administração de epinefrina, os prestadores de primeiros socorros devem procurar assistência medica antes de administrar uma segunda dose de epinefrina.

25 Administração de aspirina para Desconforto torácico 2010 (Nova): Enquanto aguardam a chegada do SME, os prestadores de primeiros socorros devem aconselhar o paciente a mastigar uma aspirina adulta (sem revestimento entérico) ou duas aspirinas infantis de dosagem mais baixa, se o paciente não tiver histórico de alergia à aspirina ou de hemorragia gastrointestinal recente.

26 Torniquetes e controle de hemorragias 2010 (Sem alterações em relação a 2005): Devido aos possíveis efeitos adversos de torniquetes e a dificuldade de sua correta aplicação, seu uso para controlar hemorragias das extremidades e indicado somente se a aplicação de pressão direta não for eficaz ou possível e se o prestador de primeiro socorros tiver treinamento no uso de torniquete.

27 Picadas de cobra 2010 (Nova): A aplicação de uma atadura de imobilização por pressão, em torno de Toda a extensão da extremidade picada, e uma maneira eficaz e segura de retardar o fluxo linfático e, por conseguinte, a disseminação do veneno.

28 Ferroadas de água-viva 2010 (Nova): devem ser lavadas com vinagre abundante (solução de acido acético de 4 a 6%) tão logo possível e por, no mínimo, 30 segundos. Apos a remoção ou desativação dos nematocistos, a dor das ferroadas de águaviva devera ser tratada com imersão em água quente, quando possível.

29 CHOQUE É o quadro clínico que resulta da incapacidade do sistema cardiovascular de prover circulação sangüínea suficiente para os órgãos.

30 Classificação: a) Hipovolêmico: Causado perda de líquido (sangue) em grande quantidade.. Principais causas: Hemorragias, queimaduras, situações clinicas como diarréia e vômitos. b) Cardiogênico: Incapacidade do coração de bombear o sangue com eficiência. Principais causas: IAM c) Distributivo: produzido pela dilatação dos vasos, que torna o volume sanguíneo insuficiente para encher o sistema circulatório, mesmo que este volume em termos absolutos seja normal. d) Obstrutivo: devido à obstrução do retorno venoso ao coração ou do bombeamento cardíaco. Principais causas:pneumotórax hipertensivo e o tamponamento cardíaco.

31 Principais causas: Dilatação dos vasos sangüíneos Existem 03 tipos de choque distributivo: Neurogênico: desenvolvem-se quando o controle autônomo dos vasos sangüíneos falha. Causa mais comum: Traumatismo de coluna cervical Séptico: ocorre em infecções graves devido à liberação de toxinas pelos agentes causadores da infecção. Anafilático: resulta da reação alérgica grave, que produz liberação de substância vasodilatadora como a histamina. Podem causar choque: venenos de insetos, medicamentos, alimentos e polens.

32 HEMORRAGIAS A perda de sangue superior a 7% do peso corporal do indivíduo, de forma aguda, é o que chamamos de hemorragia. Causas: distúrbios de coagulação, traumas, complicações cirúrgicas, intoxicação medicamentosa por anticoagulantes, etc.

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