CUIDADOS PRÉ, TRANS E PÓS- OPERATÓRIOS
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- Derek Aveiro Alves
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1 CUIDADOS PRÉ, TRANS E PÓS- S Prof. Marcelo Meller Alievi FAVET - UFRGS AVALIAÇÃO DO PACIENTE: História clínica Dados gerais dieta, ambiente, saúde,... Informações sobre os diferentes sistemas diarréia, tosse, vômito, micção, ingestão de líquidos,... AVALIAÇÃO DO PACIENTE: História clínica Utilização de medicamentos corticosteróides, anticonvulsivantes, ácido acetilsalicílico Outras informações sangramentos, transfusões sanguíneas, reações medicamentosas AVALIAÇÃO DO PACIENTE: Exame físico Avaliação sistemática do animal AVALIAÇÃO DO PACIENTE: Exames complementares Objetivos: diagnóstico de insuficiências risco cirúrgico monitoração trans e pós-operatória estabelecer estado físico EXAMES COMPLEMENTARES HEMATOLÓGICOS: Hematócrito Proteínas totais Hemograma BIOQUÍMICOS: Uréia Creatinina ALT 1
2 EXAMES COMPLEMENTARES URINÁLISE: Densidade Proteína, ph, sangue, glicose,... OUTROS TESTES: Dirofilariose Testes de coagulação Plaquetas Tipagem sangüínea ph e eletrólitos SISTEMA CÁRDIO-PULMONAR IDOSOS POLITRAUMATIZADOS PATOLOGIAS CARDÍACAS CARDIOPATIA COMPENSADA NÃO CONTRA-INDICA CIRURGIA PROTOCOLO ANESTÉSICO FLUIDOTERAPIA SISTEMA CÁRDIO-PULMONAR PATOLOGIAS RESPIRATÓRIAS SISTEMA HEPÁTICO O QUE OCORRE NA HEPATOPATIA? Paralisia de laringe Colapso de traquéia Palato mole alongado Narinas estenosadas TRAUMATIZADOS VENTILAÇÃO DEFICIENTE (pós-operatório) CONTUSÃO PULMONAR PNEUMOTÓRAX 1. Capacidade de metabolização de anestésicos e medicamentos 2. Estado nutricional deficiente 3. Síntese dos fatores de coagulação SISTEMA HEPÁTICO COMO MINIMIZAR O RISCO DE PACIENTES HEPATOPATAS? 1. Calorias da dieta 2. Fluidoterapia cuidadosa 3. Transfusão de plasma ou sangue SISTEMA URINÁRIO INSUFICIÊNCIA RENAL RUPTURA DE BEXIGA OBSTRUÇÃO URETRAL 1. Estabilização pré-operatória Fluidoterapia Drenagem da urina 2
3 SISTEMA URINÁRIO COMO MINIMIZAR O RISCO DE PACIENTES RENAIS? 1. Fluidoterapia cuidadosa 2. Prevenir perda sanguínea - hipotensão 3. Monitoração e terapia precoce ADRENAL HIPERADRENOCORTICISMO ALTO CORTISOL 1. Compromete respiração Gordura intratorácica 2. Retarda a cicatrização 3. Diminui a resistência tecidual ADRENAL HIPOADRENOCORTICISMO BAIXO CORTISOL 1. Hospitalização Estresse 2. Suplementar com corticóide Indução Recuperação DIABETE MELITO O QUE OCORRE NA DIABETE? 1. Perda do controle da [ ] de glicose 2. Cetoacidose 3. cortisol endógeno 4. demanda metabólica 5. % de infecção DIABETE MELITO COMO PREVENIR COMPLICAÇÕES 1. Insulinoterapia 2. Fluidoterapia com dextrose 3. Monitoração da glicemia Trans e pós-operatório Comunicação com o cliente: Avaliação do paciente Explicação sobre a situação do paciente Opções de tratamento e prognóstico Possibilidade de complicações Cuidados pós-operatórios Custos do tratamento A decisão é sempre do cliente 3
4 Fluidoterapia necessidades diárias cão 40-50ml/kg gato 70ml/kg perdas gastrintestinais vômito: 40ml/kg diarréia: 50ml/kg ambos: 60ml/kg perdas já ocorridas Biopeso (Kg) x % desidratação:... Litros 100 Parâmetros para avaliação clínica pré-operatória de cães, relacionando os sinais físicos com o grau de desidratação. % de depleção Sinais físicos 4 Sem anormalidade; apenas história clínica de falta de ingestão de água 6 Leve inelasticidade da pele (flacidez); mucosas e pele secas; urina concentrada; cansa facilmente 8 Pele sem elasticidade; tempo de reperfusão capilar acima de 3 segundos; olho profundo na órbita; mucosa oral viscosa e seca; conjuntiva congesta e seca; urina concentrada e escassa Pele com severa falta de elasticidade; reperfusão capilar acima de 3 segundos; olho profundo; mucosa pálida; pulso rápido e fraco; contrações musculares involuntárias; choque em animais debilitados Choque ou morte iminente Adaptado de CORNELIUS, 1980 Hemoterapia indicações hemorragia anemia não-regenerativa alterações de coagulação anemia hemolítica não auto-imune trombocitopenia enfermidade hepática hipoproteinemia Hemoterapia transfusão de sangue total volume de sangue (ml)= peso (kg) x ht desejado - ht paciente x 70 (gato) ou 90 (cão) ht doador 2,2ml/kg para 1% no ht do receptor Obs.: hematócrito do doador deve ser igual a 40% transfusão de papa de hemácias capacidade de transporte de oxigênio Hemoterapia transfusão de plasma hipoproteinemia fatores de coagulação plasma (litros)= peso (kg) x 0,05 x déficit de proteína (g/dl) proteína do plasma do doador 6-10ml/kg 3x dia até normalizar os níveis de proteínas totais Preparação geral do paciente: Banho 24 horas antes da cirurgia Jejum sólido de ± 12 horas Jejum líquido de ± 4 horas Passear com o animal estimula a micção e defecação Sondagem uretral ou compressão vesical 4
5 Preparação do local da cirurgia: Remoção dos pêlos (tricotomia) Gilete Agentes depilatórios Tosquia Anti-sepsia da pele Colocação dos panos de campo Transporte e posicionamento do paciente: Evitar contaminação da área preparada Fontes de aquecimento do paciente fontes de calor externas fontes de calor internas Posicionamento do paciente na mesa acesso fácil e completo ao local da cirurgia confortável para o paciente Contenção do paciente PLANEJAMENTO Trabalho em equipe Boa iluminação Controle da força, movimentos e gestos Anatomia topográfica PERÍODO TRANS- Intervenção no menor tempo possível Não é corrida NORMAS PARA CIRURGIA Cirurgião não tenso Dissecar somente o necessário Mínima exposição dos tecidos Manipulação suave Ponto de apoio menor tremor Instrumental e técnica correta Fluidoterapia PERÍODO TRANS ml/kg/h Plano anestésico adequado Ventilação Hemostasia preventiva Proteção da área cirúrgica 5
6 PERÍODO TRANS- Cuidados com os tecidos hidratação manipulação lavagem Escolha do material de sutura Escolha do padrão de sutura PERÍODO PÓS- PERÍODO PÓS- RETOMADA DA HOMEOSTASIA CONTROLE DA DOR RECONHECIMENTO PRECOCE DAS COMPLICAÇÕES SALA DE RECUPERAÇÃO OBSERVAÇÃO CONSTANTE AMBIENTE TRANQÜILO AQUECIDO PENUMBRA SALA DE RECUPERAÇÃO FONTES DE: O 2 Ar comprimido Vácuo ARMÁRIO COM COBERTORES E FLUIDOS AQUECIDOS MATERIAL DE ENFERMAGEM Ataduras Sondas Seringas, etc MATERIAL PARA VENTILAÇÃO E EMERGÊNCIAS: Ambú Tubos endotraqueais Laringoscópios Fármacos de emergência MATERIAL PARA HIGIENE DO PACIENTE VARIÁVEIS GERAIS estado geral vivacidade tono muscular postura apetite temperatura corporal 6
7 VARIÁVEIS VENTILATÓRIAS padrão respiratório freqüência respiratória características respiratórias ausculta pulmonar VARIÁVEIS CIRCULATÓRIAS freqüência cardíaca pulso arterial pressão arterial tempo de reperfusão capilar VARIÁVEIS DOS LÍQUIDOS CORPORAIS hidratação produção urinária FERIDA CIRÚRGICA Coloração Presença de secreção Aumento de volume Condição da sutura Sensibilidade (dor exagerada) Temperatura ANALGESIA IDENTIFICAR DOR... Alterações de comportamento Anorexia Vocalização Proteção da ferida 7
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