CONVULSÕES NEONATAIS
|
|
|
- Vítor Marinho Coradelli
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CONVULSÕES NEONATAIS CLASSIFICAÇÃO: TIPO DE CONVULSÃO RN CARACTERÍSTICAS Convulsão sutil T e PT Fenômenos oculares (desvio ocular horizontal tônico, olhar fixo, piscar ou tremular das pálpebras); movimentos bucolinguais (mastigar, sugar, protrusão de língua); movimentos dos membros ( pedalar, nadar ou movimento tônico de um membro); apneia; alterações autonômicas. Convulsão Tônica Focal Convulsão Tônica generalizada Convulsão Clônica Focal (associada a lesão cerebral localizda) Convulsão Clônica Multifocal Convulsão Mioclônica T e PT T e baixo peso T T T e PT Postura sustentada de um membro ou postura assimétrica do tronco e/ou pescoço. Extensão tônica dos membros superiores e inferiores (mimetiza a descerebração) ou flexão tônica dos membros superiores e extensão dos membros inferiores (semelhante à decorticação). Caracteriza-se por contração rápida e relaxamento lento no mesmo ciclo de movimento. Diferencia -se dos tremores, que apresentam tempos iguais de contração e relaxamento. Movimentos clônicos multifocais, que podem ser simultâneos em várias partes do corpo ou em uma sequência não ordenada. Contrações isoladas ou repetitivas, semelhantes a choques (breves), de um único grupo muscular (focal), de vários músculos (multifocal ou errática) ou simultânea bilateral (generalizada). 123
2 DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL ENTRE CONVULSÃO E ABALO ASPECTOS CLÍNICOS ABALOS CONVULSÃO Movimentos oculares anormais ou olhar fixo 0 + Movimentos estímulo-sensíveis + 0 Movimentos predominantes Movimentos cessam com a flexão passiva Tremor (movimento rítmico rápido) Movimentos clônicos correspondentes rápidos e lentos + 0 Alterações autossômicas 0 + ETIOLOGIA DE 0 A 3 DIAS DE VIDA 3 A 7 DIAS DE VIDA MAIS DE 7 DIAS DE VIDA Encefalopatia hipoxico - isquêmica Infecção intracraniana Malformação de SNC Hipoglicemia Malformação de SNC Meningoencefalites virais Hipocalcemia Desordens metabólicas Desordens metabólicas hereditárias hereditárias Hemorragia intracraniana Hipocalcemia Kernicterus (50% dos casos) Toxicidade de drogas Síndrome de abstinência Malformação de SNC Infarto cerebral Dependência de piridoxina 124
3 DIAGNÓSTICO: AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA INICIAL História clínica detalhada familiar, gestação e parto Exame clínico e neurológico completo Avaliação bioquímica glicemia, níveis séricos de sódio, potássio, cálcio e magnésio, gasometria arterial Triagem infecciosa hemograma, proteína C reativa (PCR), hemocultura, sumario de urina e urinocultura, análise do liquor ( bacterioscopia, Gram, quimiocitológico e cultura) EEG US Transfontanelar AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA ESPECÍFICA Teste do Pezinho ampliado Sorologias para TORCHS* e culturas virais Triagem para erros inatos do metabolismo Triagem para drogas ilícitas Exame de fundo de olho Exames de imagem: tomografia computadorizada de crânio e ressonância magnética de crânio Potencial evocado auditivo e visual Polissonografia Videoeletroencefalograma MANEJO: 1. Medidas gerais: 125
4 Assegurar vias aéreas pérvias,ventilação e perfusão adequadas; Cabeceira elevada a 30º; Monitorização cardíaca e oximetria; Suspender dieta, se necessário, e manter sonda naso / orogástrica aberta; Garantir acesso venoso. 2. Exames complementares 3. Drogas anticonvulsivantes. Fenobarbital sódico (Fenocris - 100mg/mL) é a droga de primeira escolha. Ataque: 20mg/kg, endovenosa (EV), em 10 a 15 minutos; repetir doses 5 10 mg/kg EV a cada 15 a 20 minutos se necessário (dose máxima total = 40mg/kg). Vigiar hipotensão e padrão respiratório. Manutenção: 3-4 mg/kg/dia EV ou via oral (VO), dividida a cada 12 horas, iniciada após 12 horas da dose de ataque. Nível terapêutico: 15 a 40µg/ml. Fenitoína (Hidantal 50mg/ml) indicada se a convulsão não ceder com fenobarbital. Ataque: 15-20mg/kg, EV, a 0,5mg/kg/minuto ( diluição 1mg fenitoína / 1 ml SF ), sob monitoração cardíaca ( arritmia cardíaca). Manutenção: 4 a 8 mg/kg/dia EV, a cada 12 horas, iniciar 12 horas apos ataque. Nível sérico: 15 a 20µg/ml. Após cinco dias sem crise convulsiva, reduzir a dose da fenitoína para 4mg/kg/dia, depois para 3mg/kg/dia, e suspender a droga. Midazolam (Dormonid 5mg/ml) indicado se a convulsão não ceder com fenobarbital e fenitoína. Ataque: 0,06 a 0,15mg/kg, EV em pelo menos 5 minutos. Manutenção: 0,06 a 0,4mg/kg/hora, EV, em infusão contínua. Após 12 horas sem crise, suspender lentamente (1/3 da dose a cada 2 horas). Se for utilizado por período superior a 96 horas, a retirada deve ser gradual (síndrome de abstinência). Tiopental indicado na convulsão refratária. Ataque: 2 a 5 mg/kg, EV. Manutenção: 10 µg/kg/minuto, e aumentar 10µg/kg/minuto até 100µg/kg/minuto). Iniciar a retirada gradual do tiopental após 12 a 24 horas do controle da crise. Esta medicação foi descontinuada nos Estados Unidos. Levitiracetam (Keppra ) usado em convulsões refratárias, poucos trabalhos disponíveis Dose: 10 mg/kg, EV, dividido a cada 12 horas; auemntar a dose em 10mg/kg em 3 dias até 30 mg/kg/dia; aumentar até mg/kg/dia, se convulsão não ceder. 126
5 Outras medicações: Gluconato de cálcio 10% - 2 a 4ml/kg, EV, sob monitoração cardíaca. Sulfato de magnésio a 50% - 0,2ml/kg, intramuscular. Piridoxina (vitamina B6) 50 a 100mg, EV (bolus) 127
DIRETRIZES SOBRE CRISES NEONATAIS. OMS e ILAE
DIRETRIZES SOBRE CRISES NEONATAIS OMS e ILAE Tradução Viviane C. Quixabeira Claudia P. Bento Letícia Sauma Marilisa M. Guerreiro INTRODUÇÃO As crises epilépticas ocorrem comumente em recém-nascidos, tanto
Folha para o atendimento de urgências pediátricas
APÊNDICES Apêndice A Folha para o atendimento de urgências pediátricas MEDICAMENTOS DOSE/VIA ADMINISTRA- ÇÃO CÁLCULO PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOS PARA ATENDIMENTO À PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA ADRENALINA 1:1.000
Status Epilepticus. Neurologia - FEPAR. Neurofepar Dr. Carlos Caron
Status Epilepticus Neurologia - FEPAR Neurofepar Dr. Carlos Caron Classificação das Epilepsias n Status Epilepticus: Definição Crise epiléptica com duração de pelo menos 5 minutos. Duas ou mais crises
Status Epilepticus. Neurologia - FEPAR. Neurofepar Dr. Roberto Caron
Status Epilepticus Neurologia - FEPAR Neurofepar Dr. Roberto Caron Estado de Mal Epiléptico Classificação das Epilepsias Definição Status Epilepticus: Crise epiléptica com duração de pelo menos 5 minutos.
ESTADO DE MAL EPILÉPTICO (EME) EM PEDIATRIA E NEONATOLOGIA
Página: 1 de 11 EME é a emergência neurológica mais comum em terapia intensiva 10 a 58/100.000. Por relacionar-se a altas taxas de sequelas, o tratamento deve ser rápido, envolvendo medicações de efeito
Conduza Corretamente o Estado de Mal Convulsivo
Conduza Corretamente o Estado de Mal Convulsivo Author : Dr. Sidney Volk Categories : Medicina Intensiva, Neurologia, Urgência & Emergência Date : 20 de Março de 2017 Compartilhe conhecimento! 562 Shares
Manejo do Acidente Vascular Encefálico Isquêmico em UTI. Dr. Salomón Soriano Ordinola Rojas Unidades de Terapia Intensiva Neurológica
Manejo do Acidente Vascular Encefálico Isquêmico em UTI Dr. Salomón Soriano Ordinola Rojas Unidades de Terapia Intensiva Neurológica Manejo em Terapia Intensiva Avaliação rigorosa do nível de consciência
MANEJO CLÍNICO DE PACIENTE COM SUSPEITA DE DENGUE
Guia Prático MANEJO CLÍNICO DE PACIENTE COM SUSPEITA DE DENGUE Estado de São Paulo 2015 Divisão de Dengue e Chikungunya Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac CCD COORDENADORIA DE
ABORDAGEM CLÍNICA DAS ARBOVIROSES EPIDÊMICAS E HIPERENDÊMICAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DENGUES TIPO 1 A 4, CHIKUNGUNYA E ZIKA
ABORDAGEM CLÍNICA DAS ARBOVIROSES EPIDÊMICAS E HIPERENDÊMICAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DENGUES TIPO 1 A 4, CHIKUNGUNYA E ZIKA Pedro Guimarães Coscarelli Médico Dstrab/Cvast/Svea/SVS/SES-RJ Professor
Síndrome de Guillain-Barré
Enfermagem em Clínica Médica Síndrome de Guillain-Barré Enfermeiro: Elton Chaves email: [email protected] Síndrome de Guillain-Barré É uma doença autoimune que ocorre quando o sistema imunológico
INSTRUÇÃO DE TRABALHO HOSPITAL INFANTIL PÚBLICO DE PALMAS - TO PROTOCOLO MÉDICO/ASSISTENCIAL Crises Convulsivas e Estado de Mal Epiléptico
Página: 1 de 8 1 OBJETIVO Estabelecer algoritmo adequado na abordagem de crises convulsivas, a partir de medidas de suporte na emergência e uso racional de drogas, objetivando-se cessar as convulsões o
MANUTENÇÃO DO POTENCIAL DOADOR
MANUTENÇÃO DO POTENCIAL DOADOR OBJETIVOS Objetiva otimizar a perfusão tecidual, assegurando a viabilidade do órgão Diminui o risco de evolução para parada cardíaca Mantém o órgão em melhores condições
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO. TERAPIA INTENSIVA ADULTO I FACULDADE PITÁGORAS BETIM PROFa: DANIELE REZENDE
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO TERAPIA INTENSIVA ADULTO I FACULDADE PITÁGORAS BETIM PROFa: DANIELE REZENDE Introdução O acidente vascular encefálico pode ser definido como uma disfunção neurológica aguda
Convulsão no Recém-nascido
Diretrizes Clínicas Protocolos Clínicos 008 Convulsão no Recém-nascido Última revisão: 20/07/2014 Estabelecido em: 03/12/2005 Responsáveis / Unidade José Mariano da Cunha Filho Médico MOV Luiz Fernando
ABORDAGEM PRECOCE COM EQUOTERAPIA NO TRATAMENTO COADJUVANTE DA ENCEFALOPATIA CRONICA NÃO PROGRESSIVA
ABORDAGEM PRECOCE COM EQUOTERAPIA NO TRATAMENTO COADJUVANTE DA ENCEFALOPATIA CRONICA NÃO PROGRESSIVA Os métodos terapêuticos que visam a reabilitação física e mental das pessoas com deficiências ou com
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA MÓDULO DE INSUFICIÊNCIA CIRCULATÓRIA AGUDA CHOQUE Prof.: ALESSANDRO MÁRCIO TEIXEIRA CAVALCANTE
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA MÓDULO DE INSUFICIÊNCIA CIRCULATÓRIA AGUDA CHOQUE Prof.: ALESSANDRO MÁRCIO TEIXEIRA CAVALCANTE Choque Hipovolêmico Choque hipovolêmico - Definição Distúrbio
PNEUMOLOGIA LINHA DE CUIDADO GERAL EM ASMA E DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)
LINHA DE CUIDADO GERAL EM ASMA E DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) Nível de Atenção Ações em Saúde Ações e Procedimentos Específicos Atenção Básica Atenção Especializada de Média Complexidade (Ambulatorial,
PROTOCOLOS CLÍNICOS Nº UNP Folha 04/01. ELABORADO POR Luciano de Paola APROVADO POR Marcos C. Lange HOMOLOGADO POR (Diretor de Corpo Clínico)
PROTOCOLOS CLÍNICOS Nº. 04 - UNP Folha 04/01 : Estado de Mal Epiléptico Unidade de Neurol/Neuroc/Psiquiatria (UNP) ELABORADO POR Luciano de Paola APROVADO POR Marcos C. Lange HOMOLOGADO POR (Diretor de
Gerência Geral de Toxicologia
Gerência Geral de Toxicologia Exposição crônica aos agrotóxicos AVALIAÇÃO DO RISCO DIETÉTICO TICO Conceitos Importantes Conceito 1 Ingestão Diária Aceitável (IDA) - quantidade máxima de substância que,
MANEJO DAS CRISES CONVULSIVAS NA EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA
MANEJO DAS CRISES CONVULSIVAS NA EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA UNITERMOS CONVULSÕES; EMERGÊNCIA; PEDIATRIA; NEUROLOGIA. Juliana Beirão de Almeida Guaragna Caroline Cardoso Klein Marion Falcão Vanzella Alessandra
PRIMACOR Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. Solução Injetável 1 MG/ML
PRIMACOR Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. Solução Injetável 1 MG/ML Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento. PRIMACOR IV lactato de milrinona
Fraturas Pro r f Mo M isé s s é Me M n e d n e d s e
Fraturas Prof Moisés Mendes Fraturas - definição CONCEITO Corresponde a divisão brusca e violenta de um osso ou cartilagem. A incidência é maior no sexo masculino, devido a uma exposição maior aos traumas,
Manejo de Crise Convulsiva. Dr. Guilherme Simone Mendonça Neurologista Neurofisiologista Clínico
Manejo de Crise Convulsiva Dr. Guilherme Simone Mendonça Neurologista Neurofisiologista Clínico Formação Médico Universidade Regional de Blumenau Neurologista Hospital Municipal São José de Joinville
Licenciatura em Engenharia Biomédica Ana Rita Peralta 18.Março.2009. Medicão da actividade eléctrica cortical
Licenciatura em Engenharia Biomédica Ana Rita Peralta 18.Março.2009 Medicão da actividade eléctrica cortical Objecto de estudo: Córtex Medição da actividade cortical Métodos neurofisiológicos EEG Potenciais
PLANO DE ENSINO. Objetivos
PLANO DE ENSINO Disciplina: Assistência de Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em cuidados a pacientes críticos. Carga-horária: 100 h/a Período Letivo: 2º semestre 2013 Professora: Márcia
AMINOFILINA Broncodilatadores. Identificação do Produto: Formas Farmacêuticas e Apresentações:
AMINOFILINA Broncodilatadores Identificação do Produto: Formas Farmacêuticas e Apresentações: Solução injetável: Caixa com 100 ampolas de 10mL. Composição: Cada ampola de 10 ml contém: Aminofilina... 250mg
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA DISCIPLINA - EPIDEMIOLOGIA DAS DOENÇAS INFECCIOSAS 2006
1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA DISCIPLINA - EPIDEMIOLOGIA DAS DOENÇAS INFECCIOSAS 2006 Avaliando a Validade do Diagnóstico e de Testes de triagem Introdução
DISTÚRBIOS DO SÓDIO E DO POTÁSSIO
DISTÚRBIOS DO SÓDIO E DO POTÁSSIO HIPONATREMIA Dosagem de sódio ( Na ) sérico < 130mEq/L Oferta hídrica aumentada; Baixa oferta de sódio; Redistribuição osmótica de água ( p.ex. hiperglicemia); Excreção
INAPÓS - Faculdade de Odontologia e Pós Graduação. Disciplina de Periodontia 5 o período PERIODONTIA X OUTRAS ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS
INAPÓS - Faculdade de Odontologia e Pós Graduação Disciplina de Periodontia 5 o período PERIODONTIA X OUTRAS ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira http://lucinei.wikispaces.com
ESTADO DE MAL EPILÉPTICO
Dr. Carlos R. Caron - Neurofepar 1 ESTADO DE MAL EPILÉPTICO INTRODUÇÃO: O estado de mal epiléptico (EME) foi reconhecido como uma entidade distinta dentre as epilepsias na metade do século XIX. Entretanto,
PROTOCOLO DE INSULINA EM PERFUSÃO PARA CONTROLO INTENSIVO DE GLICÉMIA EM UNIDADES DE CUIDADOS INTENSIVOS DE ADULTOS
PROTOCOLO DE INSULINA EM PERFUSÃO PARA CONTROLO INTENSIVO DE GLICÉMIA EM UNIDADES DE CUIDADOS INTENSIVOS DE ADULTOS Ana Rita Ferreira Janeiro de 2008 1 PROTOCOLO DE INFUSÃO DE INSULINA 1 Este protocolo
Jose Roberto Fioretto
Jose Roberto Fioretto [email protected] Professor Adjunto-Livre Docente Disciplina de Medicina Intensiva Pediátrica Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP 1988 Hipoglicemia Distúrbio metabólico mais comum
10anos. Hidratação em Pediatria. Prof. Dr. Mário M. Ferreira Carpi - UNESP - Botucatu
1988 1988 1998 10anos Hidratação em Pediatria Prof. Dr. Mário M Ferreira Carpi UTI - Pediátrica - UNESP - Botucatu Desidratação Perda de água e eletrólitos litos não compensada pelo organismo Hidratação
Nesse caso, responda aos itens a seguir:
01 Uma mulher de 39 anos de idade, obesa mórbida, foi submetida à gastroplastia redutora. Evoluiu, no pós-operatório imediato, com dor abdominal intensa, hipotensão arterial, queda da saturação de oxigênio
PEC em Radiologia Básca. Acad. José Gomes da Rocha Filho
PEC em Radiologia Básca Acad. José Gomes da Rocha Filho Diagnóstico Acompanhamento evolutivo da doença renal O que é? É um exame que demonstra todo o trato urinário através da injeção endovenosa de uma
Respostas Fisiológicas do sistema cardiovascular durante a Atividade Física
Respostas Fisiológicas do sistema cardiovascular durante a Atividade Física 1 1) ATP: Adenosina trifosfato É um composto que armazena e libera energia para todos os processos celulares, inclusive para
Christiano Coli Intensivista da Unidade de Terapia Intensiva Hospital Mater Dei
SIADH, SPS E O PAPEL DA SALINA HIPERTÔNICA Christiano Coli Intensivista da Unidade de Terapia Intensiva Hospital Mater Dei HIPONATREMIA Hiponatremia: Na < 135 meq/l Incidência: Pacientes hospitalizados:
Diretrizes Assistenciais. Protocolo de Diagnóstico e Tratamento de ITU no CTIA
Diretrizes Assistenciais Protocolo de Diagnóstico e Tratamento de ITU no CTIA Versão eletrônica atualizada em Novembro 2008 Protocolo de Diagnóstico e Tratamento de ITU no CTIA BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA
Comissão Permanente de Cuidados Paliativos
Caso Clínico preparado e apresentado pelo Dr. Mauricio de Miranda Ventura na Discussão de Caso Interdisciplinar I Controle de sintomas: dispnéia, delirium e ansiedade/depressão na Comissão Permanente de
Cuidados clínicos após PCR (Parada Cardiorrespiratória)
Autores e Afiliação: Cuidados clínicos após PCR (Parada Cardiorrespiratória) Letícia Taniwaki. Ex- médica residente do Departamento de Clínica Médica - FMRPUSP; Carlos Henrique Miranda. Docente da Divisão
Protocolo de Estado de mal epiléptico na infância
Protocolo de Estado de mal epiléptico na infância Última Revisão: Outubro/2015 Versão: 05 Elaboração: Dr. Luiz Eduardo Parreiras Tálamo / Dra. Renata dos Santos Horta Verificação: Dra. Marisa Lages Ribeiro
Dr. Ayrton Roberto Massaro - neurologista São Paulo. Dra. Carla Heloísa Cabral Moro neurologista Hospital Municipal São José Joinville, SC
Coordenadores: Dra. Carla Heloisa Cabral Moro - neurologista Hospital Municipal São José - Joinville, SC Dra. Soraia Ramos Cabette Fábio - neurologista Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de
FIGUR,X 7.1 - Reflexo de Moro : (a) fase de extensão ; ( b) fase de flexão.
CAPÍTULO 7 - Reflexos Infantis e Estereotipias Rítmicas 151 h FIGUR,X 7.1 - Reflexo de Moro : (a) fase de extensão ; ( b) fase de flexão. duas fases : a fase expressiva e a fase de sucção. Nafase expressiva
DISTÚRBIOS METABÓLICOS DO RN
DISTÚRBIOS METABÓLICOS DO RN Renato S Procianoy Prof. Titular de Pediatria da UFRGS Chefe do Serviço de Neonatologia HCPA Editor Jornal de Pediatria DISTÚRBIOS METABÓLICOS DO RN Hipoglicemia Hipocalcemia
CÁLCULO DE INDICADORES DENSIDADE DE INCIDÊNCIA. Dra Rosana Rangel 2011
CÁLCULO DE INDICADORES DENSIDADE DE INCIDÊNCIA Dra Rosana Rangel 2011 Cao clínico Paciente 72 anos, sexo masculino, com história patólogica pregressa de DPOC é admitido na Unidade de Terapia Intensiva
RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR
RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR Conceito de PCR : interrupção súbita da atividade mecânica cardíaca. É a falência cardio-pulmonar aguda que torna insuficiente o fluxo sangüíneo para manter a função cerebral.
DISTÚRBIOS DOS ELETRÓLITOS
DISTÚRBIOS DOS ELETRÓLITOS SÓDIO Principal íon extracelular Classificação segundo o extracelular EC = ICC, cirrose, anasarca, síndrome nefrótica EC normal = SIAD EC = SPS Principal causa = EC SIAD Etiologia:
Resultados de Exames. Data do Exame: 16/04/2015. GASOMETRIA VENOSA Método: Potenciometria/Amperometria/Espectrofotometria
Data do Exame: 16/04/2015 Paciente: CLAUDIA MACEDO Resultados de Exames GASOMETRIA VENOSA Método: Potenciometria/Amperometria/Espectrofotometria ph : 7,37 7,33 a 7,43 po2 : 157 mmhg 30 a 50 mmhg pco2:
3) Complicações agudas do diabetes
73 3) Complicações agudas do diabetes Hiperglicemias As emergências hiperglicêmicas do diabetes melitus são classificadas em: cetoacidose diabética (CAD) e estado hiperglicêmico hiperosmolar (EHH), que
Bases Diagnósticas. Prof. Ms. Elton Pallone de Oliveira
Bases Diagnósticas Apresentação Carga horária CARGA HORÁRIA SEMANAL: 2 horas CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 40 horas Ementa Estudo dos principais diagnósticos clínicos na área da saúde e sua aplicabilidade associativa
*Distúrbio do metabolismo de CHO devido ao aumento da demanda por glicose pelos fetos em desenvolvimento nas últimas 6 semanas de gestação
Prof. Me. Diogo Gaubeur de Camargo *Doença metabólica de ovelhas que ocorre durante as últimas semanas de gestação *Caracterizada por hipoglicemia e cetose *Fígado gorduroso e encefalopatia hepática *Sinonímias
1ª LISTA DE EXERCÍCIOS. Estatística Administração Integral e Noturno. Estatística Descritiva
1ª LISTA DE EXERCÍCIOS Estatística Administração Integral e Noturno Estatística Descritiva 1. Classifique as variáveis (qualitativa nominal, qualitativa ordinal, quantitativa discreta, quantitativa contínua):
INSTRUÇÃO DE TRABALHO
1. Titulo: CUIDADOS PÓS- EXTRAVASAMENTO DE CONTRASTE 2. Definição: Escape das drogas (vesicantes) do vaso sanguíneo para os tecidos circunjacentes, onde seus efeitos tóxicos locais variam podem causar:
20103328 Lesão nervosa periférica afetando um nervo com alterações sensitivas e/ou motoras SIM PR
PR VM PRF TA L - LEGENDA Consta no ROL / Consta na TUSS / valores tabela antiga com correções Não consta no ROL / Consta na TUSS / valores tabela antiga com correções Consta no ROL / Consta na TUSS / valores
Semiologia da Cefaléia. Profa. Dra. Emília Katiane Embiruçu
Profa. Dra. Emília Katiane Embiruçu Introdução Cefaléia: processo doloroso no segmento cefálico Sintoma, associado ou não a sinais Queixa de alta prevalência, inclusive nos serviços de pronto atendimento
Meios de contraste Preparo e finalidades
Profº Claudio Souza Meios de contraste Preparo e finalidades Meios de contraste Para cada via de administração de um meio de contraste há um preparo adequado, tanto do cliente que passara pelo procedimento
O PARTO NA PACIENTE SOROPOSITIVO
O PARTO NA PACIENTE SOROPOSITIVO 1. TRIAGEM SOROLÓGICA - É recomendada a realização de teste anti-hiv com aconselhamento e com consentimento para todas as gestantes na primeira consulta pré-natal; - Enfatiza-se
Infecção da Área Queimada:
Infecção da Área Queimada: Mudança da coloração da lesão. Edema de bordas das feridas Aprofundamento das lesões. Mudança do odor Separação rápida da escara, escara úmida. Coloração hemorrágica sob a escara.
Pharmaton Kiddi polivitamínico, cálcio e lisina
Pharmaton Kiddi polivitamínico, cálcio e lisina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Xarope: frascos com 200 ml, acompanhado de copo-medida. USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 1 ANO Cada 15 ml do xarope
DISTÚRBIOS SISTÊMICOS E O PERIODONTO
INAPÓS - Faculdade de Odontologia e Pós Graduação Curso de Graduação em Odontologia Disciplina de Periodontia 5 o período DISTÚRBIOS SISTÊMICOS E O PERIODONTO Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira http://lucinei.wikispaces.com
ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR
ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR INDICAÇÕES PARA TRANSFUSÃO DE PLASMA FRESCO CONGELADO E CRIOPRECIPITADO Apoliano Albuquerque PLASMA FRESCO CONGELADO - PFC Consiste na
Glândulas. Paratireóides
Glândulas Paratireóides Paratôrmonio (PTH) Essencial para a vida Regulação da [Ca +2 ] plasmática. Baixa [Ca 2+ ] no plasma Células da Paratireóide Retroalimentação Negativa Hormônio da Paratireóide Controle
TESTE DE INTOLERÂNCIA ALIMENTAR DIETA MEDITERRÂNICA
TESTE DE INTOLERÂNCIA ALIMENTAR DIETA MEDITERRÂNICA PONTOS-CHAVE Permite determinar a presença e os níveis de anticorpos IgG a mais de 200 alimentos. A análise é realizada em duplicado a cada um dos alimentos,
Definição de Morte Encefálica
Definição de Morte Encefálica Perda irreversível de todas as funções encefálicas, tanto dos hemisférios cerebrais quanto do tronco cerebral, manifestada por coma aperceptivo, ausência dos reflexos de tronco
Introdução. Triagem: Detecção de um grupo de indivíduos com probabilidade elevada de apresentarem determinadas patologias.
Triagem neonatal Escola Superior de Ciências da Saúde Internato 6 ano Pediatria HMIB Nathália Oliveira Orientadora: Dra. Tatiane Professoras: Dra. Luciana, Dra. Lisliê, Dra. Tatiane Introdução Triagem:
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR
FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Leia atentamente este folheto antes de tomar este medicamento. -Conserve este folheto. Pode ter necessidade de o reler. -Caso ainda tenha dúvidas, fale
Encefalopatia. Progressiva
Paralisia Cerebral??? Crônica Infantil Encefalopatia Não Progressiva Tipos de envolvimento neuromuscular: Anormal do tônus: Espasticidade/Hipertonia Velocidade dependente Inspeção * força?? Espasticidade
Romeran brometo de rocurônio
Romeran brometo de rocurônio Instituto BioChimico Indústria Farmacêutica Ltda. Solução injetável 10mg/mL Romeran brometo de rocurônio USO ADULTO E PEDIÁTRICO USO INTRAVENOSO I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Epilepsia Pedro Schestatsky MD, PhD
Epilepsia Pedro Schestatsky MD, PhD DEFINIÇÃO Grupo de condições crônicas cuja principal manifestação é a convulsão ataque súbito e involuntário de movimentos bruscos com ou sem alteração de consciência.
PARECER CREMEC Nº 29/2012 23/11/2012
PARECER CREMEC Nº 29/2012 23/11/2012 PROCESSO-CONSULTA PROTOCOLO CREMEC nº 7321/2012 Assunto: Hipertensão Arterial e MAPA Interessado: Sr. Francisco Romário Ferreira Gomes PARECERISTA: Câmara Técnica de
ATO DELIBERATIVO Nº 44, DE 19 DE JUNHO DE 2012
ATO DELIBERATIVO Nº 44, DE 19 DE JUNHO DE 2012 Dispõe sobre o Programa de Internação Domiciliar do Supremo Tribunal Federal. O PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DO PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E BENEFÍCIOS
Exames para propedêutica de polineuropatia
NOTA TÉCNICA 222/2013 Solicitante: Marly Gonçalves Pinto - PJPI 3998-2 - Oficial de Apoio Judicial B - Escrivã Judicial da Comarca de Cláudio/MG. Data: 12/11/2013 Medicamento x Material Procedimento Cobertura
11/04/2016. Intoxicações por Inseticidas e Praguicidas. Organofosforados e Carbamatos. Introdução. Introdução
Intoxicações por Inseticidas e Praguicidas Inseticidas => pesticida ou praguicida PROFA. MSC. ANALY RAMOS M. FERRARI Agricultura, pecuária, animais, indústria e ambiente doméstico Riscos potenciais à saúde
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO TÍTULO: ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO RN COM GASTROSQUISE E ONFALOCELE
Oliveira s 1. Introdução A gastrosquise e a onfalocele são defeitos congênitos da parede abdominal e ocorrem em aproximadamente um a cada 7.0 nascidos vivos. A gastrosquise se refere ao fechamento incompleto
Crises convulsivas no recémnascido. Danilo Santiago Hugo Dantas Sarita Lima Orientadora: Dra.. Janeusa Chagas
Crises convulsivas no recémnascido Danilo Santiago Hugo Dantas Sarita Lima Orientadora: Dra.. Janeusa Chagas Caso Clínico Identificação GMO, 1 mês de vida, branco, natural e procedente de Morro do Chapéu.
FRANCISCO FERREIRA. Universo. Saude. Desvios Posturais
FRANCISCO FERREIRA Saude Universo Desvios Posturais DESVIOS POSTURAIS E ATIVIDADE FÍSICA Muito se fala em desvios posturais, mas você sabe do que se trata realmente? A coluna vertebral é dividida em região
MÉTODOS de Treinamento
Metodologia do TREINAMENTO FÍSICO AULA 7 MÉTODOS de Treinamento MÉTODOS de Treinamento Métodos CONTÍNUOS Métodos INTERVALADOS Métodos FRACIONADOS Métodos em CIRCUITO Métodos ADAPTATIVOS São as DIFERENTES
Mecanismos Fisiológicos de Controle da Pressão Arterial. Fernanda Burle de Aguiar - Profª de Fisiologia Humana DFP - CCS - UFPB
Mecanismos Fisiológicos de Controle da Pressão Arterial Fernanda Burle de Aguiar - Profª de Fisiologia Humana DFP - CCS - UFPB , O QUE É PRESSÃO ARTERIAL? Débito Cardíaco Pressão Arterial Média Resistência
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO HOSPITAL DE CLÍNICAS COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR
PREVENÇÃO e CONTROLE do Clostridium difficile 1 Introdução Clostridium difficile (CD) é uma bactéria Gram-positiva, anaeróbia obrigatória com forma de bacilo, formadora de esporos e produtora de toxinas.
Triagem Neonatal. Deficiência da Biotinidase (DB)
Triagem Neonatal Deficiência da Biotinidase (DB) A deficiência da biotinidase (DBT) é um erro inato do metabolismo, que causa um defeito no metabolismo da vitamina biotina, o organismo não consegue reciclar
Meios de contraste. Preparo e finalidades. Profº Cláudio Souza
Meios de contraste Preparo e finalidades Profº Cláudio Souza Meios de contraste Para cada via de administração de um meio de contraste há um preparo adequado, tanto do cliente que passara pelo procedimento
Pressão Arterial. Profª. Claudia Witzel
Pressão Arterial Profª. Claudia Witzel Pressão do sangue Quando o volume de sangue que sai do coração é maior do que o determinado pela Organização Mundial de Saúde, ou seja, acima de 130 x 85 mmhg. A
Hormônios Adrenais. } Prof. Kellen Brunaldi. } Universidade Estadual de Maringá, } Departamento de Ciências Fisiológicas } Curso: Odontologia
Hormônios Adrenais } Prof. Kellen Brunaldi } Universidade Estadual de Maringá, } Departamento de Ciências Fisiológicas } Curso: Odontologia Fisiologia Humana Dee Unglaub Silverthorn Anatomia Glândula supra-renal
Sistema Circulatório
Anatomia Funcional do Sistema Cardio-respiratório dos Répteis Anatomia Funcional do Sistema Cardio-respiratório dos Répteis Especialização Anclivepa-SP Anclivepa-SP Cristina Fotin Sistema Circulatório
Politraumatismo CONDUTA IMEDIATA. A) Colar cervical + desobstruir vias aéreas
Politraumatismo CONDUTA IMEDIATA ATENÇÃO A) Colar cervical + desobstruir vias aéreas B) Identificar e tratar: - pneumotórax hipertensivo - pneumotórax aberto - hemotórax maciço - tórax instável C) Choque.
ALERGIA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR. Laíse Souza. Mestranda Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição PPGAN / UNIRIO
ALERGIA X INTOLERÂNCIA ALIMENTAR Laíse Souza Mestranda Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição PPGAN / UNIRIO COMO DIFERENCIAR A ALERGIA ALIMENTAR DA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR?! ALERGIA ALIMENTAR
PORQUE DESENVOLVER FORÇA MUSCULAR?
PORQUE DESENVOLVER FORÇA MUSCULAR? Quando se desenvolve músculos mais fortes e resistentes você diminui o desgaste do sistema cardiovascular, economizando energia, pois sua musculatura tem um torque de
Cópia dos exames: VHS, PCR, hemograma, plaquetas, ALT, AST, depuração de creatinina e. B-HCG para mulheres em idade fértil.
ARTRITE PSORÍACA Portaria SAS/MS n 1204 04/11/2014 Medicamento SULFASSALAZINA METOTREXATO NAPROXENO CID 10 M07.0, M07.3 M07.0, M07.3 Apresentação 500mg (comprimido) 2,5mg (comprimido) e 500mg (comprimido)
RESPOSTA RÁPIDA 228/2014 Nutren Active, Coenzima Q, Riboflavina, Carnitina, Polietilenoglicol sem eletrólitos,baclofen
RESPOSTA RÁPIDA 228/2014 Nutren Active, Coenzima Q, Riboflavina, Carnitina, Polietilenoglicol sem eletrólitos,baclofen SOLICITANTE Dra Regina Célia Silva Neves Juíza de Direito da Comarca de Itaúna NÚMERO
Risco cardiovascular e aterosclerose na
Risco cardiovascular e aterosclerose na Doença cardiovascular: principal causa de morte! Taxas de mortalidade (10 5 hab) pelas principais causas de morte Entre os 55 e os 64 anos Acima dos 75 anos Paulo
PRIMACOR Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. Solução Injetável 1 MG/ML
PRIMACOR Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. Solução Injetável 1 MG/ML Esta bula sofreu aumento de tamanho para adequação a legislação vigente da ANVISA. Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder
Tabela de Preços Particulares - 2016
Diárias Quarto Individual Cirurgia 266,00 Medicina 353,00 Quarto Duplo Cirurgia 224,00 Medicina 298,00 Acompanhante c/ Peq. Almoço 57,00 Berçário (Diária) 86,00 Incubadora Fototerapia - até 8 horas 72,00
DOENÇA MENINGOCÓCICA PARTE 1
DOENÇA MENINGOCÓCICA PARTE 1 Introdução Causada pelo bacilo gram-negativo Neisseria meningitides é uma importante causa de morte em crianças, pela dificuldade diagnóstica e rápida progressão da doença.
