Definição de Morte Encefálica
|
|
|
- Maria Antonieta Barroso Borja
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Definição de Morte Encefálica Perda irreversível de todas as funções encefálicas, tanto dos hemisférios cerebrais quanto do tronco cerebral, manifestada por coma aperceptivo, ausência dos reflexos de tronco encefálico e apnéia. Interrupção definitiva de todas as atividades cerebrais
3 Principais Causas de ME TCE AVC isquêmico ou hemorrágico Encefalopatia anóxica pós-pcr TCE + AVC = 90% de todos os potenciais doadores
4 Identificação do Potencial Doador Identificação e confirmação do diagnóstico de morte encefálica Morte encefálica diagnóstico de notificação compulsória (Art. 13 da Lei n 9.434) Manter suporte até que se comprove a impossibilidade técnica ou recusa da doação Identificar a causa da ME Suspender medicação curarizante ou sedativa Excluir hipotermia Excluir intoxicação exógena
5
6
7 Termo de Declaração de Morte Encefálica Identificação do hospital Nome: Pai: Mãe: Idade: anos meses dias - Data de Nascimento / / Sexo: M F Raça: A B N Registro Hospitalar: A. CAUSA DO COMA A.1 - Causa do Coma: A.2 - Causas do coma que devem ser excluídas durante o exame a) Hipotermia ( ) SIM ( ) NÃO b) Uso de drogas depressoras do Sistema Nervoso Central ( ) SIM ( ) NÃO (Se a resposta for sim a qualquer um dos itens, interrompe-se o protocolo) B. EXAME NEUROLÓGICO verifique o intervalo mínimo exigível entre as avaliações clínicas constantes na Tabela 7.1.
8 Intervalo mínimo exigível entre as avaliações clínicas de acordo com a faixa etária Idade Intervalo entre as avaliações 7 dias a 2 meses incompletos 48 horas 2 meses a 1 ano incompleto 24 horas 1 ano a 2 anos incompletos 12 horas Acima de 2 anos 06 horas
9 Termo de Declaração de Morte Encefálica B. EXAME NEUROLÓGICO Obs.: Ao efetuar o exame neurológico, deve-se assinalar obrigatoriamente uma das duas opções (SIM / NÃO), para todos os itens abaixo; Elementos do Exame Neurológico Resultados 1º exame 2º exame Coma aperceptivo ( )SIM ( )NÃO ( )SIM ( )NÃO Pupilas fixas e arreativas ( )SIM ( )NÃO ( )SIM ( )NÃO Ausência de reflexo córneo-palpebral ( )SIM ( )NÃO ( )SIM ( )NÃO Ausência de reflexos oculocefálicos ( )SIM ( )NÃO ( )SIM ( )NÃO Ausência de respostas às provas calóricas ( )SIM ( )NÃO ( )SIM ( )NÃO Ausência de reflexo de tosse ( )SIM ( )NÃO ( )SIM ( )NÃO Apnéia ( )SIM ( )NÃO ( )SIM ( )NÃO
10 Termo de Declaração de Morte Encefálica C. ASSINATURAS DOS EXAMES CLÍNICOS Os exames devem ser realizados por profissionais diferentes, que não poderão ser integrantes das equipes de captação e transplante. 1 - PRIMEIRO EXAME 2 - SEGUNDO EXAME Data: / / Hora: : Data: / / Hora: : Nome do Médico: Nome do Médico: CRM: Fone: CRM: Fone: End.: End.: Assinatura: Assinatura:
11 Termo de Declaração de Morte Encefálica D. EXAME COMPLEMENTAR Indicar o exame realizado e anexar o laudo com a identificação do médico responsável. 1. Angiografia Cerebral 2. Cintilografia Radioisotópica 3. Doppler Transcraniano 4. Monitorização da Pressão Intracraniana 5. Tomografia Computadorizada com Xenônio 6. Tomografia por Emissão de Fóton 7. EEG 8. Tomografia por Emissão de Pósitrons 9. Outros (citar)
12 Exame Neurológico Coma aperceptivo Glasgow = 3 Pupilas fixas e arreativas ausência do reflexo fotomotor (II e III) Reflexo córneopalpebral (V e VII) Reflexo oculocefálico (V e III) Ausência de resposta às provas calóricas reflexo vestíbulococlear (VIII) Reflexo de tosse (IX, X, XII) Apnéia Olhos de boneca na morte encefálica Pares cranianos
13 Exame Neurológico
14 Diagnóstico de Morte Encefálica REFLEXO VESTÍBULO-COCLEAR A prova calórica avalia a integridade do tronco cerebral Deve ser precedida por exame do canal auditivo para exclusão de obstrução por cerume ou qualquer outra condição que dificulte a correta realização do exame Técnica aplicação em cada ouvido de 50 ml de soro fisiológico ou água com temperatura em torno de 0º C, mantendo a cabeça elevada a 30º, observando-se ausência de movimentos oculares quando há morte encefálica Desvio do olhar para estímulo Olhar fixo na morte encefálica
15 Diagnóstico de Morte Encefálica TESTE DA APNÉIA O teste da apnéia avalia a integridade da região ponto-bulbar Execução: 1. Ventila-se o paciente com O2 a 100% por 10 minutos 2. Coleta da primeira gasometria arterial 3. Desconecta-se o tubo traqueal do respirador 4. Coloca-se cateter de O2 no tubo traqueal com fluxo de 6l/min 5. Observa-se o surgimento de movimentos respiratórios por 10min 6. Coleta da segunda gasometria arterial O teste é considerado positivo quando ocorre elevação da pco2 acima de 55mmHg na segunda gasometria Capnografia
16
17
18
19
20 Diagnóstico de Morte Encefálica Apesar da constatação da morte encefálica através do coma aperceptivo na ausência de atividade motora supra-espinhal e apnéia, pode ocorrer reatividade infra-espinal devido à atividade reflexa medular, que pode se apresentar através dos seguintes sinais clínicos: reflexos osteotendinosos ("reflexos profundos") cutâneo-abdominais cutâneo-plantar em flexão ou extensão cremastérico superficial ou profundo ereção peniana reflexa Arrepio reflexos flexores de retirada dos membros inferiores ou superiores reflexo tônico cervical
21
22
23
24
25 Diagnóstico de Morte Encefálica Ausência de atividade elétrica Ausência de atividade circulatória Ausência de atividade metabólica
26 Diagnóstico de Morte Encefálica Ausência de atividade elétrica EEG (aparelho portátil) Ausência de atividade circulatória Ausência de atividade metabólica
27 Diagnóstico de Morte Encefálica Ausência de atividade circulatória: angiografia cerebral (ausência de perfusão sangüínea cerebral, através do estudo dos 4 vasos - carótidas e vertebrais) cintilografia radioisotópica doppler transcraniano monitorização da pressão intracraniana tomografia computadorizada com xenônio e SPECT (single photon emission computed tomography tomografia computadorizada por emissão de fóton)
28 Diagnóstico de Morte Encefálica Ausência de atividade circulatória: angiografia cerebral (ausência de perfusão sangüínea cerebral, através do estudo dos 4 vasos - carótidas e vertebrais) cintilografia radioisotópica doppler transcraniano monitorização da pressão intracraniana tomografia computadorizada com xenônio e SPECT (single photon emission computed tomography tomografia computadorizada por emissão de fóton)
29 Diagnóstico de Morte Encefálica Ausência de atividade circulatória: angiografia cerebral (ausência de perfusão sangüínea cerebral, através do estudo dos 4 vasos - carótidas e vertebrais) cintilografia radioisotópica doppler transcraniano monitorização da pressão intracraniana tomografia computadorizada com xenônio e SPECT (single photon emission computed tomography tomografia computadorizada por emissão de fóton)
30 Diagnóstico de Morte Encefálica Ausência de atividade circulatória: angiografia cerebral (ausência de perfusão sangüínea cerebral, através do estudo dos 4 vasos - carótidas e vertebrais) cintilografia radioisotópica doppler transcraniano monitorização da pressão intracraniana tomografia computadorizada com xenônio e SPECT (single photon emission computed tomography tomografia computadorizada por emissão de fóton)
31 Diagnóstico de Morte Encefálica Ausência de atividade elétrica Ausência de atividade circulatória Ausência de atividade metabólica: PET (positron emission tomography - tomografia por emissão de pósitron) extração cerebral de oxigênio
32 Exames Complementares de acordo com faixa etária > 2 anos um dos exames que mostrem ausência de atividade elétrica ou metabólica ou de perfusão cerebral 1a 2 anos incompletos 2 EEG com intervalo de 12 horas ou um dos exames citados acima 2 meses a 1ano incompleto 2 EEG com intervalo de 24 horas 7 dias a 2 meses incompletos 2 EEG com intervalo de 48 horas entre um e outro
33
34
35
36 Links Relacionados Sistema Nacional de Transplantes Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos e Tecidos Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
Exames Complementares Morte Encefálica. Pedro Antonio P. de Jesus
Exames Complementares Morte Encefálica Pedro Antonio P. de Jesus Exames Complementares Angiografia cerebral Cintilografia radioisotópica Doppler transcraniano Monitorização da pressão intra-craniana Tomografia
h s i t s ór ó i r a
Morte encefálica Morte encefálica história Histórico Talvez não exista nenhum aspecto na história da humanidade que tenha resistido tanto às transformações da sociedade quanto o conceito de morte. Histórico
Morte Encefálica. Pedro Antonio Pereira. "Não se pode mudar o passado, mas podemos mudar o amanhã com os atos de hoje.
Morte Encefálica Pedro Antonio Pereira "Não se pode mudar o passado, mas podemos mudar o amanhã com os atos de hoje. Benjamin Franklin Importância Doação de órgãos Amenizar sofrimento dos familiares Otimizar
RESOLUÇÃO CFM nº 1.480/97
RESOLUÇÃO CFM nº 1.480/97 O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958 e,
DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA : ANÁLISE DOS CRITÉRIOS EM DIFERENTES PAÍSES
CÂMARA TÉCNICA DE MORTE ENCEFÁLICA DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA : ANÁLISE DOS CRITÉRIOS EM DIFERENTES PAÍSES Prof. Dr. Antonio Eiras Falcão Mestrado e Doutorado FCM UNICAMP
Resolução da morte encefálica é publicada no Diário Oficial. Resolução da morte encefálica é publicada no Diário Oficial
Resolução da morte encefálica é publicada no Diário Oficial Resolução da morte encefálica é publicada no Diário Oficial O Diário Oficial da União (DOU) publicou nesta sexta-feira (15), a Resolução CFM
FMUSP CREMESP [email protected]
FMUSP CREMESP [email protected] Para Iniciar o Protocolo Necessários três pré-requisitos A - Coma com causa conhecida e irreversível (Causa deve estar comprovada por TC/RM ou LCR); B Ausência de hipotermia,
DIRETRIZ PARA CONFIRMAÇÃO DE MORTE ENCEFÁLICA ATRAVÉS DA CINTILOGRAFIA DE PERFUSÃO CEREBRAL
DIRETRIZ PARA CONFIRMAÇÃO DE MORTE ENCEFÁLICA ATRAVÉS DA CINTILOGRAFIA DE PERFUSÃO CEREBRAL Autores: Alinne F. A. Verçosa 1, Nelisa H. Rocha 3, Marcelo Tatit Sapienza 2, Bárbara J Amorim 4 1. Médica Residente
MORTE ENCEFÁLICA E DOAÇÃO DE ORGÃOS
MORTE ENCEFÁLICA E DOAÇÃO DE ORGÃOS CONCEITO Parada total do funcionamento cerebral. Perda da função do Tronco Cerebral Os parâmetros clínicos a serem observados para constatação de morte encefálica são:
Morte Encefálica: aspectos ético-legais
Morte Encefálica: aspectos Maria Elisa Villas-Bôas CREMEB/CFM nov./16 A morte: conceito médico-jurídico Art. 6. : A existência da pessoa natural termina com a morte (...). Código Civil Brasileiro (Lei
Coma. Introdução. Causas e Fisiopatologia
Coma Introdução O coma é um estado clínico em que o indivíduo não interage com o ambiente (ou interage com dificuldade), apresentando resposta precária ou ausência de resposta aos estímulos externos, além
O que é vida? TANATOLOGIA. Definição de morte. Formas de Morte. Divisão didática de Morte. Critérios atuais para diagnóstico de morte
TANATOLOGIA Estuda a morte e seus fatores associados. Demonstra o que acontece com o corpo humano após a morte O que é vida? Há funcionamento orgânico ideal, equilíbrio, homeostasia da funções vitais Quando
TANATOLOGIA. Estuda a morte e seus fatores associados. Demonstra o que acontece com o corpo humano após a morte
TANATOLOGIA Estuda a morte e seus fatores associados. Demonstra o que acontece com o corpo humano após a morte O que é vida? Há funcionamento orgânico ideal, equilíbrio, homeostasia da funções vitais Quando
Manual de Rotinas CIHDOTT Hospital... Índice
Manual de Rotinas CIHDOTT... Índice 1. Dos Registros da CIHDOTT 2. Busca Ativa de Potencial Doador (PD) 3. Notificação de Potencial Doador ao Serviço de Procura de Órgãos e Tecidos (SPOT) 4. Entrada dos
IVANILDA ALVES DE OLIVEIRA RUBIRA O PAPEL DA COMISSÃO INTRA-HOSPITALAR DE DOAÇÃO E CAPTAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE
IVANILDA ALVES DE OLIVEIRA RUBIRA O PAPEL DA COMISSÃO INTRA-HOSPITALAR DE DOAÇÃO E CAPTAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE Assis 2011 IVANILDA ALVES DE OLIVEIRA RUBIRA O PAPEL DA COMISSÃO INTRA-HOSPITALAR
Hipertensão Intracraniana. Rilton M. Morais
Hipertensão Intracraniana Rilton M. Morais Proposta e Objetivos Proposta: Trazer aos alunos da Neuroliga-SE as noções sobre a hipertensão intracraniana; um dos princípios da neurocirurgia, mas utilizado
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (ISQUÊMICO) Antônio Germano Viana Medicina S8
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (ISQUÊMICO) Antônio Germano Viana Medicina S8 Definição Episódio de disfunção neurológica, geralmente focal, de instalação súbita ou rápida evolução, causada por infarto em território
Talvez não exista nenhum aspecto na. resistido tanto às transformações da sociedade
Talvez não exista nenhum aspecto na história da humanidade que tenha resistido tanto às transformações da sociedade quanto o conceito de morte. falta de compreensão do homem primitivo. constatação dos
Emergências Neurológicas. Emergências Neurológicas. Emergências Neurológicas. Emergências Neurológicas. Emergências Neurológicas
Anatomia Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Sistema Nervoso Central (SNC) Cérebro Medula espinhal Sistema Nervoso Periférico (SNP) Nervos Cranianos Nervos Espinhais Fisiologia
a epidemiologia da doença que mais mata
a epidemiologia da doença que mais mata O Acidente Vascular Cerebral (AVC) caracteriza-se pela perda abrupta de uma função neurológica causada pela interrupção do fluxo de sangue para uma região do cérebro
Morte encefálica em Pediatria
2238-0450/17/06-01/19 Copyright by Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul Artigo de Revisão Morte encefálica em Pediatria Brain death in pediatrics Rafael Berger Faraco 1, Paulo Roberto Antonacci
COMA E MORTE ENCEFÁLICA
COMA E MORTE ENCEFÁLICA Regina Maria França Fernandes FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO - USP Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento O COMA é um estado patológico provocado por
E. E. DR. ALFREDO REIS VIEGAS IRIS BEATRIZ PINHEIRO NASCIMENTO JESSICA GONÇÃLVEZ DOS SANTOS LETÍCIA DOS SANTOS OLIVEIRA LUCAS OLIVEIRA CAMPELLO
E. E. DR. ALFREDO REIS VIEGAS IRIS BEATRIZ PINHEIRO NASCIMENTO JESSICA GONÇÃLVEZ DOS SANTOS LETÍCIA DOS SANTOS OLIVEIRA LUCAS OLIVEIRA CAMPELLO MORTE ENCEFÁLICA PRAIA GRANDE 2015 IRIS BEATRIZ PINHEIRO
Conceitos da Avaliação Inicial Rápida inspeção primária Reanimação Suplementação da inspeção primária/ reanimação Inspeção secundária detalhada Suplem
Avaliação inicial do traumatizado SANTA CASA DE SÃO PAULO Conceitos da Avaliação Inicial Rápida inspeção primária Reanimação Suplementação da inspeção primária/ reanimação Inspeção secundária detalhada
Qual a interpretação dos dados? Avaliação neurológica de enfermagem com enfoque no cliente portador de doença infecto parasitária
Avaliação neurológica de enfermagem com enfoque no cliente portador de doença infecto parasitária Martus Tavares Prof. Glauco Cardoso Universidade Federal Fluminense - UFF 2 Esperança de vida ao nascimento
Exame Neurológico. Neurofepar Dr. Carlos Caron
Exame Neurológico Neurofepar Dr. Carlos Caron Neurofobia Neurophobia, the Fear of Neurology Among Medical Students - Arch Neurol, 51: 328-329, 1994 Ralph F. Jozefowicz, M.D. Rochester, New York April 30,
O que é a VIDA? Até então, identificamos onde está, mas não sabemos o que é. Problemas na identificação do inicio da vida e final da vida.
HISTÓRIA DA MEDICINA OCIDENTAL - SÉC. XVII Anatomia: medicina bio-médica Visão analítica-mecanicista do corpo Célula: Microscópio: Células Corpo Humano - mais conhecido MEDICINA: SÉCULO XX DNA - base científica
Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno, você será excluído do Processo Seletivo.
1 INSTRUÇÕES Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno, você será excluído do Processo Seletivo. 2 Este Caderno contém 04 casos clínicos e respectivas
Urgência e emergência na atenção primária. Enfª Karin Bienemann
Urgência e emergência na atenção primária Enfª Karin Bienemann ATENDIMENTO INICIAL À VÍTIMA CRÍTICA PANORAMA ATUAL: Como andam as Urgências? AS URGÊNCIAS NO PAÍS Distribuição inadequada da oferta de serviços
12/04/2011. O que mata mais rápido em ordem de prioridade é:
Regras Básicas de Primeiros Socorros Análise Primária Prof. Carlos Cezar I. S. Ovalle Frente ao acidente, não se desespere. Não movimente o paciente, salvo quando for absolutamente necessário. Use barreiras:
NEUROCIRURGIA o que é neurocirurgia?
NEUROCIRURGIA o que é neurocirurgia? Neurocirurgia é a especialidade médica que se ocupa do tratamento de doenças do sistema nervoso central e periférico (como tumores, doenças vasculares, degenerativas),
Urgência e Emergência. Prof.ª André Rodrigues
Urgência e Emergência Prof.ª André Rodrigues 1 1974 Criação da ECG Cronologia Glasgow Escócia Sir Graham Teasdale 2014 Publicação da utilização até o momento 80 países 60 idiomas 18.000 referências Em
POLITRAUMATIZADO I (IDENTIFICAÇÃO)
POLITRAUMATIZADO I (IDENTIFICAÇÃO) Medidas dos sinais vitais e nível de consciência Glasgow < FR < ou > 9 Escore de trauma pediátrico < 9 PAS 9 mmhg Escore de trauma revisado < Avaliação de lesões anatômicas
WWW.MMCUIDADOSINTENSIVOS.CO.CC Doppler transcraniano (DTC), é usado nas unidades de terapia intensiva como exame confirmatório para o diagnóstico de morte encefálica. O DTC está incluído entre as ferramentas
Protocolo: - - Admissão anterior nesta UCIP durante este internamento hospitalar: Não Sim <48 h >= 48 h
Protocolo: - - Data de Admissão Hospitalar Data de Admissão na UCIP Data de Nascimento Admissão Hora de Admissão Hospitalar Hora de Admissão na UCIP Sexo: Masculino Feminino Indeterminado Peso: Kg Admissão
Área acadêmica. Diagnostico por imagem. Estudo por imagem do cranio maio 2018
WWW.CEDAV.COM.BR Área acadêmica Diagnostico por imagem Estudo por imagem do cranio maio 2018 1 Neuroanatomia Para aprender a tratar uma doença, primeiro é preciso aprender a reconhece-la. Jean Martin Charcot
HEMORRAGIA SUBARACNOIDIANA ESPONTANEA
HEMORRAGIA SUBARACNOIDIANA ESPONTANEA I Simposio Internacional Neurocirurgia Anselmo Dornas Moura Coordenador Medico da UTI Hospital Mater Dei - Belo Horizonte Medico do SAMU/BH SAMU-SUS / Belo Horizonte
Núcleo: NE Código: 7748 Semestre: 2º Ano: horas Teóricas: 40 horas Práticas: 60 horas 2012
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ COORDENAÇÃO D CURSO DE ENFERMAGEM 1 - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Unidade: Campus Jataí - UFG Curso: Enfermagem Disciplina: Assistência de
Avaliação Neurológica. Prof. Ms.Maria da Conceição Muniz Ribeiro
Avaliação Neurológica Prof. Ms.Maria da Conceição Muniz Ribeiro Revisão da Anatomia Encéfalo: constituído por 3 fossas, que são: Anterior: hemisférios cerebrais frontais; Média: lobos parietal, temporal
Morte Encefálica na Criança Resolução CFM 2.173/2017
Morte Encefálica na Criança Resolução CFM 2.173/2017 Dr. Jefferson P Piva Prof. Titular de Pediatria UFRGS Chefe do Serviço de Emergência e Medicina Intensiva Pediátricas do HCPA Câmara Técnica de Morte
TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO. Prof.ª Leticia Pedroso
TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO Prof.ª Leticia Pedroso Anatomia: Crânio e Cérebro Órgãos nobre, de extrema importância na vida do ser humano!! TCE - Principal causa de morte, especialmente em jovem. Brasil
Hipertensão Intracraniana Traumática Introdução
Hipertensão Intracraniana Traumática Introdução O TCE (trauma crânio-encefálico) é um problema médico e social mundial. Principais causas de HIC (hipertensão intracraniana) e seus mecanismos: A principal
VICENTE ROCHA FURTADO
VICENTE ROCHA FURTADO SOBRE A MORTE E O CADÁVER uma revisão bibliográfica sobre a morte encefálica e o suporte somático do potencial doador de órgãos Trabalho apresentado à Universidade Federal de Santa
17/08/2018. Disfagia Neurogênica: Acidente Vascular Encefálico
Disfagia Neurogênica: Acidente Vascular Encefálico M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista, Mestre em Fonoaudiologia, Doutoranda em Psicnálise, Saúde e Sociedade. O acidente vascular
22/07/14. ! Sucesso anestésico depende...! Escolha de um protocolo anestésico adequado! Adequada perfusão e oxigenação tecidual! Monitoração eficiente
! Procedimento anestésico! Utilização de medicamentos que promovem inconsciência e/ ou analgesia! Geralmente associado à depressão cardiopulmonar! Sucesso anestésico depende...! Escolha de um protocolo
MORTE ENCEFÁLICA E DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS
MORTE ENCEFÁLICA E DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS Brain death and organ and tissue donation ARTIGOS DE REVISÃO Mário Roberto Hirschheimer 1 Palavras-chave: morte encefálica, doação de órgãos tecidos. Resumo
Trauma cranioencefálico (TCE) Dra. Viviane Cordeiro Veiga
Trauma cranioencefálico (TCE) Dra. Viviane Cordeiro Veiga Epidemiologia Mundo - 10 milhões/ano internações 3ª maior causa morte Homens > Mulheres (2:1) Jovens Causas: Acidente trânsito Quedas Agressões
Acidente Vascular Cerebral. Prof. Gustavo Emídio dos Santos
Acidente Vascular Cerebral Prof. Gustavo Emídio dos Santos Qual a melhor nomenclatura? Acidente Vascular Cerebral ou Acidente Vascular Encefálico? AVC Grupo de doenças com início abrupto que provocam danos
Celeste Dias. Cuidados Intensivos H. S. João, EPE
Celeste Dias Cuidados Intensivos H. S. João, EPE NEUROMONITORIZAÇÃO MULTIMODAL NeuroMonitorização em Anestesia e Cuidados Intensivos Intra-operatória Cirurgia Tumores cerebrais Cirurgia funcional cerebral
ENFERMAGEM ANATOMIA. SISTEMA NERVOSO Aula 2. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM ANATOMIA SISTEMA NERVOSO Aula 2 Profª. Tatiane da Silva Campos O liquor forma-se a partir do sangue, nos plexos corioides localizados nos ventrículos. O plexo corioide é uma estrutura vascular,
CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO DISTRITO FEDERAL Departamento de Processos Éticos e Sindicâncias
CONSULTA Nº 71/2015 Assunto: Morte Encefálica CONSULTA: O diagnóstico de Morte Encefálica é definido no Brasil pelo CFM através da Resolução CFM 1.480/1997, através da realização de exames clínicos e complementares.
LESÕES DE CRÂNIO. traumatismos
LESÕES DE CRÂNIO traumatismos FRATURAS DE CRÂNIO ABERTAS & FECHADAS LESÕES ENCEFÁLICAS, CONTUSÃO E CONCUSSÃO SINAIS & SINTOMAS DO TRAUMA CRANIOENCEFÁLICO (TCE) TRAUMATISMOS DE FACE: SINAIS & SINTOMAS LESÃO
SEMIOLOGIA NEUROLÓGICA PARTE 2 técnica de exame 2
SEMIOLOGIA NEUROLÓGICA PARTE 2 técnica de exame 2 Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP TÉCNICA DO EXAME NEUROLÓGICO NERVOS CRANIANOS ESTADO
Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul MORTE ENCEFÁLICA E DOAÇÃO DE ÓRGÃOS
Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul MORTE ENCEFÁLICA E DOAÇÃO DE ÓRGÃOS 1a Edição 2018 Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul MORTE ENCEFÁLICA E DOAÇÃO DE
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NO AVE FT RAFAELA DE ALMEIDA SILVA APAE-BAURU
FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA NO AVE FT RAFAELA DE ALMEIDA SILVA APAE-BAURU INTERNAÇÃO HOSPITALAR Toda pessoa com quadro suspeito de AVE deve ser levada imediatamente ao serviço de urgência para avaliação
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS AVE / AVC. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS AVE / AVC Profª. Tatiane da Silva Campos - As doenças cerebrovasculares são a 2º maior causa de óbitos no mundo, perdendo a posição apenas para as doenças
Objetivo: Estudar os mecanismos fisiológicos responsáveis pelo controle da ventilação pulmonar
Cláudia Herrera Tambeli CONTROLE DA VENTILAÇÃO E TRANSPORTE DE GASES Objetivo: Estudar os mecanismos fisiológicos responsáveis pelo controle da ventilação pulmonar Roteiro: 1. Controle da ventilação 1.1.
Postura e Equilíbrio. Ms. Roberpaulo Anacleto
Postura e Equilíbrio Ms. Roberpaulo Anacleto NÚCLEOS MOTORES DO TRONCO ENCEFÁLICO MESENCÉFALO Núcleos do III e IV Áreas integrativas visuais, auditivas e pupilares PONTE Núcleos do V, VI e VII Áreas de
Radiologia do crânio
Radiologia do crânio WWW.CEDAV.COM.BR Blog Dr. Ricardo [email protected] Para aprender a tratar uma doença, primeiro é preciso aprender a reconhece-la. Jean Martin Charcot 1825-1893 Neuroanatomia
Guia de diagnóstico da Morte Cerebral da OM
Guia de diagnóstico da Morte Cerebral da OM In Acta-Med-Port, 1998, Vol. 11, Nº 1, pág. 91-95 A. Introdução Durante séculos, a morte foi definida pela paragem cardio-respiratória irreversível. O desenvolvimento,
DOS CONCEITOS DE MORTE AOS CRITÉRIOS PARA O DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA
DOS CONCEITOS DE MORTE AOS CRITÉRIOS PARA O DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA VENÂNCIO PEREIRA DANTAS FILHO*, LUIS ANTONIO DA COSTASARDINHA**,ANT RESUMO - Os autores apresentam considerações a respeito dos
Turma(s): C11, C12, C13, C14, C21, C22, C23, C24, D11, D12, D13, D14, D21, D22, D23, D24
AULA n.º: 1 Dia 23-02-2015 das 14:00 às 17:00 Bárbara Luisa Cardoso de Almeida Leitão Apresentação e introdução à unidade curricular : Humana o que é e como estudá-la. Organização da disciplina, suas normas
PROFESSOR: JEAN NAVES EMERGÊNCIAS PRÉ-HOSPITALARES
PROFESSOR: JEAN NAVES EMERGÊNCIAS PRÉ-HOSPITALARES QUESTÃO 01 O parâmetro que não faz parte do exame primário da vítima. a) é a respiração. b) é o pulso. c) é a tensão arterial. d) são as vias aéreas.
Morte Encefálica. Dr. Camilo Vieira
Morte Encefálica Dr. Camilo Vieira Diagnóstico da Morte Critério de Determinação: 1. Tradicional a) rigor cadáverico, pele fria e pálida b) parada cardio respiratória 2. Encefálica Diagnóstico da Morte
RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR
RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR Conceito de PCR : interrupção súbita da atividade mecânica cardíaca. É a falência cardio-pulmonar aguda que torna insuficiente o fluxo sangüíneo para manter a função cerebral.
Ministério da Saúde SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 765 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2005
Ministério da Saúde SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 765 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2005 O Secretário de Atenção à Saúde Substituto, no uso de suas atribuições, e Considerando a Portaria GM/MS nº 1.161,
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM. Profa Dra Sandra Zeitoun UNIP
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM Profa Dra Sandra Zeitoun UNIP TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA A neurociência teve que esperar mais de 70 anos, até que aparecesse um método de imagens por raios X que realmente fosse
HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA
HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA A hipertensão arterial sistêmica (HAS), usualmente chamada de pressão alta é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão
PROBLEMAS NEUROLÓGICOS. Profº. Enfº. Esp. Diógenes Trevizan
PROBLEMAS NEUROLÓGICOS Profº. Enfº. Esp. Diógenes Trevizan Introdução Para que possamos atender de forma segura uma pessoa com AVE em situação de urgência e emergência, é fundamental conhecer os sinais
Cuidados clínicos após PCR (Parada Cardiorrespiratória)
Autores e Afiliação: Cuidados clínicos após PCR (Parada Cardiorrespiratória) Letícia Taniwaki. Ex- médica residente do Departamento de Clínica Médica - FMRPUSP; Carlos Henrique Miranda. Docente da Divisão
Reconhecendo os agravos clínicos em urgência e emergência. Prof.º Enfº. Diógenes Trevizan
Reconhecendo os agravos clínicos em urgência e emergência Prof.º Enfº. Diógenes Trevizan Cuidando do cliente com agravos respiratórios em urgência e emergência Introdução Em atenção às urgências, a insuficiência
