BRONQUIOLITE EPIDEMIOLOGIA
|
|
|
- Yasmin Brunelli Imperial
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 BRONQUIOLITE O termo bronquiolite designa uma infecção, habitualmente vírica, caracterizada por obstrução inflamatória dos bronquíolos. É a principal causa de doença aguda e de internamento em crianças pequenas. Clinicamente traduz-se por tosse, sibilancia e sinais de dificuldade respiratória. Tipicamente o quadro é precedido de inflamação das vias aéreas superiores constituído por obstrução nasal, tosse irritativa, rinorreia e febre, evoluindo posteriormente para dificuldade respiratória. Pode ocorrer apneia em algumas crianças, particularmente nos prematuros e nos menores de 2 meses de idade. Ao exame físico pode observar-se taquipnéia, tiragem, adejo nasal e gemido expiratório. A cianose, se presente, é sinal de gravidade. O tórax apresenta-se hiperexpandido e com aumento do diâmetro ântero-posterior. O hipertimpanismo aparece à percussão pulmonar e, à auscultação pulmonar, roncos, sibilos e por vezes fervores finos no fim da inspiração (crepitantes). A hiperinsuflação pulmonar pode permitir a palpação do fígado e baço. O grau de taquipneia se correlaciona directamente com hipoxémia, pelo que é importante a oximetria de pulso. EPIDEMIOLOGIA Atinge sobretudo crianças menores de 2 anos de idade. O pico de incidência é entre os 2 e 6 meses de idade. Quase sempre tem um carácter epidémico, surgindo habitualmente nos meses frios. Os fatores de risco para gravidade e complicações são: baixo peso ao nascimento, gemelaridade, prematuridade, doença pulmonar subjacente, cardiopatia congênita, imunodeficiência, doença neurológica e exposição ao fumo do tabaco. ETIOLOGIA É predominantemente uma infecção virica, sendo o vírus sincicial respiratório (VSR) o agente mais frequente (>50% dos casos). Menos comumente são encontrados: vírus parainfluenza, adenovírus, metapneumovírus humano, vírus influenza, rinovírus, coronavírus e bocavírus. A taxa de coinfecção (presença de mais do que um vírus) varia entre 10 e 30%, sendo controverso se a coinfecção aumenta a gravidade. Não há
2 evidências de que bactérias típicas causem bronquiolite, contudo há relatos de que bactérias atipicas como Mycoplasma pneumoniae possam causar bronquiolite. FISIOPATOLOGIA Os vírus penetram no epitelio ciliado da vias respiratorias e causam inflamação. A alteração histológica mais precoce é a necrose do epitélio com destruição das células ciliadas, seguida por infiltração linfocitária. Restos celulares e fibrina formam rolhos que obstruem parcial ou totalmente a luz bronquiolar. Edema, muco excessivo, descamação epitelial levam à obstrução dos bronquiolos, evando a air trapping e hiperinsulação. Hipoxémia é consequência da perturbação ventilação perfusão. Com obstrução grave, pode desenvolver-se hipercapnia. A obstrução resulta principalmente do edema da parede e de rolhos de muco e celulas. O broncoespasmo parece ter pouca influência na obstrução e isto pode ser a justificação para a fraca resposta ao broncodilatadores observada nas bronquiolites. EXAMES COMPLEMENTARES O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na história clínica e no exame físico. Dum modo geral, nenhum ECD é necessario para a sua confirmação. - A radiografia de tórax deve ser realizada rotineiramente. Não sendo específica é sugestiva do diagnóstico ao revelar sinais de hiperinsuflação pulmonar, atelectasias com opacidade linear ou triangular e congestão peribrônquica. A maioria dos estudos mostra que adiciona informação que possa melhorar o tratamento e pode levar à utilização inapropriada de antibióticos. Pode ser importante para situações dificuldade respiratória grave, ausencia de sintomas sugestivos de infecção virica ou má evolução. - O diagnóstico etiológico (identificação do agente) pode ser realizado a partir do aspirado de secreções respiratórias. Contudo, porque a maioria dos virus causam clinica semelhante e a sua identificação pouco impacto tem na abordagem, devem ser usados de forma sistemática. - O hemograma, hemocultura, PCR / procacitonina dão contributo importante, mas podem ser uteis na suspeita de infecção bacteriana. - A gasimetria está reservada para casos graves.
3 DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Em geral, reserva-se o termo bronquiolite aguda para o primeiro episódio com as características acimas referidas. A bronquiolite pode ser confundida com uma variedade de afecções agudas e crônicas. Pneumonia, pertussis, aspiração de corpo estranho, cardiopatia congénita e doença do refluxo gastroesofágico. TRATAMENTO Em crianças saudáveis, a bronquiolite tem um curso autolimitado e a terapia consiste em medidas de suporte. Adequada nutrição, hidratação, oxigenação e desobstrução nasal constituem o tratamenrto de suporte uniformemente aceite. Alimentação/hidratação A criança com bronquiolite pode ter dificuldade em manter uma hidratação adequada, por aumento das perdas (taquipnéia, febre e vômitos) ou por diminuição da dieta líquida (dificuldades alimentares). A alimentação oral deve ser suspensa se a taquipnéia for muito intensa, a fim de prevenir a aspiração pulmonar de alimentos ingeridos. Nestes casos a alimentação pode ser mantida através de sonda nasogástrica. A fluidoterapia torna-se necessária em alguns casos. Oxigenoterapia Oxigénio humidificado é habitualmente a medida terapêutica mais importante. Pode ser realizada por meio de cânula nasal ou máscara facial. Não há consenso sobre o valor de sat de O2 abaixo do qual deve ser administrado. A AAP recomenda a sua administração se sat O2 < 90%, mas outras entidades se sat O2 <92%. Crianças com hipercapnia ou hipoxemia, apesar da oferta adequada de oxigênio, e/ou apnéia podem requerer ventilação assistida. Broncodilatadore inalados B2 agonistas- ex salbutamol Não estão indicados como rotina na bronquiolite. Há no entanto algumas crianças que respondem ao broncodilatador inalado. Sendo assim, nas situações mais graves ( SDR importante ) poderá tentar-se o broncodilatador, avaliar a resposta e interromper caso hja melhoria. α adrenergicos
4 A adrenalina tem um potencial efeito teórico benefico pelo suas propriedades vasoconstritoras, redução do edema e algum efeito broncodilatador. Contudo os resultados são controversos e é recomendada. Glicocorticóides orais ou inalados Não têm beneficio no tratamento da bronquiolite aguda em crianças saudáveis e por isso estão indicados. Nebulização com solução salina hipertonica- meta-analises concluiram que melhora a clinica e diminui o tempo de internamento, mas ainda há qualquer recomendação para a sua utilização. Antibióticos A terapia antibacteriana está restrita a crianças com bronquiolite com evidências de infecção bacteriana coexistente. Dados sugestivos são febre persistente, agravamento clinico, leucocitose com neutrofilia e proteína c reactiva aumentada. Cinesiterapia respiratória Não deve fazer parte do tratamento de rotina, pois é importante um manuseamento minor da criança, além de reduzir a necessidade de suporte de oxigênio ou o tempo de internamento hospitalar. Todos os estudos tem comprovado a sua ineficácia e é recomendada em qualquer guideline.
5 Quadro resumo das recomendações da American Academy of pediatrics (AAP) e da Scottish Intercollegiate Guidelines Network ( SIGN) AAP 2006/2010 SIGN 2006 O2 se sat <90% se sat <92 Aspiração nasal sim sim Fluidoterapia se dif alimentares se dif alimentares Broncodilatadores inalado Pode ser tentado e continuado se resposta Adrenalina inalada Brometo ipatropium Corticoides sistémicos Corticoides inalados Antibióticos Cinesiterapia Montelucaste
1-BRONQUIOLITE AGUDA
1-BRONQUIOLITE AGUDA Bronquiolite aguda (BA) é uma doença do trato respiratório inferior que resulta de uma inflamação obstrutiva das pequenas vias aéreas (bronquíolos) normalmente causada por uma infeção
QUIZ PNEUMONIAS. Are you ready?
QUIZ PNEUMONIAS QUIZ PNEUMONIAS Are you ready? QUIZ PNEUMONIAS Prova de Caras Prova de Caras Qual o padrão radiológico? Prova de Caras Padrão perihilar Prova de Caras Qual o tipo de pneumonia mais associado
Sistema Respiratório Humano
Sistema Respiratório Humano Sistema Respiratório Os alimentos contêm a energia necessária para nossas atividades. Essa energia é liberada por meio de uma transformação química conhecida como respiração
Infecções Respiratórias
Infecções Respiratórias February 13 Enf.ª Lídia Videira Vírus Sincicial Respiratório (VSR) Vírus Sincicial Respiratório O que é o VSR? É um vírus respiratório muito comum que pode infectar bebés, crianças
ALERGIA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR. Laíse Souza. Mestranda Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição PPGAN / UNIRIO
ALERGIA X INTOLERÂNCIA ALIMENTAR Laíse Souza Mestranda Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição PPGAN / UNIRIO COMO DIFERENCIAR A ALERGIA ALIMENTAR DA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR?! ALERGIA ALIMENTAR
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO HOSPITAL DE CLÍNICAS COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR
PREVENÇÃO e CONTROLE do Clostridium difficile 1 Introdução Clostridium difficile (CD) é uma bactéria Gram-positiva, anaeróbia obrigatória com forma de bacilo, formadora de esporos e produtora de toxinas.
TEMA: Broncoscopia com lavado broncoalveolar + biópsia
NTRR 30/2013 Solicitante: Juiz Napoleão da Silva Chaves Número do processo: 0043850.93.2013.8.13.0525 Reu: Estado de Minas Gerais Data: 23/03/2013 Medicamento Material Procedimento X Cobertura TEMA: Broncoscopia
Condutas em Insuficiência Respiratória Aguda. Fernando Klein PET Medicina UFC Abril/2012
Condutas em Insuficiência Respiratória Aguda Fernando Klein PET Medicina UFC Abril/2012 Definição Insuficiência respiratória é a incapacidade dos pulmões de executarem a sua função básica: a troca gasosa
Capítulo 11. Dispneia. Capítulo 11. Dispneia 1. OBJETIVOS
Capítulo 11 Dispneia 1. OBJETIVOS No final da sessão os formandos deverão ser capazes de: Listar e descrever os principais sinais e sintomas de insuficiência respiratória. Caracterizar dispneia. Listar
LEITES E FÓRMULAS INFANTIS AJUDA PARA CRESCER
LEITES E FÓRMULAS INFANTIS AJUDA PARA CRESCER ESTA FARMÁCIA CUIDA DE SI UM ALIMENTO ÚNICO LEITES E FÓRMULAS INFANTIS AJUDA PARA CRESCER ESTA FARMÁCIA CUIDA DE SI SEMPRE QUE A AMAMENTAÇÃO NÃO É POSSÍVEL
Jose Roberto Fioretto
Jose Roberto Fioretto [email protected] Professor Adjunto-Livre Docente Disciplina de Medicina Intensiva Pediátrica Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP 1988 Doença caracterizada por processo inflamatório
PNEUMOLOGIA LINHA DE CUIDADO GERAL EM ASMA E DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)
LINHA DE CUIDADO GERAL EM ASMA E DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) Nível de Atenção Ações em Saúde Ações e Procedimentos Específicos Atenção Básica Atenção Especializada de Média Complexidade (Ambulatorial,
Pneumopatia e Exercício. Milena Fogagnoli
Pneumopatia e Exercício Milena Fogagnoli Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica () Sexta causa de morte no mundo; 600 milhões de pessoas já sofreram; atinge cerca de 7 milhões de brasileiros (5% da população);
Diverticulite Resumo de diretriz NHG M99 (setembro 2011)
Diverticulite Resumo de diretriz NHG M99 (setembro 2011) Berger MY, De Wit NJ, Vogelenzang R, Wetzels RV, Van Rijn-van Kortenhof NMM, Opstelten W traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto
Segundo a UNICEF e a OMS, é possível reduzir em até 40% a incidência de infecções, como a diarreia, com o simples ato de lavar as mãos.
Segundo a UNICEF e a OMS, é possível reduzir em até 40% a incidência de infecções, como a diarreia, com o simples ato de lavar as mãos. Confira! O outono começou oficialmente no dia 21 de março e, com
Otite Media Aguda. Dr. Pedro Machava. Otorrinolaringologista
Otite Media Aguda Dr. Pedro Machava Otorrinolaringologista Otite Media Aguda É um processo infeccioso/inflamatório que afecta a mucosa das cavidades aéreas do ouvido médio culminado com a presença de fluido
Comissão Permanente de Cuidados Paliativos
Caso Clínico preparado e apresentado pelo Dr. Mauricio de Miranda Ventura na Discussão de Caso Interdisciplinar I Controle de sintomas: dispnéia, delirium e ansiedade/depressão na Comissão Permanente de
SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE HOSPITAL INFANTIL JOANA DE GUSMÃO RESPONSÁVEL: DRA MARIA CRISTINA DE SOUZA NETO
SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE HOSPITAL INFANTIL JOANA DE GUSMÃO PROTOCOLO DE ATENDIMENTO ROTINA: NÚMERO 02 2013 TÍTULO: OTITE MÉDIA AGUDA FLUXOGRAMA IMPLANTAÇÃO: SETOR: EMERGÊNCIA EXTERNA HIJG VERSÃO: 01
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de recomendações para o controle da
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de recomendações para o controle da tuberculose no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde;
INFLUENZA A (H1N1) Protocolo de Manejo Clínico e Vigilância Epidemiológica da
INFLUENZA A (H1N1) Protocolo de Manejo Clínico e Vigilância Epidemiológica da Situação atual No Brasil e no mundo, caracteriza-se como um cenário de uma pandemia predominantemente com casos clinicamente
ABORDAGEM CLÍNICA DAS ARBOVIROSES EPIDÊMICAS E HIPERENDÊMICAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DENGUES TIPO 1 A 4, CHIKUNGUNYA E ZIKA
ABORDAGEM CLÍNICA DAS ARBOVIROSES EPIDÊMICAS E HIPERENDÊMICAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DENGUES TIPO 1 A 4, CHIKUNGUNYA E ZIKA Pedro Guimarães Coscarelli Médico Dstrab/Cvast/Svea/SVS/SES-RJ Professor
SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A
número 09- setembro/2015 DECISÃO FINAL RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é
INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS AGUDAS (IRAs) NA INFÂNCIA. Enfermagem na Atenção Básica Profa. Maria De La Ó Ramallo Veríssimo
INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS AGUDAS (IRAs) NA INFÂNCIA Enfermagem na Atenção Básica Profa. Maria De La Ó Ramallo Veríssimo =2016 762 mil 158 mil Proporção de óbitos por Doenças do aparelho respiratório (capx,
Programa Saúde e Longevidade
Programa Saúde e Longevidade Ossos Saudáveis, Vida Ativa! Leia e pratique as orientações da ABET Volume 3 Programa Saúde e Longevidade - Vol.3 OSTEOPOROSE 1. O que é Osteoporose? A Osteoporose é uma doença
VENTILOTERAPIA e OUTROS EQUIPAMENTOS, NO DOMICÍLIO RESUMO DAS INDICAÇÕES DE PRESCRIÇÃO VENTILOTERAPIA
VENTILOTERAPIA e OUTROS EQUIPAMENTOS, NO DOMICÍLIO RESUMO DAS INDICAÇÕES DE PRESCRIÇÃO VENTILOTERAPIA A ventiloterapia está indicada na síndrome de apneia do sono, na síndrome de obesidade/ hipoventilação,
Papel do Laboratório de Microbiologia no Diagnóstico Laboratorial: Orientações para a Prática e
Papel do Laboratório de Microbiologia no Diagnóstico Laboratorial: Orientações para a Prática e Conduta. QUESTÕES DE PROVAS; CONTEÚDO DAS PRÓXIMAS AULAS; HORÁRIO DE ATENDIMENTO ON-LINE; blog do professor:
Síndrome de Guillain-Barré
Enfermagem em Clínica Médica Síndrome de Guillain-Barré Enfermeiro: Elton Chaves email: [email protected] Síndrome de Guillain-Barré É uma doença autoimune que ocorre quando o sistema imunológico
Espondilartrites Juvenis/Artrite Relacionada com Entesite (Epa-Are)
www.printo.it/pediatric-rheumatology/pt/intro Espondilartrites Juvenis/Artrite Relacionada com Entesite (Epa-Are) Versão de 2016 1. O QUE SÃO AS ESPONDILARTRITES JUVENIS/ARTRITE RELACIONADA COM ENTESITE
INFECÇÕES PRIMÁRIAS DA CORRENTE SANGUÍNEA CRITÉRIOS NACIONAIS. Dra Rosana Rangel SMSDC/RJ 2011
INFECÇÕES PRIMÁRIAS DA CORRENTE SANGUÍNEA CRITÉRIOS NACIONAIS Dra Rosana Rangel SMSDC/RJ 2011 Objetivos Definir infecção primária de corrente sanguínea (IPCS); Diferenciar infecção primária e secundária
PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE NA INFÂNCIA (PAC)
PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE NA INFÂNCIA (PAC) A pneumonia é a principal causa de mortalidade em crianças menores de cinco anos nos países em desenvolvimento. Dados do DataSUS, apontaram a pneumonia
Ressuscitação Neonatal
CAPÍTULO 53 Marcelo Teixeira dos Santos* A ressuscitação neonatal é voltada primariamente para os recém-natos no período de transição da vida intra-uterina para a extra-uterina, mas também se aplica aos
Meningite: O que você PRECISA SABER
SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E AMBIENTAL COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DIVISÃO DE TRANSMISSÍVEIS E IMONUPREVINÍVEIS GERÊNCIA DE DOENÇAS
A DÚVIDA É O INÍCIO DA SABEDORIA. ARISTÓTELES
A DÚVIDA É O INÍCIO DA SABEDORIA. ARISTÓTELES Fertilidade Natural: Acupuntura CAPÍTULO 9 Acupuntura A Medicina Tradicional Chinesa tem mais de 3000 anos de história. Tem o objetivo de harmonizar e equilibrar
CÁLCULO DE INDICADORES DENSIDADE DE INCIDÊNCIA. Dra Rosana Rangel 2011
CÁLCULO DE INDICADORES DENSIDADE DE INCIDÊNCIA Dra Rosana Rangel 2011 Cao clínico Paciente 72 anos, sexo masculino, com história patólogica pregressa de DPOC é admitido na Unidade de Terapia Intensiva
O que é o controlo da asma
O que é o controlo da asma Em todo o mundo, mais de 300 milhões de pessoas têm asma. No entanto, com tratamento, a maioria dessas pessoas pode alcançar um bom controlo da asma. Quando a sua asma está controlada,
Maria Barros 8 Novembro 2017 PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE E HOSPITALAR
Maria Barros 8 Novembro 2017 PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE E HOSPITALAR SUMÁRIO Introdução Objectivo Metodologia Resultados principais Conclusões Recomendações INTRODUÇÃO Infecções Respiratórias Agudas
Púrpura de Henoch-Schönlein
www.printo.it/pediatric-rheumatology/pt/intro Púrpura de Henoch-Schönlein Versão de 2016 1. O QUE É A PÚRPURA DE HENOCH-SCHÖNLEIN 1.1 O que é? A púrpura de Henoch-Schönlein (PHS) é uma doença na qual ocorre
FUPAC Araguari Curso de medicina. Disciplina Saúde Coletiva II 7º período. Prof. Dr. Alex Miranda Rodrigues. A CRIANÇA COM DISPNÉIA
FUPAC Araguari Curso de medicina. Disciplina Saúde Coletiva II 7º período. Prof. Dr. Alex Miranda Rodrigues. A CRIANÇA COM DISPNÉIA Objetivos desta aula Discutir a abordagem da criança com dispneia na
Laringite, laringotraqueobronquite, epiglotite e traqueomalácea. Dra. Carmen Maria Würtz UninCor 2010
Laringite, laringotraqueobronquite, epiglotite e traqueomalácea Dra. Carmen Maria Würtz UninCor 2010 Introdução Desconforto respiratório alto. Alteração no diâmetro das vias aéreas influi na resistência
OFICINA INTEGRADA VIGILÂNCIA DAS DOENÇAS IMUNOPREVENÍVEIS. Juazeiro, Setembro de 2012
OFICINA INTEGRADA VIGILÂNCIA DAS DOENÇAS IMUNOPREVENÍVEIS COQUELUCHE Juazeiro, Setembro de 2012 COQUELUCHE Características Gerais Doença infecciosa aguda, transmissível, imunoprevenível, de distribuição
TESTE DE INTOLERÂNCIA ALIMENTAR DIETA MEDITERRÂNICA
TESTE DE INTOLERÂNCIA ALIMENTAR DIETA MEDITERRÂNICA PONTOS-CHAVE Permite determinar a presença e os níveis de anticorpos IgG a mais de 200 alimentos. A análise é realizada em duplicado a cada um dos alimentos,
Tratamento de Feridas
Tratamento de Feridas O Tratamento de feridas se refere a proteção de lesões contra a ação de agentes externos físicos, mecânicos ou biológicos CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS Classificação quanto às causas:
Qual é a função do cólon e do reto?
Câncer de Cólon Qual é a função do cólon e do reto? O cólon e o reto constituem o intestino grosso, que possui um importante papel na capacidade do organismo de processar os alimentos. O intestino grosso
Sangue Eritrócitos. Fisiologia Molecular BCT 2S/2011. Universidade Federal de São Paulo EPM/UNIFESP
Sangue Eritrócitos Fisiologia Molecular BCT 2S/2011 Universidade Federal de São Paulo EPM/UNIFESP FUNÇÕES DO SANGUE 1) Respiratória: transporte dos gases O 2 e CO 2 2) Nutritiva: transporte dos diversos
1. Conceitos. 2. Objetivos: 3. Abrangência:
Hospital Universitário Professor Polydoro Enrnani de São Tiago Procedimento Operacional Padrão (POP) Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Título POP 21 Cuidados para Prevenção de Pneumonia Associada
CAUSAS DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
CAUSAS DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO UEMA NÚCLEO DE TECNOLOGIAS PARA EDUCAÇÃO UEMANET CURSO ABERTO DE DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM Quais as causas das Dificuldades
MANEJO CLÍNICO DE PACIENTE COM SUSPEITA DE DENGUE
Guia Prático MANEJO CLÍNICO DE PACIENTE COM SUSPEITA DE DENGUE Estado de São Paulo 2015 Divisão de Dengue e Chikungunya Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac CCD COORDENADORIA DE
Veja 20 perguntas e respostas sobre a gripe H1N1 O VÍRUS 1. O que é a gripe H1N1? 2. Como ela é contraída? 3. Quais são os sintomas?
Veja 20 perguntas e respostas sobre a gripe H1N1 Ela já avançou por 11 Estados, matou 45 pessoas no país e tem provocado filas de horas por vacinas em hospitais e clínicas particulares de São Paulo. Veja
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS. Doenças Respiratórias Parte 2. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS Doenças Respiratórias Parte 2 Profª. Tatiane da Silva Campos Rinite Alérgica é a inflamação aguda ou crônica, infecciosa, alérgica ou irritativa da mucosa
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO MÓDULO 1 - VISÃO GERAL DA ATIVIDADE NO BRASIL E NO MUNDO HISTÓRICO, CONCEITOS, ETC. Apresentação geral do curso Histórico da medicina hiperbárica Situação atual da medicina hiperbárica
DISTÚRBIOS SISTÊMICOS E O PERIODONTO
INAPÓS - Faculdade de Odontologia e Pós Graduação Curso de Graduação em Odontologia Disciplina de Periodontia 5 o período DISTÚRBIOS SISTÊMICOS E O PERIODONTO Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira http://lucinei.wikispaces.com
INFORME TÉCNICO SEMANAL: DENGUE, CHIKUNGUNYA, ZIKA E MICROCEFALIA RELACIONADA À INFECÇÃO CONGÊNITA
1. DENGUE Em 2016, até a 13ª semana epidemiológica (SE) foram notificados 36.702 casos suspeitos de dengue e identificada a circulação dos sorotipos DEN-1 (70%) e DEN-4 (30%). O quadro 1 mostra os casos
Filariose Linfática. - Esses vermes, chamados de filarídeos, não são geo-helmintos. Eles precisam de um vetor (mosquito) para completar seu ciclo.
Filariose Linfática Parasito Reino: Animalia Filo: Nemathelminthes Classe: Nematoda Família: Onchocercidae Gênero: Wuchereria Espécies: Wuchereria bancrofti - Esses vermes, chamados de filarídeos, não
Funções vitais. Circulação. Circulação Respiração
Funções vitais Circulação Respiração Vias aéreas Alvéolo pulmonar Circulação pulmonar Circulação sistêmica Troca I Atmosfera para os pulmões Troca II Pulmões para o sangue Transporte de gases no sangue
Sistema Circulatório: O Sangue
Sistema Circulatório: O Sangue A composição do sangue Embora o sangue tenha uma aparência homogênea, se observado ao microscópio, logo se notará sua composição heterogênea. Isto significa que o sangue
www.drapriscilaalves.com.br [LEPTOSPIROSE]
[LEPTOSPIROSE] A Leptospirose é uma doença infecciosa grave. 2 leptospirose É causada por uma bactéria, a Leptospira interrogans, que tem vários subtipos (chamados sorovares). Esses sorovares têm diferentes
O QUE É? O RETINOBLASTOMA
O QUE É? O RETINOBLASTOMA Retina O RETINOBLASTOMA O QUE SIGNIFICA ESTADIO? O QUE É O RETINOBLASTOMA? O Retinoblastoma é um tumor que se desenvolve numa zona do olho chamada retina. A retina é uma fina
O QUE SÃO AS VACINAS?
VAMOS FALAR VACINAS SOBRE O QUE SÃO AS VACINAS? As vacinas são substâncias que estimulam o corpo a se defender contra os organismos (vírus e bactérias) que provocam doenças. Protegem milhões de crianças
Doenças da Próstata DOSSIER INFORMATIVO
Doenças da Próstata DOSSIER INFORMATIVO Julho 2009 A próstata é uma glândula do aparelho genital masculino localizada à frente do recto e logo abaixo da bexiga, órgão onde a urina está temporariamente
NUTRIÇÃO NO PLANO NACIONAL DE SAÚDE 2011-2016 Contributo da Associação Portuguesa de Nutrição Entérica e Parentérica (APNEP)
NUTRIÇÃO NO PLANO NACIONAL DE SAÚDE 2011-2016 Contributo da Associação Portuguesa de Nutrição Entérica e Parentérica (APNEP) 1) Introdução: A APNEP é uma Associação, sem fins lucrativos, pluridisciplinar
COLETA DE ASPIRADO TRAQUEAL FISIOTERAPIA
1- OBJETIVO Padronizar o procedimento de coleta de secreção brônquica através de aspirado traqueal. 2- ABRANGÊNCIA Centro de Tratamento Intensivo Adulto (CTI), Unidade de Cuidados Especiais (UCE), Emergência
ANEXO III ALTERAÇÕES AO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO E FOLHETO INFORMATIVO
ANEXO III ALTERAÇÕES AO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO E FOLHETO INFORMATIVO 25 ALTERAÇÕES A SEREM INCLUÍDAS NAS SECÇÕES RELEVANTES DO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO PARA MEDICAMENTOS
MANUTENÇÃO DO POTENCIAL DOADOR
MANUTENÇÃO DO POTENCIAL DOADOR OBJETIVOS Objetiva otimizar a perfusão tecidual, assegurando a viabilidade do órgão Diminui o risco de evolução para parada cardíaca Mantém o órgão em melhores condições
Prof. Claudia Witzel DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA
DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DPOC Desenvolvimento progressivo de limitação ao fluxo aéreo ( parte não reversível) É progressiva Associada a uma resposta inflamatória anormal do pulmão, a partículas
COMISSÃO DE CONTROLO DA INFECÇÃO HOSPITALAR Piso 6, Tel. 5401/1627 Recomendação n.º 1/2002 ISOLAMENTO
HOSPITAL DE SANTA MARIA COMISSÃO DE CONTROLO DA INFECÇÃO HOSPITALAR Piso 6, Tel. 5401/1627 Recomendação n.º 1/2002 ISOLAMENTO Entende-se por isolamento o estabelecimento de barreiras físicas de modo a
Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS) O contributo dos Diagnósticos In Vitro
Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS) O contributo dos Diagnósticos In Vitro IACS - Um problema de Saúde Pública Taxa de IACS em Portugal (2012) Mortes em Portugal ICAS (2012) Custos associados
Guia Sanitário de Navios de Cruzeiro - Alterações
Guia Sanitário de Navios de Cruzeiro - Alterações Salvador, 26 de setembro de 2013 Noemi Melo Cabral Especialista em Regulação e VISA Coordenação de Saúde do Viajante COSVI/GIMTV/GGPAF Motivações Alguns
DOENÇAS RESPIRATÓRIAS DOS BOVINOS
DOENÇAS RESPIRATÓRIAS DOS BOVINOS MARGARIDO, Rosângela Simonini LIMA NETO, Dalmo FERREIRA, Fábio Vaz Discentes do Curso de Medicina Veterinária FAMED/ACEG e-mail: [email protected] PICCININ, Adriana
PEDIATRIA INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS INFERIORES PNEUMONIAS
PEDIATRIA INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS INFERIORES PNEUMONIAS LOCALIZAR ABORDAGEM DA INFECÇÃO RESPIRATÓRIA NA INFÂNCIA ALTA MÉDIA SEM ESTRIDOR SEM TAQUIPNEIA ESTRIDOR BAIXA COM TAQUIPNEIA E SEM ESTRIDOR PNEUMONIA
Alergia às proteínas do leite de vaca
Alergia às proteínas do leite de vaca Estes artigos estão publicados no sítio do Consultório de Pediatria do Dr. Paulo Coutinho. Pág. 01 Alguns lactentes, quando ingerem leite de vaca, podem reagir contra
Autor(es): MARKUS, Daniela 1 ; LINS, Luciana Araujo 1 ;VIEIRA, Júlio 2 ; CASTRO Jr., Jarbas 3 ; NOGUEIRA, Carlos Eduardo Wayne 4 INTRODUÇÃO
CASOS DE CÓLICA EM EQÜINOS COM NECESSIDADE DE INTERVENÇÃO CIRÚRGICA, EM DOIS CENTROS CIRÚRGICOS NA CIDADE DE PORTO ALEGRE, DURANTE O PRIMEIRO SEMESTRE DE 2006. Autor(es): MARKUS, Daniela; LINS, Luciana
Calendário de Vacinação do Adulto/Trabalhador
Calendário de Vacinação do Adulto/Trabalhador Calendário de Vacinação do Adulto VACINAS PARA O ADULTO VACINAS PASSADO VACINAL CONDUTA HEPATITE B dupla adulto não vacinado 3 doses menos de 3 doses completar
1. Definição. Eduardo Costa de Freitas Silva. Alergia; Diagnóstico; Tratamento.
Asma Brônquica Eduardo Costa de Freitas Silva Resumo A asma brônquica é uma doença crônica caracterizada por inflamação da via aérea, hiperresponsividade brônquica e crises de broncoespasmo com obstrução
Grandes Áreas de Ensino da Saúde Especialização Patologia Clínica em Oncologia
Concurso INCA 2010 Grandes Áreas de Ensino da Saúde Especialização Patologia Clínica em Oncologia Este Caderno contém vinte questões discursivas de Conhecimentos Específicos correspondente ao curso descrito
Imagem da Semana: Radiografia de Tórax
Imagem da Semana: Radiografia de Tórax Figura: Radiografia de tórax em sentido ântero-posterior. Enunciado Paciente sexo feminino, 28 anos, instrutora de mergulho e mergulhadora de altas profundidades
O Ministério da Saúde confirmou a terceira morte relacionada ao vírus da zika,
Ministério da Saúde confirma terceira morte relacionada ao vírus da zika Paciente era uma jovem de 20 anos, do município de Serrinha. Morte foi em 2015, mas resultado dos exames saiu quase 1 ano depois.
Diretrizes Clínicas Protocolos Clínicos
Diretrizes Clínicas Protocolos Clínicos 037 Triagem Nutricional em Pediatria Última revisão: 12/08/2013 Estabelecido em: 30/06/2009 Responsáveis / Unidade Cibelle de Pinho Talma - Nutricionista HIJPII
Pressão Arterial. Profª. Claudia Witzel
Pressão Arterial Profª. Claudia Witzel Pressão do sangue Quando o volume de sangue que sai do coração é maior do que o determinado pela Organização Mundial de Saúde, ou seja, acima de 130 x 85 mmhg. A
PREVENÇÃO E CONTROLE DAS INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS
ORIENTAÇÕES ÀS ESCOLAS PREVENÇÃO E CONTROLE DAS INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS As infecções respiratórias agudas (IVAS) representam um dos principais problemas de saúde entre as crianças menores de 5 anos nos
A Rinite nas Várias Idades da Criança: Do Nascimento em Diante
A Rinite nas Várias Idades da Criança: Do Nascimento em Diante Olavo Mion Introdução A rinite na criança tem várias particularidades, varia de acordo com a idade, e devido ao desenvolvimento da criança
Dr. Ruy Emílio Dornelles Dias
Colelitíase Pedras na Vesícula Biliar O QUE É A VESÍCULA BILIAR E O QUE ELA FAZ? A vesícula é uma pequena saculação (como uma bexiga murcha) que se encontra junto ao fígado e sua função é armazenar bile,
Protocolo de Manejo da Asma
Clínica Médica Protocolo de Manejo da Asma Definição Asma é uma doença inflamatória crônica caracterizada por hiperresponsividade das vias aéreas inferiores e por limitação variável ao fluxo aéreo, reversível
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS. Doenças Respiratórias Parte 1. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM DOENÇAS CRONICAS NÃO TRANMISSIVEIS Doenças Respiratórias Parte 1 Profª. Tatiane da Silva Campos - Doenças respiratórias crônicas (DRC) são doenças crônicas tanto das vias aéreas superiores como
SECRETARIA DE SAÚDE DE PERNAMBUCO PROCESSO SELETIVO À RESIDÊNCIA EM FISIOTERAPIA FISIOTERAPIA ATENÇÃO
SECRETARIA DE SAÚDE DE PERNAMBUCO PROCESSO SELETIVO À RESIDÊNCIA EM FISIOTERAPIA Não deixe de preencher as informações a seguir. Prédio DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO Sala Nome do Candidato Nº de
DOENÇAS CARDIO VASCULARES. O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate. Provérbios 15:13
DOENÇAS CARDIO VASCULARES O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate. Provérbios 15:13 INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO (IAM) INTRODUÇÃO EPIDEMIOLOGIA FATORES DE RISCO COMPLICAÇÕES
Falta de ar. Convulsões febris
Falta de ar A falta de ar é um sintoma normalmente associado a situações respiratórias em que há uma dificuldade da saída ou da entrada de ar nas vias respiratórias (chamada dispneia), ou por estarem obstruídas
NOTA TÉCNICA DVS/DVE/SESACRE Nº 09/2009 INFLUENZA A (H1N1)
Governo do Estado do Acre Secretaria de Estado de Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Divisão de Vigilância Epidemiológica Av. Antônio da Rocha Viana, nº 1294, Bairro Vila Ivonete E-mail: [email protected]
