Doença de base 2. CARACTERIZAÇÃO DAS LESÕES
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- Alana Abreu Chaplin
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1 Doença de base As patologias de base dos pacientes corresponderam ao grupo ao qual pertenciam. Assim, o diabetes mellitus e a insuficiência venosa crônica, isolados ou associados a outras patologias, como hipertensão arterial, foram os diagnósticos mais freqüentemente encontrados nos grupos UD (100,00%) e UV (100,00%), respectivamente. Já o grupo UP caracterizou-se pela presença, principalmente, de pessoas com diagnóstico de politraumatismo (40,00%), cuja condição de imobilidade no leito pode ter favorecido o aparecimento e manutenção de úlceras de pressão. Cabe ressaltar, entretanto, que embora, em menor freqüência, foram também encontrados, no grupo UP, hipertensão arterial e diabetes mellitus, além de acidente vascular cerebral, artrite reumatóide e esclerodermia. 2. CARACTERIZAÇÃO DAS LESÕES As lesões foram caracterizadas considerando-se as seguintes variáveis: estágio, tempo da lesão, cultura do exsudato, local da lesão, estruturas comprometidas, aspecto, dimensões, tipo de exsudato, sinais flogísticos e dor na lesão no 1 o. dia de avaliação. Os dados referem-se às características da ferida, anteriores ao início do tratamento com solução de papaína. 63
2 Estágio da Lesão Gráfico 4. Distribuição dos pacientes dos grupos Úlcera Diabética (UD), Úlcera de Pressão (UP) e Úlcera Venosa (UV), segundo o estágio da lesão. São Paulo, % Estágio II Estágio III Estágio IV UD UP UV GRUPO Tabela 6. Distribuição dos pacientes dos grupos Úlcera Diabética (UD), Úlcera de Pressão (UP) e Úlcera Venosa (UV), segundo o estágio da lesão. São Paulo, Estágio da lesão UD UP UV Total II ,44 1 0,85 III 1 2,70 1 2,50 2 4,88 4 3,39 IV 36 97, , , ,76 Total , , , ,00 Teste exato de Fisher (p= 1,000) 64
3 O Gráfico 4 e a Tabela 6 demonstram a distribuição dos pacientes dos três grupos quanto ao estágio da lesão na primeira avaliação. Pode-se observar que, nos três grupos estudados, a maioria das feridas foi classificada como de estágio IV (95,76 %) e 3,39% avaliadas como de estágio III. Verifica-se que, em todos os grupos, quase que a totalidade dos pacientes apresentou úlceras de grau IV. A análise estatística pelo Teste Exato de Fisher demonstrou não haver diferença estatisticamente significante entre os grupos na distribuição dos diferentes estágios das lesões. Tempo de Lesão Gráfico 5. Distribuição dos pacientes dos grupos Úlcera Diabética (UD), Úlcera de Pressão (UP) e Úlcera Venosa (UV), segundo tempo de lesão. São Paulo, % UD UP UV meses 6 12 meses meses > 24 meses TEMPO DE LESÃO (meses) 65
4 Tabela 7. Distribuição dos pacientes dos grupos Úlcera Diabética (UD), Úlcera de Pressão (UP) e Úlcera Venosa (UV), segundo tempo de lesão. São Paulo, Tempo de Lesão ( meses ) UD UP UV Total > , ,00 2 5, , , , , , ,01 5 4,24 5 4,24 Total , , , ,00 Observa-se que a grande maioria das lesões (80,51%) tinha idade menor ou igual a 6 meses, sendo que 100,00% das lesões do grupo UD e 95,00% das lesões do grupo UP incluíam-se nesta categoria, enquanto que as lesões do grupo UV foram as mais antigas, somando 51,22% com mais de 6 meses de existência. Quadro 2. Média, mediana, desvio padrão, tempo de lesão mínimo e máximo (em meses), segundo os grupos Úlcera Diabética (UD), Úlcera de Pressão (UP) e Úlcera Venosa (UV). São Paulo, Parâmetro UD UP UV Total Média 2,21 2,48 18,36 7,92 Mediana 2,00 2,50 6,00 3,00 Desvio Padrão 1,23 1,61 46,05 28,20 Mínimo 0,53 0,35 1,50 0,35 Máximo 4,50 7,00 216,00 216,00 Teste de Kruskal-Wallis p< 0,001 66
5 O Quadro 2 mostra que, quanto ao tempo de existência da lesão, os grupos UD e UP apresentaram médias e medianas de tempo muito próximas. Já o grupo UV apresentou valores maiores de média (18,36) e de mediana (6 meses). O desvio padrão de 46,05 se dá pela grande distância entre os valores da idade mínima e máxima (de 1,5 a 216 meses). A análise estatística da variabilidade do tempo da lesão foi realizada através do Teste de Kruskal-Wallis, tendo-se constatado uma diferença estatisticamente significante entre os grupos, motivada pelas características apresentadas pelo grupo UV. Cultura do exsudato As Tabelas 8 e 9 apresentam os dados referentes à cultura do exsudato da ferida nos três grupos estudados. Tabela 8. Distribuição dos pacientes dos grupos Úlcera Diabética (UD), Úlcera de Pressão (UP) e Úlcera Venosa (UV), segundo realização de cultura do exsudato. São Paulo, Cultura UD UP UV Total Realizaram 9 24, , , ,66 Não realizaram 28 75, , , ,34 Total , , , ,00 2 = 0,903 p= 0,637 Observa-se, na Tabela 8, que a cultura do exsudato da ferida foi realizada para apenas uma parte dos pacientes (29,66%). Todas as culturas 67
6 realizadas obtiveram resultado positivo, sendo que em alguns casos foi possível isolar mais de um tipo de microorganismo. Não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos quanto à realização desse exame. Os resultados destas culturas estão registrados na Tabela 9. Tabela 9. Freqüência de microorganismos presentes nas culturas realizadas nos grupos Úlcera Diabética (UD), Úlcera de Pressão (UP) e Úlcera Venosa (UV). São Paulo, Microorganismo UD UP UV Total Staphylococcus aureus 7 58, , , ,67 Staphylococcus epidermides 3 25, , , ,67 Pseudomonas aeruginosa 2 16, ,07 1 4, ,00 Enterococcus faecallis , ,63 4 6,67 Escherichia colli ,85 2 9,09 3 5,00 Proteus mirabilis , ,00 Klebisiella , ,33 Staphylococcus viridans ,55 1 1,66 Total , , , ,00 Os dados da Tabela 9 referem-se aos microorganismos presentes no exsudato das feridas de 35 pacientes. Podemos verificar que a bactéria mais encontrada no exsudato das lesões foi o Staphylococcus aureus (41,67%), seguidos pelos Staphylococcus epidermides (21,67%) e Pseudomonas aeruginosa (15,00%). Observamos maior freqüência e variedade de microorganismos nos pacientes do grupo UP. 68
7 Local da Lesão No que se refere ao local das lesões, notamos que no grupo UP houve freqüência maior de pacientes com feridas na região sacra (60,00%), seguidos pela região dos calcâneos (27,50%) e na região trocanteriana (12,50%). Nos grupos UD e UV, as feridas se localizavam nos membros inferiores, em diferentes partes dos pés e pernas. Estruturas Comprometidas Gráfico 6. Distribuição dos pacientes dos grupos Úlcera Diabética (UD), Úlcera de Pressão (UP) e Úlcera Venosa (UV), segundo comprometidas. São Paulo, estruturas % UD UP UV Muscular Óssea ESTRUTURA 69
8 Tabela 10. Distribuição dos pacientes dos grupos Úlcera Diabética (UD), Úlcera de Pressão (UP) e Úlcera Venosa (UV), segundo estruturas comprometidas. São Paulo, Estrutura Comprometida UD (n=37) UP (n=40) UV (n=41) Total Valor de p Músculo 36 97, , , ,76 * 0,618 Osso 15 40, , , ,20 ** 0,012 *: Teste exato de Fisher **: 2 Observamos no Gráfico 6 e na Tabela 10, que quase a totalidade dos pacientes (95,76%) apresentava lesões com comprometimento muscular e, em 32,20% deles, as feridas atingiram estruturas ósseas. O grupo UV diferiu de forma estatisticamente significante dos demais grupos por apresentar lesões com menor comprometimento ósseo. Aspecto da Lesão Quanto ao aspecto, 90,00% das lesões do grupo UP e 100,00% das lesões dos grupos UD e UV apresentavam áreas de necrose no leito da ferida no primeiro dia de avaliação. No que se refere ao tecido de granulação, apenas 5,00% dos pacientes do grupo UP o apresentaram no início do tratamento. 70
9 Dimensões da lesão Área/Profundidade Quadro 3. Média e desvio padrão das áreas (mm 2 ) e profundidades (mm) das feridas, nos grupos Úlcera Diabética (UD), Úlcera de Pressão (UP) e Úlcera Venosa (UV). São Paulo, Área (mm 2 )* Média Desvio Padrão Profundidade (mm)** Média Desvio Padrão UD (n= 37) 461,39 413,94 7,39 3,27 UP (n= 40) 4176, ,86 17,31 12,33 UV (n= 41) 4376, ,02 4,36 2,12 Análise de variância *p=0,001 e ** p=0,001 No Quadro 3, observamos que houve diferença estatisticamente significante entre os grupos, com relação às médias de área e profundidade das lesões. Podemos verificar uma importante diferença entre a média de área das feridas do grupo UD em relação ao grupo UP e UV, o primeiro grupo com medidas cerca de 9 vezes menor em relação aos demais. As lesões mais profundas foram encontradas em pacientes do grupo UP e as mais superficiais no grupo UV, sendo suas medidas cerca de 4 vezes menor do que as do grupo UP. Para discriminar as diferenças destas médias entre os grupos, realizamos análise pelo Teste de Tukey que demonstrou diferença estatisticamente significante na comparação das áreas entre os grupos UDxUV e UDxUP. Quanto à profundidade, o mesmo Teste demonstrou haver diferença estatisticamente significante nas comparações dos grupos entre si (UVxUP; UVxUD; UPxUD). 71
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