INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA
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- Daniel Ximenes Lage
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1 UNIVERSIDADE DA MADEIRA Dpartamnto d Gstão Economia INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA 2º Smstr 2004/2005 1º CADERNO DE EXERCÍCIOS Rsolução
2 1. a) 2. c) 3. d) 4. a) 5. b) 6. a) 7. d) 8. b) 9. d) 10. a) 11. c) 12. ) 13. A macroconomia studa o comportamnto da conomia como um todo as xpansõs as rcssõs, o produto total da conomia m bns srviços, o crscimnto do produto, as taxas d inflação dsmprgo, a balança d pagamntos as taxas d câmbio. 14. O studo da macroconomia organiza-s m torno d três modlos qu dscrvm o mundo, tndo, cada um dls, uma maior aplicabilidad num nquadramnto tmporal difrnt. A principal controvérsia da macroconomia rsid na qustão: Qual é a inclinação da curva da ofrta agrgada?. No longo prazo, a curva da ofrta agrgada é vrtical. O produto ncontra-s fixo na posição m qu sta curva da ofrta ncontra o ixo horizontal. Plo contrário, o nívl dos prços pod assumir qualqur valor. ogo, o produto é dtrminado apnas pla ofrta agrgada os prços são dtrminados tanto pla ofrta agrgada como pla procura agrgada. No médio prazo, tratamos a capacidad produtiva como um dado. A curva da ofrta agrgada aprsnta, para cada nívl d prços, a quantidad d produto qu as mprsas stão dispostas a ofrcr. A sua posição dpnd da capacidad produtiva da conomia. A curva da procura agrgada aprsnta, para cada nívl d prços, o nívl d produto para o qual o mrcado d bns o mrcado montário s ncontram simultanamnt m quilíbrio. A posição da curva da procura agrgada dpnd das políticas montária orçamntal do nívl d confiança dos consumidors. A intrscção da ofrta da procura agrgadas dtrmina o prço a quantidad. No curto prazo, a curva da ofrta agrgada é horizontal, fixando o nívl d prços no ponto m qu ncontra o ixo vrtical. Plo contrário, o produto pod assumir qualqur valor. O prssuposto subjacnt é o d qu o nívl d produto não afcta os prços no curto prazo. Assim, no curto prazo, o produto é dtrminado apnas pla procura agrgada os prços não são afctados plo nívl do produto.
3 15. Os modlos da toria do crscimnto da ofrta agrgada no longo prazo ncontram-s stritamnt rlacionados: a posição da curva vrtical da ofrta agrgada m dtrminado ano corrspond ao nívl d produto para ss ano, no modlo a muito longo prazo. GRÁFICO DO DORNUSCH, pág a) Um grand aumnto do prço do ptrólo provocaria um dslocamnto da curva da ofrta agrgada para a squrda. b) Um acordo sobr rdução d armamntos qu lvass à rdução da dspsa com a Dfsa provocaria um dslocamnto da curva da procura agrgada para baixo. c) Um aumnto do produto potncial provocaria um dslocamnto da curva da ofrta agrgada para a dirita. d) Uma xpansão montária qu fizss baixar as taxas d juro provocaria um dslocamnto da curva da procura agrgada para cima. 17. Aumnto do prço do ptrólo: diminui o rndimnto, aumntam os prços. AS Nívl d prços (P) AS AD Produto (Y) Rdução do armamnto: diminui o rndimnto, diminum os prços. AS Nívl d prços (P) Produto (Y) AD AD
4 Aumnto do produto potncial: aumnta o rndimnto, diminum os prços. AS Nívl d prços (P) AS AD Produto (Y) Expansão montária: aumnta o rndimnto, aumntam os prços. AS Nívl d prços (P) Produto (Y) AD AD 18. Produto crscimnto. O objctivo final da actividad conómica é produzir os bns srviços prtndidos pla população. Portanto, uma das procupaçõs da macroconomia é avaliar o produto a taxa a qu l crsc. Além d, obviamnt, invstigar os factors qu dtrminam o aumnto da capacidad produtiva. Emprgo lvado, dsmprgo rduzido. D todos os indicadors macroconómicos, o mprgo o dsmprgo são os mais sntidos plas pssoas. Em trmos macroconómicos, um dos objctivos é o mprgo lvado, contrapartida d um dsmprgo rduzido. Prços stávis. O trciro objctivo macroconómico é a manutnção da stabilidad dos prços. A inflação, assim como o dsmprgo, constitui um important problma macroconómico. No ntanto, a vantagm da stabilidad dos prços é mais subtil do qu para os outros objctivos. A rápida variação dos prços distorc as dcisõs conómicas das mprsas dos indivíduos; com uma inflação lvada, os impostos tornam-s muito variávis, o valor ral das pnsõs fica dtriorado as pssoas gastam rcursos rais para vitarm a poss d moda qu s dprcia; os prços prdm o su significado o sistma d prços dixa d funcionar.
5 19. A taxa d crscimnto da conomia é a taxa à qual o Produto Intrno ruto (PI) aumnta. A primira razão pla qual o PI varia consist na variação da quantidad d rcursos disponívis na conomia. Os principais rcursos são o capital o trabalho. A população activa, qu consist nas pssoas qu trabalham ou s ncontram à procura d mprgo, crsc ao longo do tmpo, forncndo assim uma font d aumnto da produção. O stock d capital também aumnta ao longo do tmpo, forncndo outra font d aumnto do produto. A sgunda razão para a variação do PI prnd-s com a variação da ficiência dos factors d produção. Às mlhorias na ficiência chama-s aumntos d produtividad. Ao longo do tmpo, os msmos factors d produção podm produzir mais. 20. d) 21. b) 22. a) 23. ) 24. c) 25. ) 26. a) 27. c) 28. c) 29. b) 30. Numa conomia produz-s, fctua-s dspsa distribui-s rndimntos. A stas três actividads corrspondm as três ópticas d mdição do produto: óptica da produção, óptica da dspsa óptica do rndimnto. Sgundo a óptica da produção, o PI é a soma dos VA. D acordo com a óptica da dspsa, o PI é igual à dspsa intrna, a qual, por sua vz, é a soma do consumo privado, do invstimnto bruto, do consumo público das xportaçõs líquidas. Calculado conform a óptica do rndimnto, o PI iguala a soma do rndimnto intrno com as amortizaçõs com os impostos indirctos líquidos d subsídios. O rndimnto intrno calcula-s somando salários (pagos plas mprsas plo Estado), contribuiçõs para a sgurança social fitas plas mprsas, rndas, juros lucros. 31. O produto intrno contabiliza a produção ralizada dntro das frontiras d um país, indpndntmnt d os dtntors dos factors d produção rsidirm ou não nss país; o produto nacional contabiliza a produção ralizada plos rsidnts d um país, indpndntmnt d tr sido ou não ralizada nss país. Durant o procsso
6 produtivo, o capital utilizado na produção dsgasta-s ou, mais tcnicamnt, dprcias; o produto (bruto)líquido (não)tm st facto m conta. 32. a) S TC I + DO S os impostos aumntarm as transfrências não variarm, o défic orçamntal diminui. A mnos, claro, qu haja uma altração no consumo público, no sntido do su aumnto. Não s rgistando tal subida ou rgistando-s, mas num montant infrior ao do aumnto dos impostos, para qu os lados squrdo dirito da quação s quilibrm têm d aumntar a poupança /ou as xportaçõs líquidas /ou o invstimnto. b) S Y C d S o rndimnto disponívl aumnta, o lado dirito da quação torna-s maior qu o lado squrdo. Para rtornar à situação d quilíbrio, são 3 as altrnativas. Ou a poupança aumnta num montant igual ao da variação do rndimnto; ou o consumo aumnta na msma mdida da subida do rndimnto; ou poupança consumo aumntam, mbora variando mnos qu o rndimnto. c) S Yd C S + C Yd Aumntar a poupança o consumo aumnta, por dfinição, o rndimnto disponívl. 33. a) i. Família Vndas C. Intrmédios VA Fritas Ornlas Camacho Andrad Vasconclos ii. PI cf VA iii. PN PI + REX ( 5 15) 135 cf cf iv. RN PN PN Amortizaçõs cf cf v. C X M vi. TC NX + TrfX + REX b) DI C + I + G + X M C 60 1, I 30
7 G 0, X 30 M 10 c) Y RN T + Trf d X S Yd C a) PN PI + REX ( C + I + G + X M) + REX [ C + ( FCF + stocks) + G + X M] + REX { [ ( ) ] } b) PN PN Amortizaçõs PN ( I I ) PN [( FCF + stocks) I ] {[ ( ) ] 700} c) PN PN T + Z cf i 35. a) PI C + I + G + X M T + Z C + ( I + Amortizaçõs) + G + X M T + Z cf i i ( ) PI ( I + Amortizaçõs) + G + X C + I + G + X M C + M ( ) b) PN PI + REX cf cf PN PI + REX c) RN PN PN Amortizaçõs cf cf d) RD RN T + Trf + Trf d X G S RD C ) SO ( T + T ) ( G + Trf ) ( ) ( ) 60 d i G TC X M + TrfX + REX a) PN PN T + Z Amortizaçõs DN T + Z Amortizaçõs cf i b) RI W + W + SS + + J + R W RI W SS J R ( RN REX) W SS ( d + nd ) J R ( PN cf REX) W SS ( d + nd ) J [ 138 ( 0 5) ] ( ) 7 27 R c) RPD C + S f ( DI I G X + M) + ( Spriv S ) [( DN REX) ( FCF + Λstocks) G X + M] + [ S ( T )] priv nd i
8 {[ 147 ( 0 5) ] ( ) } + [ 16 ( 9 2) ] a) PN cf RN 1200 b) DI C + I + G + X M X M DI C I G PI C I G ( PN REX) C I G ( ) c) RI PI PI T + Z cf i T PI i + Z RI [( PN REX) ( I I )] + Z ( RN ) ( PI Amortizaçõs) + Z ( RN REX) REX [( ) ( ) ] + 0 ( ) 160 d) RI W + W + SS + + J + R RI W W SS J R ( RN REX) W W SS J R ( ) ) RPD RP SS T RN + Trf + Trf + JDP SS T S SS T f df G X d f df nd ( SS + SS f + Tdf TrfG JDP) RN + TrfX nd ( SO Td Ti + G + Z ) ( 20) [( 20) ] 1070 RN + TrfX f) RPD C + S S RPD C f f 38. a) PG C + I + G + X G PG C I X OG C I X b) I FCF + xistências xistências I FCF ( I Amortizaçõs) FCF ( ) c) OG PI + M M OG PI OG ( PI + Amortizaçõs + T Z ) cf i ( RI + Amortizaçõs + T Z ) OG [( W + W + SS + J + + R) + Amortizaçõs + T Z ] OG i i [( ) ] a) I FCF + stocks FCF I stocks ( I + Amortizaçõs) stocks ( ) ( 20 50) 280 b) RN PN PN Amortizaçõs T + Z DN Amortizaçõs T + Z cf i i ( DI + REX) Amortizaçõs T i + Z [( C + I + G + X M) + REX] Amortizaçõs T + Z i [( C + I + G + X M) + REX] T + Z i [( ) + ( 40 10) ]
9 c) RI W + W + SS + + J + R W + W + SS + ( + ) + J + R d) RP d RI W W SS nd J R [ 1380 ( 40 10) ] d nd ( RN REX) W W SS J R RN + TrfG + TrfX + JDP SS Td S RN + TrfG + TrfX + JDP SS Td ( nd Td ) ( 35 5) ) RPD RP T SS df f f) RPD C + S S RPD C f f g) S S + S S + ( T ) ( 35 5) 240 priv f f nd d h) SO T + T + T + SS + SS ( G + Trf + JDP + Z ) df d i f G ( ) i) TC X M + TrfX + REX ( 40 10) 5 j) S TC I + DO 240 ( 5) nd 40. a) i. I FCF + xistências ii. NX X M X NX + M iii. Pr odução VApb + consumos int rmédios iv. T T + T T T T iltotais ilprodutos ilprodução ilprodução iltotais ilprodutos v. VA R munraçõs + T + EE pb ilprodução EE VApb R munraçõs Tilprodução b) Óptica da produção: PI VApb + Tilprodutos Óptica da dspsa: PI C + G + I + NX Óptica do rndimnto: PI R munraçõs + EE + Tiltotais c) PN PI + REX ( ) a) RN RI + REX REX RN RI RN PI RN ( PI Amortizaçõs T + Z ) cf i [ DI ( FCF FCF) Ti + Z ] RN [( C + I + G + X M) ( FCF FCF) Ti + Z ] [ C + ( FCF + stocks) + G + X M] ( FCF FCF) T i + Z RN RN { }
10 RN [( C + stocks + G + X M) + FCF T i + Z ] {[ ( ) ] } b) PN PI + REX DI + REX ( C + I + G + X M) + REX [ C + ( FCF + stocks) + G + X M] + REX { [ ( ) ] } ,12 Taxa d crscimnto do PN 1 0,
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