INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DA MADEIRA Dpartamnto d Gstão Economia INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA 2º Smstr 2004/2005 1º CADERNO DE EXERCÍCIOS Rsolução

2 1. a) 2. c) 3. d) 4. a) 5. b) 6. a) 7. d) 8. b) 9. d) 10. a) 11. c) 12. ) 13. A macroconomia studa o comportamnto da conomia como um todo as xpansõs as rcssõs, o produto total da conomia m bns srviços, o crscimnto do produto, as taxas d inflação dsmprgo, a balança d pagamntos as taxas d câmbio. 14. O studo da macroconomia organiza-s m torno d três modlos qu dscrvm o mundo, tndo, cada um dls, uma maior aplicabilidad num nquadramnto tmporal difrnt. A principal controvérsia da macroconomia rsid na qustão: Qual é a inclinação da curva da ofrta agrgada?. No longo prazo, a curva da ofrta agrgada é vrtical. O produto ncontra-s fixo na posição m qu sta curva da ofrta ncontra o ixo horizontal. Plo contrário, o nívl dos prços pod assumir qualqur valor. ogo, o produto é dtrminado apnas pla ofrta agrgada os prços são dtrminados tanto pla ofrta agrgada como pla procura agrgada. No médio prazo, tratamos a capacidad produtiva como um dado. A curva da ofrta agrgada aprsnta, para cada nívl d prços, a quantidad d produto qu as mprsas stão dispostas a ofrcr. A sua posição dpnd da capacidad produtiva da conomia. A curva da procura agrgada aprsnta, para cada nívl d prços, o nívl d produto para o qual o mrcado d bns o mrcado montário s ncontram simultanamnt m quilíbrio. A posição da curva da procura agrgada dpnd das políticas montária orçamntal do nívl d confiança dos consumidors. A intrscção da ofrta da procura agrgadas dtrmina o prço a quantidad. No curto prazo, a curva da ofrta agrgada é horizontal, fixando o nívl d prços no ponto m qu ncontra o ixo vrtical. Plo contrário, o produto pod assumir qualqur valor. O prssuposto subjacnt é o d qu o nívl d produto não afcta os prços no curto prazo. Assim, no curto prazo, o produto é dtrminado apnas pla procura agrgada os prços não são afctados plo nívl do produto.

3 15. Os modlos da toria do crscimnto da ofrta agrgada no longo prazo ncontram-s stritamnt rlacionados: a posição da curva vrtical da ofrta agrgada m dtrminado ano corrspond ao nívl d produto para ss ano, no modlo a muito longo prazo. GRÁFICO DO DORNUSCH, pág a) Um grand aumnto do prço do ptrólo provocaria um dslocamnto da curva da ofrta agrgada para a squrda. b) Um acordo sobr rdução d armamntos qu lvass à rdução da dspsa com a Dfsa provocaria um dslocamnto da curva da procura agrgada para baixo. c) Um aumnto do produto potncial provocaria um dslocamnto da curva da ofrta agrgada para a dirita. d) Uma xpansão montária qu fizss baixar as taxas d juro provocaria um dslocamnto da curva da procura agrgada para cima. 17. Aumnto do prço do ptrólo: diminui o rndimnto, aumntam os prços. AS Nívl d prços (P) AS AD Produto (Y) Rdução do armamnto: diminui o rndimnto, diminum os prços. AS Nívl d prços (P) Produto (Y) AD AD

4 Aumnto do produto potncial: aumnta o rndimnto, diminum os prços. AS Nívl d prços (P) AS AD Produto (Y) Expansão montária: aumnta o rndimnto, aumntam os prços. AS Nívl d prços (P) Produto (Y) AD AD 18. Produto crscimnto. O objctivo final da actividad conómica é produzir os bns srviços prtndidos pla população. Portanto, uma das procupaçõs da macroconomia é avaliar o produto a taxa a qu l crsc. Além d, obviamnt, invstigar os factors qu dtrminam o aumnto da capacidad produtiva. Emprgo lvado, dsmprgo rduzido. D todos os indicadors macroconómicos, o mprgo o dsmprgo são os mais sntidos plas pssoas. Em trmos macroconómicos, um dos objctivos é o mprgo lvado, contrapartida d um dsmprgo rduzido. Prços stávis. O trciro objctivo macroconómico é a manutnção da stabilidad dos prços. A inflação, assim como o dsmprgo, constitui um important problma macroconómico. No ntanto, a vantagm da stabilidad dos prços é mais subtil do qu para os outros objctivos. A rápida variação dos prços distorc as dcisõs conómicas das mprsas dos indivíduos; com uma inflação lvada, os impostos tornam-s muito variávis, o valor ral das pnsõs fica dtriorado as pssoas gastam rcursos rais para vitarm a poss d moda qu s dprcia; os prços prdm o su significado o sistma d prços dixa d funcionar.

5 19. A taxa d crscimnto da conomia é a taxa à qual o Produto Intrno ruto (PI) aumnta. A primira razão pla qual o PI varia consist na variação da quantidad d rcursos disponívis na conomia. Os principais rcursos são o capital o trabalho. A população activa, qu consist nas pssoas qu trabalham ou s ncontram à procura d mprgo, crsc ao longo do tmpo, forncndo assim uma font d aumnto da produção. O stock d capital também aumnta ao longo do tmpo, forncndo outra font d aumnto do produto. A sgunda razão para a variação do PI prnd-s com a variação da ficiência dos factors d produção. Às mlhorias na ficiência chama-s aumntos d produtividad. Ao longo do tmpo, os msmos factors d produção podm produzir mais. 20. d) 21. b) 22. a) 23. ) 24. c) 25. ) 26. a) 27. c) 28. c) 29. b) 30. Numa conomia produz-s, fctua-s dspsa distribui-s rndimntos. A stas três actividads corrspondm as três ópticas d mdição do produto: óptica da produção, óptica da dspsa óptica do rndimnto. Sgundo a óptica da produção, o PI é a soma dos VA. D acordo com a óptica da dspsa, o PI é igual à dspsa intrna, a qual, por sua vz, é a soma do consumo privado, do invstimnto bruto, do consumo público das xportaçõs líquidas. Calculado conform a óptica do rndimnto, o PI iguala a soma do rndimnto intrno com as amortizaçõs com os impostos indirctos líquidos d subsídios. O rndimnto intrno calcula-s somando salários (pagos plas mprsas plo Estado), contribuiçõs para a sgurança social fitas plas mprsas, rndas, juros lucros. 31. O produto intrno contabiliza a produção ralizada dntro das frontiras d um país, indpndntmnt d os dtntors dos factors d produção rsidirm ou não nss país; o produto nacional contabiliza a produção ralizada plos rsidnts d um país, indpndntmnt d tr sido ou não ralizada nss país. Durant o procsso

6 produtivo, o capital utilizado na produção dsgasta-s ou, mais tcnicamnt, dprcias; o produto (bruto)líquido (não)tm st facto m conta. 32. a) S TC I + DO S os impostos aumntarm as transfrências não variarm, o défic orçamntal diminui. A mnos, claro, qu haja uma altração no consumo público, no sntido do su aumnto. Não s rgistando tal subida ou rgistando-s, mas num montant infrior ao do aumnto dos impostos, para qu os lados squrdo dirito da quação s quilibrm têm d aumntar a poupança /ou as xportaçõs líquidas /ou o invstimnto. b) S Y C d S o rndimnto disponívl aumnta, o lado dirito da quação torna-s maior qu o lado squrdo. Para rtornar à situação d quilíbrio, são 3 as altrnativas. Ou a poupança aumnta num montant igual ao da variação do rndimnto; ou o consumo aumnta na msma mdida da subida do rndimnto; ou poupança consumo aumntam, mbora variando mnos qu o rndimnto. c) S Yd C S + C Yd Aumntar a poupança o consumo aumnta, por dfinição, o rndimnto disponívl. 33. a) i. Família Vndas C. Intrmédios VA Fritas Ornlas Camacho Andrad Vasconclos ii. PI cf VA iii. PN PI + REX ( 5 15) 135 cf cf iv. RN PN PN Amortizaçõs cf cf v. C X M vi. TC NX + TrfX + REX b) DI C + I + G + X M C 60 1, I 30

7 G 0, X 30 M 10 c) Y RN T + Trf d X S Yd C a) PN PI + REX ( C + I + G + X M) + REX [ C + ( FCF + stocks) + G + X M] + REX { [ ( ) ] } b) PN PN Amortizaçõs PN ( I I ) PN [( FCF + stocks) I ] {[ ( ) ] 700} c) PN PN T + Z cf i 35. a) PI C + I + G + X M T + Z C + ( I + Amortizaçõs) + G + X M T + Z cf i i ( ) PI ( I + Amortizaçõs) + G + X C + I + G + X M C + M ( ) b) PN PI + REX cf cf PN PI + REX c) RN PN PN Amortizaçõs cf cf d) RD RN T + Trf + Trf d X G S RD C ) SO ( T + T ) ( G + Trf ) ( ) ( ) 60 d i G TC X M + TrfX + REX a) PN PN T + Z Amortizaçõs DN T + Z Amortizaçõs cf i b) RI W + W + SS + + J + R W RI W SS J R ( RN REX) W SS ( d + nd ) J R ( PN cf REX) W SS ( d + nd ) J [ 138 ( 0 5) ] ( ) 7 27 R c) RPD C + S f ( DI I G X + M) + ( Spriv S ) [( DN REX) ( FCF + Λstocks) G X + M] + [ S ( T )] priv nd i

8 {[ 147 ( 0 5) ] ( ) } + [ 16 ( 9 2) ] a) PN cf RN 1200 b) DI C + I + G + X M X M DI C I G PI C I G ( PN REX) C I G ( ) c) RI PI PI T + Z cf i T PI i + Z RI [( PN REX) ( I I )] + Z ( RN ) ( PI Amortizaçõs) + Z ( RN REX) REX [( ) ( ) ] + 0 ( ) 160 d) RI W + W + SS + + J + R RI W W SS J R ( RN REX) W W SS J R ( ) ) RPD RP SS T RN + Trf + Trf + JDP SS T S SS T f df G X d f df nd ( SS + SS f + Tdf TrfG JDP) RN + TrfX nd ( SO Td Ti + G + Z ) ( 20) [( 20) ] 1070 RN + TrfX f) RPD C + S S RPD C f f 38. a) PG C + I + G + X G PG C I X OG C I X b) I FCF + xistências xistências I FCF ( I Amortizaçõs) FCF ( ) c) OG PI + M M OG PI OG ( PI + Amortizaçõs + T Z ) cf i ( RI + Amortizaçõs + T Z ) OG [( W + W + SS + J + + R) + Amortizaçõs + T Z ] OG i i [( ) ] a) I FCF + stocks FCF I stocks ( I + Amortizaçõs) stocks ( ) ( 20 50) 280 b) RN PN PN Amortizaçõs T + Z DN Amortizaçõs T + Z cf i i ( DI + REX) Amortizaçõs T i + Z [( C + I + G + X M) + REX] Amortizaçõs T + Z i [( C + I + G + X M) + REX] T + Z i [( ) + ( 40 10) ]

9 c) RI W + W + SS + + J + R W + W + SS + ( + ) + J + R d) RP d RI W W SS nd J R [ 1380 ( 40 10) ] d nd ( RN REX) W W SS J R RN + TrfG + TrfX + JDP SS Td S RN + TrfG + TrfX + JDP SS Td ( nd Td ) ( 35 5) ) RPD RP T SS df f f) RPD C + S S RPD C f f g) S S + S S + ( T ) ( 35 5) 240 priv f f nd d h) SO T + T + T + SS + SS ( G + Trf + JDP + Z ) df d i f G ( ) i) TC X M + TrfX + REX ( 40 10) 5 j) S TC I + DO 240 ( 5) nd 40. a) i. I FCF + xistências ii. NX X M X NX + M iii. Pr odução VApb + consumos int rmédios iv. T T + T T T T iltotais ilprodutos ilprodução ilprodução iltotais ilprodutos v. VA R munraçõs + T + EE pb ilprodução EE VApb R munraçõs Tilprodução b) Óptica da produção: PI VApb + Tilprodutos Óptica da dspsa: PI C + G + I + NX Óptica do rndimnto: PI R munraçõs + EE + Tiltotais c) PN PI + REX ( ) a) RN RI + REX REX RN RI RN PI RN ( PI Amortizaçõs T + Z ) cf i [ DI ( FCF FCF) Ti + Z ] RN [( C + I + G + X M) ( FCF FCF) Ti + Z ] [ C + ( FCF + stocks) + G + X M] ( FCF FCF) T i + Z RN RN { }

10 RN [( C + stocks + G + X M) + FCF T i + Z ] {[ ( ) ] } b) PN PI + REX DI + REX ( C + I + G + X M) + REX [ C + ( FCF + stocks) + G + X M] + REX { [ ( ) ] } ,12 Taxa d crscimnto do PN 1 0,

RI406 - Análise Macroeconômica

RI406 - Análise Macroeconômica Fdral Univrsity of Roraima, Brazil From th SlctdWorks of Elói Martins Snhoras Fall Novmbr 18, 2008 RI406 - Anális Macroconômica Eloi Martins Snhoras Availabl at: http://works.bprss.com/loi/54/ Anális Macroconômica

Leia mais

= e A = I1 X X. dy dx. 4. Modelos matemáticos de crescimento. 5. Noção de taxa de juro. dx X. dy Y X X X A X Y

= e A = I1 X X. dy dx. 4. Modelos matemáticos de crescimento. 5. Noção de taxa de juro. dx X. dy Y X X X A X Y 1 2 Sumário (14ª aula) 4. Modlos matmáticos d crscimnto 4.1.Progrssão aritmética (variação absoluta constant) - visto 4.2.Progrssão gométricas (variação rlativa constant) - visto 4.3.Progrssão lástica

Leia mais

Lista 9: Integrais: Indefinidas e Definidas e Suas Aplicações

Lista 9: Integrais: Indefinidas e Definidas e Suas Aplicações GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO CÂMPUS JUAZEIRO/BA COLEG. DE ENG. ELÉTRICA PROF. PEDRO MACÁRIO DE MOURA MATEMÁTICA APLICADA À ADM 5. Lista 9: Intgrais:

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto Departamento de Economia

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto Departamento de Economia UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdad d Economia, Administração Contabilidad d Ribirão Prto Dpartamnto d Economia Nom: Númro: REC200 MICROECONOMIA II PRIMEIRA PROVA (20) () Para cada uma das funçõs d produção

Leia mais

Problemas Numéricos: 1) Desde que a taxa natural de desemprego é 0.06, π = π e 2 (u 0.06), então u 0.06 = 0.5(π e π), ou u =

Problemas Numéricos: 1) Desde que a taxa natural de desemprego é 0.06, π = π e 2 (u 0.06), então u 0.06 = 0.5(π e π), ou u = Capitulo 12 (ABD) Prguntas para rvisão: 5) Os formuladors d políticas dsjam mantr a inflação baixa porqu a inflação impõ psados custos sobr a conomia. Os custos da inflação antcipado inclum custos d mnu,

Leia mais

1 - RECORDANDO 2 - INTERSEÇÃO ENTRE RETA E CIRCUNFERÊNCIA. Exercício Resolvido 1: Frente III. na última equação, tem-se:

1 - RECORDANDO 2 - INTERSEÇÃO ENTRE RETA E CIRCUNFERÊNCIA. Exercício Resolvido 1: Frente III. na última equação, tem-se: Matmática Frnt III CAPÍTULO 23 POSIÇÕES RELATIVAS ENTRE RETA E CIRCUNFERÊNCIA 1 - RECORDANDO Na aula passada, nós vimos as quaçõs da circunfrência, tanto com cntro na origm ( ) como a sua quação gral (

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU CURSO DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO ECONOMIA II Exercícios - nº 1 2000/01

ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU CURSO DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO ECONOMIA II Exercícios - nº 1 2000/01 ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU CURSO DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO ECONOMIA II Exercícios - nº 1 2000/01 I - Escolha a resposta correcta (ou mais correcta) para cada uma das seguintes questões:

Leia mais

18-04-2015. Sumário. Campo e potencial elétrico. Conceito de campo

18-04-2015. Sumário. Campo e potencial elétrico. Conceito de campo Sumário Unidad II Eltricidad Magntismo 1- - Noção d campo létrico. - Campo létrico criado por uma carga pontual stacionária. - Linhas d campo. APSA 21 Campo létrico. Campo létrico uniform. Concito d campo

Leia mais

MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO

MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO II/05 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DEPARTAMENTO DE ECONOMIA 0//5 MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO ECONOMIA DA INFORMAÇÃO E DOS INCENTIVOS APLICADA À ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO Prof. Maurício

Leia mais

MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO

MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO II/05 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DEPARTAMENTO DE ECONOMIA 0//5 MESTRADO PROFISSIONAL EM ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO ECONOMIA DA INFORMAÇÃO E DOS INCENTIVOS APLICADA À ECONOMIA DO SETOR PÚBLICO Prof. Maurício

Leia mais

Proposta de Resolução do Exame Nacional de Física e Química A 11.º ano, 2013, 1.ª fase, versão 1

Proposta de Resolução do Exame Nacional de Física e Química A 11.º ano, 2013, 1.ª fase, versão 1 Proposta d Rsolução do Exam Nacional d Física Química A.º ano, 0,.ª fas, vrsão Socidad Portugusa d Física, Divisão d Educação, d junho d 0, http://d.spf.pt/moodl/ Grupo I. Concntraçõs d ragnts OU concntraçõs

Leia mais

ANÁLISE CUSTO - VOLUME - RESULTADOS

ANÁLISE CUSTO - VOLUME - RESULTADOS ANÁLISE CUSTO - VOLUME - RESULTADOS 1 Introdução ao tma Exist todo o intrss na abordagm dst tma, pois prmit a rsolução d um conjunto d situaçõs qu s aprsntam rgularmnt na vida das organizaçõs. Estas qustõs

Leia mais

Fluxo Circular da Renda. Fluxo Circular da Renda. Aula 1: Agregados Macroeconômicos

Fluxo Circular da Renda. Fluxo Circular da Renda. Aula 1: Agregados Macroeconômicos Aula 1: Agregados Macroeconômicos Macroeconomia As identidades macroeconômicas básicas, o sistema de Contas Nacionais, as Contas Nacionais no Brasil. Gilmar Ferreira Janeiro 2010 Fluxo Circular da Renda

Leia mais

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moda, Prços Taxa d Câmbio no Longo Prazo 6. Moda, Prços Taxa d Câmbio no Longo Prazo 6.1. Introdução 6.3. Taxas d Câmbio ominais Rais 6.4. O Princípio da Paridad dos Podrs d Compra Burda & Wyplosz,

Leia mais

Agregados macroeconômicos: construções estatísticas que sintetizam aspectos relevantes da atividade econômica em um período de tempo.

Agregados macroeconômicos: construções estatísticas que sintetizam aspectos relevantes da atividade econômica em um período de tempo. AGREGADOS MACROECONÔMICOS E IDENTIDADES CONTÁBEIS Agregados macroeconômicos: construções estatísticas que sintetizam aspectos relevantes da atividade econômica em um período de tempo. São derivados de

Leia mais

Fluxo Circular da Renda. Fluxo Circular da Renda. Aula 2: Agregados Macroeconômicos

Fluxo Circular da Renda. Fluxo Circular da Renda. Aula 2: Agregados Macroeconômicos Aula 2: Agregados Macroeconômicos Macroeconomia As identidades macroeconômicas básicas, o sistema de Contas Nacionais, as Contas Nacionais no Brasil. Gilmar Ferreira Abril 2010 Fluxo Circular da Renda

Leia mais

Economia II. A medição dos principais agregados macroeconómicos. Francisco Camões / Sofia Vale / Vivaldo Mendes. Setembro 2007

Economia II. A medição dos principais agregados macroeconómicos. Francisco Camões / Sofia Vale / Vivaldo Mendes. Setembro 2007 Economia II A medição dos principais agregados macroeconómicos Francisco Camões / Sofia Vale / Vivaldo Mendes Setembro 2007 1 Introdução à Contabilidade Nacional 2 Diversos índices de preços Fluxo circular

Leia mais

Curso de Engenharia Química Disciplina: Física I Nota: Rubrica. Coordenador Professor: Rudson Alves Aluno:

Curso de Engenharia Química Disciplina: Física I Nota: Rubrica. Coordenador Professor: Rudson Alves Aluno: Curso d Engnharia Química Disciplina: Física I Nota: Rubrica Coordnador Profssor: Rudson Alvs Aluno: Turma: EQ2M Smstr: 2 sm/2016 Data: 25/11/2016 Avaliação: 2 a Prova Bimstral Valor: 10,0 p tos INSTRUÇÕES

Leia mais

Modelo de Oferta e Demanda Agregada (OA-DA)

Modelo de Oferta e Demanda Agregada (OA-DA) Modlo d Ofrta Dmanda Agrgada (OA-DA) Lops Vasconcllos (2008), capítulo 7 Dornbusch, Fischr Startz (2008), capítulos 5 6 Blanchard (2004), capítulo 7 O modlo OA-DA xamina as condiçõs d quilíbrio dos mrcados

Leia mais

ECONOMIA E SOCIOLOGIA MÓDULO 1 2013-2014 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO

ECONOMIA E SOCIOLOGIA MÓDULO 1 2013-2014 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO ECONOMIA E SOCIOLOGIA MÓDULO 1 2013-2014 EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO 1. No quadro seguinte estão representadas as quantidades oferecidas e procuradas do bem A e as quantidades procuradas dos bens B e C, para

Leia mais

Curso de Engenharia Mecânica Disciplina: Física 2 Nota: Rubrica. Coordenador Professor: Rudson R Alves Aluno:

Curso de Engenharia Mecânica Disciplina: Física 2 Nota: Rubrica. Coordenador Professor: Rudson R Alves Aluno: Curso d Engnharia Mcânica Disciplina: Física 2 Nota: Rubrica Coordnador Profssor: Rudson R Alvs Aluno: Turma: EA3N Smstr: 1 sm/2017 Data: 20/04/2017 Avaliação: 1 a Prova Valor: 10,0 p tos INSTRUÇÕES DA

Leia mais

ˆ y. Calcule x e y. B P C 14. Na figura, o quadrilátero ABCD está circunscrito na circunferência de centro O. Sendo

ˆ y. Calcule x e y. B P C 14. Na figura, o quadrilátero ABCD está circunscrito na circunferência de centro O. Sendo LIST 02 XRÍIOS GOTRI PLN PROF. ROGRINHO 1º nsino édio (Tangência ângulos na circunf. quadrilátros pontos notávis do torma d Tals smlhança d a) Nom: n turma 08. No rtângulo da figura ao lado tm-s qu: ˆ

Leia mais

CARVALHO HOSKEN S/A carvalhohosken.com.br CARVALHO HOSKEN S.A. ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES CNPJ: 33.342.023/0001-33

CARVALHO HOSKEN S/A carvalhohosken.com.br CARVALHO HOSKEN S.A. ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES CNPJ: 33.342.023/0001-33 Balanço Social Em 31 d dzmbro d 2015 2014 1 - Bas d Cálculo 2015 Valor (Mil rais) 2014 Valor (Mil rais) Rcita líquida (RL) 190.202 292.969 Rsultado opracional (RO) 111.720 (16.955) Rsultado Financiro (29.648)

Leia mais

P R O P O S T A D E R E S O L U Ç Ã O D O E X A M E T I P O 5

P R O P O S T A D E R E S O L U Ç Ã O D O E X A M E T I P O 5 P R O P O S T A D E R E S O L U Ç Ã O D O E X A M E T I P O 5 GRUPO I ITENS DE ESCOLHA MÚLTIPLA 1. Agrupando num bloco a Ana, a Bruna, o Carlos, a Diana o Eduardo, o bloco os rstants st amigos prmutam

Leia mais

A energia cinética de um corpo de massa m, que se desloca com velocidade de módulo v num dado referencial, é:

A energia cinética de um corpo de massa m, que se desloca com velocidade de módulo v num dado referencial, é: nrgia no MHS Para studar a nrgia mcânica do oscilador harmônico vamos tomar, como xmplo, o sistma corpo-mola. A nrgia cinética do sistma stá no corpo d massa m. A mola não tm nrgia cinética porqu é uma

Leia mais

ENERGIA CONCEITO. Ciências Físico-Químicas 8º ano de escolaridade. Ano letivo 2013/2014 Docente: Marília Silva Soares 1. Energia

ENERGIA CONCEITO. Ciências Físico-Químicas 8º ano de escolaridade. Ano letivo 2013/2014 Docente: Marília Silva Soares 1. Energia Física química - 10.º Contúdos nrgia Objtio gral: Comprndr m qu condiçõs um sistma pod sr rprsntado plo su cntro d massa qu a sua nrgia como um todo rsulta do su moimnto (nrgia cinética) da intração com

Leia mais

Economia e Negócios Internacionais MACROECONOMIA

Economia e Negócios Internacionais MACROECONOMIA Economia e Negócios Internacionais MACROECONOMIA Microeconomia x Macroeconomia Objetivos Teoria Microeconômica: Preserva em sua análise as características individuais de cada bem e cada fator de produção.

Leia mais

3. Geometria Analítica Plana

3. Geometria Analítica Plana MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSITICA APOSTILA DE GEOMETRIA ANALÍTICA PLANA PROF VINICIUS 3 Gomtria Analítica Plana 31 Vtors no plano Intuitivamnt,

Leia mais

2 Mbps (2.048 kbps) Telepac/Sapo, Clixgest/Novis e TV Cabo; 512 kbps Cabovisão e OniTelecom. 128 kbps Telepac/Sapo, TV Cabo, Cabovisão e OniTelecom.

2 Mbps (2.048 kbps) Telepac/Sapo, Clixgest/Novis e TV Cabo; 512 kbps Cabovisão e OniTelecom. 128 kbps Telepac/Sapo, TV Cabo, Cabovisão e OniTelecom. 4 CONCLUSÕES Os Indicadors d Rndimnto avaliados nst studo, têm como objctivo a mdição d parâmtros numa situação d acsso a uma qualqur ára na Intrnt. A anális dsts indicadors, nomadamnt Vlocidads d Download

Leia mais

ATIVIDADES PARA SALA. Capítulo 11 FÍSICA 2. Associação de resistores Associação mista. 2? a série Ensino Médio Livro 3? B Veja a figura.

ATIVIDADES PARA SALA. Capítulo 11 FÍSICA 2. Associação de resistores Associação mista. 2? a série Ensino Médio Livro 3? B Veja a figura. soluçõs apítulo 11 ssociação d rsistors ssociação mista TVES SL 01 Vja a figura. 3 ss modo, vrifica-s qu os rsistors stão associados m parallo. Obtém-s a rsistência, qui- 5 valnt à associação dos rsistors,

Leia mais

Universidade da Beira Interior Departamento de Matemática. Ficha de exercícios nº2: Algoritmo Simplex Primal.

Universidade da Beira Interior Departamento de Matemática. Ficha de exercícios nº2: Algoritmo Simplex Primal. Ano lctivo: 8/9 Univrsidad da ira Intrior Dpartamnto d Matmática INVESTIGAÇÃO OPERACIONAL Ficha d rcícios nº: Algoritmo Simpl Primal. Cursos: Economia. Considr o sguint conjunto d soluçõs admissívis: {,

Leia mais

TÓPICOS. ordem; grau; curvas integrais; condições iniciais e fronteira. 1. Equações Diferenciais. Conceitos Gerais.

TÓPICOS. ordem; grau; curvas integrais; condições iniciais e fronteira. 1. Equações Diferenciais. Conceitos Gerais. Not bm, a litura dsts apontamntos não dispnsa d modo algum a litura atnta da bibliografia principal da cadira hama-s à atnção para a importância do trabalho pssoal a ralizar plo aluno rsolvndo os problmas

Leia mais

Arcos e ângulos Adote π=3,14 quando necessário.

Arcos e ângulos Adote π=3,14 quando necessário. Prof. Liana Turmas: 1C17/27/37 Sgundo trimstr Ângulos Complmntars Suplmntars 1. Qual é o ângulo qu xcd o su suplmnto m 66? 2. Dtrmin um ângulo sabndo qu o su suplmnto xcd o próprio ângulo m 70. 3. Qual

Leia mais

2 x. ydydx. dydx 1)INTEGRAIS DUPLAS: RESUMO. , sendo R a região que. Exemplo 5. Calcule integral dupla. xda, no retângulo

2 x. ydydx. dydx 1)INTEGRAIS DUPLAS: RESUMO. , sendo R a região que. Exemplo 5. Calcule integral dupla. xda, no retângulo Intgração Múltipla Prof. M.Sc. Armando Paulo da Silva UTFP Campus Cornélio Procópio )INTEGAIS DUPLAS: ESUMO Emplo Emplo Calcul 6 Calcul 6 dd dd O fato das intgrais rsolvidas nos mplos srm iguais Não é

Leia mais

Matemática C Extensivo V. 7

Matemática C Extensivo V. 7 Matmática C Extnsivo V 7 Exrcícios 0) 0 0) D 0 Falsa B A 4 0 6 0 4 6 4 6 0 Vrdadira A + B 0 0 + 4 6 7 04 Vrdadira A B 0 0 4 6 6 4 08 Vrdadira dt ( A) dt (A) 9 ( ) 9 dt (B) 9 0 6 Vrdadira A A 0 0 0 0 0

Leia mais

Gabarito - Colégio Naval 2015/2016 Matemática Prova Amarela

Gabarito - Colégio Naval 2015/2016 Matemática Prova Amarela Gabarito - Colégio Naval 05/06 Profssors: Carlos Eduardo (Cadu) André Flip Bruno Pdra Rafal Sabino Gilbrto Gil QUESTÃO Dada a inquação, podmos rscrvê-la, a partir do Torma d Bolzano, concluímos: 5 0 0

Leia mais

CTOC - Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas Sistema de Informação do Técnico Oficial de Contas

CTOC - Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas Sistema de Informação do Técnico Oficial de Contas IAS 17 (1) NORMA INTERNACIONAL DE CONTABILIDADE IAS 17 Locaçõs ÍNDICE Parágrafos Objctivo 1 Âmbito 2-3 Dfiniçõs 4-6 Classificação d locaçõs 7-19 Locaçõs nas dmonstraçõs financiras d locatários 20-35 Locaçõs

Leia mais

Microeconomia II. Prof. Elaine Toldo Pazello. Capítulo 24

Microeconomia II. Prof. Elaine Toldo Pazello. Capítulo 24 Microconomia II Rsolução 4 a Lista d Exrcícios Prof. Elain Toldo Pazllo Capítulo 24 1. Exrcícios 2, 3, 4, 7, 8, 9, 11 12 do Capítulo 24 do Varian. s no final do livro. 2. Uma mprsa monopolista opra com

Leia mais

~ ~ ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA FAZENDA CONSELHO DE RECURSOS TRIBUTÁRIOS

~ ~ ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA FAZENDA CONSELHO DE RECURSOS TRIBUTÁRIOS .".,....,. RESOLUÇÃO N 2007 1a CÂMARA DE JULGAMENTO 51 a SESSÃO ORDINÁRIA EM: 20.03.2007 PROCESSO N. 2/5023/2005 AUTO DE INFRAÇÃO N 2/200520854 RECORRENTE: ERALDO MARINHO DA SILVA. RECORRIDO: CÉLULA DE

Leia mais

Razão e Proporção. Noção de Razão. 3 3 lê-se: três quartos lê-se: três para quatro ou três está para quatro

Razão e Proporção. Noção de Razão. 3 3 lê-se: três quartos lê-se: três para quatro ou três está para quatro Razão Proporção Noção d Razão Suponha qu o profssor d Educação Física d su colégio tnha organizado um tornio d basqutbol com quatro quips formadas plos alunos da ª séri. Admita qu o su tim foi o vncdor

Leia mais

Prof. Eliezer Lopes Email: [email protected] [email protected] UNIDADE II - PARTE I CONTAS NACIONAIS

Prof. Eliezer Lopes Email: lopes.eliezer@ig.com.br lopeseliezer1@gmail.com UNIDADE II - PARTE I CONTAS NACIONAIS FUNDAMENTOS DE MACROECONOMIA Prof. Eliezer Lopes Email: [email protected] [email protected] UNIDADE II - PARTE I CONTAS NACIONAIS Aulas 3-6 MACROECONOMIA X CONTAS NACIONAIS Macroeconomia: explica

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS PARA ESTUDO LES0596 Economia Internacional

LISTA DE EXERCÍCIOS PARA ESTUDO LES0596 Economia Internacional Profa. Sílvia Miranda Data: Novmbro/2015 LISTA DE EXERCÍCIOS PARA ESTUDO LES0596 Economia Intrnacional 1)O qu é uma Ára Montária Òtima 2) Expliqu o fito locomotiva. 3) (ANPEC, 2015) - Para avaliar as assrtivas

Leia mais

INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA

INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA ERRATA (capítulos 1 a 6 CAP 1 INTRODUÇÃO. DADOS ESTATÍSTICOS Bnto Murtira Carlos Silva Ribiro João Andrad Silva Carlos Pimnta Pág. 10 O xmplo 1.10 trmina a sguir ao quadro 1.7,

Leia mais

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA A DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 635) 2ª FASE 21 DE JULHO Grupo I. Questões

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA A DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 635) 2ª FASE 21 DE JULHO Grupo I. Questões PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA A DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 63) ª FASE 1 DE JULHO 014 Grupo I Qustõs 1 3 4 6 7 8 Vrsão 1 C B B D C A B C Vrsão B C C A B A D D 1 Grupo II 11 O complo

Leia mais

Representação de Números no Computador e Erros

Representação de Números no Computador e Erros Rprsntação d Númros no Computador Erros Anális Numérica Patrícia Ribiro Artur igul Cruz Escola Suprior d Tcnologia Instituto Politécnico d Stúbal 2015/2016 1 1 vrsão 23 d Fvriro d 2017 Contúdo 1 Introdução...................................

Leia mais

Senado Federal maio/2008

Senado Federal maio/2008 Audiência Pública PL 213/2007 Difrnciação d Prços nas Vndas com Cartõs d Crédito José Antonio Marciano Brasília Snado Fdral maio/2008 1 Rgra d Não Sobr-pr prço - Dfinição Rgra contratual imposta plas socidads

Leia mais

Seja f uma função r.v.r. de domínio D e seja a R um ponto de acumulação de

Seja f uma função r.v.r. de domínio D e seja a R um ponto de acumulação de p-p8 : Continuidad d funçõs rais d variávl ral. Lr atntamnt. Dominar os concitos. Fazr rcícios. Função contínua, prolongávl por continuidad, dscontínua. Classificação d dscontinuidads. Continuidad num

Leia mais

/ :;7 1 6 < =>6? < 7 A 7 B 5 = CED? = DE:F= 6 < 5 G? DIHJ? KLD M 7FD? :>? A 6? D P

/ :;7 1 6 < =>6? < 7 A 7 B 5 = CED? = DE:F= 6 < 5 G? DIHJ? KLD M 7FD? :>? A 6? D P 26 a Aula 20065 AMIV 26 Exponncial d matrizs smlhants Proposição 26 S A SJS ntão Dmonstração Tmos A SJS A % SJS SJS SJ % S ond A, S J são matrizs n n ", (com dt S 0), # S $ S, dond ; A & SJ % S SJS SJ

Leia mais

UFJF ICE Departamento de Matemática Cálculo I Terceira Avaliação 03/12/2011 FILA A Aluno (a): Matrícula: Turma: x é: 4

UFJF ICE Departamento de Matemática Cálculo I Terceira Avaliação 03/12/2011 FILA A Aluno (a): Matrícula: Turma: x é: 4 UFJF ICE Dpartamnto d Matmática Cálculo I Trcira Avaliação 0/1/011 FILA A Aluno (a): Matrícula: Turma: Instruçõs Grais: 1- A prova pod sr fita a lápis, cto o quadro d rspostas das qustõs d múltipla scolha,

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALCÁCER DO SAL. 11º Ano. MATEMÁTICA Exercícios de Exames e Testes Intermédios. Ano Letivo de 2012/2013

ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALCÁCER DO SAL. 11º Ano. MATEMÁTICA Exercícios de Exames e Testes Intermédios. Ano Letivo de 2012/2013 ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALCÁCER DO SAL MATEMÁTICA Exrcícios d Exams Tsts Intrmédios 11º Ano Ano Ltivo d 2012/2013 Trigonomtria 1 Na figura stá rprsntado o quadrado é a amplitud m radianos do ângulo Mostr

Leia mais

Fig. 1-1 Procura e oferta agregadas no longo prazo. Produto (Y)

Fig. 1-1 Procura e oferta agregadas no longo prazo. Produto (Y) 1. INTRODUÇÃO 1. A macroeconomia 1.1. Estuda o comportamento da economia como um todo as expansões e as recessões, o produto total da economia em bens e serviços, o crescimento do produto, as taxas de

Leia mais

OS AGENTES ECONÓMICOS E AS SUAS RELAÇÕES

OS AGENTES ECONÓMICOS E AS SUAS RELAÇÕES OS AGENTES ECONÓMICOS E AS SUAS RELAÇÕES Cristina Maria Jesus Carvalho Aluno Nº 21130375 Leonor Carmona Ribeiro Aluno Nº 21140297 RESUMO: Os Agentes Económicos e as suas relações estão representados num

Leia mais

Centro de Competência de Ciências Sociais

Centro de Competência de Ciências Sociais Centro de Competência de Ciências Sociais PROVAS ESPECIALMENTE ADEQUADAS DESTINADAS A AVALIAR A CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR PARA MAIORES DE 23 ANOS PROGRAMA PARA A PROVA DE ECONOMIA

Leia mais

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA A DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 635) 2ª FASE 21 DE JULHO 2014 Grupo I.

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA A DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 635) 2ª FASE 21 DE JULHO 2014 Grupo I. Associação d Profssors d Matmática Contactos: Rua Dr João Couto, nº 7-A 100-6 Lisboa Tl: +1 1 716 6 90 / 1 711 0 77 Fa: +1 1 716 64 4 http://wwwapmpt mail: gral@apmpt PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE

Leia mais

ASSUNTO: Contrato Simples (alunos dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário) e Contrato de Desenvolvimento (Pré-Escolar)

ASSUNTO: Contrato Simples (alunos dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário) e Contrato de Desenvolvimento (Pré-Escolar) ASSUNTO: Contrato Simpls (alunos dos 1º, Ciclos do Ensino Básico Ensino Scundário) Contrato d Dsnvolvimnto (Pré-Escolar) Ano Lctivo 2015/2016 Exmo. Sr. Encarrgado d Educação 1 D acordo com a Portaria nº

Leia mais

, ou seja, 8, e 0 são os valores de x tais que x e, Página 120

, ou seja, 8, e 0 são os valores de x tais que x e, Página 120 Prparar o Eam 0 07 Matmática A Página 0. Como g é uma função contínua stritamnt crscnt no su domínio. Logo, o su contradomínio é g, g, ou sja, 8,, porqu: 8 g 8 g 8 8. D : 0, f Rsposta: C Cálculo Auiliar:

Leia mais

Calor Específico. Q t

Calor Específico. Q t Calor Espcífico O cocint da quantidad d nrgia () forncida por calor a um corpo plo corrspondnt acréscimo d tmpratura ( t) é chamado capacidad térmica dst corpo: C t Para caractrizar não o corpo, mas a

Leia mais

A relação formal (parataxe ou hipotaxe) é assegurada pelas conjunções (no caso da coordenação e da subordinação).

A relação formal (parataxe ou hipotaxe) é assegurada pelas conjunções (no caso da coordenação e da subordinação). Rita Vloso - matriais d PPE Faculdad d Ltras da Univrsida d Lisboa Cosão intrfrásica assgurada por procssos d squncialização qu xprimm vários tipos d intrdpndência smântica das frass qu ocorrm na suprfíci

Leia mais

Laboratório de Física

Laboratório de Física Laboratório d Física Exprimnto 01: Associação d Rsistors Disciplina: Laboratório d Física Exprimntal II Profssor: Turma: Data: / /20 Alunos (noms compltos m ordm alfabética): 1: 2: 3: 4: 5: 2/15 01 Associação

Leia mais

Lei nº 7998/90. Pós MP nº 665/14 Vigência 60 dias após a data da publicação Art. 2ºB Revogado Art. 2ºB Revogado Art. 2ºB Revogado

Lei nº 7998/90. Pós MP nº 665/14 Vigência 60 dias após a data da publicação Art. 2ºB Revogado Art. 2ºB Revogado Art. 2ºB Revogado Ants da MP nº 665/14 Art. 2o-B. Em carátr xcpcional plo prazo d sis mss, os trabalhadors qu stjam m situação d dsmprgo involuntário plo príodo comprndido ntr doz dzoito mss, inintrruptos, qu já tnham sido

Leia mais

Preenchimento de Áreas. Preenchimento de Áreas Algoritmo Scanline. Preenchimento de Áreas. Preenchimento. Teste dentro-fora. Preenchimento.

Preenchimento de Áreas. Preenchimento de Áreas Algoritmo Scanline. Preenchimento de Áreas. Preenchimento. Teste dentro-fora. Preenchimento. Prnchimnto d Áras Algoritmo Scanlin Fonts: Harn & Bakr, Cap. - Apostila CG, Cap. Prnchimnto d Áras Problma d convrsão matricial d áras gométricas Aproimar uma primitiva gométrica por pils Primitivas D

Leia mais

Hewlett-Packard MATRIZES. Aulas 01 a 06. Elson Rodrigues, Gabriel Carvalho e Paulo Luiz

Hewlett-Packard MATRIZES. Aulas 01 a 06. Elson Rodrigues, Gabriel Carvalho e Paulo Luiz Hwltt-Packard MATRIZES Aulas 0 a 06 Elson Rodrigus, Gabril Carvalho Paulo Luiz Sumário MATRIZES NOÇÃO DE MATRIZ REPRESENTAÇÃO DE UMA MATRIZ E SEUS ELEMENTOS EXERCÍCIO FUNDAMENTAL MATRIZES ESPECIAIS IGUALDADE

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS PARA ESTUDO LES0596 Economia Internacional - GABARITO

LISTA DE EXERCÍCIOS PARA ESTUDO LES0596 Economia Internacional - GABARITO LISTA DE EXERCÍCIOS PARA ESTUDO LES0596 Economia Intrnacional - GABARITO Profa. Sílvia Miranda Data: Novmbro/2015 1)O qu é uma Ára Montária Òtima vr psquisa 2) Expliqu o fito locomotiva aula sobr Ajusts

Leia mais

PSI-2432: Projeto e Implementação de Filtros Digitais Projeto Proposto: Conversor de taxas de amostragem

PSI-2432: Projeto e Implementação de Filtros Digitais Projeto Proposto: Conversor de taxas de amostragem PSI-2432: Projto Implmntação d Filtros Digitais Projto Proposto: Convrsor d taxas d amostragm Migul Arjona Ramírz 3 d novmbro d 2005 Est projto consist m implmntar no MATLAB um sistma para troca d taxa

Leia mais

NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES

NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES HÉLIO BERNARDO LOPES Rsumo. Em domínios divrsos da Matmática, como por igual nas suas aplicaçõs, surgm com alguma frquência indtrminaçõs, d tipos divrsos, no cálculo d its, sja

Leia mais