Interoperabilidade: quebrando paradigmas
|
|
|
- Bento Salazar Fragoso
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Interoperabilidade: quebrando paradigmas Prof. Dr. Leonardo Manzione
2 Sobre o palestrante Leonardo Manzione - São Paulo - SP Engenheiro Civil graduado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP). Mestre e Doutor em Engenharia Civil pela (POLI-USP). Professor do MBA de Gestão de Projetos da POLI-USP Professor do MBA da Fundação Getúlio Vargas Pesquisador Internacional do grupo CIBW78. Diretor da empresa Coordenar Consultoria. Site: [email protected]
3 Modelagem da informação da construção: BIM BUILDING INFORMATION MODELING: PROCESSO BUILDING INFORMATION MODEL: PRODUTO
4
5 Processo de trabalho colaborativo Tecnologia Meio de comunicação
6 Meio de comunicação e troca de informação Linguagem comum Plataforma de comunicação Vontade de comunicar na linguagem comum
7 Como conseguir a comunicação em BIM?
8 O maior problema da comunicação é a ilusão de que ela ocorreu... George Bernard Shaw
9 3 plataformas de comunicação Sob medida: todos falam a língua de todos Plataforma única: (BIM fechado) todos falam uma única língua Plataforma comum: (BIM aberto) todos falam sua própria língua com um intérprete comum
10 Colaboração
11
12 O que é a buildingsmart? buildingsmart, anteriormente chamada de Aliança Internacional para a Interoperabilidade (IAI), é uma organização internacional que tem como objetivo melhorar o intercâmbio de informações entre softwares utilizados na indústria da construção. Ela desenvolveu o IFC (Industry Foundation Classes) como uma especificação neutra e aberta para o desenvolvimento de modelos de informação da construção (BIM)
13 O que significa interoperabilidade? Interoperabilidade é a capacidade de um software de se comunicar de forma transparente com outro software.
14
15 O que é o IFC? Um modelo de dados de tradução, em formato não proprietário, disponível livremente para a definição de objetos na AEC Um esquema de dados que torna possível conter dados e trocar informações entre diferentes aplicativos para BIM. O esquema IFC é extensível e compreende informações cobrindo as muitas disciplinas que contribuem para um edifício durante seu ciclo de vida: desde a concepção, o projeto, a construção até a reforma ou demolição O IFC está registrado pela International Organization for Standardization (ISO) como ISO-PAS (2005) e encontra-se em processo de se tornar uma norma oficial. Cada implementação de troca em IFC precisa seguir o que se entende por requisitos de troca (exchange requirements). Esses requisitos especificam a informação que precisa estar presente em uma troca de dados em determinado estágio de um projeto, prevenindo incertezas.
16 Arquitetura do IFC DOMÍNIOS Essa é a camada de nível mais alto e lida com entidades de disciplinas específicas, como Arquitetura, Estrutura, Instalações, entre outras ELEMENTOS COMPARTILHADOS Essa camada compreende as categorias de entidades que representam os elementos físicos de um edifício. É utilizada para compartilhamento de especialidades e de aplicações de manutenção e contém os elementos físicos de um edifício NÚCLEO Todas as entidades dessa camada derivam da raiz do IFC e contêm entidades abstratas que são referenciadas pelas camadas mais altas da hierarquia RECURSOS Camada composta por entidades comumente utilizadas nos objetos da AEC, como geometria, topologia, materiais, medidas, agentes responsáveis, representação, custos, etc.
17 Como as entidades IFC são definidas? Uma entidade parede e outras entidades físicas, como lajes, vigas, pilares, etc., são definidas por uma hierarquia de entidades. Na prática, isso significa que a entidade parede (IfcWall) é definida como um subtipo da entidade elementos do edifício (ifcbuildingelement), que por sua vez é um subtipo da entidade elemento (ifcelement) e assim por diante, até a entidade raiz (ifcroot).
18 Fechado > aberto: baseado em padrões Padrões internacionais abertos para o BIM (open BIM) Incluem dados, os significados dos termos e os processos nos quais eles são aplicados
19 Padrões abertos da buildingsmart IDM (Information Delivery Manual): fonte dos requisitos dos usuários Inclui os mapas de processos e os requisitos de troca IFC (Industry Foundation Classes): fonte das especificações técnicas O formato BCF (Bim Collaboration Format) permite comunicar as solicitações de mudanças MVD (Model View Definitions): subconjunto formal do IFC Satisfaz requisitos particulares de troca definidos na IDM. A coordination view é a mais usada e conhecida, permite coordenar arquitetura, estrutura e instalações.
20 O IFC hoje está... Lista completa em: Implementado em mais de 150 softwares de todos os tipos: Arquitetura Estrutura Instalações Checagem de normas e validações Gestão da construção Gestão de custos Planejamento Análises energéticas Servidores BIM
21 O IFC é hoje... Usado em muitos projetos: Para a colaboração openbim Para relatórios openbim Para concursos de projetos de Arquitetura Para avaliação de projetos em relação às normas Para a entrega da obra ao cliente Cortesia: Thomas Liebich
22 O IFC é hoje... Definido como uma plataforma neutra nos guias BIM Como meio para as contratações públicas Como meio para integrar diferentes participantes em um projeto Como meio para controlar o processo de projeto Como meio para aprovar projetos em órgãos públicos Como meio de entrega de documentações de obra Noruega Finlândia Estados Unidos Alemanha Brasil
23 O IFC está hoje... Em constante evolução Especificação pública (PAS) da ISO
24 simplicidade Além do IFC4, desenvolvimentos futuros abrangência Cortesia: Thomas Liebich
25 Recursos gratuitos: visualizadores
26 Recursos: plug-ins
27 Recurso: servidor de modelos BIM opensource disponível em:
28 Obrigado! Questões?
1.1. Definição do Problema
13 1 Introdução Uma das principais preocupações de área de engenharia de software diz respeito à reutilização [1]. Isso porque a reutilização no contexto de desenvolvimetno de software pode contribuir
LINHAS MESTRAS; FASES; DISCIPLINAS; PRINCÍPIOS E MELHORES PRÁTICAS.
INTRODUÇÃO O processo de engenharia de software define quem faz o quê, quando e como para atingir um determinado objetivo. Neste trabalho, iremos dissertar sobre o Rational Unified Process, ou RUP, que
Chamada para Multiplicadores Eurodesk Portugal
Braga, 01 de Julho de 2016 Chamada para Multiplicadores Eurodesk Portugal Eurodesk, o que é? A Agência Erasmus + Juventude em Ação cumpre, para além da sua missão cumprir as responsabilidades delegadas
PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br. Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2
PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Tecnologias WEB Web 3.0 Prof. José Maurício S. Pinheiro UniFOA 2009-2 Conceitos As pessoas geram o conhecimento; A informação é a matéria prima na geração de
BANCO DE DADOS I AULA 2. Willamys Araújo [email protected]
BANCO DE DADOS I AULA 2 Willamys Araújo [email protected] Modelagem de Dados Modelagem de dados é o estudo das informações existentes em um contexto sob observação para a construção de um modelo
Engenharia de Software
Engenharia de Software - 2ª Lista de Exercícios - Questões Discursivas Questão 1) O que você entende por processo de software e qual a sua importância para a qualidade dos produtos de software? Qual a
F:\CPG\PLANO DIRETOR DE GESTÃO - PDG\Comunicação_PDG\Site\PDG_Doumento-Referência\Plano Diretor de Gestão_Fev-2008site.doc
PLANO DIRETOR DE GESTÃO - PDG MAIO - 2007 F:\CPG\PLANO DIRETOR DE GESTÃO - PDG\Comunicação_PDG\Site\PDG_Doumento-Referência\Plano Diretor de Gestão_Fev-2008site.doc GOVERNADOR DO ESTADO Jaques Wagner SECRETÁRIO
Comunicação; Planejamento; Modelagem; Análise; Projeto; Construção; Teste; e Implantação.
Disciplina: Engenharia de Software AULA 02 Comunicação; Planejamento; Modelagem; Análise; Projeto; Construção; Teste; e Implantação. Corpo docente: MsC. Alexandro Vladno Edmilson Campos MsC. Fábio Procópio
BANCO DE DADOS. Professor: André Dutton
BANCO DE DADOS Professor: André Dutton BASES TECNOLÓGICAS Conceito de bases de dados. Modelos conceituais de informações. Modelos de dados: relacional, de redes e hierárquicos. Introdução à teoria relacional:
Proporcionar a modelagem de sistemas utilizando todos os conceitos da orientação a objeto;
Módulo 7 UML Na disciplina de Estrutura de Sistemas de Informação, fizemos uma rápida passagem sobre a UML onde falamos da sua importância na modelagem dos sistemas de informação. Neste capítulo, nos aprofundaremos
Qualidade de Produto. Maria Cláudia F. P. Emer
Qualidade de Produto Maria Cláudia F. P. Emer Introdução Qualidade diretamente ligada ao produto final Controle de qualidade Adequação do produto nas fases finais no processo de produção Software Atividades
Termos de Referência para Serviços especializados de consultoria Individual na área de Arquitetura de Sistemas
Termos de Referência para Serviços especializados de consultoria Individual na área de Arquitetura de Sistemas Projeto de Modernização Fiscal do Tocantins (PMF/TO) Banco Interamericano de Desenvolvimento
Integração sistêmica e o uso da informação na tomada de decisão. Henrique Costa
Integração sistêmica e o uso da informação na tomada de decisão Henrique Costa Curriculum Autor Henrique Costa Com experiência de mais de 13 anos no mercado de medição de energia água e gás, atualmente
Desafios da Implantação da IDE.Bahia. Iara Musse Felix Murilo Oliveira Diego Mendes Rodrigues
Desafios da Implantação da IDE.Bahia Iara Musse Felix Murilo Oliveira Diego Mendes Rodrigues Salvador, 16 de Dezembro de 2014 O Contexto de Desenvolvimento do Projeto Qualidade e completude das especificações
Ementa do Curso Gerenciamento de Obras Roberto Rafael Guidugli Filho 1. Introdução 2. O Gerenciamento versus Fiscalização de Obras Públicas
Ementa do Curso Gerenciamento de Obras Roberto Rafael Guidugli Filho Engenheiro Civil pela Universidade Federal de Ouro Preto Especialista em Engenharia Econômica pela Fundação Dom Cabral Mestre em Engenharia
Arq. Milene Abla Scala Diretora e Coordenadora do GT de Sustentabilidade da AsBEA
Arq. Milene Abla Scala Diretora e Coordenadora do GT de Sustentabilidade da AsBEA Grupo de trabalho das AsBEA com início das atividades em 2007 Formado na sua maioria por profissionais dos escritórios
Arquitetura da Informação Organizacional: Um novo paradigma para Enterprise Architecture
Arquitetura da Informação Organizacional: Um novo paradigma para Enterprise Architecture Jorge Cordeiro Duarte 14 de abril de 2011 Faculdade de Ciência da Informação Universidade de Brasília 1 Enterprise
Introdução. Qualidade de Produto. Introdução. Introdução ISO/IEC 9126. Normas
Qualidade de Produto Maria Cláudia F.P. Emer Introdução z Qualidade diretamente ligada ao produto final z Controle de qualidade Adequação do produto nas fases finais no processo de produção z Software
Avaliação da Satisfação do Cliente de Informática
Avaliação da Satisfação do Cliente de Informática JULIANO MAIA ARINS Orientador: Everaldo Artur Grahl Roteiro de Apresentação Introdução Objetivos Qualidade de Software Qualidade Princípios da Qualidade
Qualidade de Software Normatização
Qualidade de Software Normatização Norma ISO/IEC 12207 processo do ciclo de vida de software Norma criada em 1995 com o objetivo de fornecer uma estrutura comum para adquirente, fornecedor, desenvolvedor,
INE 5323 Banco de Dados I
UFSC-CTC-INE Curso de Ciências de Computação INE 5323 Banco de Dados I Ronaldo S. Mello 2006/1 http://www.inf.ufsc.br/~ronaldo/ine5323 Horário Atendimento: Quintas-feiras, das 17h30 às 19h Programa da
REGULAMENTO DA OUVIDORIA CAPÍTULO I DA OUVIDORIA
REGULAMENTO DA OUVIDORIA CAPÍTULO I DA OUVIDORIA Art. 1º A Ouvidoria do é um elo de ligação entre a comunidade acadêmica ou externa e as instâncias administrativas da Faculdade, visando agilizar a administração
APOSTILHA AULA 4 O CICLO DE VIDA DO PROJETO
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO UFERSA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS AMBIENTAIS E TECNOLÓGICAS DCAT CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS PROFESSOR: KLÉBER BARROS APOSTILHA
Fundamentos da Informática Aula 02 - Softwares aplicativos: Realizando o trabalho Exercícios - REPOSTAS Professor: Danilo Giacobo
Fundamentos da Informática Aula 02 - Softwares aplicativos: Realizando o trabalho Exercícios - REPOSTAS Professor: Danilo Giacobo Múltipla escolha 1. O profissional de informática que desenvolve e testa
Área de CONSTRUÇÃO CIVIL RESULTADOS ADEQUAÇÃO DE PROCESSOS NORMA DE DESEMPENHO GRUPO MINAS GERAIS S E N A I C I M A T E C REALIZAÇÃO
Palestra - NBR 15575 Desempenho das Edificações RESULTADOS ADEQUAÇÃO DE PROCESSOS NORMA DE DESEMPENHO GRUPO MINAS GERAIS REALIZAÇÃO APRESENTAÇÃO DA EMPRESA APRESENTAÇÃO A Construtora Lage foi fundada em
Gerenciamento de Integração. Prof. Anderson Valadares
Gerenciamento de Integração Prof. Anderson Valadares 1. Conceito A área de conhecimento em gerenciamento de integração do projeto inclui processos e as atividades necessárias para identificar, definir,
COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA
COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL 2014/01 a 2014/02 APRESENTAÇÃO O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES,
Manual do Processo de Planejamento da UFSC. Departamento de Planejamento SEPLAN/UFSC
Manual do Processo de Planejamento da UFSC 2010 Departamento de Planejamento SEPLAN/UFSC Apresentação Este documento descreve o processo de planejamento que vem sendo implantado na Universidade Federal
SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JÚLIO MÜLLER DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO OUTUBRO DE 2013 SUMÁRIO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO... 1 1. Núcleo de Informações
O SNC NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Preparação para a mudança. I Congresso Internacional de Contabilidade Pública
O SNC NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Preparação para a mudança I Congresso Internacional de Contabilidade Pública PREPARAÇÃO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO SNC-AP A SITUAÇÃO ATUAL Caracteriza-se pela existência de
NOTA TÉCNICA AA/DELOP/GEOP N.º 007/2015 Em 17/12/2015. Forma de entrega de serviços de modelagem BIM.
NOTA TÉCNICA AA/DELOP/GEOP N.º 007/2015 Em 17/12/2015 Assunto: Forma de entrega de serviços de modelagem BIM. 1 OBJETO Esta Nota Técnica visa tratar da forma de entrega de serviços de modelagem BIM a serem
Disciplina: Engenharia Civil Integrada
Disciplina: Engenharia Civil Integrada Aula 01 Indústria da Construção Civil Professora: Engª Civil Moema Castro, MSc. Notas de aula (bibliografia consultada) do Prof. Dr. Marcelo Medeiros UFPR 2016. É
Processo de Desenvolvimento de Software
Processo de Desenvolvimento de Software Programação Orientada a Objetos Prof. Francisco de Assis S. Santos, Dr. São José, 2015. Processo de Desenvolvimento de Software O desenvolvimento de software é uma
PROCEDIMENTO GERAL Melhoria contínua
Página 1 de 6 I ÂMBITO Aplicável em toda a estrutura funcional da ESEP. II OBJETIVOS Definir a metodologia, as responsabilidades e a documentação necessárias à implementação do controlo de não conformidades
Modelos de Ciclo de Vida de Software
Análise 1 Modelos de Ciclo de Vida de Software Um ciclo de vida do software é um período aproximado do desenvolvimento de software, com capacidade de entrega específica e marcos dentro de cada fase. Um
CERTIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PAINÉIS DE CONTRIBUIÇÃO
CERTIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PAINÉIS DE CONTRIBUIÇÃO Certificações O MPF passa por um processo de certificação de qualidade em suas várias instâncias. A certificação pode ser: Por exemplo, Certificação
AUTOMAÇÃO COMERCIAL UNIDADE VI
AUTOMAÇÃO COMERCIAL UNIDADE VI Automação Comercial e as Aplicações Ligadas ao ERP Os Sistemas de Enterprise Resource Planing ERP ERP (Enterprise Resource Planning, planeamento de Recursos Empresariais)
Propostas ISO. Benefícios com a certificação. ISO/IEC 9126 Qualidade de produtos de software
Gerais Processo Produto Propostas NBR ISO 9000:2005 define principios e vocabulário NBR ISO 9001:2000 define exigências para sistema de gerência de NBR ISO 9004:2000 apresenta linha diretivas para o melhoramento
T écnicas de Obtenção de Requisitos
T écnicas de Obtenção de Requisitos Profa. Rosângela Penteado DC UFSCar [email protected] 1 Roteiro Obtenção de Requisitos T écnicas de levantamento de requisitos Entrevistas Questionários Casos de
Símbolo Acessível em Libras
Símbolo Acessível em Libras O símbolo Acessível em Libras foi criado pelo Centro de Comunicação (Cedecom) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), órgão responsável pela produção e divulgação de
PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS -PLANO DE ENSINO. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.
PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS -PLANO DE ENSINO Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. Ementa Proporcionar uma experiência com a programação orientada a objetos através da modelagem conceitual e sua implementação.
Projeto Integrador Gestão em TI II Gestão em Pessoas. Organograma DIRETOR DEPARTAMENTO DE T.I ANALISTA TÉCNICO
Projeto Integrador Gestão em TI II Gestão em Pessoas Organograma - Gráfico da estrutura hierárquica de uma organização social complexa, que representa simultaneamente os diferentes elementos do grupo e
NOÇÕES DE GESTÃO PÚBLICA
NOÇÕES DE GESTÃO PÚBLICA FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS (FCC) ANALISTA TRT s 04 PROVAS 23 QUESTÕES (2012 2010) A apostila contém provas de Noções de Gestão Pública de concursos da Fundação Carlos Chagas (FCC),
Parte 1. MBA em Gestão de Projetos 2011. Objetivo: Prof. Me. Kenji Taniguchi
Parte 1 MBA em Gestão de Projetos 2011 Objetivo: Apresentação do Professor Apresentação do Objetivo Formas de Avaliação do Curso Reconhecimento do Público Alvo. Sincronização de grupo Prof. Me. Kenji Taniguchi
NORMA TÉCNICA E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAR ALTERAÇÕES NO BANCO DE DADOS CORPORATIVO
NORMA TÉCNICA E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAR ALTERAÇÕES NO BANCO DE DADOS CORPORATIVO Referência: NT-AI.04.03.01 http://www.unesp.br/ai/pdf/nt-ai.04.03.01.pdf Data: 31/07/2000 STATUS: EM VIGOR A Assessoria
ABNT ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS
ABNT ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR NORMA BRASILEIRA REGISTRADA NO INMETRO A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é reconhecida como único Foro Nacional de Normalização, responsável
GESEC Grupo de Estudos de Segurança e Medicina do Trabalho na Construção Civil
GESEC Grupo de Estudos de Segurança e Medicina do Trabalho na Construção Civil I. OBJETIVOS Estabelecer diretrizes mínimas para assegurar a execução e especificação do PEEPC - Projeto de Execução e Especificação
e ao Introdução ao BPM Guia BPM CBOK Instrutor: Eduardo Oliveira Slide XII Semana de Administração Orçamentária, Financeira e de Contratações Públicas
Introdução ao BPM e ao Guia BPM CBOK Instrutor: Eduardo Oliveira 1. Conceitos básicos 1.1. Processos É um fluxo coordenado e padronizado de atividades executadas por pessoas ou máquinas, as quais podem
RELATÓRIO ENAC. Exame Nacional de Avaliação para Capacitação dos Profissionais Gráficos
Data de emissão: 29/05/2013 À Empresa Gráfica Prezados Senhores, A ABTG, Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, apresenta os resultados do Enac - Exame Nacional de Avaliação para Capacitação Técnica
Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Capítulo 6 - Threads
Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Capítulo 6 - Threads Com o conceito de múltiplos threads (multithread) é possível
RESOLUÇÃO Nº 90, DE 29 DE SETEMBRO DE 2009. O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, no uso de suas atribuições constitucionais e regimentais, e
Texto compilado a partir da redação dada pela Resolução nº 136/2011 RESOLUÇÃO Nº 90, DE 29 DE SETEMBRO DE 2009 Dispõe sobre os requisitos de nivelamento de tecnologia da informação no âmbito do Poder Judiciário.
Modelagem de processos e gestão da qualidade da fundação uniselva. Prof. Dr. Cristiano Maciel Diretor
Modelagem de processos e gestão da qualidade da fundação uniselva Prof. Dr. Cristiano Maciel Diretor Fundação UNISELVA Missão: Apoiar as atividades de pesquisa, ensino, extensão, trinômio de sustentação
Documento de Processo
Documento de Processo versão 1.0 Desenvolvimento do Sistema de Gestão de Documentos Doc Manager Cliente: São José Agroindustrial Representante do cliente: Paulo José de Souza 2 Histórico de Alterações
Arquitetura TCP/IP. Apresentado por: Ricardo Quintão
Arquitetura TCP/IP Apresentado por: Ricardo Quintão Roteiro Conexões Inter-redes Serviço Universal Rede Virtual (inter-rede ou internet) Protocolos para ligação inter-redes (TCP/IP) Divisão em camadas
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 47.140, DE 05 DE ABRIL DE 2010. (publicado no DOE nº 062, de 05 de abril de 2010 2ª edição) Institui a
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS GESTÃO
GESTÃO DE ESTOQUES (Parte 1) Os estoques são recursos ociosos que possuem valor econômico, os quais representam um investimento destinado a incrementar as atividades de produção e servir aos clientes.
Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário
Exame de Equivalência à Frequência do Ensino Secundário INFORMAÇÃO EXAME DE APLICAÇÕES INFORMÁTICAS B 2016 12º ANO DE ESCOLARIDADE (DECRETO-LEI N.º 139/ 2012, DE 5 DE JULHO) Prova 163 Escrita e Prática
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS SISTEMA DE DETECÇÃO VEICULAR OVERHEAD
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS SISTEMA DE DETECÇÃO VEICULAR OVERHEAD SUMÁRIO 1. SISTEMA DE DETECÇÃO OVERHEAD... 2 2. PROCEDIMENTO DE TESTE DE SISTEMA DE DETECÇÃO OVERHEAD PARA O SISTEMA SCOOT... 3 3. DOCUMENTAÇÃO...
CURSO: Engenharia de Controle e Automação Campus Praça XI Missão
CURSO: Engenharia de Controle e Automação Campus Praça XI Missão O Curso de Engenharia de Controle e Automação da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar profissionais com sólidos conhecimentos
SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE EDIFÍCIOS METASYS Vá mais longe com Metasys
SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE EDIFÍCIOS METASYS Vá mais longe com Metasys Gerencie seu edifício onde quer que você esteja. O sistema de gerenciamento de edifícios Metasys da Johnson Controls é o único sistema
PLANEJAMENTO E MODELAGEM
Apresentação 06 Introdução a Engenharia Elétrica COMO CRIAR MODELOS NA ENGENHARIA. PLANEJAMENTO E MODELAGEM Prof. Edgar Alberto de Brito Continuando os conceitos anteriores, nessa apresentação será mostrado
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2015.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2015. Dispõe sobre o Plano Anual de Auditoria Interna (PAINT), os trabalhos de auditoria realizados pelas unidades de auditoria interna e o Relatório Anual
www.equilibriumweb.com
www.equilibriumweb.com design por cristian c. de almeida APRESENTAÇÃO O mercado está cheio de empresas jovens e inovadoras. O que diferencia a Equilibrium Web das demais é a experiência de ter trabalhado
Concurso da Prefeitura da São Paulo Curso Gestão de Processos, Projetos e Tecnologia da Informação
Contatos: E-mail: [email protected] Blog: http://profanadeinformatica.blogspot.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/anapinf Concurso da Prefeitura da São Paulo Curso Gestão de Processos,
Regulamento paraa Certificação do Sistema de Gestão da Saúde e Segurança Ocupacional
Regulamento paraa Certificação do Sistema de Gestão da Saúde e Segurança Ocupacional Em vigor a partir de 01 de abril 2012 RINA Via Corsica, 12 16128 Genova - Itália Tel. +39 01053851 Fax: +39 0105351000
ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL DE ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA
REQUISITOS PARA INSCRIÇÕES AO PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, OBJETIVANDO A FORMAÇÃO DE CADASTRO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE EXCEPCIONAL INTERESSE PÚBLICO, Nº 065/01/2016 de 05/04/2016. Processo nº 2216/2016.
SIG. USANDO A TECNOLOGIA COMO SUPORTE Tecnologias de Apoio
SIG USANDO A TECNOLOGIA COMO SUPORTE Tecnologias de Apoio Os Sistemas de Informações e os Sistemas de Informações Gerenciais (SIG) podem ser manuais e eletrônicos. I parte SIGs eletrônicos Tecnologias
Da administração à promoção do conhecimento.
Da administração à promoção do. Aula tema 05 Conteúdo: 1. Barreiras à criação do 2. Fatores promotores da criação do Desafios para a criação do nas empresas A criação do nas empresas não é algo fácil de
PMCQ Programa* de Melhoria Contínua da Qualidade do IFSP campus Salto
PMCQ Programa* de Melhoria Contínua da Qualidade do IFSP campus Salto *Grupo de projetos relacionados gerenciados de modo coordenado para a obtenção de benefícios estratégicos e controle que não estariam
Sistemas de Informação e Desempenho Portuário Brasília - DF
Sistemas de Informação e Desempenho Portuário Brasília - DF Rodolfo Monteiro Aquarela: PAULO MARTORELLI SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SEP/PR AGOSTO-2015 AGENDA Sistemas de Informação
Política de Comunicação Corporativa
Assistência de Comunicação Institucional Julho de 2012 Introdução Nesta Política de Comunicação estão apresentados os fundamentos da estratégia de comunicação da Celesc Holding e das suas subsidiárias
Gerenciamento da Comunicação 1
O que é um projeto? Gestão Projetos TI (PMBOK) Prof. Raquel Silveira Um projeto é um empreendimento temporário com o objetivo criar um produto ou serviço único. Esse empreendimento tem metas estabelecidas
Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS
Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS Sustentabilidade Contexto Aumento no número de pessoas Maior quantidade de recursos explorados Produção e consumo: compras
PARECER N, DE 2003. RELATOR: Senador GARIBALDI ALVES FILHO
PARECER N, DE 2003 Da COMISSÃO DE EDUCACÃO, sobre o Aviso nº 11, de 2003 (n 416, de 2003, na origem), que encaminha ao Senado Federal cópia do Acórdão n 318/2003 TCU (Plenário), bem como dos respectivos
Apresentação Comercial Proposta de Suporte Técnico Informática
Apresentação Comercial Proposta de Suporte Técnico Informática Desafios das empresas no que se refere à infraestrutura de TI Possuir uma infraestrutura de TI que atenda as necessidades da empresa Obter
Título : B1 INTRODUÇÃO. Conteúdo : INTRODUÇÃO
Título : B1 INTRODUÇÃO Conteúdo : INTRODUÇÃO O termo documentação tornou se um conceito básico nos negócios, na administração, na ciência e na tecnologia da informação. A modelagem nada mais é que uma
Unidade IV. suporte tático da organização: permite uma resposta mais ágil e acertada no campo da estratégia da organização;
Unidade IV 7 VANTAGENS COMPETITIVAS ATRAVÉS DO USO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7.1 Sistema de informação nos negócios Hoje os sistemas de informação auxiliam todos os níveis da organização, tomando por
Gerencia de Projeto. Andreza Leite [email protected]
Gerencia de Projeto Andreza Leite [email protected] Vamos continuar a gestão de projeto Agenda Estrutura Organizacional Equipe de projeto Gerente Gerenciamento de múltiplos projetos e PMO Estrutura
Universidade Paulista
Universidade Paulista Ciência da Computação Sistemas de Informação Engenharia de Software Análise Estruturada Sergio Petersen 22/4/2012 Sumário 1. Técnicas de Análise 3 2. Principais Autores 3 3. Análise
Curso Tecnológico de Administração/12.º Nº de anos: 1 Duração: 120 minutos Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho
Curso Tecnológico de Administração/12.º Prova: Prática Nº de anos: 1 Duração: 120 minutos Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho 1. Introdução O presente documento visa divulgar as características da
Requisitos de Software
Requisitos de Software Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 6 Slide 1 Objetivos Descrever requisitos funcionais e não funcionais Explicar como os requisitos de software podem
Prêmio Planeta Casa 2012 Regulamento categoria empreendimento imobiliário
Prêmio Planeta Casa 2012 Regulamento categoria empreendimento imobiliário O Prêmio Planeta Casa 2012 busca valorizar empresas, organizações da sociedade civil e profissionais das áreas de arquitetura,
Brochura - Panorama ILOS. Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil A percepção das empresas contratantes de transporte
Brochura - Panorama ILOS Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil A percepção das empresas contratantes de transporte 2016 Apresentação A atividade de transporte representa mais da metade dos gastos das
VOCAÇÃO MUNICIPAL E DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL
VOCAÇÃO MUNICIPAL E DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL Prof.º Msc. Mario Pascarelli Filho Graduado em Engenharia Mecânica pela FEI. Pós-Graduado em Administração de Empresas pela FAAP. Mestre em Educação,
ENGENHARIA AMBIENTAL. Questões Gerais:
ENGENHARIA AMBIENTAL Questões Gerais: 1. Como é o curso de graduação? Quais as principais matérias? Elas são interessantes? O curso na Escola Politécnica da USP é dividido em biênio e triênio, somando
Escola Superior de Redes
Escola Superior de Redes Por que uma Escola Superior de Redes? Capacitação em TIC é um dos objetivos do Programa Prioritário de Informática do MCT/SEPIN (PPI RNP). A ESR é um novo instrumento na realização
Interdisciplinar II Módulo CST: GESCOM
UniãoMetropolitana deeducaçãoecultura Interdisciplinar II Módulo CST: GESCOM Lauro de Freitas - BAHIA 2013 2 JUSTIFICATIVA A principal justificativa para o desenvolvimento e implementação do projeto interdisciplinar
Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos
Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos O presente documento tem como objetivo apresentar as diretrizes e orientar no preenchimento do formulário de inscrição
CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÕES DE TI
EAD Ensino à Distância do TCE-MT para a Gestão Pública CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÕES DE TI Ministro-Substituto Augusto Sherman Agenda 1. Relevância das contratações de TI para a APF 2. Antigo Modelo de Contratação
Cabeamento Estruturado e Infraestrutura Profº Luiz Cláudio Buzeti. Práticas de Gerenciamento do Cabeamento Instalado
1 Práticas de Gerenciamento do Cabeamento Instalado Devem ser baseados em normas da indústria Há quatro classes de gerenciamento Essas normas definem: procedimentos e classes de gerenciamento para a manutenção
